"Miguel Arraes foi uma das figuras mais importantes da vida política brasileira"

dez 5, 2008 by     52 Comentários    Postado em: Economia

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Em meu primeiro ano como universitário, costumava escutar o Programa de Geraldo Freire quando ia para a UFPE. Me chamou a atenção um deputado de Pernambuco que dava uma entrevista.

Neste dia específico comentava de um protesto isolado contra os governantes chineses que estavam no Brasil sendo recebidos por Collor. Segundo ele, era um absurdo que ninguém estivesse mostrando repúdio aos assassinos da “Praça da Paz Celestial”.

O deputado em questão era Maurílio Ferreira Lima, um dos membros do chamado “PMDB Autêntico”. Fiquei tão impressionado com aquele depoimento que no mesmo dia, ao chegar em casa, procurei seu nome na lista telefônica, e liguei me oferecendo para ajudá-lo na sua campanha de reeleição.

Por coincidência, seu filho fazia economia na UFPE, e no sábado seguinte, estávamos a bordo de seu carro, indo para Limoeiro com uma Polaroid para fazer uma campanha limpa, no discurso, na raça e coragem, e praticamente nenhum dinheiro.

Me lembro como se fosse hoje. Sua campanha era baseada no rádio (que fazia sempre), e na máquina Polaroid. Como era muito conhecido, todos pediam para bater uma foto com ele, onde estampava na sua camisa: “Maurílio – 1512″. Seus três únicos focos eram os aposentados, a classe média da Região Metropolitana e a região de Limoeiro, onde nasceu.

Estive na tarde da última sexta entrevistando Maurílio, um dos deputados mais atuantes do PMDB, à época que Arraes e Jarbas ainda andavam juntos. Ficou nacionalmente conhecido na CPI da Previdência, onde foi relator, e foi eleito o deputado mais atuante do Brasil (prêmio semelhante ao que Gabeira ganhou este ano).

Falamos sobre a atual conjuntura, suas brigas com Arraes, sua admiração por Lula, e sobre o desmantelo que se tornou o processo eleitoral no Brasil. Segue a entrevista.

Acerto de Contas – Aquelas manifestações espontâneas de classe média nas eleições no Brasil, que tivemos até o início da década de 90, não existem mais, não é verdade?

Isso é um fenômeno internacional, que eu chamo de a morte das utopias. Com a queda do Muro de Berlim, as utopias foram abaladas, então isso tirou os sonhos, e a atividade política passou a ser algo considerado danoso à sociedade. E as pessoas passaram a desconhecer, que em qualquer país do mundo, o Congresso Nacional reflete a sociedade. Se você tem uma sociedade relaxada moralmente, então você tem um Congresso representativo de uma sociedade desta ordem. Você encontra lá assassinos, marginais, traficantes, tráfico de influência, bandidos que não matam, mas que roubam, sanguessugas, tem de tudo.

Mas e quem representa as pessoas de bem?

Você também tem no Congresso pessoas altamente decentes. Entre os deputados e senadores, se botar no papel as pessoas decentes, se você listar 60 pessoas, tem dificuldades de citar mais uma. Porque daquilo ali, só um pequeno número faz a máquina funcionar. O resto pode passar no corredor que não chega nem um jornalista, e nem uma pessoa que vá pedir opinião. Então, as pessoas ficam ali traumatizadas porque daqui a pouco vem a eleição, que vai custar 2 ou 3 milhões de dólares. 

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Você participou de eleições antes e depois de 1990, e como deputado sempre se elegeu, ou ficou como suplente e assumiu depois. O que ficou diferente?

Você tinha um eleitor de classe média, que votava por opinião, que participava, você lembra muito bem, por exemplo, das carreatas. Hoje temos um desencanto da classe média, que teve estreitamento do seu poder aquisitivo. Então esse segmento se reduziu bastante, e isso acompanhou uma substituição na sociedade. Antes você votava no MDB, porque este era o depositário de todos os sonhos, esperanças e utopias, e abrigava as sementes de toda vida partidária que temos no Brasil, o PSDB, por exemplo, nasceu de uma costela do MDB. Os partidos comunistas viviam abrigados no MDB.

Quando o PMDB esvaziou sua função, e se transformou no que é hoje, quase uma associação de malfeitores, aí toda a esperança foi carreada para o PT.

Lula hoje reconhece que a sorte do Brasil era não ter sido eleito em 1989, porque não estava preparado politicamente e emocionalmente para governar o país.

Mas você apoiou Lula em 1989.

Apoiei, e hoje vi uma entrevista, ele se referindo a um episódio, que considera como o maior erro político de sua vida. Uliysses (Guimarães) era deputado, e tinha perdido a eleição para presidente. Como eu era muito amigo de Gushiken, disse a ele que Lula deveria procurar Ulysses. Ele concordou, e perguntou o que fazer. Eu disse que falaria com Jarbas, para ele fazer o encontro no meu apartamento. Com Ulysses só ficou mesmo Jarbas, Jorge Moreno, Celso Furtado e Renato Archer. Não dava prá lotar um jatinho.

