Qual a melhor revista do país?

ago 3, 2009 by     67 Comentários    Postado em: Atualidades

Capas Carta Capita e Veja
Claro posicionamento político ajuda leitura?

Se os jornais estão perdendo mercado, por ter um produto que disputa com a internet a velocidade de notícias, o mesmo não pode ser dito das revistas semanais brasileiras.

As quatro maiores revistas, Veja, Época, Isto é e Carta Capital, tornaram-se ainda mais fortes formadores de opinião, com reportagens mais densas e de certa forma assumindo postura ideológica. Isso é mais visível na Veja e na Carta Capital (como pode ser visto nas capas acima). Isso na verdade está longe de ser um erro, e pode ser considerado um avanço no país.

Todas elas têm suas vantagens e desvantagens. A Veja, ao mesmo tempo em que dá bons furos, apresenta fatos sem comprovação (como o famoso grampo que a PF diz que não teve), perdendo credibilidade. Mas a Veja tem colunistas polêmicos, como Diogo Mainardi (gostem ou não), e isso agrega valor para a revista. A Carta Capital, com bom conteúdo jornalístico, apresenta uma diagramação pesada. Em compensação está vindo com um encarte da Economist traduzido, que é excelente, e tem grandes colunistas. A Isto é vem perdendo força a olhos vistos, mas contratou bons colunistas, e a Época segue a linha de dizer que é independente, mesmo sabendo que isso é impossível.

A Veja é a mais vendida (1,2 milhão de exemplares), seguida da Época (700 mil), Isto é e Carta Capital (100 mil cada). A Veja e a Época levam vantagem pelo número de assinantes ser muito alto, diminuindo a necessidade de venda avulsa em banca.

Pontos Fortes (em minha opinião)

Veja – diagramação atraente, bons furos, boas entrevistas, grande repercussão, colunistas polêmicos (como Mainardi), posicionamento político claro.
Época – bons colunistas, como Paulo Guedes, boas entrevistas e matérias internacionais de bom nível.
Isto é – bons colunistas, como Boechat.
Carta Capital – Encarte da Economist, boas matérias sobre empresas, excelentes colunistas (como Delfim e Beluzzo) densidade nas reportagens, bons furos, posicionamento político claro.

Pontos Fracos (em minha opinião)

Veja – furos sem comprovação (que fazem a revista perder credibilidade), denúncias de favorecimento de empresas (denúncia de Nassif, sobre a coluna Radar), colunistas que cansam a inteligência.
Época – diagramação pesada, proposta de imparcialidade (não existe isso), e colunistas burocráticos.
Isto é – conteúdo jornalístico fraco, sem grandes furos nos últimos anos. Diagramação arcaica.
Carta Capital – diagramação pesada, baixa repercussão nos furos.

Na verdade cada pessoa tem sua preferência, seus gostos, seu pensamento, independente da qualidade editorial. Para você, qual das quatro revistas acima é a melhor? O que você considera como pontos fortes e fracos de cada publicação?

Qual a melhor revista semanal do país?

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* Publicado originalmente dia 02/08/09.

67 Comentários + Add Comentário

  • Lembrei de um artigo publicado aqui onde se criticava as revistas ‘Caras’ e ‘Contigo’ dos salões de beleza e a tv sintonizada na Globo nos consultórios médicos.

    Das 4 listadas, há muito tempo não leio IstoÉ.
    Veja leio “de graça” na casa dos meus pais, que tem assinatura. Época leio no barbeiro que vou a cada 15 dias ou pela internet. Para mim a melhor é a Carta Capital, que leio as vezes pela internet.
    Não compro nenhuma delas. Acesso as respectivas páginas ou baixo em pdf em sites de downloads.
    Prefiro Carta Capital

  • “Polêmico”

    “Polêmico” é o clichê mais trouxa do mundo.

    Teoricamente era pra definir alguém interessante. Na real, sempre define um babaca.

    Vide “O Alexandre Frota é muito POLÊMICO”

    Seria o caso de colocar o Alexandre Frota como colunista da carta capital???

