Impressões luso brasileiras. Pedro, Maria, Joaquim, João…

por Andrei Barros Correia*
Procurador Federal
Uma das coisas a que estou acostumado, faz tempo, é a dizer o meu nome e vê-lo escrito com y, no final, onde deveria estar um i . Acontece em boa parte das atividades que pressupõem algum cadastro, sejam elas em serviços privados, sejam nos públicos. Já ocorreu até quando soletrei o nome, o que é acreditar muito pouco em quem está dizendo o próprio!
Por sorte, meu nome é quase André. Assim, embora seja relativamente incomum, não é extravagante, nem demanda do falante o domínio de alguma pronúncia estrangeira. E grafa-se com i mesmo, até porque a outra letra que se usa para esse som não está no alfabeto da língua portuguesa. Não sou linguista, nem gramático, mas acho que seriam redundantes dois sinais para o mesmo som.
Por estes lados de cá, meu nome não é comum, senão nos imigrantes russos e ucranianos que há muitos. As pessoas estranham um pouco, perguntam novamente, mas nunca ocorreu de escreverem-no com y no final. E nunca me pergutaram se era com i mesmo. É uma bobagem isso que estou a dizer aqui, mas chamou-me a atenção para outras coisas.
Às vezes apanho-me a ler bobamente listas fixadas nas portas de salas de aulas. Não presto atenção em notas e na maioria das vezes nem mesmo sei de que é a lista, ou de que curso ou disciplina. Nem sei porque faço isso, deve ser uma mania como outra qualquer. Aliás, não chega a ser uma mania e deixemos isso para lá. Por agora basta dizer que leio uma insignificância dessas.
As listas trazem todos os santos, santas e apóstolos do panteão cristão, muitos reis e rainhas, com seus nomes escritos nas formas portuguesas habituais. Ou seja, estão lá os Pedros, Joões, Marias, Joanas, Isabelas, Sofias, Joaquins, Fernandos, com presenças garantidas. Há os menos santos e menos reais nos nomes, mas nem por isso menos portugueses. Todos de uma enorme familiaridade para qualquer brasileiro com mais de trinta anos de idade.
Há os modismos, é claro. São identificáveis por gerações, pois cada uma tem seus nomes predominantes. O futebol, hoje, fornece inspiração certa para essas modas de nomes por épocas. Tenho poucas dúvidas que o número de Cristianos, de Ronaldos, e dos dois juntos, vai ser bem elevado nos pequenos que nascem por estas épocas. As novelas, no caso brasileiro, exercem essa influência muito nitidamente.
Mas, há algo muito curioso na forma norte-americana de por nalgum filho o mesmo nome do seu pai. Reproduz-se o nome do genitor e se lhe acresce Júnior, palavra de origem latina. Bem, nomes que indicam a imediata filiação são comuns em muitas culturas e geralmente indicam-se por uma terminação acrescida. Com o passar do tempo, tendem a tornar-se nomes de família. Assim que em sueco, por exemplo, um Joahansson é o filho de Johan.
Júnior, como palavra final a indicar que tudo que vem antes é o nome da pai, é incomum por aqui. Também são incomuns Filho, Neto, Bisneto, Sobrinho e outros. Na verdade, não li nome algum, nem conheci pessoa que tivesse tais indicações da ascendência na linha varonil. Todavia, isso pouco ou nada quer dizer, na medida em que não é uma pesquisa e minhas impressões são captadas meio aleatoriamente.
Por estes dias, um aluno brasileiro citou autor cujo nome terminava em Júnior. Sucede que o estudante, fidelíssimo às normas de formatação de texto, talvez demais, pôs lá “Júnior, Fulado das Quantas”. A professora, que não estava fazendo gênero, nem sendo irônica, perguntou por que Júnior e quem era esse autor. Surpreso, o aluno replicou que era o Fulano das Quantas Sicrano Júnior, que afinal a professora conhecia, mas apenas pelos nomes próprios e de família. Enfim, o Júnior tem esse incoveniente de ter que declinar o nome inteiro, senão não se sabe de quem é.
