Cheguei, apesar da “organização” American Airlines

nov 4, 2009 by     28 Comentários    Postado em: Economia

DCF 1.0
A “organização” precisa voar

Nada retrata mais fielmente o que aconteceu no Vôo 980 da American Airlines, do domingo para a segunda, do que a reportagem de Luce Pereira para o Diário de Pernambuco. Já escrevi domingo e ontem sobre o vôo infernal da “organização” American Airlines.

A American Airlines não pode ser chamada de empresa. Aquilo é uma organização maléfica, que não tem limites para ganhar dinheiro, que coloca em risco a vida das pessoas apenas para deixar o avião no ar.

Durante o tempo que passei no aeroporto de Miami, com outras pessoas que também se recusaram a viajar, depois do comandante confessar que o avião estava danificado (ainda vou colocar o vídeo aqui), descobri vários relatos bizarros em relação a esta empresa.

O Diário de Pernambuco falou de uma família, mas outros casos absurdos também aconteceram, como o de um casal que estava indo, e o avião teve que fazer um pouso de emergência em Porto Rico, depois de jogar combustível no mar.

Durante todo o tempo, a pressão psicológica foi absurda com as pessoas, e principalmente com a maioria que não falava inglês, obrigando-as a entrar no macabro avião.

Aqueles que tiveram o mínimo de juízo, e também a consciência de que poderiam recorrer dos seus direitos aqui no Brasil, se negaram a entrar no avião danificado (segundo o piloto), mesmo aguentando o tratamento de cachorro oferecido por esta “organização”. Chamo de “organização” porque aquilo não pode ser chamado de empresa. A “organização” dá-se a interpretação que quiser.

No meu caso particular, me mandaram para São Paulo, depois de escala em Houston e Dallas (do outro lado dos EUA), e se negaram a pagar o bilhete de São Paulo para Recife, mesmo depois de ter enfrentado uma viagem de 50 horas.

Chegando em São Paulo, a atendente da empresa estava ligando para a Tam para emitir um bilhete para mim, depois de perceber a absurda situação, mas recebeu ordens da supervisora de não pagar, pois era uma deliberação da “organização”.

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Passageiros foram hoje de manhã tentar recuperar a
bagagem em Recife, no aeroporto, no balcão da “organização”

De volta a Recife, em pleno horário comercial, a filial da “organização” estava fechada. O representante da Infraero disse que 36 volumes de bagagens estavam retidos pela empresa, apenas em Recife, fora Salvador, em função do vôo no pau de arara disponibilizado pela empresa para os vôos a Recife.

Ainda hoje conseguirei pegar o vídeo com a confissão do piloto da “organização” American Airlines, e colocar aqui no blog.

Já dei queixa formal na Anac, e até a semana que vem estarei dando entrada em uma ação judicial contra esta empresa. A pergunta que deve ser feita é: você viajaria em um vôo, depois do avião ter dado pane elétrica geral na hora da decolagem? Você viajaria, depois de outra pane seguida, na volta da ponte de embarque?

Veja a matéria do Diário de Pernambuco, que retrata com precisão todo o acontecimento. O Diário ainda colocou uma matéria de uma família também prejudicada.

28 Comentários + Add Comentário

  • O meu sobrinho chegou com U$ 2,00 no bolso, mas sorte que o mesmo tem cartâo de crédito e pôde custear as despesas. O grupo de nordestinos que ficou em Miami foi muito solidário uns com uns outros e graças a Deus tinha uma agente de viagem que conduziu e orientou a todos com muita descrição e segurança. Quero aqui parabeniza-la pelo cuidado que teve com o meu sobrinho e com o grupo, traduzindo, negociando tarifa de hotel para o grupo, pois como você mesmo disse PIERRE, essa “organizaçâo” tem que ser punida. Também iremos a ANAC fazer uma denúncia e entrar na justiça. Pierre nâo deixe esse assunto morrer.Obrigado!

  • Que bom que chegastes são e salvo em Recife!

    Quanto a tuas perguntas:

    1. “Você viajaria em um vôo, depois do avião ter dado pane elétrica geral na hora da decolagem?”

    Muito provavelmente, NÃO!

    2. “Você viajaria, depois de outra pane seguida, na volta da ponte de embarque?”

    Decididamente, NÃO!!!

