Bolívia…prova que pobreza e violência não necessariamente andam juntas

ago 4, 2008 by     20 Comentários    Postado em: Atualidades

la paz

Como coloquei antes, estive durante 15 dias entre a Bolívia e o Perú. Comecei minha viagem na verdade no Pantanal brasileiro, depois peguei o Trem da Morte até Santa Cruz de la Sierra, depois para La Paz, Copacabana, Puno, até subir a Cusco e Machu Pichu.

O que mais impressionou na Bolivia é a não associação entre a pobreza e a violência.

La Paz é a capital do país vizinho. É uma cidade situada em um vale próximo à Cordilheira dos Andes. Chega-se pela cidade ao lado, chamado El Alto.

Quem chega a La Paz leva um susto. A cidade é muito parecida com as favelas cariocas. Uma cidade desordenada, crescendo nos morros, com as ruas estreitas, e as casas sem rebobo ou pintura.

el alto
El Alto, semelhanças com a Favela da Maré

A cidade de El Alto (1 milhão de habitantes) é muito parecida com a Favela da Maré, no Rio de Janeiro.

Cenário típico para a violência, certo?

Errado. La Paz é uma cidade aparentemente tranquila se comparada a Recife ou Rio de Janeiro. Não se sente o sinal de violência gratuita que temos aqui. Claro que não estamos falando da segurança de Londres ou Paris, mas apesar da pobreza, verifica-se que trata-se de um povo mais pacífico.

Um amigo meu, sociólogo da UFPE, me disse que alguns estudos sugerem que a desigualdade é que faz explodir a violência. Acredito que algum fator cultural deve também estar agregado a isso.

Onibus_em_La_Paz[1]

Um fato curioso sobre a cidade. Logo que chegamos a La Paz, o que chama a atenção é a ausência de reboco nas casas. Até as casas de classe média apresentam esta aparência.

Perguntando às pessoas, estas dizem que é uma opção que fazem, para não pagar o IPTU Local (Imposto urbano). Se a casa for de tijolo à vista, considera-se que a pessoa não pode pagar o imposto.

Ah….a cidade não conta com transporte coletivo organizado. Vans e ônibus bizarros, como os da foto, fazem o transporte fluir na capital boliviana. Imaginem o caos.

O melhor de tudo é que a cidade tem o custo de vida ridículo para os brasileiros. Paga-se por um quarto em um hotel 3 estrelas aproximadamente 10 euros. Para um jantar em um bom restaurante, aproximadamente 15 reais.

Conhecer La Paz é uma experiência de vida excepcional.

20 Comentários + Add Comentário

  • Pierre,

    Acho que agora o comentário vai em um post adequado.

    Repito que achei muitíssimo interessantes suas impressões da Bolívia. Porque a média das pessoas crê que se vive, na américa do sul, pior que no Brasil, relativamente a paz social.

    Tive que escutar comentários de incompreensão e de desdém quando contei a alguns minhas impressões do Equador. O sujeito que sonha em comprar eletrônicos em Miami, simplesmente não compreende que alguém vá ao Equador por interesse cultural. Nem que inexiste, praticamente, tensão em Quito. Nem que quase todos falam inglês. Nem que está repleto de franceses, norte-americanos, alemães, italianos, japoneses. Nem que esse pessoal não é roubado e assassinado a cada esquina. Tudo isso, inobstante evidente pobreza material.

    A violência é um elemento cotidiano de qualquer recifense e brasileiro. Ficamos acostumados a uma postura bipolar, oscilante entre achar que as causas são, de um lado, apenas a pobreza, de outro, apenas a falta de repressão.

    É cegueira. Falta civilização em sentido amplo. Eis o aspecto cultural, cuja ausência torna a criminalidade nativa uma manifestação de barbárie, mais que alguma coisa racionalizável.

