Usina nuclear em Pernambuco: o povo deve decidir!

mar 16, 2011 by     137 Comentários    Postado em: Artigos e Análises

Por Edilson Silva
para o Acerto de Contas

Desde que Pernambuco foi colocado como possibilidade para a instalação de um complexo de usinas nucleares, o PSOL colocou com mais força esta questão em sua pauta política. Por conta disto, em nossa recente campanha ao governo do estado, nossa candidatura foi a única a fazer programas televisivos (nos poucos segundos que tínhamos) para denunciar a instalação silenciosa e ilegal destas usinas em nosso estado, oportunidade em que defendíamos, como ainda defendemos, uma consulta direta, via plebiscito ou referendo, para decidir de forma democrática esta tema.

Há poucas semanas, após a definição de Itacoruba, cidade pernambucana às margens do Rio São Francisco, como prioridade desta instalação, publicamos um artigo (http://edilsonpsol.blogspot.com/2011/02/usina-nuclear-em-pernambuco-estupidez.html) insistindo no assunto, chamando de estupidez instalar estas usinas num estado rico em fontes alternativas e renováveis como o nosso. No referido artigo, elencamos ainda outros fatores contrários a esta instalação, inclusive a sua inconstitucionalidade.

Com os tristes eventos que ocorrem no Japão, terremotos seguidos de tsunami e os gravíssimos incidentes nucleares – uma conseqüência trágica que desnudou os limites tecnológicos no trato da energia nuclear -, o uso deste combustível em larga escala, mesmo para fins pacíficos, recolocou com força a questão nuclear na pauta política do mundo. Países da Europa, onde esta fonte é largamente utilizada, estão rediscutindo o futuro das fontes nucleares para geração de energia elétrica. Jogo político ou não, o assunto saiu dos gabinetes.

Infelizmente, mas de forma muito previsível, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, mesmo com a agonia e a catástrofe nuclear que se anuncia no Japão, afirma que o Brasil não repensará seus planos nucleares. Segundo ele, acidentes acontecem em qualquer atividade. O problema é que as conseqüências de um acidente nuclear podem durar séculos, podem ser irreparáveis para as presentes e futuras gerações. Vale a pena realmente correr este risco¿ Esta resposta não deve ficar nas mãos de meia dúzia de políticos, empresários e jornalistas interesseiros.

Apesar da fala do ministro, o fato é que este debate internacional chegou ao Brasil. Melhor ainda: chegou a Pernambuco. O grito ensurdecedor da natureza inquietou, se não honestamente, pelo menos em discursos, vários parlamentares e incontáveis reportagens nos meios de comunicação. A opinião pública volta seus olhos para este grave tema.

Longe de acharmos que se trata de questão de fácil solução, colocamo-nos entre aqueles que não são, a priori e por princípio, contrários à produção de energia elétrica a partir de combustível nuclear. Contudo, reivindicamos a primorosa redação que está inserida em nossa Constituição Estadual. Este combustível só deve ser considerado em último caso, quando todas as outras alternativas estiverem absolutamente esgotadas.

Neste sentido, mas numa perspectiva socialista, portanto de primazia do planejamento estratégico subordinado à busca do desenvolvimento social – que é bastante distinto de crescimento econômico puro e simples, irresponsável, como pensa e pratica o governador Eduardo Campos até aqui -, temos insistido na hipótese de se repensar o processo linear e crescente de consumo e produção na atualidade.

Entendemos que a tese da inevitabilidade do aumento permanente da demanda por mais energia elétrica tem muito de artificialidade e interesses econômicos mesquinhos, mas poderosos, embutidos. Devemos e podemos, com a pressa necessária e possível, colocar na planilha da relação custo-benefício das opções econômicas a sustentabilidade sócio-ambiental, a capacidade de nosso planeta suportar tamanha devastação e, consequentemente, a capacidade da própria sociedade humana conseguir sobreviver em patamares razoáveis diante de tamanhas metamorfoses que o planeta já acusa.

Dizer não às usinas nucleares em Pernambuco é um primeiro passo importante nesta inflexão, um passo que está ao nosso alcance. É dizer sim à mudança da lógica perversa do mercado capitalista. É dizer sim à vida, sim às maiorias, sim ao equilíbrio homem-natureza.

O PSOL, com as honestas e honradas forças que tem, está lutando e fazendo a sua parte. Você que está lendo este artigo pode certamente contribuir. Mande e-mails, cobre de seu vereador, deputado, senador, fale com seu vizinho, amigo, colega de escola, coloque no seu blog, twitter, facebook, Orkut, ou outras redes, fale na rádio e outros veículos de comunicação que você tem acesso. Este debate não pode ficar circunscrito aos corredores do poder. O povo deve participar!

Presidente do PSOL-PE

Twitter www.twitter.com/EdilsonPSOL

Blog www.edilsonpsolblogspot.com

137 Comentários + Add Comentário

  • “Este combustível só deve ser considerado em último caso, quando todas as outras alternativas estiverem absolutamente esgotadas”.

    Me desculpem os legisladores estaduais de 1986, mas o texto é simplesmente ridículo.

    Esse artigo da Constituição não sobrevive um minuto no STF. Ele é obviamente inconstitucional, pois legislar sobre fontes energéticas é atribuição da União.

    E o legislador se acovardou. Em vez de simplesmente proibir a energia nuclear, saiu pela tangente com um sofisma, condicionando seu uso ao esgotamento de todas as outras alternativas. Coisa que NUNCA acontecerá. As outras alternativas nunca estarão totalmente esgotadas, mesmo que sejam insuficientes para suprir a demanda.

    • Sofisma nada caro martins.

      Habilidade técnica unica!

      Se a proibição fosse expressa, entraria em confronto com a CF de cara.

      Não é uma proibição direta. Confrontando os artigos da Constituição Federal de 1988 eu vi que esse artigo não fere a Constituição em nenhum momento.

      A principio, um leigo pode pensar assim, mas não se sustenta numa análise mais profunda da Carta.

      De qualquer forma, quem manda é o STF.

      Inteligente do Estado que não quer usinas nucleares em seu território…

      Eu concordo que a energia nuclear não deve ser descartada, mas concordo mais ainda com a condição imposta por nossa constituição.

      • É a União quem legisla sobre questões energéticas e nucleares. Competência privativa. Assim, leis estaduais como essa são letra morta.

        • Caro Laccosta,

          O argumento expressado por Martins diz respeito a inconstitucionalidade formal – na verdadade seria não recepção – e é muito consistente.
          Da leitura do teu texto, embora declare de modo genérico, parece que houve de sua parte ênfase ao aspecto material da interpretação da norma.
          No plano material o seu argumento realmente é aceitável. Mas parece que uma disposição deste naipe numa norma estadual de 1986 não merece recepção na ordem pós-1988.

        • Sérgio, seu comentário é esclarecedor.

          Para mim importa mesmo a questão material, até porque na época eu confrontei outros artigos da CF/88 para tentar justificar o máximo a constitucionalidade desse dispositivo.

          Entretanto, não interessa meus esforços para tal. Nós sabemos que até a Lei mais justa é declarada inconstitucional pelo nosso STF, a seu bel prazer e respeitando o interesse econômico de particulares…

  • E usar o exemplo do Japão agora é puro alarmismo. Ainda não se sabe o que realmente aconteceu lá e qual a extensão dos danos.

    Seja como for, apenas UMA usina (Fukushima) foi afetada no meio daquela tragédia toda. Melhor aguardar os fatos para termos uma compreensão mais exata.

    Como se sabe, o Brasil não está sujeito a terremotos. Então, nossa realidade é totalmente distinta.

    • Não usar o exemplo do japão é fechar os olhos para o que de ruim pode acontecer.

      Até UE, Rússia e China estão recendo seus projetos. Passarão por averiguações, em virtude do que ocorreu no japão.