    • De resto (após ter lido o post inteiro), é claro que a Carta Capital ganha mais pontos por ser menos cretina.

      Qualé, galera: a Veja é O CÙMULO da revista-panfleto. E a coisa tem ficado cada vez mais evidente: Perde tiragem ano a ano. Se não fossem os contratos sem licitação com o governo de SP, provavelmente seria distribuição setorizada até o fim desse ano.

      Sério: se a Veja tivesse ALGUMA credibilidade, o Protógenes não ficaria em primeiro lugar nas pesquisas de opinião pra senador em São Paulo: a veja tentou acabar com o Protógenes de todo jeito: ninguém acreditou.

      A Carta Capital é sim, mais isenta: publicou todos os podres do Gilmar Mendes. Que outra revista publicou isso? Nenhuma, porque todas tem o LOCKED TAIL, o famoso rabo preso.

      Só que embora a Carta seja mais honesta, ela é muito, muito chata. Os textos são muito pesados, um português rebuscado a toa!!! Eu achava que era uma opinião só minha, mas tenho visto cada vez mais gente na internet comentando a mesma coisa.

      • Isenta? Se o critério for chapa-branca ganha disparado a Carta Capital. Ou tão isenta quanto Nassif e o Paulo Henrique Amorim (das letras garrafais!!) Não sei quanto a vocês, mas pra mim Mino carta dá nojo!

        Mino, o que seria de você sem o Lula hein?

        • Você é mais um degenerado “leitor” da Veja ou o quê?

          E o cordão dos puxa-sacos (tucanalhas) cada vez aumenta mais…

  • Defeito: Carta Capital –
    diagramação pesada, baixa repercussão nos furos.

    Diagramação concordo; mas baixa repercussão nos furos não é defeito dela e sim de que teria obrigação de repercutir.

    Lembra quando o Mino resolveu criticar Lula por conta da não extradição daqueitaliano? O Noblat passou a publicar diariamente tudo o que o italiano escrevia. Repercutem o que interessa politicamente.

    Eu não gosto da IstoÉ, mas a melhor de todas é a IstoÉ Dinheiro.

    • a istoÉ Dinheiro é muito boa mesmo… mas so na parte DINHEIRO…

    • Baixa repercussão dos furos não é um ponto negativo da CartaCapital! Isso é problema de quem lê (ou não lê). À revista cabe publicar furos relevantes, e isso ela faz. Agora, se não alcança a massa, é um problema dos leitores, e se não repercute, é pq os outros meios de comunicação não “podem” ou nao “querem” publicar essas notícias…

  • Não me lembro de nenhum furo relevante da Veja nos ùltimos 7anos. Só me lembro de fraudes e factóides. qual seria o furo? O garçom do jarbas? mas,enfim,bom domingão pra todos.

  • Refazendo o comentário. desconheço qualquer furo relevante da Veja nos últimos 7nos(governo Lula). considero o jornalismo de Veja deveras fraudulento.baseio-me na minha própria observação e no trabalho do Luis nassif. Vê se não veta agora ,hein? bom domingão

  • vixe!! apareceu o comentário “vetado”.num entendi nada. mistérios da tecnologia.

    • Alexandre
      Tinha ficado no antispam

  • A Veja tem posicionamento político claro? Na minha opinião, a revista faz de tudo para expor como verdade indiscutível suas posições ideológicas neoliberais elitistas. Um bom exemplo disso foi a edição lançada 1 semana antes do segundo turno das eleições a presidente passadas, na qual Serra aparecia como “o desafiante” – ou o salvador da pátria – sem que a Veja declarasse publicamente o apoio à sua candidatura, como fez a CartaCapital em relação à candidatura de Lula.

  • Ehhrrr… Foi mal, coloquei Serra ao invès de Alckmin… Desculpem o equívoco

  • OPOSIÇÃO É PREVENIR A DITADURA, DIGA-SE A VENEZUELA!!!!!

