Analisando a proposta do Governo para os Professores

jul 23, 2012 by     83 Comentários    Postado em: Educação

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Na semana passada, enquanto estava viajando, o Governo apresentou uma proposta para os professores das universidades e institutos federais, que já dura mais de dois meses.

Antes de começar, é preciso falar da estranheza da demora no início de qualquer tentativa de aproximação com os professores. O Governo ficou apostando que a greve iria sumir do mapa, como se as coisas funcionassem dessa forma.

Mas vamos esquecer este fato para analisar ponto a ponto a proposta do Governo e a real situação dos professores das universidades.

A Carreira Hoje

Atualmente a carreira de professor universitário é uma das piores do Governo Federal. Não falo que é a pior porque ainda tem os técnicos-administrativos, que na média ainda conseguem ter uma carreira mais difícil.

Muita gente gosta de citar o caso do salário inicial do Professor Adjunto com Dedicação Exclusiva (eu mesmo cito porque é meu caso), mas não podemos esquecer que o Professor Adjunto já é um profissional no mais alto nível de qualificação acadêmica (com Doutorado). Em titulação não há mais o que alcançar.

Uma tabela que circulou na internet fala isso.

Reprodução/Facebook

Se formos comparar em termos de titulação com outras categorias, deveríamos pegar o Professor que não tem mestrado ou doutorado, que é o caso de técnicos de outras carreiras e que não possuem Dedicação Exclusiva, que é também o caso de outras carreiras. Este seria o Professor Auxiliar com 40 horas.

Pois bem…um Professor com Graduação apenas, que trabalha 40 horas semanais, ganha hoje R$ 2.215,54 bruto. Se acha que é mentira, veja aqui. Isto mesmo, um Professor Universitário com graduação apenas (conheço casos como esse) ganha menos de 4 salários mínimos. O valor está um pouco divergente da tabela acima, em função dos 4% de reajuste do ano passado que só chegou agora.

Claro que podemos alegar, e eu concordo com isso, que só deveríamos ter professores com titulação, mas se é para compararmos os iguais (funcionários públicos), vamos às comparações por titulação e por oportunidades.

Já fiz um texto no Acerto de Contas, falando da enorme distorção que aconteceu entre carreiras semelhantes no Governo Federal durante o Governo Lula (ganhamos hoje menos que em 1998), à exemplo dos pesquisadores do IPEA e MCT. Basta ler o texto que irá saber do que estou falando. Um pesquisador com Doutorado no IPEA entrava ganhando R$ 300,00 a menos que um Professor com Doutorado. Hoje entra ganhando R$ 5 mil a mais.

Um professor com Doutorado, em DE, ganha hoje R$ 7.627,00 bruto. Isso com a exigência de não poder fazer absolutamente mais nada, o que é uma fantasia da Dedicação Exclusiva. E também estamos falando de um professor com Doutorado, que é a mais alta titulação passível de ser obtida. Não estamos falando de um recém-formado.

Essa “pequena” introdução foi apenas para falar de como está ruim o Salário de um Professor.

Mas vamos à proposta.

A Proposta do Governo

Desde 2008 ficou acertado com o Governo Federal uma mudança na carreira do Professor. Isso foi empurrado com a barriga para 2010, e depois para 2011, e depois para 2012, até que a greve estourou.

A proposta do Governo (e qualquer outra em debate) deve ser observado sob três ângulos: a questão salarial em si, a progressão na carreira e o interesse na melhoria da universidades (que significa uma melhoria qualitativa dos professores).

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Do ponto de vista salarial, a proposta apresentada pelo Governo é ridícula.

Falou-se que os professores teriam um aumento de 45%, mas isso só existe para 7% dos atuais docentes, que são titulares. O restante receberia aumentos em 10% ao ano, até 2015. Parece muito, mas se levarmos em consideração dois anos sem aumento (apenas 4% de reposição) e o nada que ganhamos durante o Governo Lula (apenas reposições), nos coloca apenas em situação semelhante ao Governo FHC.

Claro que a colocação da classe de Associado em 2008 ajudou na carreira, mas estou aqui falando do Adjunto.

A ideia original era a de equiparação ao MCT, mas isto não ocorre, já que hoje o Adjunto 1 entra ganhando R$ 10.350,68 (ver aqui) no MCT como pesquisador. Sem a necessidade de Dedicação Exclusiva. Na prática ele é pesquisador durante o dia e pode dar aulas em outra instituição à noite, ou complementar a renda como deseja.

A proposta do Governo é elevar o salário do Adjunto 1 a R$ 10.007,24, mas isto apenas em 2015. Veja que estamos falando do próximo Governo. O aumento chega após três anos.

Isso simplesmente não existe.

O titular, que ganhará (em 2015), R$ 17 mil, não pode servir de parâmetro, pois como já vimos, é minoria absoluta.

Um bom parâmetro de comparação está na matéria feita pelo UOL, mostrando que o Professor ganhará inicialmente apenas 0,85% a mais do que hoje.

Do ponto de vista da carreira, esta sofreu algumas poucas modificações na proposta do Governo.

A estrutura de classes basicamente não mudou. Apenas extinguiram os níveis horizontais das classes de Auxiliar e Assistente, mas isso não muda quase nada.

Além disso, o período entre as progressões manteve-se o mesmo.

Mas aí está um ponto interessante, para não dizer bizarro.

Exige-se agora que para progredir o professor tenha 12 horas semanais de sala de aula no mínimo, o que corresponde a três cadeiras. Para quem não tem pesquisa, nem participa de cargos administrativos ou de pós-graduação, este é o padrão. Mas para estes outros o padrão é de 4 horas (cargos administrativos) ou 8 horas (para quem tem pesquisa aprovada). A grande maioria dos professores das pós-graduações está neste patamar.

