Armando desconfia de metas do PAC

jan 23, 2007 by     1 Comentário     Postado em: Economia, Política

Em?bate-papo realizado hoje, na internet, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, levantou sérias dúvidas à respeito do Plano de Aceleração do Crescimento, lançado ontem pelo presidente Lula. Veja abaixo uma das respostas que deu:Raul Velloso ? Economista: A pergunta crucial é: na avaliação do setor industrial, os investimentos vão se concretizar em um nível capaz de fazer o país crescer 4,5% em 2007 e 5% em 2008?

Armando Monteiro: Raul Velloso, na minha opinião, 4,5% em 2007, não. Não haverá ainda, um efeito dessas medidas de estímulos de investimento capaz de garantir a consecução dessa meta de crescimento. A partir de 2007, se o plano for bem gerido, os investimentos começarem a acontecer e o governo sinalizar claramente a sua disposição para retomar a agenda de reformas estruturais, aí, sim, será possível pensar em taxa de crescimento superiores a 4%. ?

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Moderadora IG: Sejam bem vindos ao bate-papo especial do Último Segundo. Nosso convidado de hoje é o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto (PTB-PE).

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Armando Monteiro: Muito boa tarde é um prazer participar deste bate-papo e quero me colocar à inteira disposição.

: Muito boa tarde é um prazer participar deste bate-papo e quero me colocar à inteira disposição.

: Muito boa tarde é um prazer participar deste bate-papo e quero me colocar à inteira disposição.

: Muito boa tarde é um prazer participar deste bate-papo e quero me colocar à inteira disposição.

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SEM REFORMAS, NÃO HÁ CRESCIMENTO

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Paulo Roberto Moura – AJE/DF: Boa tarde dr. Armando Monteiro, em nome da Associação dos Jovens Empresários do DF gostaria de agradecer a oportunidade que é para nós participar deste bate-papo.

: Boa tarde dr. Armando Monteiro, em nome da Associação dos Jovens Empresários do DF gostaria de agradecer a oportunidade que é para nós participar deste bate-papo.

: Boa tarde dr. Armando Monteiro, em nome da Associação dos Jovens Empresários do DF gostaria de agradecer a oportunidade que é para nós participar deste bate-papo.

: Boa tarde dr. Armando Monteiro, em nome da Associação dos Jovens Empresários do DF gostaria de agradecer a oportunidade que é para nós participar deste bate-papo.

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Pergunta: o PAC não propõe uma reforma tributária e nem trabalhista, áreas que realmente travam o crescimento. Ora, se o governo não vai aproveitar o momento mágico do início do seu segundo mandato, com os cofres cheios e apoio popular para fazer as reformas, quando o fará?

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Armando Monteiro: Sobre a questão do Paulo Roberto, quero dizer que o PAC é um conjunto de medidas de estímulo de crescimento porque há uma relação direta de causa e efeito entre a taxa de crescimento e o investimento. Nesse sentido, as medidas que estão indicadas, vão produzir um efeito positivo no investimento, no entanto, sem as reformas estruturais, trabalhistas e previdenciária, essas medidas perderão sua efetividade ao longo do tempo. Ou seja, se na seqüência do PAC, o Brasil não der prosseguimento às mudanças, vamos continuar com um crescimento oscilante e bem abaixo dos países emergentes.

: Sobre a questão do Paulo Roberto, quero dizer que o PAC é um conjunto de medidas de estímulo de crescimento porque há uma relação direta de causa e efeito entre a taxa de crescimento e o investimento. Nesse sentido, as medidas que estão indicadas, vão produzir um efeito positivo no investimento, no entanto, sem as reformas estruturais, trabalhistas e previdenciária, essas medidas perderão sua efetividade ao longo do tempo. Ou seja, se na seqüência do PAC, o Brasil não der prosseguimento às mudanças, vamos continuar com um crescimento oscilante e bem abaixo dos países emergentes.

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TRIBUTOS TRAVAM CRESCIMENTO

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Marcílio Marques Moreira – Embaixador e ex-ministro da Fazenda: Embora o PAC contemple algumas desonerações pontuais úteis, em que medida a carga tributária ainda é inibidora do desenvolvimento industrial? Quais os pontos cruciais que a carga tributária interfere dentro dos várias etapas da cadeia produtiva na indústria?

: Embora o PAC contemple algumas desonerações pontuais úteis, em que medida a carga tributária ainda é inibidora do desenvolvimento industrial? Quais os pontos cruciais que a carga tributária interfere dentro dos várias etapas da cadeia produtiva na indústria?

: Embora o PAC contemple algumas desonerações pontuais úteis, em que medida a carga tributária ainda é inibidora do desenvolvimento industrial? Quais os pontos cruciais que a carga tributária interfere dentro dos várias etapas da cadeia produtiva na indústria?

: Embora o PAC contemple algumas desonerações pontuais úteis, em que medida a carga tributária ainda é inibidora do desenvolvimento industrial? Quais os pontos cruciais que a carga tributária interfere dentro dos várias etapas da cadeia produtiva na indústria?

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Armando Monteiro: Marcílio, essas medidas de desoneração são, como muito bem disse o embaixador, muito pontuais. O Brasil continua submetido a uma elevadíssima carga tributária que, evidentemente representa um peso para o setor produtivo que reduz a capacidade de gerar investimentos. O sistema tributário é extremamente complexo e ainda tem um viés anti-crescimento. Por exemplo, Marcílio, tributa ainda o investimento e eu lembro que essas medidas de desoneração não incide sobre ICMS, que não entra nessa conta que o PAC contempla. Ou seja, o PAC se restringe a tributos federais. Outro ponto é que esse sistema tributa a folha de pagamento, formalizando o emprego formal, isso, inclusive, tem sido responsável por este processo de crescente informalidade no mundo do trabalho. Portanto, o sistema tributário brasileiro precisa ser reformulado para se tornar um sistema funcional para a economia.

: Marcílio, essas medidas de desoneração são, como muito bem disse o embaixador, muito pontuais. O Brasil continua submetido a uma elevadíssima carga tributária que, evidentemente representa um peso para o setor produtivo que reduz a capacidade de gerar investimentos. O sistema tributário é extremamente complexo e ainda tem um viés anti-crescimento. Por exemplo, Marcílio, tributa ainda o investimento e eu lembro que essas medidas de desoneração não incide sobre ICMS, que não entra nessa conta que o PAC contempla. Ou seja, o PAC se restringe a tributos federais. Outro ponto é que esse sistema tributa a folha de pagamento, formalizando o emprego formal, isso, inclusive, tem sido responsável por este processo de crescente informalidade no mundo do trabalho. Portanto, o sistema tributário brasileiro precisa ser reformulado para se tornar um sistema funcional para a economia.

: Marcílio, essas medidas de desoneração são, como muito bem disse o embaixador, muito pontuais. O Brasil continua submetido a uma elevadíssima carga tributária que, evidentemente representa um peso para o setor produtivo que reduz a capacidade de gerar investimentos. O sistema tributário é extremamente complexo e ainda tem um viés anti-crescimento. Por exemplo, Marcílio, tributa ainda o investimento e eu lembro que essas medidas de desoneração não incide sobre ICMS, que não entra nessa conta que o PAC contempla. Ou seja, o PAC se restringe a tributos federais. Outro ponto é que esse sistema tributa a folha de pagamento, formalizando o emprego formal, isso, inclusive, tem sido responsável por este processo de crescente informalidade no mundo do trabalho. Portanto, o sistema tributário brasileiro precisa ser reformulado para se tornar um sistema funcional para a economia.

: Marcílio, essas medidas de desoneração são, como muito bem disse o embaixador, muito pontuais. O Brasil continua submetido a uma elevadíssima carga tributária que, evidentemente representa um peso para o setor produtivo que reduz a capacidade de gerar investimentos. O sistema tributário é extremamente complexo e ainda tem um viés anti-crescimento. Por exemplo, Marcílio, tributa ainda o investimento e eu lembro que essas medidas de desoneração não incide sobre ICMS, que não entra nessa conta que o PAC contempla. Ou seja, o PAC se restringe a tributos federais. Outro ponto é que esse sistema tributa a folha de pagamento, formalizando o emprego formal, isso, inclusive, tem sido responsável por este processo de crescente informalidade no mundo do trabalho. Portanto, o sistema tributário brasileiro precisa ser reformulado para se tornar um sistema funcional para a economia.