    • kkkkkkkk… Inocente demais esse…

  • Já assinei todas as quatro (em épocas diferentes). Hoje não assino nenhuma. Agora Istoé leio de graça na internet e compro uma das outras três (mais Carta Capital) dependendo das matérias. Quanto ao posicionamento político claro, Veja não se assume. Gosto mais de Carta Capital (embora todas tenha o rabo preso em alguma questão). Istoé tem tido umas matérias boas ultimamente (sobre a guerrilha do Araguaia, Efraim Moraes, Arthur Virgílio, os irmãos de Lula). O maior problema de Istoé foi a gravação de Domingo Alzugaray em que o mesmo garantia a publicação da capa da revista por três milhões de reais. Isto (com trocadilho) acabou com o pouco de credibilidade que a revista ainda tinha.

  • Dentre as opções do post, fico com a Carta Capital. Tb acho que todas elas têm o rabo preso, mas os conteúdo da Carta Capital é mais interessante. Porém, a revista que mais leio é a Exame.

  • Nao entendi bem qual a finalidade desta enquete. Afinal todas as referidas revistas possuem aspectos positivos e negativos. Há muito tempo que deixei de ser “seguidor” de linha editorial como referência de qualidade intelectual no jornalismo. Nestes tempos em que a ética jornalística continua a chafurdar de um lado a outro, em especial neste torrão tropical, importa buscar a leitura de diversos ângulos do fato, e principalmente compreender por que e por quem foi escrito de tal modo. Não esqueçam que a verdadeira linha editorial costuma andar torta, dependente que é das circunstâncias particulares dos proprietários das revistas e jornais. Vide o JCoisa daqui.

  • A mehor, sem dúvida, é A Carta Capital. A pior, a Veja.

    Não conseguí votar nessa enquete.Cliquei em Carta capital e diz que escolha uma resposta válida. Não entendí…..
    Pode contar mais 1 voto pra carta capital.

    Manu.

  • A época nem perco meu tempo lendo, revista da Glob posando de independente só pode ser piada de mal gosto, a Carta Capital ainda engatinha, é bem fraquinha, a Veja é um nojo, colunistas podres e francamenta fascistas que chegam a defender na cara dura golpes de Estado (alucinados como o Reinaldo Azevedo e boçais como o Mainardi) e a Istoé parece que tem memória seletiva, é muito fraca, infezliemnte eu assino esta última e só não cancelo porque já está pago até o fim do ano, senão cortava no ato!

    Duas edições seguidas (desta e a da semana anterior) sem uma linha SEQUER sobre honduras! Mas matérias “importantíssimas” de auto-ajuda.

    Se depender das 4 grandes o país está ferrado!

    aliás, sobre a Istoé e suas capas e edições fraquíssimas (ou quando o silêncio da mídia equivale ao golpismo) http://bit.ly/mwfIu

  • Pierre,

    “a Época segue a linha de dizer que é independente, mesmo sabendo que isso é impossível.”

    Eu não vejo dessa forma. Penso que a Época segue uma linha ideológica centrista. Ser de centro é também um posicionamento.

    Eu sou centrista.

  • Veja: revista de ultradireita, posição política que me enoja;
    Istoé: forte viés religioso;
    Época: não conheço tão bem mas não me atrai;
    Carta Capital: a com que menos tive contato na vida, não conheço direito e não posso julgá-la.

    Qual delas é a melhor revista semanal?
    Julgando por eliminação, voto na Carta Capital, que não atrai tantas críticas pesadas.

  • A Veja é terrível.
    Começa a folhear a revista e demora meia hora para encontrar alguma matéria, pois só tem propaganda. O Mainardi é outro que ponto extremamente negativo na minha opnião.

    Gosto mais da Carta Capital, mas não assino nenhuma das quatro.

  • Inelutavelmente é inconteste a liderança de VEJA.
    Aliás, ela é a mais influente e a mais prestigiada revista brasileira. São mais de 5 milhões de leitores. É fato.
    Não implica afirmar que não existam outras boas publicações no mercado editorial brasileiro.
    À nenhuma delas, porém, deve ser dado o monopólio da representação de supostas minorias. Opinião é como intestino: todo mundo tem.
    PS: estou surpreso com a primeira colocação de “carta capital”. Precisamos auditar essa enquete!
    Sds.