Pode-se achar pouco, mas é o que se pratica em todos os lugares do mundo, já que espera-se que os professores orientem alunos de mestrado e doutorado, além de exercerem outras atividades de pesquisa. Quando eu era Coordenador de Curso, normalmente ficava com uma turma adicional, mesmo tendo pesquisa, por uma necessidade interna, mas este não deve ser o padrão.

Em outras palavras, o Governo quer que o professor mais produtivo (pelo menos na teoria) trabalhe 50% a mais para progredir na carreira. Isso tudo sem nenhum aumento salarial significativo que justifique.

No fundo a única coisa que o Governo está pensando é em tapar o buraco aberto com a expansão de vagas pelo Reuni, já que a maioria dos professores ainda nem foi contratada.

Um ponto positivo está na possível progressão a Professor Titular dentro da carreira, ao invés de concurso específico. O Governo colocou uma barreira de 20%, mas acredito que isso possa ser negociado.

Outros dois pontos não vejo como negativo, apesar da chiadeira dos sindicatos, e argumento aqui.

  1. A centralização de critérios de promoção através de regras do MEC – atualmente as Universidades decidem suas regras, e na prática a distorção acaba reinando. Enquanto na UFPB se progride com um ofício fazendo o mínimo, na UFPE o professor segue uma via-crúcis de papelada desnecessária, que acaba prejudicando o processo. Além disso, há distorções de interpretação de legislação dentro dos próprios departamentos e Centros, fazendo com que o professor tenha não apenas mérito, mas sorte de cair em uma unidade de avaliação mais frouxa. Neste caso bastaria ao MEC regular como seriam as promoções, respeitando algumas regionalidades.
  2. A aceitação da percepção de recebimento através de projetos – Isso na prática já existe com as fundações, e a tentativa do MEC em regular é um avanço. Os sindicatos estão brigando contra isto, mas é apenas um dogma inútil.

Já em relação à melhoria da qualidade dos professores, obviamente não é um debate fácil. Apenas pode ser medido por critérios objetivos.

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Há uma grita geral em relação à isso, e os sindicatos ainda tentam brigar com o que é razoável, que é a progrressão na carreira por mérito, e este só pode vir através da titulação e da produtividade acadêmica.

Professores mais titulados devem ganhar mais. E professores mais produtivos também precisam ser remunerados por isso através de promoções.

A proposta do Governo, na prática, não mexe com isso. O sindicato quer afrouxar e o Governo quer apertar. O resultado é apenas manter do jeito que está, que não atende aos interesses de ninguém, especialmente das universidades.

Claro que um professor que produz mais merece ascender mais facilmente na carreira. Assim como deveríamos ter aplicações de métodos desta forma para avaliação da qualidade dos compromissos assumidos com a sala de aula. Não se pode admitir professores descompromissados com a mesma percepção de carreira de profissionais comprometidos.

Muito se fala do produtivismo, e que a atividade do professor é diferenciada, mas horário de aula deve ser cumprido e assiduidade deve ser exigida do profissional. Isso é o mínimo.

Já em relação à produção acadêmica, esta realmente é mais complicada, porque a quantidade de trabalhos sem impacto gerados apenas para completar os pontinhos da Capes é imensa. Esta-se reproduzindo a figura do Homo Lattes, que chega ao final da carreira e produziu penas de textos  sem relevância.

Mas isto é assunto para outra discussão.

Resumo

Em resumo, a proposta do Governo simplesmente não atende a ninguém.

Não consegue resolver o problema salarial dos professores e muito menos mexe de maneira coerente com a carreira.

Na prática estão fazendo dois movimentos: empurrando com a barriga o problema para o próximo Governo e procurando resolver o buraco deixado por Lula e Haddad com o Reuni.

83 Comentários + Add Comentário

  • Quanto à “vantagem” #1 no seu post, o problema maior não é apenas a possibilidade de “regras centrais estabelecidas pelo MEC”. Pessoalmente, entendo seu ponto e sou a favor dessa centralização, desde que essas regras sejam bem discutidas e aceitas pelas universidades, não impostas de cima. Mas a proposta do governo inclui “… a serem estabelecidas em 180 dias…”, o que significa assinar um cheque em branco, aceitando as regras que nem sabemos quais são. Isso não dá pra fazer!

    • Caro Gustavo Seabra,

      Neste particular, concordo com teu ponto de vista e com as colocações trazidas pelo Prof. Pierre Lucena.

      Voltando à discussão da proposta do Governo, neste cenário, lamentável foi e é a postura do PROIFES, cada vez mais desmoralizado entre a categoria docente. Ilustrativo disso é a nota do Comando de Greve dos Docentte da UFBA intitulada “Algo de podre no reino do PROIFES” (http://comandogrevedocentesufba.blogspot.com.br/).

      Abraços,

      Guiomar Rosa

  • Pierre,

    Tenho 40 anos e lembro dos meus tempos de criança que nossos pais não tinham preocupação com plano de saúde nem com segurança, pois haviam hospitais e postos de saude que nos atendiam e a bandidagem não era tão ousada.

    Hoje (saude e segurança), devido a ineficiencia, abriram brechas para novos produtos passarem a ser de necessidade básica, que são os planos de saúde e a vigilância privada (seja ela eletrônica ou armada).

    Em relação a Educação, pelo andar da carruagem o ensino superior nas IES estará tão sucateado que as universidades particulares atenderão com excelência o que o governo destruiu nos últimos 30 anos.

