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Há 2 anos o Governo do Estado fez concurso público para Analistas em algumas áreas, com o intuito de oxigenar a máquina estadual.
A idéia da criação do cargo de analista é colocar gestores em diversas áreas, dando certo profissionalismo ao Poder Público. A ideia é muito boa, já que o loteamento de cargos comissionados daria lugar à ocupação de cargos por gestores. Isso de certa forma vem ocorrendo no Governo Eduardo, que inclusive seleciona alguns cargos comissionados por seleção, ao invés das famosas indicações políticas.
Mas o caso abaixo merece atenção.
Neste concurso, feito em fevereiro de 2010 foram aprovados pouco mais de 200 técnicos, para efetiva contratação. Isso quer dizer que terão necessariamente a contratação efetivada, já que não era cadastro de reserva.
Todos estes são chamados para um curso em período integral, dado em 30 dias, já para deixá-los aptos para entrar em atividade.
Eis que após isso, chamam a metade, e o restante fica por aí esperando. Isso é um direito que o Governo tem, mas não faz o menor sentido do ponto de vista da eficiência.
Antes era até pior, quando o curso era de 45 dias, obrigando todo mundo a pedir demissão de onde estava, para ficar emc asa esperando ser chamado, mas mesmo assim muitos precisam pedir demissão dos atuais empregos por não conseguirem 30 dias de férias.
Como o salário não é essa maravilha toda, muito pelo contrário (entra por volta de R$ 2,5 mil), na prática o Governo acaba dispersando quase todo mundo, ou pelo menos aqueles que tem mais oportunidades no mercado.
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