Bronca Pesada e Papeiro da Cinderela na mira do MPPE

fev 15, 2008 by     99 Comentários    Postado em: Atualidades

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O artigo do promotor Miguel Sales (ver post abaixo) me fez lembrar de uma notícia que li no OmbudsPE, parceiro nosso que faz o acompanhamento crítico da mídia local com foco nos direitos humanos. Trata-se na verdade de uma matéria do Observatório do Direito à Comunicação sobre uma ação civil pública do Ministério Público de Pernambuco contra os programas de TV “Bronca Pesada” e “Papeiro da Cinderela”.

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Reproduzo abaixo a matéria original – exemplo típico da série ‘coisas que você nunca não vai ler nos jornais locais’:

“Oh dúvida cruel, é do marido ou é do outro? Será que ele é filho de tiquim? Tiquim de um, tiquim de outro?”. A frase acima, pronunciada no quadro “Investigação de Paternidade”, veiculado no programa Bronca Pesada, de Recife, tinha o objetivo de fazer rir. Mas de engraçada não tem nada. Transmitido diariamente às 7h e às 12h25 pela TV Jornal do Commercio – que alcança a maior parte dos municípios do estado de Pernambuco, do litoral ao sertão – e conduzido pelo apresentador popularmente conhecido em Pernambuco por Cardinot, recordista em audiência na programação local, o programa é alvo de uma Ação Civil Pública (ACP) contra violações de direitos humanos na mídia. Protocolada no último dia 10 de dezembro, a ACP também trata do “Papeiro da Cinderela”, apresentado por Jeison Wallace, supostamente um programa humorístico, veiculado às 11h25, que diariamente ridiculariza os homossexuais.

“O que se enxerga nos programas sob enfoque, que passam ao largo de uma legítima expressão artística, é apenas um enfoque bizarro tanto de situações do cotidiano ou dos próprios seres humanos, ali escolhidos para servirem de troça aos telespectadores (…) Sob o manto dissimulado da comédia, o que na verdade se vê é a execração pública das pessoas humildes, de suas vidas privadas, de seu sofrimento e dramas pessoais. Dessa forma, tornam a realidade cruel, injusta, sofrida ou violenta de uma população já excluída, um motivo de zombaria para os que a assistem”, diz o texto da ação, que segue: “O que se vê é uma postura constante de veiculação e propagação de idéias preconceituosas, discriminatórias e homofóbicas e que atentam claramente contra princípios constitucionais, em especial a dignidade humana”.

Os promotores de Justiça Jecqueline Guilherme Aymar Elihimas e José Edivaldo da Silva, que assinam a ACP, pedem na Justiça a suspensão dos programas, uma indenização por danos morais coletivos no valor de um milhão de reais, a serem revertidos para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Recife, e a veiculação por 60 dias de um direito de resposta às violações veiculadas. Segundo eles, a TV Jornal do Commercio vem “incansavelmente” ferindo tanto a Constituição brasileira quando a legislação infraconstitucional em vigor no país, com destaque para o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso, a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas com Deficiência e os Pactos Internacionais de Direitos Civis e Políticos e de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, todos ratificados pelo Brasil.

Em seu Artigo 221, a Constituição Federal estabelece que a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão devem atender aos princípios, entre outros, de preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas e de respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família. Já o Pacto internacional sobre direitos civis e políticos afirma, em seu Artigo 26, que “todas as pessoas são iguais perante a lei e têm direito, sem discriminação alguma, a igual proteção da lei. A este respeito, a lei deverá proibir qualquer forma de discriminação e garantir a todas as pessoas proteção igual e eficaz contra qualquer discriminação por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, situação econômica, nascimento ou qualquer outra situação”.

Para os promotores, ao incitar o telespectador a zombar, ridicularizar, menosprezar ou maltratar, por exemplo, uma criança cuja paternidade não foi reconhecida, uma pessoa deficiente que apresenta dificuldade de expressão ou compreensão, a emissora comete “um evidente desrespeito aos valores éticos da pessoa e da família, viola a intimidade, a honra, a vida privada e a imagem dessas pessoas”. “Exercem, assim, papel de destaque para a introjeção de preconceitos sociais de toda ordem (…) além de expor as próprias crianças, idosos e deficientes referidos nos programas a situações de humilhação deploráveis”, afirmam.

O texto da ação cita uma decisão do Superior Tribunal de Justiça que afirma que as liberdades públicas não são incondicionais, e por isso devem ser exercidas de maneira harmônica. O preceito da liberdade de expressão, por exemplo, não consagra o direito à incitação ao racismo. “Isto implica dizer que a liberdade de imprensa, como qualquer outro direito, há que se sujeitar aos limites constitucionais, democraticamente outorgados”, dizem. “Democracia e a própria Liberdade, sustentam-se, outrossim, em pilares de respeito e equilíbrio entre diversos direitos individuais e coletivos”. Para a promotora Jecqueline Elihimas, as emissoras ainda têm muito que amadurecer no enfoque dado aos direitos humanos, sobretudo quando o discurso da liberdade de imprensa e de expressão é colocado em jogo.

Luta antiga

A Ação Civil Pública que agora corre na Justiça de Pernambuco é resultado de uma representação formulada por sete organizações da sociedade civil pernambucana contra os programas do apresentador Cardinot: Auçuba, Centro de Cultura Luiz Freire, Gajop, Instituto Academia de Desenvolvimento Social, Movimento Nacional de Direitos Humanos, Rede de Resistência Solidária e Sinos – Organização para o Desenvolvimento da Comunicação Social. Há vários anos as entidades acompanham a conteúdo veiculado e, por diversas vezes, tentaram dialogar com a emissora visando uma modificação na programação.”Tentamos chegar a um acordo. Em abril de 2006, houve uma audiência pública, quando eles admitiram que havia problemas nos programas. Disseram que melhorariam, mas até outubro não fizeram nada. Foi quando entramos com a representação”, conta Ivan Moraes Filho, articulador estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos.O Ministério Público Estadual instaurou então um procedimento administrativo e, durante um ano, também buscou o diálogo com a TV Jornal do Commercio, para que a emissora se retratasse perante o público e revertesse os danos causados com a programação veiculada. Uma minuta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) chegou a ser enviada ao canal, sem resultados.

“Eles reconheceram que havia problemas e chegaram a realizar algumas mudanças, mas foi algo muito pequeno perto do que desejamos. Tínhamos a expectativa de firmar o TAC, porque sabemos que o processo judicial é lento. Mas não foi possível. As violações ainda são grandes e por isso entramos com a ação”, explicou a promotora Jecqueline Elihimas.

Para Jecqueline, a ACP é resultado dessa movimentação da sociedade civil de Pernambuco em monitorar o conteúdo da programação televisiva e apresentar denúncias ao Ministério Público. “O MP já havia entrado com ações pontuais em relação à violações dos direitos das crianças e adolescentes principalmente nos meios impressos, com resultados positivos. O monitoramento da televisão é mais difícil. Por isso foi importante este acompanhamento mais constante da sociedade civil”, conta. “Apesar de ainda não termos tido um retorno do pedido de liminar, acredito que a perspectiva de julgamento é positiva. Acho possível que se obtenha êxito na ação. Em 2004, conseguimos uma decisão favorável em primeira instância que suspendeu o programa “Pernambuco Urgente”, da mesma emissora. O processo hoje está no Tribunal de Justiça”, relata.

Direito de resposta

Para que a condenação da emissora chegue o mais próximo possível da efetiva reparação das violações veiculadas e sirva de advertência para evitar sua repetição, a Ação Civil Pública exige que a emissora, em substituição aos dois programas, passe a veicular uma contrapropaganda, com mensagens voltadas exatamente à defesa dos direitos humanos violados. Assim como aconteceu com a ACP movida em 2005 pelo Ministério Público Federal em São Paulo contra o programa “Tardes Quentes”, do apresentador João Kleber, o direito de resposta seria produzido pelas organizações que entraram com a representação junto ao MP Estadual de Pernambuco com estrutura fornecida pela própria emissora.

“A idéia é produzir programas parecidos, no formato, com os programas hoje veiculados pela emissora, para mostrar que é possível fazer um programa que utilize uma linguagem próxima do povo e que, em vez de ser preconceituoso, que seja pautado em cobranças construtivas e que denuncie as violações de direitos humanos, no lugar de cometê-las. No caso do programa humorístico, queremos produzir algo que faça rir, que seja engraçado, sem para isso precisar discriminar. Pelo contrário”, afirma Ivan Moraes Filho.

“Quanto mais rápido estes telespectadores puderem receber o direito de resposta como contrapropraganda aos ensinamentos que a Requerida lhes repassou no sentido de menosprezar idosos, homossexuais, crianças, mulheres e outras pessoas vítimas da exclusão social, mais provavelmente poderão refletir e introjetar novos conceitos de respeito à diversidade e aos direitos humanos”, afirmam os promotores na ACP.

“Este é um momento histórico no nosso estado, porque nunca houve uma Ação Civil Pública em Pernambuco contra violações de direitos humanos em geral cometidas pela mídia. Esses programas têm muitos processos na área de infância e juventude, mas esta ação trata da violação de outros direitos. Politicamente, é muito importante para nós”, avalia Aline Lucena, da Sinos, uma das organizações que entrou com a representação junto ao Ministério Público. “Se conseguirmos o direito de resposta, será fantástico, mas o simples fato da ACP existir é fundamental para a sensibilização e início efetivo de controle social da sociedade civil pernambucana frente a esse tipo de programa”, acredita.