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Armando Monteiro: Marcílio, e a taxa de crescimento só será maior se houver um aprofundamento do ajuste fiscal, de forma a elevar a capacidade de investimento do setor público.

: Marcílio, e a taxa de crescimento só será maior se houver um aprofundamento do ajuste fiscal, de forma a elevar a capacidade de investimento do setor público.

: Marcílio, e a taxa de crescimento só será maior se houver um aprofundamento do ajuste fiscal, de forma a elevar a capacidade de investimento do setor público.

: Marcílio, e a taxa de crescimento só será maior se houver um aprofundamento do ajuste fiscal, de forma a elevar a capacidade de investimento do setor público.

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Marisa Gibson - Diário de Pernambuco: O PAC é um programa que depende essencialmente do governo federal, uma vez que os recursos a serem utilizados serão do OGU, da Petrobras e do FGTS. Isso, na realidade, significa que o Nordeste, como sempre, ficará dependendo da boa vontade do governo federal. E sempre não foi assim?

: O PAC é um programa que depende essencialmente do governo federal, uma vez que os recursos a serem utilizados serão do OGU, da Petrobras e do FGTS. Isso, na realidade, significa que o Nordeste, como sempre, ficará dependendo da boa vontade do governo federal. E sempre não foi assim?

: O PAC é um programa que depende essencialmente do governo federal, uma vez que os recursos a serem utilizados serão do OGU, da Petrobras e do FGTS. Isso, na realidade, significa que o Nordeste, como sempre, ficará dependendo da boa vontade do governo federal. E sempre não foi assim?

: O PAC é um programa que depende essencialmente do governo federal, uma vez que os recursos a serem utilizados serão do OGU, da Petrobras e do FGTS. Isso, na realidade, significa que o Nordeste, como sempre, ficará dependendo da boa vontade do governo federal. E sempre não foi assim?

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Armando Monteiro: Não, acho que uma coisa é pleito, outra é capacidade de viabilizar e implantar projetos. Vai exigir um compromisso do governo e mobilizar as fontes de recursos necessárias para o projeto. O que precisamos é viabilizar os planos antigos e nesse sentido, o PAC vai viabilizar esses projetos.

: Não, acho que uma coisa é pleito, outra é capacidade de viabilizar e implantar projetos. Vai exigir um compromisso do governo e mobilizar as fontes de recursos necessárias para o projeto. O que precisamos é viabilizar os planos antigos e nesse sentido, o PAC vai viabilizar esses projetos.

: Não, acho que uma coisa é pleito, outra é capacidade de viabilizar e implantar projetos. Vai exigir um compromisso do governo e mobilizar as fontes de recursos necessárias para o projeto. O que precisamos é viabilizar os planos antigos e nesse sentido, o PAC vai viabilizar esses projetos.

: Não, acho que uma coisa é pleito, outra é capacidade de viabilizar e implantar projetos. Vai exigir um compromisso do governo e mobilizar as fontes de recursos necessárias para o projeto. O que precisamos é viabilizar os planos antigos e nesse sentido, o PAC vai viabilizar esses projetos.

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Paulo Roberto Moura – AJE/DF: E o sr. não acha o PAC adere a medidas estatizantes, já que leva em conta que o desenvolvimento depende do governo e não da criação de um ambiente favorável de investimento?

: E o sr. não acha o PAC adere a medidas estatizantes, já que leva em conta que o desenvolvimento depende do governo e não da criação de um ambiente favorável de investimento?

: E o sr. não acha o PAC adere a medidas estatizantes, já que leva em conta que o desenvolvimento depende do governo e não da criação de um ambiente favorável de investimento?

: E o sr. não acha o PAC adere a medidas estatizantes, já que leva em conta que o desenvolvimento depende do governo e não da criação de um ambiente favorável de investimento?

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Armando Monteiro: Paulo Roberto, não, na nossa avaliação, embora considerando que as medidas estão na direção correta, essa taxa de crescimento só será útil se houver uma mudança profunda, elevando a capacidade de investimento no setor público.

: Paulo Roberto, não, na nossa avaliação, embora considerando que as medidas estão na direção correta, essa taxa de crescimento só será útil se houver uma mudança profunda, elevando a capacidade de investimento no setor público.

: Paulo Roberto, não, na nossa avaliação, embora considerando que as medidas estão na direção correta, essa taxa de crescimento só será útil se houver uma mudança profunda, elevando a capacidade de investimento no setor público.

: Paulo Roberto, não, na nossa avaliação, embora considerando que as medidas estão na direção correta, essa taxa de crescimento só será útil se houver uma mudança profunda, elevando a capacidade de investimento no setor público.

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Souza – Boston – EUA: Boa tarde.. Qual seriam os benefícios deste novo plano, para as classes de níveis financeiros mais baixo aí em nosso país..

: Boa tarde.. Qual seriam os benefícios deste novo plano, para as classes de níveis financeiros mais baixo aí em nosso país..

: Boa tarde.. Qual seriam os benefícios deste novo plano, para as classes de níveis financeiros mais baixo aí em nosso país..

: Boa tarde.. Qual seriam os benefícios deste novo plano, para as classes de níveis financeiros mais baixo aí em nosso país..

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Armando Monteiro: Souza, acho que o reflexo é que o plano dá uma importância grande nos investimentos da infra-estrutura social, habitação, saneamento, evidentemente, isso terá um reflexo importante nesses segmentos e na medida q seja um plano de estímulo a esses segmentos, voltado para a infra-esturra, isso poderá ter um reflexo positivo na taxa de emprego.

: Souza, acho que o reflexo é que o plano dá uma importância grande nos investimentos da infra-estrutura social, habitação, saneamento, evidentemente, isso terá um reflexo importante nesses segmentos e na medida q seja um plano de estímulo a esses segmentos, voltado para a infra-esturra, isso poderá ter um reflexo positivo na taxa de emprego.

: Souza, acho que o reflexo é que o plano dá uma importância grande nos investimentos da infra-estrutura social, habitação, saneamento, evidentemente, isso terá um reflexo importante nesses segmentos e na medida q seja um plano de estímulo a esses segmentos, voltado para a infra-esturra, isso poderá ter um reflexo positivo na taxa de emprego.

: Souza, acho que o reflexo é que o plano dá uma importância grande nos investimentos da infra-estrutura social, habitação, saneamento, evidentemente, isso terá um reflexo importante nesses segmentos e na medida q seja um plano de estímulo a esses segmentos, voltado para a infra-esturra, isso poderá ter um reflexo positivo na taxa de emprego.

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Marcílio Marques Moreira – Embaixador e ex-ministro da Fazenda: O que a CNI propõe para reduzir a carga tributária? É possível reduzir a tributação sem reduzir gastos do governo?

: O que a CNI propõe para reduzir a carga tributária? É possível reduzir a tributação sem reduzir gastos do governo?

: O que a CNI propõe para reduzir a carga tributária? É possível reduzir a tributação sem reduzir gastos do governo?

: O que a CNI propõe para reduzir a carga tributária? É possível reduzir a tributação sem reduzir gastos do governo?

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Armando Monteiro: Marcílio, não, a CNI tem claramente a compreensão de só haverá espaço para reduzir a carga tributária com a redução do gasto público e nesse sentido, o PAC foi tímido. As medidas de controle do gasto deveriam ter sido mais efetivas. Um compromisso com a redução das despesas.

: Marcílio, não, a CNI tem claramente a compreensão de só haverá espaço para reduzir a carga tributária com a redução do gasto público e nesse sentido, o PAC foi tímido. As medidas de controle do gasto deveriam ter sido mais efetivas. Um compromisso com a redução das despesas.

: Marcílio, não, a CNI tem claramente a compreensão de só haverá espaço para reduzir a carga tributária com a redução do gasto público e nesse sentido, o PAC foi tímido. As medidas de controle do gasto deveriam ter sido mais efetivas. Um compromisso com a redução das despesas.

: Marcílio, não, a CNI tem claramente a compreensão de só haverá espaço para reduzir a carga tributária com a redução do gasto público e nesse sentido, o PAC foi tímido. As medidas de controle do gasto deveriam ter sido mais efetivas. Um compromisso com a redução das despesas.

