Entrevista com Josias Teófilo, de O Jardim das Aflições, o 1o documentário sobre Olavo de Carvalho

jul 20, 2015 by     7 Comentários    Postado em: Cultura

Eu conversei sábado com Josias Teófilo. Josias é o responsável pelo projeto “O Jardim das Aflições”, um documentário sobre Olavo de Carvalho.
Nosso papo envolveu um pouco da relação dele com Olavo (haters gonna hate, mas vai ser interessante pra uma parte dos leitores do blog), mas a conversa gira muito mais em torno da situação da cultura no Brasil.
O mais interessante da conversa com Josias, além de ele ser um sujeito inteligentíssimo, foi discutir política cultural com alguém inserido no meio cultural, que não é de esquerda. Algo que, no Brasil, até pouquíssimos anos atrás me parecia impossível.
Vale muito conferir:

O projeto O Jardim das Aflições busca um patrocínio voluntário apenas porque esse projeto dificilmente sairia com patrocínio estatal, por razões evidentes, ou tem uma questão “ideológica” envolvida?

Os dois. Primeiro, a gente não sabe se passaria, porque a Lei Rouanet, oficialmente, não julga o mérito artístico do projeto. Em tese.
Por isso que todo ano tem Luan Santana e todas essas coisas que são comerciais. Porque oficialmente só é julgado o mérito técnico. Ou seja, se o orçamento tiver bem, se os documentos estiverem todos certinhos, isso passa.
Agora, você imaginar que um filme sobre Olavo passaria na Lei Rouanet… é uma coisa muito doida.
Porque, você veja, é o Ministério da Cultura, né? O MinC com o sr. Juca Ferreira, que aliás é um cara de cultura, é o melhor cara que tem no governo Dilma. Mas, de todo jeito, está ali o povo do Mídia Ninja junto dele.
E quem julga é gente de esquerda. No Brasil inteiro é assim. Quem julga projeto de cultura é gente de esquerda. Invariavelmente é assim, porque se tornou um instrumento.

Um filme sobre Olavo poderia até ser que passasse. Mas ia ser um negócio muito estranho e até incompatível com o pensamento dele. Porque ele não recebeu dinheiro do estado nem pra estudar em colégio. Ele saiu da escola na 5a série, né?

Então, seria incompatível com o pensamento dele. Ele não foi buscar nem a aposentadoria dele.

Ele diz que dinheiro do Estado ele não quer nem merecido, né?


É. Ele diz que dinheiro do Estado faz mal. E aí é por ideologia, mesmo. Os dois. Em primeiro lugar não passaria e em segundo lugar não faria sentido que passasse.

O que você acha da Lei Rouanet e da política cultural do Brasil?


Entao, é o seguinte, a minha concepção é parecida com a do Olavo. A Lei Rouanet é um bom instrumento, sem dúvida nenhuma. Mas ela precisa ser usada para institutos educativos e não pra obras comerciais. Mas educativo num sentido elevado. Educação do imaginário.

É claro que isso é um problema eterno, você descobrir o que deve ser financiado e o que é que não, né?

Mas, de qualquer forma, por exemplo, quando veio aqui o Ministro da Cultura e da Educação inglês, ele achou estranhíssimo que houvesse dois ministérios, um pra educação e outro pra cultura.
Porque, na concepção dele não existe cultura sem educação e nem educação sem cultura. O que é a pura verdade. Só essa distinção já indica que algo está cindido.

Porque existe uma visão que é de cunho preservacionista, sabe? Que diz o seguinte: a gente precisa financiar a cultura porque ela precisa ser preservada. O que é ridículo.

Não é o Estado que vai fazer com que manifestação cultural alguma seja preservada. Isso é ridículo. Isso é matar as manifestações culturais.

Isso aconteceu muito aqui em Pernambuco. O governador Eduardo Campos investiu dinheiro DEMAIS em cultura. Acho que tinha 3 vezes mais dinheiro do que gente capacitada pra fazer filmes. E é uma coisa seríssima, porque é dinheiro público que está sendo investido e projetos muito ruins. Um projeto pior do que o outro. Um nível muito baixo.