Aí Jarbas foi para meu apartamento, e fiquei esperando Gushiken, para fazer essa intermediação. Ele ligou, e avisou que o PT não deixaria nem ele nem Lula pedir o voto para Ulisses.

Por que você resolveu apoiar Lula, e não Ulysses Guimarães?

Quando Lula esteve no meu gabinete para me conhecer e agradecer o apoio de um deputado do PMDB para ele, antes eu falei para Ulysses.

- Dr. Ulysses, eu vou dizer para o senhor uma coisa que todos os seus amigos mais íntimos, que o senhor confia, como Renato Archer, Jarbas e Celso Furtado gostariam de lhe dizer, e ficam inibidos, pelo peso da sua liderança e pela dignidade política que o senhor representa. Não dá para continuar nesta campanha, pois o senhor vai ter uma decepção nesta campanha, que é incompatível com a imagem de liderança e serviços prestados ao país. Vai ser uma coisa muito dolorosa, pois vai ter uma votação insignificante.

Aí eu disse isso prá ele, da fase que a América Latina estava vivendo, da necessidade da pluralidade política, e esta só se dá quando setores sociais desfavorecidos passam a participar. Então o Brasil tem um partido que saiu da produção, o PT, com um candidato operário. Então a presença de um operário dava ao país a oportunidade de efetivamente criar pluralidade política, permitindo que alguém que não fosse das elites dominantes disputasse a eleição, então eu acho importante que Lula dispute a Presidência.

Aqui em Pernambuco você foi o único que o apoiou em 1989, não foi?

Foi, mas depois apareceu Osvaldinho (ex-deputado), e Arraes. Disse a ele (Lula), que essa pluralidade social era importante. Ele achava que ia ganhar a eleição, mas aqueles 5% de indecisos era formado em parte de pessoas que não queriam uma opção de esquerda.

No começo da década de 90, um grupo do PMDB, liderado por Jarbas rompeu com Arraes, na formação da famosa “chapinha”, e levou a um rompimento definitivo posteriormente. Você inclusive teve forte atrito com o ex-governador.

Aquilo é um episódio totalmente superado, que o tempo vai corrigindo as opiniões. Eu acho hoje, por exemplo, que Miguel Arraes foi uma das figuras mais importantes da vida política brasileira, e que teve um papel altamente positivo.

Mas vocês foram bem próximos.

Fomos. Eu morei no exílio na casa dele quase um ano. Quando menino eu fui chefe de gabinete dele na Prefeitura do Recife, e depois trabalhei no primeiro Governo dele.

Arraes entrou na história pelo seu 1 ano e 1 mês de Governo. Não entrou para a história de Pernambuco e virou um mito, porque foi Governador 3 vezes. Ele só conseguiu isso neste primeiro Governo, pois verificou que os tempos estavam mudando, e fez uma transformação social violentíssima em apenas um ano, melhorando as condições de maneira fundamental dos camponeses, se aproximando de Gregório e se afastando de Julião na relação com o campo.

Você disputou seu primeiro mandato quando?

Em 1966, antes de ser exilado, dois anos após assumir. Fui exilado logo na primeira lista, com Carlos Lacerda, Evandro Lins e Silva, Renato Archer.

Voltando ao assunto, o restante dos anos que Arraes governou Pernambuco só fez desgastá-lo. Arraes quando voltou ao Brasil, tinha uma grande antipatia pelo MDB, porque achava que quem tinha ficado aqui no Brasil tinha se confraternizado com a ditadura.

Isso foi na verdade o que provocou no final o racha com o grupo de Jarbas. Eu sempre achei que o MDB tinha prestado serviços, e tinha sido um instrumento que o povo brasileiro teve para derrotar a ditadura, e foi de fato na luta do MDB que nós pudemos voltar ao Brasil. Arraes nunca reconheceu isso.

No exílio, Arraes pensou durante algum tempo que a coisa se resolvia com a luta armada. Aí deu outro conflito, porque eu dizia a ele na Argélia, que o movimento chamado APL, que ele queria organizar no Brasil, não existia. Ele mostrava um mapa com os núcleos de luta armada, e eu dizia a ele que tinha andado com Marcio Moreira Alves, e estes núcleos não tinham nenhum guerrilheiro. Que o Brasil não queria saber de luta armada.

Quando se deu o rompimento definitivo entre vocês?

Então….eu comecei a verificar que Jarbas era a pessoa que dava ao MDB este papel, além de Marcos Freire, e eu entrei por aí, achando que deveríamos buscar a democracia pelas vias legais.

Mas em 1990, quando Arraes resolveu montar a chapinha, deu o início a um conflito sério.

Pois é, porque ali ele resolveu fazer o grupinho dele. Chamou Cristina (Tavares)..

Ele não te chamou? E Fernando Lyra?

Não me chamou, e Cristina não aceitou. Não me lembro de Fernando Lyra. Então naquela chapinha não foram: eu, Cristina, Fernando, Egídio, Osvaldinho. Então todos foram derrotados, menos eu, que fui o último que elegeu.