Como os programas também são recordistas em anúncios, as ONGs devem agora procurar as agências de publicidade e anunciantes dos programas para informá-los que há uma ação do Ministério Público contra a emissora. Outro trabalho visa a uma aproximação com o Ministério Público Federal – que recebeu a mesma representação e até agora não se manifestou sobre o assunto – e com o Poder Judiciário.

“Já temos essa parceria com o MP Estadual, mas precisamos dialogar com o Federal e com o Judiciário. É um desafio para a sociedade civil organizada que luta pelo direito humano à comunicação se aproximar dos juízes, para que comecem a responder de forma positiva às denúncias apresentadas. Este ainda é um espaço impenetrável. Sabemos que a ACP é o primeiro momento de um grande caminho, cheio de desafios. Mas o processo em si já é extremamente rico”, conclui Aline Lucena.

99 Comentários + Add Comentário

  • São programas de puro mau gosto. Todavia, não concordo com a ACP. Trata-se de tentativa velada de limitar a liberdade de expressão. Quem não gostar, que desligue a televisão.

  • Cardinô nunca soube se quer ser jornalista ou humorista. Por isso, não faz nenhuma das duas atividades direito.

    Já tava na hora de alguém pegar no pé desse pessoal. Eles humilham as pessoas que aparecem nesses programas.

  • “Quem não gostar que desligue a televisão”. Acho que o colega esqueceu que a televisão é uma concessão pública, e que a liberdade de expressão não exime de responsabilidade a prática de crimes e o desrespeito ao direitos humanos.

    Os canais de TV não são uma propriedade que seus donos podem fazer o que bem entender. O espectro é patrimônio público, e na utilização das concessões os concessionários devem atender ao interesse público, coisa que esses programas, convenhamos, passam longe.

    Há uns três anos, acho, o Programa Direito de Resposta, obtido por decisão judicial contra o Programa de João Kléber se tornou um marco na luta pela democratização da mídia, na luta pelo respeito aos direitos humanos. Se o MP conseguir algo do tipo aqui no estado será um avanço notável.

  • Principalmente o senhor Cardinot fala o que “dá na telha”, mostra no programa o que ele quer (ver post abaixo), e ainda por cima se fala em liberdade de expressão…..
    Cuidado com as deturpações de idéias.

  • Concordo com Adrualdo, é uma tentativa de censura, inadmissível na atual ordem constitucional. As pessoas citadas em reportagens do Cardinot ou em quadros da Cinderela, podem, individualmente, entrar com ações de indenização ou danos morais, mas absurdo é querer censurar o programa todo.

  • Caro Rodolfo,

    seus argumentos servem para justificar a censura. Serviram para justificar o fechamento da rede de TV venezuelana pelo quase-ditador.
    O programa é péssimo, mas tem gente que gosta, fazer o q?
    Esse papo de concessão pública não me engana. A concessão de televisão tem que ser interpretada com base na Constituição e lá o direito à liberdade de expressão está garantido.
    Liberdade de expressão: isto sim é de interesse público.

  • Já que os amigos falaram em Constituição, chamo a atenção dos mesmos para o art. 221:

    Art. 221 A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
    [...]
    IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.

    espero ter ajudado o debate.

  • Cardinot fala o que quer e o que não quer, é um jornalista independente, ou seja, não tem patrão para controlá-lo. A Constitui garante a liberdade de expressão, mas pune a injúria, a calúnia e a difamação. Teve um caso recente de um jovem que se suicidou, atirando-se de um prédio em Piedade. Cardinot falou em seu programa que o pai violentava esse rapaz desde criança. Pois bem, o tal jovem era irmão de um grande amigo meu e decidiram processar Cardinot pelas mentiras que proferiu no programa, aumentando ainda mais a dor da família.

    Eu acho que a programação da TV aberta, de um modo geral, é um lixo. As grandes emissoras desenharam suas grades observando o aumento do poder aquisitivo das classes C, D e E na década passada. Houve aumento expressivo no número telespectadores dessas camadas, uma vez que ficou mais fácil para elas, com o fim da inflação, adquirirem bens duráveis, como a TV.

    Também vivemos em um tempo em que as pessoas preferem assistir a programas que beiram o surrealismo. O Big Brother Brasil traz personagens acéfalos e seminus como principal atrativo do programa. É isso que estão nos empurrando goela abaixo, em matéria de entretenimento.

  • Art. 5o. IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

  • Cristiano, entidades de Direitos Humanos exerceram o direito de ingressar com uma representação no Ministério Público para coibir tais atos lesivos e o abuso da liberdade de expressão, configurando um exercício ilegal da concessão. Tal ação vai bem mais além do que o mero ingresso de ações individuais.

    Adrualdo, cada um entende um que quiser não é verdade. Pra você pela liberdade de expressão cada um pode falar o que quiser, sobre qualquer um, sem se responsabilizar por eventuais danos causados. Felizmente o judiciário tem se mostrado com uma posição diferente da sua, com diversos casos de indenização por danos morais contra veículos de comunicação por irresponsabilidade em suas publicações.

    A Ação do MP vai além, e propôe o debate do controle público das concessões. Repito, a concessão é pública, os concessionários não podem fazer dela o que bem entenderem, têm que respeitar a lei. Temos que acabar com esse mito existente no Brasil de que a mídia pode tudo. Toda atividade

    Vou achar muito interessante um eventual Direito de Resposta às entidades de Direitos Humanos nos horários desses péssimos programas.

  • Art. 5º IX: é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

    Mesmo artigo (5º) inciso X: são invioláveis a intimidade, A VIDA PRIVADA, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

    “Mas acho que eu tenho a “liberdade de expressão” pra falar o que eu quiser!”

    SERÁ?
    :P

  • Será?
    Não!

  • Quando um povo se contenta com programas pornográficos, ainda mais vitimando crianças e adolescentes, o que esperar da educação e da cultura deste país? Há de se conciliar a liberdade de expressão com a finalidade educativa que deve ter todos os meios de informação. Não confundir liberdade de expressão com libertinagem bizarra e prejudicial à formação da nosas crianças e juventude. Acho que o promotor miguel Sales está coberto de razão em censurar o programa do Cardinot, naquilo que ele tem de mais deplorável. Que tem a ver o diário das meninas com a apuração dos autores do crime!!! É preciso ter censatez e parar de ser imbecis e debelóides. Ainda bem que há uma parte da imprensa que é séria no nosso Brasil. De parabéns o Acerto de Contas.

  • Ei, que história é essa que “Cardinot fala o que quer e o que não quer, é um jornalista independente, ou seja, não tem patrão para controlá-lo.” ? Cardinot tem patrão, sim. E ele vai falar o que quiser e o que não quiser enquanto isso gerar audiência e lucro pro patrão dele. Quando ele não conseguir mais isso, estará na rua no dia seguinte. É igualzinho a um funcionário de qualquer empresa privada.

    Mas voltando ao tema da “liberdade de expressão”. Quem é que tem “liberdade de expressão” nesse país, senão o poder econômico e político? A sociedade é muito mais plural e diversa do que o que vemos representado pelos grupos detentores das concessões PÚBLICAS de TV e rádio. E esta pluralidade e diversidade não estão presentes na programação dos nossos veículos de comunicação. Logo, a tão falada “liberdade de expressão” que alguns defendem simplesmente não existe. A menos que o que se defenda seja a liberdade de expressão dos patrões e da elite econômica e política do país. Essa aí, de fato, está assegurada.

    Quem quiser conhecer melhor o caso do Programa Direitos de Resposta, que Rodolfo mencionou, pode baixar a íntegra do livro “A Sociedade Ocupa a TV” neste link:
    http://www.intervozes.org.br/destaque-4

    O livro conta a história da ACP movida pelo MP de São Paulo junto com organizações da sociedade civil contra o Tardes Quentes, que teve como resultado a realização do Direitos de Resposta e o fim do programa de João Kleber.

  • Caro Rodolfo,
    “Pra você pela liberdade de expressão cada um pode falar o que quiser, sobre qualquer um, sem se responsabilizar por eventuais danos causados”.
    Eu não disse isso. Ao contrário. Acho que cada um é responsável pelo que fala, só não pode ser IMPEDIDO PREVIAMENTE ou GENERICAMENTE de falar.
    Veja só o pedido: “a suspensão dos programas, uma indenização por danos morais coletivos no valor de um milhão de reais, a serem revertidos para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Recife, e a veiculação por 60 dias de um direito de resposta às violações veiculadas”.
    Que singelo não? Por não pede logo o fechamento da TV?
    Amigo, para que a Constituição seja respeitada, devem ser apontadas violações concretas a direitos individuais ou incitação ao crime. Calúnias ou crimes parecidos devem ser punidos pela apuração POSTERIOR do fato, com eventual direito de resposta pelo agredido.
    Não conheço todas as decisões do Judiciário a respeito, mas acho que não é bem assim não…
    E, mais uma vez, esse seu papo de concessão pública é justificativa para censura.

    Cara Rê,
    Em que parte você considera que a vida privada de algum indivíduo está sendo violada nos programas mencionados? Isto justifica a “suspensão” do programa?
    Sim, vc pode escrever o que quiser, vc vive numa democracia liberal.

