Crise no Governo
Eduardo dá prazo para retratação, mas João Paulo confirma rompimento em nota

Eduardo e JP

O governador Eduardo Campos (PSB), disseram-me passarinhos palacianos, tentou até a última hora contornar a crise criada pelo agora ex-secretário João Paulo. Eduardo deu um prazo até o final da tarde para que JPLS se retratasse do pedido de demissão. Ao invés de retratar-se, o ex-prefeito do Recife lançou nota oficial dizendo ser “irreversível” sua saída.

Eduardo, prontamente, anunciou o socialista José Patriota, atual presidente do Pro Rural, como novo secretário de Articulação Regional.

Cá para nós, ou João Paulo tem em mente uma jogada ousadíssima ou está fazendo política com o fígado – caminho mais rápido para um fim precoce de uma carreira que prometia ser longa. Escrevo melhor sobre isso mais tarde ou amanhã, depois de ouvir toda a fauna política do estado e saber mais detalhes de bastidores.

Segue a nota de João Paulo:

Sobre o pedido de afastamento do cargo de secretário Especial de Articulação Regional, encaminhado nesta quarta-feira (18) ao governador Eduardo Campos, a Assessoria de Comunicação do secretário João Paulo esclarece:

1 – O pedido de afastamento do cargo de secretário Especial de Articulação Regional é estritamente de ordem pessoal e irreversível.

2 – O pedido foi encaminhado, por meio de carta, ao Governador Eduardo Campos na última quarta-feira (18). No conteúdo, além de afirmar que a decisão é de caráter pessoal, João Paulo destaca o compromisso de “continuar na luta política comungando os mesmos ideais que nos uniram em outros tempos, defendendo o melhor projeto político para o Brasil e Pernambuco” (trecho da carta).

3 – A demissão do diretor Geral do Porto do Recife e as recentes declarações do secretário de Desenvolvimento Econômico sobre tal tema na imprensa em nada pesaram na decisão de João Paulo. Tais fatos, inclusive, ocorreram após a entrega do pedido de afastamento do secretário ao governador.

4 – O secretário agradece ao governador a oportunidade de trabalhar na sua equipe, contribuindo com projetos exitosos e de grande envergadura social em todas as regiões do Estado.

5 – João Paulo faz um balanço positivo da sua passagem pela Secretaria Especial de Articulação Regional, destacando, entre outras ações:

- A articulação para continuidade e ampliação dos programas Prometrópole, Promata e Prorural junto ao Banco Mundial (BIRD) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), envolvendo um montante de 385 milhões de dólares.

- A retomada do funcionamento e a capacitação dos integrantes dos Comitês de Articulação Regional e de Articulação Municipal.

6 – O secretário também agradece a sua equipe da Secretaria Especial de Articulação Regional (programas ProRural, Promata, Prometrópole e Comitês de Articulação Regional e Municipal) e aos colegas do Governo que contribuíram para o bom resultado alcançado neste período.

7 – Por fim, João Paulo reafirma o sentimento e a luta que sempre pautaram a sua trajetória política nos últimos 30 anos: “a construção de uma sociedade mais justa e solidária”.

8 – “Dentro ou fora da estrutura de governo o mais importante é a defesa do projeto que contribui com a melhoria das condições de vida do nosso povo. Reafirmo a minha disposição e o meu compromisso em trabalhar pela eleição da ministra Dilma Rousseff à presidência e a reeleição do governador Eduardo Campos, que considero fundamentais para a continuidade dos avanços econômicos e sociais conquistados nos últimos anos no Brasil e em Pernambuco”, afirma João Paulo.

Atenciosamente,

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial de Articulação Regional

dia da consciência negra
Quem danado é Fela Kuti?
Imagem de Amostra do You Tube

Conheci a música e a história de Fela Kuti há uns 3 anos, através de um amigo que me mostrou um disco e contou algumas histórias. O som é muito bom, contagiante. ALém disso, Fela foi uma grande figura.

Nascido no ano de 1938, em uma família de classe média da Nigéria, foi estudar medicina em Londres, em 1958, mas seu destino era mesmo a música. Estudo no Trinity College of Music.

Sua história de vida é repleta de passagens insólitas.

No início da década de 1970, quando retornou à Nigéria, Fela fundou a chamada República Kalakuta – que era um estúdio e casa para as pessoas ligadas à sua banda (Afrika 70) e, posteriormente, ele proclamou independência à comuna.