    • Claudio
      A Carta Capital é uma boa revista. Tem se preocupado muito com a qualidade editorial.
      A parceria com a Economist é um reflexo disso. Poder ler a revista britânica em português é muito bom.
      Abraço

      • Sr.jota,
        Não é o sr. que tenta convecer-me,no post acima, da sutil diferença entre “babação” e “opinião”?

        ***continuo a não entender “carta capital” como fenômeno de informação dos eleitores deste blog.

        • Entenda como quiser. Mas ainda não vi, até porque os editores do blog não acusaram, nenhum indício de votação automática feita por “robozinhos” de software circulando na web. Portanto, todos os votos são válidos até SUA prova em contrário. CERTO???

          Sobre babação, eu nem queria me dar ao trabalho, mas parece que o *sr.* se faz de desentendido: SEU COMENTÁRIO MAIS PARECE PROPAGANDA, DAQUELAS FEITAS SOB MEDIDA PARA “ALAVANCAR” AS VENDAS DE UM VEÍCULO IDEOLÓGICO PODRE, UM PASQUIM SEMANAL CARREGADO DE PROPAGANDA DE LUXO. FUI CLARO, DESTA VEZ???

      • Pierre,
        Admiro também a Economist e gosto da pauta. Já a carta capital…
        Abraço e parabéns.

    • Auditar o quê, cara?

      As opiniões dos leitores do blog???

      KKKKKK, faz-me rir com tamanha babação de ovo dos Civita…

      • Veja – sem dúvida!!

        Não é a toa que é a mais lida, prova que até quem discorda de suas posições não deixa de ler a maior revista brasileira.

        Com as suas matérias sensacionais e denúncias de escândalos, apresentando fatos contundentes e comprovados, derrubou até o final de outubro 2011 nada menos que 5 ministros corruptos do governo Dilma, frutos da herança maldita de Lula.

        Long life to Veja Magazine!!!!

  • A menos ruim é a Carta Capital. O seu ponto fraco é a diagramação que deixa muito a desejar.

    A revista Veja é um capítulo à parte. A maior parte da revista é dedicada à propaganda. O conteúdo ocupa menos de 50% das páginas da revista. Fiquei curioso e fui contar quantas páginas tinham propaganda na última edição (2124, de 05 AGO 2009), vejam o resultado: 78 (46%) páginas só com propaganda, 74 (44%) páginas só de conteúdo e, 16 (9,5%) páginas com conteúdo e propaganda. Os assinantes da Vejam pagam para ver propagandas.

  • Caros,

    jornalismo imparcial não existe, principalmente quando se trata de posiocionamento político. E nem deveria existir. Jornais e revistas que se pintam de isentas são as piores.

    Neste ponto, a pior é a VEJA, apesar da (Época ir na mesma linha). Ela, por muitos anos e ainda hoje, para muitos leitores, representa a verdade absoluta sobre qualquer fato relatado. Vem perdendo terreno, como bem disse Pierre, com reportagens sem base de provas. Perde mais ainda, pois seu posiocionamento político, por mais que seja claro por meio de algumas reportagens (como mostra a capa sobre Fidel Castro), é velado num pretencioso ar de imparcialidade. Isso a torna hipócrita.

    Um exemplo local recente desta hipocrisia de um meio de comunicação que se diz imparcial, foi a demissão do colunista “Pinga Fogo”, Inaldo Sampaio, do JC. Foi uma das coisas mais ridículas de todos os tempos. Demitido por ter “uma opinião clara politicamente”, que por um “mero acaso”, não era o mesmo que seu DONO, JC Paes Mendonça. Quem tem amigos jornalistas que trabalham nesses meios que se dizem “jornais sérios”, tem uma mínima noção de como se dão as relações de poder internamente. Nossos jornais representam um lixo só, salvo alguns “santos” que conseguem produzir coisas interessantes e sérias dentro deste ambiente. É de dar pena pena.

