American Airlines é condenada

ago 17, 2011 by     71 Comentários    Postado em: Atualidades

Aqueles que acompanham o Acerto de Contas provavelmente irão se lembrar de uma viagem trash que fiz pela American Airlines, onde o avião saiu de Miami com o piloto confessando que estava voando mesmo com a parte elétrica de solo sem funcionar.

Pois eu e um grupo de pessoas entramos na Justiça contra a American e saiu a primeira sentença, para a jornalista Luce Pereira, do Diário de Pernambuco, condenando a empresa a pagar uma indenização de R$ 5 mil, mais R$ 723,00 de dano material.

Pelo menos a Justiça começa a ser feita contra esta empresa, que vem prestando serviço de péssima qualidade no vôo Recife-Miami. Vários são os casos de cancelamento de vôos ou mesmo de situações vergonhosas como a que passei.

Recife merece mais do que um pau de arara voador.

Quando sair a sentença da minha ação volto a colocar no blog.

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  • A indenização é muito baixa, vão continuar com o mesmo voo lixo.

    • Eu gostaria de saber porque aqui se tem lei estadual e municipal, das filas dos bancos (no máximo 15 minutos, piada), e eu juntei provas, ingressei com a ação e foi INDEFERIDO!
      Ainda ouvi de meu professor: ” – do Banco do Brasil você não ganha…” eles financiam a associação dos magistrados. E é banco público!

      • Gilson, eu vejo isso todo dia…

        Quero só pegar a fundamentação do juiz para não aplicar a LEI.

        Deve ser algo muito bom.

        Mas é um absurdo mesmo!

      • Não é “de grátis” que juiz é um funcionário público muito bem pago. Não passa de um cala boca. Fora os “esquemas”. No Brasil é assim, certos funcionários do povo são deuses intocáveis. Quando fazem merda ficam todos com rabinho entre as pernas e ainda aposentam o cara com salário integral.
        O certo seria o seguinte: Juiz mandou soltar bandido + o cara matou = juiz cúmplice. Vai responder processo. E ainda dão a desculpa : “Ah, mas é a lei”. Conversa mole. A lei dá várias possibilidades e é exatamente por isso que existe juiz. Quando ele toma a decisão errada, que prejudique outro = processo no escroto.
        E o pior de tudo é que esses vagabas se acham os fodas !!! A maioria é cooptada!!!

        • Juiz não é funcionário público.
          É membro de poder.

          Esse cara fala merda em cima de merda…

        • Juiz vive às nossas custas, logo é nosso empregado, sim senhor. Vocês que inventam qualquer merda, como esse tal “membro de poder” para mamar às custas de nossos impostos prestando serviços medíocres à sociedade! Vai trabalhar “otoridade”!!!

        • Caneludo, merda é quem defende esse teu ponto de vista.

          Pois assim o fazem sem raciocinar e enteder de onde vem essas criações nomenclaturais.

          Chamam os juizes, procuradores, promotores, deputados, senadores etc, de “membro de poder”, apenas para criar uma aristocracia dentro de um grupo outrora chamado de FUNCIONALISMO PÚBLICO.

          Criam-se regras distintas para eles, punições distintas e, o melhor de tudo, pagamento e desobrigações distintas.

          E o pior de tudo é não comentar nada que preste e, ainda por cima, se prender a tecnicismos qiue só devem servir para te elevar o ego já em decomposição.

        • Sou bacharel em direito e, a bem da verdade, é bom que se afirme que o sr. “caneludo” está parcialmente correto.
          Os juízes não são funcionários públicos e sim AGENTES POLÍTICOS. maiores detalhes, consultem a doutrina.

  • Boa Pierre, parabéns aos vitoriosos na ação. E parabénes também à Justiça por ter, de fato, FEITO JUSTIÇA, apesar de o valor não ter sido altíssimo.

    Quem já viajou pela AA, pela GOL, ou pela TAM sabe que, atualmente, não há diferença de qualidade nenhuma entre as três.