E naquela época ainda me lembro que Arraes mandou descarregar votos em Nilson Gibson para chegar na minha frente, mas ainda deu para me eleger. Aí isso deixou sequelas, mágoas, mas é uma coisa passada, e isso é tão irrelevante, porque Arraes teve um papel tão importante, pois vendo hoje, vejo que isso é bobagem.

Você chegou a conversar com Arraes depois disso, depois dele sair do Governo? Vocês chegaram a se reconciliar?

Não, nosso relacionamento ficou muito difícil a partir dali, a partir da chapinha, dessa visão diferenciada da política brasileira. Nosso relacionamento esfriou bastante, o que é lamentável, porque meus filhos se criaram dentro da casa de Arraes na Argélia. Minha mulher era muito ligada aos filhos de Arraes. Felizmente hoje a gente recompôs tudo isso, e eu tenho um grande afeto a figuras como Lula Arraes, Guel, Maurício.

O engraçado é que Dr. Arraes sempre dizia que filho não dá trabalho, ele é que dava trabalho para os filhos. E todos os filhos dele deram certo, são pessoas destacadas, o que é muito bonito.

E com Eduardo Campos?

Não tive muita convivência, porque foi Secretário já nos últimos governos, quando eu não tinha mais proximidade. A única coisa que me lembro dele é que, uma vez, quando eu morava na casa de Dr. Arraes, e a Mãe dele, Ana Arraes, foi visitar o Pai, e trouxe o então filho, chamado carinhosamente de Dudu, e eu só me lembro que ele era tão grande, que ofuscava ela sentada na cadeira.

Eu me lembro que você participou ativamente da formação da União por Pernambuco. Olhando para trás, você acha que a formação desta frente foi um erro?

Foi um acerto, porque levou Jarbas a governar Pernambuco por 8 anos. Se tivesse ficado ao lado de Arraes não teria esta chance, não teria espaço. Se Jarbas não tivesse feito a aliança não teria sido Governador.

O que acha do Governo de Eduardo?

Não tem como dar errado, já que as condições são muito favoráveis, com Lula tendo uma aprovação muito grande.

Mas e o distanciamento de Jarbas com o PMDB nacional e com Lula, não vai prejudicá-lo?

Jarbas está muito distante, mas quando fala do Governo Lula, não é uma coisa pessoal. Veja o caso de Roberto Freire, quando fala de Lula, parece que “baba”, é um negócio horroroso, rancoroso, doentio. A gente se sente mal, enquanto Jarbas se caracteriza como uma pessoa anti-Lula, mas ele não leva para o campo pessoal. Ele faz as críticas, mas não chama de canalha, de desonesto. Ele faz as críticas ao Governo e à conduta do Governo. Ele não atinge pessoalmente.

Já Roberto Freire parece que endoidou, acho que é a psicose dele, acorda de manhã com raiva do mundo, vendo o mundo todo com a cara de Lula e sai de casa com raiva.

E o PMDB daqui?

Só sobrou Raulzinho. O PMDB não formou ninguém, ao contrário do PFL, que tem Mendonça, André de Paula e outras lideranças. O PMDB não soube renovar a geração.

Mas aqui não adianta pensar diferente, pois Eduardo não terá dificuldades de se reeleger. Deve levar também os dois senadores. Além disso, ainda tem Lula, que depois de nomear negros para o STF, ainda vai eleger uma mulher para Presidente.

Você votou em Lula?

Votei sim, contra Alckmin e contra Serra, mesmo eu gostando muito dele. No caso de Alckmin, que eu tenho um afeto pessoal muito grande, me choquei muito quando vi na imprensa que não sabe separar religião de Estado, e neste caso não dá. Principalmente sendo ligado a uma entidade, a Opus Dei, que é ligada a tudo que não presta.

Por que uma pessoa de classe média, sem esquema, tem tanta dificuldade para se eleger?

Vou contar um caso…uma cidade chamada Ipubi, no interior, assim como todo interior, tem dois donos, um é dono de metade da população, e um é dono da outra metade. O nome de um dos donos era Valdemar, que foi o único do PFL que votou em mim para Senador, e ficava sempre me ligando.

Como eu fazia rádio no interior, eu falava em uma rádio de Araripina, que era muito ouvida em Ipubi, e um dia eu fui a Ouricuri, e tinha uma pessoa que queria falar comigo. Um cidadão muito humilde, chamado Joaquim, que vendia laranja na feira de Ipubi, para você ver a modéstia deste cidadão. Ele disse que me ouvia sempre, e que tinha quatro galinhas, e que apurou o dinheiro para pagar a Kombi só para ir lá me conhecer e me dar um abraço.

Fiquei tão comovido que disse que eu pagava a viagem dele. Ele disse que não aceitava, que tinha ido lá porque me admirava. No dia da eleição, eu estava em casa, tocou o telefone, e era Valdemar de Ipubi.

