Não, Djamilla. Ser contra cotas raciais não é concordar com o racismo.

jul 15, 2015 by     67 Comentários    Postado em: Atualidades, Cultura, Política

Por Pedro Jácome

Djamila Ribeiro acaba de publicar um artigo criminoso, a palavra é essa, na Carta Capital.
O título? “Ser contra cotas raciais é concordar com a perpetuação do racismo”

O artigo não vale a pena ser lido. Não apenas pela sua nauseante introdução. O artigo é de uma estupidez hedionda do começo ao fim.

Repete-se exaustivamente que os negros sofreram racismo e têm sua situação social imensamente prejudicada pelos anos de escravidão. Trata-se de um expediente retórico utilizado pela esquerda segregacionista pra engabelar o grande público.

Utiliza-se como argumento para solucionar o problema da desigualdade racial… o próprio problema da desigualdade racial. Diz-se que negros sofreram com a escravidão e sofrem com o racismo e a solução, claro, são cotas raciais. Por quê a solução são cotas raciais? Porque negros sofrem racismo e sofreram com a escravidão. É um círculo vicioso.

Mas um círculo vicioso que faz com que as pessoas que discordem da solução “cotas raciais” sejam identificados como pessoas que negam o racismo e o sofrimento imposto pela escravidão. Idiotice.

That’s not the point.

De fato. Um sujeito que não concorde que há racismo no Brasil ou que não ache a escravidão uma ignomínia é um débil mental ou um fascista, ou ambos.

Mas esse não é o ponto em questão. O ponto em questão é outro: cotas raciais são uma maneira de reparação histórica, são uma maneira justa de reduzir a desigualdade racial ou de combater o racismo?

A resposta é simples: não! não! e… não!

Cotas raciais não são maneiras de reparação história porque, basicamente, o tormento da escravidão é irreparável. Como se há de compensar o sofrimento do chicote, do estupro, dos grilhões e do assassínio? Não há como. A não ser, talvez, chicotear, agrilhoar, estuprar e matar os “brancos”, que outrora eram os algozes dos negros.

Essa solução é absurda.
Primeiro porque não é possível querer reparar institucionalmente a violência brutal com outra violência brutal.
Segundo, e mais importante, porque os “brancos” de hoje não tem absolutamente nada a ver com a escravidão de mais de 125 anos atrás.
Justiça faz-se reparando perdas pessoais e punindo indivíduos. Não se faz justiça punindo e reparando grupos. Ainda mais grupos históricos afastados por mais de século.

Como essa solução é indefensável, a esquerda convenceu o Brasil de que várias ações afirmativas pontuais baseadas nas questões de raça seriam uma solução aceitável.
Também não são.
Pois, se a gente admite que deve haver reparação história, mas admite ao mesmo tempo que essa reparação é impossível, todas as soluções propostas pelos progressistas acabam sendo, em certa instância aceitáveis.
Cotas nas universidades, cotas nos concursos públicos e até, olhe só, projetos de lei propondo cotas para negros serem atendimento em hospitais.
Isso não é justiça, isso é extorsão política esteada em culpa social.

Além disso, cotas raciais não são uma maneira justa de combater desigualdade racial. As desigualdades de grupos identitários entre as diversas áreas da vida humana não são sempre causadas por discriminação preconceituosa.

Leandro Narloch demonstra que a população carcerária, em qualquer país, é distribuída numa proporção de aproximadamente nove homens para uma mulher. Não imagino que alguém proponha mais encarceramento feminino.

Ben Shapiro fala do domínio dos negros na NBA. Não se imagina uma proposta que proponha a proporcionalidade entre negros e brancos entre os astros mais bem pagos do basquete mundial.

João Pereira Coutinho fala da grande proporção de judeus nas grandes universidades americanas. Devemos propor cotas negativas aos descendentes das doze tribos?
Claro que não.

Todas essas distorções de representação passam por uma série de fatores que não derivam fundamental e majoritariamente de preconceito.

Desigualdades entre identidades devem ser combatidas quando a culpa da desigualdade for a segregação. E não é possível que vejamos uma relação direta e fundamental entre a falta de representação de negros e brancos nas universidades, como um fruto do racismo.
A desigualdade de negros e brancos nas universidades (sobretudo as públicas) é fruto da desigualdade social no país.

Como os ricos são majoritariamente brancos, os sujeitos que têm mais capacidade de cruzar o nefasto X da educação brasileira (onde os alunos partem da escola privada para a universidade pública e vice-versa) e ingressar numa universidade pública, serão ricos e, portanto, a universidade será majoritariamente branca.