    E tem muita gente por aí que se acha o “chic” por que vai de AA caindo aos pedaços de Recife para Miami, pagando a viagem em 1 ano (e isso é pq pegou numa super promoção), pra ainda ter que ficar numa espelunca em alta estação em Miami quando não se consegue nem respirar direito de tanta gente que tem nos lugares. É fila e multidão em todo canto. E tudo isso pra voltar posando de rico e se amostrando dizendo que comprou um perfume Azarro ou um vestido Gucci pela metade do preço.

    É por isso que está tudo tão barato e as companhias aéreas estão quase dando as passagens. Pra viajar nessas sucatas que mais parecem um “rio doce – cdu” dos ares…

    Tá tudo mais fácil e mais barato. Mas, em compensação, a qualidade dos serviços piorou demais, como, aliás, já era de se esperar.

    Obama agradece.

    • Exato, hoje em dia se tem acesso a quase tudo. Para isso tiveram que baratear profissionais, reduzir custos e etc….. Assim, os serviços pioraram.
      Não adianta chorar!!!! O Brasil de hoje é isso : quantidade a despeito da qualidade. Para alguém que nunca viajou de avião, o deslumbramento da viajem , o que vai contar na vizinhança na volta é o mais importante. Mesmo que ele tenha comprado na promoção com ida a 100 reais, volta à 1 real, divididos em 10 vezes e viajando no RioDoce-CDU dos ares.

  • Parabens, Pierre!
    Espero que melhorem as indenizações.
    Não aceite passagem de ida e volta pela AA
    como parter do pagemento(alerta óbvio).
    Desejo sucesso.

  • 5 mil foi de Dano Moral?

    Reparou o “Dano”?
    Foi muito?
    Foi pouco?

    Quem saberá….?

  • As aerovelhas da AA, tem média de idade de 65 anos, ao menos nos voos que fiz.

    Desorganização e falta de informação também são uma constante.

    E pior (não tem a ver com a Cia.) essa é a rota de pais que vão e voltam dos EUA para comprar enxoval pra as crianças, por isto o voo que chega no Brasil pela manhã faz todo mundo que não está indo com os babies não dormir em solidariedade.

  • Pierre, e as custas advocaticias, ficaram a cargo da AA?

  • Pierre, recentemente eu viajei de American Airlines, pois a diferença de preço para ir ao Canadá estava muito grande. Fora que chegar em Montreal no mesmo dia que se sai do Recife é uma boa vantagem.

    Estava com muito receio de viajar pela American, por conta dos comentários visto aqui no Acerto de Contas, mas fora o fato de o avião ser pequeno e sem TVs individuais, o voo foi muito bom.

    O avião era novo e a equipe de bordo simpática. A comida não era nenhuma maravilha, mas era melhor que a da Delta, por exemplo.

    Agora, trash, mesmo é o comportamento dos passageiros, que mal o avião toca no chão, já desafivelam o cinto (teve um ao lado da minha esposa que desafivelou o cinto quando o avião ia tocar em solo), se levantam antes de autorizados, ficam sentando no lugar errado antes de o voo decolar, o que atrasa o voo etc. etc. etc.

    De qualquer forma, parabéns por essa vitória na justiça.

    • O problema é que as pessoas querem passagens de 10 “dóla” servindo lagosta e vinho importado.

  • O tema não é esse, mas vamos dar uma força contra a corrupção na politica brasileira, atualmente em níveis alarmantes, afinal de contas, parafraseando certo um certo bufão……………”nunca antes na história desse país”…….

    http://cpidacorrupcao.blogspot.com/

    • Cara como você é sem vergonha! (desculpe a franqueza)

      Divulgue uma manifestação de apoio à aprovação de uma lei (existem mais de CEM na pauta) ao invés de ficar replicando essas CPIs com fins meramente políticos!

      Não fique replicando as maquinações de gente que se locupletou na ditadura!

      Mas, pudera quem se mistura com o netinho de “toinho malvadeza” farelo come!

      A corrupção não é criação do PT, mas uma herança maldita secular do nosso sistema e deve ser extirpada pela raiz e não simplesmente mudar os operadores!

      • “torcer é dar razão pra quem não tem”, dizia Nelson Rodrigues, tricolor fanático…

        Pois é…
        O Sempre critiquei o Farelo do ACM. Continuo criticando.
        Sempre critiquei o Farelo do Sarney.
        Continuo criticando.
        Mas, agora é “chic e tá na moda” dizer que trata-se de uma fina iguaria maranhense. Coisa de pessoas “incomuns”.