  • Parabéns aos jornalistas Pierre Lucena (BLOG ACERTO DE CONTAS) e a fantástica Luce Pereira (DIÁRIO DE PERNAMBUCO) que com coragem e sem sensacionalismo estâo informando de fato a populaçâo de como a AMERICAN AIRLINES trata os passageiros nordestinos desde que esse voo foi implantado a um ano. A minha sobrinha chegou agora a pouco em Salvador e nos relatou exatamente o que os jornalistas já haviam divulgado.Lamentável, nós nâo precisamos passar por isso, pois enquanto essa “organização” continuar tratando os passageiros dessa forma prefiro viajar via Rio de Janeiro ou Sâo Paulo.

  • Prêmio Nelsinho Piquet neles, categoria: organização de abrangencia mundial.

    Espero que nao acabe em pizza com as coisas no senado!

    Boa Sorte!

  • Porra, agora tô com muito medo de viajar, até pq tem um casal que deu merda na ida e merda na volta.

    E olhe que aqui nós temos até um bom fluxo, não precisa ser um lixo de aeronave… Nessas ocasiões eu queria que o filho de um acionista morresse porque o avião dele tá sem manutenção… Mas esses fdps usam sempre seus jatos particulares..

    De qualquer forma vou pressionar a agência pra me arrumar outro avião, vou dizer que se sair mais uma notícia eu não viajo de AA…

  • Meu caro Pierre,

    Que azar o da American Airlines de ter no famigerado vôo duas pessoas competentes e articuladas, você e Luce, que puderam trazer para todos nós a “qualidade”do atendimento daquela empresa. Imaginem as desgraceiras que já fizeram antes e que não vieram à tona, exatamente porque na relação dos passageiros não constavam pessoas tão articuladas como vocês.
    Meus parabens pelo trabalho de divulgação que vocês fizeram.

    Luiz Helvecio

  • Oportunidade de negócio para Tam. Porém acho difícil ela aproveitar.

  • Ranking das piores e melhores companhia aéreas dos E.U.A.: http://information.travel.aol.com/news-and-tips/best-and-worst-airlines

    A American Airlines é a 4ª pior na terra do Tio Sam.

    • Eu fico imaginando como deve ser a 1a., Marcos…

      • Nos E.U.A. viajar de avião é muito mais comum que aqui. A classe média deles, também, é bem maior que aqui. O serviço se massificou e, com a concorrência, o serviço caiu de qualidade para oferecer passagens cada vez mais baratas. Em 1998 eu tive um susto ao ver as aeromoças vendendo bebidas alcoólicas à bordo e dando troco. Pareceu-me um bar voador! Eu estava acostumado ao serviço das companhias brasileiras. Tinhamos poucas companhias aéreas e o serviço ainda era um tanto elitizado. A Transbrasil e a Vasp tinham bons padrões de qualidade e sofisticação. A Varig – Cruzeiro, na época, era um primor.

        Mas é isso, capitalismo tem de ser contido e regrado pelo Estado de Direito e a comunidade. Se não, só acumula. A sociedade que se exploda.

        No caso de um problema como o de Pierre, alguém sabe a que organismo ou oficial AMERICANO reclamar? Deve ter alguém.

        • Nos EUA e Europa também.

          Quanto ao bar “voador”, nem vejo problemas (nunca tomei bebidas alcoólicas em aeronaves), pois é o preço (ou um dos) do barateamento das passagens aéreas. Só não vale economizar na qualidade e segurança!

          Não acho que o capitalismo deve ser contido, mas regras há de se ter.

  • Pierre,

    Essa encrenca em que te colocaram realmente é de arrepiar.

    Como você já disse, formalizou queixa a Anac, e entrará na justiça contra a American. Sugiro que, dentro do possível, você pudesse colocar em um tópico a parte toda a cronologia deste incidente, para que todos nós, cidadãos comuns, na eventualidade de enfrentarmos uma situação como esta, não “deixar por isto mesmo”.

    Tempos atrás tive um enrosco com a “Gradiente”, que nem se proxima do que você passou com a American, mas, mesmo assim, o publiquei na internet em: http://naocompregradiente.zip.net

    Abs,

    Caio

  • Prezado Pierre:

    Parabenizo-lhe pela descricao da REAL SITUACAO do triste incidente que tivemos em no Voo AA 980 em MIAMI (tambem estavamos naquele voo). Nao embarcamos e tivemos que ir ao Rio e depois para Salvador, por nossa conta.
    Mas chegamos em paz, apesar de ainda nao termos nossas bagagens em maos. Outra enrola da “organizacao”.