Parecia ter-se encerrado a questão nominal, quando chega às mão da doutora outro trabalho, pois era de trabalhos escritos que se tratava. Tinha lá citação de um autor Júnior também. Acontece que desta feita as normas de formatação ficaram ainda mais pelo meio do caminho. O estudante, assim como o autor citado, tinha o mesmo nome do pai e a mesma forma gráfica de indicar essa circunstância. Mas, no texto, o citado era Júnior e o citante era Jr., assim mesmo abreviado.
A doutora, coitada, ficou um pouco perplexa, de novo, embora compreendesse. Teve que explicar que esse era um costume norte-americano, que nada havia de errado, mas que dissesem os nomes dos Juniores e que escolhessem se iam usar a palavra ou sua contração. E que não estava habituada a ver as idicações de filiação assim.
Então, os impressionados compatriotas pergutaram como se fazia para dar a um filho o mesmo nome do seu pai. Basta reproduzí-lo, disse a professora. Mas, como não confundí-los, redarguiram os alunos. Ora, são duas pessoas diferentes e não podem ter nascido no mesmo dia, repondeu surpresa a professora!
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* O Procurador Federal Andrei Barros Correia está passando uma temporada em Minho, Portugal, realizando atividades de seu mestrado em Direitos Humanos, e durante sua estada naquele país irá enviar crônicas semanais ao Acerto de Contas, com o relato de suas impressões sobre aquela cidade e país, comparativamente com o cotidiano brasileiro.
Clique nos links abaixo para ler cada uma das crônicas já publicadas:
1 – Impressões luso-brasileiras.
2 – Impressões luso-brasileiras. O prego no pão e outras coisas.
3 – Impressões luso brasileiras. A surdez e os barulhos.
4 – Impressões luso brasileiras. Fatos e factos.
5 – Impressões luso brasileiras. A feijoada e o tamanho do abismo.
6 – Impressões luso brasileiras. O hábito
7 – Impressões luso brasileiras. Como os brasileiros veêm a si próprios.
8 – Impressões luso brasileiras. Riqueza e muito trabalho.
9 – Impressões Luso brasileiras. Cinema com lugar marcado.
10 – Impressões Luso brasileiras. Saramago, aquele escritor…
11 – Impressões luso brasileiras. A procura por um peru de natal.
12 – Impressões luso brasileiras. A obviedade dos trens.
13 – Impressões luso brasileiras. Cadê as serviçais?
14 – Impressões luso brasileiras. O jornalismo onisciente.
15 – Impressões luso brasileiras. A arquitetura política espanhola.
16 – Impressões luso brasileiras. O canto de ossanha.
17 – Impressões luso brasileiras. Tapioca com vinho.
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Só uma coisinha, Andrei… a “outra letra que há para este som”, ou seja o Y, faz parte sim do alfabeto da língua portuguesa, da mesma forma que agora você escreveu “linguista” sem o trema. Esse é o “novo acordo”.
Raphael,
O nome disto, a causa disto, é ignorância. Não conheço o acordo a fundo. Fiquei na superfície dos comentários óbvios sobre a supressão de meia dúzia de hífens e de alguns acentos.
De toda forma, parece-me estranho recolocar uma letra que indica o mesmo som, mas…
Entre inúmeras deficiências minhas com relação à língua, encontra-se um descuido com a ortografia. Ela não revela lógica ou falta dela. Farei maior esforço, doravante.
Também voltaram ao alfabeto português algumas outras letras do alfabeto latino que estavam excluidas, como o “K” e o “w”.
Quanto ao assunto do post, tirando a necessidade de homenagear um parente, só consigo imaginar que seja falta de criatividade dos pais (ou muito egocentrismo), buscar nomes iguais aos seus ou da sua ascendência para seus filhos, como se estes fossem reproduzir todos seus feitos e corresponder nas suas ações às expectativas dos pais.