Não perceber que o problema é social e não racial vai nos levar a uma situação evidentemente idiota. Um país que não sabe a diferença entre o sintoma de uma problema e o problema em si, como um médico que se dispõe a tratar catapora, maquiando o doente e não combatendo o vírus.

Nos sabemos que se combatendo, com qualquer meio, a desigualdade no nível de ensino entre os pobres e ricos já se ia mitigar o abismo entre brancos e negros.

O que nos leva a outra questão:
Cotas raciais não são uma maneira de combater o racismo.

Simplesmente porque é impossível explicar a um favelado branco porque o seu vizinho negro tem um incentivo estatal e ele não. E porque também é impossível explicar a um branco de classe-média porque o vizinho dele, um negro de classe-média tem incentivos estatais e ele não.

Como é imposível explicar isso racionalmente, porque, afinal de contas, leitoras magnéticas diferenciam negro e branco apenas nos cartões de gabarito, a esquerda tem que apelar pra esse expediente nefasto.
Um malabarismo de “apples and oranges”, que não tem sentido nenhum e que, por isso mesmo, parte para a criminalização da opinião alheia, deixando todos os opositores numa sinuca de bico, onde discordar da esquerda, faz deles “racistas”, como bem explicou (sic) Djamilla Ribeiro.

Catalogar as pessoas como negras e brancas,  com direito a carimbo oficial, não mitiga o racismo. Apenas o estimula. Qualquer imbecil sabe disso. Djamilla sabe disso.

Ela sabe que a solução dela falhará.

Não falhará imediatamente. Cotas raciais colocarão mais negros nas universidades.
A “solução” de Djamilla falhará mediatamente. Isto é: o objetivo final da proposta, donde ela tira sua força enquanto “consenso social”. que é “acabar com o racismo” fracassará inevitavelmente.

Não por acaso.

Propostas como a de Djamilla são FEITAS PARA FALHAR. Elas são feitas para aumentar o racismo.

Por quê? Por que Djamilla, assim como a maioria dos esquerdistas segregacionistas e racialistas vivem da divisão e do ressentimento. Quanto mais negros se sentindo marginalizados e discriminados, mais poder e dinheiro eles têm. Quanto mais brancos se sensibilizando com a discriminação contra os negros, mais dinheiro e poder eles têm.

Por isso que o objetivo nunca é mitigar o racismo, mas sempre aumentá-lo.

Se o racismo no Brasil minguar, Djamilla perde o emprego na Carta Capital e vai ter que arrumar um emprego de verdade, em vez de ficar escrevendo nonsense para propagar o ódio entre brasileiros.

67 Comentários + Add Comentário

  • Você sabe de onde eu venho?

    Venho do além desse monte
    Que ainda azula o horizonte,
    Onde o nosso amor nasceu;
    Do rancho que tinha ao lado
    Um coqueiro que, coitado,
    De saudade já morreu.
    Venho do verde mais belo,
    Do mais dourado amarelo,
    Do azul mais cheio de luz,
    Cheio de estrelas prateadas
    Que se ajoelham deslumbradas,
    Fazendo o sinal da Cruz !

  • Engraçado as opiniões né… na minha, as cotas são um instrumento válido.

    • Pfv, cite os motivos de ser válido?

      • Instrumento válido seria cotas para alunos oriundos de escola pública, isso sim seria justo afinal de contas o problema é social não racial.

        • Jason Roberto, mais um branco de classe média dizendo que o “problema nao é racial, mas social”, como se não existisse racismo no Brasil. Até cansa esse papinho negacionista de sempre…

          Quem é o próximo?

  • Parabéns pelo artigo! é a primeira vez que vejo alguém encarando esse embroglio armado pela esquerda, de peito aberto.
    Como você bem falou, se a pessoa afirma que é contra as cotas, é considerado RACISTA.. assim, como se alguém for contra manifestações obscenas como as praticadas na parada gay, são HOMOFÓBICOS.

    O que acontece no Brasil é o que a esquerda sempre quis.. SEGREGAR para controlar.. porque JUNTOS somos FORTES, enquanto BRIGARMOS entre sí, eles conseguirão se manter no poder, MANIPULANDO pessoas movidas pela RAIVA, e pelo ÓDIO!

  • A única coisa que esquerdistas sabem fazer é pregar e disseminar o ódio pra dividir a sociedade e jogar uns contra os outros: branco contra negros, ricos contra pobres, norte/nordeste contra sul/sudeste.

    Lula e o PT passaram a vida fazendo isso. Eles sabem que o ódio é uma arma poderosa.