Então, se a gente tivesse a idéia de que a gente precisa investir em educação. Porque, por exemplo, você financia a MPB, mas porque não o Funk? São duas manifestações culturais que representam certa parcela da população. E por que você vai financiar um e não o outro? É um debate extremamente complexo.
E se você vai abrindo pra manifestações comerciais, por que não o Funk, por que não o Rap?

Veja o Carnaval do Recife, tem todo tipo de banda.

É até engraçado você falar isso, porque a gente se orgulha de ter um carnaval autêntico “diferente” do carnaval de Salvador, mas o Carnaval aqui é Zé Ramalho, que eu acho massa, mas….

Não. Zé Ramalho é muito bom, mas não faz sentido. Não faz sentido ter dinheiro pra carnaval. Se é preciso ter 56 milhões, como o Governo de Pernambuco deu pra uma manifestação cultural, isso não faz sentido. O estado tem que financiar, sim, a cultura. Mas a cultura que tenha um caráter, nem digo educativo, mas formador. A cultura tem que existir por si só. O Estado está se apropriando da cultura brasileira.

O cinema brasileiro é tão estatizado quanto o cinema soviético. Claro que a burocracia não é tão grande, mas é altamente estatizado. Todos os filmes praticamente! Estou pra saber um filme de ficção que não foi financiado pelo governo. Até os filmes da Globo Filmes são financiados pelo governo.

E a fundo perdido me parece…

Isso, a fundo perdido.

O lucro vai pra Globo, né?

Claro. Imagina, dinheiro nosso. Você veja, essas pessoas que moram aqui (a entrevista foi gravada no interior, numa área rural) elas pagam seus impostos, pagam os filmes da Globo, mas elas não têm dinheiro pra ver os filmes.

E é por isso que a gente tá fazendo um filme patrocinado pelas pessoas que querem vê-lo. Eu só sei de um filme que tenha sido feito com crowdfunding com o um valor tão alto quanto o nosso, que é o “Eu Maior”, um filme esotérico assim. Estamos fazendo uma coisa original. Aliás porque pra esse público nunca foi feito cinema no Brasil. Isso não existe, nós estamos inventando agora.

Hoje a gente vive um relativismo danado. Você fala de Beethoven, o cara diz que prefere fanfarra de colégio. Você fala que gosta do teto da Capela Sistina, o cara fala que prefere o teto do CFCH. Como se guia uma política cultural nesse ambiente?


Existem valores que são fundadores da nossa sociedade. Por exemplo, se você quiser ir pra o fundo mesmo, a Odisseia de Homero, a Divina Comédia, são valores universais. Na literatura brasileira, os grandes poetas, os compositores. Essas coisas são indubitavelmente fundadoras da cultura.
A Divina Comédia fundou a língua italiana. Os Lusíadas fundou a língua portuguesa. Depois desses livros se condensou a língua, né?
Não há dúvida, então, que a educação deve caminhar junto à cultura e deve partir desses elementos. A gente vem aqui pra Pernambuco, Gilberto Freyre, os grandes cineastas brasileiros, que são poucos conhecidos… Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman, são cineastas que ficaram ofuscados por Glauber Rocha, que era muito mais esquerdista.
Pra você tentar compreender essa questão do valor na cultura, na dúvida, você vai pra os fundadores.

E aí, você vai precisar ir pra religião também, porque a religião é a grande fundandora da cultura. René Guenón dizia que é ridículo você compreender cultura como criação coletiva. Não existe criação coletiva. O que existe é criação individual. Ele dizia que não faz sentido tentar entender a cultura sem entender a religião.

Eliot fala isso também, não?

Claro. Pavel Florensky falava que a religião e a cultura são duas faces da mesma moeda. Você pode buscar pelos mitos fundadores dos povos.

Aí você fala que as pessoas não fazem mais diferenciação entre o teto da Capela Sistina e o teto do CFCH. Qual a influência que a Capela Sistina teve na arte ocidental? Então aí você vai buscando a origem das coisas e você pode formar artistas e tal.

O Rodrigo Gurgel falou isso comigo. O pensamento revolucionário transplantado pra arte faz as pessoas pensarem que elas já têm que começar revolucionando alguma coisa. Que elas têm que superar algo anterior. Uma idéia evolutiva da arte. E às vezes até, você vai ver Duchamp e você pensa que aquele caminho é obrigatório, que você também tem que revolucionar… o que é ridículo. Essa idéia em arte é absolutamente ridícula.