Agora, Andrei, essas suas observações são bastante curiosas. Eu achava que os brasileiros tinham herdado esse costume justamente dos portugueses.
Meu nome é igualzinho ao da minha mãe .A maioria das pessoas estranham e sempre perguntam mas já me acostumei.Talvez por ter avós portugueses meus pais tenham simplesmente achado normal. Fico pensando nas pessoas que tem Junior ,Neto e assim por diante ,quando tem que preencher um formulário em inglês com “last name” o que está valendo.
Andrei,
O remate do seu texto, desta vez, lembrou-me sobre a (des)necessidade de se falar ou escrever o óbvio para os nossos amigos lusitanos.
Desta vez, creio que o óbvio para sua professora fugia ao senso habitual dos colegas brasileiros e, para ela, não precisava ser dito.
Que troca da papéis arretada!! Um português assumindo a condição de, numa dada circunstância, não precisar falar o que ele tem por implícito, heheheheheheh. Situação inusitada e sutil.
Ótima observação.
Andrei, e quanto aos nomes imperiais portugueses? Não tinha Dons Joãos I, II, III e lá vai? Essa moda era restrita só aos reis? Talvez venha daí a mania de grandeza dos brasileiros; todo mundo querendo ser da família real, mas sem poder, então imita o costume de repetir os nomes e acrescentar os Filhos, Netos, Jr, Segundos, Terceiros, etc. Se isso é mais uma herança maldita portuguesa não sei, mas que é antiguinho no Brasil, isso é.
Meu pai foi até criativo quanto aos nomes femininos na minha casa (vide o meu), mas na hora de registrar o filhote, correu e colocou seu próprio nome, como manda a tradição machista brasileira. Não é a toa que meu irmão é Jr, meu marido é Jr e mais um monte de brasileiros. Quem sabe um dia isso passa…
Andrei,
Nos tempos ainda do regime militar eu fui a um simpósio de qualquer coisa no Itamaraty em Brasilia e entrei em uma fila na sala central de recepção para fazer a minha inscrição.
Poucas posições à frente da minha estava o diretor de um órgão federal e que, para o seu azar, tinha o nome quase igual ao de um agente secreto do governo que tinha sido “sumido”, encontrado morto e reconhecido posteriormente pelo exame da arcada dentária.
Quando o burocrata federal disse o seu nome à recepcionista formou-se na fila um silêncio esquisito (a notícia do reconhecimento do cadáver do agente secreto encontrado com aquele nome hilário estava bem recente na cabeça das pessoas que liam jornais).
A recepcionista, talvez achando que era gozação do burocrata, pediu que o mesmo soletrasse o seu nome alemão cheio de consoantes….. provavelmente para comprovar que devia haver alguma diferença … ou para atestar o milagre de que um cadáver podia falar.
Aí alguém na fila gritou: “Abre a boca dele e examina a arcada dentária!”
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Pois é, fica a sugestão para se diferenciar os Junior, os Filho, os Neto, os Sobrinho, etc., dos seus doadores de nomes: que cada um que tem esses sobrenomes apresente, quando tiverem que se identificar, uma radiografia da arcada dentária dos seus pais, avós , tios , etc.
Falando sério, e que me desculpem os Juniors, Filhos, Netos, Sobrinhos, etc., mas acho falta de criatividade dos seus pais em terem colocado em vocês esses sobrenomes e espero que não transfiram para os seus filhos essas homenagens complicantes e às vezes até constrangedoras.
Também evitem nomear seus filhos como Washington, Kennedy, Weitonnewton ou Lubrival.
Weitonnewton não foi ninguém, as biografias reais dos Washington e Kennedy originais nâo são abonadoras e, por falar em Lubrival, o funcionário que trocava o oléo do meu carro em um posto de gasolina colocou esse nome no filho… era a marca de um óleo barato para motores de carro.
