“Ordem e Progresso”, um lema ultrapassado

ago 22, 2011 by     36 Comentários    Postado em: Artigos e Análises

Por Robson Fernando de Souza
para o Acerto de Contas

Quando olho para a bandeira do Brasil, com seu lema Ordem e Progresso, penso que ali está retratado o remanescente de um ideal político de tempos passados, de uma época há bastante tempo finda. Ideal que não é mais compatível com os tempos de hoje e muito menos com o amanhã, uma vez que aordem não é uma necessidade tão poderosa quanto a promoção da igualdade e da justiça social e o progresso como hoje conhecemos não dá qualquer garantia de integridade socioambiental presente e futura das sociedades humanas, pelo contrário.

Ordem

Supraideologicamente podemos tentar definir a ordem como um estado de paz sociopolítica, um ideal em que não haveria lutas sociais, conflitos de interesses entre classes, ativismos radicais de rua, greves, piquetes e boicotes.

Mas isso tem duas implicações, uma de esquerda e uma de direita. A primeira seria que essa ordem seria uma situação em que não fosse mais necessário o ativismo sociopolítico dos oprimidos e injustiçados. Na ordem de esquerda, não há mais manifestações nas ruas, mais lutas sociais, mais conflitos de interesses, necessariamente porque já se alcançou um status quo ideal em que eles já não se fazem mais necessários, uma vez que tudo já foi resolvido e há plena igualdade de direitos, de tratamento e também de distribuição de renda (ou algo muito próximo da igualdade socioeconômica).

Já a implicação direitista é aquela que historicamente conhecemos: uma ordem que na verdade é a estabilidade forçada da organização social, em que as cidades e o campo estão em “paz”, com as pessoas trabalhando e cuidando de suas próprias vidas de forma virtualmente harmoniosa tal como numa Matrix.

Nela tudo está sob rígido controle, mesmo que os pobres permaneçam despossuídos, desassistidos pelo Estado e os ricos permaneçam poderosos e privilegiados e os governos pouco ou nada façam para garantir o bem comum. É uma ordem despolitizada, em que a “desordem” causada pelo conflito de interesses públicos X privados, extravasada em manifestações de porte variado – desde protestos nas cidades até invasões de latifúndios na ruralidade –, é sufocada por violenta repressão policial e às vezes até por parte do Exército.

Voltando ao tempo do Positivismo, que originou o ideal de ordem e progresso, percebemos que aquela corrente filosófica buscava de fato ordenar as nascentes sociedades modernas que viviam às voltas com conflitos entre trabalhadores e burgueses, ainda que sem resolvê-los com promoção da democracia e da igualdade. E foi do Positivismo que nasceu a República brasileira nos últimos anos do século 19. Daí a ordem do dístico brasileiro.

Desde então a ordem enquanto objetivo sociopolítico tem sido apropriada pela direita, com a intenção de barrar as “desordeiras” propostas históricas de revolução que os comunistas da esquerda pregam desde o século 19. Foi o que, em parte, motivou ideologicamente o golpe militar de 1964.

Ainda hoje vemos a ordem sendo defendida como algo a ser almejado politicamente por parte dos direitistas mais radicais, vide o antigo PRONA (Partido pela Reedificação da Ordem Nacional) e a proposta de José Serra, exposta em 2010, de promover “paz no campo”. E, obviamente, o Exército a inclui entre suas missões institucionais (“Preparar a Força Terrestre para defender a Pátria, garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem” – vide site, grifo meu).

Para o outro lado do espectro ideológico, a ordem também existe em teoria, mas, como explicado mais acima, é um estado de coisas utópico resultante da conclusão de todos os objetivos das lutas socioambientais. É muito, muito mais uma consequência desejada do que um objetivo declarado.

Por isso fica claro que a ordem enquanto missão/visão maior da nação brasileira é algo inadequado, uma vez que segue, desde o princípio (tanto no sentido temporal como ontológico), uma doutrina repressora, que visa o controle estrito da sociedade em detrimento da justiça socioambiental e da própria democracia. Não que se queira uma situação de desordem permanente, mas a ordem num sentido popular exige objetivos anteriores, muito mais fortes – igualdade e justiça – e relevantes enquanto ideais máximos de uma sociedade ou conjunto de sociedades.

Progresso

Desde o século 19 o progresso vem sendo exaltado pelos capitalistas como um objetivo permanente que leva a um crescimento econômico ilimitado e a avanços tecnológicos que favoreçam especificamente a espécie humana dando-lhe cada vez mais bem-estar e qualidade de vida.

Sobre sua gênese capitalista e positivista, o professor Rafael Augusto Sêga explica:

O avanço científico europeu do início do século XIX, decorrente da Primeira Revolução Industrial, fez com que o homem [sic] acreditasse em seu completo domínio da natureza. O positivismo surgiu nessa época como uma corrente de pensamento que apregoava o predomínio da ciência e do método empírico sobre os devaneios metafísicos da religião.