    Em maio, estive no Equador (e no Peru pela segunda vez) que, em termos absolutos, é mais pobre que o Brasil. Contudo, é muitíssimo menos violento. A percepção de hostilidade ou de periculosidade é muito reduzida.

    Não há uma relação necessária entre pobreza material e a violência e a deseducação para a vida social. Claro que é um fator da equação, mas não é causa única ou mais importante.

    Os brasileiros, em geral, não têm um patrimônio cultural, ou seja, não vêm as coisas sob perspectiva histórica. É uma casa sem alicerces e sem teto. É o meio, sem antes e sem depois.

    Creio que uma das chaves para a abordagem do absurdo que é a violência no Brasil é a desproporção entre meios e resultados obtidos. Aqui, o crime é irracional. O indivíduo que o comete não tem noção certa do que quer e da lesividade do meio empregado.

    Nunca estive em qualquer lugar, seja na américa, na europa ou na ásia, em que não pareça escandaloso alguém ser assassinado em um semáforo a troco de nada. Faria sentido como crime político ou religioso, mas como nada…

    Por que nós – brasileiros – não pensamos nisso a sério? Por que não nos indagamos se o criminoso percebe a possibilidade punição? Porq que não se inibe ou calcula à vista da possibilidade?

    O criminoso banal – o mais perigoso à integridade física – assemelha-se a um HD vazio. Seu cérebro é um processador de informação nenhuma.

  • Concordo totalmente com o post e com o comentário acima de que não é só a desigualdade que faz explodir a violência. Morei 1 ano no México e lá vi tanta pobreza quanto no Brasil, mas o nível de violência no país(com exceção da fronteira com os EUA) nem de longe lembra o Brasil… esse tema é muito interessante e deveria ser objeto de um estudo sociológico porque iria derrubar vários mitos que existem por aí quanto às origens da violencia no Brasil… quem souber de algum material sobre o assunto, favor divulgar.

  • Eu já concordo mais com Pierre; penso que nossa violÊncia não é fruto apenas da pobreza, mas da desigualdade. E a desigualdade aqui não é só econômica, é cultural também. Uma característica que só o Brasil tem na América do Sul é a mistura de três etnias, totalmente desiguais entre si. O BRasil foi a país onde a escravidão perdurou por mais tempo. Quem vai à Bolívia, Peru, Equador, Chile e outros tantos países sulamericanos não vê negros por lá, pelo contrário, vê-se uma majoritária predominÂncia étnica dos povos nativos, ou seja, igualdade cultural. O branco no Brasil veio para dominar, ou seja, estabelecer desigualdades, o que também ocorreu nos outros países, mas sem praticamente a presença do negro escravo. Isso também porque, economicamente, a escravidão foi muito mais importante para a colônia portuguesa do que as demais colônias espanholas.
    ISto significa que nossas desigualdades vão muito além da concentração de renda. Nós vivemos num país onde uma pessoa mais clarinha tem a chance de um empreguinho melhor, ainda que seja menos qualificada. A desigualdade estética está presente na vida do brasileiro desde o dia em que ele nasce. A nossa violência atual é, também, fruto da falsa contenção de todas essas violências cotidianas durante muitos anos; afinal de contas nós sempre fomos rotulados como “povo cordial”.

    Essa desigualdade permanente só poderia formar uma cultura desigual, que pode ser controlada por um tempo, através de uma série de estratégias, mas isso não iria durar para sempre. Fatores como a impunidade só revelam quão desigual é nossa formação, pois as leis barsileiras nunca foram feitas pela maioria da população, salvo raras exceções. Foi a minoria mandatária que sempre redigiu as leis e criou a impunidade para se auto-proteger, só que hoje elas servem também aos criminosos do andar de baixo. Impunidade não é uma cultura, nem é causa. Impunidade é uma concepção legal, concretizada na lei e é consequência da ausência de democracia desde os primórdios de nossa formação.