      A vida não é brinquedo, querer usina nuclear é coisa de quem adora imitar os “modernos”, cultura colonialista de pegar o que os EUA e os países europeus fazem e transformar em verdade suprema ou maneira correta de agir.

      Temos alternativas viáveis e essas devem ser utilizadas.

      Sem contar que o Estado foi feito pelo povo e seus atos devem visar o bem do povo. Caso seja do interesse da população que ausina seja instalada, ela será. Caso contrário, não adianta chorar.

      Esse é o motivo pelo qual não haverá plebiscito: os interessados sabem que o povo não permitirá.

      • Quais alternativas? Onde estão os estudos destas alternativas?
        Acho uma usina um grande mal, mas criticar por criticar, não é sério.

        • Hidrelétricas, termelétricas, parques eólicos, todos são “um grande mal”. Mas não vivemos sem elas.

          De fato, criticar por criticar não é sério. Já que pode haver tsunamis, vamos evacuar as cidades à beira-mar?

        • Bom, diminuam o quanto quiserem. Minha opinião é essa. A história devia ser vista como amostra do que pode acontecer.

          Querem assumir o risco, tudo bem, mas há quem não queira. Ok?!

          abçs

        • Claro. Isso se chama “debate”.

        • pois é.

        • Carlos Carrilho, você está certo.

          Embora o sofista Martins considere muito a energia nuclear, tentando diminuir as outras e fazendo comparações absurdas, a pergunta que não quer calar: porque todos os países diminuiram o ritmo de construções de usina nuclear de 2006 para cá?

          Se é a panacéia de todos os problemas, porque os estados americanos, apesar do largo incentivo do “Governo Federal”, utilizando de sua autonomia optam por outros meios de produção?!

          Por que?! Os países de primeiro mundo já decidiram que não dá pra investir em algo tão perigoso, enquanto novas soluções são apresentadas.

          Alternativa há, Mauro Guerra, mas nosso governo, com essa cultura de imitar, fecha os olhos para uma verdade que os países europeus já se alertaram: o perigo das usinas nucleares.

          Vá no site do Centro Brasileiros de Estudos Eólicos e veja se não há alternativas…

        • Acredito que para não continuar usando ou construindo usinas nucleares que entregam energia TERMELÉTRICA baseada em FISSÃO, temos de prestar mais atenção e direcionar verbas, não somente aqui mas no resto do mundo, a alternativas de melhor aproveitamento da energia solar, eólica, de marés…
          No àmbito de combustível limpo (realmente limpo), o hidrogênio ainda apresenta incovenientes sérios de segurança em sua estocagem e economia de escala em sua produção. Porém, se quisermos um ambiente menos quente e poluído daqui para a frente, temos – todos – de parar de apenas conjeturar. Apóio até as pesquisas de fusão de hidrogênio, ainda mais as que possam entregar energia “a frio” COM SEGURANÇA, como diversos cientistas perseguem há décadas. No campo político, o petróleo não se sustenta muito a longo prazo, porque logo poderemos enfrentar catástrofes CLIMÁTICAS piores do que as atuais…

          Sitezinho para relaxar e curtir algumas das melhores notícias sobre pesquisa científica, Brasil e mundo afora:
          http://www.inovacaotecnologica.com.br

  • Esclarecimento ao Sr. Martins:
    A central nuclear atingida de Fukushima Daiichi, situada a 250 km a nordeste de Tóquio, é composta por seis reatores BWR (Boiling Water Reactor) que geram conjuntamente 4.696 MW elétricos. O combustível dos reatores é o MOX (novo combustível composto de urânio e de plutônio) bem mais reativo que os combustíveis padrões. O plutônio, que não existe em estado natural, é veneno químico extremamente violento, e é para o Japão sua maior fonte de energia, resultante do reprocessamento dos resíduos nucleares produzidos pelas usinas existentes em seu território.

    Segundo a Tokio Electric Power Company (TEPCO), empresa de energia responsável pela usina nuclear de Fukushima, três dos seis reatores da central nuclear estavam ativos no momento do terremoto. Os outros três, estavam fechados para manutenção.

    • Gostei do detalhamento, Heitor. Mas é fato que apenas a Fukushima Daiichi foi atingida pelo imenso e terrível terremoto.

    • O Japao tem 16 ou 17 usinas nucleares. E relativamente aos Paises desenvolvidos que estao diminuindo esse tipo de investimento desde 2006, na verdade o que eles estao diminuindo eh o consumo visto as suas economias estarem estagnadas.

      Se estivessem crescendo 6% ou mais como o Brasil, aposto que estavam aumentando os investimentos ( embora estao apostando mais nas renovaveis).

      • Os dois comentarios incorretos. O Japao tem 55 reatores nucleares, e o consumo de energia no primeiro mundo nunca parou de crescer, nem durante a crise financeira que começou em 2006. O consumo de potencia na America do Norte e’ de mais de 10kW por pessoa, 5 vezes maior do que a media mundial.

        Paises desenvolvidos estao apostando em energias renovaveis, com o objetivo de prover entre 15% e 33% dos portfolios de energia por energia eolica, solar e geotermica. O Brasil vai na contramao se optar por construir 10 usinas nucleares, especialmente pq ja’ possui uma baseline estavel (hidreletrica). Os paises desenvolvidos querem empurrar tecnologias inviaveis (uma usina nuclear leva mais de 25 anos para pagar o investimento capital, e na media, reatores so’ sobrevivem 19.8 anos) para os paises que tem governos corruptos suscetiveis a propinas e lobby.

  • Não usar o exemplo do japão é fechar os olhos para o que de ruim pode acontecer.

    Até UE, Rússia e China estão recendo seus projetos. Passarão por averiguações, em virtude do que ocorreu no japão.

    A vida não é brinquedo, querer usina nuclear é coisa de quem adora imitar os “modernos”, cultura colonialista de pegar o que os EUA e os países europeus fazem e transformar em verdade suprema ou maneira correta de agir.

    Temos alternativas viáveis e essas devem ser utilizadas.

    Sem contar que o Estado foi feito pelo povo e seus atos devem visar o bem do povo. Caso seja do interesse da população que ausina seja instalada, ela será. Caso contrário, não adianta chorar.

    Esse é o motivo pelo qual não haverá plebiscito: os interessados sabem que o povo não permitirá.

    Outra coisa:

    “Como se sabe, o Brasil não está sujeito a terremotos. Então, nossa realidade é totalmente distinta.”

    Nem tão livre de terremotos estamos assim não. Alguns abalos ocorrem no Brasil. E, com o aquecimento global vindo cobrar a conta, é cada dia mais possível que passemos a sentir os tremores.

    A natureza não deu ao Brasil habeas corpus contra terremotos ;) . Nunca tivemos abalos sérios, em virtude de nossa localização geográfica, mas tudo pode acontecer.

    • Carlos, propor plebiscito pra tudo é uma ótima maneira que fazer com que nada aconteça.

      E sua teoria sobre a relação entre terremotos e aquecimento global é simplesmente risível.

      Uma coisa NADA tem a ver com a outra.

      Aumento de temperatura não move placas tectônicas situadas nas profundezas da Terra.

      E se pode haver terremotos no Brasil (pf pf pf…), vamos parar de construir prédios e pontes.

      • Martins, dê corda não prá esse daí não, ôxe!

        Abs,

        Dalto

      • Como nós esquerdistas mudamos…dizer que plebiscito (uma das formas diretas de participação popular nas decisões politicas do país) é uma “ótima maneira de fazer com que nada aconteça”…não éramos assim há alguns anos atrás…cada vez mais me convenço que todas as ideologias foram para o beléléu…

        • Não me inclua nos seus “mudamos” e “éramos”. Nunca me convenci da validade de plebiscitos.