    Educação de base não existe. O professor do sertão não tem transporte, merenda, material escolar, muito menos quadro e giz. O universitário (vide campus UFPE de Caruaru) então, como visto no artigo de Luiz Sebastião recentemente publicado, chora de dar dó.
    O interessante é que os que hoje detonam Dilma e reclamam da defasagem ao longo dos Governos do PT, tempos atrás detonavam FHC. E agora ?

    Te digo uma coisa … todos sabem do amor que você tem a UFPE, mas, és um cara novo e antes que você se frustre de vez por este amor não correspondido entre você e a Instituição, aproveite seu networking para cair de vez na iniciativa privada ou seu conhecimento para galgar uma vaga em uma grande instituição, como a PUC, por exemplo.

    Abraços,

    Dalto

    • Assino embaixo, Dalto. Nao adianta amar e nao ser correspondido. É dar murro em ponta de faca.

      Abre a tua empresa e vai prestar consultoria financeira/administrativa. Muito mais negocio do que ficar brigando a vida toda com o governo por equiparaçao salarial com outras categorias. Eles vao te dar, no maximo, migalhas e aumentos pifios.

      Ou entao se candidata a vereador. :)

  • Da série RECORDAR É VIVER
    Vamos ver o que disse Dilma a nossa “gerentona” e “faxineira” nas horas vagas:

    http://youtu.be/5ThtUMN39K8

    • “Gerentona e faxineira nas horas vagas.”

      Me parece que as qualificações colocadas em Dilma se pretam para ela. É devido ao seu estilo
      que vem fazendo um bom governo conforme atestam TODAS AS PESQUISAS.

      Antes chamada de “poste” posteriormente de serviçal de Lula, hoje tem um estilo bem peculiar de
      governar que está dando certo.

      O funcioário público é quem mais reclama de salário. Têm garantia no emprego, plano de saúde e recebem
      atualmente na média bem mais do que os do setor privado, sem se falar na carga horária.
      Faz parte do seu estílo viver solicitando melhoria salárial e plano de carreira.

      Dilma me parece que ao apresentar a proposta do governo agiu com responsabilidade em vista da
      crise mundial. Que valeria dá um aumento ao poucos e vir a sacrificar a maioria da ppopulação no
      caso do pais entrar em crise como a Europa e Estados Unidos.

      Promessas de campanha são para ser cumpridas dentro das possibilidades do governo e nãoparase
      se fazer loucuras.
      Um governo, também se mede por sua sensatez.

      ET: lembro que o nosso economista Pierre, é funcionário público.

      • ALFiel, que eu lembre, o Sacrossanto (Lula) disse que a crise é uma MAROLINHA. A PTzada deveria ter vergonha de usar a crise como justificativa para incompetência do Poste!!!!! Perdão dA PostA.

      • Crise … só se for de cérebros … apagão generalizado!

  • O que o governo deveria fazer era cortar o ponto dos grevistas,fazer greve durante meses e continuar recebendo o salário normalmente não é greve,mas sim férias remuneradas.A comparação salarial feita acima não é correta,porque as outras carreiras são exclusivas de estado,a carreira de professor não é exclusiva de estado,portanto,se está achando o salário ruim,pede exoneração e vai trabalhar na iniciativa privada.

    • Larga de ser alienado rapaz! Professor não fica recebendo sem trabalhar, afinal, é a única categoria que tem o compromisso moral e lega de repor os dias letivos. Ou você não sabe o que é a LDB? Ah, vai a dica: http://www.outraspalavras.net/2012/07/20/o-que-os-professores-em-greve-podem-ensinar/

      • Quanta falta de educação. Com certeza não é um educador porque todo educador é, no mínimo, educado.

        • Até parece que eles repõem mesmo.. No máximo um terço das aulas…

        • Carlos, educador é pai, mãe e palmatória … professor é outra coisa, bem distinta. Não vejo falta d educação de minha parte, e sim, apenas reiteradamente, alienação da sua.

        • Alvaro, seja lá o nome que você queira dar, um professor tem saber se dirigir as pessoas. Mas, confesso, quando fui aluno, vi muitos moleques travestidos de professores. Eles só atrapalhavam. Sem eles, as disciplinas seriam muito melhores.

          É isso. Estamos no Brasil, um país onde a educação não é levado a sério e também, infelizmente, onde muitos professores são são sérios.

        • Carlos, e as pessoas tem de aprender a raciocinar de forma clara. Você está sendo alienado, pois desconhece ou de forma maledicente finge ignorar que ao contrário das demais funções de estado, como quer chamar, docente não faz greve rapaz. Olhe que as pós-graduações estão andando, os hospitais universitários estão atendendo emergências e a burocracia não parou. Além disso, professor tem de repor o conteudo didático, senão, por força da LDB, os alunos perdem semestre. Você foi e continua sendo aluno com essa postura, do grego “sem luz própria” ou habilidade de reflexão crítica. Desculpe me dirigir de forma direta e franca, mas seriedade é coisa que brasileiro tem de aprender a ter antes de sair vociferando aos quatro ventos opiniões preconceituosas e infundadas.

        • Cadê diz o que o coração está cheio…
          Enquanto eu puder expressar minha opinião, a mediocridade e pequenez dos soberbos não vai ser suficiente para me calar. Pois é na soberba e arrogância que se escondem os medíocres.

          “Não há algo mais assustador do que a ignorância em ação”. Goethe.

        • Alvaro,
          apesar de os professores serem obrigados, como dizes, a repor o conteúdo na íntegra, posso te dizer que isso não significa que eles terão todo o trabalho que teriam em condições normais (i.e. sem greve). Sou formada em oceanologia e tenho mestrado, e posso te dizer que quando o conteúdo está atrasado os professores arrumam outras maneiras de repor, que geralmente dão bem menos trabalho do que as aulas. Explico: o professor divide a turma em grupos e dá um tópico, que seria uma aula, para cada grupo. Pede aos grupos que pesquisem e façam uma apresentação. Ora, ele não dá aula e não tem nem o trabalho de corrigir alguma coisa. Alguns ainda pedem um ensaio, o que deveria obrigá-los a ler (o que demandaria pelo menos algum trabalho da parte dele), mas já aconteceu de eu entregar um cd em branco e ficar com nota 8,5. Então, não me venha dizer que professor não faz greve, por favor.