  • Engraçado. Não vejo muitos negros (e principalmente negras) nos maiores escritórios de advocacia na cidade. Acho que é mero acaso. Como deve ser mero acaso a discriminação que o negro sofre nas mãos da PM. Povo inventa cada coisa pra se vitimizar né…

    • É verdade. Mesma coisa com pacientes negros, quem têm menor tempo médio de atendimento em consultas de hospitais públicos do que os brancos. Tudo invenção desses negros vitimistas! Mas aqui não tem racismo não, é só acabar com a desigualdade financeira que seremos todos tratados igualmente. E nós, brancos, não temos nada a ver com a escravidão de 120 anos atrás. Minha empregada mesmo, Rosa, vive dando opinião aqui em casa! Ousada toda!

      • Meu Caro,

        Acho que vc ta precisando reler o texto acima.
        Talvez vc tenha mal interpretado as palavras do autor..

    • Acho que o texto não foi para dizer que não existe racismo e sim para dizer que os que não acreditam em cotas raciais não são necessariamente racistas.

      • Começou assim, mas depois descambou para a fuleragem. Pensei que lia um artigo do reinaldo azevedo.

        • Acho que é mesmo um artigo de Reinaldo Azevedo.
          Mas escrito por um subproduto dele… uma espécie de tio Rei de terceira.

    • Tenha paciência! Na sua visão de mundo só os negros são vítimas!

    • Nem nos ministérios dos Ptebas!!!

  • Independente do seu ponto de vista, achei o seu texto bastante raivoso. Talvez fosse mais efetivo se descontruisse a ideia sem a necessidade de taxar alguém de imbecil ou outros termos menos elogiosos.

    Em outro ponto, o texto de uma pessoa não desqualifica a ideia geral que serve de embasamento para a defesa das cotas raciais. O mesmo pode ser dito se ocorresse no sentido contrário.

    A Srtª em questão não é porta-voz oficial de grupos étnicos, é apenas uma jornalista/blogueira que como tantos outros, às vezes deixa de fazer uma análise mais centrada por conta de não conseguir autocontrolar suas emoções.

    • Concordo. O sr. Pedro Jácome até que começa bem ao abordar a questão de que quem não apoia as cotas não é necessariamente um racista. Mas depois ele se empolga e passa a fazer o que o pensamento conservador faz, que é atacar o pensamento da esquerda.
      Pelo menos ele não foi hipócrita. Mas não por isso deixa de ser desonesto com a história, já que não aborda com a devida importância o fato dos filhos e netos e tataranetos de quem foi escravizados terem, ao longo de décadas, mínimas oportunidades, ou nenhuma.
      O autor do texto é muito incapacitado de perceber a história.
      Eu tentei respeitá-lo, mas ele tá mais para o Jamildo Melo do que para um articulista do Acerto de Contas. Fala para agradar aos senhores. E ainda se passa a criticar quem escreve em outros site.

  • Imagine um lugar em que todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades e que as cores são distribuídas aleatoriamente por toda a sociedade e que todos tenham a mesma oportunidade escolar! Por que eu deveria dar cotas para negros nessa situação? O problema seria a cor? Uma sociedade com oportunidades iguais teria problemas apenas com os negros?

    • O problema está aí, sua proposição só funciona com a imaginação. A realidade é diferente.

      • Depende da perspectiva, se você trabalhar apenas com escolas públicas em que nas salas de aulas tenham metade negros e metade não negros, você poderá depois ver se existe argumento para essa cota racial. Todos nessas salas teriam em tese a mesama educação já que estudam nas mesmas salas.

  • Penso que existem outras formas de argumentar a desconstrução da políticas de cotas. Particularmente, parei de ler o texto quando, mesmo que por hipótese, o autor ventilou como única possibilidade de reparação a imposição das mesmas agruras aos brancos, ainda que tenha taxado este despaupério como absurdo. Penso que a solução passa por educação e ensino de qualidade a longo prazo. A política de cotas garante bancas aos menos favorecidos, porém não produz profissionais de qualidade, pois falta base para a compreensão de conceitos a serem repassados nos cursos superiores. Não tenho dados, mas a estatística deve comprovar que o índice de conclusão de curso por parte de cotistas deve ser muito baixo, sem falar no tempo de conclusão do curso, seguramente mais extenso. Por fim, concordo com o título… apenas! Forte abraço.

    • Estou abismado com o baixo nível do blog. Onde Pierre e Bahé estão com a cabeça? Não bastam os blogs vendidos como Magno, Jamildo e tantas outras ratazanas da imprensa?

  • Excelente artigo, falou o que muitos pensam mas poucos tem a coragem de falar. Esse papinho de cotas raciais só serve tapar o sol com a peneira.