[...]

As raízes do positivismo são atribuídas ao empirismo absoluto de David Hume (1711-1776), que concebia apenas a experiência como matéria do conhecimento e também a Ilustração, ou Iluminismo, que apregoava a razão como base do progresso da história humana.

Dessa forma, o positivismo é fruto da consolidação econômica da revolução pela burguesia, expressa nas Revoluções Inglesa do século XVIII e Francesa de 1789. As ciências empíricas passaram a tomar frente às especulações filosóficas meramente idealistas e Comte buscou a síntese do conhecimento positivo da primeira metade do século XIX, especialmente da física, da química e da biologia.

Desde então, o progresso vem-se confundindo com desenvolvimento econômico mais resolução tecnológica dos problemas socioambientais. E nessa perspectiva tem promovido uma opressão ambiental jamais vista em sociedades pré-modernas: desmatamentos em grande escala, poluição idem, degradação de espaços naturais, acúmulo antropogênico de gases-estufa na atmosfera, massacres de espécies faunísticas inteiras às dezenas por ano – considerando-se as espécies já catalogadas e as ainda desconhecidas –, extração em escala cada vez maior de elementos não renováveis como minérios, petróleo e gás etc.

É com o pretexto de promovê-lo, de desenvolver as sociedades humanas modernas lhes provendo riqueza, renda e bem-estar, que as políticas desenvolvimentistas públicas e privadas vêm promovendo grandes ecocídios, exaurindo a biosfera, aproximando a humanidade do abismo do colapso e da extinção – e uma extinção nada solitária, cujo processo progressivo terá levado junto milhares ou talvez milhões de outras espécies de seres vivos.

Sem falar no fato de que o termo vem sendo constantemente usado por políticos representantes de interesses capitalistas como forma de iludir a sociedade, prometendo-lhe melhoria definitiva de condições de vida, fazendo-a crer que o atual e tradicional modelo de desenvolvimento poderá num futuro próximo (mas sempre indeterminado) trazer um El Dorado de oportunidades e de riquezas bem distribuídas, e para isso lançando mão de políticas opressivas e insustentáveis.

As consequências disso são:

- o resguardo do poder político-econômico burguês;

- a manutenção de uma ordem de desigualdades sociais e educação e socialização mercantilistas, de ambas as quais o capitalismo necessita intrinsecamente;

- a conservação do paradigma do lucro, tão desejado pelos mais ricos;

- a oportunista exploração trabalhista de setores muito vulneráveis das classes humildes, como jovens em busca do primeiro emprego e trabalhadores desempregados, os quais se submetem a trabalhos exaustivos e mal remunerados em nome de um mínimo de sustentação financeira ou emancipação familiar;

- o rolo compressor corporativista sobre princípios democráticos – vide a construção da hidrelétrica de Belo Monte;

- a exploração socioambiental de outros povos e países, como no caso do neocolonialismo dos séculos 19 e 20, o qual foi em grande parte responsável pelo progresso da riqueza nacional de muitos países europeus e dos Estados Unidos;

entre outras consequências sociais que, no final das contas, legitimam e perpetuam a ordem capitalista com todas as suas consequências negativas intrínsecas ou não.

Hoje em dia o progresso vem sendo superado pela sustentabilidade, a qual concilia ambiental, social e econômico e é muito mais capaz de prover homogênea qualidade de vida aos seres humanos. Esta, ao contrário do primeiro, condiz bem mais com o contexto ético e histórico atual e é muito, se não perfeitamente, capaz de ser alçado a objetivo permanente e atemporal, seja como uma meta final ou como algo passível de manutenção constante depois de alcançado.

Nenhuma sociedade hoje é realmente sustentável, logo ela está configurada como um objetivo para todos os povos e nações. Em outras palavras,sustentabilidade é algo a ser perseguido por toda a humanidade. Mesmo que para isso seja reconhecidamente necessária a substituição dos sistemas políticos e socioeconômicos vigentes – o que se encaixa bem na proposição sustentabilista, através de correntes de pensamento ambiental como o ecossocialismo e a Ecologia Profunda.

Assim sendo, o progresso enquanto objetivo permanente da sociedade brasileira foi literalmente ultrapassado temporal e filosoficamente pelasustentabilidade. Não é mais tempo de buscar um crescimento econômico ilimitado que acaba dependendo de uma fonte finita de recursos naturais e nunca conseguindo promover um mesmo nível razoável de qualidade de vida a todos os seres humanos. A hora agora é de reconhecer as limitações do progresso e substituí-lo pelo ideal sustentável.

