A síndrome da importância da intelectualidade

ago 7, 2008 by     14 Comentários    Postado em: Atualidades

rivaldo

Esta semana coloquei aqui um dos posts mais lidos deste blog, levantando a questão do “pernambucano mais famoso da história“.

Quando falei em fama, citei Rivaldo, que já foi escolhido o melhor jogador do mundo, e astro do Brasil em duas copas. Foi o camisa 10 em duas campanhas bem sucedidas: um título e um vice-campeonato.

Como era de se esperar, algumas pessoas contestaram, dizendo que Gilberto Freyre seria mais importante, ou ainda Luiz Gonzaga e Lula.

Não me surpreende, apesar de não estar discutindo importância, mas fama.

O brasileiro de classe média tende a colocar o jogador de futebol em um patamar esquisito: idolatra, mas ele é só um jogador de futebol. É como se fosse um ser inferior, feito para entreter apenas. Algo como os gladiadores na Roma Antiga.

Muitos vão ao estádio todo domingo. O clube e seus jogadores fazem parte da sua vida durante várias horas da semana, seja assistindo aos jogos, ou lendo sobre futebol. Mas isso não é reconhecido.

Na Argentina, se perguntarem a pessoa mais importante, eles não terão vergonha de dizer que foi Peron e Maradona. Ele é tratado como uma pessoa especial, que deu alegria ao país. Nos EUA Michael Jordan é tratado de maneira diferenciada.

Isso não acontece no Brasil. Algum tempo atrás, a revista Isto é fez uma eleição da personalidade mais influente do século. Deu Ayrton Senna na cabeça, na eleição geral.

Ora, a importância de Senna em comparação a Pelé e outros jogadores não se compara. Senna era um grande piloto, uma grande personalidade, mas Pelé influenciou milhões de jovens no mundo todo.

senna e xuxa pele e xuxa

O único fato comum é que ambos namoraram a Xuxa. Mas até nisso o preconceito prevalece. O namoro de Pelé e Xuxa era tratado como algo bizarro. No caso de Senna, o casal perfeito e idolatrado nas revistas.

Era a “rainha dos baixinhos” com o “rei das pistas”. No caso de Pelé, era o “Negão” com a “galega”. O preconceito era visível.

O brasileiro tende a não reconhecer a influência do futebol na nossa cultura. Isso acabou ajudando a criar a situação exdrúxula onde a cartolagem é completamente dissociada do povo que participa da vida dos clubes. Apenas os piores tomaram conta das administrações, com raras exceções.

gilberto freyre

Primeiro….eu não estava discutindo importância, e sim fama. É inegável que Rivaldo é a celebridade mais famosa, já que o alcance mundial do futebol é fato. Nem 1% da população brasileira conhece Gilberto Freyre, mas pelo menos 50% da população mundial deve saber quem é Rivaldo.

Isso não tira o mérito do intelectual. Apenas que a população brasileira tem pouca cultura. Até porque Freyre é um dos estudiosos mais respeitados do mundo.

Goste-se ou não, o futebol é assim. Torna muitos indivíduos famosos da noite para o dia, e muitos ficam famosos durante muito tempo, pois ganharam títulos que ficam para a história. No caso de Rivaldo, o reconhecimento e a fama.

Segundo…o que seria a importância? O que torna uma pessoa mais importante do que a outra?

Importância significa influência, autoridade, conceito elevado…e por aí vai.

Veja que a influência e conceito elevado acontece se você conhece a pessoa, ou mesmo se ele influenciou diretamente na sua vida.

Mas isso será outro post.

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  • Pierre, já que você trouxe à baila novamente este assunto sobre pernambucanos famosos, o Senado está homenageando Josué de Castro, dotado de uma inestimável biografia. Abaixo, a colagem retirada da Agência Senado.

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    Senado homenageia Josué de Castro

    A requerimento dos senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Cristovam Buarque (PDT-DF), o Senado realizou, nesta quinta-feira (7), sessão especial para reverenciar a memória do geógrafo, médico e político Josué de Castro, pelo transcurso do centenário de seu nascimento. Oito senadores discursaram durante a homenagem.

    Ao abrir a sessão, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, chamou para comporem a Mesa o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, o prefeito de Recife, João Paulo Lima e Silva, a presidente do Centro Josué de Castro, Teresa Sales, a filha do homenageado, socióloga Anna Maria Castro, e os senadores Jarbas Vasconcelos e Cristovam Buarque.

    Josué de Castro fez da luta contra a fome sua maior bandeira e publicou, aos 38 anos de idade, sua obra de maior repercussão nacional e internacional, Geografia da Fome, editada em 1946 e traduzida para mais de 25 idiomas. O livro é, até os dias de hoje, referência sobre o assunto, tendo recebido o prêmio “José Veríssimo” da Academia Brasileira de Letras.

