Por Robson Fernando, para o Acerto de Contas
Fomos surpreendidos pela decisão do governo Lula de pôr em consulta pública a absurda proposta de dobrar o número de usinas termelétricas no país e meter mais 71 hidrelétricas pelos rios brasileiros. Como disse o Greenpeace numa boa colocação, foi “uma banana para Copenhagen”. E, como eu digo e mostro por quê, uma tremenda burrice ambiental.
Numa época em que acadêmicos ambientalistas vêm torrando neurônios para tentar desenhar o complexo mapa da resolução da Crise Civilizatória, uma pré-catástrofe global causada por séculos de contradições de uma humanidade “civilizada” que descarrega seu remanescente lado bestial e irracional na Natureza, lá vem Lula e sua trupe que acha que está revolucionando o Brasil e nos dá esse perolar “presente” de Natal – a consulta pública foi lançada em 24 de dezembro passado, mas a imprensa começou a atentar o povo para isso no último dia 7. Logo quando o mundo tenta fechar acordos de preservação florestal e redução de emissão de poluentes quase que às pressas, o governo brasileiro dá um fantástico mau exemplo!
Com as 82 termelétricas que algum brasileiro simpatizante de George W. Bush ou recém-saído de um cativeiro de 30 anos propôs nos planos de desenvolvimento energético nacional, as emissões anuais estão calculadas para aumentar em quase 25 milhões de toneladas de gás carbônico, nada menos que 172% a mais, a poluição vinda da geração de energia suja. Consideremos com igual periculosidade a insistência na expansão de hidrelétricas. Querem construir mais 71 pelo país, muitos deles em rios da Amazônia ou do Cerrado. Hidrelétricas, por mais que certos teóricos da energia limpa insistam, implicam muita sujeira ambiental, já que invariavelmente provocam o afundamento de enormes áreas florestais, áreas que não vão mais absorver gás carbônico da atmosfera, e a emissão de gases a partir da decomposição das árvores submersas. Sem falar na matança da fauna local e da flora de pequeno porte.
E ainda temos que aguentar sermos taxados de “culpados” por fazermos essa crítica, julgamento vindo de certos críticos da expansão das termelétricas? O que faz esses sujeitos defenderem com tanto afinco a falácia de falsa dicotomia de insistir que “se você é contra hidrelétricas, é necessariamente a favor de termelétricas!”? Será que somos tão incapazes assim de construir fontes alternativas de baixo custo ambiental?
Consideremos nesse maléfico e bushista Plano Decenal o aspecto de covarde punhalada nas costas daqueles que haviam elogiado a trupe energética trapalhona de Lula na reunião de Poznan, Polônia, onde foi anunciado com pompa o tal Plano Nacional de Mudanças Climáticas, e também nos cidadãos do planeta que torciam pelos primeiros passos do Brasil no rumo a uma economia sustentável. Uma traição da confiança daqueles que esperavam o apoio do governo do país com maior área de floresta tropical do planeta à causa da salvação do globo. Um crime de leso-ambiente e leso-mundo.
Não sabemos onde estavam as cabeças de Lula, de Edilson Lobão e de outros que demonstraram, nessa tremenda burrice energética, total falta de compreensão, de bom senso, de racionalidade e, acima de tudo, de civilidade e noção ao darem carta-branca à continuidade das velhas políticas de poluição intensiva e destruição massiva de grandes áreas ecossistêmicas em nome do “progresso” e do “desenvolvimento”. Foi o pré-sal e sua subsequente megalomania petrolífera que subiram à cabeça e sujaram com óleo e fumaça os cérebros desses governantes deveras irresponsáveis ambientalmente?
Concluo com uma frase que saiu num antigo clipe de Charlie Brown Jr.: “Você não precisa salvar o mundo. Mas também não o destrua!” Ouviu, Lula? Pense nisso ou Vossa Excelência em breve não terá mais aquela praia cristalina em Noronha o esperando.



Aos petistas que sentirem vontade de jogar pedra no artigo e lançar ad-hominems: hoje em dia atitudes governamentais como essa não são mais toleráveis, considerando que o mundo está se asfixiando em fumaça e gás carbônico e aquecendo progressivamente. Por isso o caráter meio agressivo do título e, talvez, do texto, porque eu não admito esse tipo de absurdo que, cá pra nós, é um crime ambiental hediondo.