        No mais, alvíssaras!
        Vejo que temos feito progresso!
        Já se reconhece ( ao menos implicitamente, hehehe) que há corrupção da gestão petista!
        Ou seja, nem tudo é “factoide”, “tapioquice” ou “invenção do PIG”.

        E cá pra nós, pouca gente na oposição seria capaz de causar tanto desconforto aos governistas ( especialmente as “lulistas”) como a Dilma vem causando.
        Afinal, Vemos agora que apesar de tanta coisa a ser varrida Lula tinha verdadeiro horror de vassoura….

      • Caro “GILBERTO”.
        Sei exatamente os reais motivos desse seu “chilique”.
        Uma eventual ação de caça aos CORRUPTOS, certamente vai atingir seus ídolos.

        Ademais, meu caro, aprendí desde criança a DESCULPAR os F.D.P, pessoas normalmente excessivamente FRANCAS.

        Ele não tem culpa da profissão de sua genitora.

        • Caro “Francisco Filho”

          Quando você diz: “aprendí desde criança a DESCULPAR os F.D.P”, naturalmente foi em casa não é?

          Toda vez que se troca a erudição pelo baixo calão é porque faltaram argumentos, mas como foi a vida que me ensinou a conviver com tolerância com os pobres de espírito eu lhe dou chance de treplicar.

  • Não sei se dou os parabéns pela notícia.

    Eu entendo que, em decorrência de uma fajuta alegação de que se estava implantando no país uma tal de indústria dos dano moral, os juizes do país todo começaram a aplicar condenações, no meu entender, ridículas.

    Ridículas, pois, sabemos existir duas motivações para que se aplique uma condenação em dano moral, a primeira é o caráter reparador, você exige que o causador do dano pague um valor em pecúnia como forma de diminuir a dor, o amargor sofrido pela vítima (dinheiro não apaga o ocorrido, mas, com toda certeza, alivia o sofrimento, nem que seja muito pouco, de qualquer um). A segunda motivação é o caráter pedagógico. Espera-se que com a condenação, o autor do fato ilícito, não mais venha a cometê-lo, pois saberá que, comentendo-o, arcará com o custo de seu ato (e dinheiro ninguém quer perder).

    Essa segunda motivação é a que se mostra mais fiel ao que é realmente o instituto do dano moral. E, no meu entender, é o ponto que deve ser analisado de forma mais acentuada pelo magistrado.

    Esse valor de aproximadamente 6 mil reais trará algum incômodo para a empresa-ré???? comprará aviões novos ou fará reparos que custarão de 100 a 10000 vezes esse valor da condenação??????

    Caso eu fosse essa empresa, e percebesse que, atuando como estou continuo tendo lucro e continuo sendo a principal empresa do mercado, certamente não me preocuparia com as ações que fossem ajuizadas contra mim.

    Aí ficam os juizes preocupados em não fomentar a instauração de uma indústria de indenizações por dano moral, mas não se preocupam em combater a INDÚSTRIA DO DANO MORAL.

    Essa sim, causadora de prejuízos muitas vezes irreparáveis.

    Abçs.

    Escrevi e não li. Falo, antes que venha algum professor pasquale, encher o saco.

    • Nobre Carrilho,

      Consideremos as seguintes situações hipotéticas:

      1- Se você fosse o advogado da parte prejudicada, qual seria o valor que você pleitearia?

      2- Se você fosse o magistrado atuante no processo, quanto você arbitraria à American Airlines? Você acha que esse valor arbitrado por você, magistrado, seria justo e equilibrado? Se fosse um valor muito alto, você não acredita que isso poderia ajudar a criar uma “indústria de indenizações”, estimulando inclusive, a má-fé das pessoas que abusariam da generosidade da lei e da instituição do Estado-juiz?

      3- Quais seriam os critérios objetivos e subjetivos que você utilizaria para a determinação da indenização?

      • O problema é que quase sempre se parte do seguinte pressuposto :
        ” Am empresas são SEMPRE as malvadas e o cliente é SEMPRE a vítima coitadinha”.