  • Prezado Pierre,

    Boa matéria! Um outro exemplo é o próprio Brasil, que no passado era um país mais pobre e sem violência. Quando ainda criança me mudei para Olinda com meus pais e irmãos, não havia violência nas proporções atuais e a cidade era pobre e desigual.

    Há vários trabalhos que mostram que, numa amostra de países, há uma correlação muito pequena entre violência, desigualdade e pobreza. Nesses estudos, fatores que “explicam” níveis de violência diferentes entre países são: proporção de jovens na população e capacidade do Estado em combater o crime.

    Um abraço,

    Tiago

  • Concordo plenamente com todas as colocações postadas, quero apenas acrescentar que um fator prepoderante para toda a calamidade que passamos no Brasil chamasse GOVERNO, o Brasil é um pais sem referencial político e social não temos uma política governamental de irradicação das desiguladades sociais pelo contrário os governantes brasileiros estão apenas preocupados em se manter no poder ou manter seu grupo político no poder em detrimento das causas sociais e do desenvolvimento. O Brasil arrecada bilhoes em impostos chegando a quase 50% do PIB, sem retorno social apenas politicas assistencialistas em busca de votos. Temos ainda o fatasma da corrupção e da impunidade para os corruptos é um pais sem justiça e sem politicas sociais justas. O problema da violencia não esta miscigenação do nosso povo e sim na falta de inbvestimentos na educação , na saude publica e na segurança publica o Brasil continua sendo um pais das minorias dominantes independente da cor da pele pois somos um pais mestiço. Temos pobres brancos, pretos, pardos, etc. Enquanto fomos um pais formado de povo sem acesso a educação seremos um povo manipulado e pobre e violento. Pois muita gente ganha dinheiro neste pais em cima da pobreza, da violencia e do menor infrator e nada fazem para resolver o problema apenas criam ações feito criança esperança e tantas outras e arrecadam milhões e assim passam anos e anos e a situação é a mesma com mais crianças nas ruas em situação irregular e vamos inventar assistencialismo sem solução apenas para arrecadar e fazer de conta qua estamos fazendo algo. O problema do nosso pais e a total falta de carater e de respeito de muitos que só querem levar vantagem em cima da misseria de outros e nada fazem para solucionar a situação pois e da misseria que vem os votos para os corruptos.

  • É fácil culpar a desigualdade social pela violência. Difícil é explicar pq, apesar de ela sempre ter existido, a violência urbana e a criminalidade serem um fenômeno recente, dos últimos 30 anos.

    Acho que a criminalidade, sobretudo no Recife, decorre de um caldeirão de fatores pré-existentes (miséria, desigualdade, cultura, moral, etnias), catalizados por novos fatores (urbanização acelerada, drogas, impunidade, etc.). Pelo que, é um fenômeno complexo e difícil de reverter, infelizmente.

    Att.

    Sílvio Brito.

  • O crime pode ser visto a partir das finalidades visadas. É apenas uma das abordagens possíveis, mas parece-me bastante reveladora. Advirto que finalidade e motivação são diversos. A primeira é consequente em relação à segunda.

    Há dois grandes troncos principais de finalidades: a) a subtração patrimonial para acrescer ao próprio; b) a vingança em sentido amplíssimo, ou seja, a finalidade personalíssima, a revanche, a punição pessoal. Claro que há outras nuances.

    É muito comum que o crime de finalidade personalíssima – aquele que não visa à obtenção de vantagem material – bem como o crime cometido por loucos, não seja sensível ao temor da punição ou ao tamanho dela.

    Explico: o indivíduo instruído, com as finanças equilibradas, que mata alguém num acesso de raiva ou vingando-se por uma traição, não aprecia as consequências legais antes de fazê-lo. Para tais casos, maior ou menor pena são aspectos não inibitórios.

    A prática de crimes de subtração patrimonial, ao revés, revela-se sensível à percepção do risco da punição. Porque tais atividades guardam muita semelhança à prática empresarial. O criminoso lança mão de fatores em busca do resultado. Ele pesa risco e benefício.