      • Claro que a possibilidade de ocorrerem terremotos no Brasil são mínimas e os tremores que até hoje foram sentidos, o foram em grau ínfimo.

        Porém, tremores não têm em sua causa apenas o movimento de placas tectônicas, mas são resultantes, também, da acomodação natural do solo.

        O fato é que não se pode limitar a argumentação e possibilidade de desastre apenas a terremotos e tsunamis.

        Aliás, o acidente nuclear da própria usina de Chernobyl não teve qualquer ligação com fatores naturais.

        Você quer, mesmo trazer essa bomba para o quintal de sua casa?

        Eu não.

        • Mais de 400 usinas nucleares no mundo há cinco décadas.

          Uma (Chernobyl) deu um problema seríssimo e trágico.

          Outra (Fukushima) foi atingida por um imenso terremoto e ainda não se sabe realmente quais foram os danos. Cabe esperar.

          Em Three-Mile Island, EUA, houve um “quase” que foi controlado a tempo.

          Parou por aí.

          Tanto alarmismo sem debate técnico não é nada bom.

        • 400 usinas no mundo?

          só?!

          E tu queres dizer que isso diz alguma coisa?

          Poxa Martins, dá pra ver como você adora maquiar a realidade através dos números…

        • Ok, Martins.

          Se há 400, 4 ou 4.000 usinas nucleares no mundo, isso eu não sei.

          É plausível que a única catástrofe por falha humana foi com a de Chernobyl.

          Mas esse único desastre originou o seguinte dano: “(…)décadas depois da catástrofe, as regiões afetadas permanecem social e economicamente devastadas. Um total de 350.000 pessoas foram evacuadas, 784.320 hectares de terras agrícolas passaram a ser zonas proibidas para o cultivo e outros 700.000 hectares tiveram vetada a produção de madeira. O custo da catástrofe chegou a centenas de milhares de dólares, segundo a ONU.”
          Fonte: http://www.viagravata.com.br/chernobyl.html

          É claro que desastres não são (ou ao menos não devem ser) regras, mas sim exceção.

          Porém, quando se tratam de usinas nucleares num País que, segundo dizem os estudiosos da área, possui riquíssimas fontes de energia renováveis, o risco, definitivamente, não vale a pena.

      • Plebiscito é a forma mais democrática de se decidir algo de interesse da nação.

        O aquecimento global influnciar terremotos é risível???

        Então tem muitos palhaços pela net afora:

        http://evoluindo-sempre.blogspot.com/2011/03/atividade-sol-x-terremotos.html

        http://www.metsul.com/secoes/visualiza.php?cod_subsecao=35&cod_texto=70

        http://ecoturismoesustentabilidade.com/aquecimento-global-um-planeta-febril/

        Bem, quem sou eu para discutir geologia ou geografia. Ms creio que seu conhecimento tb não lhe dê condições de afirmar ser uma teoria ou outra risível.

        Esse papo de ahh vamos parar de construir isso ou aquilo tb não nos serve. É falácia.

        Um dia pode ocorrer com o Brasile, aí, teremos que aprender a viver com isso. Igual aos japoneses.

        Lógico que isso seria pra daqui há algumas décadas, mas vai saber.

        • Não vejo com bons olhos plebiscitos sobre temas eminentemente técnicos e cheios de carga emocional, como a energia nuclear.

          Sobre a relação aquecimento global x terremotos, confesso que entrei numa seara que desconheço. Retiro o que disse e lhe peço desculpas.

        • Ok. Desconheço tb mas devo salientar que a tese de que o aquecimento global pode influenciar em abalos císmicos é um tese ainda em desenvolvimento e sendo estudada.

          A grande maioria dos especialistas afirmam que não há nada a ver, conforme vc teria afirmado.

          Mas você bem sabe que uma verdade pode ser suprema hoje e transformada em mentira escabrosa amanhã.

          Abçs

  • O Município de Alagoinha, no sertão de Pernambuco, foi vítima de um pequeno tremor de terra em 2010. 26 casas e um posto de saude tiveram rachaduras profundas, obrigando a demolição e reconstrução dos imóveis. Podem até botar uma usina atômica no sertão, mas o argumento da falta de tremor de terra não cola…

    • HAHAHAHAHAHAHAHAHA! Essa foi boa!

      • É, piada muito engraçada, martins.

        Mas é bom lembrar que, apesar de o Brasil estar hoje sobre o meio da placa tectônica que o sustenta, sua costa não foi formada senão por eventos do tipo que ocorreu no Japão, que qualquer ser humano consideraria “catastrófico”.
        Além do mais, nenhuma placa tectônica está imune aos “ecos” que um terremoto em outro ponto do globo cause.

        Se tiver a curiosidade, abra o Google Earth e trace uma linha, sobre o paralelo, desde Recife em direção à fossa submarina do Atlântico. Veja que a meros 37km começa o relevo submarino abissal, com algumas fendas chegando a 4km. Se Recife não aguenta nem os canais encherem de esgoto em dias “normais”, acho que a Zona da Mata acaba se tivermos o azar de um tsunami vir do meio da cadeia atlântica, por exemplo.

  • Artigos que tratam do tema:

    Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.

    6º – As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas.

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    XXVI – atividades nucleares de qualquer natureza;

    Art. 21. Compete à União:

    XXIII – explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados, atendidos os seguintes princípios e condições:

    a) toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional;

    b) sob regime de permissão, são autorizadas a comercialização e a utilização de radioisótopos para a pesquisa e usos médicos, agrícolas e industriais; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 49, de 2006)

    c) sob regime de permissão, são autorizadas a produção, comercialização e utilização de radioisótopos de meia-vida igual ou inferior a duas horas; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 49, de 2006)

    d) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de culpa; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 49, de 2006)

    No entanto, temos que entender a constituição como um sistema complexo e interligado.

    Na mesma constituição temos temas como o meio ambiente protegido, o direito a integridade física das pessoas, e muitos outros princípios e fundamentos que tornariam a construção da usina algo não interessante.

    No entanto, sabemos que a constituição é completamente desrespeitada todos os dias, então, resta pressionarmos os deputados e senadores.

    • Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: XXVI – atividades nucleares de qualquer natureza;

      Perfeito, Carlos Carrilho! Destruiu o argumento de que “a Constituição pernambucana proíbe usinas nucleares no Estado”.

      E sua interpretação de que, pelos princípios constitucionais, usinas nucleares são “algo não interessante” tem uma imensa carga de subjetividade!

      • Ué, e o Direito é 100% objetivo??? Essa é nova.

        • Mas, realmente, a constituição de pernambuco não pode proibir, caso a lei federal seja sancionada.

        • O importante é ter ficado claro que apenas a União legisla sobre questões nucleares, e que a lei estadual é letra morta.

        • Carrilho, você deve concordar comigo que a nossa constituição não proíbe. Mas, impõe uma condição.

          E tratando-se de nossa regionalidade, apesar do nosso sistema político, acho que cabe ao povo pernambucano decidir e não ao Brasil…

        • Concordo que deveria ser assim Laccosta. O Estado é nosso e devíamos ter autonomia para decidir isso.

          Mas creio que esse tema seja mais da política que do Direito em si.

          Por isso falei que nos resta pressionar nossos senadores e deputados.

          Receber uma usina a contra-gosto é complicado.

          Defendi o plebiscito pois é a única maneira de podermos mostrar nosso posicionamento. Pois em um Estado sem oposição ao governo, os interesses dos governantes sobrepõe-se ao da população.

          E pelo visto o Gov. Eduardo já demonstrou que não será contra.

          Teremos, caso não ocorra um plebiscito, que engolir essa decisão política a qual vai de encontro à nossa segurança e bem-estar. O posicionamento de 1 indivíduo ditará o que ocorrerá com milhões. Isso é inaceitável, seja técnico ou não o assunto.