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Helayne Boaventura, Correio Braziliense: Deputado, no lançamento do PAC vários parlamentares disseram que seria difícil a aprovação, no Congresso, de dois pontos importantes do programa: o uso do FGTS para obras de infra-estrutura e a limitação de aumentos do funcionalismo. Qual sua opinião sobre as propostas e sobre as chances de aprovação?

: Deputado, no lançamento do PAC vários parlamentares disseram que seria difícil a aprovação, no Congresso, de dois pontos importantes do programa: o uso do FGTS para obras de infra-estrutura e a limitação de aumentos do funcionalismo. Qual sua opinião sobre as propostas e sobre as chances de aprovação?

: Deputado, no lançamento do PAC vários parlamentares disseram que seria difícil a aprovação, no Congresso, de dois pontos importantes do programa: o uso do FGTS para obras de infra-estrutura e a limitação de aumentos do funcionalismo. Qual sua opinião sobre as propostas e sobre as chances de aprovação?

: Deputado, no lançamento do PAC vários parlamentares disseram que seria difícil a aprovação, no Congresso, de dois pontos importantes do programa: o uso do FGTS para obras de infra-estrutura e a limitação de aumentos do funcionalismo. Qual sua opinião sobre as propostas e sobre as chances de aprovação?

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Armando Monteiro: Helayne Boaventura, bom, efetivamente, vai haver um amplo debate no Congresso sobre essas medidas. Quanto às regras que passarão a balizar os aumentos do setor público, os aumentos salariais, me parece que são regras adequadas, porque garantem, em que circunstâncias, aumentos reais de salário.

: Helayne Boaventura, bom, efetivamente, vai haver um amplo debate no Congresso sobre essas medidas. Quanto às regras que passarão a balizar os aumentos do setor público, os aumentos salariais, me parece que são regras adequadas, porque garantem, em que circunstâncias, aumentos reais de salário.

: Helayne Boaventura, bom, efetivamente, vai haver um amplo debate no Congresso sobre essas medidas. Quanto às regras que passarão a balizar os aumentos do setor público, os aumentos salariais, me parece que são regras adequadas, porque garantem, em que circunstâncias, aumentos reais de salário.

: Helayne Boaventura, bom, efetivamente, vai haver um amplo debate no Congresso sobre essas medidas. Quanto às regras que passarão a balizar os aumentos do setor público, os aumentos salariais, me parece que são regras adequadas, porque garantem, em que circunstâncias, aumentos reais de salário.

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CRESCIMENTO DO PIB

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Raul Velloso ? Economista: A pergunta crucial é: na avaliação do setor industrial, os investimentos vão se concretizar em um nível capaz de fazer o país crescer 4,5% em 2007 e 5% em 2008?

: A pergunta crucial é: na avaliação do setor industrial, os investimentos vão se concretizar em um nível capaz de fazer o país crescer 4,5% em 2007 e 5% em 2008?

: A pergunta crucial é: na avaliação do setor industrial, os investimentos vão se concretizar em um nível capaz de fazer o país crescer 4,5% em 2007 e 5% em 2008?

: A pergunta crucial é: na avaliação do setor industrial, os investimentos vão se concretizar em um nível capaz de fazer o país crescer 4,5% em 2007 e 5% em 2008?

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Armando Monteiro: Raul Velloso, na minha opinião, 4,5% em 2007, não. Não haverá ainda, um efeito dessas medidas de estímulos de investimento capaz de garantir a consecução dessa meta de crescimento. A partir de 2007, se o plano for bem gerido, os investimentos começarem a acontecer e o governo sinalizar claramente a sua disposição para retomar a agenda de reformas estruturais, aí, sim, será possível pensar em taxa de crescimento superiores a 4%

Raul Velloso, na minha opinião, 4,5% em 2007, não. Não haverá ainda, um efeito dessas medidas de estímulos de investimento capaz de garantir a consecução dessa meta de crescimento. A partir de 2007, se o plano for bem gerido, os investimentos começarem a acontecer e o governo sinalizar claramente a sua disposição para retomar a agenda de reformas estruturais, aí, sim, será possível pensar em taxa de crescimento superiores a 4%

Raul Velloso, na minha opinião, 4,5% em 2007, não. Não haverá ainda, um efeito dessas medidas de estímulos de investimento capaz de garantir a consecução dessa meta de crescimento. A partir de 2007, se o plano for bem gerido, os investimentos começarem a acontecer e o governo sinalizar claramente a sua disposição para retomar a agenda de reformas estruturais, aí, sim, será possível pensar em taxa de crescimento superiores a 4%

Raul Velloso, na minha opinião, 4,5% em 2007, não. Não haverá ainda, um efeito dessas medidas de estímulos de investimento capaz de garantir a consecução dessa meta de crescimento. A partir de 2007, se o plano for bem gerido, os investimentos começarem a acontecer e o governo sinalizar claramente a sua disposição para retomar a agenda de reformas estruturais, aí, sim, será possível pensar em taxa de crescimento superiores a 4%

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QUESTÃO FISCAL

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Paulo Henrique: Bom o sr. destacou em entrevista ainda no Palácio, que o pacote é positivo. Mas alertou ser fundamental o acompanhamento da gestão do plano e o aprofundamento de medidas, especialmente na área fiscal. O governo ainda é conservador na questão fiscal?

Bom o sr. destacou em entrevista ainda no Palácio, que o pacote é positivo. Mas alertou ser fundamental o acompanhamento da gestão do plano e o aprofundamento de medidas, especialmente na área fiscal. O governo ainda é conservador na questão fiscal?

Bom o sr. destacou em entrevista ainda no Palácio, que o pacote é positivo. Mas alertou ser fundamental o acompanhamento da gestão do plano e o aprofundamento de medidas, especialmente na área fiscal. O governo ainda é conservador na questão fiscal?

Bom o sr. destacou em entrevista ainda no Palácio, que o pacote é positivo. Mas alertou ser fundamental o acompanhamento da gestão do plano e o aprofundamento de medidas, especialmente na área fiscal. O governo ainda é conservador na questão fiscal?

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Armando Monteiro: Paulo Henrique, o governo não enfrentou a questão fiscal da forma que seria necessária para promover uma inflexão importante nessa trajetória explosiva de crescimento dos gastos públicos nos últimos anos. Esse, a meu ver, é um ponto frágil do PAC.

: Paulo Henrique, o governo não enfrentou a questão fiscal da forma que seria necessária para promover uma inflexão importante nessa trajetória explosiva de crescimento dos gastos públicos nos últimos anos. Esse, a meu ver, é um ponto frágil do PAC.

: Paulo Henrique, o governo não enfrentou a questão fiscal da forma que seria necessária para promover uma inflexão importante nessa trajetória explosiva de crescimento dos gastos públicos nos últimos anos. Esse, a meu ver, é um ponto frágil do PAC.

: Paulo Henrique, o governo não enfrentou a questão fiscal da forma que seria necessária para promover uma inflexão importante nessa trajetória explosiva de crescimento dos gastos públicos nos últimos anos. Esse, a meu ver, é um ponto frágil do PAC.

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Alexandre Torres: O senhor não acha que o PAC está mais parecendo um programa de uma secretaria de Estado e não de um Governo?

: O senhor não acha que o PAC está mais parecendo um programa de uma secretaria de Estado e não de um Governo?

: O senhor não acha que o PAC está mais parecendo um programa de uma secretaria de Estado e não de um Governo?

: O senhor não acha que o PAC está mais parecendo um programa de uma secretaria de Estado e não de um Governo?

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Armando Monteiro: Alexandre Torres, não, acho até que o PAC precisa, necessariamente ter uma articulação com todos os entes da federação e nesse sentido os governadores se queixaram de que não houve uma apresentação prévia de qual seria participação dos governos, mas devido à sua complexidade, o plano é claramente um plano de governo federal.

: Alexandre Torres, não, acho até que o PAC precisa, necessariamente ter uma articulação com todos os entes da federação e nesse sentido os governadores se queixaram de que não houve uma apresentação prévia de qual seria participação dos governos, mas devido à sua complexidade, o plano é claramente um plano de governo federal.

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E O NORDESTE?

