Principal obra de Friedman agora em português

ago 11, 2015 by     11 Comentários    Postado em: Economia

A obra de Milton Friedman é vasta e influenciou muita gente ao longo de décadas. Ao lado de Keynes, Friedman é possivelmente o economista mais influente do século XX, ao defender o livre mercado e as liberdades individuais.

Em 1980 fez uma série chamada Free to Choose, para a TV americana, explicando com vários exemplos as vantagens do mercado livre, com vários debates interessantíssimos, como por exemplo com James Galbraith, da Universidade do Texas.

Para nossa sorte, o documentário está todo disponível na internet, legendado pelo Instituto Ordem Livre. E melhor, o livro que foi produzido com o mesmo teor está agora disponível para venda no Brasil através de livro eletrônico. A Amazon está vendendo por R$ 29,70.

Para aqueles que acreditam nas liberdades individuais e no liberalismo, a leitura é imperdível.

Este texto foi justamente o que tornou Friedman ainda mais popular nos EUA, já que até então sua leitura era praticamente inacessível para quem não era economista. É um grande resumo de como pensava uma das principais cabeças do século passado.

Abaixo segue o conjunto de vídeos.

11 Comentários + Add Comentário

  • Eu li a outra obra dele… deixe eu ver se me lembro o nome… Bíblia do Satanás? Acho que era esse… Ainda bem que já tá comendo capim pela raiz!

  • Na área de economia, Ludwig von Mises foi mais genial, afinal Mises conseguiu provar que economia socialista não passa de um grande mito e que a economia de livre mercado é o alicerce de qualquer civilização.

    • Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Quando alguém fala em Mises como grande referência, eu pressuponho que o cara pode ser tudo, menos economista.

      • Pior Melo. Não entende porra nenhuma. Os leitores (sic), ops, seguidores de Olavo de Carvalho nunca leram um único livro na vida!!!

        • Fantastico, conhece a vida de todos os seguidores de Olavo a ponto de dizer que não leram um unico livro na vida. Vc alem de ler, ainda leu os ‘certos’.

  • Fantástico. O liberalismo é o caminho mais saudável, pois, inclusive, não precisa provar nada a ninguém. Um liberal de verdade quer que o socialismo se instale e falhe sozinho para que os próprios socialistas se convençam da sua ineficiência. Nada de impor nada a ninguém: deixa LIVRE. A Venezuela quer socialismo, que o faça. Problema dela. Se e quando falhar se convencerão. Simples!!

    Enquanto os conservadores, que se fingem de liberais, querendo um estado mínimo para a sociedade geral e um estado máximo para si e seus amigos. Esses, os conservadores, adoram impor restrições para conservar mamatas e regalias.

    Finalmente a sociedade começa a debater o liberalismo de verdade sem o viés patético do conservadorismo que se baseia, predominantemente no ódio estupido e tolo.

  • Parece-me que o liberalismo sempre vai encontrar barreira a partir do momento que estiver incomodando aos poderosos de plantão, de todas as cores e nacionalidades.

    O socialismo, por exemplo, na Venezuela, parece ter fracassado mas teve as suas conquistas e a maior delas talvez seja a que o povão não aceite ser tão ignorado e maltratado como antes.

    Não sei se concordo com o conceito de que “conservador” seja uma pessoa que nutre ódio. Já percebi isso muito mais nas esquerdas, um pessoal desejoso de fazer uma revolução violenta ou revanchista. Seriam os socialistas conservadores???

    O Edilson mencionou um outro viés ao socialismo tradicional e se duvida dessa possibilidade. Seria o socialismo liberal? Isso se sustenta???

    Vou dar uma olhada atenta no Friedman já que o Paul Krugman me confunde mais do que esclarece.

  • Os maiores economistas da história são (nessa ordem):

    1- Fidel Castro
    2-Che Guevara
    3- Stálin
    4- Hugo Chávez.

    Todos esses líderes democráticos chefiaram grandes potências econômicas que até hoje conduzem a economia global e são modelos de qualidade de vida e respeito aos postulados mais fundamentais dos direitos humanos (Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, Angola, Zimbábue, Etiópia, Congo etc).

    Sem falar na grande economista (candidata ao Nobel de Economia) Dilma Rousseff, que está colocando a economia brasileira nos eixos e fazendo do Brasil a maior força econômica do século.

    Já se especula a possibilidade de que a presidenta Dilma vá coordenar o curso de pós-doutorado de Economia da Universidade de Harvard ensinando aos alunos americanos como gerir com sucesso as finanças de uma nação.

    Fontes internacionais garantem que Dilma até foi convidada para presidir o Federal Reserve (Banco Central Americano), graças aos seus 5 doutorados em macroeconomia obtidos na Alemanha e na Inglaterra, mas boatos dão conta que ela humildemente declinou do convite.

    • Paulo Duarte? Estás sendo irônico?

    • Paulo Duarte, o senhor está mal informado e provavelmente recolheu esses dados de algum site vinculado aos conservadores, ao psdb e a Olavo de Carvalho.

      A Presidenta Dilma não possui as graduações mencionadas pelo senhor mas é PhD em Ciências Econômicas, na modalidade Microeconomia.

      A maioria dos trabalhos publicados por ela foram de criação coletiva, ao lado dos mais consagrados economistas mundiais, círculo no qual é muito respeitada, diferentemente do que ocorre no Brasil e até dentro do próprio partido.

      O ex-ministro Guido Mantega desvirtuou os planos da presidente mas o atual ministro Levy tenta, enfim, criar condições para a implantação deles e resolver os problemas atuais, levando o país, num futuro próximo, a um estado de desenvolvimento e riqueza nunca antes atingido.

      Deixem a nossa Presidenta trabalhar!

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).