  • Pierre, benvindo. A lua de mel foi rápida, não!!!
    Discordo desta visão dos PHDeuses, de que basta ter um doutorado e publicar que nem um louco para ser considerado de execelencia. O que se chama progredir na carreira por mérito. A melhoria da qualidade do ensino, pesquisa e extensão não tem necessariamente esta vinculação automatica.
    Voce erra quando diz que o Sindicato quer afrouxar a questão da progressão por mérito. Historicamente o sindicato luta pela melhoria da qualidade, e logicamente da qualidade de seus professores.
    Tive na minha epoca de estudante excelentes professores que se dedicavam prioritariamente ao ensino, e eram sem duvida os melhores professores. Não tinham uma produtividade alta com a publicação de “papers”, mas eram excelentes professores. Também a questão do produtivismo implantado nos ultimos anos virou uma vergonha nacional. E é este criterio hoje que mede a “qualidade academica” de um profissional.
    A avaliação mais justa e correta de um professor e tecnico administrativo se dará quando democratizarmos a universidade publica. Quando os alunos, professores e tecnicos tiveram não só acento nos orgão superiores de decisão, nos departamentos e centros, mas paritariamente. Quando a sociedade (empresarios e trabalhadores) tiveram uma participação efetiva nos orgão colegiados superiores, não para dicutirem a administração da Universidade, mas para definirem a quem serve a Universidade Publica. Para a maioria ou para a minoria. A Universidade publica hoje esta “capturada”. Os convenios para captação de recursos “amordaçou” a sensibilidade critica que é a mola principal da atividade academica. Quem dá o dinheiro não gosta e não quer ser criticado, e ai a Universidade se cala.
    Esta greve é justa e necessária para que tenhamos em nosso pais uma Universidade que atenda com qualidade, e comprometida com os interesses da população (da maioria). As conquistas só ocorrem com a luta.

    • Heitor
      Nao se trata de visão de PHDeus, mas apenas de promover quem merece, que é comprometido.
      Também nao concordo com esse sistema bisonho de pontuação da Capes, mas convenhamos, nosso sindicato nunca apresentou uma proposta alternativa sequer.
      Você sabe que muitos de nossos colegas se escoraram por décadas em cargos inúteis na UFPE. Alias, hoje a UFPE virou instrumento de aparelhamento por completo.

  • Ninguém é obrigado a permanecer na universidade.Leram o edital, antes de fazer o concurso?Não? Terá concurso para analista e auditor fiscal da receita, se alguns são tão bons para terem doutorados e mestrados acadêmicos e acham q isso vale muito, tentem passar num concurso q ganhem mais.SIMPLES.Saiam da universidade!!Greve de servidor público é IMORAL!! E ainda tem o mercado privado,ninguém é funcionário público obrigado, esse é um país livre, se acha q tá ganhando pouco, ninguém te impede de buscar outro emprego!!!Agora prejudicar deliberadamente a população q paga impostos(salários dos Barnabés da vida) É IMORAL!!!

    • Outro bicho burro a solta! Vai lá então infeliz … e se aposente pelo teto: R$3900,00. Aqui não tem toupeira, estamos lutando por uma das poucas classes decentes nesse pais, que vem sistematicamente sendo afrontada e humilhada por essa “Dilmadura” de esquerda!

  • Professor, eu digo abertamente que sou a favor da greve, mas sou criticado muitas vezes. Depois de pensar um pouco refleti que a greve realmente não deve ser apoiada 100% pelos alunos. Os professores merecem sim, reajuste, melhores salários, carreira estruturada e etc. Acho que os professores deveriam ser tratados como no Japão. Ensinar algo de verdade e criar pensadores é colocar as pessoas no rumo da melhoria constante e isso é digno do mais alto respeito.

    Porém… estou na UFPE a exatos dois anos e devo dizer que dos cerca de 20 professores que tive durante esse tempo, poucos realmente mereciam a honra desse nome. Pessoas capazes, interessadas em ajudar e construir e dignos de respeito. A maioria porém, não merece sequer ser chamado de professor e nem se esforçam para tal. São desmotivadores, incompetentes e muitos, eu garanto, ODEIAM os alunos e alguns fazem questão de atrapalhar a vida destes.

    Ao pensar nisso vejo que a greve realmente não vai surtir efeito para os alunos, estes que deveriam ser os mais importantes elementos das universidades, não passam de um fardo necessário. Portanto o seu último ponto, que é a avaliação dos professores, na minha opinião é o mais importante.

    Se você acompanhar de perto as reações dos alunos sobre a greve verá que eles estão incomodados com a falta de aula pois esta atrapalha suas vidas, e não estão realmente preocupados com a injustiça que os professores estão sofrendo. O motivo? Tudo isso que eu disse alguns parágrafos atrás. Somos reféns da universidade e dos professores incompetentes. Se o caso fosse o contrário e nós nos sentíssemos cercados de bons profissionais cujo a função é AJUDAR no nosso crescimento, nós os alunos, seriamos os maiores aliados dos professores nessa greve.

    Talvez eu seja um cara suspeito para falar sobre esse assunto, uma vez que gosto de ensinar e um dia penso em ter como uma de minhas atividades a de professor universitário. Pois, como disse anteriormente acho essa uma das profissões mais dignas que existe.