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Marisa Gibson – Diário de Pernambuco: O sr. considera que, em termos de Nordeste, as medidas anunciadas, que podem ser executadas ou não, vão compensar as perdas fiscais previstas pelos governos estaduais, sobretudo no Nordeste onde os estados são visivelmente mais pobres?

: O sr. considera que, em termos de Nordeste, as medidas anunciadas, que podem ser executadas ou não, vão compensar as perdas fiscais previstas pelos governos estaduais, sobretudo no Nordeste onde os estados são visivelmente mais pobres?

: O sr. considera que, em termos de Nordeste, as medidas anunciadas, que podem ser executadas ou não, vão compensar as perdas fiscais previstas pelos governos estaduais, sobretudo no Nordeste onde os estados são visivelmente mais pobres?

: O sr. considera que, em termos de Nordeste, as medidas anunciadas, que podem ser executadas ou não, vão compensar as perdas fiscais previstas pelos governos estaduais, sobretudo no Nordeste onde os estados são visivelmente mais pobres?

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Armando Monteiro: Marisa, na minha avaliação, as perdas não são muito relevantes, porque boa parte das medidas de desoneração está relacionada a contribuições federais, que não são partilhadas com os Estados. Diz respeito a IPI, Cofins, CSLL, consequentemente sobre essa renúncia não há perda para os Estados.

: Marisa, na minha avaliação, as perdas não são muito relevantes, porque boa parte das medidas de desoneração está relacionada a contribuições federais, que não são partilhadas com os Estados. Diz respeito a IPI, Cofins, CSLL, consequentemente sobre essa renúncia não há perda para os Estados.

: Marisa, na minha avaliação, as perdas não são muito relevantes, porque boa parte das medidas de desoneração está relacionada a contribuições federais, que não são partilhadas com os Estados. Diz respeito a IPI, Cofins, CSLL, consequentemente sobre essa renúncia não há perda para os Estados.

: Marisa, na minha avaliação, as perdas não são muito relevantes, porque boa parte das medidas de desoneração está relacionada a contribuições federais, que não são partilhadas com os Estados. Diz respeito a IPI, Cofins, CSLL, consequentemente sobre essa renúncia não há perda para os Estados.

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O NÓ DA PREVIDÊNCIA

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Pedro Dias Leite – Folha de S.Paulo: O senhor classificou o PAC como “episódico” e pediu mudanças na Previdência. O que faltou no programa? Quais seriam as mudanças na Previdência, e qual a chance de isso passar no Congresso e ser sancionado pelo presidente Lula?

: O senhor classificou o PAC como “episódico” e pediu mudanças na Previdência. O que faltou no programa? Quais seriam as mudanças na Previdência, e qual a chance de isso passar no Congresso e ser sancionado pelo presidente Lula?

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Armando Monteiro: Pedro Dias, bom, a Previdência é hoje, isoladamente, o item da despesa de governo de maior peso. Ela consome quase 9% do PIB, portanto, é preciso encarar esse desequilíbrio com medidas que vão além da gestão e é até estranho que o governo, após todo esse tempo, não tenha uma proposta mais estrutural para a Previdência. O PAC anuncia, apenas, a criação de um fórum para debater o tema. Estamos atrasados nessa discussão.

: Pedro Dias, bom, a Previdência é hoje, isoladamente, o item da despesa de governo de maior peso. Ela consome quase 9% do PIB, portanto, é preciso encarar esse desequilíbrio com medidas que vão além da gestão e é até estranho que o governo, após todo esse tempo, não tenha uma proposta mais estrutural para a Previdência. O PAC anuncia, apenas, a criação de um fórum para debater o tema. Estamos atrasados nessa discussão.

: Pedro Dias, bom, a Previdência é hoje, isoladamente, o item da despesa de governo de maior peso. Ela consome quase 9% do PIB, portanto, é preciso encarar esse desequilíbrio com medidas que vão além da gestão e é até estranho que o governo, após todo esse tempo, não tenha uma proposta mais estrutural para a Previdência. O PAC anuncia, apenas, a criação de um fórum para debater o tema. Estamos atrasados nessa discussão.

: Pedro Dias, bom, a Previdência é hoje, isoladamente, o item da despesa de governo de maior peso. Ela consome quase 9% do PIB, portanto, é preciso encarar esse desequilíbrio com medidas que vão além da gestão e é até estranho que o governo, após todo esse tempo, não tenha uma proposta mais estrutural para a Previdência. O PAC anuncia, apenas, a criação de um fórum para debater o tema. Estamos atrasados nessa discussão.

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INFRA-ESTRUTURA BENEFICIADA

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Gabriel Setti: dr. Armando como o senhor avalia os investimentos governamentais na área da logística e infra-estrutura do país?

: dr. Armando como o senhor avalia os investimentos governamentais na área da logística e infra-estrutura do país?

: dr. Armando como o senhor avalia os investimentos governamentais na área da logística e infra-estrutura do país?

: dr. Armando como o senhor avalia os investimentos governamentais na área da logística e infra-estrutura do país?

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Armando Monteiro: Setti, acho que o que está previsto no PAC, se for realizado o que está na parte de logística, contemplando estradas, portos, aeroportos, acho que se efetivamente o governo puder realizar esses investimentos, teremos avançado bastante nessa área, que é estratégica. IN

: Setti, acho que o que está previsto no PAC, se for realizado o que está na parte de logística, contemplando estradas, portos, aeroportos, acho que se efetivamente o governo puder realizar esses investimentos, teremos avançado bastante nessa área, que é estratégica. IN

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INVESTIMENTO E EMPREGOS

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Basílio: dr Armando, o que o movimento sindical dos trabalhadores pode esperar do PAC, se ele é tímido em investimentos industriais. De onde sairão os empregos esperados?

: dr Armando, o que o movimento sindical dos trabalhadores pode esperar do PAC, se ele é tímido em investimentos industriais. De onde sairão os empregos esperados?

: dr Armando, o que o movimento sindical dos trabalhadores pode esperar do PAC, se ele é tímido em investimentos industriais. De onde sairão os empregos esperados?

: dr Armando, o que o movimento sindical dos trabalhadores pode esperar do PAC, se ele é tímido em investimentos industriais. De onde sairão os empregos esperados?

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Armando Monteiro: Basílio, é evidente que os empregos virão em decorrência da elevação dos investimentos. É preciso que o governo faça sua parte e tenho certeza que o setor privado responderá de maneira positiva, inclusive nos investimentos de infra-estrutura, portanto, o setor sindical irá acompanhar o desenvolvimento do programa e terá um papel importante no acompanhamento dessas medidas.

: Basílio, é evidente que os empregos virão em decorrência da elevação dos investimentos. É preciso que o governo faça sua parte e tenho certeza que o setor privado responderá de maneira positiva, inclusive nos investimentos de infra-estrutura, portanto, o setor sindical irá acompanhar o desenvolvimento do programa e terá um papel importante no acompanhamento dessas medidas.

: Basílio, é evidente que os empregos virão em decorrência da elevação dos investimentos. É preciso que o governo faça sua parte e tenho certeza que o setor privado responderá de maneira positiva, inclusive nos investimentos de infra-estrutura, portanto, o setor sindical irá acompanhar o desenvolvimento do programa e terá um papel importante no acompanhamento dessas medidas.

: Basílio, é evidente que os empregos virão em decorrência da elevação dos investimentos. É preciso que o governo faça sua parte e tenho certeza que o setor privado responderá de maneira positiva, inclusive nos investimentos de infra-estrutura, portanto, o setor sindical irá acompanhar o desenvolvimento do programa e terá um papel importante no acompanhamento dessas medidas.

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Ricardo Campos: Dos R$ 504 bilhões previstos pelo PAC, apenas cerca de R$ 67 bilhões são do governo. Os demais são de estatais e da iniciativa privada. Os empresários se sentem estimulados a realizar investimentos no país, especialmente com taxas de juros tão absurdas, aliás, as maiores do mundo?

: Dos R$ 504 bilhões previstos pelo PAC, apenas cerca de R$ 67 bilhões são do governo. Os demais são de estatais e da iniciativa privada. Os empresários se sentem estimulados a realizar investimentos no país, especialmente com taxas de juros tão absurdas, aliás, as maiores do mundo?