Onde é que podemos manifestar nossa opinião nessa Consulta Popular?
Edmilson, infelizmente consulta popular não é recepção de opiniões populares, mas sim de estudos de quem se interessa em analisar e dizer por que uma ou mais usinas não podem ser instaladas em certo lugar.
Assim foi na consulta popular que condenou muitas espécies de pássaros à gaiola no ano passado.
O melhor seria apostar-se em nuclear, mas os custos são muito elevados.
Contudo, sem energia, nem essa discussão é possível. Já imaginaram um computador com manivela?
Mas, esse Lula é um criminoso mesmo. Vai terminar processado em algum tribunal internacional. Tem a audácia de investir contra o meio ambiente do mundo todo, de forma inovadora e irremediável.
Andrei, existe computador com manivela.
Caro colunista,
Deixemos de lado os adjetivos e os adverbios utilizados na sua crônica com relação ao tamanho da burrice ou da sapiência do governo; eu não sou sensível a esse tipo de palavras… além disso não sou filiado ao PT ou à ARENA, e nem a partido político ou religioso algum; também recuso-me a discutir futebol….
Interessa-me saber mais se:
- o Sr. considerou as particularidades da matriz energética brasileira e as projeções de crescimento das necessidades de geração de energia elétrica para o futuro quando escreveu o seu artigo?
- o Sr. considerou outros cenários e outras alternativas disponíveis e factíveis de geração de energia elétrica e as suas possibilidades de aproveitamento e de inserção na matriz energética?
- o Sr. estudou o comportamento da intensidade elétrica e da necessidade de crescimento do PIB e do emprego no país quando criticou a indicação da necessidade de umas tantas termoelétricas e hidroelétricas?
- o Sr. considerou que cerca de 30% a 40% da energia gerada na França, Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Rússia, China, USA e outros países “civilizados” é de origem nuclear – uma térmica “limpa” – e que o restante é geralmente a carvão, gás natural ou diesel, com menor complementação de hidraulica?
- o Sr. considerou que não é fácil se inserir em um sistema elétrico mais de 20% de energia eólica ou mais de 40% de energia nuclear, mas que térmicas a gás natural ou a derivados de petróleo, além de hidroelétricas são muito mais facilmente despacháveis do ponto de vista elétrico?
- o Sr. considerou que não ter plano de expansão da oferta de energia elétrica pode levar a uma crise similar à que tivemos em anos da década de 1980 (e que está acontecendo na Argentina agora nesse verão), quando houve racionamento de energia elétrica, implantação de térmicas de emergência a diesel gerando a um custo proibitivo e recessão (principalmente no Nordeste) por conta da falta de energia para a indústria?
Sugiro que analise o Balanço Energético Nacional publicado anualmente pelo Ministério das Minas e Energia, um documento técnico e apolítico, mas também voltado para o público em geral, de onde pode-se inferir bem como está evoluindo a oferta e a demanda de energia no país, ao lado de indicadores de crescimento econômico, de população, de renda etc.
Acho que um melhor embasamento da sua argumentação e a apresentação da sua parte de propostas objetivas e claras sobre como atender ao crescimento do consumo de energia elétrica no Brasil tornariam as críticas contidas no seu artigo mais consistentes e úteis, além de melhor poder induzir o debate sobre as soluções para o problema.
Não ganhamos nada nos refugiando em discussões histéricas polarizadas por alguns ambientalistas interessados somente em aparecer em público e ganhar notoriedade e dinheiro de ONG’S (não estou generalizando aqui a crítica aos ambientalistas, há ambientalistas sérios).
Gostaria mesmo de conhecer as suas propostas concretas com relação à geração de energia elétrica para a solução do dilema desse país com quase 200 milhões de habitantes: “crescimento da população”, “necessidade de emprego”, “necessidade de crescimento do PIB”, “necessidade do crescimento da oferta de energia elétrica para produzir PIB”, “composição da matriz energética”.
QUÁ QUÁ QUÁ!
O autor é tão parcial, tão partidário, que não consegue disfarçar. Antes de qualquer pessoa ter comentado o texto, ele mesmo colocou um comentário tentando justificar o “caráter meio agressivo do título”………
Andrei,
Transcrevo abaixo uma das suas frases no seu comentário pois aí está a questão do problema.