    Na obra, Josué de Castro realizou o mapeamento do Brasil a partir de suas características alimentares, demonstrando uma situação clara de desnutrição, sofrimento e miséria no país, que ele atribuiu a sistemas econômicos e sociais que deveriam colocados em benefício da população, mas que são desviados para outras finalidades.

    Josué de Castro escreveu, ainda, outras obras de grande êxito editorial, entre elas Condições de Vida das Classes Operárias do Recife (1932); O Problema Fisiológico da Alimentação no Brasil (1932); A Questão do Salário Mínimo (1935); Alimentação e Raça (1935); A Alimentação Brasileira à luz da Geografia Humana (1937); Documentário do Nordeste (1939); Geografia Humana: Estudo da Paisagem Cultural do Mundo (1939); Ensaios de Geografia Humana (1939); e O Livro Negro da Fome (1960).

    O geógrafo exerceu cargos públicos no Brasil e no exterior, notadamente a presidência da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e foideputado federal pelo PTB de Pernambuco.

    Em 1964, aos 56 anos, Josué de Castro exercia o cargo de embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra quando foi cassado pelo regime militar e teve seus direitos políticos suspensos. Mais de 14 países lhe ofereceram asilo político. Ele escolheu a França para morar até a sua morte, ocorrida no dia 24 de setembro de 1973.

    Durante o período em que morou na França, criou o Centro Internacional de Desenvolvimento e lecionou Geografia Humana na Universidade de Paris. Também exerceu o cargo de presidente da Associação Médica Internacional para o Estudo e Condições de Vida e Saúde. Ele formou-se em Medicina, em Recife, e tinha especialização na Universidade de Columbia e no Medical Center, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

    Laura Fonseca / Agência Senado
    (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

  • Caro Pierre,

    Só um problema com a fama dos jogadores de futebol: É fugaz. Poucos hoje se lembram de Ademar da Guia, Friederich ou até mesmo Leônidas. Os nomes deles permaneceram nos registros do futebol para sempre, mas duvido que sejam tão lembrados hoje quanto na sua época.
    A pergunta certa seria qual pernambucano é mais famoso HOJE. Tenho certeza que a fama de Gilberto Freyre, Lampião, Josué de Castro ou Luiz Gonzaga será mais estável, e poderá até aumentar com o tempo. Rivaldo é famoso hoje, mas certamente não será amanhã (com o aparecimento de uma nova geração de torcedores).

  • Marcos

    Concordo em parte com você, mas nenhum destes alcançou 10% da fama e Rivaldo, e nenhum deles foi escolhido melhor do mundo. ou mesmo ganhou uma copa.
    Abraço

  • Prezado Daniel Tabosa,

    eu não tinha lido este texto, mas um outro, de Cristina Vidigal, também da Agência Senado, publicado ontem. Encontra-se neste link, caso queiras ler:

    http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=77343&codAplicativo=2

    Estou estudando um pouco mais sobre o trabalho de Josué de Castro, para escrever um texto que pretendo postar no centenário dele, no início do mês que vem.

    Infelizmente, tive muito pouco contato com sua obra durante a graduação em História na UFPE. Aliás, com a obra de Freyre também. São duas grandes lacunas imperdoáveis (Castro bem mais que Freyre), das muitas lacunas da grade curricular deste curso na UFPE. Cursei apenas uma disciplina que explorava alguns textos do autor (embora a preferência incompreensível do professor fosse por “comentadores” de sua obra), e nem sequer foi em História, mas em uma disciplina que cursei como ouvinte no curso de Geografia.

    No caso de Freyre, sempre fui muito interessado em seus escritos, daí meu contato mais aprofundado com algumas de suas obras, mesmo antes de ingressar no curso. Não que seja pouco interessado em Josué de Castro, porém, confesso que só li Geografia da Fome e alguns capítulos de Geopolítica da Fome, além de alguns “comentadores” – ou seja, considero-me leigo neste autor.

    Ainda careço de mais conhecimentos sobre ele, e acho que será uma boa oportunidade para eu aprofundá-los e, caso eu seja razoavelmente bem-sucedido com meu texto, para os leitores deste blog também. Mas, devo recomendar, claro, que leiam o próprio texto de Josué. Pois não pretendo de forma alguma esgotar seus conceitos e suas proposições. Ninguém perderá nada com isso, muito pelo contrário.

    Abraço!

  • Quanto ao texto de Pierre, concordo com ele.

    Acrescento que o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, por pouco não recebe o nome de José Abelardo Barbosa de Medeiros, o Chacrinha… que é outra figura emblemática de nossa cultura ‘Chacretista”.

  • Independentemente da questão do representante mais ou menos famoso e da efemeridade da sua fama, acho que a questão inicial era um pouco outra.

