Chapéu de JP pode ser considerado poluição visual?
Essa é a pergunta que muitos se fazem neste momento. Durante muito tempo, a bagunça visual proliferou na cidade.
Hoje há uma espécie de apelo popular pela limpeza da cidade, iniciada em São Paulo, de forma radical, e apoiada por grande parte da população.
Amanhã começa a chiadeira das empresas de mídia exterior. Irão ficar falando dos empregos que geram, dos impostos que pagam, mas nunca falarão da sujeira que fazem.
Se João Paulo quiser realmente viabilizar João da Costa como candidato a prefeito, ele vai retirar, nem que seja na marra. Isso será um esforço pessoal do secretário, tenham certeza disso, porque a população vai apoiar. Até porque, para quem retirou as kombis, isso é moleza.
Vale salientar que estas mesmas empresas de mídia exterior se negaram a publicizar a violência no Recife, tentando bajular não se sabe quem.
Receberão agora o tratamento devido.
Espero realmente que João Paulo limpe a cidade. Nunca é tarde para se fazer algo de bom. E não se trata de reclamar, mas de exigir trabalho, já que pagamos nossos impostos para isso.



Pronto!
Endoidou de vez.
O quadro em Pernambuco é completamente diferente de São Paulo. O que existia lá era uma completa anarquia. Centenas de empresas exploravam de forma predatória e descontrolada o setor. Não existia outra saída que não a completa proibição.
Aqui o quadro é outro totalmente diverso. Temos apenas três empresas que são bem monitoradas pela prefeitura. É absolutamente factível uma legislação mais restritiva sem a necessidade da proibição.
Trata-se do mais puro populismo. Só visa conquistar a classe média que passeia pela Conselheiro Aguiar em detrimento de empresas sérias como a Bandeirantes.
E daí?
Pierre,
deixa o homem trabalhar!
Para de reclamar e faz alguma coisa.
De fato, puro populismo, dado o contexto pré-eleitoral, como bem lembrou o blog num post anterior.
Agora, com tantos problemas na cidade, será mesmo que o problema dos outdoors é mesmo um problema tãaaaaaaaaaao importante assim? Será que os outdoors aqui estão mesmo causando um enorrrrrrrme transtorno a vida das pessoas, a ponto de tanto o governo quanto a oposição estarem disputando a “frente” (?) por uma causa, ao contrário do que aparentemente acontecia em São Paulo, tão secundária para o município? Enfim, seria isso realmente falta do que fazer? Será mesmo falta de projetos mais importantes, ou talvez falta de projetos propagandísticos para 2008?
Ai, ai.. Essa politicagem, essa postura de levantar factóides, de fazer “grandes obras & ações”, essa política de pacotes (”Programa Isso”, “Projeto Aquilo”, e o básico que é bom, e não tem rótulo, nada – sistemas de saúde, educação, segurança, infra-estrutura e demais serviços públicos que simplesmente funcionam) e tudo o mais que for para fins meramente politiqueiros me irrita profundamente.
Se fosse pra fazer um projeto propagandístico, que pelo menos se escolhesse algo realmente útil para a cidade. Tipo, urbanizar todas as nossas favelas, ou limpar o Rio Capibaribe, por exemplo..
Se a Bandeirantes e outras empresas de mídia exterior sao realmente sérias, nao precisam se preocupar com as medidas que a prefeitura se propos a tomar a partir de amanha(retirar os outdoors instalados ilegalmente em logradouros públicos, etc…), afinal, empresa séria nao instala outdoors ilegalmente.
Sobre o projeto de lei, talvez aí sim deveria haver um debate para definir-se quais serao, especificamente, as limitacoes impostas…
independentemente do nível de restricao, o que nao pode é continuar como está… com outdoor, toplight, etc… de tudo que é tamanho em todos os lugares… quem acha que o tema da poluicao visual nao deve ser prioridade também nao deve achar problema nenhum quando colocarem um letreiro luminoso nos bracos do Cristo Redentor.
[...] ele, e a chance deste governo atual mostrar que nem sempre vai de encontro à opinião pública. Alguns dizem por aí que João da Costa vai ter muito trabalho, e deveria começar pelo seu chefe. Falam que esses [...]