    Cara Mariana,
    O que você propõe? Que façamos como Hugo ditador? Vamos fechar a Globo? Que tal pedir aos telespectadores de Cinderela e Cardinot que assistam aos interessantes debates da TV Lula, pagos com nosso dinheiro sua pra ninguém ver?

    Sou contra a censura e a favor da democracia.

  • Bom o debate!
    É bom registrar que o fim em sí mesmo das emissoras de TV aberta é o lucro. Em nome do aumento da rentabilidade dos veículos vale tudo. É bem verdade que pode haver emissoras mais ou menos criteriosas. Mas, vamos observar a programação da líder em audiência, por exemplo. Cada filme ou programa passa valores. Vamos começar a contar quantas mortes ocorrem nas obras de ficção. É o mocinho matando. Ah o artista pode matar! Não é a banalização do assassinato, do crime?… a banalização da morte? E depois a gente se organiza e faz uma passeata contra a violência… convenhamos. É urgente que a sociedade participe da discussão sobre uma programação televisiva (dos meios de comunidação) mais responsável.

  • Sou contra a censura prévia, mas totalmente a favor da penalização posterior de “jornalistas” ou “radialistas” asquerosos como Cardinot e Tarcísio Bocão.

    O caminho certo é a ação judicial embasada em casos concretos de desrespeito às leis. O caso de Bocão é ainda pior, porque a Rádio Folha tem concessão PÚBLICA de rádio EDUCATIVA.

  • Ação Civil Pública foi movida pelos Promotores
    JECQUELINE GUILHERME AYMAR ELIHIMAS e JOSÉ EDIVALDO DA SILVA,

    Abaixo, trechos da Ação, e que eles sirvam para contribuir ao debate neste fórum.

    À página 4 do Requerimento da A.C.P.:

    “Liberdade de expressão. Garantia constitucional que não se tem como absoluta. Limites morais e jurídicos. O direito à livre expressão não pode abrigar, em sua abrangência, manifestações de conteúdo imoral que implicam ilicitude penal. As liberdades públicas não são incondicionais, por isso devem ser exercidas de maneira harmônica, observados os limites definidos na própria Constituição Federal (CF, Art. 5º, § 2º, primeira parte).”

    DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL:

    (…)
    “Art. 220.
    § 1º – Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.

    Repare-se que já naquele primeiro parágrafo do art. 220, o constituinte exigiu obediência aos incisos IV, V, X, XIII e XIV do seu Art. 5º. De tal sorte, que ao exercer o direito a liberdade, o detentor deste direito também se subordina aos comandos contidos naqueles outros dispositivos ali referidos, os quais impõem:

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
    (…)

    IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

    V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

    X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

    E a Constituição Federal estabelece, ainda, mais adiante, algumas restrições quando edita:

    § 3º – Compete à lei federal:
    I – regular as diversões e espetáculos públicos, cabendo ao Poder Público informar sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada;

    II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente.

    § 5º – Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio.

    Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:

    I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;

    II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;

    III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;

    IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.

    Por sua vez, o vigente Código Civil de 2002, trazendo literal dispositivo a regular a matéria do dano moral, assim estabeleceu:

    Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.

    Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.

    E ainda, reportando-se a estes artigos ao tratar da obrigação de indenizar, proclama:

    Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

    Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.”

    E segue o dito Requerimento:

    “(…)

    É bom que se diga, que as crianças e adolescentes telespectadoras destes programas, até pelo horário em que vão ao ar, são CONSUMIDORAS deste serviço – prestado por concessão pública. E como consumidoras que são estão protegidas pelo Código do Consumidor. Como restou claro, configurado o DANO MORAL COLETIVO, cumpre que seja ressarcido o prejuízo causado a este público coletivo do Estado de Pernambuco. Isto é o que foi previsto no inciso V do artigo 1º da Lei n° 7.347/85:

    “Art. 1º – Regem-se pelas disposições desta lei, sem pejuízo da ação popular, as ações de responsabilidade por danos morais e patrimoniais causados. (grifamos)

    E na esteira do que foi enunciado na Constituição Federal, Art 5°, inc. V, a indenização por DANO MORAL, foi igualmente assegurada no Código de Defesa do Consumidor, nos incisos VI e VII do artigo 6º:

    Art. 6º São direitos básicos do consumidor:
    ………………………………………………………………………………………..
    VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos;

    VII – o acesso aos órgãos judiciários e administrativos, com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, asseguradas a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados.”

  • Meu caro Adrualdo

    Sugiro a você o post logo abaixo (quanto aos programas citados) ou, então, simplesmente assisti-los.
    E sugiro, também, que não faça um mau uso dos artigos da CF, descontextualizando-os.

  • E tirar o programa do ar pode ser um meio ABSOLUTAMENTE LEGÍTIMO de punir abusos recorrentes.

    Liberdade de expressão tem limites. Ela deve atender ao interesse público, não servir de escudo para atos ilegais.

    Gostaria muito de ver o que o sr. Adrualdo faria se ele mesmo, ou um parente próximo, fosse vítima da sanha irresponsável de algum cardinô.

  • Eu amo o programa de ambos, acho engraçado e não deve ser tirado do ar. É minha opinião e não adianta argumentar contra.

  • Cara Rê,

    Não descontextualizei nada, aliás, aceite você minha sugestão, leia menos autores “comprometidos” com a moral pública em detrimento do meu e do seu direito de assistirmos o que quisermos.
    No mais, os programas são péssimos, não gosto não.

    Caro Felipe,

    Eu não gostaria que isto acontecesse nem comigo nem com minha família. Ah, e nem com a sua também. Todavia, se algo ilegal acontecesse, buscaria meus direitos INDIVIDUAIS.

    Censura prévia é coisa de ditadura.

  • Esse povo é doido! Já pensou se todo programa ruim fosse tirado do ar? Quem será o juiz? Esses comentadores daqui? hahahahhahah

    Tenho pena desse povo…

  • “com a moral pública em detrimento do meu e do seu direito de assistirmos o que quisermos”.

    Este direito, nós temos!
    Só não temos o de …..blá….blá….blá* (Em síntese: fazer mau uso do direto à liberdade de expressão, expor a vida privada, etc…..)

    ______________
    * ver outros comentários: Felipe, Rê, André…etc……

  • Este blog tá cada vez mais polemico. Parabéns a todos pelo debate, mas tenho que concordar que o MP gosta de ações “censuradoras”. Essa ação é muito ampla, não dá para saber se houve uma agrassão específica. No caso da Tarila houve abusos, tem que apurar e punir, mas proibir o programa acho que é demais.

    Abraço.

  • O preceito da liberdade de expressão, por exemplo, não consagra o direito à incitação ao racismo.

  • Infelizmente a liberdade de expressão no Brasil é usada mais para a baixaria e o pornográfico. Somos consumidores do lixo e a nossa cultura e formação, em geral é baixa. Resulta disso meninas de 10, 12 anos se prostituindo e depois mendingando nas ruas. Os meios de comunicação também contribui com esse estado de miséria social e cultural. A leis a a Constituição não se cumpre, por isso temos uma classe política também tão suja e corrupta, eleita por esse próprio povo que defende programas de baixaria, como o de Cardinô. Juízo gente! A televisão bem que poderia contribuir para elevar o nosso grau de educação e cidadania.

  • É simples sugerir mudar de canal quando o horário de exibição desses programas são justamente quando as crianças chegam da escola ou estão aguardando partir para esta. Que tipo de referências ou contribuição oferecem a sociedade seja ela de qual classe social for. Não há comicidade nem prestação de serviço, é literalmente uma porcaria. O povo, fraco de valores, permite a veiculação desses tipos de programas que envergonham a sociedade pernambucana. Liberdade de expressão não é macular a dignidade do cidadão publicamente. Os Senhores Promotores Públicos fazem seu papel, sem heroísmo, mas com uma pequena contribuição capaz de amenizar os danos de uma sociedade socialmente tão esfacelada.

  • “Esse papo de concessão pública”? Caro Adrualdo, não é “papo” de concessão pública, é a lei, e a lei da democracia liberal que você tanto defende.
    Além da liberdade de expressão a CF prevê a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da república, o respeito às diferenças, e o interesse público na utilização das concessões de rádio e TV.
    Quando um programa fere a dignidade dos homossexuais, das mulheres, do pobres, não há interesse individual a ser tutelado, cabe, sim, ao MP cumprir a sua função.
    Toda atividade profissional tem algum tipo de controle, temos os diversos conselhos profissionais que regulam a atividade profissional de suas respectivas áreas. Não entendo porque só a atividade da imprensa deve ter essa “intocabilidade”.
    “Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil.”
    Numa democracia o acesso à informação e, mais, o acesso á comunicação deve ser amplo. E disso passamos longe, com a liberdade de expressão sendo exercida pelas 8 famílias que detêm a propriedades dos grandes de comunicação do país.

  • Meus amigos, é bronca, muita bronca nesse post de hoje!

    Cardinô e Cinderela tem que ser responsabilizados pelo que fazem no ar. Não é possível que não hajam limites pra o que eles fazem.

    Além disso, é “humor” da pior qualidade, ridicularizando pessoas de pouca educação que não têm discernimento pra se defender. Chega de usar concessão pública para explorar a miséria alheia.

  • Adrualdo,

    Eu e vc podemos defender nossos direitos individuais.

    O Ministério Público tem que defender os direitos coletivos.

    Por isso a ação do MP contra esses programas criminosos é tão importante.