Consta que certa vez, em 1974, a polícia ‘plantou’ um cigarrinho de maconha pra prendê-lo (ele era odiado pelo governo), mas ele acabou o comendo, pra livrar-se do flagrante. A polícia o levou mesmo assim, sob custódia, para fazer um exame de fezes e provar que havia maconha em posse de Fela.

Mas ele conseguiu a ajuda de outros detentos, e pegou um punhado de cocô emprestado e o entregou à polícia. Daí ele conseguiu ser libertado. Foi então que nasceu Expensive Shit (”merda cara”).

Mas a insolitude de sua vida não se resume a este caso.

O lançamento de Zombie (que era uma metáfora para designar criticamente os soldados das forças armadas da Nigéria) provocou muito tumulto. O sucesso do álbum enfureceu o governo e resultou num ataque feroz à República.  Em 1978, Fela casou-se com 27 mulheres (muitas ligadas à banda dele, como dançarinas ou vocalistas). O evento marcava o aniversário do ataque à República Kalakuta.

Fela ainda se candidatou à presidência, em 1979, mas sua candidatura foi recusada.

A biografia do camarada é interessantíssima, marcada por uma politização que buscava lutar contra preconceitos, atingir liberdades individuais e difundir a consciência dos direitos do povo negro no mundo.

Sua música também é muito interessante. Mesclando vários ritmos como o Funk, o Jazz e cânticos africanos, criou uma Black Music original para expressar suas ideias e seus sentimentos.

No vídeo acima, Expensive Shit. Abaixo, Zombie.

Imagem de Amostra do You Tube
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kit left revolution...
Torne-se um “líder de esquerda”
Imagem de Amostra do You Tube

A vida anda triste e sem-sentido, amig@s? O vídeo acima pode resolver todos os seus problemas!

Torne-se um líder de esquerda e salve o mundo adquirindo já o seu kit left revolution…

PS: Aviso ao navegante esquerdista: só não vale se doer, heim. Afinal, hoje é sexta-feira, e quem não ri um pouco de quando vez acaba se tornando mais azedo que limão e mais enrugado que maracujá.

depois da rasteira
JPLS nem chegou e já pediu para sair

JPLS teve a passagem mais rápida da história do Secretariado de Eduardo Campos. Acabou de avisar em entrevista à Geraldo Freire que só está esperando Eduardo Campos chegar para sair do cargo.

Dois seriam os motivos de sua irritação: a exoneração do Diretor do Porto do Recife, indicado por ele, e a briga na disputa interna do PT, cuja eleição ocorrerá no domingo, em uma luta fraticida com o grupo de Humberto. Ele não escondeu sua irritação com Fernando Bezerra Coelho no episódio da exoneração.

Não tiro as razões do aborrecimento de JPLS, mas sua saída do Governo o coloca em uma situação muito frágil dentro do PT e também na disputa pelo Senado.

Ele deveria estar ciente de que, ao aceitar ser Secretário de Eduardo, iria estar sujeito a este tipo de coisa, já que passou a ser oficialmente subordinado ao Governador, que não se fez de rogado para passar a perna no aliado. Mas às vezes é preciso engolir sapo.

O ex-Governador Miguel Arraes sempre dizia que “a vingança é um prato que se come frio”. JPLS não soube esperar por isso.

JPLS passou alguns meses circulando bem pelo Governo. Tinha parado de dar declarações extemporâneas, e até tinha sossegado sua briga com João da Costa. Com essa saída, vai precisar se explicar até o ano que vem.

O melhor para ele é reaglutinar o seu grupo, acabar com o ruído com João da Costa, e reconstruir seu espaço que não é pequeno. Tem um grande capital eleitoral, e o mais importante é preservá-lo.

No episódio todo mundo saiu perdendo, à exceção de Humberto. Eduardo vai ter que se explicar com relação à saída de JPLS, e o próprio acabou passando a imagem de uma pessoa que não sabe trabalhar em grupo.

Não será fácil daqui para a frente. Só espero que não comece a trocar os pés pelas mãos de novo, como aconteceu no começo do ano.

Pior mesmo é se desistir de sair, como fez Aloisio Mercadante.

JPLS precisa urgentemente mudar sua equipe de astrológos…é só bronca.

afundando...
A gravidade da crise dos jornalões impressos
Imagem extraída no blog "Quanto tempo dura?"

Imagem extraída no blog "Quanto tempo dura?"

Alguém ainda acha que a crise dos jornalões é uma bobagem? Do jeito que a coisa vai, num futuro breve vão sobrar cães carentes de seu mais apreciado hábito matutino…

Não é à tôa que a grande imprensa pretende aderir a Declaração de Hamburgo e fechar seus conteúdos na internet (entenda aqui).

