Movimento LGBT acertou ou errou com imagem de Cristo?

jun 8, 2015 by     27 Comentários    Postado em: Atualidades

por Jairo Lima

“Pense, é grátis”, uma página do facebook, publicou essa montagem e perguntou: “Por que só uma dessas imagens é blasfêmia?” É uma boa questão. Não lembro de qualquer polêmica em torno da capa da revista, publicada em 2012. E por que a revista pode usar a imagem do Cristo Crucificado como metáfora futebolística sem grande repercussão, mas os manifestantes das Parada Gay, não?

Não será a reação de ontem, em si, um ato de homofobia? Em última análise, o recado que fica é que gays não podem usar a imagem de Cristo.

Por outro lado, um movimento que busca ser socialmente aceito, que busca o respeito à diversidade, que tenta se mostrar confiável a ponto de ter o direito legal de adoção, etc, etc, etc… Estará esse movimento agindo de forma inteligente ao provocar a ira dos segmentos religiosos mais fundamentalistas?

A legitimidade, o direito à liberdade de expressão, questionar a sociedade, ter coragem para colocar a cara e polemizar sempre é valido. Mas será que qualquer forma de questionar é útil para ampliar o diálogo? Será que contribui, de fato, para que cheguemos a níveis mais altos de quebra de preconceitos?

Sou a favor de casamento gay, não tenho dúvidas que essa é uma discussão que já deveria ter sido ultrapassada há muito tempo. Também sou a favor da adoção de crianças por casais de mesmo sexo. Família é amor e amor não tem gênero.

Porém, acredito que determinadas formas de lutar por direitos trazem mais repercussão na mídia do que propriamente ajudam a convencer setores da sociedade mais resistentes à mudança. Sendo bem objetivo: eu não vou convencer um religioso de que eu não sou uma ameaça usando de forma polêmica a imagem do deus dele. Simples assim.

Algumas sociedades têm provado que é possível coexistir um grande contingente de pessoas religiosas e, ao mesmo tempo, o respeito aos direitos civis de “minorias” (difícil dizer se esse termo é apropriado nos dias de hoje). Falo, por exemplo, da Irlanda, um país com 80% de católicos, que aprovou em referendo nacional há duas semanas a autorização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Mas isso é exceção; não, regra.

Ao mexer com a imagem do Cristo Crucificado, o movimento LGBT deu munição para os “Felicianos” da vida. Todo mundo sabe que o uso polêmico de imagens sacras sempre resulta em movimentos reacionários. Lembro do desfile da Beija-Flor de Nilópolis, em 1989, quando um carro alegórico que trazia um Cristo Redentor vestido de mendigo – idealizado pelo carnavalesco Joãozinho Trinta – foi barrado pela justiça. Lembro também do pastor que chutou a santa. E quem não se recorda do brutal, irascível, covarde e abominável massacre do Charlie Hebdo?

Renato Russo já dizia: “Há tempos nem os santos têm ao certo a medida da maldade”.

27 Comentários + Add Comentário

  • Falar de religião no Brasil e em símbolos religiosos é vespeiro, exceto se for para falar bem. Se o objetivo for associar a “coisas” não tradicionais, será crucificado.

    Que o diga o juiz na Bahia que quis remover a cruz de cristo do fórum e foi aviltado nas mais diversas formas.

    Ou quando o Ministério Publico Federal ao tentar defender o Estado laico e propôs retirar a frase das cédulas de real “DEUS SEJA LOUVADO”, o próprio ex Senador José Sarney foi a TV afirmar que isso era coisa de quem não tinha o que fazer.

  • Acho que esta encenação não deveria nem ter causado tanta controvérsia. Foi uma manifestação séria, bonita, que simboliza o sofrimento que essas pessoas vivem, muitas vezes por causa desta religião. Mas a vejo tão inofensiva que a manifestante poderia até ser cristã, usando os símbolos da sua própria crença para transmitir sua mensagem. Existem, claro, outros casos onde é feito simples deboche ou ofensas diretas à igeja. Para esses, acredito que o debate do post é válido. Ainda assim, nem sempre quem protesta busca apenas compreensão e aceitação dos grupos religiosos: muitos têm mais interesse em “bater de volta” em quem sempre contribuiu para tornar sua vida um inferno. Estrategicamente, concordo que não é o que vai trazer os melhores resultados. Mas compreendo e sou favorável à maior parte destas manifestações.