  • É isso aí Felipe!
    ;)

  • Em nome do “sagrado direito de assistirmos ao que quisermos”, que tal se eu quisesse assistir um programa que incitasse ao racismo? ou à violência? ou à discriminação sexual? ou que pregasse o extermínio dos judeus? ou tudo isso junto?

    Ninguém poderia fazer nada? Em nome da liberdade de expressão?

    É óbvio que esses programas devem ser multados, ou mesmo sair do ar, se ficar constatado desrespeito às normas básicas da Constituição.

  • Caro Rodolfo e Felipe,

    1. Tudo tem limite, até a liberdade de expressão. Isto é óbvio. Daí a utilizar argumentos de “valores da família” para tutelar a escolha individual… Isto para mim é um coletivismo barato, que tende a nos tornar escravos dos “juízes da moral”.
    2. Estão acusando os programas de racismo! Se existe mesmo racismo aí a coisa vai pra outro caminho. Afinal, jamais defendi qualquer valor como absoluto.
    3. Caba a cada família controlar o acesso dos filhos à TV, não quero o estado decidindo o que vejo ou não.
    4. O MP tutela direitos difusos Felipe, mas não pode deixar um dos maiores direitos difusos de lado, qual seja, você já sabe, a LIBERDADE, entre elas a de expressão de pensamentos.
    5. Tirar o programa do ar é um absurdo à luz dos valores de liberdade que uma democracia deve assegurar. Quem quiser controle prévio de programação que vá morar na Venezuela ou em Cuba.
    6. Finalmente, temos várias formas de punir quem ultrapassa o limite da liberdade de expressão. Ações penais, civis reparatórias, etc. nenhuma delas prevê censura prévia. Repito: tirar o programa do ar é censura prévia, sim.
    Perguntinha para os defensores da moral: quem vai nos tutelar? Uma comissão de sábios? Quem sabe o que é melhor pro meu filho? Eu, ou um burocrata pago pelo Estado?

    Nossa democracia é frágil, tenho medo do que teorias do politicamente correto podem fazer com ela. Projetos com este fim foram definitivamente arquivados, pelo bem da nossa democracia. Espero que o Judiciário siga o mesmo caminho.

  • Nome errado, é que usaram meu comp…

    Caro Rodolfo e Felipe,

    1. Tudo tem limite, até a liberdade de expressão. Isto é óbvio. Daí a utilizar argumentos de “valores da família” para tutelar a escolha individual… Isto para mim é um coletivismo barato, que tende a nos tornar escravos dos “juízes da moral”.
    2. Estão acusando os programas de racismo! Se existe mesmo racismo aí a coisa vai pra outro caminho. Afinal, jamais defendi qualquer valor como absoluto.
    3. Caba a cada família controlar o acesso dos filhos à TV, não quero o estado decidindo o que vejo ou não.
    4. O MP tutela direitos difusos Felipe, mas não pode deixar um dos maiores direitos difusos de lado, qual seja, você já sabe, a LIBERDADE, entre elas a de expressão de pensamentos.
    5. Tirar o programa do ar é um absurdo à luz dos valores de liberdade que uma democracia deve assegurar. Quem quiser controle prévio de programação que vá morar na Venezuela ou em Cuba.
    6. Finalmente, temos várias formas de punir quem ultrapassa o limite da liberdade de expressão. Ações penais, civis reparatórias, etc. nenhuma delas prevê censura prévia. Repito: tirar o programa do ar é censura prévia, sim.
    Perguntinha para os defensores da moral: quem vai nos tutelar? Uma comissão de sábios? Quem sabe o que é melhor pro meu filho? Eu, ou um burocrata pago pelo Estado?

    Nossa democracia é frágil, tenho medo do que teorias do politicamente correto podem fazer com ela. Projetos com este fim foram definitivamente arquivados, pelo bem da nossa democracia. Espero que o Judiciário siga o mesmo caminho.

  • Discordo do Adrualdo!!!

  • Aliás, se Cardinot não for racista… o que mai pode ser?

  • Adrualdo,

    Eu não defendi censura prévia e sim a punição a posteriori por excessos cometidos.

    Se houver excessos nos programas, multar a emissora e/ou o apresentador é uma opção.

    Mas e se houver reincidência? Multa mais alta. E se não resolver? Tirar do ar por um dia. Se mesmo assim as barbaridades continuarem, por que não tirar o programa do ar por uma semana, ou um mês? Ou em definitivo, caso nada resolva?

    Repito: não sou a favor de censura prévia, mas de uma avaliação do que os programas já levaram ao ar. Se os limites da liberdade de expressão forem ultrapassados, ação judicial neles!!!!

    Na hora de definir os horários de cada programa, o ideal é que a decisão fosse coletiva: um conselho amplo, formado por representantes de vários setores, poderia tomar essas decisões. Nunca uma pessoa só.

  • Esses programas do gênero do Cardinot só humilham quem é pobre, aleijado, ou homossexual. Alguém já viu o Cardinot atacar nenhum político, juiz, senador ou empresário sem caráter (e desses aí pernambuco tem bastante).

    Citando o comentário da nossa colega Mariana Pires aqui neste post: “Mas voltando ao tema da “liberdade de expressão”. Quem é que tem “liberdade de expressão” nesse país, senão o poder econômico e político? … A menos que o que se defenda seja a liberdade de expressão dos patrões e da elite econômica e política do país. Essa aí, de fato, está assegurada.”

    Agora, achar que tais “pogramas” não devem ser punidos em nome da liberdade de expressão, isso já é demais. Tais programas ferem princípios de igualdade, direitos humanos, ética, e até de democracia.

    Saudações,
    Joao Mendonca

  • Acho interessante nesta discussão que as pessoas vejam o filme “Boa Noite, Boa Sorte”. Bem, a TV pode mostrar as maiores besteiras, mau gosto e apelação, mas temos, numa democracia, de defender até o fim a liberdade de expressão e manifestação de pensamento.

  • Só Cardino e Cindelera desreipeitam os mais himildes, a segregação social causada pela elite egoísta e pelos falsos politicos e religiosos que sobrevivem as custas da miséria por eles criadas.O padrão social vem sendo cultuado há anos.

  • O programa de Cardinot serve pra mostrar o que as autoridades escondem, tem sim sua função jornalistica, e usa o bom humor pra quebrar a miseria que é a vida dos mais desprovidos dos serviços publicos.

    prefiro Cardinot que a mentira do Bom dia pernambuco da Globo, que mostra receita de tapioca e as maravilhas de Porto de galinhas,

    Mande esses promotores e o ministerio publico procurar serviço nas safadezas dos nossos politicos cinicos e sem escrupulos.

    Seus Promotores, experimentem andar por nova descoberta e comparem com a av. boa viagem, é tudo recife, mas tem uma grande diferença.

    E quanto a Cinderela é uma zona mesmo, igual ao senado em Brasilia,

    Durma com uma bronca dessas.

    .

  • ACHO QUE OS PROMOTORES DESTA ACP E OS ÓRGÃOS DO JUDICIARIO QUE SE PROPÕE A DEFENDER OS INTERESSES DOS CIDADÃOS BRASILEIROS DEVERIAM SE PREOCUPAR COM ILEGALIDADES QUE AFETAM A POPULAÇÃO DE FORMA MAIS ABRANGENTE, AGRESSIVA E DESCARADA, COMO A PRATICA DE CARTEL NOS POSTOS DE COMBUSTIVEL NA CIDADE DO RECIFE. O QUE FAZEM NESTE CASO? CARDINOT E CINDERELA É MAIS IMPORTANTE?

  • Não poderia o programa pseudopolicial “Bronca Pesada”, do apresentador “alma sebosa” Cardinot, ser exibido em outro lugar senão em Recife, Pernambuco.

    O Recife transformou-se no paraíso dos marginais! Em todos os níveis da sociedade, inclusive utilizando-se da mídia. É a cidade onde tudo pode! Lugar de ausência completa de autoridade pública. Onde ainda tem gente que é fã de carteirinha e defende esse sujeito e seu lixo de programa, usando como desculpa a defesa da democracia e do direito de livre expressão.

    Meu quase xará Adrualdo parece que mora no Estados Unidos, não em Pernambuco. Respeito aos direitos humanos em Pernambuco, só através da justiça. E olhe lá. Justiça essa que não funcionará nunca enquanto tiver pessoas como você defendendo a balburdia em nome da democracia.

    Acorda, Adru!

    Se faz necessário mudar o perfil desses meios de comunicação de massa de Pernambuco. É preciso buscar a valorização da dignidade humana na programação de TV local com o acompanhamento da programação de televisão punindo os programas que – de forma sistemática – desrespeitam leis, princípios constitucionais e convenções internacionais assinadas pelo Brasil. Não se pode confundir isso com censura, falso moralismo ou classificação ideológica, pois tal intervenção tem como parâmetros exclusivos instrumentos jurídicos que são conquistas históricas, fruto do esforço e da reflexão de gerações de cidadãos.

    Torço para que Cardinot receba o repúdio merecido e a punição cabível à sua conduta, para que outras pessoas como ele não entre, diariamente, em nossos lares através dos veículos de comunicação.