Para mim o resto é desinformação básica, política miúda do “baixo clero eternamente insatisfeito” ou gabolice externa de afirmação internacional do governo.
“Contudo, sem energia, nem essa discussão é possível. Já imaginaram um computador com manivela?”
Voltei até a pensar saudosamente nos trens a vapor e nos marimbondos nos túneis da Serra das Russas… e haja CO2 de novo na atmosfera.
A realidade é que levar o país a um irresponsável racionamento de energia elétrica é muito mais desastroso para a população mais pobre do que muitas quebras de bolsas de valores; não adianta injetar dinheiro do governo na economia que a máquina não pega sem energia.
Com relação a mudanças climáticas, a amazonia vem sendo devastada é pelo desmatamento já antigo, contínuo e $$$IBAMIZADO das madeireiras americanas e não pelo efeito de umas poucas hidroelétricas.
Sidarta, essas são perguntas muito improváveis de serem solucionadas por uma única pessoa. Também não sou especialista em fontes de energia, mas sim cumpri o papel de cidadão que exige que o governo pare com sua insana proposta de expandir as fontes altamente poluentes e destrutivas de energia.
Se eu tivesse propostas prontas e rápidas de energia alternativa pra apresentar, teria sido agraciado talvez com algum Nobel já. A verdade é que o planejamento sobre fontes limpas de energia deve ser participativo, e não feito às escondidas pra ser apresentado por consulta pública num aspecto que revoltou o mundo inteiro.
E o argumento de que hidrelétrica e termelétrica são as únicas fontes de energia viáveis é pra mim uma falsa dicotomia.
Além do mais, as necessidades ambientais não podem ser postas como menos importantes que as econômicas. Isso foi um erro que já destruiu grande parte do mundo natural nos últimos 150 anos. A busca de alternativas e soluções bem debatidas já se tornou obrigação pra qualquer governo.
Abs
Prezado Robson,
Há uma diferença muito grande entre a retórica política do governo e a margem de manobra real que se tem quando se pensa em planejar e realizar a geração de energia elétrica para um país do tamanho do Brasil.
Na ANEEL e no MME, a definição da política energética do país e a localização dos empreendimentos de geração não é feita por sorteio nem pela vontade absoluta de Zé Sarney; passa muito mais pelas boas cabeças pensantes da EPE (a estatal que “pensa” o planejamento energético), do CEPEL (um centro de estudos elétricos da Eletrobras), da Eletrobras, da Petrobrás, de órgãos financiadores e, infelizmente mas inevitavelmente, das grandes construtoras.
Em cima de tudo isso, o IBAMA tem sido um filtro muito fino na exigencia e verificação das especificações dos projetos em licenciamento, principalmente com ministros do PT, coisa que chegou a exageros vaticânicos e que já atrasou muitos projetos realmente indispensáveis.
Isso tem sido assim, com intensidade crescente desde os tempos em que Collor “modernizou” o país. Até o fim do governo Figueiredo e no governo Sarney, a liberalidade para se implantar usinas de geração de energia era bem maior.
É bom lembrar que uma das reais razões pelas quais os USA não queriam que a China construisse a usina hidroeletrica de de Three Gorges, a maior do mundo, foi que a imensa disponibilidade de energia que seria ofertada na China ia reduzir em muito a exportação de aço dos USA para lá.
Com o Brasil e, principalmente, quando se fala de amazônia, penso que as razões são as mesmas: deveremos continuar um país agrícola e exportador de grãos… e não um país fortemente industrializado e grande exportador de aço.
Com todo o respeito às suas convicções políticas e à sua ênfase em denunciar as “manobras do governo Lula”, isso é um problema muito maior do que a discussão da propriedade ou impropriedade do Parque D. Lindu ou do nome escolhido para ele.