    • Você deve ser um estudioso especialista para dizer esta bobagem, né bicho?

  • Meu Deus! Sou Marcela Lira, negra e motorista de ônibus.
    Pelos posts deste blog sou o próprio demônio.
    Logo cedo foi o Pierre e depois o Jácome.

  • E o blogue vai descendo ladeira abaixo pra se juntar no esgoto reacionário com Tio Reynaldo e suas Olavetes.

    Pierre e Bahé, que decadência…

    • Muito triste.

  • Artigo show de bola! Tá de parabéns o autor.

    • Já tomou seu todynho hoje?

  • Um pouco raivoso, mas correto em sua essência.

    Eu costumo comparar essa questão ao movimento dos sem-terra. Eles não querem a terra. Nunca quiseram.

    Suponha que a reforma agrária seja hoje. Suponha que todos esses trabalhadores rurais tenham um pedaço de terra para produzir, sobreviver e prosperar. O movimento perderá automaticamente o sentido. As lideranças perderão sua força política. Os compadres não terão mais espaço na mídia. E nada disso interessa.

    • O MST nunca quis terra????
      Participei do movimento, sou um assentado e com muito orgulho e digo que você está mentido, cara-pálida.

      • MST só quer mamar do governo. Seus integrantes não querem perder a mamata!

  • Nossa, como é desonesto o sr. Pedro Jácome. Como ele distorce as coisas para defender seu ponto de vista.

    • A palavra que resume esse texto é essa: desonestidade. Ser contra ou a favor das cotas aí é o de menos. Usar esse tipo de argumentação pra provar um ponto de vista é muito baixo. Não precisa reduzir o argumento contrário ao absurdo – como se alguém minimamente sério propusesse a violência contra brancos como uma forma de reparação.Onde tu viu alguém falando isso, jovem? -, tampouco resumir a luta de militantes da causa negra a uma busca por privilégios. A impressão que passa é que a raiva que esse rapaz sente da esquerda (como se houvesse UMA esquerda, unida, com um só discurso) é tanta que deturpa a visão dele. Passou tanto tempo construindo o inimigo imaginário, o estereótipo do esquerdista, que agora acredita de verdade nele. Quase um Dom Quixote do Acerto de Contas.

      Maneira, cara. Tem espaço pra tu expor tuas opiniões de uma forma sensata. Se tem uma coisa que o Brasil tá carente é de um pensamento conservador sério. Basta lembrar que os ídolos da nossa direita são Olavo de Carvalho, Lobão, Danilo Gentili e Roger do Ultraje a Rigor. Se isso não é carência de expoentes é o quê? Não queira ser mais um REVOLTADO. Respira fundo quando tiver escrevendo, segura a raiva do povo do CAC e tenta argumentar honestamente. Vai ser melhor pra tua credibilidade e pro debate de uma forma geral.

      • Em relação às cotas, óbvio que elas não são solução, mas são um paliativo muito necessário dada a nossa realidade. Elas não são um “calço para ajudar a subir”, mas sim instrumentos de inclusão. Independente de fatores históricos/econômicos, a realidade é que nossa sociedade em muitos aspectos é dividida. Existem bairros, profissões, cursos majoritariamente de brancos, normalmente privilegiados, enquanto o oposto também se pode afirmar em relação aos negros. Nossas lideranças são quase todas brancas. Até nossas repartições públicas são praticamente compostas só por pessoas brancas.

        Essa separação, mesmo que não tendo sido criada por um ódio racial, tal qual as políticas segregacionistas dos EUA, é nociva para a nossa sociedade. Ela reforça a ideia que a diferença de cor está, de alguma forma, ligada à diferença social. Não é à toa que mesmo negros bem sucedidos socialmente enfrentem preconceito racial. Somos cordiais, até “tratamos a empregada negra como se fosse da família”, mas a verdade é que os lugares de cada um na sociedade estão bem definidos no imaginário da sociedade. As cotas, sejam nas universidades sejam no serviço público, vêm pra mexer nessa lógica. Colocar brancos e negros para dividirem o mesmo espaço, com os MESMOS DIREITOS. Se esperássemos que tal fato ocorresse por “vias naturais”, demoraria décadas. Mesmo se num passe de mágica a desigualdade fosse erradicada hoje, ainda assim levaria tempo para a sociedade absorver as mudanças.

        Se o Estado tem poder de fazer algo, de acelerar o processo, seria burrice não fazê-lo. A inclusão por meio das cotas não exclui o combate à desigualdade. Pelo contrário, são complementares. O que espanta é haver tanta resistência ainda hoje.