Abração.
Sidarta
Aghata e Arthemísia,
Não pus no texto, mas uma das coisas que me chamam a atenção é que a prática só ocorre na linha varonil. As mulheres podem ter os nomes de suas mães, pura e simplesmente.
Daniel,
Foi uma inversão espetacular mesmo. Realmente, nós nos distinguimos muito no tratamento da obviedade e comumente ela é mais afirmada por aqui. Neste caso, não.
Sidarta,
Um funcionário da justiça do trabalho em campina grande estava apregoando as partes de um processo, antes da audiência.
Súbito, parou. Olhou com calma e leu, pronunciando inglesamente: meide in iu esse ei. A pessoa atalhou, sou eu, mas se diz madeusa.
A inspiração tinha sido uma etiqueta de camisa, que dizia made in usa! Pelo menos pronunciava-se aportuguesadamente.
Que belo legado deixado por pais a seus filhos, hein? Lembro-me do caso dos irmãos Winner (vencedor) e Loser (perdedor) citado por Dubner em Freakonomics, para atestar que esses gracejos paternos (maternos também?) não obedecem fronteiras.
Meu pai e meu avô tinham nomes idênticos e, diante da recusa inicial do tabelião em registrar tal semelhança, meu avô saiu-se com “Então põe aí: Getúlio Dornelles Vargas”. O escriba percebeu a artimanha e cedeu. E meu pai escapou de boa!
Mais lamentável do que os nomes que copiamos dos heróis da TV (a enxurrada de Johnatans e Jeniffers veio com o sucesso do seriado Casal 20, lembram?), são os que não conseguimos copiar, como os Maicons e Uóstons…
Aproveitando a “deixa” de Rodolfo sobre nomes estrangeiros em moda, não resisti e estou reproduzindo uma estória velha mas que alguns podem ainda não conhecer.
Em 1961, John Kennedy, então presidente dos USA, era mais conhecido no Brasil do que Batman e um cara lá de Salgueiro resolveu mandar uma carta pro consulado americano de Recife convidando Kennedy para ser padrinho do seu filho John Kennedy Pereira da Silva.
No dia do batizado, apareceu em Salgueiro um carrão do consulado americano com um representante de Kennedy ao evento e um presente para o afilhado.
Em 1963 mataram Kennedy a tiros e a comoção em Salgueiro foi até maior do que em Washington. Todo o mundo foi dar os pêsames à família de John Kennedy Pereira Filho pela perda do padrinho, quando a mãe do afilhado do presidente morto saiu-se com essa:
“…e cumade Jaqueline tá bem?”
SEU NOME VERDADEIRO É ANDREY GROMIKO, camarada linguista. A KGB, para seu grupo, não acabou. As patrulhas ideológicas não morrem.
Um Dois Três de Oliveira Quatro,
Letisgo, (let´s go),
Arquiteclínio Petrocoquínio de Andrade
, Ava Gina (em homenagem a Ava Gardner e Gina Lolobrigida),
Deus É Infinitamente Misericordioso,
Graciosa Rodela D’alho
OTospericagerja (em homenagem à seleção do tri: Tostão,
Pelé, Rivelino, Carlos Alberto, Gerson e Jairzinho),O
Orlando Modesto Pinto
Mas nenhum chega aos pés de um garoto sueco, cujo nome é
nada mais nada menos que…
Brfxxccxxmnpcccclllmmnprxvclmnckssqlbb11116.
Fonte
http://fernando.felix.vilabol.uol.com.br/humor/nomes.html
“Tovarish” Dagoberto Melo,
Desculpe mas eu não entendi o que os “Junior”, os “Filho”, os “Neto” etc., do tema da crônica têm a ver com a KGB ou com “o grupo” do cronista; ou a sua colocação é muito hermética ou a motivação do seu comentário é muito profunda… e não conseguí percebê-la.
