Feminismo: uma chatice necessária

jun 26, 2015 by     25 Comentários    Postado em: Atualidades

A morte da menina Maria Alice, de apenas 19 anos – sequestrada, violentada, estuprada e assassinada pelo padastro -, causou choro e comoção nas redes sociais. Mais que isso. Novamente despertou o pior em nós. Entre acusações à mãe e à própria menina, um festival de bestialidades que (intencionalmente ou não) acabam por naturalizar uma situação que na verdade tem apenas base cultural e histórica.

Impossível não pensar no feminismo e nas feministas nessa hora. Eu sei, eu sei. Você acha o feminismo um assunto chato, até meio fora de moda, né?! Aquela mulherada insuportável que fica reclamando por direitos disso e daquilo, mas não quer trocar o pneu do carro nem acha ruim se aposentar 5 anos antes dos homens; essas mulheres que querem agir feito homens e até praticar o que de pior nós fazemos; são dominadoras, meio esquerdistas, machistas de saia… Não é assim?

Desculpa te dizer, mas não é, não.

Primeiro, há uma simetria absolutamente falsa na comparação entre machismo e feminismo. O machismo é um sistema de dominação que formou a sociedade que nos acostumamos a chamar de patriarcal, ou seja, a sociedade da dominação masculina. É onde os homens têm um lugar privilegiado, essencial e primário na ordem da cultura – na política, no mercado de trabalho, nos direitos e, por que não dizer, na ética. E não apenas na esfera pública, mas também e principalmente no amiúde da vida privada.

Ao contrário do que dizem, o feminismo não é o machismo com sinais invertidos. Não, meus amigos, as feministas não querem nos dominar. Quem já faz isso com muita habilidade são as mulheres machistas que existem aos montes por aí e que adotaram atitudes de “macho” (e aqui não tem nada a ver com homossexualidade) como estratégia de sobrevivência. O feminismo nada mais é que uma luta política por equidade de gênero.

E ele nasceu justamente porque, no cenário discursivo, simbólico e prático do patriarcado, nós desqualificamos, inferiorizamos e desacreditamos as mulheres – e não apenas estas, mas todos aqueles que são marcados e/ou tenham nexo com o feminino (transexuais, homossexuais, etc, etc, etc). O que as feministas querem é pôr um basta a isso.

Era mais que esperado, pois, que a lógica da dominação masculina atacasse o feminismo. Todos os conservadores vão odiar o feminismo. E sabem por quê? Porque o feminismo é revolucionário. Não revolucionário naquele velho sentido de esquerda ou direita. Pois o machismo perpassa correntes ideológicas – que o diga Marx (basta uma rápida olhada na sua biografia para ver que o velho comuna era um machista filho de uma puta).

O feminismo é revolucionário porque transcende a luta política e propõe, na verdade, uma nova postura ética diante do outro, diante das diferenças óbvias que temos frente ao outro.

Bom, e o que a morte da menina Alice tem com isso? Tem tudo a ver.

Não estou dizendo que foi a cultura patriarcal que matou a moça. Até porque acredito que para além dos constrangimentos sociais que vivemos, a decisão individual é quem define a ação do sujeito. O que estou dizendo que é quando um homem mata uma mulher por questão banal – seja por roubo, raiva ou qualquer outro motivo que poderia tê-lo levado a matar outro homem – essa violência é bem diferente daquela que em que um homem mata uma mulher para “possuí-la”, para “dominá-la” ou para reafirmar uma posição de superioridade de qualquer tipo. Numa perpectiva ampliada, podemos pensar que o machismo não se trata apenas da dominação do homem sobre a mulher, mas também sobre outros homens – por via da emasculação simbólica do outro (“eu sou mais homem que você”, metaforicamente falando).

E se as primeiras feministas reivindicavam apenas o direito à educação formal (sim, as mulheres tiveram que conquistar acesso à escola e, em algumas partes do mundo, ainda não têm), depois lutaram pelo voto, pelo divórcio… hoje elas lutam pelo simples direito à vida, pelo direito de proteger seus corpos de violências físicas e simbólicas.

Mas, no fundo, no fundo, você tem razão. Feminismo é, realmente, um assunto chato… Acho que nenhuma mulher gostaria de ser feminista. Imagino que elas queriam apenas ser mulheres e respeitadas como tal. A questão é que, para além de chato, o feminismo se tornou necessário.

É como diria aquela delícia de feminista (eu sei, foi machismo, mas ela é demais) e filósofa Márcia Tiburi; “Que as mulheres se autoproclamem feministas, que elas digam ‘eu sou feminista’ é importante porque elas marcam o lugar político. E mais que isso. É um lugar de criação de sujeito histórico. Para marcar um lugar em nome de uma causa que é a causa das mulheres. Das mulheres que foram oprimidas, violentadas, subjugadas, atacadas, mortas pelo chamado sistema patriarcal”.

