Taxistas de Fortaleza se preparam para o Uber

out 4, 2015 by     23 Comentários    Postado em: Economia

“Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, freqüentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo.”, Adam Smith.

A sentença de Adam Smith acima, colocada na maior obra da era moderna (A Riqueza das Nações), resume bem o sentimento de um empresário.

Empresários (e isso vale para taxistas) não respeitam o Governo….não respeitam os clientes….só respeitam a concorrência.

E eis que o processo de destruição criativa do Uber vem forçar os taxistas a uma necessária melhoria dos serviços.

Um grupo de taxistas de Fortaleza resolveu se preparar para a concorrência do Uber, se é que isso será possível, através da melhoria dos serviços prestados.

É o serviço Gold Táxi 9001.

Andam engravatados, com carros alinhados, com WiFi, além de oferecerem água, chocolate e jornal do dia. E prometem chegar na hora e cobrar exatamente o mesmo preço dos outros táxis.

Segundo os taxistas, não tem medo do Uber, pois copiaram a excelência no serviço.

Pois é…nada como a concorrência e as forças de mercado.

Parabéns a estes taxistas que preferiram disputar melhorando os serviços, ao invés de formarem quadrilhas de agressores ou mesmo mamadores estatais.

23 Comentários + Add Comentário

  • Parabéns a esse grupo! Enquanto isso, os ogros pernambucanos optaram por pedir arrego ao papai estado!

  • Considerando que vc é ‘uma empresa’, todos deviam ser assim, quem já pegou taxi em Guarulhos já notou o alto nível deles. Há taxistas que já praticam isso há muito tempo na nossa região, acho que todo mundo aqui já recebeu um cartão de um. Muitos parentes meus que andam muito de taxi e não tem carro, sempre chamam o mesmo taxista, até mesmo porque as vezes é um serviço programado, tipo uma ida ao médico. Na empresa que trabalhei sempre tinha 2 taxistas que nos atendiam, acabou virando amizade, sendo que acabou dando problema, pois eram de cooperativa, e os outros taxistas acharam ruim devido a essa ‘seleção’. Enfim…tem muitas variáveis, que no final converge para o fato de vc ser ‘uma empresa’.

  • Quando precisava buscar minha filha no médico com minha esposa, sempre escolhia o mesmo taxista. No horário de pique é ainda mais difícil táxi aqui em Recife. Agora como tenho o aplicativo 99 táxis, e quando tenho necessidade, do meu trabalho, faço a solicitação e acompanho pelo GPS, tenho um desconto de 20% nas corridas com cartão de crédito, às vezes tenho bônus com descontos maiores, escolho a forma de pagamento, e recebo por e-mail todo o trajeto da corrida além do valor. 99 táxis muito bom, recomendo. http://www.99taxis.com/

  • A concorrência realmente é uma beleza. São os milagres do capitalismo que os safados dos esquerdistas tanto detestam.

    Os taxistas (e a sociedade em geral) tem que entender que o Uber veio pra ficar. Não adianta se jogar no chão e choramingar feito menino buchudo, o Uber representa a tecnologia e vai se estabelecer os taxistas querendo ou não.

  • Só falta aparecer aqueles “estudantes” de humanas fumando maconha e financiados por partidos esquerdistas com placas de “Fora Uber”.

  • O PT vai criar o “bolsa-táxi” para os taxistas oprimidos que não conseguiram se adaptar ao capitalismo selvagem e malvado do Uber.

  • Sera que essa sentenca do Adam Smith se aplica aos especuladores puros da bolsa de valores. Ainda nao descobri o que eles produzem para a sociedade (a nao ser impostos e taxas pagas).

    Refiro-me aos day traders e por ai vai….

  • Essa história do Uber é um belo exemplo de como a sociedade tá viciada em perder tempo com não-polêmicas. De uma hora pra outra surge um assunto na mídia, sobre o qual todo mundo tem que ter uma opinião definitiva e debates acalorados surgem, não raro caindo na burrice do maniqueísmo, misturando-se com política partidária (como mostram comentários construtivos, a exemplo dos que já pipocaram aqui).

    Isso só fica mais claro quando uma cidade como o Recife, onde os únicos carros pretos levando gente que vemos são os das funerárias, resolve adotar pra si a “polêmica”. Se ficasse só nos blogs e nas mesas de bar, beleza, mas até lei pra tratar de um problema que ainda não existe os vereadores inventam de fazer (se a nobre Casa de José Mariano fosse sempre tão solícita e procurasse se antecipar aos problemas da cidade…), tudo graças a uma pauta gerada pela midia de fora.