    Essa é a teoria, amparada em estatísticas coletadas a longo prazo. A maior previsibilidade da punição, bem como o aumento das punições, são medidas eficazes para a redução dos crimes de subtração patrimonial.

    Os desvios da realidade brasileira evidenciam-se em: a) aqui, a subtração de patrimônio faz-se por meios nitidamente desproporcionais ao suposto risco (armas de fogo disparadas tolamente); e b) o criminoso não reage às variações das penas previstas, ou seja, não apenas não teme a punição, como não a concebe.

    Então, o arsenal teórico de abordagem do assunto mostra-se inadequado ao problema especificamente brasileiro e notadamente recifense. É preciso ver-se que a lei não é problema.

  • Pierre

    Esperei que você fizesse uma relação a mais entre a Bolívia e as causas da criminalidade. Que relação? Ora, você entrou no país da coca. Lembra logo a associação corrente aqui nas metrópoles brasileiras entre criminalidade (violência pesada) e as drogas. E lá, “cocalero” não é traficante nem as pessoas depois de mascarem umas folhinhas saem à rua agredindo os outros. Cabe, por isso, a pergunta: de que forma entra na equação causal da violência urbana aqui no Brasil – a exemplo de … – o trafico e o uso de drogas?

    • vai toma no cu
      rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

      era

  • gostei de todos^^

  • ninguem fala da desigualdade social de la

    eu queri saber como é?

    • pow é meu trabalho de geografia sou da escola anibal freire em olaria sou da 1804…………..?????

  • Péssimo seu ponto de vista, deserecer toda a cidade de La Paz sem conhecer a fundo sua historia, cultura, e vivência das pessoas… esqueceu de antes comparar – la como favela de explicar a posição geográfica do lugar. Bandidos, violência existem em todos os lugares. Ônibus bizarros?? o que vc diria então do transporte na Índia?? Tenha uma mente mais aberta qdo conhecer outro país explorado, antes de descrever com suas palavras sobre a situação de um lugar.

  • Ei pessoal, vivo em João Pessoa e tenho muita vontade de morar algum tempo fora do Brasil. Me inclino pela Bolívia devido ao custo de vida. Sou aposentado e tenho uma renda de aproximadamente 14 salários mínimos líquidos, o que acho que daria para viver algum tempo em Santa Cruz de La Sierra em situação mais confortável que aqui no Brasil. tenho interesse em manter contato com alguém que mora ou já morou em Santa Cruz ou outra cidade onde valha a pena passar uns dois anos e quem sabe……. até mais do que isso. Penso em uma cidade onde a internet seja boa para estar em contato com o mundo
    Desde já agradeço a todos que possam me dar informação. Meu e email aruom2@uol.com.br

  • Gostei muito de saber mais sobre a Bolívia. Obrigada! Estou procurando um lugar para viver onde eu não precise ter medo de ser assassinada por ‘NADA” e ainda pior… Morrer sabendo que o assassino NÃO