Na hora em que faltar energia em sua casa e você ligar para a prontidão da CELPE e for informado de que a energia só voltará normalmente daqui há um ano, se chover no sudeste do Brasil, de Belo Horizonte para o norte (é a chuva que vem para o rio São Francisco), ou dentro de seis meses, quando for acertado com os árabes o contrato da chegada de um navio com uma usina térmica flutuante e a disponibilização de gás natural (que a Petrobras não tem para pronta entrega) ou de diesel bem caro para o consumidor, aí você vai dar não só uma banana para Copenhagen, mas uma penca inteira e defender logo a instalação dos sistemas de muitas e pequenas térmicas de emergência, que são bem disfarçadas, fazem pouco ruído, não têm torres de refrigeração, instalam-se rápida e praticamente em todos os cantos e fazem a alegria do faturamento da CELPE.
Abs.
Sidarta, sinceramente vou dar sim banana pro governo que procurou resolver a questão das formas mais erradas possíveis. Nunca pra um tratado que foi um esforço de, acima de tudo, salvar o planeta do pior do aquecimento atmosférico.
Por mais que me insistam o contrário, não cai mais minha convicção de que as questões ambiental, social e econômica são inseparáveis.
Robson,
Eu vou procurar saber em mais detalhes na EPE sobre o que estão planejando realmente em termos de quantidade, tipo, tamanho e localização das novas térmicas e hidroelétricas. Procurarei também ver o que está sendo exigido para o licenciamento ambiental dessas usinas.
Concordo com você, e repito abaixo a sua frase, de que as questões ambientais, economicas, sociais e técnicas estão totalmente entrelaçadas no planejamento energético do Brasil.
Entretanto, com relação ao tema, custo a acreditar que os limites para a burrice e a má fé do governo Lula sejam amplos, gerais e irrestritos como você entende; para mim foram muito maiores nos tempos das ditaduras militares
“Por mais que me insistam o contrário, não cai mais minha convicção de que as questões ambiental, social e econômica são inseparáveis.”
Realmente precisamos sair de uma país que exporta comoditties para exportamos tecnologia, ai que está o problema, precisamos de energia e não vamos mais depender só de itaipu, gas da bolivia. as termoeletricas são emergenciais, não são para sempre. Agora devemos procurar energias mais limpas como alternativa, eólica,solar. a base de hidrogenio.
No momento a eletrica seria a solução, embora demande mais de uma década, para se normalizar.
Obrigado pela compreensão, Sidarta.
Abs
Caro Fred
As pessoas não consomem energia, elas consomem os produtos que a energia gera. Hoje, e provavelmente pelos próximos séculos, se usa energia elétrica como força motriz para a maioria dos bens de consumo de massa, de luz elétrica a processamento de dados, tudo depende da tal energia elétrica.
A geração desta energia, que depende do uso de outro tipo de energia é que é o problema fundamental. O problema usual é usar alguma força motriz aplicada a um gerador que a transforma em energia elétrica. Esta força pode ser vapor (energia térmica), hídrica, eólica, correntes oceânicas, animal e tudo mais que possa mover o gerador. Já quando se usa vapor é preciso uma fonte de energia que gere calor para aquecer a água. Pode ser combustão (carvão, diesel, óleo, gás, etc.), geotérmica, nuclear e etc.
Em qualquer caso o que se busca é uma fonte de energia para produzir energia elétrica, não uma fonte de energia para substituir energia elétrica.
É verdade.
Eu estou muito orgulhoso deste menino Robson Fernando Escritor e Estudante. Ele escreve muito. Se estudar mais vai ficar uma joia.
A forma mais ambientalmente correta de se viver é sem energia. Voltarmos às cavernas, com o padecimento de metade da população da terra, seria um descanso para o planeta.
Como não parece ser um projeto desejável – este brevemente enunciado acima – há que se produzir energia. E, infelizmente, cada vez mais. Excepto se contarmos com uma recessão eterna.
É óbvio que essa produção deve atender aos critérios possíveis de manutenção ambiental. Mas, também é óbvio que tudo tem impacto e que todo desenvolvimento é intensivo em energia.
Aqueles que hoje são países ricos produziram as maiores devastações ambientais, tanto nos seus territórios, como nos dos outros. Daí resulta que se podem apontar doses cavalares de hipocrisia nos discursos desses países.
De certa forma, parece-me que há certa insatisfação com a circunstância de se estarem tomando algumas medidas para afastar os riscos do que já ocorreu, sob os auspícios du prince des sociologues.
Caro Andrei
Só um adendo a suas palavras, nem todo desenvolvimento é intensivo em energia, mas todo desenvolvimento menos intensivo em energia é mais caro e mais lento.