    Não que a chegada do Uber não itenha impactos e não mereça comentários. O que irrita é a polêmica vazia. Incialmente parece que tá todo mundo em campos opostos, mas quando se vai ouvir os argumentos, praticamente todo mundo concorda na maioria dos pontos (mas ainda assim o debate segue andando em círculos):

    1 – Concorrência para os táxis é algo bom;
    2 – A tecnologia veio pra ficar, lutar contra ela é burrice;
    3 – A forma como o Poder Público administra as licenças de táxi hoje é absurda e não seria exagero falar que há uma máfia;
    4 – A empresa Uber não é santa. Há diversos relatos de abuso por parte deles, que vão de dumping a precarização do trabalho;
    5 – O mercado de táxi/caronas necessita de alguma regulação e a empresa que decidir operar no mercado deve contribuir pagando impostos (do contrário vá construir suas próprias vias, vá operar sua própria engenharia de tráfego etc.).

    Como seria essa regulação e qual seria o tamanho dessa taxação, aí sim temos um bom debate.

    Tirando a posição dos taxistas, que são parte diretamente interessada e lutam pela manutenção do seu status, não há polêmica aí.

    • Isso mesmo Felipe.
      Os contra e os a favor não falam da regulamentação e dos impostos.
      Eu queria que alguém entrasse com sugestões, até para podermos balizar nossas opiniões.

  • Os taxistas pagam impostos para nessas horas pedirem arrego ao Papai Estado! Por mim que venha Uber e transporte alternativo!

  • Quem gosta de regulamentação são os petistas comunas e a direita conservadora. Só existe progresso com liberdade.

    • Até pra instituir o que você chama de liberdade é necessário regulação, colega.

      Na ausência de regulação cada um faz o que quer, pois o que não é proibido é permitido. Agora existem regulações que tolhem liberdades e outras que disciplinam o exercício dessas liberdades. Que tipo de regulação queremos, esse é o debate.

      Simplificações como essa sua, além de rasas, não acrescentam absolutamente nada ao debate.

      • Meu Deus, então quer dizer que para ter liberdade é preciso suprimi-la? aahhahahaha
        Bem, falações como a sua, além de burocráticas, não acrescentam absolutamente nada ao debate inteligente.

        É possível ter um mercado desregulado, sim!! E livre. O Estado (e a burocracia) organizada é posterior a sociedade, não o contrário.

        Portanto, só existe progresso com liberdade. Você, meu caro petista-comuna, gostando ou não.

        Ah, e mais: em mercados como o nosso, onde não há liberdade, não há criação e/ou inovação. Se o criador do Google ou Facebook fossem brasileiros estaria presos na Lava-Jato. Aqui quem inova e produz vai preso. Aqui as mentes doentias e burocráticas querem cercear qualquer tipo de liberdade. Até mesmo a liberdade de pensamento aqui em um Blog.

        • Ou seja, pelo que entendo você sugere uma sociedade sem leis, visto que, por sua concepção, qualquer regulação é necessariamente ruim. É isso? Bem, se for, estamos entrando no campo das utopias. Você é livre pra sonhar, imaginar como seria a sociedade perfeita de acordo com suas crenças e valores. Muitos outros já o fizeram no passado, mas eu estou tentando discutir o mundo real e seus problemas reais. E nele a sociedade, que precede o Estado, como você bem disse, decidiu que é necessário haver regras para disciplinar a vida. Se essas leis são escritas ou códigos de comportamento, se são cerceadoras ou disciplinadoras, isso depende de fatores históricos e culturais. Mas que há regulação, vejo pouca margem pra divergência em relação a isso.

          Se você tem um exemplo real de sociedade livre, mercado desregulado, que de fato funcione, por favor, traz aí. Dizer que é possível e não dizer como é muito fácil. Eu confesso que desconheço. O que eu conheço é que, na ausência de regulação, o mais forte acaba prevalecendo sobre o mais fraco. Esse mais forte tanto pode ser um Estado opressor quanto uma empresa bilionária como o Uber, que posa de “paladina da liberdade” pra precarizar as relações de trabalho e não ser taxada, tudo em nome de uma margem de lucro maior.

          Por isso, volto a dizer: no mundo real, simplificações como essa sua de “regulação ruim/coisa de comunista, viva à mão invisível do Deus Mercado!” são balela. Não dá pra fugir da regulação, mas dá pra escolher que tipo de regras queremos seguir.

