a grande obra(da)...

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O prefeito João da Costa vai ter que adiar sua festa de inauguração do parque (de eventos) Dona Lindu. Em julho, o prefeito afirmou que a obra(da) seria entregue em dezembro. “Vai ser uma festa”, disse à época. Mas a festa foi adiada e não tem mais data para acontecer. O prazo não mais será cumprido; pelo contrário, agora será ainda mais comprido.

O engenheiro responsável pelo Dona Lindu afirmou que há defasagem tecnológica de dois anos na aparelhagem licitada para o teatro, e que será preciso um aditivo (”insignificante”, segundo Bruno Ventura, do Consórcio Concrepoxi/Triunfo) no projeto inicial.

Pelo menos o ex-prefeito João Paulo já fez em dezembro do ano passado um simulacro de inauguração, depois de uma correria no ritmo das obras para fazer de conta que alguma coisa estava pronta.

Se o ritmo inicial era um hard core animadíssimo, agora a música da PCR não passa de um bolero patético – mais patético ainda que o teminha de 1 milhão de Reais composto por Alceu Valença.

Imagem de Amostra do You Tube

“Até o mar vai ficar com ciúme…”

Mas não é só o Dona Lindu que está com o prazo de entrega ainda mais comprido. As obras de alargamento do viaduto Capitão Temudo (na Joana Bezerra) também.

Além de estar com maior comprimento no prazo, a construção de novas faixas no viaduto terá um aditivo de R$ 3 milhões. Na verdade, essa obra está beirando o ridículo, pois o projeto é de 1976 e a PCR tirou-o do papel sem fazer atualizações.

À época em que foi feito o projeto, não existia o metrô naquele local. Começaram as obras e não levaram esse “pequeno detalhe” (que serve 200 mil pessoas por dia na cidade) em consideração. Leiam mais nas clipagens de ontem e de hoje.

Nunca a placa que ilustra este post caiu tão bem: O Recife pediu (pediu?). A prefeitura está comprindo

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