    • o mundo está perdido mesmo. acredito que todos que acharam essas aberrações lindas, tá claro que fazem parte dessa anarquia. essa gente prega tanto sobre respeito e não está respeitando. homossexualismo é pecado, devacidão e outras coisas mais. acho que cada um na sua. mas os gays sempre estão certos. kkkkkkkk só jesus na vida dessa gente perfeita.

  • Vamos por partes
    1.Eu não lembro dessa capa de Neymar. Mas acho tão profana quanto a foto da transexual crucificada. E digo mais, Neymar se diz evangélico (sábado ele estava com a faixa 100% Jesus) então nem deveria ter feito essa capa. Acho que uma pessoa evangélica tem que defender aquilo no que acredita, no caso, Jesus.
    2. A transexual disse que não queria desrespeitar a religião de ninguém, que pelo contrário, queria mostrar que os gays são vítimas da homofobia. Mas a imagem tá rolando na internet sem a fala dela, ou seja, ela tá chocando (mesmo sem querer).
    3. Por quê mexer com Jesus? Tipo a briga que a gente vê hoje é de uma parte dos evangélicos contra uma parte dos gays. Jesus, cara!!! É querer inflamar mais ainda o ódio dos evangélicos. E agora dos católicos também!
    4. Ah sou evangélica, mas não sou representada por Feliciano nem Malafaia. E o que eu tenho visto é que discordar virou sinônimo de odiar. Não cara! Eu discordo, mas respeito a pessoa, sento na mesma mesa, como da mesma comida e sou contra a violência. Mas discordo do homossexualismo. Do mesmo jeito que a pessoa pode discordar de mim por ser evangélica. Discordar não é crime. Ou é?
    Enfim, acho que as duas imagens são de péssimo gosto. Só que uma teve mais repercussão do que a outra.

    • Amiga, cumpre esclarecer que a imagem de Neymar é uma montagem feita por um editor da revista, então não há motivos pra julgar o Neymar.

      • No caso da montagem feita com o Neymar, acho que o próprio jogador, sendo evangélico, deveria ter reclamado com a revista. Por outro lado, acho que a Igreja Batista Peniel, na qual Neymar é fiel, DEVERIA ter contestado a Revista Placar. E passou batido. Agora , os evangélicos vêm com esse terrorismo pra cima da atriz Viviany . Os evangélicos nunca cultuaram imagens do Cristo na cruz, de repente passaram a cultuar imagem ? Vai entender !

    • Nathália,

      Infelizmente você não pode concordar ou não com homossexualismo. O homossexualismo existe. Quantos aos outro pontos levantados acredito que foram esclarecidos no texto.

      agradecemos desde já sua participação,

      Jairo Lima

      • Ôxe! Quer dizer que a gente não pode discordar do homossexualismo por ele existir??? Apois eu não concordo com essa discordância.

        Se eu entendi, eu não posso concordar ou não com o petrolão pois ele existe?

        E sobre o traveco na cruz, é uma piada de mau gosto, não mais que isso, outro chute para fora dos gays que cimentaram a idéia de que são uma canalha inconveniente, inoportuna e que deve ser combatida.

        Se fosse uma parada festiva e sem os contumazes excessos, poderia ser um belo gol. Se no lugar de frango depenado, desfilassem gays cientistas, policiais zelosos, professores dedicados, gente fina, elegante e sincera, o efeito seria outro.

        Mas na falta disso, segue a exibição vulgar de silicone, genitália e bundas oscilantes.

        Os gays parecem que são os maiores inimigos de si mesmos, atiram no próprio pé, fazem um monte de mérid@ e exigem a aprovação de toda a sociedade para esse tosco carnaval.

        Já tive como vizinhos um par de homossexuais, gente honesta, educada e se representassem a classe, não haveria repúdio ou este seria insignificante.

        Enquanto se comportarem como os estereótipos das piadas, haverá forte oposição.

        • Não. Romualdo, você não pode discordar ou concordar com homossexualismo. Não é uma questão de concordar ou não concordar. É uma questão de aceitar ou não aceitar. Você não pode obrigar ninguém a nada. Nem ninguém pode lhe obrigar a nada, nem a aceitar as diferenças. Você também não pode dizer a ninguém o que a pessoa é ou não é. São seus valores. Até mesmo pela etimologia da palavra. Quanto aos preconceitos e o que você acha certo ou errado é outro assunto.

          grato pela participação,

          Jairo Lima

  • Todo mundo fala dos gays que são perseguidos, mas já que o assunto está em conexão com a religião, eu que sou ateu, sofro bastante preconceito por causa disso.

    Gay ainda é muito mais bem aceito do que agnósticos, infelizmente.

