Justiça manda derrubar Torres da Moura Dubeux

dez 11, 2007 by     159 Comentários    Postado em: Atualidades

Duas Torres

Quando todo mundo pensava, inclusive eu, que a construção das Duas Torres da Moura Dubeux no Cais de Santa Rita era assunto resolvido, eis que uma reviravolta no caso coloca em péssimos lençóis a empresa pernambucana.

Ainda cabe recurso, mas em primeira instância, essa é a decisão final.

Claro que a Moura Dubeux não vai querer demolir, mas essa condenação ainda vai dar muita confusão.

A decisão da Justiça foi dada em função das provas apresentadas. A Moura Dubeux também foi condenada por litigância de má-fé, por ter procurado atrasar o processo.

Segundo atestam alguns especialistas no processo, as torres estão em desarmonia com o conjunto arquitetônico do centro da cidade, prejudicando a visibilidade de vários prédios históricos.

léo
Segundo Leonardo Accioly, Moura Dubeux ainda pode suspender efeitos da decisão

Ouvido pelo Blog, o Advogado Leonardo Accioly (foto acima) esclareceu que a sentença na Ação Civil Pública pode ter seus efeitos suspensos até o trânsito em julgado da decisão em razão do disposto no art. 4 da lei 8.437/1992.

“Usando da faculdade prevista no parágrafo 1º do Art. 4 da Lei, o Presidente do Tribunal pode determinar a suspensão dos efeitos da decisão caso entenda presentes manifesto interesse público ou flagrante ilegitimidade, e para evitar grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas.”, completa Accioly.

A Ação Civil Pública é a de número 2005.83.00.004462-1, da 6ª Vara da Justiça Federal. Ainda não está na internet.

Aguarde mais notícias.

Já publicamos vários posts sobre o assunto. Basta ir na barra lateral de busca, e colocar Moura Dubeux.

Abaixo segue o release oficial do MPF sobre o caso.

MPF obtém sentença que determina a demolição de espigões no Cais de Santa Rita

O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco obteve sentença judicial que determina a demolição das obras dos edifícios Píer Maurício de Nassau e Píer Duarte Coelho, em construção pela Moura Dubeux Engenharia S/A, no Cais de Santa Rita, centro histórico do Recife. A decisão representa o final da ação civil pública na primeira instância, que havia sido ajuizada pelo MPF em 2005, antes do início das obras, contra Moura Dubeux, o município do Recife e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para impedir a construção dos dois espigões.

Diante das provas apresentadas, a Justiça Federal acolheu a iniciativa do MPF e anulou a licença de construção concedida pelo município do Recife à Moura Dubeux Engenharia S/A e determinou a demolição dos dois espigões, condenando a construtora, ainda, ao pagamento de multa e indenização em razão de litigância de má-fé, por ter procurado atrasar o normal andamento do processo.

Provas – As provas colhidas durante o andamento da ação civil pública demonstraram que as duas torres se localizam na vizinhança de inúmeros bens tombados pelo IPHAN, bem como afetam negativamente a visibilidade e ambiência daqueles bens, devido à sua descomunal altura. Cada uma tem 134,72 metros de altura. Por meio de perícia topográfica ficou comprovado que as obras se localizam, em sua maior parte, dentro do polígono de entorno dos bens tombados pelo IPHAN, ao contrário do que estava previsto no mapa daquele Instituto e da Prefeitura do Recife.

Dessa forma, mesmo adotando-se o conceito mais restritivo de vizinhança, como defendido pela Moura Dubeux e pelo município do Recife, seria necessária para a validade da licença de construção a prévia autorização do IPHAN, de acordo com a legislação, o que não ocorreu no caso, tornando nula a licença concedida pela municipalidade.

Na ação, especialistas na área de urbanismo e preservação do patrimônio histórico atestaram que as duas torres estão em total desarmonia com o conjunto arquitetônico há séculos existente no local, devido ao seu elevado gabarito, prejudicando a visibilidade e a ambiência de bens de valor histórico, elementos essenciais para que a área possa vir futuramente a ser reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade. A desarmonia das obras com o patrimônio histórico também foi reconhecida pelo perito designado pelo juízo federal para a realização de perícia arqueológica no local.

Ação Civil Pública: 2005.83.00.004462-1 – 6ª Vara da Justiça Federal

159 Comentários + Add Comentário

  • Seria realmente uma vitória para a cidade do Recife se esta decisão fosse mantida em segunda instância. Pois preservaria uma área histórica de nossa cidade de um projeto que altera consideravelmente a harmonia arquitetônica.

  • É uma ótima oportunidade de o Poder Judiciário demonstrar que está a serviço do direito e da justiça, e que não cede a interesses políticos e/ou escusos. Em primeira instância, essa oportunidade já foi devidamente valorizada; o povo recifense espera agora que os demais graus do Judiciário tenham tal sensibilidade, evitando, outrossim, que outras construtoras e a própria MD idealizem novos projetos que destroem o belo conjunto arquitetônico de nossa cidade. Sem dúvida, consolidando-se tal decisão, seremos exemplo para o resto do país!

  • Tremenda bobagem, o que vamos ganhar se a UNESCO declarar patrimônio da humanidade, será que os desabrigados que insistem em ocupar as calçadas ali não afeta a paisagem e os trombadinhas e meninos de rua…. alguém pode avisar a esse grupo que eles também estão prejudicando a cidade. Por isso que eu torno a repetir “tremenda bobagem”

    • Alexandre
      Os termos de seu comentário sugerem se tratar de pessoa jovem, o que pode ser bom por ainda dispor de tempo para se informar e estabelecer elementos de convicção de maior profundidade que as impressões meramente visuais. Os desabrigados insistem em ocupar as calçadas, com o pouco que têm além de seus próprios corpos e os dejetos que venham a produzir, porque, embora possam causar espécie, não se encontram sujeitos ao reboque que em alguns lugares remove veículos de outros ocupantes, cidadãos mais afortunados que os desabrigados. Esta ocupação é facilmente reversível dependendo apenas de alguma consideração do poder público por quem não tem poder político, através de um programa de rehabilitação social daqueles que a sociedade marginalizou sem qualquer preocupação com o prejuízo que pudessem causar algum dia à cidade. A UNESCO não se ocupa de incluir em sua lista os bens cuja conservação não possa se dar pela autoridade local ou pelo proprietário pois são excluidos por princípio. Agora, bobagem mesmo é não perceber a importância histórica do julgado ter se dado precisamente na cidade em que Rui Barbosa aprendeu Direito !

      • Olá Sr Luciano Pereira Lopes!
        Sou natural de Recife, cidade que realmente amo mas morando há alguns anos em outro estado.
        Estou “tentando” acompanhar as notícias sobre as Torre Gemeas construidas pelo MD.
        Queria parabenizá-lo pela forma polida em responder ao Alexandre Gonçalves. Forma educada, respeitosa.
        Assim deveriam ser todos os comentários postados aqui. Visando esclarecimento e opiniões pessoais. Não entendo porque as opiniões “devem” vir atreladas as ofensas.
        No texto acima diz: “Segundo atestam alguns especialistas no processo, as torres estão em desarmonia com o conjunto arquitetônico do centro da cidade, prejudicando a visibilidade de vários prédios históricos”. Entendo sobre a desarmonia com vários prédios históricos mas não exatamente a visibilidade.
        Desejo que a justiça impere e que as decisões ocorram brevemente.

      • TREPLICANDO,

        NÃO ADIVINHO IDADE PELO TEXTO COMO FAZ O INSURGENTE REPLICANTE, O QUAL, PERCEBER-SE SER “JURISTA DE CUNHO SOCIALISTA”. CONCORDO COM A POSIÇÃO DO AUTOR, CREIO QUE SERIA DE MAIOR VALIA PARA TODA A SOCIEDADE QUE, OS ÓRGÃOS PÚBLICOS CONJUNTAMENTE COM O PODER PÚBLICO CONSTITUÍDO, TOMASSEM MAIS CONTA DO INTERESSE VERDADEIRAMENTE COLETIVO, DO TIPO SAÚDE, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO, INSERÇÃO SOCIAL DOS EXCLUÍDOS, MOBILIDADE E A ACESSIBILIDADE EM GERAL . ESSES SIM, SÃO TEMAS QUE INTERESSAM VERDADEIRAMENTE A SOCIEDADE CIVIL, PATRÕES, EMPRESÁRIOS, EMPREGADOS, AUTÔNOMOS, PROFISSIONAIS LIBERAIS E SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS E MILITARES. PERGUNTO EU, EM QUE VAI MUDAR A VIDA DOS RECIFENSES OU SUA QUALIDADE, DEMOLIR DOIS PRÉDIOS ACABADOS, E, JÁ HABITADOS, OBRAS QUE ERGUERAM-SE SOB O MANTO DA MOROSIDADE E INCOMPETÊNCIA DO PODER PÚBLICO E JUDICIÁRIO? A RESPOSTA É “”"NADA VAI MUDAR”"”"” , A DECISÃO APENAS SATISFAZ O EGO DE ALGUNS XIITAS RADICAIS DE DA ESQUERDA SOCIALISTAS COMUNISTAS (DE BEIRA DE PISCINA), PRATICANTES DA VELHA E NEFASTA, POLÍTICA COMUNISTA POPULISTA .

        • A demolição das duas torres apenas serviria de exemplo para pessoas desonestas, que querem fazer dinheiro passando por cima dos interesses de toda uma sociedade, simples assim.
          Mania besta de achar que tudo é uma conspiração da “esquerda comunista socialista malvadona” que quer “dominar o mundo” kkkkk

    • Realmente Alexandre. Seu comentário foi a maior baboseira que eu já li em alguma matéria. Você deve ser irmão, primo, mãe ou pai dos donos dessa construtora. Tamanha falta de informação, preconceito e comparação ridícula só pode ser fruto de uma pessoa com problemas. Te garanto que os desabrigados tem mais discernimento do que você já teve em toda a sua vida.

    • Impressionante! Eu sofri com essa construção, inclusive com danos ao meu carro e agora depois de habitado vem uma “justiça tardia” dizer para demolir? Quem concedeu o habits? Os moradores estão lá de forma irregular? Alexandre pode até ser jovem, mas a visão dele está certa. Eu passo ali todos os dias e os desabrigados me incomodam muito mais. Sem contar no risco de assalto, estupro, entre outros e isso ninguém vê ou toma qualquer providência. Quanto a ser tombado pela UNESCO, vamos olhar para Olinda. O que mudou? Só alguns mais estão enchendo o bolso com dinheiro público, porque preservação do patrimônio pouco existe e posso falar por experiência, pois morei lá a mais de 30 anos e pouco mudou ou foi recuperado até os dias atuais.

      • É ISSO MESMO “”"M CARMO”"”". CONCORDO COM VOCÊ.

    • Resumindo, para a UNESCO só as potências europeias, americanas, japonesas ou o imperialismo chinês é que podem construir modernos edifícios? 100% Pura Babaquice. EUA não tornou-se a maior potência das americas e do planeta, expulsando compatriotas endinheirados dos seus Estados. Não pensem como esquerdopatas do nordeste. Esses, só conseguem o ‘crescimento’ e manutenção da miséria.

  • Sinceramente não concordo.

    Dano maior seria trazer um prejuízo desta monta para construtora e possivelmente aos compradores das unidades. Além disso aquela área da cidade se encontrava completamente abandonada. Em vários países do mundo áreas degradadas ganham prédios de arquitetura moderna que convivem com edificações antigas. Na maioria dos casos estas contruções contribuem para a revitalização do local.
    Espero que os Tribunais Superiores revertam esta decisão que traz no seu bojo muito mais prejuízos do que benefícios.

    • Corretíssima a decissão da justiça! Como arquiteto paulistano luto há 13 anos contra uma obra de 2 espigões no entorno de um castelo (tipo Chalé) de 900 m2 de área construída, importado da Escócia e erguido no topo de uma colina. A contrução deste bem é lindíssima, mas foi esmagada pelos 2 prédios que nada têm a ver com sua linguagem arquitetônica, com a desculpa de que foi “restaurado”, e servirá de “salão de festas” para os condôminos, além de seu terreno de quase 6000 m2 de mata atlântica preservada ter sido devastado criminosamente para dar lugar aos 2 “trambolhos”. É peciso entender que não se pode colocar os interesses de construtoras e dos consumistas irresponsáveis à frente dos “interesses difusos coletivos”, como a proteção ao meio ambiente, à coibição do mau uso do solo urbano e à qualidade de vida da população que já mora no local. Solo urbano não pode ser tratado como mercadoria barata! A questão do abando é complexa, a dos moradores de rua, mais ainda. Mas vejam isto :1) vide art. 18 e 19 do Dec. 25 de 1937; 2) Vide a opinião do Sr Inocêncio Cidadão (abaixo) (também Corretíssima!). Quanto à importância dos bens culturais, os cidadãos é que devem participar ativamente do que merece ou não ser preservado! Tirem suas conclusões! Abraços!

      • O que mais impressiona é que um empreendimento daquele porte não e faz de um dia pra noite e salvo engano, ele deve precisar de licença de outros órgãos, como o Ibama já que não deve ter resguardado a distancia que se exige para a construção. Por que não impediram antes de subir? Agora é muito difícil porque já temos outros exemplos no Marco Zero.
        A ganancia não tem paradeiro. Mesmo depois promulgada a Lei dos 12 bairros quantos prédios não obedeceram o gabarito dos 8 andares? A alegação é que os projetos já estavam aprovados antes da Lei. …. Conversa.. Ficaram na gaveta e quando a coisa afrouxou, eles começaram as fundações.
        Em frente ao meu prédio esta subindo uma favelinha de luxo, com apartamentos de 50 mts² , com 13 andares. Em nenhuma propaganda esse dado aparece, sequer no stand de vendas se vê essa informação. Nem a foto nem maquete dos prédios. O resultado é serão mais 140 unidades ( pelo que se fala) e portanto , no minimo mias 100 cachorros sujando as ruas e 200 carros para engarrafar ainda mais a Rua do Futuro… e ninguém diz nada ….

    • Tobias, sinceramente, ta com pena da construtora? Leva ela pra casa ou paga a dívida!