      • Muito bem colocado, Felipe.
        E já que você deu conselhos ao P. Jacomi, faltou o principal:. Que ele estude um pouco mais de História, principalmente o período pós Lei-Áurea. Mas duvido que isso resolva…

  • Esse negócio de cota nunca vai dar certo por uma questão meramente procedimental.

    Vejam o caso dos gêmeos idênticos que prestaram vestibular para a UNB (que usa o sistema de cotas). Ambos anexaram suas fotos nas respectivas fichas de inscrição do vestibular e foram submetidos à avaliação de uma banca que decidiria quem é branco e quem é negro.

    RESULTADO: um deles foi aceito, o outro NÃO FOI. Só lembrando que eram gêmeos. A própria banca instituída pela universidade para decidir quem tinha direito às cotas FALHOU ao fazer essa avaliação.

    CONCLUSÃO: do ponto de vista racial, o Brasil formou-se a partir da mistura de várias cores e culturas o que resultou num país completamente heterogêneo. É IMPOSSÍVEL dizer o que é ser negro no Brasil. A grande maioria do povo brasileiro (92% aproximadamente) tem em seu histórico genético uma mistura de sangue negro, indígena (ameríndios) e europeu, que são as 3 grandes raízes raciais do povo brasileiro, sem contar outras raízes minoritárias como árabes (mouros), orientais, esquimós dos polos terrestres, aborígenes da Oceania etc.

  • Se o critério para concessão das cotas no vestibular for auto-declaratório, aí é que o negócio vira zona mesmo. Todo mundo vai dizer que é negro pra entrar pelas cotas e a banca avaliadora não vai poder proibir a inscrição de ninguém, afinal o critério é a declaração do próprio candidato sobre o que acha de si mesmo. Ou seja, de uma forma ou de outra essa ideia de cotas é um fracasso, não tem como isso funcionar.

  • Um texto que consegue se resumir em uma enormidade de falácias.

    Deus sabe como se dá espaço pra uma linha argumentativa tão pobre em um espaço que costumava ser tão coerente, como era o Acerto de Contas.

    • Eu li o texto novamente e senti vontade de vomitar.

      • Amadeu, cuidado, não vá vomitar muito porque pode não sobrar muita coisa de você.

        • Está preocupado comigo? Senta aqui.

        • Amadeu, (Olhem o nome do garoto), meu lindo, o maior prazer de todos neste post é ver alguém “Morder a Chumbada com Gosto”, somente os tontos caem neste tipo de provocação, a sua resposta vem provar o que escrevi em meu post sobre a personalidade de um militante do PT, se você for jovem esta perdoado e serei misericordioso com sua imatura, inocente e patética pessoa, agora se você for de meia idade a coisa esta feia para o seu lado, você não aprendeu nada na vida, é uma pessoa cheia de ressentimentos, não sabe o que é certo e errado, acredita em uma ideologia política absurda, se expressa de forma mediocre e extremamente limitada e precisa ter mais classe, senso de humor e mostrar um mínimo de inteligência e conhecimento em suas declarações. Se você tiver coragem responda este post e escreva mais uma de seus belíssimos comentários que batizei como “Pérolas Maravilhosas de um Petista”.
          Aqui Tem Bala na Agulha.

        • Nooossa, como o sr. Airton Coelho da Silva ficou nervosoooo… rsrsrsrsrsrsrsr… De repente falou tanto sobre MIM, até me chamando de petista. rsrsrrsr. Tão ignorante a ponto de não saber que nem só os petistas defendem os negros nesse país racista. Silvinha, procure o que fazer antes de comentar bobagens, porque foi isso que você fez ao comentar o MEU comentário acerca do infeliz texto do editor deste blog. Você sentiu tantas dores que eu até estou desconfiando, visse?…

        • Bom pessoal, vamos a mais um capítulo sobre “As Pérolas Maravilhosas de Um Petista”
          - comentar o MEU comentário – precisa realmente aprender se expressar melhor, termine o 2° grau.
          -Você sentiu tantas dores que eu até estou desconfiando, visse?…- desconfiando, de que, além de petista demente é homofóbico, você é muito ingênuo garoto, sua situação só esta piorando por aqui e mostrando que tipo de gente você é, este espaço é para pessoas com cultura, bom senso, seu discurso é pobre em argumentação e o que prova isto é o tempo que demorou para responder, com certeza pediu ajuda para alguém do seu nível e quebrou a cara novamente, acho melhor voce sair de fininho e recolher-se em sua insignificância, mas se quiser responda novamente para alegria de todos nós (pérolas), mas por favor termine o 2° grau e leia mais livros.

