Avião da American Airlines se parte ao meio em pouso

dez 23, 2009 by     24 Comentários    Postado em: Economia

american airlines

Um avião da empresa American Airlines se partiu em três pedaços quando pousou na Jamaica, segundo informações das agências internacionais.

O avião decolou de Miami, e segundo autoridades locais, os dois motores quebraram durante a decolagem, em Kingston, na Jamaica. O avião se partiu em dois lugares diferentes.

A segurança dos vôos desta empresa já foi tema deste blog, quando eu tentava voltar dos Estados Unidos, e me neguei a entrar no vôo depois de duas panes seguidas, e do piloto confessar que ia viajar com o avião danificado.

A American Airlines é na verdade um lixo de companhia, que desrespeita completamento os consumidores e também não tem o mínimo de zelo em relação à segurança da aeronave. Sem contar que costuma colocar aviões velhos e ultrapassados para viajar para a América Latina. O que vai de Recife para Miami é uma aeronave pré-histórica e inadequada para vôos internacionais.

A empresa já está colocando a culpa na chuva, como se avião fosse feito de açúcar para se dissolver quando pousa. Por sorte, muita sorte, ninguém morreu no acidente, que passa dos 90 feridos. O avião ficou parecido com o que caiu na ilha de Lost.

Na dúvida, não vá de American Airlines. Você será tratado mal, e não é preciso ser expert para saber que não é seguro voar pela empresa.

Veja aqui e aqui como foi minha viagem no pau de arara voador da American Airlines.

24 Comentários + Add Comentário

  • kkkkkkkkkkkkk Mas não é que, assistindo ao JORNAL NACIONAL ,lembrei logo de Pierre…. kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Foi a praga que PRL jogou na AA,mar.Oh vida,oh azar…

      • kkkkkkkkkkkkk

  • Partiu-se ao “meio”??? Depois falam do deputado Izaltino.

    • O deputado sialorreico?

  • Realmente, A American Airlines é um lixo, fiz Recife-Miami-NY por ela. Todos os aviões péssimos! E a aeromoça do voo Recife-Miami foi a pessoa mais grossa que vi nessa viagem. E era brasileira.

    • Esse não sou eu

  • Uma questão interessante sobre área de escapes de aeroporto: Se esse acidente ocorresse em Congonhas, novamente teríamos acidentes fatais. Aviões vez por outras saem das pistas, independente de serem da AA ou não. É fundamental ter uma área de escape. O que salvou esses passageiros foi o fato de ter sido o aeroporto de Kinsigton, Jamaica.

  • Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Menos, meu caro Pierre.

    Uma coisa é uma coisa.

    Pierre, concordo contigo que a companhia American Airlines é uma das piores, com aeronaves velhas voando pelo mundo. Só não faliu por conta de um aporte financeiro governamental logo após o 11 de setembro. Precisamos também conhecer, entretanto, como funciona a questão das rotas que as cias fazem. A rota Recife – Miami, pode ter certeza, deve ser uma das últimas da lista da AA em relacão ‘a qualidade do servico e equipamento. Ou seja, a nossa famosa rota para a terra do tio Sam é a merreca da merreca para a empresa. Isso é um postura “estratégica natural” de qualquer grande cia aérea. Basta fazer uma análise mínima, fazendo uma relação rota-equipamento em qualquer cia brasileira, por exemplo. Enfim, mas tudo isso nao justifica nada do lixo de servico.

    Outra coisa é outra coisa.

    Neste caso do acidente da Jamaica, as condições para pouso eram críticas. Chovia muito e as condições de visibilidade eram mínimas. A aeronave em questão era um Boeing 737-800. É uma versão relativamente nova das aeronaves 737 (inclusive elas formam a grande parte da frota da GOL). As razões do acidente ainda não foram apuradas. Enfim, seu desapontamento com aquele “fatídico” dia da pane do avião em MIA marcou e marcará sempre a tua percepção (negativa) sobre a companhia. O tratamento que a voce e outros passageiros foi dado não é uma “qualidade”única da AA nesses casos de “falha” do servico. A maioria é assim.

    Não querendo defender a AA, mas é necessário relativizar alguns comentários.

    Abraço.

  • Meu caro Pierre,

    Realmente você está certíssimo. Não sei se já te falei, mas peguei um vôo Miami – Washington e quase vi o avião entrar com tudo no rio que fica ao lado do aeroporto e corta a cidade. Deu pra reparar que o avião era uma carcaça logo quando entrava nele pelo finger de acesso. A aeronave desceu com tudo, balançou pros lados compulsivamente e, finalmente parou. Quase que a asa direita batia no chão e, se isso ocorresse, possivelmente um acidente fatal ocorreria. Quando o avião parou e como bom brasileiro, falei bem alto: “God bless American”. A aeromoça protamente falou no rádio interno: “After that, I don’t have any comments.” Claro, né? Depois de uma dessas ela só podia ficar calada. Eu, felizmente, sobrevivi. Quanto à AA, espero que venha a falir em breve.