O artigo de Carlos Castilho escrito para o Observatório da Imprensa esta semana explana bem a atual situação de vendas dos jornalões. Vale a pena ler, logo abaixo.

“Venda avulsa de jornalões brasileiros cai a índices surpreendentes”

por Carlos Castilho
para o Observatório da Imprensa

Fala-se muito na crise das publicações impressas, como jornais e revistas, mas quando se analisa os dados reais percebe-se que a situação é muito mais grave do que imaginamos e que a busca por novos modelos de negócios é ainda mais urgente do que se previa.

Quando você descobre que a Folha de S.Paulo, considerada um dos três mais influentes jornais do país, vendeu em média 21.849 exemplares diários em bancas em todo o território nacional entre janeiro e setembro de 2009, é possível constatar a abissal queda de circulação na chamada grande imprensa brasileira. Em outubro de 1996, a venda avulsa de uma edição dominical da Folha chegava a 489 mil exemplares.

Segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC) a Folha é o vigésimo quarto jornal em venda avulsa na lista dos 97 jornais auditados pelo instituto, atrás do Estado de S.Paulo, em 19o lugar e O Globo, em 15o lugar. Somados os três mais influentes jornais brasileiros têm uma venda avulsa de quase 96 mil exemplares diários, o que corresponde a magros 4,45% dos 2.153.891 jornais vendidos diariamente em banca nos primeiros nove meses de 2009.

Leia texto completo

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artigo
O que o desrespeito ao professor nas redes públicas tem a ver com o abandono afetivo paterno?

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Por Amanda Costa
para o Acerto de Contas

Nestes tempos de pais famosos que fazem filhos por aí e levam décadas para reconhecê-los, o post de hoje vem bem a calhar. Quarta-feira passada, 18/10, tivemos um seminário no Centro de Educação (CE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sobre a problemática das mães solteiras: “Mães Solteiras e o Reconhecimento Paterno: repensar políticas, buscar novos direitos”.

Apesar do pequeno número de pessoas na platéia, especialmente na parte da tarde, o evento promovido pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) e pela Associação Pernambucana de Mães Solteiras (APEMAS), foi de excelente nível, e no evento tive a oportunidade de conhecer duas senhoras, por volta dos 60 anos, professoras da rede municipal de Recife. Estávamos esperando iniciarem as mesas da tarde do seminário e, enquanto isso, começamos a conversar para matar o tempo.

Como estávamos no CE, e as duas senhoras são professoras da rede municipal, a nossa conversa tinha que ir parar na sala de aula mesmo, era inevitável. E é claro que as queixas em relação à profissão tinham que estar presentes também, pois professor é bicho “reclamão” e temos tooooodo o direito de sê-lo enquanto a educação pública brasileira for essa terra de ninguém. Mas o que me impressionou mesmo no relato das duas colegas, ambas com décadas de atuação na rede pública municipal, foi a situação de total desrespeito por parte dos alunos.

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Noticiário nacional – 20/11/09

Folha de S.Paulo

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• TST nega recurso de empresa de Alencar (matéria anexada: outro lado – “Para Coteminas, inclusão seria uma irresponsabilidade”)

• Governo bloqueia 975,6 mil benefícios do Bolsa Família

• PV quer equipe de Marina mais “profissional”

• STJ pede licença para processar governador

• Salvo-conduto (Coluna Painel)

• Opinião: Filme C (Fernando de Barros e Silva)

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Noticiário local – 20/11/09

Diario de Pernambuco

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• Ânimos se acirram às vésperas da eleição

• Marina amanhã no Recife para turbinar candidatura

• “Fico pensando como será minha vida no dia 2 de manhã” (Entrevista / Lula)

• Lula acalma dona Canô

• De volta ao começo (Diario Político)

• Pelo fim do racismo (matéria anexada: “Esperança de agilizar os processos”)

Jornal do Commercio

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• Pressão para aprovar o Ficha Limpa

• Ranilson agora na coordenação política

• Prefeito cassado obtém liminar e fica no poder

• Briga interna do PT chega à Justiça

• Humberto: dura cobrança a João Paulo

• Doce pássaro da juventude (Coluna Pinga Fogo)

• Estado admite elevar meta do Pacto pela Vida

Folha de Pernambuco

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• Governo aponta “atraso” em projeto de Jarbas

• Caráter eleitoral é rejeitado

• Maratona de Eduardo começa hoje

Queixa do Internauta
Ei, Shopping Recife, cadê a nota?