    • Um aluno crítico e consciente. Muito bom.
      De vez em quando aparece cada súdito…

    • Prezado aluno Victor, meus sentimentos estão com você, e saiba que dos quase 800 alunos que tive nos últimos 3 anos você é o primeiro a fazer uma análise centrada da coisa. Se os professores são péssimos hoje, é porque foram os piores alunos em seu tempo de bancos escolares. Os melhores somente ficam na academia no Brasil na área de ciência básica, já que esta não tem vazão aos mercados. Porque um excelente economista ou engenheiro estaria na academia, no Brasil? Pense, poderia ele obter muito maiores lucros (no mercado) ou ter ambiente de trabalho muito mais efervescente (academia) e com decente remuneração em um país desenvolvido? Crise? A Alemanha tem mostrado que para cérebros o mercado é o mundo, e que a inteligência bem-educada acha saidas criativas e provém crescimento a cada novo desafio. Brasil, um país de acomodados: alunos vagabundos, professores medíocres e políticos ladrões. Alguns cá estão por idealismo, é fato … mas mesmo idealismo, de bolsos vazios, cansa!

      • Parabéns Àlvaro!

    • Prezado Victor Cavalcanti, permita-me formular uma resposta às suas inquietações, muito justas por sinal. É que para uma verdade existem sempre muitos ângulos de visada.
      Então experimente raciocinar com uma carreira docente estruturada, com escolas devidamente equipadas para todas as atividades universitárias, pela lei: pesquisa, extensão e sala de aula, então envolvendo adequação de espaços físicos, equipamentos, bibliotecas, laboratórios, informatização, permanência do aluno garantida o que envolve refeições, para que a escola não discrimine pelo poder econômico, esporte e descontração ou seja atvidades sociais. Veja que nesse caso os concursos serão muito mais seletivos por causa da procura de intitução qualificadora. Esta escola estaria muito melhor instrumentada para acompanhar e fiscalizar a atividade docente, porque estaria remunerando.
      Já existe um bocado de legislação adequada, mas falta objetivação das cadeias administrativas para esse controle. Porque? Por que a entrada de novos profissionais vai piorar quase sempre esta situação enquanto a remuneração continuar muito inferior à das outras carreiras de especial interesse do estado, conforme foi falado da boca pra fora pelo ex-ministro Hadad. Sim somos carreira de interesse nacional haja visto o fino material com trabalhamos, material humano, jovens como você e tambem crianças na pré-escola inclusive.
      Essa escola existe, em todos os paises desenvolvidos e mesmo em paises outros, que se direcionam seriamente a atingir o desenvolvimento, porque não o Brasil?

  • Concordo com voce Pierre quando defende promover quem merece. A questão é quem e como se decide quem merece. O aluno ai teria um papel fundamental na avaliação do prof, desde que não fosse o unico criterio. Temos problemas graves dentro dos departamentos (uma coisa bisonha da epoca da ditadura) que são manipulados somente pelos nosso pares, sem uma participação efetiva de alunos e tecnicos administrativos. Foram criadas verdadeiras “grupelhos” que auto se protegem. Um presta “favor” para o outro para depois ser “recompensado”. Infelizmente a questão do merito academico, entendido não só como titulação, publicação de trabalhos cientificos relevantes, mas também como compromisso e dedicação para as atividades de ensino, a ética na pesquisa, o compromisso social no trabalho de extensão universitária, são pontos que deveriam serem apreciados quando da promoção na carreira.
    Democracia Já !!!

  • O que mais espanta são políticos ganhando reajustes de 62% com equiparação automática com o salário dos ministros do STF e quando partimos para uma discussão de como isso é possível numa época de crise, poucos se interessam. Como o governo quer impor limites a outras classes admitindo esses aumentos?
    A presidenta, assim como os prefeitos podem vetá-los. Mas a responsabilidade com as verbas públicas não é questionada quando eles fazem uma verdadeira farra com nosso dinheiro. Alguém fez as contas de como o aumento no congresso que abriu as porteiras para Assembleias e Câmaras em todo o Brasil fazerem o mesmo afetou nossos cofres públicos?
    Fica a dica: não vote em ninguém que está recebendo esses aumentos. Essa é a hora de colocar as manifestações sociais nas ruas e exigir por um país melhor.

  • Serra solicitou ao seu partido, PSDB que entre no Ministério Público com uma ação para que os blogs(sujos) não possam receber verbas de publicidade do governo.

    Serra não deseja receber criticas.

    Apesar da oposição ser contra a censura da imprensacomo dizem, agem diferente do que pregam.
    Desejam censurar todos os blogs que escrevam contra a sua pessoa, só ficando liberados os blogs de
    Noblat, Reynaldo Azevedo, Augusto Nunes, Merval e todos aqueles que escrevam elogios à Serra.

    Chego a conclusão, que se trata de um grande desespero de Serra.
    Vejo que está perdido.

    • O que isso tem com o post em questão????????????

    • Você está cada vez mais doente. O que você fala (é tão burro que nem percebe) é que defender o governo só se for recebendo um gordo financiamento estatal. Garanto que nossos paladinos da ética e da moral lulista não fazem isso por dinheiro, e sim por acreditar no lulopetismo. Para lyreta democracia e liberdade de expressão só rola se for financiada pelo Estado.

      Portanto, deveriam nossos bravos blogueiros até abdicar dessas verbas estatais, ganhando assim maior credibilidade nos seus argumentos pró-governo. Assim, não restaria nenhuma nuvem de suspeita sobre suas nobres intenções.

      PS – cara, tu tem uma tara com o Serra que chega a ser estranho e doentio. Em qualquer assunto aqui comentado, do aumento da passagem de ônibus, passando por briga de torcida de futebol, tu lembra dele. Vai a um analista resolver isso que tá ficando cada vez pior.