O Theodoro Darymple fala isso num ensaio. Que hoje em dia, dizer que tal artista “não é convencional” já é elogio. Em que aspecto ele não é convencional? Não interessa! O “não convencional” virou um uma virtude em si mesma.

Então, eles se sentem todos revolucionários. E existe um pensamento de esquerda muito forte que se infiltrou no meio cultural, que é profundamente materialista, que nega a religião. E quando você nega a religião, você nega a origem e a fonte perpétua da arte.

Então como você vai ter arte elevada se você nega a religião? E não só isso. Eles ridicularizam a religião, dizem que religião é coisa de gente simplória. Gente simplória como Bach, como Dostoievski, como Tarkóvski, como Pavel Florenski, as maiores mentes da humanidade eram gente simplória? Fanática?

Então, quem quiser produzir arte, tem que beber nas fontes. E não nas fontes secundárias. Beber em Dostoievski, que por sua vez bebeu da Bíblia? Não. Vai na Bíblia, pô.

Northrop Frye diz que todos os enredos da literatura universal estão contidos na Bíblia. Todo o resto já é segunda mão.

Eu tava agora no Metropolitan Museu (em Nova York) e o que é que aconteceu? Eu lá vendo Renoir, Manet, num sei quê, Rembrandt, sei lá… e uma hora eu digo “Meu Deus do Céu, tou de saco cheio disso aí”… e aí apareceu um ícone e eu disse… “Nossa, é isso”, pra que ir na reprodução? Vai na fonte.

O que você acha do polticamente correto?

Ah, é uma coisa terrível. Porque o politicamente correto restringe o espectro das possibilidades da arte.

Se não me engano, estavam tendo problemas em encenar Carmen na Europa, porque a ópera se inicia de fronte a uma fábrica de cigarros… estamos falando de Bizet…

Vão surgir mil problemas… tem problema com Monteiro Lobato porque chamava de “neguinho”, porque não sei o que…

Tem problema com O Cravo e a Rosa, porque incentiva a violência doméstica…

É engraçado, porque hoje as pessoas têm a idéia de que são mais livres que antes. Mas não são… hoje você é limitado por milhares de leis que você nem conhece…
O polticamente correto limita o pensamento…
Agora tem a literatura da mulher, a literatura negra, isso é ridículo!

Cinema hoje, aliás, cinema no Brasil, o que se fez de bom, o que se faz de bom? de ruim?


Olha, o cinema brasileiro atual é um problema seríssimo, né? Eu acho que o cinema brasileiro atual é o pior cinema, é a pior geração…Eu gosto de João Moreira Salles, eu gosto dos filmes de Kleber Mendonça, eu gosto de alguns cineastas pernambucanos, de alguns poucos filmes.
Mas não tem nenhum autor que me inspire assim… ou mesmo na fotografia, na literatura…
Na fotografia acho que é pior, né? na fotografia não tem nada, absolutamente nada. O último fotógrafo bom foi Cristiano Mascaro, que está vivo ainda, mas não é da nossa geração. Não tem nada.
E o cinema brasileiro atual tem um caráter profundamente ideológico ou tem um lado comercial terrível, essas comédias da Globo.
Eles se opõem entre si, né? E os dois fazem coisas ruins.

E como você vê o cinema blockbuster?


Eu acho ótimo. Eu adoro blockbuster. Tem um amigo meu, Bruno Andrade, que é critico de cinema e escreveu algo totalmente genial. Ele dizia: “Mad Max fala mais sobre o Brasil de hoje do que qualquer documentário brasileiro ou filme de ficcção”. Ele mostra uma cena da galera lá no Rio de Janeiro, as facções armadas…
E eu não duvido que alguns dos melhores filmes tenham caráter comercial. Veja o Cristopher Nolan que fez Interestelar, que fez tantos filmes bons…

Você vê Robocop, o primeiro, do Paul Verhoeven, é uma obra prima do cinema e é totalmente comercial.