  • Estou nos EUA há 2 semanas visitando meu iao que mora aqui. Vim pela Delta via Guarulhos e o serviço foi ótimo com exceção de um funcionário brasileiro do check in. A aeronave, um Boeing 767, me pareceu bem mais antiga do que o Airbus A320 da TAM.no voo REC-GRU, porém aceitável d as poltronas eram confortáveis. O pouso foi meio complicado, balancou um pouco mas deu tudo certo. Já vi que de AA nunca voarei.

    • Faça isso não Danilo! hehehe Feliz Natal véi!

      • Xará,muda teu nome, que antiguidade é posto

  • Pierre, concordo em parte contigo mas os comentários do André são oportunos. Se outra companhia oferecer vôos direto para os EUA e por valores semelhantes, a AA seria expurgada pela seleção natural do Mercado.

  • Parece piada, mas fui uma das passageiras do voo MIA-REC de Pierre…tb entrei no PROCON contra os maus tratos que nos foi oferecido, entre qualidade de avião e tratamento pessoal e me lembro que na audiencia um dos representantes da AA nos disse que isso nunca acontecia, teria sido um fato pontual e que a maior prova da qualidade da empresa é que ela nunca havia sido protagonista de um acidente aéreo…e agora, eis minha resposta. Espero que este não seja o primeiro de vários que há por vir, pois se depender da qualidade desta empresa e de alguns de seus aviões…Deus nos livre!!!!

  • Viajar para Miami é luxo para pequena burguesia, para elite preconceituosa, ninguém desfavorecido economicamente pode viajar ao exterior. O povo vive na m*, diria São Lula.

    Viva Marx, viva Engels, Gramsci no poder!!!

    (claro que é brincadeira, para ninguém esquecer de como no Brasil as defesas estão sendo feitas. Pierre, parabéns por sua “cruzada” contra esse tipo de desrespeito pela vida humana).

    • kkkkkkkkkkkk

  • Esses voos da AA são ruins por descuido da empresa. A questão dos aviões em si deve ser vista cuidadosamente.

    Os 767-300 e os 757-200 que eles usam (AA, Delta, United) não estão necessariamente ultrapassados. São aviões até recentes.

    As questões fundamentais são de configuração interna e densidade, por um lado, e manutenção, por outro.

  • Pego poucos voos da AA aqui nos EUA mas já peguei alguns bons e alguns ruins… Esses dias mesmo viajei de Miami para Atlanta para visitar minha prima o voo foi otimo a aeronave era meia idade mas tinha bom espaço para as pernas e a tripulação fez de tudo para o voo sair mais cedo. Otimo voo mas já peguei ruins tambem. Assim como já voei mau em outras companhias em diversos lugares. Varig, Tam, KLM, Gol, Luft, Delta, United, seja qual for a companhia depende muito da tripulação.

  • Sem comentários, se a rota Recife/Miami é uma das últimas na relação de receita da AA, então tira essa bosta daqui e abre licitação pra outra cia como a propria TAM!!!
    Não faço questão se tiver que ir novamente para os EUA, vou pra SP, RJ, etc. qualquer outro lugar que não tenha que pegar mais uma vez essa lata velha!
    Não quero jogar praga, mas pelo estado dos 8 avioões dessa companhia que voei, dos quais metade deu problema e a outra metade fazia manutenção corretiva na pista, esperem que infelizmente novas e péssimas notícias viram por ai!!!
    Já peguei Delta pros Estados Unidos e não tive nenhum problema nem tecnico nem de atendimento do pessoal da empresa!!!

  • A Rodotur (193 – Conjunto Praia do Janga) não tem destes problemas, a “aeromoça” (cobrador) trata o cliente mui respeitosamente (bora, passa logo!), as aeronaves são super confortaveis (ônibus que quando muito tem a oferecer de luxo são radios tocando só poluição sonora) os pilotos então… deixa pra lá.

    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Esse blog é uma resenha! kkkkkkkkkkkkkkkk

  • É mesmo uma pena que a American Airlines ainda tenha esse vôo bizarro Recife-Miami. Não vou nem a pau nele!

    Viajei de Delta, na época do “finado” vôo Recife-Atlanta e era outra coisa. A Delta é show. Fui para Los Angeles, conexão no horário, ótimo serviço de bordo, muitos filmes…

    Enfim, o vôo da Delta acabou e o da American ficou…

    Uma pena.

  • Tomei conhecimento por e-mail, com justas críticas a Companhia American Airlines.
    Fiz uma viagem Recife/Miami/Recife vôo 983, no mês de dezembro. No regresso Miami/Recife, o vôo que estava programado para às 21:20, decolou às 23:00 horas, após grande tumulto no portão de embarque, em virtude de overbook.
    Ofereceram na oportunidade, U$ 800,00 (oitocentos dólares) de voucher para quem desistisse do vôo.
    A aeronave 747 não tem condições para vôo internacional, de acordo com opinião da própria tripulação, portanto a American Airline jamais.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).