      • Estando doente, onde posso me tratar?
        Com relação a Serra não existe nada de doentio.É que a forma como faz política de nível
        tão baixa, deixa rastos para se falar ma ldesta figura tosca.

        Para o leitor não existe nenhuma nuvem de suspeita com relação a Veja, Reynaldo Azevedo, Augusto Nunes
        e Merval Pereira. Todos atacam o governo porque éque um fracasso, onde só existem incompetência.
        Realmente, porque você os blogs sujos deveriam abdicar de receber verbas das empresas do
        governo. O mesmo deveria fazer a Veja e a Globo.

        É do mundo mineral saber que não existe paladino nem ético sendo lulista. Isto fica para as
        pessoas como os Demóstens Torres, os José Roberto Arruda , Marconi Perillo e os seus seguidores

        Aproveito para solicitar uma iindicação de um analista afim de poder sentir o quanto estou errado
        com relação a este governo incompetente para os éticos e os honestos.
        Só que apoia este governo é que recebe dinheiro dele, no meu caso.
        Não isto que as pesquisas dizem com relação a Lula e Dilma. As suas aprovações são a maiores
        que um governo já recebeu no Brasil.

        • ALF tem problemas mentais sérios!! Temos que ter paciência com ele, para ele tudo se resume a oPT ao PSDB e demais opositores, mania de perseguição, Freud explica!!

    • ALFiel, se você fosse contra políticos que dizem um coisa e fazem outra, você não defenderia o Sacrossanto :

      http://www.youtube.com/watch?v=AwaV87X-oXY

      • Sou pago para defender o melhor presidente do Brasil, a quem chamam com muita honra de
        sacrosanto. É uma prova de respeito e admiração.

      • Alexandro, simplesmente perfeito !

  • Educação não é prioridade no eterno rico país de terceiro mundo. Logo…………………….

  • Pierre,

    esse é o principal motivo de eu não querer encarar meu Doutorado. Passar 4 anos estudando, pesquisando, labutando, lendo, investigando, publicando, revisando…A troco de quê? Ganhar R$ 7 mil?

    É bem melhor enveredar em outros projetos como estudar pra concursos ou abrir uma empresa.

    Não há promoção para fazer doutorado nesse país. O custo beneficio é baixo.

    Só 2 motivos justificam fazer Doutorado

    1) Amor ao ensino superior e a Academia
    2) A pessoa não tem preocupação com dinheiro

    Eu queria bastante fazer Doutorado, mas tenho filho pra criar, meu amigo. Posso passar 4 anos fazendo uma coisa que ao término não me proporcionará o que eu mereceria.

    TRISTE!

    • Amigo, vai por mim: se você se enquadrar no perfil de algum concurso faça seu doutorado bem feito durante a manhã e metade da tarde … e durante a madrugada use a bolsinha da CAPES para pagar um curso preparatório, rache de estudar, passe num concurso para pesquisador do IPEA, promotoria, PeTrobras que seja … encoste teu burrico na sombra e durma em paz de bolsos cheios. Até porque depois de doutordo vem pós-doc, a bolsa é relativamente ainda pior, vais estar ainda mais velho, cansado, poderás ter família a sustentar … e se não bastasse isso, poderás virar professor, se deres sorte de agradar a banca, ou ter um titular que simpatize contigo … para tão somente, depois de muito trabalhar, ter de ouvir esse tipo de comentários, quando 40 anos tiverem se passado e nenhuma mudança de rumo radical puder ser feita de tua vida: é deprimente!

  • Daqui a pouco os professores irão querer reeditar uma nova monarquia: ganha mais quem tem mais títulos. Uma monarquia piorada porque nas monarquias, pelos nomes, era o nobre que bancava seu título. Nessa, projetada pelos professores, somos nós que bancamos. eheheheheh

    Brincadeiras à parte, mas nem tanto, todo profissional tem que ganhar em função da sua produtividade. Um detalhe, a tabelinha que Pierre citou, o procurador federal, por exemplo, mais produtivo não produz nem 1% do que um professor produtivo é capaz de produzir. Por professor, eu entendo qualquer um. Não precisa ser professor universitário, pois, para mim, o professor é mais importante na medida inversa da capacidade do aluno entender. Logo, os professores das crianças deveriam ser os mais bem remunerados para impedir que tivéssemos o mínimo de delinquentes possíveis, resultando em um trabalho mínimo para o carcereiro federal, policial federal, o juiz federal, procurador federal e etc… Será que eles querem consertar o Brasil??

    Mas a lógica é outra, e os professores universitários não estão interessados em mudar a lógica. Eles querem apenas aumentar seus ganhos reproduzindo a mesma lógica do juiz do STJ que ganha 50, 60 mil por mês tendo uma vida nababesca, com baixa produtividade, ineficiência, comportamento pedante e desrespeitoso, trabalhando em palácios monárquicos. Ou seja, o Brasil do serviço publico, sobretudo do judiciário, é um Estado Feudal tosco em pleno século 21.

    E, a pergunta que não quer calar: Qual é o modelo de Harvard, Oxford, MIT?? Como as grandes universidades funcionam, como remuneram seus professores?

    • Carlos, brilhante: “Logo, os professores das crianças deveriam ser os mais bem remunerados para impedir que tivéssemos o mínimo de delinquentes possíveis” … e sabia que os energúmenos dos professores universitários ainda não entenderam que, uma vez que a carreira EBTT (Ensino Básico, Técnico e Tecnológico) já tem remuneração igual à eles, esta greve está realmente ajudando ao ensino Básico? Ficam se matando por causa do pensamento chinfrim: “Só se vai ao topo se for doutor” … e estamos perdendo a maior chance da história de FUNDIR as CARREIRAS e igualar professores de criança e de adultos, ao menos no prestígio, remuneração e progressão!