    Parece-me possível identificar uma postura das parcelas mais instruídas de não se sentirem – ou não pretenderem – ser representadas por uma figura popular. Eis uma faceta de intelectualismo de província.

    Por outro lado, as camadas menos intelectualizadas não rejeitam verem-se representadas por heróis populares, como jogadores de futebol. Contudo, esses representantes estão reféns da pouca memória.

    Quando o indivíduo não é parte de uma memória nacional, mas apenas regional, é difícil não ser esquecido.

    Acho que o exemplo proposto por Pierre foi muito feliz. Pelé é objeto de um cultivo de imagem antigo, atuou no esporte mais popular do país e, no entanto, Airton Senna pode ser até mais popular que ele.

    Quantas pessoas acompanham formula um e quantas futebol? No entanto a coisa pode ser dirigida no sentido do herói branco, articulado e vencedor no esporte exótico.

  • Concordo com essa “sindrome de intelectualidade”… Parace que as pessoas não lêem e, se o fazem, é com superficialidade. A pergunta é “quem é o pernambucano MAIS FAMOSO da história” e não o mais “intelectual”, o que seria um absurdo, pois há vários tipos de inteligência (sem contar que “graduá-la” é partir, no mínimo, para critérios “pouco criteriosos…).

  • Caro André,

    Gostaria de ter tempo suficiente para ler toda a obra de Josué de Castro e Gilberto Freyre. Sou um aficcionado por História, Filosofia, Política e Geopolítica e agora pelas ciências jurídicas (cursarei Direito no próximo ano). O Blog Acerto de Contas é o melhor canal de informação de que disponho, pois os textos e os comentários são de altíssimo nível – e que continuem sempre assim. Se você puder nos trazer algo mais sobre Josué de Castro, será de muito boa intenção apreciar seu texto.

    Abraços

  • Prezados,

    de fato nao podemos deixar de mencionar que estamos cometendo um grande equívoco. Primeiro, estamos comparando “estrelas” em epocas diferentes, ligadas a momentos culturais diferentes e tecnologia de divulgações diferentes. Com certeza, tiramos o chapeu para o Pele, que mesmo na dificuldade de qualidade de Mídia, conseguiu atrair olhos do mundo inteiro. Quanto ao Senna, não podemos simplesmente dizimá-lo dizendo que nem se compara a pelé. Não dá pra comparar , afinal são épocas diferentes e envolvem amores que estão em todos os brasileiros que são a paixão pelo futebol e por CARRO! Ambos tiveram seu momento… pelé foi tri campeão mundial e Senna foi tricampeao mundial… na espera futebolistica, com certeza é o Pele, e no automobilismo , com certeza foi Senna. Agora querer misturar agua e oleo, esperando que possa existir um padrao justo de comparação, é impossivel.

    Com certeza tivemos muitos astros em Pernambuco NO Futebol: Rivaldo, Juninho. Na literatura, GIlberto Freire, Ariano suassuna(embora nao seja pernambucando,mas morou sua vida toda aqui).

    Não podemos comparar épocas e culturas entre si com criterios tão simples!

  • Quem faz a fama nao e a arte e sim a televisao. A televisao faz ate lixo de celebridades, faz e desfaz qualque coisa serja de bom ou para o pior, o ruin e viver sem ela. Parabens paras os que trabalham na midia, que se nao existise eles niguem tinha fama.

  • Concordo que Rivaldo seja bem mais famoso que Gilberto Freyre e qualquer intelectual brasileiro. No entanto, discordo bastante de que a influência acontece se você conhece a pessoa, não achas que muitíssima gente teve sua vida diretamente influenciada pela atividade de pessoas das quais elas nunca ouviram falar?

  • REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA!
    Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada a elite mundial, é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo este afro-ameríndio descendente vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosas quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
    Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder Zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar as histórias dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Oswaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam.Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Argentina, Boliviana, Peruana, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King,Malcolm X Viva Oswaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma,Rafael Correa, Fernando Lugo, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores do Brasil e de todos os povos irmanados.
    Movimento Revolucionário Socialista QUILOMBOLIVARIANO
    vivachavezviva.blogspot.com/
    quilombonnq@bol.com.br
    Organização Negra Nacional Quilombo
    O.N.N.Q. Brasil fundação 20/11/1970
    por Secretário Geral Antonio Jesus Silva

  • É um absurdo você dizer que “a importância de Senna em comparação a Pelé e outros jogadores não se compara”. Ambos eram grandes personalidades e abrilhantaram o Brasil em suas modalidades. Ayrton Senna é, até hoje, o maior ídolo do Brasil e Pelé, eleito o maior jogador do século. São grandes brasileiros e você não deve fazer esse tipo de comparação, na minha opinião.

  • Os Reis e a Piranha?

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).