: Dos R$ 504 bilhões previstos pelo PAC, apenas cerca de R$ 67 bilhões são do governo. Os demais são de estatais e da iniciativa privada. Os empresários se sentem estimulados a realizar investimentos no país, especialmente com taxas de juros tão absurdas, aliás, as maiores do mundo?

: Dos R$ 504 bilhões previstos pelo PAC, apenas cerca de R$ 67 bilhões são do governo. Os demais são de estatais e da iniciativa privada. Os empresários se sentem estimulados a realizar investimentos no país, especialmente com taxas de juros tão absurdas, aliás, as maiores do mundo?

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Armando Monteiro: Ricardo Campos, os empresários, apesar deste ambiente hostil que ainda existe no país, os empresários têm crença no país e vêm sustentando a taxa de crescimento de investimentos no país. É importante registrar que a taxa de juros que mais influencia nos investimentos é a TJLP, que se encontra num nível razoável: 6,5% ao ano. Portanto, em que pese ainda as dificuldades taxa tributária alta e juros elevados, os empresários confiam em que essas condições vão poder melhorar ao longo do tempo.

: Ricardo Campos, os empresários, apesar deste ambiente hostil que ainda existe no país, os empresários têm crença no país e vêm sustentando a taxa de crescimento de investimentos no país. É importante registrar que a taxa de juros que mais influencia nos investimentos é a TJLP, que se encontra num nível razoável: 6,5% ao ano. Portanto, em que pese ainda as dificuldades taxa tributária alta e juros elevados, os empresários confiam em que essas condições vão poder melhorar ao longo do tempo.

: Ricardo Campos, os empresários, apesar deste ambiente hostil que ainda existe no país, os empresários têm crença no país e vêm sustentando a taxa de crescimento de investimentos no país. É importante registrar que a taxa de juros que mais influencia nos investimentos é a TJLP, que se encontra num nível razoável: 6,5% ao ano. Portanto, em que pese ainda as dificuldades taxa tributária alta e juros elevados, os empresários confiam em que essas condições vão poder melhorar ao longo do tempo.

: Ricardo Campos, os empresários, apesar deste ambiente hostil que ainda existe no país, os empresários têm crença no país e vêm sustentando a taxa de crescimento de investimentos no país. É importante registrar que a taxa de juros que mais influencia nos investimentos é a TJLP, que se encontra num nível razoável: 6,5% ao ano. Portanto, em que pese ainda as dificuldades taxa tributária alta e juros elevados, os empresários confiam em que essas condições vão poder melhorar ao longo do tempo.

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USA: Sr. Armando gostaria de saber o impacto das mudanças no PAR – programa de Arrendamento Residencial, administrado pela CAIXA?

: Sr. Armando gostaria de saber o impacto das mudanças no PAR – programa de Arrendamento Residencial, administrado pela CAIXA?

: Sr. Armando gostaria de saber o impacto das mudanças no PAR – programa de Arrendamento Residencial, administrado pela CAIXA?

: Sr. Armando gostaria de saber o impacto das mudanças no PAR – programa de Arrendamento Residencial, administrado pela CAIXA?

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Armando Monteiro: USA, essa é uma pergunta específica, mas ao que parece, a medida que está contida no PAC vai estimular a possibilidade de converter os programas de arrendamento em programas de compra dos imóveis e, nesse sentido, parece positiva a medida que está contida no PAC.

: USA, essa é uma pergunta específica, mas ao que parece, a medida que está contida no PAC vai estimular a possibilidade de converter os programas de arrendamento em programas de compra dos imóveis e, nesse sentido, parece positiva a medida que está contida no PAC.

: USA, essa é uma pergunta específica, mas ao que parece, a medida que está contida no PAC vai estimular a possibilidade de converter os programas de arrendamento em programas de compra dos imóveis e, nesse sentido, parece positiva a medida que está contida no PAC.

: USA, essa é uma pergunta específica, mas ao que parece, a medida que está contida no PAC vai estimular a possibilidade de converter os programas de arrendamento em programas de compra dos imóveis e, nesse sentido, parece positiva a medida que está contida no PAC.

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AGENDA PARA O CRESCIMENTO

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Almerindo Camilo (BH): O sr acredita que o lançamento do PAC sinaliza, de alguma forma, o perfil do novo ministério de Lula?

: O sr acredita que o lançamento do PAC sinaliza, de alguma forma, o perfil do novo ministério de Lula?

: O sr acredita que o lançamento do PAC sinaliza, de alguma forma, o perfil do novo ministério de Lula?

: O sr acredita que o lançamento do PAC sinaliza, de alguma forma, o perfil do novo ministério de Lula?

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Armando Monteiro: Almerindo, sem dúvida nenhuma, o 2º governo de Lula, inicia com o PAC. Ou seja, um compromisso que vai além da estabilidade, compromisso que está na agenda de crescimento do país.

Almerindo, sem dúvida nenhuma, o 2º governo de Lula, inicia com o PAC. Ou seja, um compromisso que vai além da estabilidade, compromisso que está na agenda de crescimento do país.

Almerindo, sem dúvida nenhuma, o 2º governo de Lula, inicia com o PAC. Ou seja, um compromisso que vai além da estabilidade, compromisso que está na agenda de crescimento do país.

Almerindo, sem dúvida nenhuma, o 2º governo de Lula, inicia com o PAC. Ou seja, um compromisso que vai além da estabilidade, compromisso que está na agenda de crescimento do país.

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Alexandre Torres: A maioria dos Estados não será prejudicada com o PAC?

: A maioria dos Estados não será prejudicada com o PAC?

: A maioria dos Estados não será prejudicada com o PAC?

: A maioria dos Estados não será prejudicada com o PAC?

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Armando Monteiro: Alexandre Torres, acho que todo governante deseja que o país cresça e não pode deixar de considerar o investimento importante, então não podemos ficar julgando intenções, mas devemos cobrar uma agenda para o crescimento e, nesse sentido, o PAC é um bom começo.

: Alexandre Torres, acho que todo governante deseja que o país cresça e não pode deixar de considerar o investimento importante, então não podemos ficar julgando intenções, mas devemos cobrar uma agenda para o crescimento e, nesse sentido, o PAC é um bom começo.

: Alexandre Torres, acho que todo governante deseja que o país cresça e não pode deixar de considerar o investimento importante, então não podemos ficar julgando intenções, mas devemos cobrar uma agenda para o crescimento e, nesse sentido, o PAC é um bom começo.

: Alexandre Torres, acho que todo governante deseja que o país cresça e não pode deixar de considerar o investimento importante, então não podemos ficar julgando intenções, mas devemos cobrar uma agenda para o crescimento e, nesse sentido, o PAC é um bom começo.

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Vicente Nunes, Correio Braziliense: Amanhã, o Comitê de Política Monetária (Copom) definirá a nova taxa básica de juros (Selic). Há uma divisão enorme no mercado em torno do tamanho do corte, se de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual? Qual a sua opinião? Há realmente espaço para o Copom continuar com o mesmo ritmo de redução das reuniões passadas?

: Amanhã, o Comitê de Política Monetária (Copom) definirá a nova taxa básica de juros (Selic). Há uma divisão enorme no mercado em torno do tamanho do corte, se de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual? Qual a sua opinião? Há realmente espaço para o Copom continuar com o mesmo ritmo de redução das reuniões passadas?

: Amanhã, o Comitê de Política Monetária (Copom) definirá a nova taxa básica de juros (Selic). Há uma divisão enorme no mercado em torno do tamanho do corte, se de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual? Qual a sua opinião? Há realmente espaço para o Copom continuar com o mesmo ritmo de redução das reuniões passadas?

: Amanhã, o Comitê de Política Monetária (Copom) definirá a nova taxa básica de juros (Selic). Há uma divisão enorme no mercado em torno do tamanho do corte, se de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual? Qual a sua opinião? Há realmente espaço para o Copom continuar com o mesmo ritmo de redução das reuniões passadas?

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Armando Monteiro: Vicente Nunes, acho que a timidez na área fiscal pode comprometer a sustentabilidade do PAC no futuro.

: Vicente Nunes, acho que a timidez na área fiscal pode comprometer a sustentabilidade do PAC no futuro.