  • Serra entra com ação contra Paulo Henrique Amoriam e Luiz Nasif. Motivo, diz que eles defendem os reus do mensalão. Serra mostra o quanto está debilitado emocionalmente.
    Os blogs como o de Noblat que está em plena campanha orquestrada afim de julgar e condenar todos que
    participaram do pseudo mensalão, ele não entra com uma ação.

    O que me causa surpresa é que a oposição se diz a favor do direito de expresão(desde que seja a seu favor), um menbro dela, venha com este comportamento de censura.

    Hoje Serra já deu entada a dois processos. Um contra ao direito dos blogs chamados sujos por ele, de ter direito a verba de publicidade do governo e outro contra PHA e Nassif.
    Isto sim é que podemos chamar de censura, contra o direito de divergir.

    ET: me parece que o homem que se diz preparado para ser Presidente, entrou em colapso mental.

    • Quem? PHA e Nassif chapa branca? como assim? isso é um absuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuurdo.

      HAHAHAHAHHAHAHAHAHAH

      Tá com medo de perder a boquinha Lyreta? Assim vai acabar tendo que trabalhar de verdade.

  • VOLTEI.

    Vejam os blogs que só falam mal do Governo Federal e os patrocinios:

    Reynaldo Azevedo – Propaganda da Petrobras.

    Ricardo Setti – Proapganda da Caixa Ecoomica.

    Blog do Noblat – BNDES, Caixa Economica, Sebrae, Petrobras e Governo do Brasil

    Para Serra, os blogs sujos não devem ter direito a verba do governo.

    • Enquanto Dilma privatiza, Haddad quer estatizar. Quem acredita nesta conversa mole?

      Enquanto Dilma Rousseff está prestes a comandar o maior torra-torra de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos e energia da história deste país, enterrando de vez o discurso estelionatário do PT, Fernando Haddad, candidato petista à prefeitura de São Paulo, quer reestatizar estradas que passam dentro do município, acabando com o pedágio. Quem acredita nesta lorota eleitoreira?

      Veja aqui:

      https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/7/23/haddad-quer-reestatizar-trecho-urbano-de-rodovias

      • Existe uma diferênça entre privatizar (colocando o dinheiro no bolso) e fazer concessóes.

        Nas concessoes o bem do pais continua com ele. Nsz privatização os bens são vendidos e
        que perde e a nação. Exemplo da grande perda foi a privataria no governo FHC.

        Haddad deseja mudar o esquema do PSDB que privatizou todaas as estradas de São Paulo
        deixa que as empresas que fazem a manutenção cobrem altos pedágios da população.

        Reestatizar é uma ação correta, pois vai evitar que os moradores de São Paulo continuem a
        pagar as altas cobrança de pedágios.

        Ainda por cima, o leitor muito preocupado com a eleição de São Paulo diz que é uma lorota.
        Copia Serra.

        • Eita Lyreta, nem a corja da alta cúpula do teu partido é capas de dizer que as privatizações foram ruis para o Brasil. Faltasse a essa aula de doutrinação ou o discurso em cima é um, e pra ralé do partido é outro? Se não quiser ler todo o documento elaborado por um deputado do SEU PARTIDO, onde o mesmo mostra-se contrário à um plebiscito acerca da reestatização da companhia Vale do Rio Doce, veja apenas o pedacinho que separei para você.. Nas palavras do SEU DEPUTADO

          “CONSIDERAMOS QUE A PROPOSTA DE SUBMETER A REVERSÃO DE UM PROCESSO ECONÔMICO DESTA NATUREZA E DESTA MONTA É DESPROVIDO DE SENTIDO ECONÔMICO E PODE TRAZER SÉRIOS PREJUÍZOS À PRÓPRIA EMPRESA E A SEUS ACIONISTAS, ENTRE OS QUAIS SE INCLUI, COMO EXPOSTO, O PRÓPRIO INTERESSE DA UNIÃO.”

          É impressão minha ou é o PT defendendo a “privataria tucana”?

          COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO
          PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO No 374, DE 2007
          Dispõe sobre a realização de plebiscito acerca da retomada do controle acionário da Companhia Vale do Rio Doce pelo Poder Executivo.
          Autor: Deputado IVAN VALENTE
          Relator: Deputado JOSÉ GUIMARÃES
          I – RELATÓRIO
          Trata-se de projeto de decreto legislativo que determina que o Tribunal Superior Eleitoral faça realizar, em todo o Território Nacional, um censo plebiscitário com a finalidade de recolher manifestação, favorável ou contrária, dos cidadãos, acerca da retomada do controle acionário da Companhia Vale do Rio Doce pelo Poder Executivo da União. Justifica o ilustre Autor que o processo de privatização da Companhia Vale do Rio Doce caracterizou apropriação do patrimônio do povo brasileiro por particulares e deve ser revertido em nome do controle público sobre os recursos naturais essenciais para o crescimento do país e para a manutenção de sua soberania. A matéria ainda será apreciada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania É o relatório.

          II – VOTO DO RELATOR
          Cabe à Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio proferir parecer sobre o mérito econômico da matéria em tela. Nesse sentido, do ponto de vista econômico, o primeiro foco de análise deveria se concentrar sobre a questão de se seria ou não um bom negócio para a economia brasileira reverter a privatização da Vale. CABE RESSALTAR QUE TAIS CONSIDERAÇÕES ENVOLVEM ARGUMENTAÇÕES TÉCNICAS DE RELATIVA PROFUNDIDADE, QUE DIFICILMENTE PODERIAM SER ABORDADAS DE MANEIRA COMPLETA EM UM DEBATE PÚBLICO, NO CALOR DE UM PROCESSO ELEITORAL PLEBISCITÁRIO, EIVADO DE ARGUMENTOS SIMBÓLICOS E SIMPLISTAS QUE, MUITAS VEZES, PODEM DISTORCER ASPECTOS ECONÔMICOS DE MAIOR COMPLEXIDADE.