Shopping Recife

Recebo e repasso questionamento do internauta Flavio Andrade sobre a emissão de nota fiscal pelo serviço de estacionamento no Shopping Recife. Pelo relato, parece que o shopping só concede a nova nota fiscal eletrônica (pela internet). Mas, até onde eu saiba, a nota via internet é um direito e não uma imposição ao consumidor.

Vou encaminhar a queixa de Flavio para o shopping e para a prefeitura do Recife e ver o que respondem. Se alguém quiser arriscar um palpite, fique à vontade.

Eis o relato:

Oi Marco,

Antes de mais nada, quero parabenizá-lo, a voce e ao Pierre, pelo excelente trabalho no blog.

Mas vamos ao assunto que me trouxe: estacionamento do shopping. Mais específicamente o do shopping Recife. Sinceramente não acredito que alguem de sã consciência fiue satisfeito em pagar R$ 3,50 (ou será R$4,50?) para estacionar no shopping Recife ou em qualquer outro estabelecimento comercial. O raciocínio é simples: voce está consumindo, comprando. O estacionamento é de interesse do comerciante. Deveria ser oferecido gratuitamente como uma cortesia, no mínimo.

Mas não é nem esse o ponto que quero me referir. A questão é ainda mais bizarra. Como se não bastasse essa cobrança absurda e o preço abusivo, a empresa ainda se dá ao “direito” de não fornecer a Nota Fiscal. Pois é, eles simplesmente não dão nota, ou melhor dizendo, fazem de tudo pra não dar a nota. O procedimento é o seguinte:

1 – Voce chega no caixa pra pagar o estacionamento. O caixa pega seu dinheiro e dá uma recibo sem qualquer valor fiscal, sorri, agradece e chama o próximo.

2 – Voce resolve perguntar pela nota (depois de ter pago) e a pessoa no caixa diz que “O Sr, tinha que pedir antes, agora não posso mais lhe dar a nota”.

3 – Suponhamos que voce “pediu” (absurdo isso. precisa pedir?) a nota “antes”. Voce então ouve “preciso do seu CPF, Senhor”. Como assim? To pagando em dinheiro, pra quê vc quer meu CPF. O que tem haver uma coisa com a outra?

4 – Mas vamos em frente. Voce forneceu seu CPF, a pessoa no caixa digitou seu número no sistema e agora lhe entrega…o mesmo papel amarelinho sem qualquer valor fiscal! É, voce simplesmente não recebe nota fiscal!

5 – Indignado, voce pergunta: “Cadê a nota? Isso aqui não é nota fiscal”. E o caixa, com o mesmo sorriso ensaiado, responde: Isso, agora “é só o Senhor acessar a Internet” e fornecer este código para retirar sua nota, Senhor.

Deixa ver se eu entendi: eu tenho que dar meu número de CPF pra ter o direito de entrar na internet e resgatar uma nota fiscal de um serviço que eu paguei. Daí eu vou ter que gastar tempo e dinheiro pra acessar o site, abrir o documento (ainda não tentei essa parte) e imprimir. Quer dizer, além de pagar uma taxa absurda, por um serviço que deveria ser oferecido gratuitamente, como é na maioria dos países que já visitei, ainda tenho que trabalhar para a empresa e pagar pela emissão e impressão da nota fiscal que deveria ser fornecida pela empresa.

Então eu pergunto: tá certa essa conta? É esse o procedimento correto?

Tá com voces a bola!

Grande abraço,

Flavio “Mamoha” Andrade
Músico/produtor cultural/bacharel em Comunicação (jornalismo)

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vai gostar de fazer menino assim em brasília
Família FHC se acomoda no Senado

fhc rindo
O profissional e o amador

Depois do reconhecimento da filha que teve com a jornalista da Globo, hoje apareceu mais um “minino” da prole Fernandista.

Trata-se de Leonardo, que tem 20 anos, e seria filho de FHC com uma ex-empregada, que teria sido demitida porque Dona Ruth achou seu filho muito parecido com Fernando Henrique.

Uma coisa é certa, Fernando Henrique Cardoso vai dar uma sumida dos noticiários nos próximos meses. É o famoso “mergulho”.

FHC virou chacota em diversos jornais que circulam hoje. “Bem que FHC disse que tinha um pé na cozinha”, disse Claudio Humberto.

Em tempo, a suposta mãe de mais um filho de FHC é copeira de um Senador. O filho também trabalho no Senado.

Não temos nada com a vida privada de FHC, se isso é verdade ou não, é problema dele e da sua família. Isso não é assunto que interesse a ninguém, a não ser por um fato curioso: sua prole adora um emprego no Senado.

Que o diga sua filha que não aparecia no gabinete para trabalhar.

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