        Em outra oportunidade, contei aqui o que testemunhei no aeroporto de Recife.
        Uma moça chegou atrasada, queria passar na frente de todos na fila de embarque . Algo desnecessário, visto que ela já tinha despachado a bagagem. Mas então, como os funcionários do aeroporto não deixaram ela e a família fez um escândalo, dizendo que ia processar o aeroporto, os funcionários e etc. Inclusive disse que a funcionária tinha sido grosseira com ela. Uma mentira. Quem estava lá viu que em momento algum ela foi destratada por ninguém. Mas se ela chegar em qualquer lugar e contar a versão, partindo que a maioria segue o pressuposto acima, ela será vista como a coitadinha destratada pelos malvados funcionários do aeroporto. Agora, imagina se ela chega atrasada, perde o vôo , bota o aeroporto na justiça e ainda vence o processo em função do juiz escroto ???

        • Pois, é Alexsandro. O medo que dá é esse negócio de indenização por danos morais virar loteria fácil e meio de vida pra muita gente.

          Conhecendo o “espírito de porco” de muitos brasileiros, não é difícil de se supor que, se as indenizações fossem muito altas, a galera ia fazer a festa.

          Qualquer besteira seria motivo de ir para a justiça cobrar danos morais. E pedir milhões. Além de piorar ainda mais o já lastimável estado de morosidade e “entupimento” da justiça.

        • Alexsandro, você só está ventilando a hipótese do juiz escroto.

          Você está com elocubrações, bem distante da realidade.

          O mais comum é ver o direito denegado para aquele passageiro que a companhia cancelou o voo do que o direito dessa mulher ser assegurado.

          Espernear todos podem, não quer dizer que vão ganhar na justiça.

          Esses são os argumentos para manter o status quos dessas companhias aéreas que prezam pela quantidade ao invés da qualidade. É esse o argumento que o juiz usa, um argumento pueril, fora da realidade, o que acaba sendo permissivo com condutas contrárias a lei e a sociedade.

          O avião da TAM com problemas no REVERSO decolou e caiu. Quantos não são os aviões com problemas que voam? Outro dia foi outro aqui em Recife. E aí, o dano moral seria cabível? Não? Só o material?

        • Tá bom Laccosta, nenhum juiz coloca suas convicções acima da lei, são todos bonzinhos abnegados e nós vivemos numa linda comunidade fraternal!!!!

        • É alexsandro, nunca defendi os juízes inclusive desde meu primeiro comentário tenho dito que eles estão muito passivos e deixando de aplicar a lei.

          Só que, você ventilou a hipótese da pessoa errada ser beneficiada pelo juiz escroto.

          Agora que li denovo sua idéia entendo que os juizes escrotos mesmos são os que estão defendendo essas práticas espúrias de instituições como as empresas de telecomunicações, as companhias elétricas, os bancos e inúmeros outros casos.

          Você, como consumidor, nunca foi lesado?

          Eu já fui, diversas vezes.

          A permissividade do judiciário em não aplicar o rigor do dano moral como caráter pedagógico é que tem dado continuidade a essas empresas a continuarem infringindo a lei…

          Você acha isso certo ou útil?

          O judiciário, com esse comportamento benevolente, é o pai que recebe o tapa na cara e não faz nada. Caso que você acha um absurdo…

        • Laccosta, minha esposa já foi lesada pela OI. Ela tinha uma linha e , por erro de uma call center, o nome dela foi trocada e constava lá que o número dela não pertenccia a ela. Colocamos na justiça. Resultado : A linha “voltou” a ser dela e o juiz achou por bem nos dar 200 reais de crédito em função do infortúnio. Trocamos esses 200 por um aparelho.
          Não é porque a OI é uma empresa grande que iríamos dar um piti exigindo 50.000 de danos não sei de quê. Isso é a loteria a que joaquim se refere.

        • Além disso, Laccosta, sou contra o dogma : As empresas são SEMPRE as malvadas e os clientes são SEMPRE as vítimas coitadinhas.

        • AS empresas é que são sempre as coitadinhas.

        • Cada caso é um caso, mamão!!

    • Carlos Carrilho,

      Como advogado que você é, você sabe como é lastimável a conduta de diversas instituições que agem FORA DA LEI e na hora do caráter pedagógico o juiz aplica uma penalidade pífia.