Ele disse…”Olha, está aqui uma pessoa minha, Joaquim, e eu fui entregar uma chapa a ele, e disse que tinha vontade de votar no senhor, e me pedia permissão prá votar. Então como eu gosto do senhor, ele está aqui na minha frente, e eu disse que no senhor ele tinha direito de votar”. Então ele passou o telefone para Joaquim, e este muito constrangido, disse que como o compadre Valdemar tinha dito que poderia votar em mim, ele votaria.

Resultado…eu tive 1 voto em Ipubi, que foi de Joaquim. Meu amigo Armando Monteiro, que nunca foi lá e nem sabe onde é, teve 3.500 votos. Inocêncio teve os 3.000 do outro lado, do outro chefe político. Eu tive 1 porque Valdemar permitiu.

Então você vê que eleição em certas regiões é isso. Você se acerta com o chefe local, ele diz…”aqui o senhor vai ter entre 2.500 e 2.700 votos. É tanto, e não existe cheque, é dinheiro batido”.  Então eleição proporcional é isso. Comprou, pagou, se elege. Não comprou, não pagou, não se elege.

E comparando a Câmara dos Deputados da sua época e hoje?

Você tem 60 deputados bons, o resto é formado por deputados invisíveis, que no máximo são chefes da banda de música da cidade, que passa no corredor e ninguém sabe que ele existe. Que só serve para apertar o botão na hora de votar. Que leva verba para o município, e se acerta com a empreiteira. Só serve para voltar para o município e dar uma carteirada, dizendo que é deputado.

Tem uma pessoa que fiz muita amizade, e passei a respeitá-lo pela sua grande cultura, Delfim Neto. Uma vez perguntaram a ele:

- Não dá para melhorar este Congresso?

Ele respondeu:

- Só se trocar o povo (risos)!!! Se você está achando ruim, espere o próximo, que vai ser pior que esse.

52 Comentários + Add Comentário

  • Pois é… Cada vez temos menos Maurílios, Egídios, Cristinas e mais Inocencios, Severinos, Negoes abençoados….

  • Taí um cara que não deveria ter saído da política. É uma pena que o dinheiro seja um fator cada vez mais importante no processo eleitoral.

  • Falou tudo André
    Votei em Maurílio de 1986 a 1998. É lamentável que hoje a política seja feita de gente sem expressão e de valores morais baixos.
    Me lembro bem quando o PMDB era um partido de gente séria, como ele, Cristina Tavares, Egídio Ferreira Lima e outros.
    Hoje até a esquerda é formada de parlamentares de esquemões. Isso é de se lamentar.
    Pierre, parabéns pela entrevista. Você fez um resgate de uma das maiores reservas políticas deste Estado. Maurílio é o único sobrevivente de uma geração de pessoas decentes.

  • Grande entrevista, Pierre.

    Maurílio ainda dá muitas entrevistas em rádios. Com frequencia, ele vai ao debate de Geraldo Freire.

    Mesmo discordando dele em muita coisas, acho ele faz falta na política. Ele sempre foi polêmico, mas é autêntico e honesto. E sempre foi um deputado muito atuante, nunca se escondeu.

  • Maurílio é uma figura expressiva, amigo do povo gosta de se misturar e conversar nas praias junto com o povo, ouvindo e dando opiniões. Gostaria de ver Maurílio de volta as rádios e televisão, é um jornalista de mão cheia. Parabéns Maurílio pelo seu transcurso na política.

  • [...] Na entrevista Maurilio conta um pouco dos bastidores do período e faz uma análise da política atual hoje. Vale a pena conferir. Clique aqui. [...]

  • Concordo com o José Francisco e digo que até recentemente sabiamos quem compunha a nossa bancada no congresso, parlamentar por parlamentar.

  • Muito bom!

  • Caro AC,

    Maurílio está devendo suas memorias escritas aos velhos companheiros de nem sempre dolorosas ilusões.

    E continua acreditando em Lula…

    Incorporou a ingenuidade de Gregório , Julião e FHC.

    Falta-lhe o misto de PSD, UDN e Santa Mater,que sobra em Arraes.

    Saúde e Paz para o sempre jovem paladino da ética na política.

    Gosto do jeito anárquico dele militar.
    Sou seu eleitor perene.

    JAA.

  • E ai consolidou a maior traíção ao velho Arraes…

    Melhor 1.000 mil Jarbas do que 1 Maurílio…
    O que foi fazer Maurílio na Argelia ? lá estava Arraes muito bem de vida e bem relacionado…

    A Argélia e Cuba tem os melhores médicos do mundo… é um ótimo lugar para viver, sorrir e curtir umas boas férias.

  • Esse ai se perdeu com a redemocratização. Ou se achou. Sei lá…

  • É um cara polêmico, como Fabio falou, mas foi o último deputado ideológico que Pernambuco teve.
    Caio, realmente foi o tempo que sabíamos todos os parlamentares.
    Mas a entrevista foi ótima.
    Este saiu da política sem vender a alma.