    • Tobias, é verdade que a modernidade se integra à historicidade.Não creio, porém, que seja o caso das duas torres. Basta um rápido olhar para ver o quanto elas destoam do contexto não só arquitetônico mas social. E falando em soluções urbanas mundo afora, elas também encontram-se totalmente fora de proporção. Não deveriam ter sido erguidas.
      Entendo seu ponto de vista, veja bem. Mas modernidade e revitalização são outra coisa.
      Abraço

  • acho uma tremenda balela, esta história de que as torres ferem o conjunto arquitetônico da cidade. O que fere mesmo é aquele esqueleto em total ruina existente próximo ao conjunto que se quer defender, o viaduto das cinco pontas em flagrante agressão ao forte alí existente bem como outras mazelas no entorno. Pela foto mostrada se vê que a construção das torres em nada impede a visibilidade do acervo, mal tratado pelos cidadãos recifenses que somente demonstram amor pela cidade em situações que tais. Espero que em segunda instância se reforme a sentença para o bem do bairro, da cidade e democracia.

  • Discordo completamente dos comentaristas acima.

    Para mim, o MPF demonstra mais uma vez, infelizmente, que é uma instituição quase que completamente inútil para a sociedade.

    É, na verdade, uma perda de tempo e dinheiro público os procuradores litigarem contra uma obra que nenhum prejuízo trará à cidade, muito pelo contrário. Aquela área no Centro do Recife… Não há palavras para descrever o abandono e podridão. E justo quando aparece uma ação da iniciativa privada para dar um uso econômico interessante, vem o “grande” MPF “defender o patrimônio público que a população tanto temia fosse prejudicado”… É cômico.

    O mundo jurídico brasileiro realmente habita o século XIX ou XVIII. Tanta coisa para o MPF investigar e processar – como o inchaço de servidores requisitados nos tribunais federais, as obras superfaturadas, inclusive no poder judiciário, vendas de sentença, etc., etc., e eles vão buscar preservar a “beleza” do cais do porto do Recife! É realmente algo sem precedente no mundo. Excelente!

    Para deixar claro desde logo, não tenho ligação alguma com a Moura Dubeux, nem tenho poder aquisitivo para comprar um daqueles apartamentos, nem sequer conheço quem o tenha comprado.

    • Parabéns pelo seu comentário.Também afirmo não tenho ligação com a construtora e nem dinheiro para poder comprar algum apartamento.Realmente este mpf(minúsculo) só serve para atrapalhar a sociedade.Não vejo a menor possibilidade de os prédios serem demolidos.Pelo menos a demora da justiça vai servir para alguma coisa.

  • Em meu comentário acima, me referi aos comentários de Bruno Pinheiro e Getúlio Oliveira.

  • Em nossas humildes opiniões, trata-se de um absurdo em demasiadas proporções, vez que, a MD decidiu investir naquela área até então “esquecida” e entregue as baratas, pois vemos tão somente galpões desativados, estruturas rachadas, e que em nada colaboravam com a tão propalada harmonia da cidade. É por essas e outras que, esta cidade/estado, vive neste eterno anacronismo, calcado em um passado retrogrado e que em nada contribui para um futuro promissor, paisagístico e moderno.

    Esperamos profundamente que a justiça reflita sobre a decisão então tomada e a reforme como exemplo a ser seguido em futuras indagações nesse âmbito relacionadas.

    Atenciosamente,

    Francisco Medeiros

    Rodolpho Medeiros

    Raphael Medeiros

  • Podem me excluir do povo recifense que espera tal decisão do judiciário. Não consigo ver como aquelas duas torres afetam a visão do glorioso e despedaçado conjunto arquitetônico do bairro do Recife ou talvez do bairro de São José. A torre do Tribunal Regional Federal da 5a. Região está muito mais próxima e foi construída; a sede da Prefeitura do Recife também.

    Preservar patrimônio não significa parar a vida da cidade; onde estão os defensores do patrimônio histórico que vêem este patrimônio se degradar cada dia no bairro do Recife e não tomam providências?

    A decisão judicial pode não estar errada porque, ao que parece, falta a autorização do IPHAN para a construção, mas para mim isso não significa que o IPHAN não poderia dar essa autorização. Essas torres estão próximas àqueles galpões horrorosos e nojentos que já poderiam ter sido implodidos. Qual o ponto da cidade que os especialistas tomam como referência para dizer que as torres impedem ou encobrem a visão do bairro? O Cais José Estelita, onde ninguém tem coragem de parar para não ser assaltado? O Viaduto das Cinco Pontas, onde só passam carros? A ponte do Pina?

    SEi que vivemos num país que não respeita muito a cultura e as artes em geral, mas também sei que vivemos numa cidade miserável que não pode desperdiçar investimentos que podem melhorar aquela área, que não passa de uma área suja, escura, mal tratada. Para mim, o antigo e o novo podem viver em harmonia, pois isso acontece em lugares muito mais antigos do que os quatrocentos e poucos anos do Recife.

  • A PCR deveria se preocupar com algo mais importante, como revitalizar o centro do Recife (Recife Antigo) dentre outros grandes e bons projetos. Entendo que a Moura Dubeux prestou e presta uma grande contribuição a Cidade do Recife, edificando 2 belissímas torres em uma área totalmente despresada pelo poder público.

  • Já estava na hora da justiça determinar isso, espero que continuem com a decisão.
    Enquanto todos já achavam que não iria mais continuar , os prédios avançavam e arranhavam mais ainda o céu e a imagem de nossa esfera Jurídica.

    Tremenda Grosseria SR Alexandre Gonçalves.

    Sua frase:

    Sr Nada ou Alexandre Gonçalves :

    11 de Dezembro de 2007 às 16:46
    Tremenda bobagem, o que vamos ganhar se a UNESCO declarar patrimônio da humanidade, será que os desabrigados que insistem em ocupar as calçadas ali não afeta a paisagem e os trombadinhas e meninos de rua…. alguém pode avisar a esse grupo que eles também estão prejudicando a cidade. Por isso que eu torno a repetir “tremenda bobagem”

    Infelizmente, existem pessoas com o pensamento igual o do Sr, que não sabe respeitar estas pessoas que dependem da boa vontade política, pois, não visam a coletividade e os tornam eternamente clientes dos programas assistêncialistas e o Sr ainda chama esse problema de alta complexidade de BOBAGEM ? Faça-me o favor de estudar amigo.

    MICHEL DA MATTA
    (81)9103.5688

    ”VAMOS FAZER NOSSA PARTE”

  • Amigo Marco Bahé ,

    Sempre à disposição.

  • E VIVA A DECADÊNCIA DO CENTRO ANTIGO!

    Seria cômico se não fosse trágico ver o MPF cuidando com tanto esmero do nada que hoje se constitui o centro antigo do Recife e da manutenção do processo de decadência – cada vez mais acelerado – que se encontra aquele lugar.

    Para que deixar um projeto como esse revitalizar o Cais de Santa Rita? Está tão bom assim disponível para mendigos, drogados e ladrões, inviável para cidadãos; aliás cidadão nem precisa de lugar pra passear né não? Só precisa votar e ficar calado trancado dentro das suas celas-casas, cercado de medo.

    Pernambuco e Recife na década de 60 eram respectivamente a terceira economia do país e terceira cidade em importância depois de Rio e São Paulo. Parece que o povo gostou muito dessa época porque dela ainda não saímos e todos fazem o máximo para ficar assim mesmo, qualquer coisa que minimamente cheire a desenvolvimento, progresso, contemporaneidade é prontamente rechaçada aqui na minha querida terrinha.

    Parque Dona Lindu? Pra quê com tanta areia já a disposição? Shopping com Espaço Cultural aberto a todos na Tamarineira? Não, de jeito nenhum é patrimônio do povo e deve ser mantido longe do acesso do povo para preservar e agora o gran finale:

    Como é que uma empresinha ousa ter uma atitude tão audaciosa de construir duas torres tão grandes e que vão desenvolver um lugar como o Cais de Santa Rita, cuja decadência nós estamos cuidado tão bem?

    Desenvolvimento, quem precisa disso? Pernambuco não, imagina!!

    Como diz um velho adágio: pescador de caranguejo só não fecha o balaio aqui em Pernambuco, porque caranguejo daqui quando um tá subindo o outro logo vem e puxa pela perna.

    LAMENTÁVEL, TRISTE! Nessas horas me da vergonha de ser Pernambucano.

    Ah o Cais de Santa Rita? Como diz a música: ratos e baratas, só bicho escroto é o que vai ter!!

    • Só não entendi como a construção de duas torres podem trazer o “progresso” para a região e beneficiar a população. Pode explicar, Bráulio? Porque sinceramente ainda não entendi.

      • O que não entendi foi este teu comentário.Progresso vai ter com as duas torres demolidas?Pense antes de escrever.

  • O interessante nesta questão é observar qual será o enfoque do nosso Tribunal, se priorizando o aspecto ambiental, ou o histórico, ou o patrimonial, quem arrisca um palpite ?

  • O QUE É ISSO, COMPANHEIRO?

    Acho que há muitas outras coisas que a Justiça (Brasielria) poderia fazer no Recife: mandar derrubar aquele prédio (abandonado) ao lado do que está sendo construído, que está muito velho, foi invadido, já houve até incêndio; mandar a Prefeitura do Recife e o Governo do Estado de Pernambuco construírem casas para a população; verificar o descaso na Saúde Pública, violência, homofobia, etc.

  • OS COMENTARIOS ACMA, COM TODO REPEITO NAO ATENTAM PARA A QUESTAO CENTRAL DA CONTROVERSIA. CONFORME NOTICIADO PELO MINISTERIO PÚBLICO FEDERAL, HOUVE UM DESREIPEITO AO ENTORNO DOS MONUMENTOS HISTÓRICOS. A CONSTRUTORA ESTÁ CONSTRUINDO EM ÁREA PROÍBIDA. ESSA QUESTÃO É FUNDAMENTAL, E NÃO VEJO NINGUEM DEBATER SOBRE ISTO. O PROBLEMA DO NOSSO PAÍS E SEMPRE RELATIVIZAR O ERRADO. ORA SE A CONSTRUTORA NAO PODERIA CONSTRUIR NA ÁREA EM QUESTÃO, O QUE O MPF ESTA DEFENDENDO É A LEGALIDADE. ´SOU ESTUDANTE DE DIREITO E JÁ ME INFORMEI MUITO SOBRE ESTE CASO, E O QUE CONSTA NOS AUTOS É QUE A CONSTRUTORA ESTÁ CONSTRUINDO EM LOCAL PROIBIDO. E ASSIM SENDO A DECISÃO JUDICIAL É A CORRETA,

    • Argumentos simples e cristalinos. Inocêncio, você tocou no ponto central, a legalidade.

  • Harmonia do centro do Recife…? Espero que o MPF faça um city tour para me apresentar essa fabulosa harmonia, pois, malgrado passe por ali há muitos anos, nunca percebi.

    Confesso, todavia, que as torres não estão nada harmônicas com os pardieiros característicos do Cais de Santa Rita. Melhor seria, então, que o MPF postulasse a demolição daqueles escombros, que apenas servem de habitat a ratos, baratas e mendigos.

    Curioso como só aparece gente para colocar nossa cidade para trás!

    Essa decisão, por sinal, joga por terra qualquer segurança jurídica que se pretenda ter neste país. Afinal a obra só teve início após a batalha burocrática comum a construção de qualquer obra dessa magnitude (EIA/RIMA, Alvarás e licenças federais, estaduais e municipais, registros em cartório, etc) e mesmo assim a empresa é surpreendida por uma exigência esdrúxula como essa, determinando a pena máxima de demolição da obra.

    Uma lástima! Resta torcer para o TRF/5 ter o mínimo de coerência e conferir a essas torres o mesmo tratamento dispensado ao prédio daquele tribunal.

  • É graça!
    Temos ali perto um prédio de uma antiga indústria de pescados que hoje abriga uma gama de “sem-teto”, bandidos de toda ordem e outros “párias” da sociedade e ninguém nada faz.

    Enquanto isso o MPF ganha na Justiça Federal uma ação, da qual ainda cabe recurso, contra uma construção, que com certeza tornará aquela aréa habitável e mais bonita fazendo disso propaganda para dizer que está defendendo o “interesse público” a aréa do chamado Cais de Santa Rita vai se tornando, a cada dia, mais deplorável.

    Então pergunto vale mais a criação de prédio de de apartamento que recuperem aquela aréa ou deixar como está para “preservar”a visibilidade e ambiência dos prédios antigos do centro? Ora, os tempos mudaram e a cidade precisa de modernização e valorização senão, viveremos enterrados em nosso passado e sem perspectivas de futuro.

    Que nossos órgãos do Poder Público (MPF/MPPE, JUSTIÇAS FEDERAL/ESTADUAL) deixem de brigas que só nos trarão mais atraso e olhem para frente pensando em um futuro e passem a brigar as “brigas boas” para que finalmente tenhamos a efetiva Justiça, ou seja, ela cuidando de causas realmente relevantes e não de questões que parecem de picuinhas de vizinhos.

    VAMOS NOS MODERNIZAR!!!!!!!!!!CRESCER!!!!!!!!!!!!

  • Concordo com as opiniões que dão conta de que aquele local estava entregue a sujeira e a inópia cultural e arquitetônica da cidade do Recife. O implemento de van guarda trazido pelo MD em nada fere o patromônio histórico desta cidade, aliás, o progresso tem como paradigma o passado. Quanto ao MPF, forçoso é reconhecer a falta do que fazer, a ponto de se passar a cuidar de questões destituídas de relevo, como a em apreço.

  • Ótimo! Aguardo agora uma sentença judicial, que decida derrubar o VIADUTO DAS CINCO PONTAS, que obstrui a visão do FORTE DAS CINCO PONTAS.

    Também espero que decidam implodir o Shopping Center Recife, malvadamente construído em cima do mangue de Boa Viagem.