        • Meu caro, eu me referir ao mercado. Livre mercado.
          O liberalismo (presumo que você nunca tenha lido) propõe Estado Mínimo, assim regulação mínima e interferência estatal mínima.

          O comunismo, por outro lado, propõe Estado máximo. Regulação de tudo que você imaginar. Até das coisas mais simples. É isso que vivemos no Brasil. Uma infinidade de Leis para regular qualquer besteira e travar qualquer segmento de mercado ou atividade profissional. Mas… O que esperar de um país que tem “mais faculdades de direito do que o mundo todo somado”. O que esperar de uma pessoa com uma mentalidade burocrática como a sua que acredita que a regulação é um fim em si mesmo. Que o Estado é um fim em si mesmo.

          Além disso, o nosso estado, além de invadir (regular) até a vida privada, enaltece cartórios e todo tipo de segmentos jurássicos e aversos ao progresso.

          Finalmente, o nosso estado chegou ao desplante de regulamentar a internet. O único espaço verdadeira livre aqui no Brasil. Ou você acha que a internet surgiria aqui? ahahahahha

        • Certo, vamos falar de mercado. Você defende um Estado Mínimo, mas não um Estado ausente, correto? A interferência mínima na economia ainda assim presume regras que disciplinem os negócios e coíbam os abusos, imagino. Então, o problema, mesmo dentro de um Estado Mínimo, não é a regulação (como venho dizendo desde o primeiro comentário) mas sim o tipo de regulação.

          É graças à ausência de regulação que o Uber se sente à vontade pra praticar dumping ou pra achar que não precisa criar vínculos empregatícios com seus “colaboradores”. Isso soa tão inovador quanto as jornadas de 16h nas fábricas da Revolução Industrial. A tecnologia do Uber pode até ser do século XXI, mas a ideologia de quem comanda é a mesma do século XIX.

          Outro exemplo: você deve saber que o sistema financeiro americano sofreu um processo sistemático de desregulamentação dos 80 pra cá. A bronca é que esse processo, entre outras coisas, permitiu as alavancagens absurdas dos bancos, um dos principais fatores pra crise de 2008. Quando a bomba estourou, muita gente perplexa se perguntou como deixaram a situação chegar a tal ponto. Realmente, é uma boa pergunta. Curioso que entre as soluções propostas estava…melhorar a regulamentação (sem falar da ajudinha providencial do Papai Estado, claro).

          Cito esses exemplos apenas pra mostrar que essa sua utopia liberal não resiste a um soprinho de realidade, mas como é óbvio você tem também exemplos de regulações burras, que travam a iniciativa, não vou ficar dando voltas. Se você tiver um pouquinho de boa vontade e honestidade intelectual vai reconhecer que estou longe de defender esse sistema cartorial que vigora aqui. Mas defendo sim que haja regras que disciplinem as relações, seja no mercado ou na vida privada. É uma pena que o debate (que poderia ser sobre o alcance dessas regras) se perca nessas baboseiras de esquerda x direita, comunistas x liberais.

          PS – entendi seu ponto ao citar a internet como exemplo de ambiente livre (e na ausência de regulação, repleto também de abusos), mas só lembrando que o surgimento da rede se deu através dos militares. Não foi necessariamente um ambiente livre o motor dessa inovação.

        • Meu caro dinossauro, o Uber não é o único player que pode ter um aplicativo de carona paga!! As pessoas podem se reunir e fazer um zUber ou xUber ou quem saber um fUber, sendo este último feito por ti, mas presumo que você nunca tenha construído nem mesmo um carrinho de rolimã ou uma churrasqueira na vida. ahahhahaha. As possibilidades são infinitas. Então, pode haver mercados desregulados (sem leis específicas), sim. Sem regulação alguma!!! E pode haver mercados com regulação mínima. Esse fetiche por regulação é coisa de comunista.

          O capitalismo não é perfeito, mas é natural. Por falar em natural: veja a regulação das Leis da natureza?! Nenhuma. Tudo funciona!! Tu já viste uma Lei para autorizar os pássaros a fazerem ninhos em árvores? Ou uma Lei que diga o tamanho máximo que uma árvore pode atingir?! Ou quem sabe uma Lei que imponha ao sol a quantidade de rais cósmicos que ele pode emitir na terra?!

          Bem, como disse e reitero: regulação, excesso de regulação e de Leis é coisa de desocupado que não produz e nunca produziu nada na vida. Assim, quer inibir quem produz. Pior, quer ainda ganhar dinheiro protegendo o cidadão-empreendedor do estado regulador. Ou seja, cria-se, através do excesso de burocracia um problema, para, em seguida, vender solução.