    Leia o meu texto sobre o assunto: http://www.adrofig.oi.com.br/textos/texto3

  • Comecem a analisar a pessoa desse “cidadão” que atende pelo pseudônimo de Cardinot, pelo acontecimento divulgado amplamente na internet que enfocava as agressões físicas praticadas com excessiva violência contra seus filhos, especialmente contra o filho varão, que começou no WC do Restaurante Boi Preto, estendendo-se até à calçada, na qual estavam motoristas de táxis que foram ameaçados apenas por esboçarem expressões de que pretendiam intervir.
    Ano passado também, apresentou em seu programa um cidadão residente em Camaragibe casado civilmente com uma senhora mais jovem, com quem teve um casal de filhos gêmeos, expondo intimidades de ambos, inclusive, provocando as perguntas previamente elaboradas, questionando a legitimidade da paternidade sugerindo que se tratava de fruto de adultério e criicando até o juiz por deferido pensão alimentícia para as crianças, o advogado do programa de forma equivocada falava que não havia violação da privacidade da família nem atentava contra o inviolabilidade da condição de menores, destaque-se impúberes, com apenas 1 ano de nascidos, esquecendo que essas crianças irão crescer e, fatalmente, irão submerter-se a constrangimentos ao tomarem conhecimento dessa abominável atitude, tenho o filme do programa comigo, tentei dissuadi-los antes da exibição do programa e me disseram que não retrocederiam e que eu pudesse adotar as medidas juicias com as quais eu lhes ameaçava. O processo que envolve interesses de incapazes, na maioria dos casos correm em segredo de justiça, mas para o radialista/humorista negro Cardinot, não existes limites que ameacem seu faturamento e a vaidade irracional que lhe acomete.

  • Quero apenas parabenizar o Ministério Público, pela ação proposta.

  • Será a volta da censura prévia? Somente programas como o de Cardinot e Cinderela devem ser ‘mirados’ pelo Ministério Público de Pernambuco?

    Cadê as novelas da poderosa Rede Globo, que em pleno horário nobre, mostra a milhões de pernambucanos em rede nacional cenas de sexo, traições e drogas, como se fosse algo de bom gosto. Por que será que o MMPE não vê essas aberrações tão evidentes em nosso dia-a-dia.

  • o nosso querido ministerio publico deveria fazer um leventamento do nosso querido hospital da restauraçaõ e de outros pra saber o que é humilhar e e contra os direitos e deveres de um cidadão, e só depois comparar cinderela ,cardinot pra ver quem relamente precisa de uma punição.é muito vergonhoso ver pessoas tentando tapar o lindo sol da bandeira… fazendo tempestade em copo d’ agua e fingindo estar tudo bem…. meus queridos vão passar uma noite na emergencia de um hospital publico.com certeza cinderela e cardinot vão sair perdendo em baxaria….

  • Essa é a prova de fogo da democracia.

    Todo mundo quer liberdade de expressão, mas não gosta quando não é a “sua liberdade de expressão”.

    Aqueles que querem calar esses talentosos comunicadores estão querendo aparecer, com inveja, almejando seus lugares ou não compreenderam ainda o que é democracia.

    Infelizmente nossa imprensa tem medo de defender a democracia.

  • Por que os programas são criminosos? Seria por que mostram a vida como ela é? A que tipinho de pessoa esses programas ofendem? E a que tipinho agrada?

    • Agora durma com uma bronca dessa!!! rsrs(Eu gosto de ler os debates sob protesto adoro Cardinot rsrs

  • A liberdade de expressão não se desatrela da responsabilidade civil ou criminal. Fale, mas resosnda pelos abusos. Quanto as pessoas ingressarem com a ação individualmente, é bom lembrarmos que as nossas crianças da sexta série não conseguem entender o que lêem, logo, os adultos saberão interpretar o que está no ordenamento jurídico Brasileiro. Espero que os responsáveis sejam responsabilizados e que no final prevaleça o seguinte jargão: “DURMA, SEU IRRESPONSÁVEL, COM UMA BRONCA DESSA”.

  • corrigindo o texto anterior:
    A liberdade de expressão não se desatrela da responsabilidade civil ou criminal. Fale, mas resposnda pelos abusos. Quanto as pessoas ingressarem com a ação individualmente, é bom lembrarmos que as nossas crianças da sexta série não conseguem entender o que lêem, logo, os adultos não saberão interpretar o que está no ordenamento jurídico Brasileiro. Espero que os responsáveis sejam responsabilizados e que no final prevaleça o seguinte jargão: “DURMA, SEU IRRESPONSÁVEL, COM UMA BRONCA DESSA”.

  • mandar os promotores levar este pessoal ¨BONZINHO ALMAS SEBOSAS¨ para morar com eles.

  • Respondendo ao sr.João Mendonça, que diz, sintetizando, que o Cardinot, não faz referências a pessoas de poder, discordo, e provo, na seguinte matéria; TRAFICANTE DE CAMARAGIBE, aonde é noticiado, não só pelo Cardinot, mas também pela TV GLOBO, e no seu site http://www.pe360graus.com.br , da prisão do acusado de ser traficante, o sr. MARCELO CAMPOS, aonde Cardinot, fez referência ao Pai do acusado, como pessoa de grande influência, e pior, fez referência, a serem parentes de um determinado JUIZ DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO, AONDE, A JULGAR PELO SOBRENOME, SÓ PODE SER OS DRS.FAUSTO CAMPOS E LUCIANO CAMPOS, POIS AO MENOS NA LISTA DE NOMES DE JUÍZES NO SITE OFICIAL DO TRIBUNAL, NÃO CONSTAM OUTROS COM ESTE MESMO SOBRENOME, “CAMPOS”, então este é um dos casos em que nem memso os importantes se salvam das garras do CARDINOT.

  • Importante debate está sendo feito neste blog. Vou repetir o que já citei outras vezes aqui, melhor seria se ele fosse feito no horário do Big Brother, do Cardinort ou da Cinderela, pois tem, sem dúvida, mais relevância e contribuiria para o crescimento e para educação para os direitos do que tais programas. Mesmo que algumas pessoas achem que concessão pública é um blá blá blá para censura, eu acredito que ela é ainda um dos poucos instrumentos que nos restam para lutarmos por uma mídia democrática.
    Como já foram citados importantes artigos da CF que dizem respeito à função social dos meios de comunicação, como o 221 e sobre a liberdade de expressão (que tem o limite do bom senso e do respeito às diferenças), cito aqui outra lei que justifica a ação de órgãos públicos em casos como este. O Estatuto da Criança e do Adolescente em seu Art. 4 diz o seguinte: “É direito da família, da comunidade, da sociedade em geral e do PODER PÚBLICO assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.
    Dentre tantas outras formas que teríamos de justificar sim uma intervenção do poder público na programação, escolhi esta, pois traz a tona outra recente discussão que foi tb taxada de censura que foi a classificação indicativa.
    Legalmente, cabe sim ao Estado e ao poder público regulamentar a programação televisiva para atender aos interesses e requisitos para os quais a concessão foi atribuída. Logo, se um programa fere a dignidade, por exemplo, do adolescente ou da criança, expondo a sua figura ou fazendo comentários indevidos a seu respeito cabe sim ao Ministério Público defender o interesse coletivo.
    Este blá blá blá de censura que a mídia burguesa nos fez engolir de goela abaixo parece ter tido boa aceitação. Quando falamos de regular as atrocidades que eles fazem “pelo lucro” (exibindo violência no horário do almoço, por exemplo, ou cenas de sexo na novela das 8 – que no Acre passa às 7h) eles nos taxam de censores. Mas não expõem, como Mariana Pires colocou, a pluralidade. E nós somos os censores.
    Sobre a censura prévia. Seria censura prévia tirar do ar o programa de Cardinot? Não! Sabe pq não? Pq este indivíduo já responde por vários processos e já foi interpelado por um termo de ajuste de conduta do mesmo Ministério Público que solicitou que o mesmo retirasse alguns tipos de agressões e imagens do seu programa. E o que ele fez? Nada! Então, tirar do ar o programa do ar após vários processos e um TAC não cumprindo não é censura, é exercício da democracia. Se ele não se porta como deve dentro das leis democráticas ele deve sim ser punido por isso. Deve ser punida tb a emissora e, por se tratar de uma questão de interesse público, um direito de resposta deve ser financiado no mesmo horário para que as pessoas entendam o porque do programa ter saído do ar.

  • Grande Adro,

    que nome bonito hein?

    Discordo de vc. Estou muito bem acordado. É justamente pelo fato de não morar nos EUA que defendo tanto valores e princípios democráticos. O mais básico deles é a liberdade.
    Portanto, acho melhor você despertar e ver que estamos no Brasil, um país que flerta com o totalitarismo populista a todo momento.
    Todos os argumentos pela retirada do ar de programas de baixa qualidade se baseiam em falácias.
    Nada disto justifica calar quem quer que seja.
    Quem viola com sua voz, quaquer destes valores, deve ser punido sim, mas não impedido de falar novamente.
    Essa conversinha de “mídia dos poderosos” eu também não engulo. É bem coisa de quem quer censurar. Se a mídia pertence aos poderosos, devemos então fazer o q? Tomá-la e entregar aos “pobres”? Pobre x Rico é mais um dualismo de esquerda a serviço da censura.

    Caro Felipe,

    Um conselho de sábios não pode calar ninguém, tenha ele quantas pessoas tiver.
    Nossa divergência está clara. Defendo que retirar do ar é sim censura prévia, pois impede o sujeito de falar. Mas, respeito sua opinião.