  • Vejo uma porção de gente que parece ter despeito do sucesso da Moura Dubeux e isso, Freud Explica.
    Mas torcer para tudo dar errado e deixar aquela feiúra, uma medalha à degradação do cais, é ser obtuso. E essa conversa fiada de que atrapalha os prédios históricos? E aquele armazém, por qual motivo não o derrubam, então? Infelizmente, não acredito nos argumentos ecológicos, históricos ou arquitetônicos: acho que é briga de cachorro grande e nós ignoramos o que, de fato, está ocorrendo.

  • Não conheço o processo judicial , mas meu faro revela que “há algo de podre no reino da dinamarca” , que os prédios não serão demolidos p— nenhuma , que a bacanagem recifense continuará a acenar (dar bananas ) para a pobreza envergonhada desta cidade enquanto aguardam (tem certeza) a conclusão da obra para porem a funcionar suas garçonières para onde encaminharão “as garotinhas” que tentarão “faturar” com seus penis emurchecidos , compensáveis apenas com seus talões cheques , os mesmos que pagarão a putaria avassaladora e a sanha capitalista da Moura Dubeux .
    Avante Brasil petista !!!!!!!!!!!!!!!!
    Edson de Arruda Camara.

  • Acho corretíssima a decisão judicial, visto que ao inde embelezar a cidade, como alguns querem crer, a MD (viz a especulação imobiliária) não terá o menor critério para destruir o que seja para obter lucro! Se eles querem “embelezar e investir naquela área esquecida”, porque não o fazem com projetos que não roubam o céu do povo? Quem tem condição de pagar um apartamento naquela torre teria também condição de pagar um projeto horizontal, que inclusive seria mais viável pois não seria necessário usar a área verde requerida pela nossa lei predial. O que não pode é TODOS OS CIDADÃOS PERDEREM A VISTA DO CÉU, ENQUANTO UMA MEIA-DÚZIA DE MILIONÁRIOS PASSA A TER VISTA PRIVILEGIADA!

  • Ah, mais um comentário: estive na cidade de São José dos Campos , SP, e eles têm uma área chamado Banhado, onde os cidadãos costumam ver o pôr do sol, que estava quase sendo negociada para ser construído um conjunto de prédios, mas a Câmara Municipal, sábia e ciosamentede, não permitiu!
    Vamos frear o lucro inconseqüente e desrespeitoso ao nosso cidadão desta empresa aqui também!

  • Se for assim, se é desse jeito, derrubem o TRF, a Prefeitura do Recife, O prédio dos correios, o Forum Paula Batista, o INSS, a justiça do trabalho e o prédio da polícia…Ah, derrubem também o prédio da votorantin… Faça-me o favor!
    Como assim? Há muito aquela parcela “arquitetônica’ de Recife encontra-se abandonada, entregue a invasões e muito mais. Não faz sentido dizer uma coisa dessas. Tenho opinião completamente diversa; acho que aqueles dois prédios, ao reverso do que dizem alguns leitores, iria não apenas valorizar, como embelezar aquele local que, na verdade, encontra-se completamente imerso em meio a galpões feios, fétidos e cheio de infiltrações.Acho, por vezes, na minha enorme ignorância, que isso parece idéia de invejoso que se sente mal por não ter tido a idéia de construir algo por lá antes.

  • Ahhh, ia esquecendo, que profiram uma sentença mandando demolir o Porto Digital, aí é que é uma coisa retrógrada de uma vez!

  • Com todo o respeito que o merítissimo juiz merece, sua decisão é triste.

    De fato, as torres destoam muito do seu entorno. Destoam dos armazéns velhos e mal-cuidados. Destoam das ruínas do Cais José Estelita. Destoam do prédio da antiga estação rodoviária, um monstrengo informe. Destoam do casario do bairro S. José, um amontoado de casas e prédios em ruínas, abandonados, horríveis. Destoam dos edifícios da vizinhança, que viraram cortiços a exibirem suas paredes semidestruídas, descarnadas, imundas. Destoam da pobreza de espírito que ainda parece imperar no Recife.

    As torres são um embrião para o renascimento e a revalorização de toda aquela área, do Bairro de São José, um bairro tão importante e de tantas tradições, que hoje morre lentamente de desgaste e abandono. Esvaziado, corroído pela miséria e pela falta de projetos para a sua revitalização.

    É triste ver como uma idéia tão boa esbarra na estupidez de alguns. Mais uma vez, as boas idéias são combatidas pela burrice, pelas forças do atraso e da ignorância. Coitado do Recife…

  • Algum dos ilustres defensores da medida judicial poderia mencionar qual é a parte do “conjunto arquitetônico” que está sendo desvirtuada? Que me conste ao redor das torres fica a fábrica abandonada de pescado, o antigo pátio de ônibus da Real Alagoas, igualmente abandonado, o prédio da EMTU, que era a antiga rodoviária e foi totalmente remendado, o camelódromo, e alguns armazéns transformados em uma grande loja, além dos armazéns abandonados da RFFSA.

    A idéia local é que é melhor um Recife abandonado e remendado que uma cidade moderna? Parece mais uma evidência da teoria do carangueijo.

  • Engraçado, nenhuma construtora pensa em revitalizar aquele comboio de casario abandonado do centro.
    Se pensasse, certamente apareceria alguém pra dizwer que os proprietários tem direito aqueles prédios. Só que a Constituição garante o direito de propriedade desde que atenda os fins sociais. Que fins sociais elas atendem?
    Pra mim, a prefeitura deveria desapropriar tudo aquilo e formar parcerias com as empresas privadas pra revitalizar e comercializar. Assim se preserva o patrimônio e movimenta financeiramente a área…
    Mas como o negócio é construir, demolir, construir demolir….
    O consolo é que daqui a 100 anos vamos ter uma nova discussão sobre a preservação da arquitetura “moderna” que tomou o lugar do Recife Antigo…rsrsrsrrs Só rindo mesmo…..

  • No Brasil há muita coisa errada, e um dos grandes problemas é que se considera que não se deve mexer nas coisas erradas. O Esporte Clube Bahia já solicitou que seus jogos sejam realizados na Fonte Nova, apesar da recente tragédia ocorrida. E possivelmente vai conseguir, porque muita gente pensa como a maioria dos comentadores aqui: para que se preocupar com besteiras.

    O cúmulo é Sílvio Brito dizer que essa decisão acaba com a segurança jurídica. O que ela acaba é com a malandragem e com a aposta no fato consumado. A Moura Dubeux não tinha todas as licenças necessárias e começou a obra, que logo foi questionada pelo MPF. A Moura Dubeux fez de tudo para continuar a construção, com base em liminares, tendo inclusive aberto mão de recorrer, porque confiou num recurso (não cabível, diga-se de passagem) da Prefeitura da Cidade do Recife. Quando a obra foi embargada pela primeira vez, as torres praticamente não tinham subido nada. Mas a Moura Dubeux resolveu, cada vez que conseguia alguma brecha, continuar a obra, mesmo estando sub judice. Quem age com base em liminares ou contra possível sentença judicial (não num processo hipotético, mas num processo real), sabe que está correndo um sério risco de ter que desfazer o que fez. E é isso que aconteceu com a Moura Dubeux. Quis se valer do fato consumado (como o são os absurdos prédios da Votorantim, PCR, Banco do Brasil, JK, TRF 5 dentre outros), mas, até agora não conseguiu. Falta de segurança jurídica é fazer as coisas sem as devidas licenças (a Moura Dubeux não obteve a licença do IPHAN, e é essa a principal razão de toda a confusão) e depois querer argumentar que é um absurdo tem que desfazer a obra “só porque não tinha a licença necessária”. É botar a faca no pescoço do órgão, quase que o obrigando a conceder a licença.

    Só para situar melhor Hélder Bóia, a PCR vem lutando nesse processo ao lado da Moura Dubeux.

    Se é certo ou não que sejam construídas torres (com 50, 100, 150 ou 500 metros de altura) naquela região é uma discussão, mas o que está em jogo aqui é se uma construtora pode construir onde quer, sem as devidas licenças. E para a segunda questão, a resposta é um óbvio não! Neste caso, andou certo o MPF em ajuizar a ação, bem como a Justiça Federal em condenar a Moura Dubeux.

    Agora, de fato, será interessante ver qual será a postura do TRF 5.

  • Só pode ser inveja do sucesso dessa empresa genuinamente pernambucana, Ora, faça-me o favor….parece que os procuradores não têm o que fazer e começam a holofotar. E o viaduto ao lado do nosso Museu da Cidade do Recife? Será que vão implodir? Tirar a vista da obra arquitetonica do Recife? Só se for embarcado…é do mar para a terra. Juízo
    pessoal. Há tanta coisa a discutir em benefício da cidade…Dizem que há alguém de olho naqueles armazens da cais de santa rita, para construção
    de prédios empresariais…vamos esperar pela decisão final da Justiça, que espero seja de manter esse novo cartão-postal do Recife.

  • A empresa tinha sim as devidas licenças. A validade delas é que foi contestada pelo MP. Concordo inteiramente com a Sarah França e faço um desafio aos críticos da obra: apontem UM SÓ edifício histórico que teria sua visibilidade prejudicada pelos prédios. Não tem nenhum, a não ser que se adote o ângulo de visão de uma pessoa que sobrevoa o rio de helicóptero.

  • Ia esquecendo : parabéns ao blog por conseguir polarizar opiniões , provocar a dialética e fazer aflorar tanto pensamento no momento sugestivo de um tremendo ramerrão onde floresce o populismo chavista de um Lula-la que tenta comprar consciências a vinte e cinco reais (bolsa esmola , etc) fazendo murchar mais ainda a sofrida “classe média” que parece ter colocado a língua num saco e ficar na sua (“…não adianta mesmo …”) deixando se alastrar , qual erva daninha as idéias do apedeuta-mor.
    Até agora mais de 30 opiniões , nesse ou n aquele sentido . De parabéns o “blog” e os que opinaram !
    Beleza mesmo !
    Edson de Arruda Camara

  • Para mim, o grande problema – e nada tem a ver com a ação – é que seriam ou serão prédios “cortando” a ventilação, um dos grandes problemas do Recife (por toda a av. Boa Viagem, por exemplo).

    Em João Pessoa, o planejamento impediu esse absurdo, havendo um “esquadro” que limita o tamanho dos prédios quanto mais próximos do mar.

    E FALANDO EM CONSTRUÇÃO POLÊMICA, dizem que aquela famosa churrascaria abriu filial em Boa Viagem (Domingos Ferreira, próxima a supermercados) aos trancos e barrancos.

  • As torres são belíssimas. Vão valorizar aquela área decadente da cidade. Recife é uma cidade e como muitas outras, mutável e em permanente transformação. Não deve ser um museu da decadencia urbana. Se derrubarem esses prédios seremos também um belo exemplo de decadencia intelectual.

  • Se derrubarem esses prédios, vão ter também que derrubar quase todos os outros prédios do centro.

  • Parábens ao judiciário por ter a coragem de implodir a ganância e a prepotência da força do dinheiro. É obvio que só mentes retogradas gostariam de ver dois monstrengos a destoarem na paisagem histórica da Bacia do Pina. Não é porque no passado outras atrocidades foram cometidas que devemos baixar a guarda contra os canibais da memória social da cidade. Recomendo a leitura da Carta de Bolonha aos ingênuos, que acham que se trata apenas de uma luta de “comunistas” contra o capital, como alguns comentários de leitores dão a entender neste blog, para que observem que esta questão ultrapassa seu viés econômico.

  • Eu acho incrivel é o ministerio publico ao inves de apoiar um investidor que esta trazendo a prosperidade ao nosso estado embelezando e constrastando o antigo com o novo,trazendo um empreendimento de tal porte para uma area abondonada ao descaso por todos,os governos passantes, ser posicionar contra tal projeto, este ministerio publico se fosse publico no sentido evolutivo da coisa publica jamais deveria se pronunciar contra este empreendimento, maIS me parece que a historia se repete, haja visto que os antigos proprietarios da casa onde viveu Joaquim Nabuco na rua da imperatriz foram persegu7idos por este orgam que queriam manter a originariedade do patrimonio historico deste, porem pos venda deste patrimonio ao grupo Catan pudi o9bservar que a postura deste orgao mudou radicalmente, haja visto que apos a aquizição deste predio pelo grupo parece que este este orgao tem feito vista grossa pois a reforma nao manteve em nada o riginal do predio da imperatriz é só vc ve para constatar, tambem na rua jeriquiti o ministerio nao se opos a reforma do shopping boa vista que so manteve original a parede ou parte desta o resto nada haver com o patrimonio historico da coisa, e ai vai a pergunta por dois pesos e duas medidas para situaçoes semelhantes ou similares, ou sera que a coisa é mais em baixo ou talves mais em cima….

  • Prezado Márcio,

    Não sou a favor de aliviar a lei para ninguém, mesmo que isso venha a beneficiar a cidade, como acho que seria este caso. Mas, também sei que lei brasileira é a coisa mais passível de interpretação no mundo, pior que a Bíblia. Então, não me sinto segura ao defender a posição do ministério público porque este órgão também padece da soberba que é peculiar aos operadores do direito no Brasil. Ao impetrar a ação, o MPF já sabia que a obra estava no perímetro da área tombada pelo IPHAN? Como a Prefeitura concedeu a licença sem a liberação do IPHAN? São algumas perguntas para quais precisariamos de respostas mais claras, mesmo que nossas opiniões não importem em nada para a decisão judicial.

    Eu já trabalhei na prefeitura em projetos que envolviam moradia e revitalização do bairro do Recife e esses projetos não conseguem sair do papel porque, sem oferecer os confortos da vida moderna, não tem como incluir moradia nessa área. Ou seja, a modernidade das torres pode ajudar a preservar as áreas antigas, sim, é só pensar com menos preconceito e mais eficiência. Não sou especialista no assunto, mas sou apaixonada por cidades históricas e por patrimônios históricos; mas não posso fechar os olhos ao fato de que nossa cidade é pobre em recursos e pessoal qualificado para atuar na área. Quantos cursos de restauro tem nas universidades em Pernambuco? Não é apenas com leis que esse patrimônio será preservado.

    Quanto aos especialistas que acham que esta obra pode prejudicar um futuro interesse da UNESCO em tornar a área patrimônio da humanidade, eles precisam lembrar que a UNESCO tem feito reiteradas denúncias sobre a não conservação dos patrimônios existentes no Brasil, o que por si só já desqualifica o país numa próxima candidatura.