  • Gostava de aparecer muito na mídia. Andava de camisa florida e alpercatas pelos corredores do Congresso para aparecer num quadro que Alexandre Garcia tinha na TV Manchete e, posteriormente, no Fantástico. Esse quadro mostrava o lado folclórico da política. E nesse quesito, Maurílio era um dos ícones. Isso sim…

  • Maurílio nunca foi o tipo de político que tenta agradar a todo mundo. Ele tem as posições dele. Você pode concordar ou não. Eu respeito as pessoas assim. Deveria ter mais alguns desses lá no congresso. Ele nunca esteve metido em nada escuso. Pelo contrário, sempre foi sério e atuante. Parabéns pela entrevista.

  • Vi um programa com ele e fiquei impressionado como ele é culto. Deve ler muito.

  • Arraes não foi tão importante assim. Discordo do Maurílio.

  • Quando Arraes e Jarbas brigaram, foi feita a famosa “chapinha”. Aí deixamos de eleger Egídio, Cristina Tavares, Osvaldo Lima Filho e Fernando Lyra e elegemos Paulo Cassundé, Roberto Franca, Álvaro Ribeiro e Piauhilyno. Do time de Jarbas, só escapou Maurílio. Por isso, Arraes e Maurílio brigaram. Achei legal a postura humilde dele de dizer que não há ressentimento e até admitir alguns exageros. Poucos políticos têm a coragem de dizer isso. Parabéns pela excelente entrevista.

  • Realmente o congresso piorou muito. Só se elege hoje quem tem dinheiro ou quem entra em algum esquema para conseguir o dinheiro. Até a turma do PT tá assim. Espero que surjam outros Maurílios e outros Gabeiras para melhor o nível da nossa representação política.

  • O único defeito dele é ainda acreditar em Lula….

  • Eu gosto de vozes que não se calam. Maurílio nunca se calou. Sempre teve coragem de assumir suas posições. Passou 10 anos no exílio por isso. Hoje tá difícil encontrar alguém assim…

  • “Se você tem uma sociedade relaxada moralmente, então você tem um Congresso representativo de uma sociedade desta ordem. Você encontra lá assassinos, marginais, traficantes, tráfico de influência, bandidos que não matam, mas que roubam, sanguessugas, tem de tudo.”

    Explicou o Brasil-sil-sil…

    ET: Parabéns pela entrevista!

  • Pois é, Alessandra Nunes, “novos tempos”, infelizmente …

  • As camisas de Maurilio continuam as mesmas!!

    Vai ter mau gosto assim no inferno! Hehehehe

    Mesmo assim, Maurílio é da gréia!

  • POR QUE DILMA?
    Em 12 de maio de 2008, o presidente Lula disse: “Conquistamos algo que não se mede em números, mas é decisivo para retomarmos o caminho do desenvolvimento: o País voltou a acreditar em si mesmo”. Antes de 2002, as forças conservadoras diziam através da atriz Regina Duarte: “Eu tenho medo do Lula”. Eles tinha medo de perder o poder para um ex-operário, que anos seguintes faria se tornaria no melhor presidente do Brasil. Lula foi iluminado ao dizer: ““Sabemos que temos muito a fazer, mas sabemos também que estamos no rumo certo. Aprendemos que uma boa combinação de políticas econômicas e sociais forma a base da superação de nossa pobreza secular e de nossa desigualdade entre classes sociais e regiões. Temos a certeza de que podemos avançar mais na construção de um Brasil ainda mais justo, e também na construção de um mundo melhor.”

    Não podemos retrocer, as conquistas do Governo Lula pertence a Sociedade Brasileira. Em 2007, mais de 1 (um) milhão de famílias adquiriu a casa própria, foram vendidos 2,5 milhões de carros, 100 milhões de celulares, 10 milhões de computadores e 32 milhões de pessoas passaram a ter acesso à internet. O brasileiro passou a ter casa, carro, celular e computador porque conseguiu a satisfação de necessidades básicas, como alimentação adequada, acesso à saúde e à educação. Mais de 9,7 milhões de brasileiros deixassem a pobreza absoluta. O Programa Bolsa Família investiu R$ 9,2 bilhões em 2007 e mudou a vida de 46 milhões de brasileiros. O Produto interno Bruto (PiB) cresceu 5,4% e que as famílias gastaram mais 6,5% em 2007. O mercado interno movimentou a cifra de R$ 1,56 trilhão.

    As ações do Governo Lula beneficiam todas as camadas da sociedade: redução da desigualdade, aumento da renda, qualidade de vida, avanços na educação (236 mil jovens no ProJovem (fev/08), 385 mil alunos no Prouni (abr/08) e 229 mil vagas/ano no Reuni (abr/08), mais 10 novas universidades federais, 214 novas escolas técnicas. A Educação vai receber mais de R$ 15 bilhões até 2011 para combater o analfabetismo, promover a melhoria do sistema e universalizar o ensino público brasileiro. Avanços nos Programas sociais: 11,1 milhões de famílias no Bolsa Família (mai/08), 7,9 milhões de pessoas no Luz Para Todos (abr/08), R$ 8,4 bi contratados no Pronaf, R$ 403 mi no Programa de Aquisição de Alimentos, Conta Caixa Fácil da CEF e o Banco Popular do Brasil. Emprego: 11 milhões de ocupações criadas, 8,9 milhões formais (jan/03-abr/08).Aumento do Consumo das famílias brasileiras, Investimentos recordes. Balança comercial positiva.