    Como leitor, aprecio os meios de comunicação, especificamente revistas e jornais, que se posicionam claramente. Os grandes jornais estrangeiros como o NY Times, Le Figaro, entre outros, quando se trata de política, posicionam-se claramente em que lado estão.

    Sobre este aspecto, a única das revistas que se posiciona claramente em relação à política, ideologia, etc é a Carta Capital. Admiro-a por isso, mas já venho percebendo que ela sofre do mesmo problema dos sempre eleitores do PT ou que têm uma tendência de esquerda: fecham os olhos para os desmandos, lambanças, incoerências do seu chefe mor, Lula, como também da tropa que o acompanha (vide o Senador Mercadante – é de dar dó como um indivíduo mancha uma bela carreira política, fazendo politicagem da pior estirpe, sendo um pau mandado do presidente). Este sim, é seu pior ponto fraco. Aliás, um ponto fraco que é de derrubar qualquer credibilidade.

    Enfim, por mais que concorde ou discorde de uma ou outra forma de jornalismo, sou adepto de que precisamos ter acesso a todos, lermos o que pudermos todos os lados (e o que acharmos que vale a pena, lógico), até para saber discernir e discutir sobre tudo isso.

    Abraço.

  • Otimo Post Pierre
    Acho que a Veja é um exemplo de como a imfluencia do capital atrapalhou o jornalismo. Não falo da questão ideologica, pois a Caros Amigos é uma revista de esquerda porém tem uma qualidade questionavel. Mas a Veja perdeu o senso do jornalismo, isso voce pode ve na materia dos 40 anos da morte de Che Guevera e veja como prova a materia de 1997 sobre os trinta anos da morte do mesmo Che. Ai nos questionamos, como pode ter caidoo nivel em 10 anos? Não é pelo fato de ser contra ou a favor, mas pelo nivel do debate.
    A Veja nao tem posicionamento claro,tem quem der mais.E isso é ruim, por debate de ideias.

  • REVISTA VEJA

    - 144 páginas — 3% de anúncios de estatais;
    - Tiragem SEMANAL é mais de 1 MILHÃO E 200 MIL exemplares.
    - É a maior revista semanal do país e a terceira maior do mundo, depois de Time e Newsweek.

    VAMOS A CARTA CAPITAL

    - 82 páginas — É uma das campeãs em anúncios de estatais;
    - Na média acumulada de 2008, a revista contou com 18.400 assinantes (uma queda de 10% em relação a 2007);
    - Em banca, a “Cartilha” vende 11,5 mil exemplares;
    - O encalhe é de 70% — aquelas revistas distribuídas de graça para estatais patrocinadoras, setores do governo, e para o partido;
    - Petista de carteirinha tem 50% de desconto em assinatura (o que é uma tremenda injustiça, pela defesa que fazem era pra ser de graça).

    • Carta Capital = 3% de anúncios privados (não venha tentar me explicar de onde raios você tirou esse número para sua revista de araque, tão covarde quanto seu apelido)

      “Veja” = de 144 páginas, MAIS DE 75 (ou seja, 50%) de propaganda elitista – serve muito pra forrar o chão de um galinheiro – e o restante de jornalismo de esgoto, feito por “profissionais” que devem ter sido jubilados das faculdades de jornalismo por vadiagem – deve ser por isso que o Gilmar Dantas vomita tanto a desnecessidade de diploma… Tiragem = o suficiente, pago com dinheiro público pelo desgovernado Serrote, para virar panfleto nas escolas públicas do estado de São Porrete…

      • O que vc chama de publicidade elitista? A publicidade Privada que a veja detém??? Vc deve se preocupar é com a propaganda pública de revistas chapa-branca. É nosso dinheiro bancando aquilo que tem como destino o papel picado. Ou vcs pensam que empurrando a Carta Capital em salas de espera dos setores do governo, em escolas, alguém dá algum crédito???

      • Vc trocou as bolas, quem tem só 3% de publicidade do governo (leia-se Banco do Brasil) é a Veja.

        A carta Capital é aquela que é “uma das campeãs em anúncios de estatais” que tem no mínimo, 70% de comprometimento com a grana de governo, tanto que distribui de graça aos setores públicos (só mesmo de graça) fora o que vai para o partido.