***

Os brasileiros são levados assim a encarar uma realidade que afronta o pouco de civismo simbólico que mantêm: o dístico da bandeira nacional está ultrapassado e já não condiz com o ideal de país e mundo que queremos. Em outras palavras, idealmente a bandeira precisa ser reformada, ganhando um novo lema ou substituindo-o por algum símbolo não verbal que evoque os novos ideais que vêm surgindo entre nós. Eu pessoalmente sugiro Igualdade e sustentabilidade como lema.

Porque a ordem não é o objetivo principal de uma sociedade que precisa lutar para conquistar o bem comum, e o ideal tradicional de progresso é incompatível com a preservação do meio ambiente e com a verdadeira justiça social – a qual por sua vez exige mudanças políticas e socioeconômicas profundas.

___________________________
Robson Fernando de Souza é autor dos blogs Consciencia.blog.br e Vegetariano da Depressão

36 Comentários + Add Comentário

  • Robson,

    Concordo com você que “ordem e progresso” são lemas ultrapassados, uma vez que estão presos ideologicamente a momentos históricos, políticos, culturais, sociais e econômicos.

    Mas temos de convir que se mudarmos o lema para outro, daqui a 100 ou 150 anos esse novo lema estará caduco também.

    Imagine que você, Robson, fosse incumbido de mudar o lema hoje. Daqui a 100 anos, seu bisneto poderá achar esse lema escolhido por você ultrapassado. Por exemplo, quem garante que, no futuro, a ecologia e o meio ambiente continuarão sendo a bola da vez, como são hoje?

    É por isso que eu acho que uma nação não devia ter lemas em sua bandeira justamente para evitar esse problema, já que a base de todo lema sempre é um contexto sócio-político.

    • Raul, faz muito sentido o que você diz :) Concordo que realmente não deveria haver lemas em bandeiras.

      • Uma nação talvez não. Mas acho legal e atemporal o lema na bandeira do Estado do Espírito Santo, “trabalha e confia”.

  • Que bonito!

  • É algo semelhante ao elenco dos objetivos da República Federativa do Brasil, que constam na Constituição Federal (art. 3º).

    E se esses objetivos forem um dia atingidos?

    A nação não terá mais razão de existir? Não terá mais objetivos?

    • Não, caneludo.

      O dia em que esses objetivos vierem a ser atingidos, a função da República será mantê-los. Quando o poder constituinte originário fabricou a Constituição, a idéia era primeiro atingir os objetivos para depois o Estado e a sociedade terem condições de sustentá-los.

      Porém, vale lembrar que isso tudo na teoria, claro.

      Por que nem chegamos sequer nem perto de sonhar em, quem sabe, um dia as gerações fururas no Brasil terem uma idéia do que sejam esses objetivos. Ou seja, constituição brasileira= ficção.

      Você tem que ler a Constituição do mesmo jeito que assiste a um filme de aventura tipo “Jurassic Park”, isto é, com a consciência de que é tudo de mentirinha, não passa de uma bela fábula bem contada, um conto de fadas, pura inventividade de uma mente criativa.

  • Podemos simplesmente pensarmos que a “ordem” é uma ordem conjuta para conquistarmos o bem comum.
    Podemos simplesmente pensarmos que o “progresso” é um progresso, que não seja o tradicional. Que seja compatível com a preservação do meio ambiente e com a verdadeira justiça social. Afinal são apenas:
    ORDEM E PROGRESSO
    Temos revoluções bem mais importantes.

    • Mauro, o pior é que o sentido de “ordem” na bandeira não tem esse significado, mas sim herda o paradigma positivista de que ordem = sociedade sob controle, (forçadamente) sem conflitos. Já a definição de “progresso” também é aquela positivista, de cunho capitalista corporativo, uma vez que na época o grande anseio era industrializar o mundo e fazer as economias crescerem infinitamente com isso.

      • Sua interpretação do que representou o positivismo é grosseira. A relação que você parece traçar entre o positivismo e o corporativismo fascista não é necessária.

        • Por quê?

        • Porque o positivismo, pelo que sei, não é propriamente uma doutrina política. É uma filosofia da ciência.
          O estado positivo é atingido quando o espírito humano renuncia a explicações absolutas acerca da natureza das coisas (pensamento teológico e metafísico) e limita-se à observação dos fatos, buscando descobrir leis naturais. Basicamente, é isso. Posso ser positivista e fascista, mas também posso ser positivista e comunista.

          O que ocorre é que teóricos “de esquerda” põem o positivismo como ideologia “de direita”. Isto, porém, não é necessário. Talvez, a única implicação política válida do positivismo é o secularismo, que pode ser “de esquerda” (v. g. a União Soviética) ou “de direita”.