  • Li os comentários aqui expostos e vejam as comparações: “Vá tirar plantão no H.R”. “Mostre a miséria, sr promotor”. ” O apresentador citado é talentoso e estão com inveja”. “É censura prévia ou pura”. “Basta mudar o canal”.etc. Sugiro que não se discuta aqui valores, subjetividades. Antes que alguem se ache ofendido, a minha expressão é sugiro, de sugestão que pode ou não ser aceita. Um certo sábio Brasileiro escreveu ” Comparar o ruim com ruim é limpar o c_ com canjica, aumenta o volume”. Outro espanhol escreveu o seguinte: “Pimienta em los rabos de losotros é carapita” (não precisa traduzir não é mesmo?) Já que é para comparar, sugiro (sugestão) que Cardinot meta “bronca” nos desvios de conduta das autoridades com os mesmos adjetivos dirigidos aos mais humildes. Voltando ao termo legal, se não há mal nenhum, o MP será desacreditado mas se há ilicituide nos atos praticados, que prevaleça a lei com muita liberdade, inclusive de expressão.

  • Caro Arnaldo, concordo com você, seria bom mesmo CARDINOT, começar a colocar na sua mira os membros do MPPE E DO TJPE, DO EXECUTIVO E LEGISLATIVO ESTADUAL, ESTES SIM, UTILIZAM-SE DE REQUINTES ARDILOZOS QUANDO COMETEM CRIMES TODOS OS DIAS, AI SIM, ELE ESTARIA FAZENDO O QUE OS CAGALHÕES DOS JORNALISTAS NÃO TEM CORAGEM DE FAZER, CERTAMENTE POR TEREM O RABINHO PRESO, O ÚNICO QUE ESTOU VENDO QUE ESTÁ ABRINDO ESPAÇO PARA MAIORES DEBATES A RESPEITO DO JUDICIÁRIO, EXECUTIVO E LEGISLATIVO, É ESTE BLOG.

  • Arnaldo Arnaldo…

    Falou falou e não disse nada…

  • Caro Bruno
    o que Arnaldo quiz dizer em poucas palavras é que quando os personagens envolvidos são mais articulados, não precisa nem ser rico ou famoso(basta apenas ser um policial, por ex.), o tratamento dado por Cardinot em seu programa é diferenciado. Ele sequer faz uma filmagem de longe do envolvido e muito menos um close, pois conhece o ditado popular que diz ” formiga sabe que roça come”.

  • Everson,,,

    Apesar de achar importante que o Ministério Púlico esteja preoculpado em salvaguardar os direitos constitucionais da sociedade e do indivíguo. Não concordo com esta ação.
    Sob o pretexto da sensura nosso pais durante a ditadura Militar impediu e muito que artistas, intelectuais e o povo em geral expressassem suas ideias e vontades. A pretexto da defesa da Pátria e de seus principios o Governo e os Militares (que eram uma coisa só) prendiam, torturavam e matavam gente inocente. É inadimissível que argumentos desvinculados de conteudo antropológico, sociológico impeçam uma análise baseada no senso comum. Ao meu ver existem problemas em nossa sociedade que não podem ser resolvidos apenas sensurando programas. Se o problema é Moral vamos permitir que o nosso principal guardião constitucional a saber o Ministério Público, se preoculpe também em fiscalizar a decadencia e a degeneração das ações de nossos maus políticos. tenho dito………………..

  • Concordo plenamente com o que foi exposto pelo Everson e gostaria de acrescentar que o nosso fiscal da lei, o Ministério Público, além de se preoculpar em fiscalizar a decadencia e a degeneração das ações de nossos maus políticos, também observe a falta de segurança, as filas nos hospitais públicos, as crianças e adultos nos semáforos, as multas de trânsito que caem do céu. Tudo isso fere preceitos constitucionais, principalmente o princípio da dignidade da pesoa humana.

  • Não podemos desmerecer a atuação de MPPE em relação a baixaria na televisão apenas pela não atuação do mesmo em relação a outros absurdos que ocorrem em nosso País. Vamos nos unir e cobrar mais atuação das entidades que defendem a cidadania e que dentre elas o MP é apenas uma, não podendo nos esquecer dos sindicatos, associações e demais organizações não governamentais.

  • Vale salientar que as ações impetradas pelo MP não são excludentes. O órgão tem várias comissões temáticas, e esta ação contra tais programas televisivos não exclui outras possibilidades de ações como as aqui propostas.
    Acontece que no caso em tela entidades fizeram uma representação ao MP, cabe a quem aqui reclama do MP fazer também suas representações junto ao órgão. Fazer alguma coisa, e não só reclamar.

  • É importante lembrar que ação do MPPE contra as filas nos hospitais públicos, a segurança pública e a situação degradantes de crianças e adolescentes que trabalham nos sinais de trânsito não exclui uma ação contra o mau uso das concessões públicas de rádio e televisão. É só consideramos todas estas violações como violações de direitos humanos e que precisam ser combatidas.

  • Nesse país estamos sujeitos a tudo. Quer humilhação maior que aquele quadro de Sílvio Santos “Quem quer dinheiro?” Enquanto existir um Congresso e um Senado corrupto que se renova através de parentes mais novos dos próprios safados, a situação não vai mudar. Aqui, o erro compensa, mas para os ricos. Quem não possui um mandato parlamentar ou não tem influência, tá frito! Pega em uma bronca pesada e ainda toma no papeiro.

    • Eu assino em baixo!!

  • Estamos diante de um assunto bastante polêmico, porém com atuação de humilhação e constrangimento, para muitas classes soci -
    ais principalmente os menos favorecidos.
    Acho oportumo a ação civil publica que foi impetrada pelos promotores públicos, poís havendo a liberdade de imprensa muitas vezes os seus apresentadores de programas, ultrapassam para consequirem conseguir audiências passando muitas vezes por cima dos DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS, que a carta magna nos proporciona.

  • Caros senhores e senhoras , estou muito feliz em ler e participar de um tão entusiasmado e rico debate sobre como está a nossa TV aki em PE. Mas gostaria de lembrar a todos que estamos tratando de programas de massa, onde o publico alvo é semi-analfabeto que não enxerga isto que estamos falando aki! Para eles ta tudo normal pq estes apresentadores falam uma linguagem que não usamos aki, façam uma pesquisa de opinião e vejam se o povo concorda que cardinot ou cinderela estão desrespeitando ou agredindo a moral a ética (se é que sabem o que é ética) “ferindo” artigos constitucionais, enfim, este nosso debate “fechado” restrito aki a poucos com instrução (pelo menos é o que parece) é bom mas…. não vejo a aplicação pratica parece ser mais uma maravilhosa tese enclausurada nas celas acadêmicas q não atendem na pratica a este publico q assiste a estes programas. Senhores e senhoras, mesmo se o MP condenar estes programas acho muito provável que este publico venha se voltar não contra os apresentadores mas sim contra o próprio MP e as instituições que estão envolvidas nisto e até mesmo contra alguns de nós que estamos identificando esses “erros” cometidos por estes programas. Tenho quase certeza que mesmo havendo esta condenação os inteligentes diretores e apresentadores saberão tirar bom proveito disso tudo e ainda sairão como “heróis” (vitimas, injustiçados, perseguidos etc etc etc), pois não se eskeçam eles tem o POVO ao seu lado e isto é extremamente relevante. Bem fica aki registrado meu comentário espero os vossos. Obrigado. Sou geógrafo da união aki em PE.

  • Me resta apenas a parabenizar o MPPE pela iniciativa, mesmo que tardia, pois almoçar com este programa era uma péssima escolha que sempre tive o desprazer de constatar nos bares e restaurantes que no centro do Recife estão com as TVs ligadas. Até concordo que tais programas deveriam passar de um formato diferenciado e provalvelmente depois das 01:30 horas ( da madrugada ) para os que sofrem de insônia e não tem o que fazer nas delegacias de policia da Capital nas suas permanências, ao menos de manhã é o que ouço no co-irmão do Rádio ( Gino César ). A exemplo a TV Diário de Fortaleza transmite pela parabólica programa semelhante ao Papeiro da Cinderela com um elenco de “dragqueens” com nome de Beco do Barulho, com o mesmo formato há mais de 5 anos pelo que sei sem ser molestado pelos órgãos cearenses até onde sei.
    Vai ver que é igual as ações contra o institucionalizado jogo do bicho pernambucano que vigeu desde há muitos anos, Miguel Arraes era vivo, e o seu neto era aprendiz de feiticeiro, e só hoje é que viram esta ilegalidade!!!! Coisas de nosso Brasil!!!

  • Acho um exagero querer tirar do ar, pedir idenizações milionária
    a uma emissora, processar um apresentador pelo fato de transmitir
    com simplicidade as denuncias que chegam até ele. No brasil existe
    diversos canais de televisão, portanto cabe as pessoas trocarem de
    canal quando uma programação não lhes agradar é muito simples isto.
    Agora ditadura não, pelo amor de deus.