    Agora, em duas coisas concordo com você: uma é ver a decisão do TRF, tão violador de área tombada quanto a Moura Dubeux, o qual também é composto por juiz oriundo do MPF; outra é que a MD aceitou o risco e pode perder.

  • Os discursos acima são exaltados, uns contra outros a favor.
    Num país em que a maioria da população não recebe cem dólares como salário, é evidente que o PODER ECONÔMICO fala mais alto.

    Ele compra licenças, alvarás, permissões, autorizações, orgãos e entidades, prefeitura e possivelmente, tentará barganhar o TRF. Vocês duvidam???

    Outra questão a ser pensada, é no tocante a infra-estrutura do bairro do Recife Antigo,pois sua estrutura de agua e esgoto foi construída há séculos, e certamente não aguenta a demanda que irá ter com as duas torres. Os defluentes dos luxuosos apts. serão jogados ao mar???

    O poder público poderia ao conceder esse tipo de construçao exigir a revitalizaçao do entorno proporcional ao valor da obra, pois os armazens proximos as duas torres estao em ruínas, bem como alguns casarões.

    A construção delas ainda não atende ao instituído na lei municipal n° 16.290/97, conforme transcrito abaixo

    Art. 6º Para aprovação de qualquer obra ou instalação de atividades no perímetro da ZEPH-09, será necessariamente observada a relação do empreendimento com o conjunto arquitetônico do seu entorno, considerando:
    I. o traçado urbano;
    II. os elementos volumétricos e estilísticos dos imóveis e do conjunto arquitetônico;
    III. as características específicas das ruas e quadras que envolvem a área de intervenção;
    IV. o perfil das atividades instaladas nas proximidades;
    V. as condições da infra-estrutura disponível.

    Art. 7º Para análise da relação entre a obra proposta e o conjunto arquitetônico do seu entorno, deverão ser considerados os impactos sobre a paisagem, a partir dos seguintes eixos visuais de observação:
    a) do passeio oposto ao local da obra;
    b) das margens opostas à ZEPH-09, de onde se divisa o perfil do conjunto edificado;
    c) de prédios do entorno.

    Art. 8º No Setor de Intervenção Controlada – SIC, a ação pública tem como objetivo promover a dinamização de usos e atividades e a valorização de suas características predominantes, compreendendo:
    I- traçado urbano e conjunto edificado, de composição estilística de influência do ecletismo e remanescentes coloniais, bem como novos elementos compositivos e volumétricos introduzidos, de influência protomoderna e moderna;
    II- a paisagem da área de domínio do Porto, marcada pelos galpões, equipamentos portuários, veículos marítimos e pelo molhe de proteção.
    Parágrafo Único. As intervenções públicas ou privadas deverão promover a conservação e a recuperação dos imóveis e do conjunto urbano, bem como a conservação e a recuperação da infra-estrutura.

    Art. 12. As intervenções públicas ou privadas deverão promover a renovação do conjunto urbano, através da:
    ……………………………………………
    e) recuperação ou ampliação da infra-estrutura existente.

    Art. 13. Serão admitidas intervenções urbanísticas ou arquitetônicas que introduzam novos padrões morfológicos, estilísticos ou volumétricos, desde que sejam compatíveis com:
    I- A escala dos seguintes marcos referenciais na paisagem do Setor:
    a) dos monumentos e dos Elementos Preserváveis;
    b) dos galpões e dos silos de armazenagem.
    ……………………………………………………..
    § 1º As novas edificações deverão seguir o paramento existente.

    Como se vê, tudo está irregular, mas como disse inicialmente O PODER ECONÔMICO FALA MAIS ALTO.

  • Qual a naturalidade das autoridades envolvidas no caso ?

    Na região amazônica percebe-se um grande déficit de representantes do Ministério Público para reprimir o desmatamento, tráfico de madeiras e as queimadas.

    Porque Moura dubeux ? Por economia processual, o MP deveria incluir nesse processo o prédio da Cimento Poty mais próximo do conjunto arquitetônico do Recife Antigo, aquela Livraria aoa seu lado e do Paço Alfândega, o prédio do TRT, construído no foco do acervo cultural arquitetônico do Recife, não esquecer do prédio da Prefitura,
    do edifício do Grupo João Santos, do Fórum do Recife, aquele eddifício em frente ao Diário de Pernambuco, junto ao arranha-céu da pracinha, não esquecendo de providenciar o isolamento daquele prédio do ao lado das torres e na cabeceira da ponte onde funcionava o Ministério da Agricultura e onde estão abrigados os famintos e excluídos, porque pode ser que alguma empresa destemida queira ter a ousadia de transformá-la numa obra de primeiro mundo e ai vai ser uma tristeza geral.

    Não esqueçam de conseguir incentivos para os grafiteiros embelezarem as ruas do Recife e que os catadores de lixo sejam lembrados reservando para os mesmos uma área ali onde estão as torres para que depositem o produto de seu trabalho até que os veículos não possam trafegar.

    Parabéns ao MP, empresa quando progride deve ser olhada com rigor, está certíssimo, esse negócio de dar emprego e fomentar o segmento da construção civil deve ser reprimido, essa empresa é amostrada mesmo, só quer fazer coisa boa e bonita, quem visitou Recife há 10 anos atrás nem reconhece mais Recife, está parecendo
    uma cidade grande, tudo por culpa da Moura Dubeux, merece ser punida, com certeza, vamos estimular a invasão dos prédios do Recife Antigo que não estão cumprindo com sua função social, vamos chamar os grafiteiros para prestarem suas colaborações, êita Moura Dubeux atrevida, vá fazer seus investimentos em outro lugar, vá dar emprego longe daqui, quem foi que disse que Recife precisa de embelezamento de progresso? Moura Dubeux seu mal é a competência, não podia disfarçar um pouquinho? O mal de muita gente é usar o tempo que lhe sobra para complicar!

    O perigo é aquele povo triste, faminto e abandonado pelas autoridades não se sentirem mais à vontade naquele lugar depois das torres e não saberem se devem ir para os prédios do INSS, aliás aquele da Dantas Barreto que combina com o conjunto arquitetônico das igrejas e predios construídos no período colonial e do domínio holandês, bem que aquele prédio poderia ser demolido, está bem no centro, a 50 metros do Palácio da Justiça e do Palácio do Governo, formando um conjunto arquitetônico belíssimo, tudo combinando!

    Parabéns a Raymundo, Sarah França e Fernando Dias, lembraram bem de quase todos os edifícios que precisam ser demolidos, vamos lá, vamos coloborar, visitemos aquela área e entremos na condições de listisconsorte ativo pedindo que sejam incluídos na demolição, em nome da “legalidade” em nome da legalidade vamos pedir a prisão de todos que são responáveis pela segurança pública e pela saúde e que não sabem gastar o dinheiro que arrecadam, vamos demolir o Hospital da Restauração, antes que mais pessoas morram ali por falta de UTI.

    A propósito, e sobre a naturalidade do pessoal?

  • Como se falar na razão?

    De um lado temos o MPF demostrando matéria probatória e legislação em vigor que atende os critérios convertido em um juizo de convicção pela autoridade judiciária. Ocorre, entretanto, que o próprio MPF não desempenha suas atribuições ao que pertine o abandono dos monumentos arquitentônicos do Recife Antigo. Como citado em linhas ulteriores, várias são as irregularidades de construções alicerçadas no bairro, sem qualquer interferência do poder público.

    Todavia, ” as torres gêmeas” ostentam o poder economico, neste ato represetado pela construtora MD. Ora, se direitos são iguais para todos, porque cecear o direito da empreitera. Visivelmente a referida construção trará benefiucios ao bairro e, não será a primeira nem última construção deste tipo.

    “COM A PALAVRA, O PODER JUDICIÁRIO…”

  • a questão não é construir o novo no antigo, como algumas pessoas vem comentando… a questão é que aquele tipo de construção destoa da paisagem historica do local… me parece que a maioria das pessoas que defendem estes espigões da moura dubeux nasceram e viveram sempre dentro de prédios e não enxergam outra possibilidade de arquitetura que não arranhe-o-céu…
    será que isso é o unico tipo de arquitetura contemporanea de qualidade??? boa viagem que o diga!!!!!!!!

  • O engano mais comum neste caso é achar, como o Macedo acima, que os prédios ficam numa Zona Especial de Preservação Histórica (ZEPH).

    Não ficam.

    A área em questão, apesar de ficar bem ao lado de uma ZEPH, é considerada Zona Especial de Centro Principal.

    Podem ver no site da PCR:
    http://www.recife.pe.gov.br/pr/leis/luos/soloPrancha_902550.html

    As áreas preta e azul são as de preservação histórica. A vermelha, onde estão os prédios, não é.

    Sendo uma Zona Especial de Centro Principal, a área pode, de acordo com a Lei de Uso e Ocupação do Solo, receber empreendimentos de grande porte. Inclusive, o coeficiente de construção nessa área é altíssimo: SETE, o que quer dizer que para cada mil metros quadrados de terreno, pode-se construir sete mil metros quadrados.

    De qualquer jeito, ainda estou esperando alguém me mostrar um prédio histórico sequer que tenha sua visibilidade prejudicada pelas torres.

  • será que os moradores dos edificios iriam comprar pão na padaria do seu osias, na rua vidal de negreiros???

    me parece que os humildes opinantes aqui deste blog conhecem com muita profundidade o bairro de são josé para falar da revitalização que ‘seria’ promovida por tais construções…

    será que a violencia entre muros de boa viagem nao é o suficiente para que a sociedade reflita se não existe uma relação com o tipo de construção muro-espigão???? segregação social x segregação espacial…

    e o povo ainda pensa que é algo contra as belissimas ” novas construções”
    obvio que novas construções ajudam, mas pq não de quatro andeares? porque não colocar lado a lado, horizontalmente, os apartamentos que se propunha empilhar vertcalmente??? o terreno ao que me consta, foi adquirido por baixissimo preço… e isso não é desculpa para querem implementar espigões em todo o recife… já basta boa viagem…
    ah mais uma questão para os entendidos de revitalização de plantão: qual a relação da pessoa que esta numa varanda ao 41º andar com um bairro capengando? só se for pra pisar nas formiguinhas que se amontoam para sobreviver no centro!!!!!!

  • Apesar de não conhecer o mérito do processo (Ação Civil Pública) que está gerando toda esta polêmica, opino no sentido de que a ainda que a construção das ditas torres estaja carecendo de alguma regualrização por parte do “glorioso” IPHAN, tal poderia ser sanado sem que fosse necessária a proliferação de tanta polêmica. Ora, comungo com todos os comentários que mencionam o abandono daquela área em que estão sendo construídos os edifícios (as torres), o que vem degradando cada vez mais a paisagem do local, o que poderá até ser modificado caso a construção em questão venha a ser concluída, visto que a área tenderá a ser valorizada e zelada, sem que afete a paisagem local. Ao contrário, ficará mais bonita e atrativa, vez que o local está em total abandono, sendo invadido por mendigos, havendo verdeiro descaso pelo poder público às construções ali existentes.

  • caro juan,
    vá até o pátio do ribamar onde tem a igreja de são josé do ribamar, e apreenda o espaço… observe, reflita… acho que vc vai entender o quanto a visibilidade dos monumentosjá está sendo prejudicada pelas torres. Isto não pode ser comunidado, alguem simplesmente tentar te convencer com argumentos. Portanto meu caro, dar uma andadinha no sol escaldante da rua da calçada pegar a primeira viela a direita e chegar no patio do ribamar, é uma experiencia espacial urbana distinta de observar a cidade da varanda…

    outra coisa, o proprio iphan e a prefeitura, junto com o iphan, sao reus no processo, por terem delimitado uma linha de Zona Especial de Preservação Histórica (ZEPH) ou area de entorno de monumentos ainda em 1980, e não terem efetuado revisão nas sucessivas legislações. que tornaram cada vez mais permissiva as construções de arranha-ceus. portanto o ministerio publico esta dizendo que a linha delimitada na legislação está em desacordo com o principio de preservação contido na lei maior, no caso o decreto-lei 25/1937. De uma pesquisada.

  • Esse negócio de danos contra o patrimonio historico do bairro do Recife é conversa de quem quer aparecer. É por estas e outras que Pernambuco continua vítima da “Sindrome do Carangueijo”. Ora, ninguem fala do Shopping Paço Alfândega, daquele edficio garagem horrosoro construido ao lado. Estão construindo na surdina um hotel ao lado do Mosteiro de São Bento onde atualmente há casarões históricos no Varadouro (Olinda). Há prédios lindos e maravilhosos em toda a cidade, caindo aos pedaços, onde ninguem dá bola. O Chantecler onde há anos uma reforma deveria transformá-lo em espaço cultural patrocinado por um grande banco está lá, na Marques de Olinda, se acabando com a ação do tempo.
    Desde que foi anunciada a obra do Pier Duarte Coelho e Pier Mauricio de Nassau, falava-se que seria uma ótima oportunidade de alavancar a economia naquela região do nosso Recife. Cidades como Buenos Aires revitalizaram regiões abandonadas e que hoje são pólos de turismo, como o Puerto Madero. Aqui, mais próximo, em Belém do Pará, revitalizaram a região das Docas e hoje lá é um dos principais pólos culturais e gastronomicos da cidade. Já aqui, temos uma área similar, com um tremendo potencial, mas que as mentes retrógradas, defensoras do patrimonio deteriorado de Pernambuco preferem ignorar iniciativas de investimento do setor privado, sobre o pretexto de preservação. Não estou ao lado da construtora nem destas “tais” instituições de preservação. Que prevaleça o bom senso e que possamos nos dar a oportunidade de viver em uma cidade atraente e que possa crescer através das Parcerias Publico-Privadas que, com certeza, surgirão para aquela região, logo que esta obra for entregue.