    Nathália Araújo, se todo apenas discordassem de pessoas como eu, mas respeitassem, seria muito bom. Então, pelo sim pelo não, sempre que posso, via facebook, replico posts da associação brasileira de agnósticos, só para provocar mesmo.

  • O autor faz do assunto uma verdadeira salada. Utiliza vocábulos como “fundamentalismo” e “reacionários” para adjetivar todos aqueles que teceram críticas ao uso da imagem e incide em um erro ainda maior.

    Primeiro que a igreja e o mov lgbt tem uma relação quase de constante tensão, então é muita inocência do autor apostar em um SIMPLES simbolismo no uso da crucificação na passeata da avenida paulista. A comparação feita entre as duas imagens foi bastante cretina. Claro que as duas imagens representariam uma blasfêmia. Contudo, é fácil entender que, justamente os que não são radicais religiosos procuram passar por cima e não fazer alarde para uma comparação entre futebol e religião (o autor deveria, ao que me parece, elogiar esse fato ao invés de utilizá-lo em um falso exemplo). Por outro lado, quando a imagem é utilizada em uma situação de provável provocação religiosa, é NATURAL que haja algum tipo de reação.

    Além disso, é preciso diferenciar “felicianos” de pessoas religiosas. Novamente, utilizando essa nomenclatura o autor induz o leitor a acreditar que todos que tem uma religião e que criticaram o fato retratado na imagem são radicais religiosos. Não são. Não todos, ao menos. Talvez aos ateus seja realmente difícil entender o significado dos símbolos para os que creem, mas um pouco de compreensão e respeito já bastaria para solucionar o problema. Deve-se respeitar o culto e as imagens sagradas de todas as religiões, seja Jesus Cristo, Nossa Senhora, Iansã, Maomé, etc.

    Pode mesmo não ter sido a intenção do mov lgbt ofender qualquer grupo religioso, mas, venhamos e convenhamos, teria sido uma grande ingenuidade. Então, ficamos entre a ofensa ou a ingenuidade. E entre as duas opções eu prefiro o RESPEITO.

    • A questão do respeito é muito “em cima do muro”, já que pessoas engajadas em relacionamentos homoafetivos são afetadas pelo fundamentalismo reacionário da Igreja (independente da vertente). As igrejas pregam a evangelização (independente da vertente, apenas aproveitando o termo) recriminando as escolhas que as pessoas fazem para as suas vidas.

      Todos aqueles que, independente das escolhas de vida, não estão listadas na vertente eclesiástica são recriminados de diversas formas. O Ateu é recriminado, o agnóstico é recriminado, o homoafetivo é recriminado, o de religião afro é recriminado, para mencionar apenas algumas minorias (nem tão minorias assim).

      Então, a cerne do problema está nos dogmas religiosos das religiões mais representativas (aqui, católicos e protestantes… final, todos são evangélicos já que seguem o evangelho). No fim das contas o nosso país é LAICO apenas no papel e vem sendo manobrado pelos dogmas religiosos por séculos. As pessoas tem a sua liberdade mental tolhida pelo que o padre/pastor/sacerdote interpreta com a fundamentação dogmática e determina como pecado/não-pecado em suas falas.

      As pessoas “imprenham pelos ouvidos” se a capacidade de definir uma opinião pessoal… ou se está seguindo a religião, ou se está fora dela. Até os não praticantes são recriminados!

      No frigir dos ovos, o zona está formada e este tipo de pensamento mesquinho nunca acabará… Nossa sociedade é absurdamente influenciada pelas religiões.

      Um bom exemplo histórico da influência da religião está no filme Alexandria (http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gora_%28filme%29), quando a Biblioteca de Alexandria é destruída pela onda “cristã”. Recomendo para os que tem a mente aberta.

      • E tudo é um jogo… O mais importante no final é quem tem o “bolso com mais dinheiro”. Como justificar a criação de uma “bancada evangélica” sem ser em defesa dos interesses religiosos? A maioria das pessoas fecham os olhos quando a questão é religiosa.

        Prestei serviço para membros de Igreja e já escutei falas sobre arrecadação de fundos.
        A arrecadação das igrejas sempre é maior do que os gastos… nunca equaliza com as bem-feitorias para uma população de risco, por exemplo.

        Na Europa igrejas são mantidas em pé pela representatividade histórica da construção, apenas. O cristianismo está diminuindo em todos os lugares.

        Respeito tem aquele que se dá ao respeito. Quando a religião não respeita as pessoas, levantar a questão do respeito é falaciosa… e cheia de problemas.