  • Wellington,

    Entendo o teu medo, era muito do que angustiava os movimentos que tiveram o desafio de fazer o programa Direitos de Resposta que entrou no ligar de João Kleber – programa Tardes Quentes – da Rede TV que sofreu o mesmo tipo de intervenção do Ministério Público de São Paulo. Contudo, a experiência foi muito melhor do que o esperado e surpreendeu positivamente todos que trabalharam neste projeto e todos que, como eu, torceram para que desse certo. O programa Direitos de Resposta teve picos de audiência maiores do que o próprio programa de João Kleber. O apresentador, como vc deve ter sentido, saiu totalmente de cena (parece-me que foi fazer carreira em outro país) e não houve tentativa dos diretores de “detonar” a iniciativa. Eles chegaram até a cogitar a indicação de um ouvidor (para posteriores críticas), mas não sei se foi adiante. Enfim, é um desafio que devemos enfrentar.
    Ginaldo,
    Um jornalista não tem que repassar meramente “denúncias que chegam até ele”. Em nossa profissão aprendemos que temos que checar as denúncias, averiguar a veracidade das fontes que nos chegam e, principalmente, ter responsabilidade com o que veiculamos, seja qual for o meio. Não taxemos de censura o controle social que deve ser feito em todo serviço de interesse público, principalmente nas concessões públicas. Este é um direito que temos e temos que zelar por ele. Direito de denunciar abusos por parte de profissionais irresponsáveis, seja qual for a sua área de atuação deve ser garantido a todos e deve ser uma tarefa do Ministério Público.

  • cara mariana, me desculpe a mas situação de joão kleber e cardinot nao se comparam, pois cardinot parece ter a credibilidade diante do seu publico oprograma do joão era “humoristico” essencialmente enquanto o do cardinot tenta ter um carater policial de denuncia e investigativo, a prova é tanta de seu publico confiar nele que ao inves das pessoas irem as delegacias ou ate mesmo ligarem para o diski denuncia para prestarem informações sobre crimes e coisas do genero ligam pra o programa dele. É como cardinot os representassem é a voz da massa na TV desculpe mas são situações dispares.

  • Acho o Cardinot , um grande apresentar no estilo dele ” policial ” , bem supeior aos sulistas que como o Datena , empendura camisetas no estudio do programa e critica abertamente autoridades , além de misturar notícias policiais como comentário esportivo com o agravante de que o locutor esportivo deve ser neutro , não torcer por time nenhum ou torcer por todos os times
    O Cardinot , fez seu estílo , não comete os pedados dos sulistas e coloca sempre uma pitadinha de humor do programa quando diz ” acabou esta porcaria”. À nível local , é um bom programa
    Ao da Cinderela , o problema é o de audio ; a apresentador não tem postura diante de um microfone e grita como se fosse um macrofone , talvez acostumado nos teatos que atua , falta-lhe postura , e quanto aos homossexuais , pior são as novelas da Globo , uma ‘descompostura total , praticamente de sexo explícito. O “nosso ” não é tão gritante quanto o de lá , e se algum tiver que ser punido sejam todos ou nenhum
    Eis meu parecer

  • é isso ai tércio, concordo!

  • Que vergonha! Chega às raias da imbecilidade esta discussão.
    A pessoa vê na televisão o quiser, se quiser e quando quiser.
    Enquanto a violência está aí, contra sua vontade. O marginal
    com uma arma lhe obrigando a se desfazer de seus bens
    conseguidos a duras penas, quando não lhe tita a própria vida.
    E estamaos passíveis sem cobrar das autoridades uma solução.
    E este MP, esta promotora porque não se preocupa com isto e
    deixa Cardinot, Cinderela e cia. fazerem as besteiras deles que
    afinal apenas divertem o povão qu, diga-se de passagem, não
    reclama e nem pede ao MP para tirar tais programas do ar. Pede,
    sim, emprego e menos vilolência.

  • Todos têm Direito de ir vir. Porém, mesmo que houvesse trabalho para todos e a criminalidade diminuísse, mesmo assim haveriam pessoas como Cinderela, Cardinot que troçam de pessoas inocentes. A pessoa pode ver o que quiser na televisão, todavia, muitas pessoas não tem opinião própria e acabam deixando que sua opinião seja a da televisão. Pessoas sem estímulo para evoluir como seres humanos e que gostam de galhofar dos outros. Não tem graça nenhuma quando uma pessoa tropeça e cai e a outra ri dela, Não tem graça nenhuma ser taxado de bicha, boiola, veado, etc. Essa é uma cultura que não aceito e pessoas como vocês aí em cima, podem ter certeza que tem muito para evoluir! Aprendam a ser Seres Humanos e não seres mundanos!

  • Prezados Senhores:

    Fiquei praticamente uma hora lendo e analisando os comentários aqui postados, não tenho interesse em discordar nem dos prós nem dos contra dos programas aqui descritos (se é que isso possível), nem também dos seus respectivos apresentadores, mas, acho importante falar que:

    1- Acho muito errado a idéia apresentada em alguns post’s de que porque existirem situações muito maiores e mais graves as mais “amenas” não devam ser tratadas, quando se trata de lei, justiça ou ética, só existe certo ou errado, independente de ser mais certo ou mais errado, cada um deve ser tratado de forma séria, então, se a Restauração está péssima, ou a comunidade gosta, ou coisa parecida, não faz com que se esqueça que existe algo de errado nesses programas (caso seja comprovado claro), imagine se um de vocês ao ver seu filho roubar uma bala de uma loja ou supermercado? Você vai deixar pra lá porque é uma coisa mínima?

    Claro que não, então nesse caso concordo que haja uma profunda apuração e caso seja comprovada as denuncias que as penalidades sejam aplicadas.

    2- Tem gente que apóia seus comentários no fato do “povo” gostar, lembro que o “povo” gostava do programa do Deni Oliveira, hoje nem se lembram mais dele, ou seja, gostando ou não se deve aplicar a lei.

    3- Sinceramente eu não gosto dos programas citados, pra mim eles não acrescentam nada a ninguém, já minha esposa gosta, o que posso fazer? A apenas dar minha opinião e respeitar a escolha dela, agora isso não significa que por existirem muitas pessoas iguais a minha esposa que esses ou qualquer outro programa seja ele de que emissora for deixe de ser penalizado por infligirem à lei.

    4- Só mais uma coisa, lembro aos desavisados que em comunicação através da internet escrever em letras maiúsculas significa que a pessoa está gritando, e isso não combina com as pessoas que aqui estão.

  • É preciso estar atento aos muitos flancos que o próprio regime democrático faculta àqueles que se organizam para, abusando de suas prerrogativas, solapá-lo. Tal movimento está em curso no Brasil e encontra acolhida no aparelho de estado.
    Nas democracias, pode-se usar a lei para perverter a lei. Pode-se usar o direito de recorrer à Justiça para perverter a Justiça. Pode-se usar a liberdade de expressão para perverter a liberdade. O caso notório destes dias é a cascata de ações judiciais de que são alvos a jornalista Elvira Lobato e a Folha de S. Paulo. Fiéis de uma seita religiosa entraram com mais de 50 ações individuais contra a repórter e o jornal. Trata-se, evidentemente, de uma manobra intimidatória.
    Diz o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto, na liminar para a ADPF (Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental) ajuizado pelo PDT, que pedia a revogação da Lei de Imprensa. “Em nosso país, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade, porquanto o que quer que seja pode ser dito por quem quer que seja”.
    Para além do respeito que devemos ter pelo direito de cada cidadão de recorrer à Justiça quando se sente ofendido por uma publicação, nesse caso concreto, e considerando-se o contexto, suspeitamos seriamente de que se trata de uma manobra cujo objetivo é intimidar e restringir a liberdade de expressão.

  • Nos comentários dos colegas, observei que uma das infringências do Cardinot é os exames de DNA, por expor as crianças. Mas se a ACP for pautada nisso ela perdeu sua força, pois já faz algum tempo que o programa não tem mais o quadro sobre DNA. Talvez tenha atendido ao TAC proposto pelo MP.

  • é bom lembrar q a ação pede um direito de resposta a ser exibido no mesmo local, horário e por um período e isto não é afronta á liberdade de expressão.
    muito ao contrário é assegurar que todos os lados possam usufruir desta liberdade e não apenas os ‘donos do poder midiático”,q falam o q querem contra quem querem sem q as vítimas possam usar do mesmo veículo para se defenderem.
    para isto a democracia garante que se recorra ao poder judiciário atraves de um processo, para q um juiz imparcial julgue a luz da constitu~ição federal e demais leis vigentes.
    q democracia queremos? o direito é produta da civilização humana q evoluiu. as normas de condutas são parâmetros criados pelos homens para evitar a “lei da selva” istó é do mais forte (e mais forte, no mundo capitalista é geralmente aquele que tem mais dinheiro, os “donos” das emissoras estão, infelizmente inseridos neste grupo)
    acho sim q a justiça deva assegurar o direito dos grupos representativos dos segmentos prejudicados de responderem as ofensas nos mesmos horários e durante o tempo q for cabível.

  • O limite entre a liberdade de expressão e a violação entre os direitos individuais sempre foi, e pelo visto continua sendo, motivo de disputa acirrada entre os que defendem o seu ponto de vista.

    Um fato INQUESTIONÁVEL sobre esse programa (BRONCA PESADA), é o tratamento absurdamente diferenciado que o seu apresentador dá quando o alvo das reportagens são pessoas de classes sociais mais baixas.

    A bem da verdade, pouco (ou quase nunca) se vê a veiculação de matérias envolvendo pessoas de peso da sociedade.

    A psicologia moderna explica: SOMOS RESPEITADOS PELO MAL QUE PODEMOS FAZER!

    Diante de um caso que envolve pessoas de poder econômico elevado o apresentador vira uma “mocinha de família nobre criada nos alpes suíços, educada por mestres particulares e letrada em 5 línguas”.