  • BRASIL: MAIOR MISÉRIA SOCIAL DA AMÉRICA DO SUL

    Só é possível perceber que o Brasil é o país mais miserável da América do Sul e um dos mais miseráveis do mundo, quando visitamos países como a Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai, onde não vemos nos seus cotidianos: pessoas falando alto, motoristas discutindo por uma buzinada no trânsito, pessoas pedindo esmolas em todas as esquinas e nos semáforos, crianças assaltando em bandos em plena luz do dia, polícia tratando mal as pessoas, lixo nas ruas, praças mal cuidadas, pessoas jogando lixo nas ruas, os patrimônios públicos sujos e desmoronando, falta de bandeiras da nação até nos prédios públicos, a tv não divulgando a violência diária em todos os cantos, as safadezas constantes dos políticos em todos os seus níveis, escolas caindo aos pedaços, desvalorização da própria cultura, etc., etc. e etc…! Estes países citados, bem como outros, são mais pobres que o Brasil e não é possível comparar a nossa qualidade de vida com a deles. Alguns podem tentar justificar que pelo fato nós sermos maiores os problemas também o são. Esta analogia é falsa, pois o que compensa a diferença é a nossa riqueza de recursos naturais, riqueza de belezas naturais (turismo), riqueza de uma costa imensa e muito mais…! Em contra partida somos os mais ricos em corrupção política e em leis que garantem aos poderosos a impunidade para promover a desgraça social no Brasil. Nossa educação, saúde e segurança pública são modelos de tristeza se comparados aos países da América do Sul. Cada vez mais estou convencido de que o Brasil jamais sairá desse marasmo social enquanto partidos políticos não forem tratados com a letra dura da lei e as cadeias ficarem repletas de seus membros compartilhando das benesses concedidas aos bandidos e relegadas aos homens de bem. Adoro meu país, mas tenho nojo dessa classe política imunda da contemporaneidade…! Prof. Almir Silva.

  • Gostei dos comentários faço mestrado na Argentina e já viajei por diversos países da América do Sul e tenho a mesma impressão a respeito da violência urbana os paraguaios são descendentes do guaranis povo de cultura milenar, os argentinos espanhóis e italianos ou seja, cultura europeia como o Uruguai. bastante semelhante a este, no Chile a cultura mapute com a europeia, na Bolívia Aimara , no Peru quéchua…. Ou seja, vemos países relativamente mais pobres que o nosso que não possui estes reflexos da violência urbana igual ao nosso no Nordeste existe um estado chamado Piauí que a violência é menor que a media dos demais assim como no norte o Tocantins também possui baixos índices ou seja, não são nenhum grande centro financeiro e econômico das suas regiões ou do pais. Por que a cultura destes lugares é mais ou menos semelhante o que não acontece nos Grandes centros do Nordeste e centro-sul onde a migração interna e a falta de impunidade provoca tais fenômenos. Infelizmente nós acostumamos com a corrupção e sempre acreditamos que a questão a questão de distribuição de renda explica tudo o que não é verdade em nenhum lugar um fenômeno explicar toda uma conjuntura social que estamos inseridos. É fundamental estabeler paralelo entre o que somos e para onde queremos ir. Pois da maneira que esta as coisas estamos em guerra civil e o narcotráfico vão invadir e preencher tudo como um câncer que mata o hospedeiro e a si próprio. A razão disso tudo é a educação pois quando tivermos uma sociedade civilizada e educada muitos dos problemas endêmicos do Brasil tais como violência urbana, corrupção aguda, cólera, dengue, verminose, saúde e por que não de segurança publica pois isso não vai acaba por que é bastante lucrativo segurança pessoal, carros blindados, cerca elétricas, alarmes, coletes… A policia não quer que isso acabe pois as drogas as armas que matam as pessoas que trabalham neste país vem das mesmas fronteiras pacificas que nós falamos é lamentável que sempre tomamos a iniciativa de concertar alguma coisa quando muitas pessoas morrem caso da boate kiss em Santa Maria-RS. Nossas autoridades apenas assistem isso como a maioria dos eleitores são passivos. Ser ativo ou ter iniciativa é uma questão de sobrevivência ou estilo de vida? Esta é uma discussão com muitos outros reflexos da multicultural sociedade brasileira. Que precisa “cambiar” ou o processo que nós cerca vai destruir tudo que nós acreditamos.

  • atualizem-se sobre casos de crimes contra a mulher na bolívia. lá é bem pesado nesse ponto.

  • COM UM SALARIO DE 4 MIL REAIS DS PRA MORAR NA BOLIA COM DIGNADE SIM OU NAO

  • boa tarde amigo leitor eu quero saber se morar na bolivia com um salario de 4 mil reais da pra se viver bem sim ou nao peco suas opinioes obrigado

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).