    Nos últimos dois anos, 23,5 milhões de brasileiros passaram a integrar a classe média. Índice mostra nova queda da desigualdade na distribuição de renda. O Brasil tornou-se um País menos desigual. O crescimento econômico, aliado às políticas sociais do governo Lula. Outro indicador positivo foi a redução da miséria. Cerca de 9,7 milhões de pessoas deixaram o estado de pobreza absoluta, entre 2003 e 2006.

    Nunca um presidente fez tanto pelo seu povo. Nós que fazemos o BLOG DA DILMA, queremos convocar a Sociedade Brasileira a lutar para continuidade de todas essas conquistas e não deixar que o PSDB venha destruir o sonho de um Brasil, numa provável eleição de um candidato tucano em 2010. O Capitalismo Neoliberal está em crise, às privatizações não deram certo em lugar nenhum, as mentiras do sociólogo Fernando Henrique Cardoso ninguém aceita mais e nem a interferência da Mídia Conservadora e Burguesa na escolha do próximo presidente da República.

    Por que Dilma? A Ministra Dilma Rousseff é competente, séria, idônea, mulher talentosa, experiente, organizada, pulso firme, sensível, mãe… A candidata do presidente Lula e do povo brasileiro. Dilma será a renovação da esperança de um Brasil de Todos. Dilma será a primeira mulher a se tornar presidente do Brasil, um orgulho para todas as mulheres e também para todo brasileiro.

    Convido você a divulgar o BLOG DA DILMA (http://dilma13.blogspot.com/). Coloque nos seus favoritos, nos links dos blogues, faça cartazes, distribua adesivos, envie e-mail para seus familiares, parentes e amigos. Participe! Não fique parado. É hora de reagir contra as Forças do Atraso.

    Atenciosamente,
    Daniel (Pearl) Bezerra de Oliveira
    Editor geral do BLOG DA DILMA – http://dilma13.blogspot.com/
    e do blog jornalístico DESABAFO BRASIL: http://desabafopais.blogspot.com/

  • Belo reconhecimento da trajetória de Miguel Arraes.

  • Pierre, excelente a entrevista.

    Discorde-se ou não, Maurílio tem um grande conhecimento de política.

    Ainda me lembro quando, em 1994, ele explicava e apostava no Plano Real – quando muita gente (eu próprio) jurava que tudo não passaria de mais um plano maluco.

    Pela primeira vez alguém que localiza no tempo a importância de Miguel Arraes: longe de ser o mito festejado, apenas alguém que teve trabalhos importantes. E isso no primeiro governo, porque eu não acredito que alguém possa virar mito com os dois últimos governos! Basta ver os indicadores, as conquistas, para ver que ele vivia mais do passado do que realizações.

  • Se ele quis dizer que “Arraes foi importante” com a mesma intenção que alguém falaria que “Bush foi importante”, por exemplo, então eu concordo com ele.

    Arraes foi esse tipo de “importante” mesmo…

  • Excelente entrevista! Maurílio, escreva um livro! Você tem o dom de contar as coisas. Cai em gargalhadas quando li “Já Roberto Freire parece que endoidou, acho que é a psicose dele, acorda de manhã com raiva do mundo, vendo o mundo todo com a cara de Lula e sai de casa com raiva.” É exatamente isso que a gente sente quando ele fala!

    Parabéns Pierre, é sempre bom resgatar a memória dos bons políticos de Pernambuco!

    Lamento não ter votado em Maurílio por ser criança à época.

  • [...] O deputado em questão era Maurílio Ferreira Lima, um dos membros do Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: [...]

  • Parabens pela ótima entrevista.
    Eu acompanho o Maurílio desde o tempo de exílio, conheço e admiro as posições equilibradas dele. Tem uma cultura invejavel, conversa sobre todos os assuntos de economia e política mundial. Êta careca porreta de inteligente. Mas, tem um defeito que poucos tem: é ATEU. Deus o converta e perdoe os seus pecados, pois ninguém é nada sem o reconhecimento da força e o poder do Deus onipotente, onipresente e onisciente.
    Abraços,
    Beto.

  • É uma pena que uma pessoa tão esclarecida e batalhadora quanto Maurílio acredite na importância de Arraes. Talvez sua origem de interior explique isso, pois é fato que Arraes foi um dos piores governadores que Pernambuco já teve, e só foi eleito tantas vezes por causa de seus programas ilusórios e populistas feitos no interior.

  • O problema de Arraes foi ter demorado a reconhecer o valor do marketing no processo eleitoral.
    Diferente de Jarbas que governando o Estado que estatisticamente tinha a pior educação, a pior segurança pública, a pior saúde e um dos maiores índices de desemprego se elegeu senador sem fazer campanha, mostrando-se amigo de Lula e posando de melhor governador do Brasil, como se não tivesse nenhuma responsabilidade pelo caos.

  • Ao nobre Maurílio tributo todas as honras devidas ao grandes brasileiros.