  • Prezado Pierre,

    Infelizmente eu também fui vítima, juntamente com minha mãe e mais 6 amigas, do latente desrespeito e da falta de profissionalismo cometida pela empresa AA no último domingo. Ate agora não consigo aceitar a forma como fomos tratados e desprezados. Conseguimos chegar no Brasil via São Paulo e tivemos que pagar nossa hospedagem em MIAMI e a passagem São Paulo / Salvador. Graças a Deus fizemos um excelente vôo de volta, mas as mazelas daquele incidente somente serão eivadas após serem tomadas sérias providências em relação e esta empresa, se é que podemos chamá-la assim. Gostaria muito de ter acesso aos vídeos, como faço?.
    Atenciosamente,
    Lorena Amorim

  • Escapei deste voo gracas a uma desorganizaçao ainda maior! Fui avisa pela minha agente no sabado que o meu voo, pago e bilhetado tinha sido cancelado desde o dia 10.10 mas que no sistema disponivel para as operadoras(Amadeus) estava normal e confirmado….e eu como eticket na mão!!!Corremos(eu e meu marido) para o aeroporto para ser atendida por uma patética funcionária de peruca azul!(Dia das Bruxas!) que alegava nem estar entendendo como eu havia conseguido pegar o vôo de ida!! Para ser “boazinha” ela me ofereceu dois lugares na classe executiva mas eu teria que comprar as passagens por U$6000, ou aceitar a reserva que ela me oferecia para retornar na terça chegando na quarta!! Mais 2 dias em Orlando, arcando com estadia, alimentação e carro, tendo que trocar plantões(somos médicos) e longe das filhas, mas com a certeza de que vou juntar todos os papeizinhos e meter um processo bem caprichado!!! Sugiro que os prejudicados façam o mesmo. Na volta, de terça para quarta, o vôo “direto” estava lotado de gente e bagagem, e por culpa dos passageiros, e não por culpa da AA e seu mísero 757, o mesmo que faz os vôo internos Miami- Orlando, fizemos uma escala para abastecimento em San Juan- Porto Rico pois segundo o comandantë: “corríamos o risco de sofrer um “aircraft” já que com o peso que estávamos partindo de Miami não teríamos condição de ir com combustível suficiente para chegar em Salvador!!!!!!
    Aproveito para alertar também sobre o peso e as taxas cobradas para peso ultrapassado nas bagagens…pesem a mala na balança disponível no aeroporto antes…a balança da AA parece estar com “algum” problema já que pesei 3 vezes a mesma mala com variação de 73, 72 e 70 libras…..diferença que me custaria mais U$50!!!
    Para finalizar meu Halloween, das 4 malas 2 chegaram rasgadas e sem nenhuma condição de reaproveitamento, pelo menos nada sumiu!!!
    Acredito que a AA ainda visualize o Brasil como um país de terceiro mundo, submisso e explorável. Cabe a nós ensiná-los que o mundo globalizado já chegou até nós…vamos usar a linguagem deles: “sue them”! Processe-os!!!!!!!

  • Por favor, sei que a situação da AA é ruim e esta escala em San Juan já virou rotina, mas prestem atenção ao relatar o que aconteceu. Vi uma pessoa que veio no mesmo voo que o meu contando que fizemos escala em San Juan por falta de combustível e não foi isso que nos foi informado. A escala foi informada ANTES da decolagem, pois o avião não teria como voar diretamente a Salvador. Não foi “por falta de combustível”

    E, também, ‘aircraft’ é uma aeronave. Não há como “sofrer um ‘aircraft’”.

    Não defendo a AA, pois também achei o avião pequeno e a escala não justificada, pois como bem disseram, eles sabem qual é o limite de bagagem a que temos direito e deveriam fazer o cálculo antes. Se há pessoas com excesso de bagagem, que seja negociado algo, pois não acredito que TODOS os passageiros tenham excesso de bagagem que justifiquem o voo não aguentar.

    Mas eu sou justa e gosto dos fatos claros. Muita gente não fala ingles fluentemente e, mesmo falando, às vezes é dificil entender o que é dito pelo sistema de som de um avião, e então interpreta como quiser. Ou seja, estas escalas são rotineiras pois o avião que faz a rota não foi feito para este tipo de viagem. Não é “falta de combustivel”, e não há “risco de sofrer um ‘aircraft’”.