        • Ah, agora entendi. Vai estudar Estatística, filha, pois seu número é absurdamente furado. Você fez algum estudo REALMENTE estatístico para chegar a esse número? Nem o IBGE, órgão DO GOVERNO encarregado de fazer os mais diversos cruzamentos de dados – por sinal, muitos bem subjetivos – faz assunção tão grosseira.

          Ademais, de que “órgãos públicos” você fala? Por exemplo, algum advogado entre os comentaristas pode dizer se recebe a Carta através da OAB? Sim, porque a OAB é um órgão público, porque de classe, e um conselho amparado na lei, como qualquer outro órgão do tipo.

          Ah, se você não pertence aos quadros do PT, não cometa a besteira de dizer se algum exemplar da revista vai para o partido. Quer falar de um caso escabroso de verdade? Que punição foi dada ao SEU GOVERNADOR MOTOSERRRA, quando ele mandou comprar “alguns” MILHARES DE EXEMPLARES da “revista” NOVA ESCOLA, para distribuir forçadamente aos professores do estado de São Porrete?

  • Se a Carta Capital se desse mesmo ao respeito, não daria 50% de desconto na assinatura aos filiados de carteirinha ao PT como dizem que faz, o que não confirmo, pois nunca vou perder tempo em ligar para sua central de vendas.

    • Isso porque a Veja soprou isso nos seus miolos, né?

  • É lógico que a mídia impressa está morrendo – não vamos tapar o sol com a peneira – o que Veja faz hoje – tendenciosa e tomando partidos – é se aguarrar aos seus assinantes mais fiéis, dando aos mesmos um produto que gostam. Tem gente que assina a veja só pra se “deliciar” com as colunas do Mainardi. Quem assina Veja concorda com a maioria das suas posições políticas – a assinatura é quase um ato de manifesto de sua posição ideológica. Leitura mesmo, a pessoa não leva mais de meia hora para ler o que lhe interessa. No meu caso, resenhas de cinema e livros, uma ou outra reportagem política e uma ou outra entrevista.

  • Se a mídia impressa procurar ser eclética e apartidária, estará fadada a morrer mais cedo do que estaos estimando.

  • O desconto de 50% pra filiados ao pt é real. Agora essa história de “campeã”de anúncios de estatais é mais uma fraude porque eu já comparo a um bom tempo toda semana a “carta capital” e a “época”. A quantidade é idêntica. Da mesma forma,essa contabilidade de um milhão de assinaturas inclui muitas assinaturas fantasmas de pessoas que cancelam mas continuam recebendo “normalmente”. O importante é captar e veicular a publicidade.Daí que vem a grana.
    E se veja tem cinco milhôes de leitores,eu diria que 99% deles só lê a parte de cultura e fofocas. o importante é chocar com títulos e capas fraudulentas como aquela da”tenebrosa máquina do dr Protógenes”. Pela popularidade do protógenes você vê que a Veja não é tão influente assim. Aliás a popularidade do Lula vem muito desse jornalismo golpista e elitista. o brasileiro percebe. E não tolera essa presepada.
    A veja ,enfim,prega pros mesmos convertidos de sempre.
    Uma meia dúzia que vota até no Pedro de Lara. *
    Realmente comparar Veja e CC é comparar alhos com bugalhos. transparência com golpe.
    *Segundo a coluna do não muito confiável cláudio humberto, Pedro de Lara é o apelido do intrépido artur virgílio entre seus pares.tudo a ver.

  • A época é até razoável. Se os colunistas não são bons ,as matérias são ,geralmente,corretas. sem editorialização. muito bem claro. fato é fato. Opinião é opinião. Nada daquela massaroca da veja.

  • do blog da veja, (retirado do blog de Luis Nassif):
    Conteúdo dos blogs da Veja

    “Por que não, então, um gay para suceder Lula? Branco ou preto? Esperem! Vamos fazer logo um “combo” de minorias. A candidata poderia ser mulher, negra e lésbica. E acho que a gente deve acumular experiências, incorporando qualidades de minorias passadas. Poderia ser mulher, negra, lésbica, meio analfabeta e eventualmente sem dedo. O “eneadactalismo” passaria a ser uma exigência para chegar ao topo”.