  • Não tenho o conhecimento jurídico para comentar a legalidade da obra e a construção das torres ou de qualquer outro prédio não depende de votação, mas está claro que a maioria do povo recifense já se posicionou a favor da construção das torres.
    Sábia decisão por sinal (não sou adquirente de unidade no condomínio), pois o que se vê no entorno é lixo, lixo e lixo. Este é o patrimônio que o MPF quer defender?
    Exija-se quem sabe uma contrapartida da construtora no sentido de ajudar a revitalizar a área, com conservação de praças e ruas, com a demolição da antifa fábrica de pescados (já citado como abrigo de bichos de todas as espécies, inclusive de humanos degradados).
    O que não dá é deixarmos o lixo se avolumar na área por “preservacionismo”, preservação da maldade contra a cidade e seus habitantes.
    Acorda MPF!!

  • Prezados,
    A revitalização de centros urbanos decadentes tem seu marco contemporâneo na construção do finado World Trade Center, em Manhattan, na cidade de Nova Iorque, para o qual houve incentivos do Poder Público. Tal iniciativa atraiu diversos outros investimentos, que resultaram na valorização do seu entorno e consequente melhoria da qualidade da vida humana, eliminando o submundo de drogas e prostituição que existiam até então no local, e, consequentemente, a violência. Tudo isto ocorreu no marco zero de Nova Iorque – ground zero – (pois é, lá eles também tem, visto que, assim como o Recife, Nova Yorque é uma cidade que se desenvolveu a partir de seu porto).
    A discussão apaixonada acerca das torres da Moura Dubeaux demonstra, por si só, avanço da sociedade recifense. Há, sem dúvida, bons argumentos para os dois lados.
    Contudo, a contrario sensu, devemos indagar: qual a melhoria na qualidade da vida humana – ou seja, na revitalização do centro – que a não construção das torres trará?

  • A questão é muito simples, com um passe de mágica “alguém do IPHAN” recuou a linha do entorno dos monumentos históricos, retirando a área a ser construída do entorno, e por isso a MD não precisaria da licença do IPHAN para construir naquele local,( diga de passagem, que o referido órgão já deu o parecer desfavorável a construção em tela no processo em curso na Justiça Federal). Acontece, que através de uma perícia foi constatado que o imóvel esta dentro de área proibida. portanto quem apoia a construção das torres, deverá também apoiar uma construçãao de igual tamanho no alto da sé de Olinda.

  • A questão é muito simples, com um passe de mágica “alguém do IPHAN” recuou a linha do entorno dos monumentos históricos, retirando a área a ser construída do entorno, e por isso a MD não precisaria da licença do IPHAN para construir naquele local,( diga de passagem, que o referido órgão já deu o parecer desfavorável a construção em tela no processo em curso na Justiça Federal).

    Acontece, que através de uma perícia foi constatado que o imóvel esta dentro de área proibida. portanto quem apoia a construção das torres, deverá também apoiar uma construçãao de igual tamanho no alto da sé de Olinda.

  • Inumeras questões tem sido expostas, defendidas e rebatidas aqui neste blog. Bom! serve como espaço de discussão da cidade.

    É imprecindivel falar em experiências urbanas, experimentar espaço urbano, construir espaço urbano, revitalizar espaço urbano. Me parece que os defensores da permanencia das torres no local, pensam que a unica maneira de se revitalizar o centro tenha esta forma.
    Não sou fã do Rio de Janeiro, mas cada bairro apresenta identidade distinta, quer seja em temporalidades, quar seja em espacialidade.
    Aqui em Recife, as construtoras esforçam-se por garantir que as melhores vistas da cidade, sejam privatizadas e pertençam a uma pequena parcela de sujeitos milionarios.
    A favor da revitalização, e tudo bem que sujeitos milionários se instalem no bairro, de frente para o rio, com a paisagem mais bela que o capital pode comprar mas, porque tem que ser vertical?

    Só porque a cidade acumula cicatrizes, temos o direito de amputar suas pernas e braços?(pra não dizer o céu)

  • Tanta coisa pro MPF investigar!

  • É inquestionável o impacto causado pela construção, estive recentemente desenvolvendo um trabalho no centro do Recife e no bairro de Brasília Teimosa. Visto a partir desse bairro o impacto se torna ainda mais obscuro, sua grandiosidade bloqueou a visão do centro do Recife, quem tira uma fotografia tem metade da imagem coberta pela referida obra. Aprovo a resolução do MPF de Pernambuco e espero que a mesma seja mantida.

  • No entanto é inquestionável também a falta de política e de ação da prefeitura municipal e do IPHAN em resguardar todo o patrimônio existente no bairro de São José que estar entregue aos comerciantes onde os mesmos fazem o que quer, descaracterizando o casario nas barbas desses órgãos que tem como função proteger, apoio a decisão do MPF, mas também concordo com a opinião de outros comentaristas no assunto, aquela região se encontra em total abandono, jogada a própria sorte e habitada por uma população hostil. Porém na podemos abandonar de vez e deixar que façam o que quer, pois apesar de estar abandonado e descaracterizado o bairro de São José possui uma aura histórica que pode ser vista de qualquer outro prédio de mais de 10 andares, quem se interessar procurem analisar.

  • Em relação ao mesmo ser tombado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, só traz benefícios para a cidade pois a visibilidade que o Recife vai ganhar aumentando o número de investimentos de preservação é algo notório, beneficiando a preservação de nossa memória passando de forma adequada para a atividade turístca. Atualmente o bairro de São José corresponde a um dos núcleos mais antigos e tradicionais do Recife, no entanto estar abandonado e em grande parte descaracterizado causado pelo avanço desordenado do comércio. O que seria de Olinda hoje se não tivesse o título da UNESCO? mesmo tombada a cidade apresenta índices alarmantes de falta de investimentos.

  • Uma das coisas que eu tenho observado já há algum tempo é que estamos deixando (permitindo) que o setor privado diga como queremos as nossas cidades, como queremos dispor de nossos recursos e paisagens. Quando fiquei sabendo do projeto das torres eu sentí uma perda tão grande, que chegou a me dar um grande desânimo: mais uma paisagem belíssima que será, daqui por diante, privilégio de algumas poucas pessoas. Já pensei que isto não ficaria somente naquelas torres e que outras iriam surgir, por que não ? Então, imaginei aquela foz refletindo todo o vermelho de um por do sol maluco sobre uma fileira de torres belíssimas ao redor da baia do porto. Certamente, teríamos mais um cartão postal do Recife, cidade moderna.

    O resto das pessoas, que por acaso desejassem passear por aquela região, ficariam somente com as sombras dos espigões, escurecendo o entardecer das imediações. Agulhas da coroa real dos donos de Recife.

    Não poderia ser diferente ? Não poderia, a cidade do Recife, desapropriar esta área e construir aí um grande centro de lazer, como foi feito, por exemplo, em Belém do Pará ? Não será que muito mais pessoas irão apreciar aquele visual fabuloso e muito pouco visitado ? Não será que os negócios que irão surgir com este empreendimento (lojas de artesanato, ateliers, restaurantes) não irão se adequar (ou dinamizar) muito mais com a arquitetura do centro de Recife, do que aqueles que surgiriam com as torres ? Será que nós queremos uma cidade somente para aqueles que podem pagar milhões de reais para usufruir de sua beleza irradiante, deixando somente sombras para o resto ?

    Eu termino, dizendo que, realmente, não adianta nada, além da garantia da lei (o que já é muito, mas não o suficiente), o MPF e a justiça federal agir corretamente, como agiram, se não tivermos nenhuma outra proposta arquitetônica menos excludente para aquela área.

    Creio que é o momento de se fazer um movimento que reforce a ação da justiça e que garanta este espaço para o povo do Recife e seus visitantes.

  • Uma obra das mais berrantes para nossa cidade. Gostaria de saber o que o atual prefeito tá ganhando em liberar – licenciar uma construção horrível como esta, num local totalmente inadequado – fico a duvidar do prefeito, novamente.
    Pernambuco, Recife – pedem que se cumpra a decisão da justiça. INTERDIÇÃO E DEMOLIÇÃO, CUSTE O QUE CUSTAR. NÃO SE DOBREM FRENTE AOS INTERESSES ESCUSOS DOS RICOS, DOS POLÍTICOS QUE NA INTIMIDADE DOS GABINETES, METEM PAULADAS NO POVO – ENRIQUECENDO COM OBRAS COMO ESSA.
    SE BORIS CAZOY NÃO ESTIVESSE CALADO POR FORÇA DA DITADURA CIVIL, ELE CERTAMENTE FALARIA COM MUITA PROPRIEDADE – - ISTO É UMA VERGONHA – -

  • O embargo às torres é uma falácia. O pretexto de “interromper a visualização” dos casebres e prédios tombados é realmente intrigante. Vamos pensar… vai interromper que visibilidade? a do barquinho que estiver no rio para olhar o bens tombados pela Patrimônio Público? Pelo amor de Deus…
    O bairro do Recife está jogado às baratas… quem passa por ali todos os dias, como eu, sabe que é degradante o estado de conservação de tudo. A Moura Dubeux, com a autorização de TODOS os órgãos resposáveis pela permissão de construção das torres, objetiva o lucro, é claro, porém é mister perceber a revitalização que as torres darão ao antigo bairro. E além do mais, incentiva a construção praças, parques naquela área que hoje em dia está horrível. Inclusive, há projetos por parte da Prefeitura de demolir aquele viaduto do cais José Estelita – haja vista que não tem necessidade nenhuma, pois todos sabem que a construção daquele viaduto, que foi o primeiro do Recife, foi dado pela “modernização” do Recife já que, à época, uma cidade grande tinha que ter viaduto. Porém o viaduto hoje não tem função nenhuma – e extender aqueles postes de iluminação ao longo do cais até onde hoje é a Capitania dos Portos.
    Enfim, as torres só vão servir para embelezar o bairro e incentivar a revitalização dessa área por parte da Prefeitura com a construção de áreas públicas e iluminações modernas, o que, inclusive, elogio a iluminação desse ano que deixou as pontes, Tribunal de Justiça, Assembléia Legisltiva e outros prédios realmente bonitos.

  • Que aquela área onde as Torres estão sendo construídas está uma vergonha, não há dúvidas.

    É um nojo aquele lugar.

    Mas, isso não pode e nem deve servir como pretexto para a construção da Moura Dubeux. É assim: “já que está um nojo, qualquer coisa será bem vinda.”?????

    Isso é um discurso imbecil, conformista e elitista de um pequeno grupelho de mauricinhos da velha Cidade Maurícia.

    Esse é um momento único para levarmos o debate às últimas consequências e exigirmos de nosso prefeito a revitalização de toda aquela área. Construir uma grande área de lazer para TODA a população da cidade, isso sim seria o correto, e não privatizar de forma escusa um espaço público importantíssimo para o Recife.

    Não se trata de manter a “Teoria do Carangueijo”. Trata-se, isso sim, de não abrir as pernas para a elite da cidade.

    João paulo, isso é coisas para Jarbas Vasconcelos e sua caterva.

    Volte-se para o povo, que foi para isso que te elegemos, e inicie o planejamento de todo um complexo cultural para aquela área.

    Isso garantirá a continuidade do seu governo.

    O Ministério Público está de parabéns pela iniciativa de “apenas” exigir que se cumpra a LEI. É proibida a construção e ponto final.

    Sejamos legalistas. Só isso.

    O blog também está de parabéns por abrir o debate de forma tão responsável e inteligente.

  • Arthemísia, responder a algumas de suas questões é trabalho para uma séria investigação. Eu tenho minhas suspeitas, dentre elas a de que a prefeitura acha, como uma parte dos que aqui comentaram, que a construção dessas torres trará a revitalização do Cais de Santa Rita. Exemplos de que não traz são inúmeros, basta olhar o trecho da rua da Aurora entre a Av. Mário Melo e a Av. Norte, onde existem alguns espigões bem antigos. E olha, que a prefeitura fez um bom trabalho na revitalização das margens do Capibaribe.

    A propósito, eu gostaria de saber de um único exemplo no mundo de que a revitalização de alguma área foi feita com a construção de torres residenciais. Torres comerciais são outra história, mas residenciais? Nunca ouvi falar. E é importante não trocar as bolas nessa discussão.

    Eu não acredito que a construção das torres venha a trazer algum real benefício para a região. Como Felix Santos escreveu, para revitalizar a região há inúmeras outras possibilidades, muito mais efetivas.

    O MPF não estaria agindo, se não houvesse indícios de irregularidades no processo de construção. E a Justiça Federal não teria dado a decisão que deu se não tivesse se convencido dessas irregularidades. Não se trata aqui de uma luta de classes, como alguns parecem acreditar, até porque, tantos os membros do Ministério Público Federal como da Justiça Federal recebem cerca de R$ 20.000,00 por mês, ou seja, não são integrantes das classes menos favorecidas. Aliás, todos eles teriam condições financeiras de morar nas “Torres Gêmeas”.

    Finalmente, se a gente for argumentar que no passado houve desatenção dos Poderes Públicos e que por isso não se deve fazer nada, estamos fritos, porque tudo será permitido.

  • Eu quero aquela droga de Área pra mim! Pra todo mundo da cidade e para os turistas!!!!!!

    Eu sou contra essas torres de Prayboys!!!

    Em vez de moradias de ricaços, devereia ser aquela uma área de lazer, com praças, descampados, museus, restaurantes, jardins, banquinhos, monumentos e iluminação bonita.

    Só assim a população como um todo poderia aproveitar melhor o lugar, e não apenas um grupelho de ricaços!!!!!!

    João Paulo, votei em tu e exijo que vc acate a decisão judicial!!!!

    CHEGA DE ELITE NESSA CIDADE MISERÁVEL!!!!!!!!!!

  • Pelo que eu entendi, há um conflito entre legislações nesse caso.

    De um lado, a Lei de Uso do Solo do Recife parece mesmo permitir a construção. Do outro, um decreto federal de 1937 está sendo usado como justificativa para impedir o andamento da obra.

    Pergunta aos advogados: o que prevalece num caso desses? Um decreto, expedido durante uma ditadura (Estado Novo), setenta anos atrás, continua valendo mesmo após várias mudanças de Constituição?

  • Sinto isto como uma vitória não só do recife mais tamém pessoal!!!!
    ha um tempo atrás comecei no fotolog um movimento contras as torres doubeux, ví que deu um resultado, apesar de não ter sido este o movimento de impacto para o desenrolar, sinto mesmo assim, uma vitória para todos nós que participamos daquele debate!!!!