        • Ressalte-se também, que nossos políticos tem uma mania muito feia de, no segundo mandato, empurrar alguma coisa controversa “goela a baixo”.

          Como foi o Dona Lindu e algumas coisas questionáveis de Lula. Sem contar as coisas que não são noticiadas, que são feias por debaixo dos panos!

          É triste ser brasileiro com essa política de desvalorização do cidadão e alta de impostos para pagar os barnabés.

  • Mais usinas nuclerares? Isso parece coisa do Nosferatu.

  • Onde estava a cabeça do mundo ao permitir que o Japão – vulnerável a grandes terremotos – construísse uisnas nucleares? Onde estava a cabeça do povo japonês ao permitir esse absurdo? Onde está a cabeça dos alemães em permitir que usinas defasadas (mais de 30 anos) continuem a operar na Alemanha? Sou a favor da energia nuclear, ainda que seja como estratégia de transição para fontes alternativas (solar e eólica, por exemplo). Quanto ao povo decidir sobre a instalação de uma usina em PE, acredito que deva ser precedido de um debate altamente qualificado, pois não há acúmulo técnico e teórico para que assembleísmos decidam algo tão complexo. Uma coisa é reunião de OP, outra coisa e outra coisa.

  • Vejam o q o wikileaks descobriu sobre o programa nuclear japonês – http://edilsonpsol.blogspot.com/2011/03/wikileaks-deputado-afirmou-que-governo.html
    Este tema é mais político do que técnico.

    • Edilson, acho que você como PSOL e oposição a Eduardo Campos ao invés de aproveitar o calor da emoção e comoção do terremoto no Pacífico, deveria falar sobre a situação do IML que estamos vivenciando ultimamente.

      Isso sim, para mim (pelo menos) e para a grande maioria dos Pernambucanos é mais preocupante do que ficar fazendo alarde por causa de uma (possível) futura instalação de uma usina nuclear no Nordeste.

      • Discordo completamente, tanto a instalação de uma usina nuclear em Itacuruba como a situação dos médicos no IML são assuntos importantes para o povo pernambucano…querer empurrar uma usina nuclear goela abaixo, sem nenhuma discussão com a sociedade civil, é que é inaceitável.
        Se isso fosse no tempo de FHC ou de Jarbas, muitos dos que aqui criticam Edilson teriam outra postura…votei em Lula e em Dilma, assim como em Eduardo, mas meu voto não anulou meu senso crítico.

        • Ninguém quer “empurrar” nada “goela abaixo”. A definição pela usina não foi nem sequer anunciada oficialmente. Quem divulgou que PE havia sido escolhido foi o Blog de Jamildo.

        • Patricia,

          O risco de um de nós (eu, você, alguns dos leitores, nossos amigos e parentes) passarmos apuros no IML de Pernambuco hoje é infinitamente maior do que um acidente nuclear no nosso Estado. Portanto (questão de ponto de vista) acho que inflamar a discussão deste tema neste momento, no meio do ruge ruge lá no Oriente, como o nobre Edilson Silva está fazendo é (muito) menos importante do que debater os problemas nas emergencias dos nossos hospitais públicos e enfrentados pelo IC, por exemplo.

        • E eu lembro que Vossa Excelência discordava veementemente de mim nas eleições.

          No entanto, concordo integralmente com seus comentários!

      • O PSOL está, com seus filiados e colaboradores, atuando sobre a crise do IML. Aliás, crise denunciada por nós cotidianamente. Já alertamos, publicamente, que os corpos no IML estavam sendo abertos com facas de cozinha. Uma situação desumana para os legistas e familiares e indigna para os cadaveres. Lembre-se que convidei o governador Eduardo, em setembro de 2010, ao vivo, num debate da TV Jornal, a ir comigo ao necrotério do HR, onde corpos acumulavam-se em sacos, sem refrigeração, situação conexa com o IML. O governador correu do “convite”. Entrei, pessoalmente, com pedido de verificação do livro de óbitos administrativamente e judicialmente. Enfim, não fazemos política em textos, estamos, neste momento, de alguma forma, debatendo e contribuindo, direta e indiretamente, em vários problemas sofridos pela nossa população.

        • Dois textos em duas semanas sobre a suposta possível talvez usina nuclear.

          Nenhum texto sobre o caos do IML.

          De fato, Edilson e o PSOL “estão atuando sobre a crise do IML”…..

    • É Edilson, “um deputado afirmou…”. Grande coisa.

  • Estatísticas de mortes port TWh de energia gerados para várias fontes:
    http://www-958.ibm.com/software/data/cognos/manyeyes/visualizations/2e5d4dcc4fb511e0ae0c000255111976/comments/2e70ae944fb511e0ae0c000255111976

    Carvão: 161 mortes / TWh
    Óleo: 36
    Gás natural: 4
    Biomassa: 12
    Turfa: 12
    Hidrelétricas: 1,4
    Nuclear: 0,04.

    Ok, ok, isso só deve levar em conta mortes diretas nem leva em conta os impactos ambientais. Porém creio que o impacto ambiental das usinas de carvão é bem maior que o impacto das nucleares, apesar dessas, quando ocorrem problemas (o que é raro), poder causar mais estragos.

    De certa forma comparo a energia nuclear ao o controle da energia elétrica, o avião e outras tecnologias que eram consideradas “perigosas” mas depois de um tempo atingiram um nível de confiabilidade muito bom.

    Enfim, se tivesse que votar por uma usina nuclear em PE (considerando todos os padrões internacionais de segurança, fique bem claro), eu votaria sim.

    Agora não creio que seja um assunto apropriado p/ ser decidido/consultado num plebiscito devido ao teor técnico do mesmo bem como justamente a carga emocional do mesmo, onde as pessoas acabam exagerando nos riscos.

    Tal como carro vs. avião. É muito mais provavel morrer num acidente de carro que num acidente de avião, mas o número de pessoas com medo de avião é descaradamente maior que os de carro.

    Aliás, investir em nuclear não impede investimentos em outras áreas sustentáveis como solar e eólica como alguns pensam. Brasileiro tem essa mania de ou é 8 ou é 80. “Quem é a favor da nuclear que a destruição do meio ambiente” e quem é a favor de renovável é eco-chato”.

    • O brasileiro e 8 ou 80, realmente. Mas, lembre-se que os deputadores, senadores, presidentes e governadores são brasileiros. infelizmente, eles tb são 8 ou 80. E nesse país, há muito só se vê os 80, o 8 que seria energia eólica e solar, por exemplo, eles nunca se deram ao trabalho de tentar implantar.

      O que gera perplexidade é isso. Nem sequer tentaram fazer a energia eólica e solar darem certo e já estão indo para a nuclear como se fosse a melhor alternativa de todas.

      Deveria ser a última alternativa :( .

      Concordo em quase tudo com você. Mas acho que o problema da nuclear no Brasil, é o nível de profissionalismo com que se trata temas como este.

      é bem capaz de alguém desviar verba e construir um bomba dessas com matérial de qualidade inferior à necessária, só pra tirar sua fatia do bolo.

      Esse é o Brasil. Esse é um dos problemas.

      A localização é outro fator preocupante, Itacuruba fica próximo ao Rio São Francisco.

      Leia sobre o Rio São Francisco e imagine um vazamento chegando a suas águas: (caso não queira ler pelo blog, visite: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_S%C3%A3o_Francisco)

      “O rio São Francisco, também chamado de Opará, como é conhecido pelos indígenas, ou popularmente de Velho Chico,que nasce no município de Medeiros, passando pela Serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, a aproximadamente 1200 metros de altitude, atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas, e, por fim, deságua no Oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 km² e atingindo 2 830 km de extensão.

      Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.