  • Pierre,

    Bom texto. Só acho que foi injusto com a Veja no episódio “grampo”. Mas já me conformei com essa opinião aqui do blog… No mais, as ponderações foram sensatas.
    Parabéns.

    • Adrualdo,

      Poderias explicar melhor qual foi a injustiça ?

      • Daniel,

        Já debatemos isso em vários outros posts, por isso não mencionei novamente.
        Eu acho que o grampo está provado mesmo sem áudio. O áudio nunca seria encontrado mesmo (espião não é bobo). A Veja nunca disse que tinha o áudio. Os personagens confirmaram a conversa.
        Ou eu acredito no grampo ou acredito em teorias da conspiração.
        Mas, como disse, já me conformei com a posição aqui do blog. Afinal, cada um tem a sua, não é?
        Abraços.

        • “Eu acho que o grampo está provado mesmo sem áudio.” (sic)

          Como se prova um grampo sem o áudio ?

        • O problema não é a existênci ou não do grampo. O problema é o gilmar e a Veja exigirem a cabeça de Paulo Lacerda e condená-lo sem qualquer sombra de evidência. E chamar isso de estado de direito.

        • Alexandre, a história do grampo é uma cortina de fumaça.

  • A VEJA é uma revista a serviço do movimento “CANSEI”. O movimento não só cansou como morreu, mas talvez ressurja em 2010, quando Dilma foi eleita.

    • corrigindo: (…) Dilma “for” eleita.

  • Bom post, mas discordo em alguns pontos, primeiro sobre a VEJA assumir posição, não é verdade, ela nunca assumiu ser o braço midiático da coligação demo-tucana e sobre a baixa repercussão dos furos da carta capital, ela não tem nenhuma responsabilidade sobre isto! Pois, os grandes grupos preferem que certas verdades continuem ocultas, já que não souberam esconder bem!

    • A VEJA não assume explicitamente, mas sim tacitamente. O que é bem pior.

  • A Carta Capital é excelente. E sua tiragem não pode se comparar com a das outras revistas, pois ela tem um perfil diferenciado.

    Definitivamente não é uma revista para toda a família, com fofocas da novela, frases das celebridades e colunistas de auto-ajuda. O perfil da revista é de política, economia e cultura. E infelizmente no Brasil o público para esses assuntos ainda é reduzido.

    • Concordo com vc… E falando um pouco dos sites das revistas… Tem coisa melhor que ler os BLOGS DO ALEM
      Morro de rir com eles… Muito bons mesmo…
      Fora isso a carta tem ótimos jornalistas e não tem tanta fofoca… Alem disse não tem tanta capa de sexo quanto às outras… Veja bem… (kkkkkkkkkkk) talvez metade das capas da Veja e da época são: sexo isso… Sexo aquilo… Os segredos do sexo… O sexo na lagoa azul… Se vc é feio faça sexo e fique bonito, se é pobre sexo enriquece (só se vc for dono de bordel…), os ricos fazem sexo melhor (deve ser por isso que as madames não podem ver um pedreiro…) ou então a capa é: alimentos que isso… Alimentos que aquilo… Toda semana sai uma forma de alimentação correta… Ai toda semana vc deve mudar a sua alimentação pq a capa dessa semana diz outra coisa…
      Fora algumas poucas partes da veja e da época (20%) o resto vai para o lixo… A istoÉ nem lembrava dela… As melhores revistas são Carta, Visão jurídica (sei la pq gosto dela) e playboy (as “entrevistas são muito boas…) ha, mas as melhores mesmo são a Homem aranha e a X-MEM…

  • Caro Artur,

    Há algumas entrevistas de Playboy muito boas. Mas, como disse um dos integrantes do Casseta e Planeta na revista, eu compro mais para ler o “entrepernas”.