  • Fui militante na política, quando Mauarílio era deputado, etc. Nunca fui seu admirador. Nunca militamos junatos, apesar de eu ser também do MDB/PMDB, todavia, sempre reconhecí seus talentos.

    Quanto às referência elogiosas a Dr. Arraes, imagino tratar-se de uma reconciliação póstima. “Antes tarde do que nunca.”

    No que se refere a análise que faz de Roberto Freire, esta é demais.
    Ninguém até hoje, interpretou com tanta precisão, o perfil deste raivoso falsário “comunista.”

    O derrotado RF viveu a vida toda fazendo um discurso demagogo, hipócrita, e durante muito tempo conseguiu enganar a muitos e se manter no poder.
    Chegou a ser Senador da República. Que ironia !!!!!!!!
    Perdeu o poder e vive hoje distilando ódio. É mais raivoso do que Jarbas.

    Quanto a acreditar em LULA, Maurílio o faz com os pés no chão.
    Primeiro, porque não tem o perfil de bajulador, e não está a necessitar das beneces do governo.
    Segundo, porque conhece como ninguém, polítia e economia, e, sem nenhum favor, reconhece que LULA está acertando em todas. Parabéns pela entrevista.

    Givaldo

  • Fico feliz pelo fato de Maurílio ter revisto suas posições em relação a Dr. Miguel Arraes fazendo seu “mea culpa” em relação ao julgamento precipitado que fez sobre esse grande homem público pernambucano. Dr. Arraes, de onde estiver, estará perdoando Maurílio, pois era um homem de gestos largos, mesmo para com seus piores críticos. Políticos como Arraes, Gregório Bezerra e como o próprio Maurílio são cada vez mais raros nos dias atuais.

  • Que uma pessoa diga que Arraes não foi importante eu até aceito (seja por desinformação ou seja por razões ideológicas que o façam destestar o falecido governador). Arraes não era populista, era um brasileiro decente e que amava como ninguém seu país e seu povo (aliás sobre isso ele costumava dizer: “se ser populista representa estar ao lado do povo, levar água e energia elétrica para o campo e para as periferias, levar vaso sanitário e bico de luz para quem não conhece sequer essas necessidades básicas, eu prefiro ser chamado de populista). Agora comparar Arraes a um monstro e criminoso de guerra como George W Bush aí já é demais, é o cúmulo do absurdo. Uma coisa totalmente sem nexo. Arraes foi um democrata e um homem de convicção a sua vida inteira (inclusive pagando um alto preço, como prisão e exílio, por suas posições em defesa do povo e das liberdades democráticas). Já o senhor Bush não passa de um lixo da História.

  • E para os que acusam Dr. Arraes de “cara do atraso” gostaria de lembrar que foi ele quem criou o primeiro laboratório público estadual do país (o Lafepe), foi ele quem criou também o Itep (Instituto de Tecnologia do Estado de Pernambuco), numa época em que não havia preocupação com investimentos em Ciência e Tecnologia no país. E foi ele também quem eletrificou quase 100% do Estado, levando luz e progresso para as regiões mais distantes de Pernambuco, seja no campo, seja na cidade. Onde está o político atrasado?

  • [...] O deputado em questão era Maurílio Ferreira Lima, um dos membros do Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: [...]

  • Como assinante dessa revista eletrônica tenho a dizer que o MIGUEL ARRAES, foi um grande político, considero um mito, mas, mas achar que com a foto dele e um pouco de água se faz chá e resolve o problema, foi a maior mentira colocada na cabeça do sertaneijo. Fico com a idéia queeu mesma presenciei, nunca soube administrar a máquina e morreu e não respondeu a RODOLFO GAMBERINI, a respeito da intermediação e/ou negócios na Bélgica referente a Petroléo, ao contrário, fez com que aquele jornalista perdesse o emprego. Mais que é um mito, com certeza.

  • Nosso velho Maurílio. Grande comunicador, político,homem sério, entretanto deixou muitas pessoas com mágoas, inclusive partidos políticos, ele me lembra muitos políticos de partidos pequenos, vez por outra, mesmo no velho PMDB dava força a partidos e/ou canditados de outra legenda, essa dúvida fica no seu passado, diga-se de passagem de glória, até hoje ninguém sabe se ele é Capitalista ou Socialista, ambos não é.

  • pode falar de ROBERTO FREIRE que ele tem raiva de lula é porque ele sabe e conhece o governo de lula , mais uma coisa é certa nimguem pode e nem deve falar de R F que ele é corrupto , da mesma forma e os motivos que o povo não elege o MURILO não elege o ROBERTO FREIRE
    saudações socialistas

  • Minha opinião sobre Maurilio é a melhor possível. Conheci-o anos atrás e a amizade se fez. Viajamos muito fazendo política e sempre tive a melhor impressão dele e da sua maneira peculiar de fazer política. Aprendi com ele a importância da militância política séria. Nesses anos de convivência tivemos muitos acontecimentos inusitados. Lembro de um fato que, por engano, na madrugada, entramos (eu estava dirigindo o carro pois ele já estava com muito sono) na fazenda de um inimigo político dele (na época), o Coronel Chico Heráclito. Foi o maior sufoco ! Outra figura inusitada era sua mãe, Dona Zezé. Diariamente ela me ligada para saber de minha opinião acerca dos comentários dele na mídia. Na Chesf eu era seu porta voz (rsrsrsrs). Inclusive, por articulação de Maurilio/Arraes, na primeira vez que Lula veio aqui em Recife como candidato a Presidente da República, ficamos semana inteira circulando nas rádios, TV’s, etc. Esse fato aconteceu porque Arraes não tinha convicção da ascenção de Lula e portanto não queria dar um apoio explicito a essa candidatura. Então designou Maurilio para essa tarefa. A amizade e estima pelo Maurilio continua até hoje!