25 Comentários + Add Comentário

  • “machista filho de uma puta”… vão dizer que tu foste machista aqui rsrs

  • “O machismo é um sistema de dominação que formou a sociedade que nos acostumamos a chamar de patriarcal, ou seja, a sociedade da dominação masculina.” Então o padrasto deve ter pensado: “sou superior a ela, vou matá-la e estuprá-la e tá tudo bem”. Não, amigo. Milhares de homens que vivem sob a mesma cultura do padastro-monstro repudiam o que ele fez. Não vi ninguém tentando minimizar o ocorrido. Não acho que mulher seja inferior a nada, respeito a igualdade de gênero… aí se eu resolver matar minha namorada a culpa é da cultura? kkkk Ok, Gildo é inocente, pois a culpa é da culta e da sociedade.

    • Ops, Xavier, não foi nada disso que eu quis dizer. Não disse que a cultura matou ninguém. Até pq acredito que para além dos constrangimentos sociais que vivemos, a decisão individual é quem define a ação do sujeito.

      Como brinquei comentando um post de um amigo no Facebook, não é o machismo que mata. É o machista filho da puta (putz, derrapei de novo). O ponto de vista desse texto é apenas dizer que o feminismo pode salvar. Pois propõe uma mudança ética nas relações de gênero.

      Quando um homem mata uma mulher por questão banal – seja por roubo, raiva ou qualquer outro motivo que poderia tê-lo levado a matar outro homem – essa violência é bem diferente daquela que em que um homem mata uma mulher para “possuí-la”. Nesse caso, há, sim, uma nítida motivação de gênero.

      Vou até acrescentar esse argumento ao texto para ficar mais claro.

      Valeu. Abs

      • Marco,

        Concordo em inúmeros pontos elencados por ti, e penso que de fato a “cultura machista” deve ter influenciado nesse caso do padastro, assim como inúmeros outros fatores devem ter influenciado também, desde a banalização do sexo até ao nosso atual sistema jurídico.

        Contudo, tu não achas que afirmar que houve uma motivação de gênero é supervalorizar o fator “cultura machista” e praticamente ignorar todos os demais?

        por exemplo, ignoremos o caso do padastro e vamos imaginar um caso fictício (talvez nem tanto, infelizmente) onde um pedófilo estupra e depois mata um menino de 5 anos. O crime é o mesmo, provavelmente o culpado também poderia alegar “sentir forte desejo sexual”. No entanto, dificilmente seria encarado pelo mesmo prisma.

        Como enxergas essa situação?

        Abraço!

        • Winter,

          Não sou especialista em psicologia do crime para ter uma opinão mais formada, só te diria que do ponto de vista mais ampliado o machismo também pode se manifestar na tentativa de dominação de um homem por outro através de sua emasculação. Provar que “eu sou mais homem que você” é uma forma de manifestação disso. Do ponto de vista do desejo sexual, aí entra num campo de conhecimento que não vou me aventurar.

          Abração.

      • Pra mim o foco é no indivíduo e não na cultura.

        “Quando um homem mata uma mulher por questão banal – seja por roubo, raiva ou qualquer outro motivo que poderia tê-lo levado a matar outro homem – essa violência é bem diferente daquela que em que um homem mata uma mulher para “possuí-la”

        Cara, tu abacabou de comprar uma briga com as feministas… mostra esse trecho a qualquer uma delas que tu vai ver o chilique. Mas eu continuo batendo na mesma tecla: o cara não estuprou e matou por questão de cultura machista que oprime e tal… ele não o fez por achá-la sua de propriedade, por ser inferior e tal. O fez por não conseguir segurar seus instintos… O mal está dentro dele.

        • Isso eu sabia, Xavier… Pra muitas feministas, qualquer violência contra uma mulher é machismo. Eu já acho diferente. Há violências e violências. Já tô levando um rela num comentário aqui embaixo… hehehehe

  • Bahé adorei a intenção do texto, é maravilhoso ver homens engajados na causa feminista. Mas chamaria a atenção para o “senso comum” em torno da ideologia feminista. Não ficou claro pra mim o que queres dizer com “mulheres machistas que adotaram atitudes masculinizadas”. O termo “homossexualismo” é inadequado, é preciso ter cuidado ao reproduzi-lo num blog legal como esse. Ou qualquer mídia, na verdade.

    Entendi a metáfora mas Também acho que chamar o feminismo de “chatice” é minimizar algo muito complexo. talvez só as mulheres saibam o que é ter medo de por um shortinho e andar de ônibus. Ou simplesmente viver. Deve ser surreal para um homem ter medo de passar por um grupo de homens, como muitas de nós tem. É surreal para ambos os gêneros, anyway.