        Pensamos mais antes de defender um dogma….

        PS: A mesma coisa serve para o partidarismo desenfreado.

    • Camila,

      Agradecemos sua participação. A chamada “salada” também costumamos em comunicação de tratar como técnica. Aliás, os questionamentos levantados por você, Camila, são o motivo da postagem. As demais questões levantadas estão esclarecidas no próprio texto.

      grato,

      Jairo Lima

    • Camila,

      Agradecemos sua participação. A chamada “salada” também costumamos em comunicação de tratar como técnica. Aliás, os questionamentos levantados por você, Camila, são o motivo da postagem. As demais questões levantadas estão esclarecidas no próprio texto.

      grato,

      Jairo Lima

    • Camila, concordo muito com você!
      Se fosse ao contrário e numa “marcha para Jesus” houvesse qualquer tipo de alusão contrária a práticas
      homossexuais, tal grupo seria o primeiro a argumentar que aquilo seria homofobia etc.
      Então não sejamos ingênuos de achar que o que houve nessa parada gay “foi sem querer”. Foi pensado, muito bem pensado e utilizado para atacar os cristãos, sejam católicos ou evangélicos.
      Eu me senti mal quando vi aquela imagem.

      Quem quer respeito tem que respeitar!!

  • Penso que o primeiro passo para obter respeito é ter respeito.Respeito pelas escolhas dos outros,pela fé dos outros,pelo direito do outro ser o que ele mesmo deseja.Por isso, impor a todo custo nossas escolhas não é uma forma inteligente de conseguir o tão desejado respeito e ,antes até ,ser aceito.Pra isso acontecer de forma natural, basta mostrar com atitudes quem somos.Tudo o mais é consequência…colhemos o que plantamos.Simples assim!

  • Cada qual com sua opcao sexual, so acho que no Brasil a “rapaziada” nao se contem apenas por sua escolha de preferencia sexual e age como personagens da Gaiola das Loucas a ponto de insultar o proximo.

    • E não buscam não?? “Inocente”… Buscam o quê?? Aparecer,apenas….hum hum

  • “Por outro lado, um movimento que busca ser socialmente aceito, que busca o respeito à diversidade, que tenta se mostrar confiável a ponto de ter o direito legal de adoção, etc, etc, etc…”

    Você é muito inocente.

    • Rodrigo,

      Uma opinião. Enxergar os acontecimentos longe de preconceitos.

      grato,

      Jairo Lima

  • Malafaia, Feliciano e o restante da pastozada não têm nada a oferecer à sociedade por isso se agarram a essa Cruzada contra o “inimigo”. Pior, o “inimigo” vive dando munição… Parece até que é combinado.

    Tudo que a pastozada quer é paralizar o país, em termos intelectuais, para debater apenas isso como se fosse o debate mais importante do mundo.

    Ah, sobre crucificação. Jesus não foi o primeiro crucificado. Na época toda a escoria da sociedade morria dessa forma. Portanto, não houve ofensa alguma. Os religiosos fundamentalistas se apegam em qualquer miudeza para manter sua cruzada na pauta do dia. Pior, a imprensa gosta de dar palco a tudo isso. Por que será?

  • Um cara que nasceu sem o pai ter que dar uma bimbada na mãe e que passou a vida inteira indo pra cima e pra baixo com doze machos parece-me um símbolo óbvio do orgulho gay.

  • Antes de tudo, houve sim quem tenha criticado a montagem feita com o Neymar crucificado. A repercussão das reclamações foi muito menor porque toda e qualquer crítica contra as ações do movimento LGBT costuma ganhar uma reverberação enorme. Agora, francamente a obsessão desse pessoal conta a iconografia católica é delirante. E não me venham com essa de que Jesus não foi o primeiro crucificado, que esta era uma execução comum na época, pois não me consta que todos os condenados ostentavam coroa de espinhos na cabeça e uma placa com dizeres em cima. Portanto, dizer que isso não remete à crucificação de Cristo é um argumento pra lá de falacioso.