    • nao sei se isso ajuda mas o fuel dump(jogar fora combustivel)é um procedimento normal… ja que toda aeronave tem um PESO limite para pouso<, o problema na aeronave no caso foi no APU(auxiliar power unit)que gera energia para a aeronave "em solo" .. no ar nao precisa por que as turbinas geram essa energia (sem energia nao tem "ar nem luz" no aviao)o problema é que se as turbinas falharem "no ar"o APU faz parte de um "sistema de segurança" para gerar energias nos" equipamentos basicos". nao tem "problema"fazer uma viagem sem o APU, so vai dar trabalho a equipe de solo que vai precisar botar o GPU(grand power unit). a questao de "falta de combustivel" é que o aviao nao tem autonomia (lotado) pra fazer a viagem,entao tem essa escala,note que o piloto ja sabia dessa escala antes de sair de recife ou salvador

  • A AA é uma das maiores empresas aereas do mundo e não pode ser tratada como “organização”…O que é certo é que inúmeros erros, falhas graves, estão ocorrendo com esta empresa e seus dirigentes precisam tomar providencias ou serem trocados. Tenho certeza que o poderoso imperio de Tio Sam não tem o menor interesse em ser representado por uma empresa “meia-boca”…O fato de utilizarem estes velhos e totalmente inadequados a um voo das proporções do MIA-REC é o grande problema, e o Governo do Estado, que negociou este voo com eles deveria ser o primeiro a não aceitar que os excelentes 767 que eram utilizados fossem trocados por essas sucatas…Eu viajei pela AA para Miami e Londres em 2008 e na ida fui no 767, foi tudo bem…já na volta haviam trocado pelos 757 e nao tivemos problemas mas fiquei chocada pq aqueles avioes definitivamente nao oferecem condições para vôos de longa distancia. A minha mala também foi destruida na ida, entre Recife e Miami, e tive que comprar outra…reclamei mas eles nada fizeram e tive que comprar outra…na mesma hora uma outra senhora de um outro voo estava passando pela mesma situação. Eles me enviaram uma mala nova que encontrei quando do meu retorno a Recife, mas foi uma solução ineficaz pq tive que arcar com o prejuizo de comprar uma outra mala de qualquer maneira e fiquei com uma mala mais ao receber a que me enviaram que não era do meu interesse….Portanto, com relação às malas eles estão sendo totalmente ineficientes, tanto no destruir quanto no repor…Acho que em tudo o que tem sido narrado aqui fica claro uma deteriorização desta importante empresa, prejudicial a ela propria e a nós usuários.
    Mas, o pior é não termos escolha…praticamente não temos vôos de Recife aos USA e Europa…onde estão as empresas aéreas brasileiras que não nos prestigiam ….

  • O pior é a falta de respeito para com os brasileiros.
    Falta comida , avião e combustível são miseráveis na American nos voos para o Brasil.

    Que teve a oportunidade de viajar de American para a Europa pode perceber que os passageiros são bem tratados (pois não são brasileiros). Racismo e falta de respeito conosco.

    Quando atrasa a conexão da American lá em Miami, os passageiros recebem a mentira de que o voo ao Brasil vai esperar, e de que haverá agentes para atender …tudo mentira !
    Perdemos o voo por culpa do atraso na chegada de Orlando a Miami em voo de conexão da American, não tinha “agentes” como prometido pelo comandante.
    Triste assistir a duas pessoas chorando por ter ido parte da família no voo que já havia partido.
    Sem agentes cada qual se virou da maneira que pode, mas soube que era sempre oferecida a classe de 7 mil dólares para venda de um lugar no voo mais próximo, o resto que ficasse dormindo nas cadeiras do aeroporto de Miami.
    American jamais!!!

  • Meu amigo Marcos Valença foi direto ao ponto. Pra fazer a AA mudar de postura, o melhor caminho talvez seja uma reclamação diretamente nos órgãos reguladores americanos:

    FAA (Federal Aviation Administration)

    http://www.faa.gov/passengers/travel_problems/consumer_hotline/

    DOT (Department of Transportation)

    http://airconsumer.dot.gov/escomplaint/es.cfm

    Por meio físico, é possível escrever pro DOT aqui:

    Aviation Consumer Protection Division, C-75
    U.S. Department of Transportation
    1200 New Jersey Ave, S.E.
    Washington, D.C. 20590

  • Efetivamente, a American Airlines compromete a vida dos usuários quando coloca um avião com defeitos para o transporte deles, que o bem maior de toda a raça humana. Assim, parabenizo aos reporteres que denunciaram a tentativa de homicídio praticada pela referida organização, razão pela qual as ações propostas não descartam em absoluta a realização de uma reclamação diretamente aos órgãos reguladores da aviação aérea americana, inclusive, já informados pelo leitor desse blog César Tavares. Continuem denunciando os crimes perpretados contra a vida humana por essa “organização” e tantas outras.