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Januário: Houve uma grande repercussão em toda a mídia a respeito do programa, o senhor acredita que essa repercussão é proporcional ao tamanho do programa?

: Houve uma grande repercussão em toda a mídia a respeito do programa, o senhor acredita que essa repercussão é proporcional ao tamanho do programa?

: Houve uma grande repercussão em toda a mídia a respeito do programa, o senhor acredita que essa repercussão é proporcional ao tamanho do programa?

: Houve uma grande repercussão em toda a mídia a respeito do programa, o senhor acredita que essa repercussão é proporcional ao tamanho do programa?

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Armando Monteiro: Januário, acho q a repercussão é um pouco maior…mas acho que a repercussão é positiva na medida q fica claro que o crescimento é a principal demanda da sociedade brasileira e evidentemente a imprensa tem de traduzir este anseio.

: Januário, acho q a repercussão é um pouco maior…mas acho que a repercussão é positiva na medida q fica claro que o crescimento é a principal demanda da sociedade brasileira e evidentemente a imprensa tem de traduzir este anseio.

: Januário, acho q a repercussão é um pouco maior…mas acho que a repercussão é positiva na medida q fica claro que o crescimento é a principal demanda da sociedade brasileira e evidentemente a imprensa tem de traduzir este anseio.

: Januário, acho q a repercussão é um pouco maior…mas acho que a repercussão é positiva na medida q fica claro que o crescimento é a principal demanda da sociedade brasileira e evidentemente a imprensa tem de traduzir este anseio.

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Marisa Gibson – Diário de Pernambuco: O PAC dependerá também do setor privado. Como o Nordeste poderá ser atraente, se, com a experiência das Parcerias Público Privadas, que não foi adiante, ficou evidente que investir na região era prejuízo certo? A duplicação da BR-101,por exemplo, caso fosse incluída nas PPP não traria nenhum retorno aos investidores, porque os pedágios seriam elevados demais para a região.

: O PAC dependerá também do setor privado. Como o Nordeste poderá ser atraente, se, com a experiência das Parcerias Público Privadas, que não foi adiante, ficou evidente que investir na região era prejuízo certo? A duplicação da BR-101,por exemplo, caso fosse incluída nas PPP não traria nenhum retorno aos investidores, porque os pedágios seriam elevados demais para a região.

: O PAC dependerá também do setor privado. Como o Nordeste poderá ser atraente, se, com a experiência das Parcerias Público Privadas, que não foi adiante, ficou evidente que investir na região era prejuízo certo? A duplicação da BR-101,por exemplo, caso fosse incluída nas PPP não traria nenhum retorno aos investidores, porque os pedágios seriam elevados demais para a região.

: O PAC dependerá também do setor privado. Como o Nordeste poderá ser atraente, se, com a experiência das Parcerias Público Privadas, que não foi adiante, ficou evidente que investir na região era prejuízo certo? A duplicação da BR-101,por exemplo, caso fosse incluída nas PPP não traria nenhum retorno aos investidores, porque os pedágios seriam elevados demais para a região.

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Armando Monteiro: Marisa, PPP não foi adiante ainda no país como um todo, não só no Nordeste. A PPP teve problemas na definição em todo o seu conceito. Foi necessário criar um fundo garantidor, mudar algumas regras de contabilidade pública, agora é que me parece que este instrumento está maduro para ser operacionalizado. É um tipo de modelo muito adaptável às necessidades do Nordeste, Marisa, porque neste instrumento, o governo rentabiliza os projetos, ou seja, garante a rentabilidade dos projetos. Cabe à própria região e suas lideranças uma maior mobilização para q este instrumento seja bem utilizado nessa fase.

: Marisa, PPP não foi adiante ainda no país como um todo, não só no Nordeste. A PPP teve problemas na definição em todo o seu conceito. Foi necessário criar um fundo garantidor, mudar algumas regras de contabilidade pública, agora é que me parece que este instrumento está maduro para ser operacionalizado. É um tipo de modelo muito adaptável às necessidades do Nordeste, Marisa, porque neste instrumento, o governo rentabiliza os projetos, ou seja, garante a rentabilidade dos projetos. Cabe à própria região e suas lideranças uma maior mobilização para q este instrumento seja bem utilizado nessa fase.

: Marisa, PPP não foi adiante ainda no país como um todo, não só no Nordeste. A PPP teve problemas na definição em todo o seu conceito. Foi necessário criar um fundo garantidor, mudar algumas regras de contabilidade pública, agora é que me parece que este instrumento está maduro para ser operacionalizado. É um tipo de modelo muito adaptável às necessidades do Nordeste, Marisa, porque neste instrumento, o governo rentabiliza os projetos, ou seja, garante a rentabilidade dos projetos. Cabe à própria região e suas lideranças uma maior mobilização para q este instrumento seja bem utilizado nessa fase.

: Marisa, PPP não foi adiante ainda no país como um todo, não só no Nordeste. A PPP teve problemas na definição em todo o seu conceito. Foi necessário criar um fundo garantidor, mudar algumas regras de contabilidade pública, agora é que me parece que este instrumento está maduro para ser operacionalizado. É um tipo de modelo muito adaptável às necessidades do Nordeste, Marisa, porque neste instrumento, o governo rentabiliza os projetos, ou seja, garante a rentabilidade dos projetos. Cabe à própria região e suas lideranças uma maior mobilização para q este instrumento seja bem utilizado nessa fase.

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MUDANÇAS NECESSÁRIAS

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Fernando Nakagawa, Gazeta Mercantil: A CNI é uma das entidades que fará parte do Fórum da Previdência… Qual são os tópicos que a CNI faz questão de manter e os que precisam de mudança?

: A CNI é uma das entidades que fará parte do Fórum da Previdência… Qual são os tópicos que a CNI faz questão de manter e os que precisam de mudança?

: A CNI é uma das entidades que fará parte do Fórum da Previdência… Qual são os tópicos que a CNI faz questão de manter e os que precisam de mudança?

: A CNI é uma das entidades que fará parte do Fórum da Previdência… Qual são os tópicos que a CNI faz questão de manter e os que precisam de mudança?

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Armando Monteiro: Fernando, acho que esse debate da Previdência, não pode ser previamente interditado. É como se houvesse temas tabus. A CNI vai para o fórum com a intenção de oferecer propostas viáveis e apoiadas, inclusive, na própria experiência internacional. Por exemplo, questões como idade mínima para aquisição de direitos, a necessidade de criar mecanismos complementares de poupança, um modelo mais calcado na idéias da capitalização…

: Fernando, acho que esse debate da Previdência, não pode ser previamente interditado. É como se houvesse temas tabus. A CNI vai para o fórum com a intenção de oferecer propostas viáveis e apoiadas, inclusive, na própria experiência internacional. Por exemplo, questões como idade mínima para aquisição de direitos, a necessidade de criar mecanismos complementares de poupança, um modelo mais calcado na idéias da capitalização…

: Fernando, acho que esse debate da Previdência, não pode ser previamente interditado. É como se houvesse temas tabus. A CNI vai para o fórum com a intenção de oferecer propostas viáveis e apoiadas, inclusive, na própria experiência internacional. Por exemplo, questões como idade mínima para aquisição de direitos, a necessidade de criar mecanismos complementares de poupança, um modelo mais calcado na idéias da capitalização…

: Fernando, acho que esse debate da Previdência, não pode ser previamente interditado. É como se houvesse temas tabus. A CNI vai para o fórum com a intenção de oferecer propostas viáveis e apoiadas, inclusive, na própria experiência internacional. Por exemplo, questões como idade mínima para aquisição de direitos, a necessidade de criar mecanismos complementares de poupança, um modelo mais calcado na idéias da capitalização…

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Alexandre Torres: O senhor acredita que a classe empresarial brasileira vai investir nesse pacote do Lula? Então, o senhor é ou está ministeriável?

: O senhor acredita que a classe empresarial brasileira vai investir nesse pacote do Lula? Então, o senhor é ou está ministeriável?

: O senhor acredita que a classe empresarial brasileira vai investir nesse pacote do Lula? Então, o senhor é ou está ministeriável?

: O senhor acredita que a classe empresarial brasileira vai investir nesse pacote do Lula? Então, o senhor é ou está ministeriável?