        • kkkkkkkkk…

          Meu caro Airton Coelho da Silva,

          Vejo que você está bastante preocupado com quem eu sou, com o meu nível cultural, e insiste em me chamar de petista, ora raios.. kkkkkk… Até reclama se demoro para escrever… Só faltou me chamar de negro.

          Olha como você julga, aponta, define.. E, principalmente, como se INCOMODA, ao se ver contrariado. Você merece ser tema de uma música do Cazuza.

          Acho (só acho viu?) que você fez do Acerto de Contas o seu mundo. Fala para o “pessoal” como se aqui tivesse a sua platéia. Como se aqui fosse a sua praia… Toda a sua tirma está aqui, é? Onde eu não posso comentar porque não tenho seu “nível cultural”?… Olha o que você escreveu… Olha direitinho.

          Segundo você, eu pedi até para outra pessoa escrever por mim… E você fala como um representante do site. kkkkkk

          Você é demais.

          kkkkkkkkkkkk

          Desculpe as risadas….

          Ah.. Você ainda acha que aqui não tem lugar para mim. Eu, um quase analfabeto. E como é mesmo o nome desses capítulos que vc inventou? “As pérolas maravilhosas de um petista”. kkkkkkkkkkkkkkkkkk

          kkkkkkkkkkkkkkk. Desculpe as risadas novamente. É que é demais.

          Viu como eu nem preciso opinar nada sobre você? Basta mostrar sua opinião.

        • Amadeu, não estou preocupado com você, estou mostrando o que você é pelo que você escreve, isto está muito claro só você não enxergou, em um artigo que fala sobre o racismo você já desmonstrou que é homofóbico e racista com o seguintes comentários:

          - Você sentiu tantas dores que eu até estou desconfiando, visse?…

          e neste último você se mostra racista com a Pérola:

          - Só Faltou me chamar de negro –

          Se você não tivesse problema (preconceito e racismo) com estas características humanas (todos somos iguais) você não faria esta referência típica daqueles que nada compreendem, intelectualidade baixa a nível instintivo e completamente pervertida por conceitos e comportamentos que só denigrem a sociedade humana, como eu disse, este não é um lugar para sua pessoa, cresça, intelectualize-se e faça alguma coisa de bom para coletividade e quando você entrar em um post como este, primeiro leia com atenção o que o autor escreveu, sempre temos algo a aprender e tenha o mínimo de respeito, descência e civilidade e aprenda de uma vêz por todas que devemos mostrar o que as situções são e não atacar covardemente e diretamente e pessoalmente aqueles que questionam as atitudes nefastas dos ladrões e corruptos do PT, esta na mídia todos os dias. Se você insistir em responder, seja mais formal e demonstre inteligência. Outro detalhe, se você não compreender algumas palavras que escrevi, use um dicionário, sei que você é limitado.

          /

  • Ótimo texto. Chorem esquerdetes!!!

    • Excelente seu argumento. Quer um livro ou prefere continuar vendo tv?

  • As esquerdetes defendem as cotas porque são uma das poucas armas que elas têm para justificar a presença de esquerdistas marginais saqueando cofres públicos. Na realidade deveria existir cotas para as vítimas das escolas públicas ( As esquerdetes estão pouco se lixando para ensino básico. Quanto pior melhor, para essa corja ) com prazo de validade. Durante uns 15 anos enquanto se consertaria ( inclusive eliminando a doutrinação na papagaiada marxista) o ensino básico brasileiro. Meu caro irmão brasileiro negro, quando um esquerdete diz que você precisa de cota , ela está assinando a atestado de que você é inferior. Você tem as mesmas capacidades de qualquer um. Não caia na conversa desses bandidos. Só querem manter o ganha pão às suas custas.

  • Mesmo a mídia mostrando todos os dias as arbitrariedades desta pocilga fedorenta que é o PT, ainda tem gente que acredita que estes ladrões, covardes e incompetentes estão aí para resolver alguma coisa, e são a maioria no congresso. Na linha de frente do PT só existem jagunços disfarçados de militantes, entenda por militância partidária pessoas desprovidas de bom senso, carater, de baixo nível cultural (páu-mandado) e que não possuem nenhum conhecimento acadêmico e organizacional do que é a complexidade de um estado e suas relações, seguem ao pé da letra os “mandos” e “desmandos” de sua cartilha política autorgada por criaturas com enormes ressentimentos e arrogância e que ainda cultuam e tentam perpetuar ideologias políticas que foram responsáveis por verdadeiros massacres e genocídios em favor “das classes menos favorecidas”, nunca houve no Brasil uma incompetência política como a que estamos vivendo, nem mesmo na época da monarquia.