Quero ver o que vamos fazer com o lixo das usinas nucleares… São totalmente inviaveis e duram cerca de 500 anos… No Brasil, aonde a coisa mais básica não é cuidada, imagine a coisa mais perigosa???
É esse o legado que queremos deixar para nossos filhos??? Deixaremos lixos atômicos e um mundo acabado pela ganância??? Deve-se investir, como se tem investido, em eficiência energética. E também em matrizes que poluem menos e são bem aproveitaveis… Já imaginaram se todas as casas tivessem paineis solares??? Se todos pudessem produzir sua energia através do sol que é algo bem infinito???
Não acreditem quando os defensores da energia nuclear disserem que é inviavel. Tudo é inviável, até chegar um novo meio poderoso e haja migração…
Importante considerar que eu estive no ENERGYCON e foi o pior congresso de direito que eu já fui. Não havia direito, havia muita política. Muitos defensores da energia nuclear, como a salvação da humanidade por ser “limpa”, lixo que dura 500 anos pra mim não é limpeza alguma. E somente 3 defensores de outras matrizes energeticas…
O potência eólico do brasil é a metade do hidraulico. O potêncial solar ainda não foi feito estimativa por considerar infinito. E com a descoberta de um novo painel solar, pesquisadores afirmam que daqui a dez anos todo mundo vai poder ter seu painel (reportagem que eu vi no uol, não me recordo quando).
Um dos palestrantes do ENERGYCON disse que ao preservar a floresta estariamos abdicando de um potêncial energetico de 170 milhões de MW e que isso era tão ruim. Ele falava com uma pena terrível sobre a proteção do meio ambiente. Na minha opinião um cara desse é um jegue.
Não as usinas nucleares. A falsa propaganda que elas são boas foi desmentida pela Época na semana seguinte, se eu não me engano ao ENERGYCON…
Nos EUA não se tem investido em energia nuclear, embora o governo federal apoie, desde 2004…
Sidarta, impagável!
Realmente… antes pobre e subserviente, mas limpinho.
Quero ver quem pagaria o preço do discurso!
Imaginem as nossas cidades, mais uma vez, sombrias. O ensaio sobre a escuridão II, a missão.
Painel solar? É muito mais moderno que as palafitas… não sei como o povo não pensou nisso antes? Morre-se de fome, mas não antes de uma calorosa e voluptuosa ducha, o passaporte aos céus, enfim.
Olha Ubiratan, eu acho que você devia ler mais sobre o assunto… ENERGIA SOLAR NÃO É SÓ DUCHINHA QUENTE MEU QUERIDO… ENERGIA SOLAR SERVE PRA TUDO, ATÉ PRA AR-CONDICIONADO E CHUVEIRO ELÉTRICO. Energia solar não é esquentar a água, é ligar equipamentos.
Ignorância, esse é o meio que o Governo usa pra empurrar a energia mais cara e perigosa sendo vendida como se fosse a salvação. Sem contar, como falou Robson, do alto investimento em termo-elétrica, outra matriz energética de alto custo e alta destruição ambiental
Solar é o megawatt/hora mais caro que existe.
Dessas que nós olhamos ainda como modismos, a menos cara é eólica.
Para aguentar o tranco do gasto mesmo, só hidráulica ou térmica.
Pois é Andrei… Não é o megawatt mais caro, esse é a Nuclear, mas esta ultima é tão subsidiada e tem uma propaganda tão forte que eles maqueiam a realidade… Só indo a fundo pra saber…
MAS QUANDO EU DISSE QUE DESCOBRIRAM UM NOVO JEITO DE ABSORVER A ENERGIA SOLAR, ERA ALGO QUE IRIA BARATEAR MUITO O CUSTO DE UM PAINEL SOLAR. Agora, tem muitos interesses querendo por essas energias menos limpas pra dormir… Eu aconselho ler mais. Se formos analisar, o MW da eólica pode ser tão barata quanto a hidraulica…
Mas a questão é, pagar mais caro por algo que pode manter a evolução humana sem a condena-la a uma morte precoce?? O cancer tá aí, vamos tomar um remédio que retarda mais ou vamos aceitar nosso destino e acabar com a humanidade???