      O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem cinco usinas hidroelétricas.

      As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total.

      A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.

      Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.

      À medida que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d’água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca.”

      Será que Vão cancelar Belo Monte por causa da usina nuclear??? Ou seja, vamos ter duas calamidades no país em poucos anos??? E tá tudo bem???

      Ok.

      Vivam com a consciência de suas escolhas.

      • Sobre a “calamidade” de Belo Monte, pelo menos nos números mostram que ela vai ter um reservatório de cerca de 420km², gerando 11 GW de energia enquanto Tucuruí gera 8GW c/ um reservatório de 2850km².

        Vai ter impacto, vai. Mas não creio que seja o fim do mundo que alguns pregam por aí.

        • Claro. Nunca é ¬¬.

        • Carlos Carrilho, “nunca antes na história do Brasil” se investiu tanto em energia eólica.

        • Martins, deixe claro que é por conta dos governos ESTADUAIS.

          Eu fiz essa pesquisa…

          Dúvida: GOOGLE IT.

          O governo federal tem mais um programa faz de conta, é claro…

        • Sabe martins, agora que você falou, realmente, é o que mais vejo por aí, grandes hélices para obtenção de energia eólica ¬¬.

          Tá cheio. Por onde ando eu vejo.

        • No RN e no CE, por exemplo, tem muitos parques eólicos. Logicamente, eles só podem ser implantados em locais com muito vento. Essas condições variam de lugar pra lugar.

          Mas repito e mantenho o que disse: nunca antes se investiu tanto em energia eólica no Brasil.

          Ah, são os governos estaduais? Não sei, nem me importo.

        • Nordeste desponta como potencial de energia eólica

          O potencial eólico do Nordeste já era conhecido. Com a instalação de fabricantes de equipamentos neste segmento, a região passa a despontar como o maior mercado eólico do país. Cada vez mais indústrias estão aportando nos estados nordestinos, a exemplo da espanhola RM Eólica, inaugurada nessa semana em Suape. A vinda desses empreendimentos estão viabilizando a construção dos parques por um custo menor.

          No primeiro leilão de compra de energia de reserva voltado exclusivamente para a fonte eólica, em dezembro do ano passado, dos 71 projetos de geração contratados para fornecer energia ao país a partir de 2012, 63 estão instalados no Nordeste. Foram 23 no estado do Rio Grande do Norte, que concentrou 657 MW (megawatts), 21 no Ceará, com 542 MW, 18 na Bahia, com 390 MW, e uma em Sergipe, com 30 MW. A participação da região no próximo leilão, previsto para junho deste ano, não deve ser diferente.

          Já existem 399 projetos de centrais de eólicas cadastrados, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Desses, 312 estão no Nordeste. São 8,3 mil MW de um total de 10,5 mil MW inscritos. Há projetos na Bahia (53), Ceará (106), Pernambuco (1), Piauí (18), Rio Grande do Norte (133) e Sergipe (1). Fora do Nordeste há apenas 87 propostas para o Rio Grande do Sul.

          http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/16/economia9_0.asp

        • Bom saber Martins. VEja a situação de Pernambuco.

          “Desses, 312 estão no Nordeste. São 8,3 mil MW de um total de 10,5 mil MW inscritos. Há projetos na Bahia (53), Ceará (106), Pernambuco (1), Piauí (18), Rio Grande do Norte (133) e Sergipe (1). Fora do Nordeste há apenas 87 propostas para o Rio Grande do Sul.”

          :(

        • Pernambuco está FABRICANDO as usinas, Carrilho.

          Duas fábricas de hélices instaladas em Suape.

          Você tem como avaliar tecnicamente o potencial eólico de Pernambuco em comparação com Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte?

          O que importa é o enorme crescimento no Nordeste.

        • Protagonistas

          A Região Nordeste, que concentra três quartos da capacidade instalada desse tipo de energia no país, também é a que atrai a maioria dos novos parques. Em paralelo, boa parte da indústria brasileira de equipamentos para geração eólica se estabeleceu na região, em especial nos complexos industriais e portuários de Pecém (CE) e Suape (PE), onde ergueram fábricas em­­pre­­sas como a argentina Impsa, a es­­­­­pan­­­­hola Gestamp e as alemãs Wob­­­­­ben Windpower e Fuhrlän­der.

          Além da geografia favorável, a proximidade de fornecedores é um estímulo natural à construção de novas centrais no Nordeste. Mas isso nunca impediu investimentos no Sul do país. Tanto que, quando estiverem funcionando todos os parques já autorizados ou em cons­­trução no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, os dois estados ocuparão o quarto e o quinto lugar no ranking nacional de geração eólica, à frente de estados como Paraíba, Sergipe e Pernambuco.

          http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1093927

        • Martins, deixe de ser preguiçoso e pesquise.

          Vá no CBEE e veja o potencial para o nordeste.

          João Pessoa já está investindo em energia eólica, basta ir lá que você verá…

          Pernambuco? Nem sinal…

          E o potencial solar tá aonde?

        • Preguiçoso é você.

          Olhe no mapa nesta página e ADMITA que o potencial eólico de PE não é dos maiores e fica BEM ABAIXO de BA, CE e RN.

          http://www.oeco.com.br/reportagens/24061-crescem-os-investimentos-de-empresas-de-energia-eolica-em-pernambuco

        • Martins, você já sabia que aquelas turbinas eólicas que ficavam depois do shopping tacaruna sustentavam a energia de todas as igrejas de olinda?

          Não?!

          Procure a SEDE do CENTRO BRASILEIRO DE ENERGIA EÓLICA…

          Fui procurar o site e parece que ele está fora do ar, mas ele tem informações no google…

    • Esse teu comentário, lúcido, objetivo e com alguns dados fundamentais, não será tomado em conta.

      O que está em questão é repercutir superficialmente, espetacularmente, alguma histeria.

      • Vc fala pra quem, Andrei? Não deu pra entender a qual comentário vc se refere.

  • Entra em operação a maior central termosolar com tecnologia de torre

    http://www.ecodebate.com.br/2009/05/02/entra-em-operacao-a-maior-central-termosolar-com-tecnologia-de-torre/

  • Exemplo a ser seguido: Dinamarca é exemplo de sucesso no uso de energia eólica

    http://www.ecodebate.com.br/2010/07/29/exemplo-a-ser-seguido-dinamarca-e-exemplo-de-sucesso-no-uso-de-energia-eolica/

  • Energia eólica poderia ser fator de desenvolvimento no Brasil, artigo de Sérgio Abranches

    http://www.ecodebate.com.br/2011/02/18/energia-eolica-poderia-ser-fator-de-desenvolvimento-no-brasil-artigo-de-sergio-abranches/

  • Pesquisa conclui que eólica, hídrica e solar são as melhores energias alternativas, por Henrique Cortez

    http://www.ecodebate.com.br/2008/12/12/pesquisa-conclui-que-eolica-hidrica-e-solar-sao-as-melhores-energias-alternativas/

  • Tecnologia que utiliza espelhos para concentrar a energia solar poderia fornecer energia limpa para milhões de domicílios

    http://www.ecodebate.com.br/2008/08/19/tecnologia-que-utiliza-espelhos-para-concentrar-a-energia-solar-poderia-fornecer-energia-limpa-para-milhoes-de-domicilios/

  • Texto e vídeo: Energia oceânica tem investimentos de US$ 15 milhões nos EUA

    http://www.ecodebate.com.br/2008/10/11/texto-e-video-energia-oceanica-tem-investimentos-de-us-15-milhoes-nos-eua/

  • energia mareomotriz: A primeira turbina subaquática de marés entra em operação comercial no Reino Unido

    http://www.ecodebate.com.br/2008/07/22/energia-mareomotriz-a-primeira-turbina-subaquatica-de-mares-entra-em-operacao-comercial-no-reino-unido/

  • Pois é, Edilson. Mas tem gente que quando quer defender algo, prefere virar uma pedra cognitiva a dar o braço a torcer.