Veja o Michael Cimino, o maior cineasta americano vivo, e ele fez “The Deer Hunter”, que aliás Olavo adora, é um filme que ganhou 5 oscars, e a United Artists, uma produtora fundada por Charlie Chaplin deu muito dinheiro ao Schimino pra ele fazer o que ele quisesse. E o filme foi um fracasso. Gastaram 20 milhões e rendeu um milhão. E faliu a United Artists e é uma obra prima do cinema.

Então, isso é muito complexo. Os filmes alternativos, ditos de arte, têm coisas muito ruins. Eventualmente tem filmes bons, também. Mas também tem filmes bons no circuito comercial.

Há como restaurar a alta cultura no Brasil?

Como René Guenón fala, isso é um problema individual.
E existe esse pensamento no Brasil, que você ser de cultura é você fazer parte do meio artístico. Então, desde que você seja admitido naquele meio, você já se sente habilitado a ser artista, a escrever, fazer filme, tudo o mais.
Isso é uma coisa muito nociva. Primeiro, porque você não precisa estar no meio artístico pra ser artista. Segundo, porque estar no meio artístico não garante que você seja artista. E ser aprovado pelo meio artístico também não garante que você seja artista.

Então, um indivíduo solitário pode resgatar toda a alta cultura. A gente vê na história da humanidade e pensa que a alta cultura sempre existiu.
Mas na verdade, os grandes escritores e grandes compositores estavam, por vezes, em meios medíocres. Eles estavam se opondo a tudo aquilo. A gente só vê o que estava se opondo a toda mediocridade da época. Então, é natural que isso também aconteça hoje. Mas eu não tenho muita esperança não. Porque eu não vejo ninguém fazendo coisa boa.

E, assim, você realizou o grande sonho dos coxinhas da nossa geração. Você conheceu Olavo de Carvalho. Como foi isso aí?

Ah, uma experiência sensacional. Pra guardar pro resto da vida. Porque ele é um cara extremamente bondoso. Ele é um cara totalmente aberto. Ele dá atenção a qualquer pessoa que vá conversar com ele. Ele fica até 5h da manhã com você. Responde a todas as suas perguntas, inclusive as mais imbecis.
Então, ele é um cara extremamente bondoso. É uma figura totalmente diferente. Eu fiquei até pensando: as pessoas todas elas se parecem. As pessoas realmente diferentes são as grandes almas.

Se você for ver… o pessoal da nossa geração. Os alternativos, os católicos, são todos muito parecidos. Até se opondo, eles se parecem. Mas você vê um grande homem e ele é realmente distinto do que você conhece.

Eu cheguei lá com o roteiro pronto e estando lá, o roteiro implodiu. E eu fiquei dias assim, precisando apreender aquela experiência, porque ele é uma pessoa muito densa, né? Leu tudo.

Biblioteca de 30 mil livros. Conhece tudo. De cinema, literatura, poesia…. até seriados. Não sei os atuais, mas os antigos… ele sabe. Fala de Sherlock Holmes. É impressionante. É realmente um educador. E ele só se preocupa com o que é importante realmente.

Mas como foi que surgiu o processo?


Eu conheci o Wagner Carelli, eu entrevistei ele. Ele foi quem criou a melhor revista de cultura do Brasil, a Bravo! e Wagner conheceu Olavo.
Olavo escrevia pra Bravo!, Wagner fez uma matéria de 10 páginas sobre Olavo, sobre o Imbecil Coletivo. Ele teve coragem de mostrar… e imagina, que esse é um homem tradicionalmente de esquerda. Foi pra Cuba, foi trotskysta..
E a gente (ele e Wagner) ficou muito amigo e eu falei: vamos fazer um filme sobre Olavo? Um curta?
E ele falou: um curta, não. Um longa. Eu pago as passagens.

Aí eu disse, não. Calma. Aí eu fiz um crowdfunding. E é impressionante, nossa página teve 800 mil pageviews em uma semana. Captamos já R$ 65 mil. Tem um monte de gente que se ofereceu pra fazer trilha sonora…. as coisas mais originais, assim.

E a gente vê que existia realmente um público potencial imenso. E ninguém nunca percebeu que há um público que se interessa por alta cultura e que não quer ir pro cinema ver filme sobre caetano veloso, a tropicália, sobre Tom Zé, Maio de 68… ninguém aguenta mais, sobre Rita Lee, ninguém aguenta mais isso!