    Chega a ser ridículo. É justamente a materialização da frase acima. Diante do receio de sofrer com ações individuais, o apresentador trata com extrema cordialidade e dentro dos limites constitucionais os personagens de poder econômico envolvidos em suas matérias.

    De outro lado, quando o personagem é um cidadão sem cultura e sem poder econômico, o tratamento é dos piores possíveis, sob o cunho de MOSTRAR A VERDADE NUA E CRUA.

    Importante relembrar que, mesmo na qualidade de infrator, o ser humano não deve perder a sua dignidade nem o direito à cidadania. Antes que venha algum aproveitador rotular essa frase de falso moralismo, quero deixar claro que não defendo o alívio de pena ou tratamento diferenciado do que a lei prevê, e sim o fato de que não se pode humilhar pessoas em “praça pública”, tão pouco jogá-las aos leões como se fazia na Roma Antiga.

    Infelizmente nossa sociedade é hipócrita. Geralemnte só defendemos interesses coletivos quando estamos inseridos entre as vítimas. Como bem dito anteriormente, NOSSO POVO ALÉM DE TER CONHECIMENTO LIMITADO QUANTO AOS SEUS DIREITOS, TÊM SÉRIAS DIFICULDADES DE ACESSO AO JUDICIÁRIO.

    MAIS. A propositura de inúmeras ações individuais é um completo contra-senso. Provocaria excesso de demandas idênticas, dificuldade no andamento das ações, risco de julgamentos diferentes, além de entupir mais ainda nosso Judiciário já tão lento.

    Uma das finalidades da ACP é exatamente essa, qual seja: EVITAR QUE CENTENAS DE DEMANDAS SEJAM DISTRIBUÍDAS QUANDO EXISTE IDENTIDADE DE PARTES (INFRATOR) E ORIGEM COMUM A TODAS, ATINGINDO A UMA UNIVERSALIDADE DE PESSOAS DETERMINÁVEIS OU NÃO.

    Além disso, É DEVER DO MINISTÉRIO PÚBLCO ZELAR POR ESSES INTERESSES.

    Aos que dizem tratar-se de ação em defesa da censura, sugiro que leiam o histórico da ação, assim terão a ciência de que várias foram as tentativas ainda no âmbito adminitrativo, dentre elas a celebração de um TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA, fato desrespeitado pelo “programa”.

    Assim, fica claro que não se trata de tentativa de controle por parte do judiciário daquilo que devemos ou não ver, e sim do exercício regular de direito de um dos pilares da democracia moderna.

  • Tem para mim que a Rede Globo (TV Globo Nordeste), esta por trais dessa palhaçada, por simplismente ter inveja que a TV Jornal/SBT é lider de audiencia graças a esses dois programas “O Papeiro da Cinderela” e o “Bronca Pesada”.

    Se as pessoas não gostam do programa (Bronca Pesada e Papeiro da Cinderela), mudem de canal, uma coisa tão simples de fazer, ao inves de perder tempo com açoes judiciais contra o Cardinot e Cinderela.

    Engraçado, quando a Globo fica mostrando sexo e putaria em pleno horario nobre, mulheres semi quase nuas nos programas do Luciano Huck e Faustão, ninguem move a ação contra a emissora. Agora se for em outra emissora, aparece um monte de juizes querer tirar os programas que o povo gosta.

    Pra mim esses juizes parecem ser pagos pela Rede Globo para detonar a TV Jornal.

  • oi, é bronca estou aqui mandando este recadinho pra vc manda um abraço pra os maiores fofoqueiro da cidade de escada que são:veu da prefeitura, jaconias do craque,artu do banco do brasil,amaro artur prof de matemáticae so! bronca neles cardino e as pm de escada estão uma verdadeira vergonha nossa cidade precisa de segurança!

  • cardino mande um abraço para os fifi da cidade de escada q são:jaco do crake veu da prefeitura artur do banco de brasil e amaro artu professo de matematica

  • li a reportagem e vejo que as pessoas não andam lendo a nossa constituição federal de 1988,temos liberdade de expressão e a ditadura acabou faz mais de 20 anos.Sei que, ás vezes, estes programas acabam pegando pesado nas suas sátiras,podendo até mesmo impor limites no contexto de apresentação dos mesmos,ou seja,que limitem mais nas brincadeiras,nas piadinhas…não é preciso acabar os programas,observem o que se passam nas novelas de grande audiência,tem baixaria por todo lugar e ainda vem encrencar com estes dois programas?fala sério!

  • amigo cardino tem muitos esterionatario aqui em cajueiro seco eu vou ti da ums nomes porinquantos ta tem um que si chamama misael que si dis ser contado amado cardino nao fale nu meu nome nao porque eu tanbem fui inganado poreles presenve a minha indentidade ok pelo amos de Deus xau que Deus continui ati abençoa

  • Caros amigos e comentaristas desta página por mais que se fale em liberdade de imprensa nada vai mudar até que o povo de fato queira banir esses apresentadores delinquentes e mentirosos em suas reportagens tendenciosas. insultando a violencia e convocando a população a linchar até mesmo o pior bandido do estado, depois as familias serão ameaçadas pelos os bandidos e o apresentador renova seu contrato com a emissora e com a própria polícia pra mostrar quem linchou o bandido. quem pode tirar esse tal de cardinot do ar? eu sei quem pode. o verdadeiro homem da verdade (Deus) e não esse falso homem de mentira.

  • cardino moro no bairro do catamara em candeias onde o onibos sai de guarenta em minotos de segunda a sexta temos seis coletivos e sabado e domigo so rodao tres isso e um absurdo. sofremos muito com essa linha alem disso eles ainda atrasao muito a borborema empresa dessa area fala que o cupado e o sistema de trasporte grande refeci iai com ficamos……………………

  • moro na ur 11 ibura perto do chango que quase toda madruga da toca,nao respeitam quem trabalha nem as crianças que precisam dormir,e quando ligamos para a policia para exigir nossos direitos eles dizem que nao tem viatura para nos disponibilizar, mais disseram que se agente matasse alguem teria viatura para nos prender.ligamos mais de tres vezes para policia e nunha das tres vezes a policia veio atender nosso chamodo,e o chango tem o dia inteiro para bater o bombo deles mais eles procuram nao nos respeitar e nem respeitam a lei do silencio começam de sete da noite e terminam de seis da manha,se a propria policia nao toma uma atitude quem, vai tomar nos moradores?precisamos de alguem que nos ajudem.

  • CuLtUrA….Sabem o que é isso???

    Eu odeio Chico Buarque, não entendo nada que ele fala… Tom Jobim, Caetano Veloso… Esses caras pra mim são um nojo!!!

    Mas entendo perfeitamente a linguagem de Cardinot e Cinderela!!! E morro de rir assistindo seus programas.

    Nasci e cresci em Peixinhos… E lá todo mundo fica ligado nesses programas.

    Morei 10 anos em São Paulo e a primeira coisa que fiz quando voltei à Recife foi assistir um espetáculo da Cinderela.. Porque isso me remetia à minha infância, minha cultura, minha tradição familiar.

    Não pode simplesmente vir um Mestre, Doutor ou sei lá o quê, que cresceu ouvindo música clássica e bossa nova, e querer mudar a cultura da classe menos favorecida.

    Nós gostamos desses tais programas que pra eles são um “lixo”… Assim como não toleramos música clássica, que pra eles são um exemplo de perfeição.

    Respeitemos nosso espaço!!! O Brasil tem uma diversidade cultural gigantesca, e é isso que faz o nosso país ser assim… DiFeReNtE!!!

  • Finalmente alguém que fala minha lingua!!!
    Cardinot ahuahuahua !!
    Amo!
    Adoro!

  • Engraçado esse pessoal… é tudo macho para processar Cardinot e Cinderela. Eu quero ver é ser macho assim para processar as (atualmente) apelativas novelas da Rede Globo.

  • cardinor vc é uma pessoa muito legal adoro quando vc mete proca nas almas sebosa pq a sua inteligencia é o melhor prato para saborea quando estou lhe assistindo na minha sala para mim é tudo de bom não á´nada melhor para os pernanbucanos que pena que não posso te assisti todos os dias por causa da escravidão do meu trab no shelton inn vc precisa mete pronca nas almas sebosa dilma do jordão cristiane da lavaderia e adriana canela fina e cheia de bitibi marineide também em ves de governanta é acoteria faça esse favor de quando vc ler meta proca nelas também eu sou sua admirado thal para ti fofinho.

  • É minha gente! Esses promotores de justiça…..Não sei se realmente tem massa encéfalica ou tem outra coisa……dentro da cabeça deles…..Acho que eles pensam tambem em mudar o nome da cidade do Recife para “Recigrodó”.

  • cardinot dissimula as noticias, o nosso sistema está todo errado.
    revolução.

  • acho de muita sacanagem, mal gosto e falta de criativida cohese sua familha e acho que perdesti as raizes esti te teor artistico di nada adianta sem o universo no teu coraçao. espero que reflitas medianti da lei dos homes.

  • Quanto ao programa do Cardinot concordo em algumas partes. Vejo em algumas matérias que ele tenta tirar sarro com coisas extremamente sérias, até me espanto com essa atitude dele. Já quanto ao prgrama da Cinderela, acho um exagero essa ação. Aquilo é um programa de humor, pra fazer rir, não ser levado a sério. Não hÁ motivo pra essa perseguição.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).