    Curiosamente, nos Estados Islâmicos hoje, e nos países comunistas em outras épocas, a vida dos homossexuais era bem mais difícil. Se os cristãos tornam a vida deles “um inferno” pelo simples fato de considerar pecado transar com pessoas do mesmo sexo, o que dizer de lugares onde eles foram perseguidos e mandados para campos de trabalhos forçados (os gulags soviéticos estiveram repletos de homossexuais condenados) e muitas vezes assassinados por um Estado que deveria protegê-los (Fidel Castro veio fazer mea culpa por conta das perseguições aos homossexuais em Cuba um tempo desses, mas passou décadas tornando a vida deles literalmente um inferno), sem contar os assassinatos de gays realizados por radicais muçulmanos. Só que, por motivos óbvios, eles não mexem com o que é sagrado para os seguidores do Islã. Provocar cristãos é muito mais fácil, já que estes vão no máximo reclamar, enquanto vertentes radicais muçulmanas não hesitaria em explodi-los. Não que eu torça para que isso aconteça, mas não consigo deixar de apontar a covardia.

    Agora, pra falar a verdade, tudo isso não passa de bobagem. O cara é homossexual e por isso se incomoda com o posicionamento da doutrina cristã? Simples. Ignore os preceitos evangélicos e não dê bola para nada que envolva o nome de Jesus Cristo. Ninguém neste país é obrigado a ser cristão do mesmo jeito que eu não sou obrigado a ser adepto do candomblé. E por que não sou adepto do candomblé? Por um motivo bem simples: por não acreditar no poder de suas “divindades”. Os homossexuais deveriam seguir as suas vidas e não dar crédito ao cristianismo, já que, na concepção deles, tal doutrina não merece crédito. Mas não, é preciso desrespeitar para exigir respeito. “Se uma parcela radical de cristãos nos desrespeita, então desrespeitemos o cristianismo em si”. Bela estratégia…

  • “A militância não é fruto de amor por uma causa, e sim de ódio por outra.

    Quem defende uma ideia na qual acredita de coração, não vira militante. Trabalha por ela de maneira equilibrada em relação às demais coisas da vida. A partir do momento em que a pessoa virou militante, ou seja, histérica, xiita, louca, mão pesada, é porque não está nem aí para a causa. Se agarrou à bandeira como válvula de escape para sua loucura, frustração, falta de auto-estima e desgosto da vida.

    E isso vale para todas as áreas de militância: política, religiosa, social, ética, animal (sim, tem muita gente que vive salvando cachorrinhos fofos e abandonados e que não deveria estar fora da jaula nem a pau), filosófica, saúde, qualquer coisa. Até mesmo futebol, amiguinhos.

    O que mobiliza não é a causa, é o ódio.”

    Renata Red

  • Boa tarde a todos
    A imagem da crucificação e uma questão muito pessoal,
    a quem acredita a quem não acredita bem como a quem creia e saiba na verdade o significado da cruz.
    na verdade o que eu quero dizer e o seguinte.
    Deus nos fez a imagem e semelhança dDele, por isso esta escrito
    Façamos o homem a nossa imagem e semelhança Amem.
    Essa discussão não nos levara a lugar algum, sendo que ainda temos a misericórdia do criador
    o importante é obedecer a vontade de Deus, amarmos uns aos outros como a ti mesmo.
    isso foi o que ele nos deixou como mandamento para aqueles que o quer de todo o coração.
    (não afrontar uns aos outros). cada um fala o que quer cada um pensa o que quer, o que temos de ter é um respeito mutuo, se nos tivéssemos isso o mundo realmente não seria assim.
    Mas estamos sujeitos a tudo e a todos.
    Mas na verdade o que eu peço e que Deus nos dê discernimentos inteligencia e capacidade, para mudar
    este pais amar todos porque o principio do Amor foi dado por ele a quem realmente devemos satisfação.
    Não devemos julgar a ninguém, tanto homens como mulheres gays homossexuais etc o que devemos e amalos como cristo amou e morreu por nós na cruz se você reconhece desta forma que Deus abençoe e se não reconhecer que Deus vos abençoe também a cruz é uma madeira matéria mas a verdadeira cruz
    esta dentro de cada um e ela é reconhecida por aqueles que a tem através das atitudes.Procuro amar a todos sem acepção de pessoas assim eu aprendi a amar e tenho autoridade para dizer o quanto eu amo esta nação independente do que estou passando, pois eu estou preparado espiritualmente para o que der e vier bem como o que não der e vier assim eu tenho vivido, não na sorte mas na certeza de um dia melhor para todos e isso eu creio.

Tem algo a dizer? Vá em frente e deixe um comentário!

XHTML: Você pdoe usar as tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Enquetes

Em relação ao impeachment de Dilma Rousseff, qual sua posição?

Ver Resultado

Loading ... Loading ...

Frase do dia

  • A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes.”, Adam Smith.

ARQUIVO

dezembro 2017
S T Q Q S S D
« mai    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Informação com Humor

MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).