        • Concordo Carlos, esse negócio de “regulação” não passa de pretexto pra justificar um Estado obeso e cabide de emprego pra inútil que passa 10, 15 anos estudando pra passar em concurso de marajá que paga 50 mil reais mensais.

          Essa turma que defende o Estado inchado ou é comunista vagabundo ou gente que quer arrumar uma teta gorda recheada de dinheiro público no erário.

          Esse pessoal não produz riqueza, só parasitam na riqueza que terceiros produzem.

        • Esse pessoal não produz riqueza, só parasitam na riqueza que terceiros produzem.[2]

          Concordo em gênero, número e grau, Ricardo. Nossos políticos e barnabés com essa cultura jurídico-burocrática comuna irão destruir o que sobrou do setor produtivo e voltaremos a ser somente exportador de matéria prima. Quando acabar os recursos naturais, seremos terra arrasada!!!

  • Eu juro que tentei estabelecer um diálogo, mas olha os “argumentos”. Esse segundo parágrafo devia ser emoldurado. Capitalismo natural (A Mais-Valia da Natureza, por Carlos do AdC), na natureza tudo é funcional, pássaros não precisam de leis, por que precisaríamos?…Pior que isso é o cidadão deturpar o argumento contrário: eu não disse que o Uber é ruim por ser único, pelo contrário, até elogiei a tecnologia, mas sim por fazer o que bem dá na telha.

    Pode ter duzentos iguais ao Uber, se não houver normas disciplinando o funcionamento vão ser todos potencialmente escrotos. Eu posso fazer o fUber e decidir que meus “colaboradores” não atendem corrida em Camaragibe de madrugada, por que não é lucrativo. Ou então cobrar R$100 a corrida (como Uber fez em Sydney no dia do sequestro no café). Quem morar em Camaragibe e precisar de “carona paga” de madrugada que se dane. Viva à liberdade! Ah, mas um mercado livre e desregulado tem concorrência, se o fUber não faz, o zUber faz…mas se não for lucrativo pra ele também? Então pra ambos não tomarem prejuízo, que tal fazer um acordo? Ninguém faz a corrida ou faz cobrando o mesmo preço. Opa, mas aí é cartel. Como a gente coíbe isso? Não me diga que é com uma lei…

    Mais uma vez: o problema não é regulação, mas o tipo. Acredito que até o Carlos ache necessário, por exemplo, uma lei para proibir a formação de cartel. Ou que discipline um teto para o valor das corridas.

    Ainda espero ver essa galera do Estado Mínimo sair da zona de conforto do discursinho leitor de Veja (vagabundos, esquerdistas querem mamar nas tetas do Estado, capitalismo não é perfeito,mas comunismo é pior) e debater de verdade. Nem que fosse pra soltar um dado fajuto qualquer, um exemplo de mercado totalmente desregulado que não acabou em abuso, no mais forte pisando no pescoço do mais fraco. Só leio esse povo dizendo que é possível sim ter mercados livres de regulação. Falta só explicar como.

    • Meu caro comuna-burocrático, se você construir um fUber cheio de regras toscas (a sua regulação), você não se sustenta no mercado. Naturalmente será eliminado. Isso porque o mercado é livre para uma infinidade de players. Se você fizer o que “der na telha”, o público o eliminará naturalmente.

      Eu queria muito entender porque todo mundo, na sua opinião, age ou agiria como escroto? Que métrica é essa? Não meça a sociedade pela mesma régua que mede a si mesmo.

      Sobre a revista Veja, ela nunca foi liberal. Trata-se de um segmento conservador que só pensa em dinheiro público na forma de anúncios. Então, só um idiota acredita na imparcialidade da Veja ou da imprensa que nós temos. Esse povo, assim como os comunistas, só pensa em dinheiro público. Alias, dinheiro que é arrancado de quem produz de verdade.

      Ainda espero ver essa galera do Estado Comuna sair da zona de conforto do discursinho comuna e começar a produzir de verdade. Qualquer coisa!! Desde que produza e pare de amucegar o dinheiro de quem trabalha e produz!!!!

  • É um serviço diferenciado. Saiba mais sobre o UBER. https://youtu.be/XXynKdJ7ODQ

  • É um serviço diferenciado. Saiba mais sobre o UBER. https://youtu.be/XXynKdJ7ODQ

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).