    Precisamos fazer nossos meninos e homens respeitarem todas e todos, e isso eu sei que o Acerto de Contas se esforça pra isso! Beijo!

    • Oi, Karol.

      Tô desatualizado quanto ao emprego do termo homossexualismo??? hahahahaha. Essas coisas mudam rápido demais. Foi mal.

      Quanto a “mulheres machistas que adotaram atitudes masculinizadas” usei no sentido de que qualquer um (inclusive mulheres) podem ter atitudes machistas, não apenas de reproduzir o machismo, mas de exercê-lo como mecanismo de poder.

      Beijo

      PS: Ainda não evolui o suficiente para usar a expressão “todos e todas”… hehehehe

    • Acho que vou fundar o Feminismo Masculinista, uma nova corrente onde convertidos ingênuos que nem eu sejam aceitos… hahahahaha. Vai ser conhecida mundialmente como Non Bullshit Feminism, feito o neo-marxismo. Hahahahahaha

    • “talvez só as mulheres saibam o que é ter medo de por um shortinho e andar de ônibus. ”
      Eu acho que as mulheres deveriam se vestir de modo respeitoso. Já sei que alguma vai me chamar de machista, mas já digo que não sou. O fato é que todos sabemos que homens se excitam pelo aspecto visual, enquanto as mulheres, pelo menos a maioria, não se entusiasma dessa forma. Tanto que o que sempre existiram foram revistas pornôs para homens. Mulher tem outra visão do sexo. Não se vê muitas adolescentes do sexo feminino folheando esse conteúdo.
      É claro que existem as exceções.

      Desse modo, acredito ser prudente se vestir de modo adequado. Como homem, eu seria vulgar se eu andasse pela rua com um short muito curto e semi transparente. Com a mulher é a mesma coisa.
      Quem quer respeito primeiro precisa se respeitar.

      • Paulo você é muito machista e, a julgar pelo que disse, não tem uma ideia muito boa de como a mulher enxerga o sexo, o que a excita e etc, não. Não andar “de modo respeitoso” (seja lá qual é o seu conceito disso) não dá direito aos “homens excitados pelo visual”, de agredirem ou coagirem a mulher. É o que acontece no nosso país, onde uma mulher é estuprada a cada quatro minutos. Homem sem camisa não é chamado de vulgar nem acham que ele “falta com o respeito”. Nem deve ter estatística de homem estuprado a quatro minutos em canto nenhum do mundo.

        Sobre as revistas pornôs que você falou…Unbelievable e estou com preguiça de comentar. Já fiz minha militância virtual por hoje. Agora vou colocar meu shortinho!

        • Meu comentário nada teve de machista. Eu disse que a pessoa deve se respeitar, seja homem ou mulher. Usar roupas adequadas, evitando expor o corpo mais do que deveria. Muita mulher sabe disso e evita o uso de shorts e saias muito curtas, entre outras peças.
          Se sunga fio dental masculino estivesse na moda, jamais eu iria à praia com esse artigo de banho. Isso é auto-respeito. Não vou mostrar minhas nádegas a qualquer um(a ).
          O mesmo vale para a mulher. Além disso, são direitos e deveres iguais, certo? Pelo menos eu, sou favorável à igualdade entre os sexos. Tanto o homem quanto a mulher devem ganhar salários iguais se tiverem o mesmo emprego, entre outros benefícios trabalhistas e sociais.

          A parte do “agredir e estuprar” foi seu entendimento. Eu não disse isso.

          “Homem sem camisa não é chamado de vulgar nem acham que ele “falta com o respeito””

          Porque homem não tem seios, assim como mulheres não costumam se excitar ao ver peito de homem. Volto a dizer que existem as exceções. Eu conheço muitas mulheres e converso abertamente sobre qualquer assunto. A maioria diz não se excitar com essas ‘besteiras’. Além de que é assunto científico o fato do homem ser mais visual, e a mulher, menos.

          Por fim, assim como não se deve andar com colares de ouro, contar dinheiro na rua e outras ações, sob risco de ser assaltado, é bom se vestir adequadamente. Por que excitar estranhos? Eis a questão.

          As mulheres devem ser respeitadas, mesmo as que mostram demais o corpo. Não existe justificativa pra que haja estupro, mas elas devem também se resguardar. Evitar exageros.