        • Refletindo a partir do pouco que conheço dos “founding fathers” da nossa República, penso que o sentido de “ordem e progresso” não é exatamente o de “questão social é caso de polícia”. Está mais para o desejo de que na República triunfasse o império da lei, em contradição com o que ocorria durante a Monarquia. Nossos oligarcas eram idealistas.

          Bom, se eu estiver certo, teremos que concordar que o lema permanece bastante atual.

        • É, nesse caso Comte não foi tão explícito em colocar, como uma posição política positivista, que “ordem” era necessariamente estabilidade forçada. Mas esse conceito de ordem como estabilidade a qualquer custo, tendo ou não sido pensado por ele, era o pensamento hegemônico na direita dos países do Norte nos séculos 19 e 20, época em que foi transplantado ao Brasil.

          Da mesma forma o progresso enquanto avanço econômico e tecnológico sem limites era igualmente valorizado nessa mesma época.

  • Acima de tudo, Brasileiro.

    http://www.youtube.com/watch?v=BK8zwq1w5FQ

  • Este é um país que vai prá frente.

    http://www.youtube.com/watch?v=JPQnfjZ_kgM&feature=related

  • Eu te amo meu Brasil, Eu te amo.

    Meu coração é verde, amarelo, branco e azul marinho.

    http://www.youtube.com/watch?v=gW9fTy22dFY&feature=related

  • Robson, cadê que existe hoje campanhas de cuidados com preservação ambiental e da saúde como havia tempos atrás?

    http://www.youtube.com/watch?v=HN5-00ET6rQ&feature=related

    • HAHAHAHAHA!!!!

      Bons tempos!!!!

      Valeu Dalto pela postagem, ia morrer sem me lembrar disso!!

    • Ótimas lembranças !!!

    • Pois é. O país certamente sairia ganhando se os governantes pegassem a grana que gastam com publicidade fictícia e aplicassem na educação e informação em horário nobre. Basta visitar qualquer emergência do SUS para se verificar que muita gente tá ali por falta de informação e não porque está com doença grave.

  • O lema que mais se adaptaria ao Brasil dos dias de hoje seria uma coisa na linha:

    “Rouba, Relaxa e Goza”

    • Ou na Ordem:

      “Rouba, Goza e Relaxa”

      Depois de uma gozada vem o que?

      • Outro roubo.

  • Ordem e Progresso é um lema do Positivismo…

  • Minha sugestão : Corrupção e bunda.

    • O que se poderia esperar desta figura pessimista.

  • Ordem e Progresso são apenas palavras.

    É óbvio que o conteúdo semântico delas não é mais o mesmo…

    • “Ordem” pode ser entendida hoje simplesmente como “império da lei”, ou mesmo como oposição a anarquias ou monarquias.

      E “Progresso” tem um significado mais aberto ainda, podendo ser entendido como qualquer coisa…

      • Isso procede, mas não é o bastante pra tornar a ordem e o progresso objetivos maiores de uma nação num século 21 que tende às lutas sociais e aos severos questionamentos do modelo tradicional de progresso.

        • Se todo mundo tiver essa mente do Robson, nada, nem uma campanha de prevenção vai pra frente… se um tentar mudar seus conceitos, o undo ja ganha muito..

  • Do jeito que tá hoje, tá mais pra “Bagunça e Decadência”

  • ” Ordem e Progresso” lema positivismo

  • me enganei estava tentando encaminhar para meu e-mail
    perdão

  • Caro Amigo, você não entendeu nada assim como a maior parte dos brasileiros do que significa o lema: “Ordem e Progresso”. Lendo seu artigo, verifiquei que vc também não conhece nada sobre o positivismo. É claro que vc não tem culpa disso, pois até hoje o posiotivismo é muito pouco conhecido e a maior parte das informações que encontramos sobre ele é completamente equivocada e distorcida.
    O lema Ordem é Progresso significa “Conservar melhorando” ou seja conservar e manter aquilo que é bom dentro da ordem social presente. Segundo o Positivismo o Progresso é o desenvolvimento da Ordem. Assim sendo o Lema político positivista reconcilia a Ordem e o Progressoa através da conciliação desses conceitos aparentemente paradoxais. ´Mantendo o que é bom na ordem social e aperfeiçoando e melhorando aquilo que é bom chegamos ao progresso. O posiitivismo prega a melhoria daquilo que já existe de bom em nossa sociedade e seu aperfeiçoamento: é isso o que significa “Ordem e Progresso” , ou seja , a manutenção e melhoria do que é bom e a consequentemente eliminação de tudo aquilo que é ruim! Nada a ver com seu artigo que mostra claramente que vc não compreendeu nada sobre o lema político positivsta que está estampado orgulhosamente em nossa bandeira.

  • Li e reli interessante, bom pra mim algo que nunca ficará ultrapassado mas que poucos praticam é o Respeito simples em todas as aéreas

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).