  • O fato é que enquanto o ser humano analisar as situações pela ótica do sentimentalismo e não por uma ótica racional, dificilmente teremos mudanças que serão verdadeiramente abrangentes e eficientes na resolução dos problemas sejam eles sociais, educacionais ou políticos… A justiça não se faz pela emoção e sim pela razão.
    Acatar uma ação segregadora como a aplicação de cotas como sendo a resolução do problema, não é resolver o problema é apenas evidenciar a existência de uma divisão onde a cor da pele é mais relevante que o contesto social de uma população.

    • Mas não é solução. Nunca vi uma pessoa séria dizer que cotas são solução. Até por que problemas complexos nunca têm UMA solução. Elas são PARTE do enfrentamento do problema.

      E as cotas não segregam, pelo contrário, elas incluem. Segregação é termos uma universidade pública na qual em muitos cursos as turmas são quase todas brancas, num país em que 53% da população é negra ou parda. Isso é segregar, isso é separar as pessoas pela cor. As cotas mexem nessa lógica. Curioso que as cotas para portadores de necessidades especiais não são consideradas segregacionistas. Por quê uma é inclusiva e outra segregacionista?

      Medidas segregacionistas temos aos montes na nossa sociedade. Os elevadores de serviço e quartinhos da empregada fazem parte do nosso cotidiano e nem por isso há incômodo. Não vi também muito incômodo da classe média quando propuseram as revistas preventivas no Recife Antigo. Qual seria o perfil dos revistados, alguém aposta?

      As cotas não são solução, mas antes alguma ação do que a omissão total do poder público.

      • Felipe, a questão não é ser contra ou a favor das cotas.

        A questão é definir que critérios a banca dos vestibulares vai usar para dizer quem é negro e quem não é.

        • Autodeclaratório, tal qual o IBGE o faz em suas pesquisas. A questão não é limitar, criar obstáculos, mas sim incluir. Haverá casos de pessoas brancas querendo levar vantagem ou simplesmente aparecer? Claro. Mas até onde se conhece das experiências das cotas essas são exceções, que não invalidam de forma alguma a proposta inicial.

        • Felipe, esse negócio de autodeclaratório só dá certo na teoria e em filmes de contos de fadas. Na prática, isso NUNCA vai dar certo, ainda mais nessa esculhambação que é o Brasil.

          Houve um caso de um candidato branco de olhos verdes que prestou o concurso do Itamaraty e que passou nas cotas tomando a vaga de um negro:

          http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/candidato-de-pele-branca-aprovado-por-cotas-raciais-na-1-fase-do-itamaraty-9908199

          Eu pergunto: isso é justo com os negros?

          Será que as cotas não vão criar ainda mais injustiças?

        • Como disse, Rogério, essa é uma exceção. Se você me perguntar qual a solução para coibir essas exceções, de fato não te saberei responder. A análise do fenótipo, por ser subjetiva, abre espaço para manipulações e distorções, como o caso dos gêmeos da Unb. A análise genética, além de inviável na prática, mostrará em algum momento que todos temos antepassados negros, a não ser em algum ponto do interior gaúcho ou catarinense. Não nego esses pontos, mas esses são detalhes. Se perder na discussão desses pontos é perder o todo.

          Meu ponto é que não se deve por em xeque toda uma política devido a uma exceção. Um branco passou nas vagas para negros, ok, mas quantos negros hoje fazem parte do corpo diplomático brasileiro graças às cotas? Essa é a vitória das cotas, que todos temos que comemorar, não só os negros.

        • Felipe, é uma exceção que vai virar regra. Se um branco conseguiu se dar bem na malandragem, pode ter certeza que no próximo concurso mais brancos vão tentar entrar pelas cotas. Vai ter mais gente branca usando as cotas do que negros. Isso vai virar uma zona. O objetivo das cotas vai ser totalmente desvirtuado.

          No Brasil, essas cotas não vão dar certo.

          Eu não estou negando que exista racismo no Brasil, até um filhote de avestruz sabe que existe racismo no Brasil, mas as cotas são uma solução equivocada. É como você dar um remédio de micose para alguém que está com dor de cabeça. As cotas são o remédio errado para a “doença” do racismo. A intenção é até boa, mas esse “remédio” não vai surtir o efeito desejado.

        • Entendo teu ponto de vista, mas sou mais otimista. Bem, discordamos, mas pelo menos houve debate. Se sempre fosse assim seria muito bom.

  • “Haverá casos de pessoas brancas querendo levar vantagem ou simplesmente aparecer? Claro. Mas até onde se conhece das experiências das cotas essas são exceções, que não invalidam de forma alguma a proposta inicial.”