    Em todos os pontos históricos devem ser preservados os aspéctos arquitetônico, investimentos fazem-se nescessários, sem dúvida, porem como em todo local onde será feito um investimento presisa ser bem pensado, principalmente num lugar como o que eferi-mo-nos, uma área de presenvação de patrimônio, ainda no curso de suas obras as torres já causavam impacto, algo grotesco, se pesquisarmos em foros de turistas, até mesmo de moradores da cidade que tiraram fotos na região as trres surgiam atrás de forma iredundantemente orrivel, de choque direto com todo o contexto da região.

    INVESTIMENTOS SEJAM FEITOS, ARMAZÉN RE-VITALIZADOS, E RE-ATIVADOS, COM DIVERSAS ATIVIDADES!!!!

    Afirmar que istó seria um investimento que movimentaria a região, isto sim é uma ignorância, pelo simples fator, OS QUE VIRÃO A HABITAR ALI, JÁ É DE CIONHECIMENTO SUAS SITUAÇÕES FINANCEIRAS, JÁ SE SABE QUE ELES IRÃO ENTRAR E SAIR SEM SE PERCEBER DE SUAVIZINHANÇA!!!!

    fico por aqui, acompanhem no fotolog:
    http://www.fotolog.com/metrtopolitanape

  • Gostei da notícia, isso é uma vitória contra o que iria destruir o Recife. Vamos investir em cultura, num planejamento urbano melhor. Recentemente estava realizando um levantamento sobre os prédios abandonados no Recife Antigo, causando impacto social e ambiental. Poderia-se investir e reformar tais edificações para fins de moradia, num primeiro passo para a reutilização do centro.

  • vou dizer mais uma vez, as torres estão sendo construída em local proibido, dentro do poligono criado pelo IPHAN, não importa se existe opiniões contra ou afavor, o fato é muito simples – NÃO EXISTE LICENÇA DADA PELO IPHAN, e sem ela não poderá haver construção. o que é um verdadeiro absurdo é que varios cidadãos tentam relativizar o erro. BASTA DE IMPUNIDADE NO BRASIL – A VERDADE E QUE O PAIS ESTA MUDANDO, RENAN ESTA FORA DA PRESIDENCIA DO SENADO, GRAÇAS A PRESSÃO POPULAR

  • Entendo, que não se trata apenas de julgar a construtora pelas sua ações em varios pontos da cidade. Trata-se apenas e tão somente do cumprimento da lei, uma vez que a MD mais do que ninguém sabia da impossibilidade de construção na área, mesmo assim, passando por cima de tudo e de todos conseguiu levar a obra até o estágio em que se encontra, na certeza de que com o prédio levantado seria difícil uma decisão no sentido de derruba-lo, não contava a MD com a coragem e destemor de um magistrado sério competente e alheio as pressões políticas economicas e sociais que a referida empresa esta tão bem acustumada a exercer sobre todos os órgão governamentais, inclusive o poder judiciário. Por isso não será surpresa se o TRRF modificar a decisão em verdadeiro ” jeitinho” sob o previsível argumento de que ” os prédios já estão quase prontos”.

  • O Iphan disse na época da aprovação do projeto, e repetiu hoje na matéria do Diario de Pernambuco, que os prédios não estão em área histórica e por isso a obra não precisaria de parecer do Iphan.

  • Minha cara Amanda Costa , dizer que há “Tanta coisa para MPF investigar ” , sugerindo que nada se deve fazer contra a imoralidade e ilegalidade plantadas pela MDubeux no Cais de Santa Rita é no mínimo sacana ! Te aquieta , menina ! Seja cidadã !…
    Edson de Arruda Camara

  • Ué? Vai querer me calar agora, cidadão Edson de Arruda Câmara?
    É isso que você chama de “cidadania”? Mandar os outros ficarem quietos porque discordam de você?

    Aprenda você a ser cidadão, antes de cobrar cidadania dos outros!

  • Minha cara Amanda Costa , dizer que há “Tanta coisa para o MPF investigar!” sugerindo que se deve “deixar pra lá ” aquela ilegalidade/imoralidade plantada pela Moura Dubeux no Cais de Santa Rita é no mínimo sacana . Te aquieta , menina ! Seja cidadã !

    Edson de Arruda Camara

  • Ué? Vai querer me calar agora, cidadão Edson de Arruda Câmara?
    É isso que você chama de “cidadania”? Mandar os outros ficarem quietos porque discordam de você?

    Aprenda você a ser cidadão, antes de cobrar cidadania dos outros!

  • Caro Juan

    Eu sei que é dificil para o cidadão não acreditar no órgão que foi criado para defender os monumentos históricosa (IPHAN), acontece que está topograficamente comprovado nos autos da Ação Civil Pública que os imóveis estão dentro de área preservada, e quanto a isto não existe qualquer prova técnica que diga o inverso. Além do mais, existe um inquerito em curso no MPF para apurar ” o porque” do erro no traçado da linha pelo “iphan de pernambuco”. questiono para vc Juan, se realmente o imóvel estiver dentro qual a sua posição????????????????????????????????? continuar com o faz de conta ??????????????/ ou tomar uma posição créitca de um cidadão que cumpre com as leis?????????????

  • Questiono a todos, se por erro do IPHAN ou jeitinho da MD a construção estiver dentro da área historica, quais são as suas opiniões?

  • Pois é, Márcio, eu acho que tudo já é permitido, pelo menos em Recife.

    Parece que as pessoas se sentem incomodadas com fato de que os ricos podem comprar até as melhores vistas da cidade. E isso é verdade porque vivemos num mundo capitalista e isso acontece em todos os lugares do mundo. Quando em Nova York revitalizaram o Soho ou Tribeca só os muito ricos puderam ir morar lá.

    Apesar de não me incomodar muito com a aparência das torres, me incomodo com o cumprimento da lei. Se alguém não cumpre a lei deve ser punido, seja MD ou qualquer outra empresa ou cidadão.

    O que me incomoda mais nessa discussão toda é que não vejo justiça em impedir apenas um tipo de população de querer se apossar do espaço público. Isso acontece todo dia em Recife e ninguém faz nada; por que? Porque são os pobres que invadem ruas, praças, todos os lugares que lhe convém e o MPF não toma providência. O Estado não pode escolher lados, tem que tratar os invasores da mesma forma porque a cidade também não pertence só aos pobres. Vamos tirar as torres, mas vamos tirar também aquelas famílias que estão na rua, os comerciantes do Bairro de São José que invadem as ruas e a população fica sem calçada para andar pois isto também é contra a lei.

    Para os comentaristas que acreditam que existem várias maneiras mais efetivas para revitalizar a região, gostaria de saber qual delas foi concretizada? Vamos assumir que nossa cidade é imcompetente para isso sim, não encontramos nenhuma maneira de revitalizar aquela área ainda, e olha que muito especialista já andou por lá, em diversas gestões da prefeitura. De fato, nada foi feito até agora e dificilmente será porque não demonstramos capacidade para isso. Ali no bairro do Recife tem uma favela gigantesca chamada Comunidade do Pilar, onde o narcotráfico rola solto por causa do porto e quem vai mexer lá? Só nas gestões de João Paulo foram elaborados uns cinco projetos para área; cadê que saem do papel?

    Não tão simples assim revitalizar áreas históricas, ou sequer mantê-las; além de ser muito caro precisa de muito conhecimento. E quem vai pagar por isso? A população de REcife não paga nem IPTU. É fácil aqui, no blog, mas a vida real é outra coisa. Provavelmente as torres também não ajudariam nisso, apenas seria repetida a história da cidade: os muito ricos dividindo o mesmo espaço que os muito pobres. Não é democrático isso?

    Já disse e repito: sou apaixonada por sítios históricos; se fosse rica, talvez morasse numa enorme casa na parte alta de Olinda. Mas não sou saudosista a ponto de achar que arranha-céus são aberrações da natureza. Este é jeito moderno de viver, pelo menos para alguns; alguns dele já se tornaram até históricos também. Além disso, parte da história que queremos preservar é a dos ricos, que eram os proprietários e habitantes dos casarões que hoje defendemos com unhas e dentes como patrimônio público. Nenhum deles é público, a maioria tem dono e se aPrefeitura quiser fazer alguma coisa, tem que indenizá-los.

  • poisé, juan
    e é justamente porisso que o MP entrou em ação… a poligonal estabelecida pelo iphan e pela prefeitura( é igual) foi estabelecida no inicio da decada de 1980, quando a lei da municipalidade não oferecia risco de construir um gigante naquela area… e porisso o iphan e prefeitura foram intimados a dar esclarecimentos sobre isso…

    para aqueles que não entenderam ainda, faço referencia e a interpretação do que esta escrito:
    “Por meio de perícia topográfica ficou comprovado que as obras se localizam, em sua maior parte, dentro do polígono de entorno dos bens tombados pelo IPHAN, ao contrário do que estava previsto no mapa daquele Instituto e da Prefeitura do Recife.”
    Os peritos do MP não foram IPHAN ou prefeitura, pq estes tb etao sendo invetigados… os peritos sao especialistas na area de patrimonio, e para quem nao sabe, neste final de novembro esteve uma comitiva do patrimonio mundial ( da UNESCO) num seminario em Olinda… acham q os peritos q analisariam esta questao seriam reles tecnicos??? ora santa ingenuidade…

    tanto os mapas do IPHAN, como da prefeitura, deixam o terreno de fora da area de preservação.
    mas em relação ao que diz no decreto-lei 25-1937, que apesar de ser tao antigo, ainda eh bastante atualissimo: as coisas tombadas não podem ter sua visibilidade comprometida por qualquer elemento. portanto os mapas das instituições q deveriam zelar pelo patrimonio estao desatualiazados e ferem a lei.

    assim simples…
    espero que estas torres voem pelos ares…

  • “A cidade não pára
    A cidade só cresce
    O de CIMA SOBE
    e o de BAIXO DESCE

    A cidade se encontra PROSTITUÍDA
    por aqueles que a usaram em busca de saída
    ILUSORA de pessoas de outros lugares,
    A cidade e sua fama vai além dos mares

    No meio da ESPERTEZA INTERNACIONAL
    a cidade até que não está tão mal
    E a SITUAÇÃO sempre mais ou menos
    Sempre UNS com mais e outros com menos”

  • “E você samba de que lado
    De que lado você samba
    Você samba de que lado
    De que lado você samba
    De que lado, de que lado
    De que lado, de que lado
    Você vai sambar?

    O problema são problemas demais
    Se não correr atrás da maneira certa de solucionar………………”

  • será democrático transformar toda nossa frente de agua em arranhaceus??? será??? todinhas???

    bem, joao paulo está dando um jeitinho pra que isso aconteça…

    inclusive brasilia teimosa, logo ali do outro lado do rio, por onde joao paulo quer construir uma ponte para os carros dos espigoes da moura dubeux passem rapido para boa viagem…
    sim… aquela area triangular de construções baratas que está por traz das torres na foto…
    brasilia teimosa já já estará chegando no céu tb… qro ver alguém aqui argumentar a favor das areas zeis, sim, pq “eles” os pobres nao terao o direito(inclusive ja adquirido, legitimado e muito conquistado) pq o ministerio publico nao vai intervir em relação a uma area pobre na melhor situação geografica da cidade… ai jesui, eh muita ingenuidade…
    sinceramente ler um pouco de historia urbana, da sua propria cidade… nao faz so o tempo passar…

  • Os pobres adquiriram o direito nas ZEIS também na marra, não pediram licença a ninguém e agiram contra a lei; portanto, foram situações ilegais, posteriormente legitimadas. Isso pode?

    A história da cidade não tem só um lado ou uma versão; ela sempre serve a interesses distintos. Ou haverá alguma verdade absoluta?

    Em Recife é assim, ou vira favela ou arranha-céu; não tem meio termo porque a classe média quase não existe e vive espremida na periferia.

  • É isso aí!

  • QUANTA BESTEIRA.
    QUERIA SABER QUANDO VÃO SER INICIADAS OUTROS EMPREENDIMENTOS NO CAIS DE SANTA RITA, PARA DEFINITIVAMENTE CONSAGRAR UM LOCAL LIVRE DAQUELE HORROR URBANÍSTICO.
    ESTOU PREOCUPADO COM A PIRÂMIDE DO LOUVRE SE POR ACASO A JUSTIÇA FRANCESA VINCULAR JURISPRUDÊNCIA COM A DECISÃO DAQUI….

  • POR MIM PODERIA DERRUBAR AQLAS DUAS TORRES. UM VERDADEIRO ABSURDO CONTRA A PAISAGEM DO RECIFE

  • Conjunto arquitetônico? qual? aqueles horríveis armazens, caindo aos pedaços? antro de drogados e assaltantes? proteger aquilo?
    Quando finalmente uma obra de porte tenta ingressar em nossa cidade, nosso MP, com uma posição retrógrada, tenta barrar o desenvolvimento.
    É só observar as mais desenvolvidas cidades Européias, que conseguiram harmonizar antigos prédios e monumentos, justamente ao lado de prédios avançados e modernos. Um cento urbano nao utilizavel é um centro morto. O fracasso do cais foi justamente sua falta de utilizaçao. Preservar nao é deixar intocável e distante, mas sim integrar com responsabilidade. trazer o desenvolvimento aquela região é sim responsabilidade. mesmo que traga alguns danos visuais, ainda sim os benefícios sao imensamente maiores.

  • Se ficar comprovado que as torres estão dentro de área de preservação histórica, eu concordarei que elas não podem ser construídas.

    Mas isso iria comprometer um projeto maior de revitalização daquela região, que prevê a construção de hotel, marina e centro de convenções logo ao lado da ponte giratória. Está sendo tocado pelo arquiteto e urbanista Zeca Brandão, professor da UFPE e hoje no Governo do Estado.

    Corremos o risco de perpetuar a decadência das áreas históricas. E a decadência econômica acelera a degradação do patrimônio. Assim, os defensores da integridade arquitetônica podem estar contribuindo para a destruição do que querem preservar.