  • Eu fui à Nova Iorque por um dia… paguei caro! Depois de uma semana em Orlando fazendo compras. Cheguei lá mas minhas malas não… fui pro hotel… no outro dia, depois de todo o constrangimento que nao vou relatar aqui, minhas malas chegaram ao hotel… abertas, com as coisas roubadas… liguei pra aa imediatamente. fui ao aeroporto fazer a reclamacao pessoalmente. mandaram eu voltar pro brasil e esperar ate 8 semanas… fiquei enviando e mails para o aa para ficar documentado… depois de 8 semanas, me enviaram uns papeis para eu preencher e anexar recibos das coisas roubadas… enviei para la, 30 reais de correios… apos um mes, chega uma carta dizendo que eu nao entrei em contato em tempo habio e que nao vai ter idenizacao… eu nao desisti… liguei pra la, me orientaram a fazer uma carta e enviar por fax, discordando da decisao deles. estou esperando a responta do fax… enquanto isso eu fico abrindo ouvidoria no site… alguem conhece algum advogado especialista para entrarmos na justiça? moro em campina grande-pb. abraços!

  • estou passma , e agora qe estava pensando em viajar neste voo:

  • Puxa, nunca rive problemas com a AA. Sempre viajo 3x ao ano para os EUA e sempre fui bem tratada, sempre tem comida (claro que em pequena quantidade!!)

    Sempre viajo em classe executiva e percebi que as aeromoças da executiva são bem mais educadas que as da econômica!

    Mas mesmo assim prefiro a TAM. A executiva da TAM agora tem o mesmo tipo de poltrona da AA mas é mais confortável e as aeromoças são bem mais simpáticas!!

  • Viajei agora pela AA, voo 980 e foi tudo muito tranquilo. Os 757 não são confortaveis, mas o vôo foi muito bom. Acho que o que falta é o comprometimento da AA em colocar os modernos 767 a disposição dos Nordestinos, mas emqualidade de vôo, não tenho oq reclamar. Lembrem-se que está sendoquestionada uma das maiores empresas de aviação comercial do mundo.

  • AA é bizarra!
    Outro dia estavamos alinhados na pista de Dallas e o comandante avisou que voltaria para o terminal para colocar mais combustível! Ficamos 3 horas no solo e nada de combustível(mentiram para nós), e decolamos assim mesmo com o ‘sucatão’.
    Pude notar que os aviões velhos tbm são usados em vôos domesticos nos EUA, mto embora a propaganda deles é:”youngest fleet”…..MENTIROSOS!!!!
    Se vc quizer fazer uma sessão nostalgia, voando com verdadeiras peças de museu como os MD S-80, procure a “American Airlines Adventures”.
    Sem contar que danificam as bagagens e não servem comida em vôos com menos de 4hs de duração!
    Ah….se vc preza pela sua higiene, não entre em aviões da AA, pois eles devem limpá-los uma vez por ano no máximo! Leve consigo material de limpeza se pretende usar a mesinha….

  • Compartilho com o sofrimento de todos, pois fui protagonista de um verdadeiro filme de terror ao escolher a A.A para viajar no Reveillon para N.Y. Na ida ok, agora, na volta começou o dilema. O retorno ao Brasil estava marcado para domingo (06/01/2014) às 20h30 (local). Chegando ao aeroporto, começaram a mudar os portões de embarque por 3 vezes. O voo foi adiado para 21h45 (local) alegando falta de Piloto (olhem o absurdo) – depois remarcado para 24h30 (local). Como se não bastassem duas remarcações, veio a 3a. para 12h00 (local) do dia 07/01/2014. Até então, passamos a noite sentadas no banco do Aeroporto.Crianças e Idosos deitados no chão. Nova remarcação para 20h30(local). Cancelado e remarcado novamente para 22h40 (local). Só que embarcamos as 24h30 (local), pois tínhamos que aguardar o avião que nos traria ao Brasil, chegar de Londres. Como se não bastasse todo estresse causado pelos atrasos, também tivemos que aguentar a falta de educação dos funcionários, pela falta de informação, pela rispidez, pela ignorância a por tantas outras ocorrências. Tínhamos que a todo momento enfrentar filas para troca de bilhetes. Falta de controle nos assentos. Não priorizaram idosos, crianças , pessoas que já estavam no aeroporto desde quinta feira e distribuiram first class e business class à revelia. UM CAOS TOTAL. AGLOMERAÇÕES. FICO NERVOSA SÓ DE RELATAR IMAGINEM NO MOMENTO DO OCORRIDO. A.A NUNNNNNNNNNNCAAAAAAAAAAA MAISSSSSSSSSSSSS

  • Prezado, gostaria de saber o que resultou da sua ação judicial. Tive um grande problema com essa empresa na semana passada e estou buscando jurisprudências para instruir minha petição inicial. Eles têm que pagar caro pelos atos ilícitos que vêm cometendo. Agradeço desde já!

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).