    Baseado em que você diz que casos assim são exceções? Não conheço nenhum estudo estatístico, mas todas, veja bem o que estou escrevendo: TODAS as -pessoas que eu conheço (gente que interage comigo no trabalho ou mora perto da minha residência) declararam estar no grupo de negros, pardos ou indígenas no ENEM. Além do mais, como diferenciar os negros descendentes de capitães-do-mato e de traficantes de escravos (vejo muita gente aqui mandando o autor do texto estudar História, mas será que eles sabem que houve ex-escravos que se tornaram traficantes depois de alforriados?) daqueles que não são? Quantas pessoas de pele branca neste país onde a miscigenação foi a regra também não descende de escravos e cresceu no mesmo contexto de pobreza a falta de oportunidades?

    Essa tal dívida histórica tão propagada pelos defensores das cotas está sendo cobrada de quem nada teve haver com o horror da escravidão. O motivo? Simples. Não existe ninguém vivo para pagá-la, já que mais de 125 anos se passaram. É uma engenharia social que cria problemas para os brancos pobres, pois os ricos, por possuírem acesso às melhores escolas, não perderão nada com isso.

    • Perfeito, Francisco.

      Todo mundo que eu conheço declara estar no grupo de negros, pardos e indígenas no ENEM.

      Se for levar em conta essas estatísticas furadas que consideram a autodeclaração, 100% do Brasil é formado de negros.

      É a mesma coisa que fazer uma pesquisa perguntando se as pessoas se consideram honestas. 100% dos entrevistados vão se declarar honestíssimos, até os presidiários. Numa pesquisa autodeclaratória (ou autoafirmativa) o entrevistado responde o que quer, tem entrevistado que chuta qualquer resposta, nem sabe o que estão perguntando. A tendência é que o entrevistado escolha a resposta mais conveniente.

      Essas cotas são um um sistema extremamente falho para acabar com o racismo. É uma verdadeira “gambiarra” para tentar remendar o sistema. Não resolve o problema, pelo contrário, cria mais problemas.

      A solução do racismo não vai ser pelas cotas.

      • No último Enem, 57% dos participantes se declararam negros ou pardos. Como 53% da população se declara negra ou parda, presume-se que não há um número muito grande de pessoas brancas se declarando negros para levar vantagem através das cotas. Como disse, os casos que existem são exceções, não a regra.

        Se nos círculos sociais de vocês TODO MUNDO faz, bem, lamento muito por vocês conviverem com pessoas assim.

        • Tudo continua na base da autodeclaração. De acordo com a conveniência, o sujeito declara o que quiser. E levemos em consideração o seguinte: quantos destes 57%, independente dos 4% de diferença em relação ao IBGE, se consideram realmente negros ou pardos? no mundo politicamente correto de hoje, para pagar de baluarte da antidiscriminação racial, soa até bonito se classificar como negro. Vinícius de Moraes já fazia isso há mais de três décadas. Na prática, brancos pobres que cresceram na mesma condição que muitos negros, sendo muitas vezes também descendentes de escravos, continuarão na desvantagem.

  • Quem quiser me comparar ao Reinaldo de Azevedo, que o faça. Num lugar onde jornalistas não conseguem fugir do lugar comum não podemos considerá-lo tão ruim assim. Alguém aqui falou mal dos péssimos expoentes do pensamento de direita no Brasil, como se o outro lado com seus Sakamotos, socialistas morenas, Djamilias e Wyllys, estivesse bem representado.

  • Muito curioso…. Eu vi até alguns dizendo que a argumentação do texto é típica de um branco elitista. Por acaso conhece o autor? KKKKKKKKKKKKK. Mas é assim mesmo. Faltam argumentos, então se prefere atacar quem escreve o texto. Andaram lendo bem aqueles manuais de como (aparentar) vencer uma discussão sem ter argumentos.

    • Argumentos não faltaram ao longo da discussão inteira, muito mais pró cotas do que contra, por sinal. Criticou-se sim a argumentação desonesta do autor. Pessoalmente nunca o vi, só sei que é advogado por que o mesmo já disse anteriormente.

      Se em meio a tantos comentários alguém soltou algo de cunho pessoal e você pinçou justamente essa parte, parece que você é que anda lendo tais manuais. Não argumentou nada e ainda quis sair de sabidão.

  • [...] como branco, exercendo um papel maior do que o devido no apoio às lutas da população negra.Foi publicado por um colaborador no blog Acerto de Contas, no último dia 15, um texto que, segundo o título prometia, parecia que tentaria refutar o artigo [...]

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).