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Armando Monteiro: Alexandre Torres, a classe empresarial não investe em pacotes de governo, mas investe no Brasil. Quanto à questão ministerial, não tenho essa expectativa.

: Alexandre Torres, a classe empresarial não investe em pacotes de governo, mas investe no Brasil. Quanto à questão ministerial, não tenho essa expectativa.

: Alexandre Torres, a classe empresarial não investe em pacotes de governo, mas investe no Brasil. Quanto à questão ministerial, não tenho essa expectativa.

: Alexandre Torres, a classe empresarial não investe em pacotes de governo, mas investe no Brasil. Quanto à questão ministerial, não tenho essa expectativa.

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CNI ACOMPANHARÁ PAC

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Lívia Veiga-Rádio CBN: Assim como os governadores, que vão se reunir para fazer propostas para aperfeiçoamento do PAC, o setor industrial planeja fazer algo parecido?

: Assim como os governadores, que vão se reunir para fazer propostas para aperfeiçoamento do PAC, o setor industrial planeja fazer algo parecido?

: Assim como os governadores, que vão se reunir para fazer propostas para aperfeiçoamento do PAC, o setor industrial planeja fazer algo parecido?

: Assim como os governadores, que vão se reunir para fazer propostas para aperfeiçoamento do PAC, o setor industrial planeja fazer algo parecido?

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Armando Monteiro: Lígia Veiga, claro! Já convocamos uma reunião para a próxima semana do Fórum Nacional da Indústria para avaliar o PAC e criar mecanismo de acompanhamento do programa, inclusive na esfera legislativa.

: Lígia Veiga, claro! Já convocamos uma reunião para a próxima semana do Fórum Nacional da Indústria para avaliar o PAC e criar mecanismo de acompanhamento do programa, inclusive na esfera legislativa.

: Lígia Veiga, claro! Já convocamos uma reunião para a próxima semana do Fórum Nacional da Indústria para avaliar o PAC e criar mecanismo de acompanhamento do programa, inclusive na esfera legislativa.

: Lígia Veiga, claro! Já convocamos uma reunião para a próxima semana do Fórum Nacional da Indústria para avaliar o PAC e criar mecanismo de acompanhamento do programa, inclusive na esfera legislativa.

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Fernando Nakagawa, Gazeta Mercantil: O senhor avalia que esse Fórum vai acabar gerando uma reforma ampla da Previdência? E a necessidade de mudanças da legislação trabalhista, passa a ganhar ainda mais importância?

: O senhor avalia que esse Fórum vai acabar gerando uma reforma ampla da Previdência? E a necessidade de mudanças da legislação trabalhista, passa a ganhar ainda mais importância?

: O senhor avalia que esse Fórum vai acabar gerando uma reforma ampla da Previdência? E a necessidade de mudanças da legislação trabalhista, passa a ganhar ainda mais importância?

: O senhor avalia que esse Fórum vai acabar gerando uma reforma ampla da Previdência? E a necessidade de mudanças da legislação trabalhista, passa a ganhar ainda mais importância?

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Armando Monteiro: Fernando, a minha expectativa é que o Fórum da Previdência possa, num prazo curto, oferecer à sociedade, um conjunto de indicações concretas. Quanto à reforma trabalhista é, na minha avaliação, urgente, não há, infelizmente, não ainda qualquer sinal de discussão da reforma. A reforma trabalhista está completamente fora da agenda, por enquanto.

: Fernando, a minha expectativa é que o Fórum da Previdência possa, num prazo curto, oferecer à sociedade, um conjunto de indicações concretas. Quanto à reforma trabalhista é, na minha avaliação, urgente, não há, infelizmente, não ainda qualquer sinal de discussão da reforma. A reforma trabalhista está completamente fora da agenda, por enquanto.

: Fernando, a minha expectativa é que o Fórum da Previdência possa, num prazo curto, oferecer à sociedade, um conjunto de indicações concretas. Quanto à reforma trabalhista é, na minha avaliação, urgente, não há, infelizmente, não ainda qualquer sinal de discussão da reforma. A reforma trabalhista está completamente fora da agenda, por enquanto.

: Fernando, a minha expectativa é que o Fórum da Previdência possa, num prazo curto, oferecer à sociedade, um conjunto de indicações concretas. Quanto à reforma trabalhista é, na minha avaliação, urgente, não há, infelizmente, não ainda qualquer sinal de discussão da reforma. A reforma trabalhista está completamente fora da agenda, por enquanto.

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Vicente Nunes-Correio Braziliense: Na sua opinião, o que terá mais impacto na economia neste ano, o PAC ou a continuidade do corte das taxas de juros? Por quê?

: Na sua opinião, o que terá mais impacto na economia neste ano, o PAC ou a continuidade do corte das taxas de juros? Por quê?

: Na sua opinião, o que terá mais impacto na economia neste ano, o PAC ou a continuidade do corte das taxas de juros? Por quê?

: Na sua opinião, o que terá mais impacto na economia neste ano, o PAC ou a continuidade do corte das taxas de juros? Por quê?

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Armando Monteiro: Vicente, veja, acho q são duas vertentes importante: acho fundamental a continuidade da trajetória de queda da Selic, porque para os agentes econômicos, para pequenos e médios empresários, a taxa de juros é um termômetros fundamental para estimular os investimentos. Se a taxa de juros está caindo é que o empresário analisa como está o clima do mercado.

: Vicente, veja, acho q são duas vertentes importante: acho fundamental a continuidade da trajetória de queda da Selic, porque para os agentes econômicos, para pequenos e médios empresários, a taxa de juros é um termômetros fundamental para estimular os investimentos. Se a taxa de juros está caindo é que o empresário analisa como está o clima do mercado.

: Vicente, veja, acho q são duas vertentes importante: acho fundamental a continuidade da trajetória de queda da Selic, porque para os agentes econômicos, para pequenos e médios empresários, a taxa de juros é um termômetros fundamental para estimular os investimentos. Se a taxa de juros está caindo é que o empresário analisa como está o clima do mercado.

: Vicente, veja, acho q são duas vertentes importante: acho fundamental a continuidade da trajetória de queda da Selic, porque para os agentes econômicos, para pequenos e médios empresários, a taxa de juros é um termômetros fundamental para estimular os investimentos. Se a taxa de juros está caindo é que o empresário analisa como está o clima do mercado.

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Paulo de Tarso Lyra-Valor Econômico: Economistas reclamam que o governo fez desonerações pontuais, beneficiando setores específicos da economia. Quais outros setores poderiam ser desonerados para assegurar um crescimento sustentável da economia?

: Economistas reclamam que o governo fez desonerações pontuais, beneficiando setores específicos da economia. Quais outros setores poderiam ser desonerados para assegurar um crescimento sustentável da economia?

: Economistas reclamam que o governo fez desonerações pontuais, beneficiando setores específicos da economia. Quais outros setores poderiam ser desonerados para assegurar um crescimento sustentável da economia?

: Economistas reclamam que o governo fez desonerações pontuais, beneficiando setores específicos da economia. Quais outros setores poderiam ser desonerados para assegurar um crescimento sustentável da economia?

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Armando Monteiro: Paulo de Tarso, na minha avaliação, essas desonerações, ainda que sejam pontuais, elas têm uma lógica, que é a lógica de desonerar bens de capital, beneficiando, de maneira horizontal, vários setores.

, na minha avaliação, essas desonerações, ainda que sejam pontuais, elas têm uma lógica, que é a lógica de desonerar bens de capital, beneficiando, de maneira horizontal, vários setores.

, na minha avaliação, essas desonerações, ainda que sejam pontuais, elas têm uma lógica, que é a lógica de desonerar bens de capital, beneficiando, de maneira horizontal, vários setores.

, na minha avaliação, essas desonerações, ainda que sejam pontuais, elas têm uma lógica, que é a lógica de desonerar bens de capital, beneficiando, de maneira horizontal, vários setores.