      É o banco quando cobra a TAC, ele sabe que não deve cobrar, mas cobra, é criminoso. Depois só uma pequena parcela entra na justiça para receber o dinheiro de volta. Os que entram, que ainda assim não são poucas, recebem só o valor pago corrigido.

      Ora, se eu dever 50 reais ao banco, em um ano devo quanto de juros? Mas, quando o banco age ilicitamente, me cobra o que eu não devo e ele sabe disto, na hora que eu procuro o judiciário para ele reparar a conduta ilícita que o banco teve, basta então, pela lógica de vocês, que ele pagasse o valor cobrado atualizado?

      Sério? Nada de danos morais, ou seja, o arbítrio de uma penalidade pedagógica para vocês é invalido? Olhe, desse jeito vocês beneficiam muito mais quem está agindo fora da lei, de forma temerária a própria sociedade!

      Quem ganha 30 mil reais muda de vida absurdamente? Não? E quem ganha 10 mil, muda?

      Antes de dizer que o dano moral é uma loteria, é preciso conhecer o instituto e quem está sendo penalizado com ele e quem esta sendo “beneficiado”.

      Ora, dizem que quem ganha 30 mil reais esta mudando de vida, isso é verdade? É uma loteria que faz com que você mude de vida? Não, não é. Se você acha que é, alice, volte para a realidade!

      Trabalho com isso, mas acho um absurdo o comportamento das instituições e os argumentos usados para negar o dano moral.

      Os argumentos a favor do dano moral são muito mais fortes que os contrários, principalmente se você observar o dia-a-dia!

      • O problema, Laccosta, é a insegurança jurídica e a situação de prejuízo à atividade econômica que altas indenizações poderiam acarretar.

        Se a coisa virasse festa mesmo, as empresas multinacionais iriam se mandar do Brasil com medo da “máfia dos danos morais” que iria se instaurar no país. Ia ter muito advogado por aí se especializando em ganhar danos morais na justiça.

        Já não bastasse a bagunça que é o Brasil aos olhos de grandes empresas estrangeiras com alta carga tributária, justiça quase parando, povo indisciplinado e mal-educado, violência, falta de infra-estrutura, corrupção crônica, falta de cumprimento das leis, burocracia exagerada, incompetência do Poder Público e ainda ter essa máfia instalada no país, é pra afugentar qualquer empreendedor sério.

        • Depois do governo Sacro, todas as empresas que estão no Brasil têm capital 100% nacional!!!!!!

        • Joaquim, então como elas ainda operam nos EUA e nos países de primeiro mundo que a coisa é tratada de forma muito mais severa?

          Essa desculpa não cola!

          E 30 mil de indenização continua sem ser muito, face a quantidade de ILÍCITOS que essas empresas boazinhas tem feito.

        • Laccosta, nos EUA apesar de a lei ser mais severa, é severa e eficiente para AMBOS os lados e não só para o lado da vítima “coitadinha”.

          E além disso, nos EUA essas empresas sempre faturaram muito mais do que em qualquer outro país, afinal a grande maioria das multinacionais do mundo são norte-americanas. Lembre-se que os EUA praticamente inventaram o capitalismo moderno e seus princípios.

          Outra coisa, não sou contra as indenizações por dano moral.

          Perceba, sou contra ABUSOS na vontade da parte supostamente lesada em pedir danos morais.

          O que estou dizendo é que se a coisa ficasse muito facilitada, ia ter gente largando emprego pra tentar a “loteria” na justiça.

          Ia ser uma espécie de bolsa-danos morais, e isso é inconcebível, inaceitável para um país minimamente sério.

          Ia ter muito juiz bancando a madre Teresa e querendo dar indenização milionária a torto e a direita. E conhecendo a índole do brasileiro pra cambalacho, isso não ia dar muito certo.

        • Joaquim, eu entendo seu ponto de vista.

          Entendo que não pode ser facilitado.

          mas, por esse seu argumento é que o dano moral é visto negativamente e as indenizações não tem nenhum caráter pedagógico, POR ISSO as instituições mantêm a mesma prática contrária a lei.

          Entendeu?