    • Se a energia mareomotriz fosse a dominante no mundo, choveriam ecochatos de plantão para denunciar seu impacto no ecossistema marítimo e quantos milhões de peixes teriam sua reprodução prejudicada por ela.

      • Da energia nuclear, além dos ecochatos, tem os carnívoros….

    • Carrilho, ocorre o seguinte:

      Nas primeiras buscas de informação, a energia nuclear é a salvação da humanidade.

      Só que a medida que você se aprofunda no tema, além de buscar a tal das “fontes alternativas” você vê que ela, neste momento, não deve ser incentivada antes das “energias limpas”.

      O homem gera impacto na natureza, sempre. Mas, vamos escolher a que poluí por bilhões de anos ou a que produz co2 que é consumido pelas árvores?

      Se lembra do comentário do outro cara sobre a energia solar? Aquilo foi brilhante…

      • eu??? oi??? mas eu disse alguma coisa??? uhauhauha. não entendi.

  • E Edilson, diz aí quais os países que mais usam fontes de energia alternativa e qual é o percentual delas na sua matriz energética.

    Com certeza serão percentuais baixos. Li no Portal do São Francisco que a Dinamarca (recordista mundial) chega a apenas 12% de energia eólica, e que a meta da União Européia é chegar a 10% em 2030.

    Ou seja, sou totalmente a favor do uso e estímulo às energias renováveis. E totalmente contra achar que podemos depender delas a curto e médio prazos.

    • Minha gente, quando Martins “defende com unhas e dentes” alguma questão, no caso a tal usina nuclear, é bom colocarmos as barbas de molho.

      Instalar esse “moderna fonte de energia” requer tecnologia, importação de equipamentos………isso tudo desagua numa…….. LICITAÇÂO……….
      Petistas amam LICITAÇÂO…….

      Licitação nas hostes petistas é sinal de………

      Bem, fica por cada um a complementação dos “pontinhos”.

      No estado do “Pacto pela Vida” onde um cadáver é literalmente arrastado na sala do IML supostamente por falta de equipamentos , debater a instalação de Usina Nuclear é no minimo, fazer-nos de imbecis e bastante “OPORTUNO”.

      No estado das UPAS e dos Hospitais Metropolitanos, onde o pobre ainda morre nas antigas emergencias, discutir uma Usina Nuclear, é “jogar bosta no ventilador para mudar o odor”.

      • Pega o doido! Chiquito tem verdadeira paranoia pelo PT e não consegue escrever um post sequer sem fazer referência a essa sigla!!

        Freud explica!

        • Adoro esse “pega o doido”
          Bem mais agradável que “PEGA LADRÂO”

        • Eu, hein? O iminente fim do partidinho dele, o DEMO, tá deixando Chiquito fora da realidade e de controle.

        • Falando em ladrão, Chiquito, você viu os novos vídeos do mensalão do DEMO?

      • “No estado das UPAS e dos Hospitais Metropolitanos, onde o pobre ainda morre nas antigas emergencias, discutir uma Usina Nuclear, é “jogar bosta no ventilador para mudar o odor”.”

        Pois é. Tá na hora de alguém ver a resolutividade dessas UPAs e não apenas número de atendimentos, visto que atender não implica resolver o problema do doente. Para sorte de Dudu, a massa pernambucana baba pelo ar condicionado das UPAs assim como os índios faziam com os espelhos dos portugueses. Fora o fato das UPAs de Olinda, Paulista e engenho Velho ficarem com plantões fechados várias vezes. Quando um plantão fecha, a verba que o estado repassa ao IMIP diminui ? Se não está, deveria, visto que a população está pagando por um serviço que não está sendo prestado.

        • “resolutividade dessas UPAs “…Não tem!!!!! é dinheiro à rodo para iniciativa privada.
          E olha que o atual secretário de saúde é oriundo da fundação que “gerencia” as upas.
          Coincidência?????
          Na terra de dudu existe coincidência????

        • Especialista em defesa por números, martins é hábil na produção e discurso através deles.

          No entanto, como você disse, não é o atendimento que vale, vale mesmo é a verdade real, ou seja, a resolutividade…

          Martins, tu diz o que sobre isso?

        • Até parece que vocês são especialistas em saúde pública pra ficar discorrendo sobre a resolutividade das UPAs. Eu acho é graça!! Mas pernambucano é assim mesmo. Adora botar tudo pra baixo. Caranguejos.

  • Carisssimo Edilson,

    Você tem muito, mas muito mais capacidade do que apenas copiar e colar uma sequencia de 8 links sobre práticas de geração de energia adotadas pelo mundo afora e o potencial do nosso país para tal (além do desperdício que ocorre).

    Vamos e convenhamos … deixa o calor da comoção que ocorre lá do outro lado do mundo baixar, dai sim, com a participação de técnicos, físicos e engenheiros do ramo, fazermos esse debate da “suposta”, “possível”, “provável” instalação de uma usina nuclear em Pernambuco.

    Hoje o que mais me preocupa é a situação do IML, a qual você, como oposição ao governo do estado, poderia discorrer, por exemplo, ja que demonstrasse com fatos e dados inumeros fatos que ocorrem na gestão do governo atual que vão de encontro ao interesse da população, como os hospitais e emergencias publicas e a segurança.

    • Certíssimo.

    • Se a única coisa que Dudu preza dos vivos são os votos (caso contrário não pagaria o pior salário do Brasil aos professores) que preocupação ele teria com os mortos ? O conselho de medicina é outra instituição vendida, pois solicitar que os médicos liberem os corpos dando como laudo “morte indeterminada” não passa de má fé e safadeza para com o morto e familiares além de salvar o pricipal culpado, o Estado.

      • Além de ajudar a diminuir as estatísticas de homicídios!!!

        • E aí o nobre Dudu enrolão justifica o medíocre “Pacto pela Vida”. Engraçado que ficaram todos com rabinho entre as pernas quando Pernambuco apareceu, mais uma vez, no topo dos estados mais violentos.

        • A essência de uma UPA é : enrole, passe uma injeção e mande embora. Basta ar condicionado e televisão e o povo se conforma.
          Mesmo que a dor do cara seja por um câncer, para que gastar com a descoberta disso aí ? O cara é pobre e tá votando em Dudu mesmo! Deixa o cara tomando injeção toda semana na UPA que quando o câncer tiver avançado ele morre no corredor dos outros hospitais. Mas ele será contado como atendimento na UPA. Isso mostra que atender não é resolver. Cadê a rede ambulatorial para população ? Botam médico de família pra enrolar mas quando se precisa de especialista não tem.
          Ainda bem que não preciso de UPA e se precisasse pensaria muito bem em ir numa. Por um simples principio : Da mesma forma que não teria segurança se um mecânico fosse mecher no meu carro após consertar outros 80 não confiaria no trabalho de um médico que atende 80 pacientes por dia numa UPA.
          E essa mesma politica do ” Enrola aí” foi recomendada pelo conselho de medicina aos legistas! Mostra a “seriedade” desse conselhozinho que se protituiu ao estado!