  • Juan, posso até concordar com a urbanização do Cais de Santa Rita, e que as torres talvez não interfira na vista dos monumentos históricos, porém não pudemos concordar com o atropelamento das leis. Mudar o traçado da poligonal de entorno para beneficiar a MD e alguns condôminos é um absurdo, e não tem nada a ver com a discussão se é pertinente ou não a referida obra. Acredito que possa haver armonia entre o moderno e o antigo, mas se existe uma poligonal de proteção esta tem e deve ser respeitada. Sou pela modernidade com legalidade.

  • Sou afavor das torres gêmeas, porém se for comprovado alguma falcatrua para burlar a vigilância do IPHAn e MPF infelizmente as torres devem ser demolidas.

  • Volte cinco anos atras e veja a situação do (Recife antigo).
    Foi necessario que entrasse uma empresa privada para estruturar o bairro, isto era uma cidade abandonada ….
    Obs:conhece o Porto digital??????
    Não seja imbecis , cidade sem desenvolvimento não existe….

  • Vocês do Ministerio Publico ( MP ) vão ter que dar varias respostas ao cidadão pernambucano……
    Obs:Construções atuais e modernas no (Bairro do Recife) Predio da Prefeitura,Predio da Nassau,Predio do Banco do Brasil,Predio do Tribunal de Justiça ,entre outros….
    Sou a favor de todas essas construções, e o ( MP )????
    A construção da Moura Dubeaux Não fica no Bairro do Recife.

    E estas construções em que eu citei acima causa algum impacto pro ( Recife )????????

  • Vamos deixar claro, mais uma vez: para o Iphan, as torres não estão em área histórica. Por isso, o Iphan não emitiu parecer sobre o caso. Não considerou necessário.

  • Eu não torço para prédios, muito menos para construtoras. A noção de progresso, para mim, está muito mais vinculada à ação imparcial da justiça que a algum mega-empreendimento sensual. Lembro de época da ampliação do Shopping Center Recife (quando se tornou por um certo tempo o maior da América Latina), e via em alguns blogs o termo ‘progresso’ estampado com tanto orgulho.
    O cerne da questão, conforme já foi relembrado por alguns acima, é a ilegalidade da empreitada.
    Eu torceria para alguma contrutora que decidisse investir em renovação urbana no desprezado mas querido bairro de São José, por exemplo. Habitações, reformas de infra-estrutura e afins.
    E eu torço pelo cidadão que sabe que daquele “lado de dentro do polígono” repousa o passado da nossa cidade, uma malha urbana que é um próprio museu (remonta ao século XVII), com vida humilde e trabalhadora, com cotidianos mundanos tão cidadãos quanto os de qualquer um.
    E eu torço pelo cidadão que sabe que daqui a 50 anos aquelas duas torres, se concluídas, serão dois elefantes velhos e, aí sim, muito impertinentes.
    Antes de empregarem o termo ‘progresso’ em qualquer assunto, peço para que lembrem que não há progressão sem noção de futuro.

  • Ah, e só para citar algum caso de renovação urbana em frente d’água, vejam o caso de Puerto Madero, em Buenos Aires. Não é habitação, mas repercutiu positivamente tanto na economia quanto na imagem urbana daqueles bairros.
    E vejam, e torçam, pela reforma da Comunidade do Pilar, no Bairro do Recife, que, ao invés de expulsar a comunidade para bairros vizinhos, consolida a permanência destes na região, com melhor qualidade de vida, e a possibilidade de integração social por meio do próprio patrimônio histórico que ali existe (por exemplo, a esquecida Igreja de N. S. do Pilar). Sem comentar o fato de que os cidadãos que trabalham na ilha podem continuar em suas ocupações.
    É uma intervenção humilde, e muitos considerariam mais lógico investir ali em alguma ramificação do Porto Digital ou empreendimentos de alta tecnologia com edifícios emblemáticos; mas quando se apreende a diferença entre ‘habitação necessária’ e ‘habitação conveniente’ a noção de reforma urbana amplia-se de uma forma imensurável.

  • Fernando, as torres ficam justamente “no desprezado mas querido bairro de São José”.

    Então, você deve torcer pela Moura Dubeux neste caso, não?

  • Felipe, na verdade eu estava me referindo ao “lado de dentro do polígono” de São José, o que de fato não ficou claro no texto.
    E mesmo assim, não vejo reforma urbana nesse projeto das duas torres. Vejo somente duas torres numa frente d’água privilegiada e PONTO (inclusive a apenas 11m da margem aqüífera – e o Código do Meio Ambiente exige pelo menos 30m de afastamento, em áreas urbanas).
    Isso jamais será símbolo de renovação urbana; no máximo, será de renovação imobiliária.

  • Uma coisa puxa a outra.

    Com moradores de alto poder aquisitivo nas proximidades, a lei de oferta e demanda provocaria o surgimento de um novo comércio na área histórica de São José. Com isso, o casario seria revitalizado, o lindo Mercado de São José ganharia nova clientela, o mercado das flores cresceria, o “shopping” (??) Santa Rita poderia deixar de ser a porcaria que é hoje.

    E aí, uma população com capacidade financeira de preservar o patrimônio histórico poderia, aos poucos, começar a se mudar para São José.

    Mas não. Com base em critérios extremamente subjetivos, como “prejudicar a ambiência do casario”, preferimos preservar a decadência atual, esperando uma revitalização perfeita que nunca virá.

    É uma postura reacionária, travestida de progressismo.

    Felizmente, já há urbanistas criando coragem para contestar o mito de que é necessário impedir a saída da população pobre das áreas históricas em processo de revitalização. É bonito dizer isso, mas essa visão esquece que a população pobre não tem condições de preservar o patrimônio.

    Então, se um edifício histórico é revitalizado e recebe moradores pobres, ele rapidamente vai se degradar novamente. Não é nenhum preconceito nem defesa de limpeza étnica, longe disso, mas precisamos pensar com os pés no chão.

    É muito mais realista construir conjuntos habitacionais perto das áreas históricas, para não quebrar a rotina dos moradores mais carentes, e ocupar as áreas preservadas com comércio, serviços e população capaz de conservá-las.

  • Caro Felipe
    A discussão da gentrification nos sitios historicos é valida e extremamente pertintente. Mas não creio que seja este o objeto desta questão. Até pq o que me consta o ministerio publico nao está decretando a demolição das torres por serem abrigos de milionários. Mas sim porque não são construções legais com a legislação pertinente para área de entorno de sitios tombados. Se para construir legalmente no local, deve-se construir no maximo com 4 pavimentos, que venham os milionarios venham morar naquela frente aquatica, com pier para suas lanchas… lindo, acho realmente lindo( e não estou sendo ironica)…
    mas não com os 41 andares que é proposto no projeto que ora é discutido.

  • É, Vanessa, mas a questão legal é controversa.

    Os prédios estão perfeitamente legais pela Lei de Uso do Solo do Recife, de 30/01/1997. Os mapas do Iphan dizem que eles não estão em área histórica. Se os mapas estão errados ou desatualizados, eu sinceramente acho que não se pode penalizar a construtora por isso, e sim o Iphan, afinal o projeto foi baseado nos mapas existentes.

    Veja o mapa no site da PCR: o pedacinho vermelho na beira do rio não é considerado área histórica, e nele podem ser feitas construções altas.

    http://www.recife.pe.gov.br/pr/leis/luos/soloPrancha_902755.html

    Veja o paradoxo: dentro das áreas consideradas ZEPH-R e ZEPH-A (preservação histórica) em Santo Antônio, existem muitos prédios altos. Quando eles foram construídos, o tal decreto de 1937 já estava valendo.

    Aí cabe uma pegadinha: se eu fosse a Moura Dubeux e as torres fossem mesmo demolidas, eu arranjaria um testa-de-ferro para entrar com ações pedindo a demolição de todos os prédios de Santo Antônio, por descumprimento do decreto. Ia ser uma onda, não ia?

  • apesar do decreto de 1937, a poligonal da area de entorno dos monumentos em sao josé foi descrita somente na decada de 1980, no inicio, salvo engano 1981…
    onde os edificios verticais que hoje existem ali ja haviam sido construidos.
    como qdo foram projetados nao havia definição de tal poligonal, admite-se a permanencia dos edificios existentes. inclusive uma das bases para a necessidade de se criar estas poligonais de entorno de monumentos foi a contrução do edificio ao lado da igreja de santo antonio, na mesma ilha.

    em relação a edificios verticais existentes e delimitação de poligonais, da mesma forma aconteceu com o bairro do recife, que so foi tombado em 1997. e todos os edifcios verticais que existem no bairro sao anteriores a definição da poligonal da area tombada, hoje existe uma poligonal que delimita os parametros urbanisticos para cada trecho da ilha.

    ah, qto a definição da poligonal, se suas delimitações descritas sao distintas daquelas desenhadas em mapas, e se as duas torres estao em areas patrimoniais cabe ao ministerio publico elucidar a questao.

    agora eu qria tentar entender uma coisa, se alguem puder elucidar… pq o codigo do meio ambiente da cidade de recife, e codigo florestal nacional nao foram respeitados neste projeto??? alguem da area ambiental pode me explicar????
    ambos falam em recuo em area zeis=15m
    recuo em area urbanizada=30m
    e vi num post ai em cima q os edificios tem apenas 11m de afastamento do rio?

  • Eu me informei sobre isso. O Código se refere a rios, córregos, canais, tudo o que for água doce.

    Não para o mar. E aquela área, portuária, foi considerada mar.

  • oxe… aquilo é a foz do rio beberibe e capibaribe… ate isso eles conseguem mudar… hahahahhahahahahahahahah

  • bacia do pina… o nome no mapa é bacia do pina??? isso é mar é???

  • Aquilo é área do Porto, fora da foz dos rios Capibaribe e Beberibe. A foz fica exatamente na ponte Giratória.

  • Uma foto áerea da região, para cada um aqui decidir:

    http://www.recife.pe.gov.br/pr/secplanejamento/pnud2006/doc/mapas/satelite/micro1_1.jpg

    Sou leigo, mas parece que é mais rio do que mar.

  • Digitei errado: acho que é mais mar do que rio.

  • Se as torres são legais (ou não) não faz diferença. O problema é que elas não são legítimas. A paisagem é dos recifenses, não é da MD. Foram dos recifenses (no passado) e agora está sob nossa tutela. É nosso dever respeitar os quase 500 anos de história da cidade. Que paisagem é essa que vamos transmitir para as próximas gerações?

  • você é um fanfarrão, felipe… até parece que os condôminos dessas torres vão ser consumidores de são josé… hahaha. NUNCA SERÃO.

  • Fanfarrão é você, seu palhaço. É óbvio que a presença dessas pessoas ali vai estimular o surgimento de um novo comércio em São José. Oferta e demanda, simples.

  • pra que novo comércio em sao jose??? vitalidade comercial ao que me consta, já existe lá…

  • ah… já não basta a renovação comercial atingida com o paço alfandega… que nem consegue se sustentar… já é comprovado… ricos não curtem sitio historico… só quem curte são os romanticos

  • Acho tudo isso um amontoado de bobagens. A cidade do Recife tem predios antigos que estão caindo aos pedaços a cada dia, então eu pergunto: porque a Justiça não manda cuidar destes bens? afinal eles não são os que fazem parte do Patrimonio Cultural da cidade???? Lembramos as palavras dos especialistas na área de urbanismo e preservação do patrimônio histórico que atestaram: ” as duas torres estão em total desarmonia com o conjunto arquitetônico há séculos existente no local, pois bem, já que estão tão preocupados que tal concertar os casarios e museus, as pontes. os cinemas, teatros etc ???? O Estado tem coisas muito mais importante pra cuidar, pobres que se amontuam nos bairros da cidade, transfoprmando os bairros em favelas. A Justiça Federal tem muita coisa pra ver e resolver , drogas, violência, assaltos , mortes , ai sim , um bom motivo pra se cuidar, antes que tudo escureça e não haja mais seres humanos que sintam vontade de sair pra visitar a história que irá restar na cidade.
    Bem desejo a todos os leitores e coordenadores deste Blog um excelente Natal e um Ano Novo cheio de paz, amor e sucesso.

  • walderia. realmente, nesses posts está um glorioso amontoado de bobagens, inclusive a sua, e a minha. edifícios abandonados são um outro universo de intervenção pública, pois na grande maioria das vezes são proprietários evadidos ou a misteriosa santa casa. uma obra que ainda está em construção (seja um torreão ou um trailer de cachorro-quente) está sujeita a uma outra instância de intervenções legais.

  • Não é apenas uma questão de harmonia paisagística, porque destoa do resto das construções do bairro. É UMA QUESTÃO AMBIENTAL, MUITO MAIS GRAVE DO QUE SE IMAGINA!

  • Parabens pela bela paisagem construida no centro do Recife, agora temos algo a mais para visitar quando viajar pra Recife. Era bom que a unesco utilizar-se suas verba para combater a corrupção nas eleições brasileiras chamadas de democratica, só no nome, que a beleza do país e dignidade do povo.

  • Boa Tarde Senhores Recifenses, sou um pernambucano antenado, e fiquei e fico feliz com a expansão e desenvolvimento que a Construtora Moura do B vem aplicando tanto em Pernambuco como em outras capitais. Porem fiquei decepcionado com uma atitude dessa empresa tão bem qualificada no mercado. Nas avenida do Grande Recife é comum vermos jovens realizando propagandas da mesma, tanto com bandeiras, como com panfletos e fiquem PASMO, na seleção para a contratação de jovens realizados por empresa terceirizadas, para desempenha tais serviço, NÃO É ACEITO CIDADÃOS DE COR NEGRA, essa é a orientação que a Moura do B passa as Terceiras, isso alem de ser CRIME, é uma constatação que vivemos no Século XXI na companhia de cidadãos contaminados pelos vírus DO ATRASO CULTURAL E DA INTOLERÂNCIA.

    Fica a pergunta no AR, Será que se um cidadão Negro se interessar pela compra de um apartamento dos Edf. construído pela Moura do B, a empresa não aceitaria seu dinheiro por causa da COR DA PELE??????