          O que esta acontecendo, na prática, é que, sob esses argumentos expendidos por você, a indenização é sempre um valor pífio e não serve para coagir a parte adversa a retificar sua conduta.

          É justamente esse alerta que EU e CARRILHO estamos fazendo aqui.

  • Que indenização baixa danada.

  • E quem quer saber disso? Isso é problema de vosmicê.
    O que é de interesse público é o quarto bandido da quadrilha de lulla, herdado pelo poste, que vai pro olho da rua. E o quinto deve ser o véio tarado.
    Disso vocês não falam. É o blog cuscuz.

    • Próximo

      • Esse Giancarlo, hein?

        • martins pergunte a Pierre se sou o Pátria ? ele me conhece muito bem .

          Eu não tenho motivo algum pra ocultar minha identidade , deixe de ser menino e vá trabalhar ! desocupado .

    • Parece até um remanescente, de pijamas é claro, da Operação Guararapes falando, mas na verdade é um jovem adulto com preguiça de ler e de aprender…

      Apesar de se intitular “Pátria Brasil” “vosmicê” continua dormindo em berço esplêndido, sem perceber “que o novo sempre vem” e que estamos no século XXI!!!

      • Nobre Gilberto, digo a você que quem dorme em berço esplêndido é a vagabundagem do séc XXI.
        Com muita sorte, você chega à minha idade, de ficha limpa e sem ser doutrinado por ninguém. Com filhos íntegros, bem sucedidos, respeitadores e com famílias estruturadas. Famílias homem-mulher-filhos, vale ressaltar.
        O segredo para isso é: seja disciplinado e disciplinador.

        • Tradição, Família e Propriedade!

        • Esse, pode ter certeza, não dorme direito…..

        • “Tradição, Família e Propriedade!”

          Isso é o lema petista, Martins ?
          Tradição em corrupção;
          Família mamando com dinheiro público;
          E propriedade conquistada com maracutaia!

  • Pierre vai ficar bonitinho com 5 conto no bolso! Vê se agora compra uma passagem primeira classe…

  • JCPM cala seus jornalistas nas redes sociais! Ley dos Medios Já!

    http://www.espacobanal.com.br/2011/08/censura-no-uso-das-redes-sociais-pelos.html

    • Essa notícia não é nova ;) .

  • Deu no Twitter:

    @FernandoRegoBar
    Hiper de Casa Forte, agora, também cobra estacionamento. Registro aqui meu protesto.

    Eu avisei que a cobrança de estacionamento chegaria aos supermercados…

    • Martins, a menos que tenham mudado a regra de cobrança, eles cobram de quem não compra nada lá. Justo, justíssimo, até porque muita gente deixava o carro lá para ir passear no Plaza.

      • O extra faz o certo. Cobra uma consumação mínima de 10 reais.

        em dias normais, nem olha se o cliente comprou ou não. Mas em dia de jogo na ilha, aí olha, e o melhor, fatura sem prejudicar o cliente.

        • OK, se for assim, tudo bem.

        • Manda cobrar 100 conto de estacionamento pra não ter carro de burro-negro buzinando o tempo todo no estacionamento… caza caza cazu!

      • Eu estive lá ontem e fiz compras. O estacionamento foi de graça. Teria sido 4 reais se eu não tivesse comprado nada.

    • outro liso..

      • De 10 em 10 a grana da parcela do carro vai embora!!!

      • Pra quem gasta em cerveja e farra, pode não ser muito. Mas quem usa pra comprar pão, leite, queijo e ovos, é dinheiro sim.

  • Eu nem leio. Não percam tempo com a canalha…Pierre, que tal uma discussão sobre as casas modernistas destruídas hoje na Av. Norte? Os políticos souberam renomear a Av. Norte mas não se interessaram em preservar aqueles monumentos arquitetônicos (Carlo Argan {sim, para se suicidarem rasgando a boca, como fazia o velho Didi, Carlo Argan era comunista!}disse certa vez que a arquitetura é a mais pública das artes. Parece-me que a especulação imobiliária está incontrolável no Recife. Vamos debater isso.

  • É Laccosta, a defesa do 8 contra o 80 é complicada, ainda mais quando os que defendem não param pra pensar que não precisa ser 8 ou 80.

