Os 2,5 milhões de brasileiros que compraram carros bicombustíveis, os chamados Flex, não devem ficar muito satisfeitos com a notícia divulgada pelo jornal Gazeta Mercantil. Segundo especialista do setor, o álcool deve romper sua barreira de competitividade com a gasolina em fevereiro. Só é vantajoso abastecer com álcool enquanto ele estiver cotado a até 70% do preço da gasolina.
Hoje essa relação é de 51%. Está prevista uma escalada dos preços do álcool combustível por causa da entressafra da cana-de-açúcar. Isso já aconteceu em 2006. Deve ocorrer de novo agora. Aí os donos dos carros flex terão que ficar torcendo por uma nova alta do petróleo para voltarem a contar vantagem.



O Carro Flex não é uma opção do consumidor, mas sim uma imposição das montadoras.
No Nordeste não é economico, atualmente a economia que se consegue, talvez não seja suficiente para pagar a troca do filtro de combustivel ( cada 15.000 )
è um pato, nada anda e voa mas não faz nada bem, o flex é inferior a um carro 100% a alcool ou a gasolina.
Sou engenheiro mecanico e a unica vantagem para nos nordestinos é que o Flex é mais resistente as adulteraçoes de combustivel ( hoje em volta de 15% ) e tambem por não conter residuos minerais principalmente enxofre, não carboniza o motor e tambem não contamina o óleo lubrificante dando maior durabilidade ao motor.
Resumindo Carro Flex, economia somente em São Paulo.
Espero que não comecem a meter o pau no carro flex.
Como morador do Estado de São Paulo vejo que o preço do álcool sobe na entressafra, depois cai novamente; ha ja alguns anos esse tem sido o comportamento dos preços.
Então, nada melhor que carro flex. O preço é flex e o carro é flex, não é mesmo ?
Se a política de preços em outros estados é diferente, acabarão perdendo o mercado do álcool, que não deve ser desprezível, justamente porque os carros são flex, nada mais fácil que desprezar o combustível caro quando o carro é flex.
Quem sabe surja alguém para demonstrar isso aos envolvidos na produção e comercialização do álcool nos outros estados.