    Fiquem na certeza de que se a mesma for procurada para explicações, negará tais atos

  • Em uma cidade cheia de problemas, como a cidade do Recife, quando se pretende investir em modernidade e beleza em várias áreas que necessitam, os órgãos públicos voltam-se para discossões que nada contribuem para a cidade, que a princípio deveria ser bem mais cuidado do que é.A quetão da construção das torres nas proximidades do Recife antigo em nada vai prejudicar, ao contrário, irá modernizar o bairro a tanto esquecido, trazendo modernidade e desenvolvimento, pois, com a modernização de determinadas áreas se pode investir mais em novas construções que certamente beneficiarão a sociedade, preenchendo áreas antes esquecidas por construções que trarão modernidade. Portanto, a sociedade como um todo precisa de atenção para os problemas e não para picuinhas que não levam a nada.Além do mais por que só as torres impedem a visão do Recife antigo, já que também o prédio do Banco do Brasil e do Porto digital, além do da prefeitura estão numa distância de menos de cem metros dos casarões? É preciso se voltar para o futuro e não para o atraso social que a demolição significa.

  • eu acho que ficaria interessante , um prédio de luxo no meio dos prédios históricos do Recife , se a contrução for aceita vai ser inédito. mais o que eu acho que recife com esses prédios de luxo vai atrair mais turístas , porquê não é qualquer cidade que tem prédios tão altos como os do recife aqui no brasil , então para min a contrução dessas torres é fundamental para um salto em revolução na nossa cidade , tem muitos casarões abandonados no recife antigo se a moura doubeux e a gabriel bacelar construissem prédios luxuosos naquela área ela se reurbanizar porquê ali na rua da aurora é uma beira rio então iria ficar bonito a parte histórica do recife com construções luxuosas

  • Era uma vez uma cobra que perseguia um vaga-lume. O vaga-lume fugia, se esquivava, mas estava ficando cansado, e não aguentou mais. A cobra chegou até sua vítima e o vaga-lume disse: – Posso te fazer uma pergunta antes de morrer?
    - Sim pode, disse a cobra.
    - Porque voce me persegue? eu por acaso faço parte de sua cadeia alimetar? Não entendo porque você me quer!
    - É porque eu não suporto ver você brilhar.

    p.s. Acho que esses advogados que defendem a demolição queriam era ter dinheiro pra comprar um apartamento lá :P

  • Creio que a Moura Dubeux deu um grande passo na revitalização de uma área degrada e praticamente abandonada. É terrível o pensamento retrógrado de alguns pernambucanos que atuam na área de Direito…
    Cidades históricas e culturalmente importantíssimas como Paris, Londres e Berlim, revitalizaram a sua paisagem com maravilhosas construções modernas, convivendo em harmonia com o antigo e tradicional.
    Recife e o Cais de Santa Rita só tem a ganhar com a construção das torres… toda cidade grande, evoluida, importante, desenvolvida, possui torres residencias ou empresariais de grande porte. Vejam Dubai, Pequim, Hong Kong, New York… querem viver pra sempre no atraso?
    Ou é a síndrome do caranguejo?

  • Quanto IPTU, e empregos com pouca qualificação, vão surgir destas torres? Vários lojistas do bairro de são josé, com certeza, serão moradores destas torres, ficam perto do trabalho.

    Os ex-funcionários da mesbla, estão agradecendo, que alguma empresa, teve coragem de comprar um terreno, que ninguem queria e dar este novo destino ao mesmo.

  • as torres representam o novo patrimônio histórico do recife. parabéns a MD

  • Sou cidadão recifense, mas moro na Alemanha, também sou arquiteto e acredito que as duas torres construidas naquela localidade representam um arauto para cidade do Recife. Sua conposição ao meu ver não agride o conjunto arquitetonico daquela região da cidade. Não moro mais no Recife mas me recordo de como aquele lugar é feio, essa torres, asssim como em diversas areas urbasnizadas do mundo irão fomentar novos investimentos tranzendo empregos e mais beleza para cidade.

    Tompson

  • Recife já é há muito uma cidade em que não houve planejamento quanto à mistura de estilos arquitetônicos. Quem diz que prédios altos estragam o ambiente antigo do centro, simplesmente não conhece o centro. O centro de Recife já tem há várias décadas prédios altos em meio a contruções antigas, não há como voltar: nunca se terá um panorama original. O detalhe é que esses prédios altos todos são um desastre, prédios em estado de decomposição, num estilo ultrapassado, estilo Acaiaca, SUDENE e INSS, muitos ao abandono. Melhor demoli-los e unir o antigo ao estilo da Moura Dubeux e dos prédios modernos, que unir o clássico ao estilo caixa de papelão… sem falar na questão de que a área será muito mais valorizada e conservada, através desses empreendimentos.
    Veja-se a Rua da Aurora mesmo, está arruinada sua beleza original, tanto pelos prédios velhos e sem qualquer estilo arquitetônico de maior riqueza que margeiam os prédios claássicos, quanto pela própria fiarada elétrica, entre outras coisas… O que se poderia chegar a fazer, idealmente, é demolir estes prédios do meio do século XX para criar réplicas dos que ali estavam antes, condizentes com os prédios clássicos. Mas se isto não for feito (o que é muito difícil, pois não traz lucro imediato a ninguém), melhor que se una o clássico ao moderno de ponta, do que deixar a beleza do centro imersa em um monte de caixas de papelão.

    • demolir alguns prédios do meio do século XX é uma boa, mas o estilo MD não fica legal não,
      prédios de 40 andares descontextualiza. Porém toparia a demolição de alguns prédios da Conde da Boa vista para prédios modernos da altura dos já existentes.
      Prédios de 40 andares é da Agamenon para trás! tem que ter planejamento.

  • cara cara cara cara

  • Não podemos justificar a construção desses prédios devido a falta de políticas públicas para a região. Devemos exigir deles e não entregar para a iniciativa privada o poder de planejamento da nossa cidade.
    Todos nós percebemos que aqueles prédios não trouxeram nenhum benefício para a cidade.
    De toda forma foi uma grande má fé da empresa construir estes prédios e desejar a construção do “Novo Recife” eles poderiam lucrar da mesma forma no sentido de restaurar alguns daqueles prédios antigos para habitação.
    Ninguém reclama do prédio reformado pela Caixa por exemplo.
    vamos lutar pela restauração e pelo uso correto das estruturas, não digo museu, eu quero hotéis sim mas que restaurem e que valorizem a identidade da Cidade. Se atolarmos de prédios em volta do nosso centro histórico, Recife deixará de ser Recife.
    Devemos cobrar dos nossos representantes para cuidar do nosso centro histórico e para facilitar a moradia nos prédios antigos. Assim como a parte histórica de Olinda é linda e movimentada o nosso centro também poderia ser.

  • Macaco que gosta de comer as bananas dos outros, um dia acaba comendo banana podre!….

  • Há estrutura arquitetônica é muito bonita arrojada mais o grupo apostou alto e espero que a cidade do recife vença já temos um viaduto matando a beleza do forte o cais de santa estelita e outros armazeneis ao abandono os bairros que eram habitáveis hoje são mausoléus realmente espero que o recife vença com uma beleza moderna e antiga se ajudando para gera divisas com turismo moradia mobilidade e benefícios para a cidade aos inteligentes envolvidos vamos pensar na cidade seu progresso e seu futuro sem infra estrutura ficaremos para traz a hora é já.

  • No mundo todo, exemplos como as regiões portuárias de Barcelona,Porto,Lisboa,nova Iorque,rio de janeiro, aonde impera o abandono e a miséria, foram revitalizados e modernizados como o opero de Barcelona aonde se realiza o grande prêmio da Catalunha, me admira vocês defensores da derrubada das torres, vocês já viram a monstruosidade que ficou o museu de Luiz Gonzaga no Porto do recife, horrível todo no concreto nu, este sim destoando de qualquer prédio nas redondezas.
    É por esta falsa preservação histórica pautada por brigas judicias absurdas, que o recife cada vez mais se distância das grandes cidades do pais.

  • Precisamos de mais projetos que venham melhorar esta area desprezada, o resto e’ bobagem.

  • Chega de tanta bobagem, que venha mais projetos para melhorar esta area tao desprezada.

  • seria maravilhosos se essas torres fossem demolidas. acho uma tremenda falta de sensibilidade social e paisagística as pessoas não perceberem o quanto essas duas torres são agressivas!

  • Essa área estava abandonada por dezenas de anos. Nem a Prefeitura do Recife e muito menos os árduos defensores de preservação de locais históricos nada fizeram para revitalização do local. Agora, depois meses e talvez anos na elaboração e, pior, depois da conclusão, aparecem os oportunistas. Pessoas e até autoridades querendo os seus 10 minutos de fama. Pura safadeza. Não quero defender que esse tipo de construção seria a mais adequada àquela área, mas não é coisa que se faça da noite para o dia. Por que nada fizeram antes ?

    • Concordo

  • Predios historicos em que vivem em ruinas. Povo provinciano nao vai a lugar algum. Graças a Deus nem no Brasil mais moro, apesar de amar minha terra Recife.

  • 1°- Prejudicando a visibilidade do quê?
    Porque ali não tem nada para alguém parar e ficar admirando, ali só existem depósitos, quem será o doido que poderia parar ali para correr o risco de ser assaltado de dia quanto mais à noite!

    2°- Nós brasileiros somos os únicos no mundo que nos preocupamos com prédios velhos, enquanto o resto do mundo já derrubou todos os prédios velhos e construiu arranha céus, ou será que Nova Iorque foi construída desde o início já com espigões? só no Brasil mesmo é que vemos essas bobagens!

    3°- O problema é que o Juiz e o diretor do iphan não levaram o deles como outros que estão morando lá, levaram!!!

    4°- Até parece que os que receberam não vão mexer os pauzinhos, para resolver isto!!!!

  • Boa Noite senhores !

    Muito me espanta a capacidade humana de relativizar o óbvio ! Lei é para ser respeitada e as construtoras de Pernambuco apostam no desrespeito as leis e fazem o que querem !
    Vamos falar de preservação de nossa história ? Povo sem história é povo sem cultura!
    Vamos falar de problemas sociais que ocorrem em toda cidade do Recife? Ou será que pessoas excluídas só existem no Cais de Santa Rita?
    É dever do Estado dar oportunidades para que as pessoas menos favorecidas tenham uma vida digna! Nós que acreditamos ter tido mais oportunidades e por isto mais esclarecimentos deveríamos ser os primeiros a cobrar do Estado dignidade para estes seres humanos !
    Concordo que muitas áreas do Recife precisam de restauração…Mas, não é construindo espigões no centro histórico a solução.A solução está na conservação…
    Uma cidade que só prioriza construir castelos para os ricos se protegerem e segrega os pobres só aumenta a violência urbana…
    Que tal falarmos em novos parques e praças públicas bem cuidadas? Que tal falarmos em pátios culturais? Que tal deixar de derrubar nossas igrejas e restaurá-las? Que tal construir residências de luxo respeitando os parâmetros legais? Hipocrisia achar que prédios de luxo trarão desenvolvimento…Desenvolvimento se faz com retidão e justiça social…Esta deve olhar por todas as classes sociais … Ademais…o que faz com que um morador de prédios de luxo seja mais “gente” do que um morador de rua? O dinheiro? Vamos pensar em, passo a passo , construir uma sociedade menos injusta? Isto só começará a acontecer quando nós começarmos a aplicar as leis não só para os pobres…Mas para todos! Todos…Inclusive os ricos construtores do Recife!

  • É muita bobagem dita de todos os lados. Todos têm uma parcela de razão e todos estão cheios de idéias preconceituosas quanto à iniciativa privada e pública, criando anjos e demônios nessa peleja. Preservação do patrimônio histórico e preservação de uma cidade viva que se reinventa a cada momento, serão sempre antagônicos. Aos preservacionistas vale lembrar que o nosso amado Recife não foi sempre o que os olhos de hoje observam. Eu adorava o Marco Zero como a praça de outrora e nem por isso vejo movimentos em defesa da volta ao passado. Aos de vanguarda que parecem sofrer de certa miopia seletiva, o que ocorre no Brasil ocorrer no mundo inteiro. O Coliseu e a Acrópole estão de pé até hoje e não fazem da Itália e da Grécia países símbolo de um atraso tipicamente tupiniquim. O nível do debate precisa ir mais longe que nossas paixões pelo passado ou pelo futuro.

  • O debate está polarizado o que mostra
    que o assunto precisa ainda do amadurecimento
    de todos.
    Uma coisa é certa…,com tantas áreas disponíveis
    essa com certeza não podia ser liberada pela prefeitura
    Sem uma melhor discussão.
    Perdemos todos com isso e novamente vemos
    o mesmo acontecendo com o projeto Novo Recife.
    Eric Perman

  • O mpf (em minúsculo mesmo….) nào tem nada que se intrometer nesta questão.
    É um órgão inútil, que não investiga nada realmente relevante para a sociedade. Somente assuntos que vão dar “mídia” e holofote.
    Não tenho nada a ver com esta construtora, não conheço ninguém de lá, não comprei apartamento nestas torres e acho um ABSURDO que este mpfinho se meta nisso tentando dar um prejuízo miliardário à empresa, que obteve legalmente licença junto à prefeitura para edificar esta obra.
    E claro, sempre aparecem os socialistas de botequim, os IPHANófilos que não fazem nada de concreto para ajudar o patrimônio histórico de qualquer cidade do país e os funcionários públicos sucateados, que ficam pendurados em empreguinhos e “boquinhas” para ficar eternamente defendendo idéias socialistas do século XIX.
    Lamento por Recife….lamento pelo exemplo que está sendo dado….mostrando que quando alguma empresa privada decide arriscar seu capital para intervir em uma área completamente degradada, sempre haverá o coro dos atrasados e perdedores de sempre para puni-la.
    Perde a cidade…perdemos todos nós.

  • Mesmo que não dê em nada, uma decisão como essa é justamente o que defendemos: que modelos como essas torres gêmeas são cicatrizes na face de Recife. Um horror.
    ps: posso gargalhar agora?!

  • Esses prédios estragam a paisagem! Saio de São Paulo pra escapar dos arranha céus e vejo esse baita prédio aí! Me disseram que o ex prefeito tem um apartamento aí! Mas eu mandava derrubar na certa! Tá muito feio isso aí.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).