      • Paulo, você foi machista sim, mesmo sem a intenção. A começar por achar que só mulheres te acusariam de machismo. Cara, se as mulheres querem usar shortinho, calça apertada, saia curta, fazer topless, é direito delas. O corpo é delas. A forma como a mulher se veste não dá aval pra nós homens transformamos nossa “excitação visual” em formas de agressão (uma piadinha, uma secada descarada, por exemplo, são formas de agressão). Você diz que a mulher tem que se preservar, mas por que não o contrário: nós homens aprendermos a respeitar, a controlar nossos “instintos”? Por que a obrigação é delas, não nossa? Por que as mulheres têm que se adaptar ao mundo dos homens e não os homens se adaptarem a um mundo onde as mulheres têm poder?

        Você sugerir cautela a uma mulher na hora de se vestir pode até soar cuidadoso, mas, na verdade, é uma transferência da “culpa” para a mulher caso algo aconteça. Não. A culpa sempre é do agressor, não da vítima. Mal comparando, é como quando deixamos de usar camisa de time em dia de jogo por precaução. Estamos cedendo à estupidez. De tanto ceder à estupidez é que chegamos ao ponto que chegamos. Fortalecemos tanto os estúpidos, em vez de combatê-los, que agora estamos sem força pra reagir.

        É complicado para nós homens, sobretudo aqueles nascidos e criados nessa província chamada Pernambuco – que em muitos aspectos continua sendo um grande engenho de açúcar -, fugir da cultura patriarcal. Desde o momento que o médico diz: “É menino” o processo de gestação de mais um sinhozinho começa. Mas já que você se coloca como alguém que defende a igualdade entre os sexos, tenta buscar mais informações sobre o tema, ler textos sobre feminismo com mente aberta. De muita coisa você vai discordar (como eu mesmo discordo), mas vais abrir tua mente pra muitos outros pontos.

      • Sábias palavras, Paulo! “Quem quer respeito primeiro precisa se respeitar” super te apoiei.

  • :D

    Então, nós jornalistas sabemos o valor das palavras e suas possibilidades de interpretações né? O sufixo “ismo” tem seis possibilidades: ideologia, doença, sistema político e etc. O Termo homossexualismo já foi classificado no passado como uma doença, mas hoje em dia até a OMS já reconheceu que não é. O incômodo não é a palavra em si mas sua relação com o que a palavra já significou, enfim. Vamos substituir por homossexualidade e evitar problemas, né?

    O “todas e todos” é brega mesmo. Agora a onda cool é todx kkkkk

  • É, realmente você não entende nada, nada de mulher.

    As mulheres devem ser respeitadas, MESMO AS QUE MOSTRAM DEMAIS O CORPO????. Não existe justificativa pra que haja estupro, MAS ELAS DEVEM TAMBÉM SE RESGUARDAR??

    Cara, com esses conectivos você acabou de perder meu respeito, com roupa vulgar ou sem, evite o exagero de falar tanta besteira. fui.

  • meu deus ela está na mão de deus. Ela tabe. La mo céu está Bem logo do padato

  • Cara não importa machismo ou feminismo. Ela foi assassinada e isso não irá trazer de volta. Não existem leis que evitem esse tipo de situação. Infelizmente ou felizmente a ignorância é uma bênção. Lamentável.

  • Eu li todo o texto e os comentários.
    Na boa, nesse você foi infeliz,
    não ajudou em nada em um debate sobre a natureza do gênero, sexualidade, liberdade ou possível resolução do problema.
    como acompanho vcs a muito tempo, acredito que uma nova perspectiva sobre o tema seria muito interessante.

  • Ele matou ela por ser uma pessoa ruim, não tem amor ao próximo, criou ela desde os 4 anos de idade, ela cresceu com ele na mesma casa e o cara tem capacidade de fazer isso! Falta de amor, de respeito. Não por machismo, foi ruindade e muita da parte dele, ele sabia que não podia ter ela, por ser criada como filha, e como ele mesmo disse, o desejo dele era de estrupar e soltar ela em qualquer canto. Porque sabia que ia ser procurado. Essa possessão por ela que ele tinha, poderia ser de uma mulher com um homem, ter a capacidade de matar um cara tbm. A maldade vem de cada um, se ela que foi criada com ele desde pequena e ele foi capaz de matar lá, oque dizer né? Confiança é pra poucos. #MaisAmorPorFavor 😢🙏

  • Lamentável! E que a justiça seja feita. 👌

  • Eu nunca vi tanto cara moralmente castrado babão de feminazi e tudo sempre na maioria das vezes na intenção de ganhar atenção ou favores sexuais de uma vadia, e nenhuma femimimi venha reclamar da expressão ” vadia” , vvocês se orgulham disso ok VADiAs,

  • Como diz o ditado : “Quem morre é que se fode”. O resto é blá blá blá de oportunista querendo aparecer. Em um ano poucos lembrarão dessa menina!!

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).