  • Fico estarrecido quando leio algo como o comentário de Diogo(comentarista um pouco acima).Não cabe a ele apontar quem ou não é ou foi importante.Nem opinião é,trata-se de palpite de alguém que por algum motivo,direito lrgítimo,não gosta de Arraes.
    Miguel Arraes é sim um dos grands nomes do século passado e não será Diogo,com todo o respeito,que vai reescrever a história.

  • Ninguém acima que dicordou da opinião de Maurílio conseguirá apontar um político mais importante e cuja trajetória estrapolou os limites de nosso estado.A grandeza de Miguel Arraes é reconhecida internacionalmente.
    Sugiro a leitura,entre tantas outras do artigo do Professor de História do Brasil na Sorbonne,Luis Felipe de Alencastro para acreditarem na influência dele,por exemplo,na revolução dos cravos-ele era sócio de Mário Soares numa livraria-e na libertação dos países africanos lusófonos.
    Foi Arraes o primeiro a provar e divulgar a tortura no Brasil.Este fato causou grande repercussão e ele escapou por pouco da “Operação Condor”.Foram os serviços de inteligência da Itália e da Argélia que interceptaram o próprio delegado Fleury(ele mesmo!) enviado ao velho continente para eliminá-lo.Está tudo no relatório da CPI Condor.O relatório é do honrado senador Pedro Simon.
    Tenho muito mais exemplos,mas paro por aqui.Se precisar volto.

  • caros jornalistas,
    sou produtora e estou em um trabalho que preciso urgentemente do contato do sr. maurílio. Como posso encontra lo?
    vocês podem me fazer a gentileza de me passar o contato dele?
    agradeço a atenção e aguardo retorno.

  • Achei orrivel pois nao ,ncontreinada do que precizava

    • e verdade so tem esse texto grande e nao tem nada que a gente quer!!!!!!!!!e ve se vc escreve certo.

  • Realmente, essa personagem da política pernambucana (Maurilio Ferreira Lima) foi uma das “maiores”, juntamente com o “mito”, que a pobre política pernambucana teve.
    Miguel Arrais, apoiador das Ligas Camponesas de Francisco Julião e um dos articuladores da tentativa de golpe vermelho planejado por Luiz Carlos Prestes et caterva, foi preso e cassado pelo Regime Militar, sendo depois banido para a Argélia, onde foi recebido como grande celebridade brasileira. Anos depois, foi expulso com data para sua saída daquele País, sob a acusação de crime contra a economia da República Democrática e Popular da Argélia. Surrupiou – com “corretagem de negócios petrolíferos” – 3,5 milhões de dolares que enviou por meios escusos para a França. Fonte: “REVOLUÇÃO IMPOSSÍVEL” Luiz Mir.
    Fazer apologia a um elemneto desses é o mesmo que se dizer fã de Caciola e Daniel Dantas!

  • Está na hora desta familia que fez parte da historia politica de Pernambuco e do Brasil,voltar a ser atuante no cenario politico estadual,é preciso que outro Ferreira Lima volte,pois nós precisamos de políticos honestos e interessados nas transformaçoes sociais em Pernambuco,e esta familia tem condiçoes de cumprir esta missao,assim como ja cumpriram Egidio,Maurilio e Joao Ferreira Lima.

  • Isso tudo é uma MERDA !

  • FOI ÓTIMO SABER QUE MAURÍLIO FERREIRA LIMA,NÃO GUARDA MÁGUA,LAMENTO SE O BRASIL NÃO HÁ 513 DEPUTADO DO ESTILO DO DOUTOR MAURÍLIO.
    MAS,VALEU AOS COLUNISTAS DESTE BLOG!

  • o nome do senhor de ipubi não é Joaquim, e sim Jacinto, e me lembro desse acontecimento, só que o senhor Maurilio interpretou maldosamente o fato, o senhor Valdemar é uma pessoa muito brincalhona e uma dessas brincadeiras foi ligar para o senhor Maurilio dizendo que permitiria o senhor Jacinto votar nele. Como conheço o senhor Jacinto que é um grande homem, posso dizer que ele não seria esse eleitor que o senhor caracteriza. Só lamento a sua interpretação dos fatos nesse tipo de conotação grosseira, e aliás o senhor se esqueceu até de que o senhor Valdemar é do PSDB e não do PFL.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).