Que coisa insuportável.

Essa coisa de ter que fazer arte popular. Tem que fazer arte popular. Não existe mais arte erudita, não? Acabou, pô? O que é isso?

Então, você foi lá, falou com o Olavo, se deram bem e o projeto tá andando?

É. Foi uma afinidade imensa com o Olavo. Ele conhece muito de cinema. Viu todos os grandes cineastas. Chegou a fazer cinema. Super 8.
Deu idéias muito boas. Disse que não queria um filme sobre a vida dele. A história dele. Ele quer passar a mensagem.
E, até ao mesmo tempo, ele falando da mensagem, está falando da vida dele.

E como é o cotidiano de Olavo? Eu ia fazer essa pergunta em off, porque é meio Caras, mas acho que muita gente se interessa por isso também.

Ah, não, isso é ótimo. Não existe cotidiano. É a coisa mais imprevisível que existe. Não tem rotina.

Quer dizer, tem uma. É a aula do COF (Curso Online de Filosofia), aos sábados. É uma coisa quase litúrgica.
O mais interessante é que ele não tem notas, não prepara as aulas. E eu perguntei: você tem mil aulas na cabeça?
E ele falou: Tenho.

E eu: mas como é isso?

Ele: É só ter um interesse mortal pelo tema.

Mas ele escreve, os artigos, chama o pessoal, pra perguntar o que é que eles acharam. A Roxane (esposa de Olavo) dá opinião. Chama a secretária, a Leilah (filha).

E o filme…

O interessante sobre o filme é que ninguém sabe o foco que eu estou dando. Nem os esquerdistas, nem os “olavettes”. E eu quero que seja justamente assim – manter minha privacidade quanto a isso. Até sair o filme.

 

7 Comentários + Add Comentário

  • Olavo de Carvalho é um dos maiores intelectuais brasileiros de todos os tempos.

    O Brasil deve muito a esse homem.

    Como todo grande gênio, talvez seu valor seja reconhecido pelos brasileiros apenas daqui a 30, 40, 50 anos.

  • Entrevista massa!

    “O mais interessante da conversa com Josias, além de ele ser um sujeito inteligentíssimo, foi discutir política cultural com alguém inserido no meio cultural, que não é de esquerda. Algo que, no Brasil, até pouquíssimos anos atrás me parecia impossível.”

    Praticamente uma agulha no palheiro.

  • Muito improvável a lei rouanet liberar verba pra fazer um filme sobre o Olavo. Essa lei é mais um lixo esquerdista pra financiar propaganda comunista e filmes que vão imbecilizar a população. Depender do Estado e do dinheiro público é coisa de vagabundo comunista.

  • [...] Fonte:Acerto de Contas (function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = "//connect.facebook.net/pt_BR/sdk.js#xfbml=1&appId=331482807022588&version=v2.0"; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }(document, 'script', 'facebook-jssdk')); [...]

  • Olavo de Carvalho foi o grande responsável por desmascarar o esquerdismo no Brasil. Em vários de seus vídeos ele fala que começou esse trabalho há mais de três décadas numa época em que o povo brasileiro (enganado e iludido) achava o comunismo uma maravilha. A população brasileira passou a conhecer a verdadeira índole de crápulas como Dilma e Lula através do brilhante trabalho do Olavo. O povo hoje em dia conhece melhor as estratégias, táticas e técnicas desses canalhas vermelhos e está vacinado contra novas investidas comunistas no futuro.

  • Entrevista arretada!

    Não sei se a vida do Olavo é interessante e, apesar de saber que é culto e inteligente, não gosto muito da forma como se expressa mas isso é com ele e não tenho a pretensão de muda-lo.

    Vale mesmo as idéias e ideais e tornar isso um filme sem ser cacete, é um desafio.

    Vou pagar para ver!

    Sucesso aos empreendedores.

  • Jácome, excelente entrevista! A melhor que tu fizesse, e olha que as com Bruno Garschagen e Dom Bertrand foram muito boas, a conversa fluiu muito bem e foi bacana ler a perspectiva sobre cultura – um tema o qual muitos dão pitaco, mas poucos realmente entendem – de alguém da área que não se limita a repetir chavões esquerdistas.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).