PENSEM NO QUE EU ESTOU DIZENDO, NÃO FOI A VEJA, NEM A CARTA CAPITAL, NÃO FOI A GLOBO, NEM O SBT, NÃO FOI O JORNAL DO SENADO. INDO ALÉM DESTAS FONTES FOI QUE EU SOUBE QUE MUITO DO QUE SE PREGA( COMO DOUTRINA TEOLOGICA, VERDADE ABSOLUTA) É QUE ENERGIA EÓLICA E SOLAR SÃO INVIAVEIS.
Conheçam o CBEE, centro brasileiro de energia eólica. Lá mostra como somos abençoados com ventos mais fortes, quando a vazão do são francisco está baixa, compensando.
O governo de lula e a eletrobras não tem uma política ambiental séria. Está pautada fundamentalmente em hidrelétrica e termoelétrica, agora parte pra usina nuclear. Enquanto paises desenvolvidos param de investir nesse tipo de energia e passama investir pesado em energias limpas, dendo em vista a “merda” que eles já fizeram, o nosso brilhante país passa a adotar a moda que acabou com o país. É o mesmo que ver um bebado dirigindo e dizer: agora vou beber e dirigir também!!!
Vergonha de ser brasileiro…
Lacosta, o comentário da voluptuosa ducha foi apenas uma forma irônica de abordar a problemática, sinto se a estreiteza – ou a firmeza míope dos seus argumentos – não permitiram perceber a sutileza.
De fato, todos nós precisamos ler, contudo, sem quaisquer pretensões, não é preciso um arcabouço literário para perceber que placas fotovoltaicas não resolverão a questão energética do país. Não sou eu quem diz isso, culto comentarista, mas o otimista professor Ricardo Rüther, coordenador do Programa Solar Brasileiro. Segundo ele, apenas em 2015 poderia ser vantajoso o investimento na energia solar.
O que eu acho, no mínimo, curioso é que as pessoas acham que o atual presidente é um criminoso maior e iletrado, que, apostando nos meios ortodoxos de energia, investe contra o meio ambiente do mundo todo, de forma inovadora e irremediável, parafraseando Andrei.
Enquanto guerras e genocídios são praticados no mundo norteados pela busca de óleo, as fontes renováveis são abundantes e viáveis, lógico. É… nunca entendi essa parva esquizofrenia mundial de não ver o óbvio.
Precisamos acabar com o discurso tolo e com a politicagem vulgar para, enfim, notarmos de que lado está a ignorância.
Por fim, percebamos que AR-CONDICIONADO E CHUVEIRO ELÉTRICO o povo não utilizada, quando muito usa é uma incandescente de 40 w. Quero ver quem paga a conta ao final.
olha ai
Quero parabenizar o Sidarta pelas colocações! Percebe-se que não é um palpiteiro leviano, querendo aparecer.
Não ha. custos x benefícios que justifique a não implantação de usinas nucleares em relação aos impactos ambientais das termo e hidrelétricas .
Termoelétricas é o que os ambientalmente incorretos insistem por estarem entorpecidos pelas limitações intelectuais e ganâncias com um pouco de falta de caráter . Alem de serem de uma asneira sem limites.
O reino unido ao longo de 30 anos colocou os resíduos nucleares(lixo) em 1 m³ de volume.
Compare com os milhões de km² de biomas submersos e ou milhões de m³ de gases das termo.
Analise as causas e feitos como uma cadeia ou malha para chegar a uma conclusão.
Pesquise bastante antes de ficar na achologia!
Não ha. custos x benefícios que justifique a não implantação de usinas nucleares em relação aos impactos ambientais das termo e hidrelétricas .
Termoelétricas é o que os ambientalmente incorretos insistem por estarem entorpecidos pelas limitações intelectuais e ganâncias com um pouco de falta de caráter . Alem de serem de uma asneira sem limites.
O reino unido ao longo de 30 anos colocou os resíduos nucleares(lixo) em 1 m³ de volume.
Compare com os milhões de km² de biomas submersos e ou milhões de m³ de gases das termo.
Analise as causas e feitos como uma cadeia ou malha para chegar a uma conclusão.
Pesquise bastante antes de ficar na achologia!
Parabens aos comentarios
[...] A burrice ambiental-energética do governo Lula [...]