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Lec: o Pac visa de alguma forma diminuir a superpopulação da cidade de SP? Porque se tiver mais chances em outras regiões `puxa` os trabalhadores para essas áreas

: o Pac visa de alguma forma diminuir a superpopulação da cidade de SP? Porque se tiver mais chances em outras regiões `puxa` os trabalhadores para essas áreas

: o Pac visa de alguma forma diminuir a superpopulação da cidade de SP? Porque se tiver mais chances em outras regiões `puxa` os trabalhadores para essas áreas

: o Pac visa de alguma forma diminuir a superpopulação da cidade de SP? Porque se tiver mais chances em outras regiões `puxa` os trabalhadores para essas áreas

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Armando Monteiro: Lec, o PAC resgata um pouco a idéia de que o desenvolvimento tem q ter uma dimensão regional e espacial. Quanto mais se desconcentre os investimentos, tanto melhor para não sobrecarregar algumas regiões de maior densidade populacional, q é o caso de SP. O PAC, Lec, procura dar a idéia que os investimentos em infra-estrutura precisam desenvolver no país para estimular novos pólos de desenvolvimento, interessando, principalmente a SP, porque reduz o fluxo migratório interno e

: Lec, o PAC resgata um pouco a idéia de que o desenvolvimento tem q ter uma dimensão regional e espacial. Quanto mais se desconcentre os investimentos, tanto melhor para não sobrecarregar algumas regiões de maior densidade populacional, q é o caso de SP. O PAC, Lec, procura dar a idéia que os investimentos em infra-estrutura precisam desenvolver no país para estimular novos pólos de desenvolvimento, interessando, principalmente a SP, porque reduz o fluxo migratório interno e

: Lec, o PAC resgata um pouco a idéia de que o desenvolvimento tem q ter uma dimensão regional e espacial. Quanto mais se desconcentre os investimentos, tanto melhor para não sobrecarregar algumas regiões de maior densidade populacional, q é o caso de SP. O PAC, Lec, procura dar a idéia que os investimentos em infra-estrutura precisam desenvolver no país para estimular novos pólos de desenvolvimento, interessando, principalmente a SP, porque reduz o fluxo migratório interno e

: Lec, o PAC resgata um pouco a idéia de que o desenvolvimento tem q ter uma dimensão regional e espacial. Quanto mais se desconcentre os investimentos, tanto melhor para não sobrecarregar algumas regiões de maior densidade populacional, q é o caso de SP. O PAC, Lec, procura dar a idéia que os investimentos em infra-estrutura precisam desenvolver no país para estimular novos pólos de desenvolvimento, interessando, principalmente a SP, porque reduz o fluxo migratório interno e

amplia o mercado para a indústria paulista.

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CNI MANTÉM PREVISÕES

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Vicente Nunes-Correio Braziliense: Há a possibilidade de a CNI revisar para cima as projeções de crescimento da indústria e do PIB neste ano por conta do PAC? Por quê?

: Há a possibilidade de a CNI revisar para cima as projeções de crescimento da indústria e do PIB neste ano por conta do PAC? Por quê?

: Há a possibilidade de a CNI revisar para cima as projeções de crescimento da indústria e do PIB neste ano por conta do PAC? Por quê?

: Há a possibilidade de a CNI revisar para cima as projeções de crescimento da indústria e do PIB neste ano por conta do PAC? Por quê?

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Armando Monteiro: Vicente, por enquanto não há nenhum elemento ainda q nos aconselhe a fazer essa revisão. A previsão da CNI continua sendo de 3,5%.

: Vicente, por enquanto não há nenhum elemento ainda q nos aconselhe a fazer essa revisão. A previsão da CNI continua sendo de 3,5%.

: Vicente, por enquanto não há nenhum elemento ainda q nos aconselhe a fazer essa revisão. A previsão da CNI continua sendo de 3,5%.

: Vicente, por enquanto não há nenhum elemento ainda q nos aconselhe a fazer essa revisão. A previsão da CNI continua sendo de 3,5%.

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Alexandre Torres: O senhor acredita que o governo consiga alcançar as metas traçadas no PAC, sem dinheiro novo?

: O senhor acredita que o governo consiga alcançar as metas traçadas no PAC, sem dinheiro novo?

: O senhor acredita que o governo consiga alcançar as metas traçadas no PAC, sem dinheiro novo?

: O senhor acredita que o governo consiga alcançar as metas traçadas no PAC, sem dinheiro novo?

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Armando Monteiro: Alexandre Torres, esse é um ponto importante, o PAC é um programa de aceleração de crescimento q está baseado na elevação da taxa de investimento, então se não houver fontes novas de investimento, o país continuará a crescer no ritmo anterior, este é o ponto crucial, ampliar as fontes de investimento.

: Alexandre Torres, esse é um ponto importante, o PAC é um programa de aceleração de crescimento q está baseado na elevação da taxa de investimento, então se não houver fontes novas de investimento, o país continuará a crescer no ritmo anterior, este é o ponto crucial, ampliar as fontes de investimento.

: Alexandre Torres, esse é um ponto importante, o PAC é um programa de aceleração de crescimento q está baseado na elevação da taxa de investimento, então se não houver fontes novas de investimento, o país continuará a crescer no ritmo anterior, este é o ponto crucial, ampliar as fontes de investimento.

: Alexandre Torres, esse é um ponto importante, o PAC é um programa de aceleração de crescimento q está baseado na elevação da taxa de investimento, então se não houver fontes novas de investimento, o país continuará a crescer no ritmo anterior, este é o ponto crucial, ampliar as fontes de investimento.

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Luciana Otoni Santafé: Sr. Armando, o que o senhor espera da reunião do Copom desta semana?

: Sr. Armando, o que o senhor espera da reunião do Copom desta semana?

: Sr. Armando, o que o senhor espera da reunião do Copom desta semana?

: Sr. Armando, o que o senhor espera da reunião do Copom desta semana?

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Armando Monteiro: Luciana, espero q a tx possa cair, no mínimo 0,5%.

: Luciana, espero q a tx possa cair, no mínimo 0,5%.

: Luciana, espero q a tx possa cair, no mínimo 0,5%.

: Luciana, espero q a tx possa cair, no mínimo 0,5%.

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Rodrigo Ledo iG: Deputado, o senhor acha que faltaram estímulos a setores combalidos como o calçadista, o moveleiro e o têxtil (que geram muitos empregos)? O senhor acha que o governo está deixando tais setores ao Deus-dará (pelo dólar baixo) ou eles têm que se adaptar a novas condições de competitividade?

: Deputado, o senhor acha que faltaram estímulos a setores combalidos como o calçadista, o moveleiro e o têxtil (que geram muitos empregos)? O senhor acha que o governo está deixando tais setores ao Deus-dará (pelo dólar baixo) ou eles têm que se adaptar a novas condições de competitividade?

: Deputado, o senhor acha que faltaram estímulos a setores combalidos como o calçadista, o moveleiro e o têxtil (que geram muitos empregos)? O senhor acha que o governo está deixando tais setores ao Deus-dará (pelo dólar baixo) ou eles têm que se adaptar a novas condições de competitividade?

: Deputado, o senhor acha que faltaram estímulos a setores combalidos como o calçadista, o moveleiro e o têxtil (que geram muitos empregos)? O senhor acha que o governo está deixando tais setores ao Deus-dará (pelo dólar baixo) ou eles têm que se adaptar a novas condições de competitividade?

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Armando Monteiro: Rodrigo Ledo, acho q esses setores precisam ser urgentemente contemplados e não há no PAC qualquer indicação de apoio a esses setores, q são, inclusive, os setores mais intensivos em mão de obra e q hoje estão gravemente afetados por essa taxa de câmbio irrealista.

: Rodrigo Ledo, acho q esses setores precisam ser urgentemente contemplados e não há no PAC qualquer indicação de apoio a esses setores, q são, inclusive, os setores mais intensivos em mão de obra e q hoje estão gravemente afetados por essa taxa de câmbio irrealista.

: Rodrigo Ledo, acho q esses setores precisam ser urgentemente contemplados e não há no PAC qualquer indicação de apoio a esses setores, q são, inclusive, os setores mais intensivos em mão de obra e q hoje estão gravemente afetados por essa taxa de câmbio irrealista.

: Rodrigo Ledo, acho q esses setores precisam ser urgentemente contemplados e não há no PAC qualquer indicação de apoio a esses setores, q são, inclusive, os setores mais intensivos em mão de obra e q hoje estão gravemente afetados por essa taxa de câmbio irrealista.

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  • o que o pac tem como meta para os municipios?

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).