    • uauahuah… foi exatamente nesse sentido que coloquei…

  • Pierre como suburbano estudante do Prouni, nem vou men meter onde num conheço, eu só leio a veja na casa de quem assina, idem com Época. Já Isto é e Carta Capital, já são mais dificeis de achar por essas bandas da minha doce região metropolitana.

    o que sobra? internet. isso é ameira mais barata de gente do meu nível social se atualizar nesse contexto.

  • Já fui assinante das 3 revistas mais famosas: Veja, Época e Isto é. Conhecia a qualidade da Carta Capital, mas nunca a tinha assinado. Costumo trocar de assinatura de revista a cada ano, a fim de poder ampliar o meu campo de conhecimento e a visão da situação política e das notícias em geral.
    Recentemente, com o encerramento da minha última assinatura da Veja, optei por assinar a Carta Capital. Já estava desgastada a minha leitura da Veja, pois realmente não sentia uma mínima imparcialidade e, muito menos, coerência.
    A Isto é realmente estava bastante fraca, no que tange à qualidade e abrangência dos textos. Tinha muitos artigos traduzidos que eram bons, mas faltava um enfoque mais profundo feito por revista brasileira.
    A Época digamos que é um misto de Veja e Isto é, para quem conhece. Tratamento de diversos conteúdos, mas pouca profundidade. Imparcialidade não há. Para os milhões de brasileiros que estão acostumados a ver o Jornal Nacional, não serve mesmo, pois é a mesma linha Globo, quer gostem ou não. Creio que quem assina uma revista e vê jornal televisivo, quer, no mínimo, um outro ponto de vista. O melhor é se ambos são o mais “imparciais” possíveis.
    Estou gostando bastante da Carta Capital. Apesar de não ser imparcial, em razão da impossibilidade humana, creio ser a que mais se aproxima disto na atualidade. Os textos, via de regra, são bem coerentes e não trazem furos sem mínima comprovação.
    O caso do delegado Protógenes (Daniel Dantas) é um bom reflexo disto. Eu o venho acompanhando há tempos na Veja, Isto é e Carta Capital. Sem dúvida os melhores textos são de Carta Capital, por mais que se concorde ou não com o narrado.
    Creio, também, que os leitores deste blog, como eu, buscam uma visão próxima do mais coerente e razoável possível, razão pela qual vislumbro clara preferência pela Carta Capital.
    Contudo, grandes defeitos desta revista são tratar de poucos assuntos de forma geral e a diagramação ser realmente pesada.
    Tomara que isto melhore, mas que ela não vire o que a Veja virou!
    Espero ter colaborado de alguma forma e sugiro sempre a alternância de assinaturas e nunca obter fontes de informação por meios distintos com um mesmo grupo empresarial.
    Esta é minha opiniãio.
    Parabéns ao Blog!
    Rodrigo Dowsley
    Pernambucano radicado no Rio Grande do Sul

  • Odeio a revista veja: nada isenta, extremamente passional, crítica ferrenha do presidente Lula (não que ele seja um santo), mas será que não dá para reconhecer de vez em quando alguma qualidade do ômi? e finalmente, só tem propaganda. Odeio Diogo Mainardi.

  • Na minha opinião a revista Isto É, no momento é a melhor de todas, sem diminuir a qualidade das demais.
    Suas reportagens são precisas e tem muito conteúdo jornalístico.
    Sem falar no seu sistema de venda de assinaturas que melhorou muito, principalmente aqui no sul, com a mudança do representante.

  • Eu só tenho contestações a fazer ao que dizem a respeito da qualidade questionável da Revista Veja. Extremamente parcial, elitista, fraco aprofundamento jornalístico, uma exímia julgadora leviana, pois muitas matérias redigidas pelos redatores de lá não possuem nenhuma prova concreta.
    Pretendo conhecer melhor a Carta Capital, por causa dos inúmeros elogios que ela recebeu neste blog. Mesmo sabendo que ela não é dotada de uma estrutura de diagramação atraente para os leitores.

  • Todos são umas merda com materias compradas pela esquerda brasileira e pelo foro de São Paulo

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Informação com Humor

MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).