    • Caro Dalto Pessoa, creio já ter comentado sobre isto para vc. Durante o dia de hj, o PSOL esteve buscando articular uma nota junto com inúmeras outras entidades, para fortalecer a posição do CREMEPE e mostrar ao governo que os médicos legistas não estão sós nesta luta. A nota da executiva estadual, com outras entidades ou não, deverá sair amanhã. Contudo, nossos colaboradores médicos, residentes e servidores, tanto no IML, HR, nos postos dos municípios, no Hospital Universitário, que está em luta agora contra a política de desresponsabilização do governo, não param um instante.
      Além disso, vou insistir com vc. Nas eleições passadas, nosso guia de TV já defendia o plebiscito, pois já sabíamos da política de transformar PE numa “zona liberada” de legislação ambiental. Então, os acidentes no Japão são algo que não muda nossa posição. Recentemente, antes do carnaval, mais de 20 entidades ambientalistas, inclusive o Mov Ecossocialista de PE, do qual faço parte, fizemos uma boa manifestação no centro da cidade: contra a mudança no código florestal, contra a instalação das usinas nucleares em PE e denunciando a manutenção da diretoria da CPRH, que virou um balcão de venda de licenças ambientais. Então, perceba q não nos movemos por comoção popular, mas por convicções políticas. Não nos incomoda ser minoria, ou anti-popular, ou nadar contra a maré, mesmo q isto nos custe a condição de minoritários. Não fazemos política por conveniência, mas por convicção. Vc deveria respeitar mais isto.
      Gde abraço e obrigado pela interação.

      • Se “desrespeitei” essa movimentação do PSOL em algum momento, não foi intencional.

        Abs.

        • Caro Dalto, não foi “deste” desrespeito que falei. Ao contrário, vc foi mto respeitoso. Quiiz dizer em respeitar, mesmo na divergência natural, nossa postura firme em ñ fazer unidade fácil ou adesão ao poder. Só isto. Mais uma vez, muito obrigado pela interação. Gde abraço!

  • Quanto ao tópico em questão, basta Dudu colocar Lula (o mesmo que acha que a terra deveria ser quadrada) dando uma aula sobre os benefícios de uma usina nuclear, em horário nobre, que a população vota pelo sim. Simples assim. Se até ateu tem fé no Sacro, que dizer do resto ?

  • Na verdade essa usina não tem o interesse de ampliar a oferta de energia, mas faz parte de uma estratégia burra de “dominar” as tecnologias nucleares.

    Há alternativas, num país com tantos recursos e possibilidades de produção de energia mais barata e mais limpa, ampliar a nuclear é mesmo intrigante.

  • Olá Pierre e Marcos,

    Não tem nada haver com o tem do post,mas gostaria que vocês comentassem sobre o caso da funcionária da farmácia de Garanhuns,que foi mantida como refém e a atituda da polícia que matou o elemento.

    Pois vi várias opiniões contra e a favor à atitude da polícia.E vocês o que acham?

    • Achei certo.

    • Achei errado. O marginalzinho era mais uma vítima da desigualdade social. Como a polícia executa assim um elemento desses se o coitadinho não matou ninguém. Vamos exigir punição para o policial que matou o bandidozinho!

      • Piadas de Alexsandro à parte, ali não havia alternativa.

        Se o bandido tivesse sido morto após ser dominado, a Polícia estaria errada.

        • Tentaram 2 horas libertar a vítima, o cara havia colocado a faca em diversas partes do corpo da mulher, entre eles a boca, o olho, a garganta, costas.

          Temos que entender que há ocasiões em que o bandido não quer se entregar e prefere, como ele mesmo disse à vítima, levar alguém com ele.

          A polícia fez um bom trabalho em prol de uma cidadã que estava trabalhando e foi vítima. Quem foi contra queria dar chances ao bandido??? pra ele matar a mulher grávida e mãe de mais 3 filhos????

          Atirar no ombro???? vai que no susto a faca acerta a jugular da vítima??? Fica o bandido vivo e a vítima morta???

          Bom trabalho, um a menos no mundo.

  • Rapaz, tem um bocado de gente por aqui, que fica comentando dia e noite sem parar, independentemente do assunto postado. É falta do que fazer, é?
    Tou pensando em recomendar para alguns uma visitinha a Dona Odete.

    • Esse blog é minha cachaça mesmo! Tô viciado nessa desgraça.

      • Realmente. Alguns gostam de ir beber e sair dirigindo. Outros preferem assistir tv (BBB, a noite é uma criança, fala que eu te escuto, cardinot, HEbe, etc).

        Outros saem à noite pra rodar bolsinha.

        Eu gosto de ficar no blog. Algo contra?? vir comentar isso é que é falta do que fazer.

        Que tal vossa senhoria ir buscar serviços de pessoas envolvidas com drogas e prostituição como a Odete. Talvez esse seja seu nível, não o nosso.

        • Calma… Cuidado pro queijo não subir à cabeça.

        • ?????????????? Um donzelo com nickname “Gualteco” vir falar de queijo comigo???

          Rapaz, se eu tenho queijo você é a vaca. ¬¬.

        • Eita… É coalho ou provolone?

  • acho que depois do que se viu deveriamos ecoar pelo menos no brasil uma so voz nao á usinas nucleares afinal se caras pintadas mostraram que unidos juntam forças e ha resultado vamos nos unir contra futuros desastres nao a usinas nuclearesssss ta ai furuchima como um excelente exemplo so as defende quem tem enteresses por tras dessas bombas e nao tem amor a vida dos seres deste planeta.

    • Que comentário infantilóide, hein?

  • Pois é, as pessoas devem protestar!
    Mesmo que apenas UMA usina no Japão tenha dado problemas, isso não deve ser desprezado. Esse acidente não deveria ter acontecido e só poderia ser evitado com manuntenções mais rigorosas ou ainda, simplesmente, com a não instalação dessa usina.
    Em minha opinião, acho que em toda decisão deve ser visto o que prevalece, se são os benefícios ou os riscos. Para a instalação de usinas nucleares no Brasil, sem dúvida, prevalecem os riscos. O Brasil tem um potencial grande em hidreelétricas, termelétricas, além da possibilidade do uso de alternativas como energia eólico, solar e até marítima. Contra isso, vem a geração de lixo nuclear, a possibilidade de ter acidentes e com isto consequências que para serem reparadas irão demorar décadas.

    Só queria saber o dia e a hora do protesto! :)

  • Edilson, vi que voce colocou vários links para artigos que afirmam que a energia eólica (e outras que voce listou) são as mais limpas. Isso ninguem contesta. O que se tem que ver é: elas dariam conta sozinhas da demanda energética?
    Quanto à usina nuclear, também acho opotunismo apontar o ocorrido no Japão. Aquilo é uma situação fora do comum. As usinas são seguras. Pode-se afirmar isso quando se pega o número de usinas contruidas e a quantidade de acidentes.
    O que de pior elas produzem é o lixo atômico. Nem os países desenvolvidos acharam solução pra ele.
    Ah! Gosto dos plebiscitos. Pena que os debates são mal conduzidos.

    • Boa madrugada, Byby. Se vc observar bem, temos tratado deste tema com mais força há vários meses. Não tratamos a geração de energia elétrica somente sob uma ótica isolada do conjunto do problema. A primeira questão é tratar a demanda, dimensioná-la com realidade e de forma politicamente ajustada aos interesses da maioria. Não podemos mais ficar à mercê dos lobbyes das indústrias de lâmpadas, por exemplo. Pq não avançamos mais rápido p lâmpadas de led? Não podemos passar a ser o quintal da produção de eletrointensivos que a Europa, por exemplo, ñ quer mais, dados os prejuízos em ascala que gera. E por aí vai. Produção de energia elétrica não pode ser um negócio, no balcão da bolsa de valores. Tem mto mais, aos poucos vamos falando. Sobre plebiscitos e referendos, democracias mais amadurecidas, como a dos EUA, com todos os seus vícios, trazem estes mecanistos praticamente em todas as eleições, junto com a escolha de representantes diversos. O Brasil precisa utilizar mais este mecanismo democrático, até p acabar com o monopólio dos representantes legislativos, que dispensam maiores qualificações, em sua larga maioria.
      Gde abraço.

      • A pergunta de Byby era bem simples, e a resposta de Edilson nem chegou perto dela.