    Agora me digam, se algum de vocês perdesse um parente, pra ser mais criterioso, um filho ou a mãe/pai, em um acidente aéreo, em decorrência de uma má gerência na parte estrutural das aeronaves, por parte da empresa, acharia suficiente uma indenização de 200 mil reais?????

    Pra você que é mãe/pai: seu filho morreu, dar-te-ei 200 mil reais. Tá bom, pra você?????

    Não estou aqui defendendo que se receba a empresa como contrapartida, ou uma indenização de 20 milhões, nada disso.

    É difícil mensurar o quantum que se deve pagar.

    eis o motivo pelo qual eu falei que entendo o caráter pedagógico muito mais importante que o caráter reparador.

    Parem de se preocupar se o fulano tá ganhando um dinheiro “fácil” e passem a se perguntar se isso não fará com que as empresas passem a respeitar mais as leis e o consumidor.

    Isso é o que um país sério tem que fazer. Exigir o cumprimento de suas leis e respeito aos seus cidadãos.

    E, garanto, empresa nenhuma sairá do Brasil por causa de indenizações bem aplicadas. Pelo contrário, ela passará a um nível acima em termos de qualidade, atraindo cada vez mais clientes e gerando cada vez mais lucro.

    Exemplo claro disso é a Velox quando confrontada com a GVT.

    • Pois é, meu ponto de vista é exatamente esse…

      O que eu tenho visto com essas pífias indenizações é que as empresas continuam agindo CONTRA A SOCIEDADE, CONTRA A LEI.

      É mais vantajoso continuar pagando essas indenizações pífias e fomentando os frágeis argumentos da “indústria do dano moral” do que parar o ilícito…

      • Finalmente, parece que Laccosta descolou de Alexsandro e começou a ver a luz…

        • E no “caso Pierre” alguém morreu, cara pálida ? Vamos criar a loteria tabelada : Vôo atrasou 1 minuto = 1 milhão. 2 minutos= 2 milhões e etc..

        • Claro alexsandro, se você tem a possibilidade de viajar a qualquer momento que ótimo para você!

          Muitos de nós não temos, e o vôo sendo cancelado como fica toda a programação? As férias canceladas? O transtorno?

          Para você a reparação deste estresse e a coibição da pratica reiterada da empresa é mimimi?

          Então você também devia votar no Sacro, já que gosta de levar lá…

        • Teoria do risco, Alexsandro. Quem usufrui do bônus, deve arcar com o ônus.

          E eu deixei claro que não obrigatoriamente as indenizações devem ser milionárias por qualquer coisa.

          Defendo que as indenizações sejam aumentadas de acordo com a reincidência da empresa causadora do dano.

          A CELPE mesmo, fica de amizade com juiz leigo e conciliador de juizado especial, de tanto que os advogados vão lá (na realidade, a empresa tem advogado só pra ir no juizado tal e ficar lá o dia todo fazendo as audiências), e forçam acordos ridículos, simplesmente sob aquela ameaça polida de que “a audiência só vai sair daqui pra 2013, é melhor fazer acordo agora”.

          Isso tem que acabar.

  • O que um blogueiro progressista tava fazendo na terra do Tio Sam?

    Bem que a American Airlines poderia ter feito uma escala em Havana e deixado ele por lá lecionando para os grandes economistas da Universidade do Coma Andante!

  • Mas a American Airlines, meu caro Pierre, só tem Pau-de-Arara Voador mesmo. Os aviões estão todos sucateados, serviço de bordo consegue ser pior que o da Gol, e por aí vai…

  • É o seguinte… o povo fica doido quando cai um avião… e quando um ônibus bate matando todo mundo que ia nele? Lembram do acidente de um ônibus que levava estudantes de volta pra casa e morreu todo mundo? Será porque vcs não andam de ônibus e só tem medo de acidente de avião? Todos vcs aqui são burgueses de meia-tigela… Se reclamam tanto da AA por que vcs não passam as férias na África? Vai de Angola Airways pra ver o que é bom pra tosse. FUI!

    • uhauahuhauhauhauha. É, vai mesmo. Vai e aproveita pra tomar teu remédio. ¬¬. Cada uma, viu?!?!!

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).