O que é “grupo”?
Por acaso você é patrulhador dos Templários ou da OPUS DEI?
Dagoberto é o nome de um monge templário da antiguidade… e não só de um, mas de vários.
Há perdão para tudo.
No reinado católico de Ratzinger I, um patrulhador anti-semita e bispo inglês, que negou o holocausto dos judeus, foi recentemente perdoado pelo papa de Roma.
Muitos políticos e empresários brasileiros são de bancadas religiosas, da OPUS DEI, ex-guerrilheiros, ex-torturadores assumidos, todos sem problemas com o governo e o povo que os elege, e nem com a CIA ou com a KGB; o que querem mesmo é ganhar poder e dinheiro.
Temo que tenha até algum budista praticando falsidade ideológica em Brasília…
Com relação ao nome do colunista, acho até bem mais sonoro do que o nome budista pelo qual me chamam, e procurei saber o seu significado (originalmente aproxima-se de VERDADE em grego, com variações como Andrés, André, Andrea, Andrews, etc).
Vi que a grafia Andrei em português exprime mais ou menos o som do nome em língua ucraniana (parece que em russo a terminação do som “i” é mais alongada).
Outros nomes comuns para nós e de origem ucraniana ou russa são Tatianas, Vânias, Lídias, Vladimir, Tânias e até Marias.
Não me pareceu incomum e deve haver muitos registros de Andrei’s (sem o “Gromiko”, ah,ah,ah) nos cartórios do Brasil depois das novelas da Globo colocarem personagens com esse nome (talvez até mais do que nos fichários dos funcionários da KGB) .
Li também que o verdadeiro Andrei Gromiko, ex-ministro do exterior da URSS era, nas horas privadas, respeitado amigo dos papas e um culto, mas reservado e não praticante, cristão ortodoxo, assim como o foram Stalin (que chegou a ser seminarista) e o seu mais equilibrado sucessor Nikita.
O livro “Kruschev Remembers”, escrito pelo filho de Nikita é muito bom, escancara a verdade sobre o “aparelho soviético e os seus personagens históricos” e foi editado nos USA depois da morte de Nikita.
Também é cristão ortodoxo o atualmente Vladimir Putin, esse um verdadeiro ex-agente da KGB e também amigo de George Bush.
Vi certa vez na televisão o auto-proclamado ateu Fernando Henrique Cardoso ajoelhado e comungando. Como dizia um assessor do imperador romano Juliano, “quando existe uma boa causa a hipocrisia se torna uma virtude”.
A coisa ideológica “virou zona” e não se faz mais nem filme de agente russo malvado contra agente americano bonzinho porque não dá dinheiro.
Sobre conspirações de poder e, implicitamente, para os mais assustados com as conspirações sobre ideologias do passado, há um livro interessante chamado de “O último Papa”, que discorre sobre um muito plausível assassinato de João Paulo I por uma conspiração da CIA com a loja maçônica P2 e com a “banda podre” do Vaticano… mas, frustrante e curiosamente, não fala nenhuma vez nas suas quase 400 páginas no nome da KGB.
No frigir, concordo que algumas pessoas ficam mesmo emprenhadas permanentemente com programações mentais e idéias anacrônicas e desgastantes como a do “patrulhamento ideológico” da ARENA ou do MDB mas, quem manda no mundo, exerce mesmo é o patrulhamento econômico.
Para esse, devemos estar muito mais alertas e não ficarmos alienados com as suas manobras e sempre pagando a conta.
Que não patrulhem os budistas, os espinozeanos e os que procuram a “verdade subjacente”…
Shalom e Приветствия (“paz” em hebráico e “saudações”, em russo, traduzido direto na internet pelo software WORLDLINGO, que também pode reproduzir os sons das palavras em várias línguas).
Sidarta
Sidarta
Parabéns pelo show .Calou a boca de um comentarista mediocre.
Aghata