        Vou repetir:

        As energias limpas dariam conta sozinhas da demanda energética?

        • Se não fizermos as devidas análises, nunca saberemos.

          O problema é que nem se estuda aplicar tais formas de obtenção de energia. Já se corre pras mais “fáceis” $$$.

          Eu acho que implantando a solar em um programa governamental em várias residências (buscando implantar em todas), o gasto com a energia já cairia bastante.

          Utilizar-se-ia menos o chuveiro elétrico, por exemplo, o qual é responsável por enorme gasto doméstico de energia elétrica.

          Mas o detalhe martins é a trabalheira que dá fazer isso. E trabalho, ninguém quer ter.

        • mas carrilho, qual o país que não teve trabalho para crescer?

          Qual deles usou um “atalho”?

          Há 500 anos somos isso aqui, justamente porque ninguém quer ter trabalho…

          Outra coisa, por que não tem concorrência entre quem produz energia?!

        • Como já mostrei para vocês, a energia eólica cresce rapidamente no Brasil.

          Mas vocês parecem manter os olhos permanentemente fechados.

        • Há fundamentalistas que pregam desligar todas as termicas a gás, carvão e óleo, todas as hidrelétricas, mesmo as atuais nucleares e sair plantando torres de eólica e placas e espelhos de captação solar pelo país, jogando toda a demanda nestas fontes. Quando um destes fundamentalistas escrever para este blog, alguns comentários serão absolutamente pertinentes. Até aqui, estamos falando da expansão do parque gerador de energia elétrica e das opções de fontes daqui por diante.

        • Pois é Edilson.

          Eu não sou contra a produção de energia nuclear.

          Mas imponho uma condição: que se esgotem as outras alternativas de produção de energia…

        • Falácia total, Laccosta. A condição proposta é impossível.

        • Carrilho, que tal dar o exemplo colocando um aparelhinho de energia solar primeiro na sua casa?

      • Meu comentário foi uma crítica Laccosta. Crítica justamente contra essa política de trabalhar pouco ;) .

        • Eu corroborei a sua crítica com um questionamento básico…

          “trabalho ninguém quer ter”, de fato…

  • Pessoal tenho uma denúncia que considero grave.

    Desde o carnaval de 2004, quando a água Santa Joana foi proibida de ser comercializada (bateu bem com a época do carnaval daquele ano, por isso lembro), que eu evito consumir tal produto.

    Entretanto, em decorrência da falta de qualidade e do preço de suas concorrentes, utilizá-la, ou não, deixou de ser uma questão de escolha.

    Bem, parece-me que a empresa, pelo visto, realmente não é responsável, ou, no mínimo, diria que é desrespeitosa.

    Ao ir colocar água para esquentar, resolvi ver a validade daquela envase. Quando olhei, tudo normal, válida até 28/06/2011. No entanto, quando olhei a data da envase, pasmem, 28/03/2011. O.o

    Então eu me perguntei, será que fui contemplado com uma água do futuro??? ficarei sábio??? ganharei fortunas???

    Ou a empresa está escolhendo as datas que coloca na embalagem para aumentar seu tempo de validade?????

    seguem os links das fotos que tirei do garrafão para que os senhores analisem.

    Utilizarei esse blog como forma de comprovar que a foto foi tirada 11 dias antes da data que deveria ter ocorrido a envase.

    Salvo se eu estiver cometendo um grave equívoco, e data de envase não seja a data em que a água é colocada no garrafão, essa é uma situação gravíssima de vigilância sanitária.

    Passem para os seus conhecidos.

    Qualquer dúvida, manterei o garrafão intacto para comprovar a irregularidade.

    os links:

    http://www.4shared.com/photo/ywMJVLZt/17032011391.html
    http://www.4shared.com/photo/UhBA7sXM/17032011390.html
    http://www.4shared.com/photo/11CPwdLT/17032011389.html

  • #

    O ministro Edison Lobao deve estar no bolso da industria nuclear internacional. Quem conhece a industria sabe que kWh por kWh, a energia nuclear e’ inviavel se nao subsidiada por governos corruptos, e por isso a industria investe pesadamente em lobby e propinas para que projetos ultrapassados, de alto risco e nao rentaveis sejam aprovados. O Brasil claramente nao precisa de energia nuclear. Com 90% da energia eletrica de fonte estavel (hidro-eletrica), o Brasil pode investir pesadamente em fontes renovaveis variaveis como a solar e a eolica sem prejudicar a estabilidade da rede. O povo brasileiro precisa se manifestar para desativar Angra, e nao permitir a construcao de usinas nucleares em solo brasileiro. De fato, a America do Sul inteira deveria ser declarada “NUCLEAR FREE”, pq e’o unico continente do mundo que tem abundancia de sol, vento e agua em numeros compativeis com a populacao, e nao deveria estar importando tecnologias perigosas e obsoletas de paises the latitude alta. Moratoria nuclear agora. Se o ministro Lobao insistir nesse programa, ele deveria passar pelo 1 ano em Sendai para entender a devastacao causada pela usina de Fukushima. Espero que o governo da Dilma use esse dinheiro das usinas para desenvolver um programa de MEDICINA NUCLEAR no Brasil, que e’ muito mais importante do que um program de energia nuclear, custa menos e nao oferece perigo de catastrofe.

  • O Estado de Pernambuco realmente não precisa dessas usinas.

    • Com o esgotamento do potencial hidrelétrico do São Francisco, com baixo potencial eólico, quatro meses de chuva forte por ano e crescendo a mais de 10% ao ano, que alternativas você sugere?

  • Como Engenheiro Civil, sou totalmente contra a este tipo de energia,de custo muito elevado e altamente arriscado, tanto para saúde humana como também para toda a fauna e flora das regiões em caso de vazamentos radioativos. A União Européia esta revendo este tipo de energia para uma mudança drástica em alternativas de energia renováveis e sem riscos como a eólica e a solar. Sugiro que seja feita um reforço na segurança e plano de fuga no caso de angra 1 e angra 2, pois está área é altamente povoada já que fica próxima de uma das maiores cidade do país como é a cidade do Rio de Janeiro.

  • eu nao acho necessario isso o que tem que ser feito é pega de outro estado energia

  • O Brasil e Pernambuco não necessita de usina nuclear. Isto é uma irresponsabilidade fazer isto. Como conhecemos como são feitas as obras públicas aqui no Brasil ,que usam materiais de péssima qualidade. Quem ira vistoriar esta obra??, quem será o afilhado que vai fornecer este material e a qualidade deste material para constrir esta Bomba anunciada??. O japão já sofreu bastante com acidente nuclear e quer acabar com todas as usinas. Hoje os políticos estão com os olhos brilhando por este orçamento (LEI DE GERSON)….Neste país todas as obras públicas são feitas para que dure pouco. Sou totalmente contra usina núclear, nossos políticos só enxergar “R$$$ E NÃO AS CONSEQUÊNCIAS”.

  • O NORDESTE NÃO PRECISA DE USINA NUCLEAR. TEMOS PROJETOS DE HIDRELETRICAS NO RIO SÃO FRANCISCO E RIO PARNAÍBA. DEVEMOS PENSAR NO RISCO DE ACIDENTE NUCLEAR. OS POLITICOS E O POVO DO SUL E SUDESTE QUEREM USINAS NUCLEARES, DESDE QUE SEJAM NO NORDESTE, EM CASO DE ACIDENTE NUCLEAR ELES (SUL E SUDESTE) ESTARÃO DISTANTES, LEMBREM-SE O QUE ACONTECEU NO JAPÃO. O NORDESTE PRODUZ ELETRICIDADE EM USINAS NUCLEARES, PORÉM ESSA ELETRICIDADE VAI PARA O SUDESTE PELO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO NACIONAL DE ELETRTICIDADE

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).