ascensão e queda da RFFSA

O Jornal do Commercio de hoje traz uma belíssima matéria de Angela Belfort sobre a Rede Ferroviária Federal. O texto fala da história da RFFSA, do seu crescimento e declínio. É uma verdadeira aula de história.

O texto vai abaixo.

A extinção da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), acaba com uma parte da memória da ferrovia do Brasil e perdoa uma dívida de cerca de R$ 16 bilhões. O passivo estava sendo levantado pela equipe à frente da liquidação da ex-estatal, segundo o diretor da Associação dos Engenheiros Ferroviários do Nordeste, Jaime Barbosa, que trabalhou na antiga RFFSA entre 1987 e 1999. ?Há uma discordância muito grande entre os valores da dívida da RFFSA e o que foi estabelecido pela Medida Provisória (MP) nº 353, que colocou um débito a receber de R$ 2,5 bilhões (para a RFFSA)?, comentou. A RFFSA foi fundada em 1957 e herdou ?o patrimônio ferroviário? construído primeiro pela companhia inglesa Great Western e depois pela Rede Ferroviária do Nordeste.

A dívida de R$ 16 bilhões é formada por vários débitos que a RFFSA teria a receber de grandes empresas e até de algumas administrações estaduais, incluindo R$ 7 bilhões de dívidas que resultam de processos movidos pela RFFSA. ?Somente da Companhia Vale do Rio Doce está sendo cobrada uma dívida de R$ 1 bilhão referente ao tempo em que a empresa operou junto com a RFFSA?, comentou Barbosa, que hoje é aposentado. Ele saiu da RFFSA num plano de desligamento voluntário feito pelo governo federal antes de privatizar as ferrovias.

Leia o texto completo aqui (apenas para assinantes UOL ou JC)

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