          Isto posto, de forma preliminar, é preciso considerar que a Companhia Vale do Rio Doce é um dos orgulhos nacionais desde a sua fundação e em muito contribuiu para o desenvolvimento do País. Com efeito, trata-se da segunda maior mineradora do mundo e da maior empresa privada do Brasil. É a maior produtora de minério de ferro e de pelotas do mundo e a segunda maior de níquel. A Vale destaca-se ainda na produção de manganês, cobre, bauxita, caulinita, carvão, cobalto, platina, alumina e alumínio. A dimensão dos seus negócios a credencia como uma das grandes empresas mundiais, cujos negócios provocam desdobramentos não só na economia brasileira, mas na economia global.
          De fato, desde sua criação, no Governo Vargas, a Vale se organizou como uma empresa de economia mista, caracterizada pela participação de sócios privados e do setor público em forma de sociedade aberta, com o controle acionário majoritário nas mãos da União. Hoje, a Vale é uma empresa privada de capital aberto, com sede na cidade do Rio de Janeiro, com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), inclusive integrando o Índice Dow Jones, indicando que seu desempenho econômico influencia diretamente um dos mais importantes indicadores da economia mundial.
          Ao final de 2006, a Vale anunciou a incorporação da INCO canadense, a maior mineradora de níquel do mundo, operação de aquisição que foi efetivada no decorrer de 2007, sob forte esquema de engenharia financeira internacional. Após essa incorporação, formou-se um novo conglomerado empresarial – CVRD Inco, cujo valor de mercado em 2008 foi estimado em 196 bilhões de dólares pela consultoria Economática, perdendo no Brasil apenas para a Petrobrás (287 bilhões) e se tornando a 12º maior empresa do mundo.
          NÃO HÁ COMO NEGAR QUE A MUDANÇA DAS CARACTERÍSTICAS SOCIETÁRIAS DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE FOI PASSO FUNDAMENTAL PARA ESTABELECER UMA ESTRUTURA DE GOVERNANÇA AFINADA COM AS EXIGÊNCIAS DO MERCADO INTERNACIONAL, QUE POSSIBILITOU EXTRAORDINÁRIA EXPANSÃO DOS NEGÓCIOS E O ACESSO A MEIOS GERENCIAIS E MECANISMOS DE FINANCIAMENTO QUE EM MUITO CONTRIBUÍRAM PARA ESTE DESEMPENHO E O ALCANCE DESSA CONDIÇÃO CONCORRENCIAL PRIVILEGIADA DE HOJE. DE FATO, PODE-SE VERIFICAR QUE A PRIVATIZAÇÃO LEVOU A VALE A EFETUAR INVESTIMENTOS NUMA ESCALA NUNCA ANTES ATINGIDA PELA EMPRESA, GRAÇAS À ELIMINAÇÃO DA NECESSIDADE DE PARTILHAR RECURSOS COM O ORÇAMENTO DA UNIÃO, O QUE, NATURALMENTE, SE REFLETIU EM ELEVAÇÃO DA COMPETITIVIDADE DA EMPRESA NO CENÁRIO INTERNACIONAL E PERMITIU A SÉRIE DE AQUISIÇÕES NECESSÁRIAS PARA O CRESCIMENTO DO CONGLOMERADO MINERADOR A NÍVEL INTERNACIONAL.

          A DESPEITO DAS MUDANÇAS SOCIETÁRIAS TEREM SIDO FAVORÁVEIS AOS NEGÓCIOS DA EMPRESA, AINDA PERSISTE MUITA CONTROVÉRSIA SOBRE OS GANHOS DO SETOR PÚBLICO COM O PROCESSO. NESSE SENTIDO, É PRECISO DESTACAR QUE A UNIÃO, APESAR DA PERDA DO CONTROLE GERENCIAL, AINDA PERMANECE UM IMPORTANTE ACIONISTA DA COMPANHIA. Com efeito, o Conselho de Administração da Vale é controlado pela Valepar S.A, que detém 53,3% do capital votante da empresa (33,6% do capital total). Por sua vez a constituição acionária da Valepar é a seguinte: Litel/Litela (fundos de investimentos administrados pela Previ) com 58,1% das ações, Bradespar com 17,4%, Mitsui com 15,0%, BNDESpar com 9,5%, Elétron (Opportunity) com 0,02%.
          SE FOREM CONSIDERADAS AS AÇÕES DA PREVI (CUJA DIRETORIA É INDICADA PELA UNIÃO) E DO BNDES COMO DE INFLUÊNCIA DIRETA DO GOVERNO FEDERAL, ESTE GERENCIA, POR POSSE OU INDICAÇÃO, CERCA DE 41% DO CAPITAL VOTANTE (INCLUINDO PARTICIPAÇÕES EXTERNAS À VALEPAR). INCLUINDO-SE, AINDA, A PARTICIPAÇÃO DO BRADESCO E DOS INVESTIDORES BRASILEIROS, CERCA DE 65% DO CAPITAL VOTANTE DA EMPRESA SE ENCONTRAM NO PAÍS.
          NESSE SENTIDO, NÃO SÓ A INFLUÊNCIA DA UNIÃO NOS DESTINOS DA EMPRESA É AINDA MUITO GRANDE, COMO SUA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS DA EMPRESA É MUITO SIGNIFICATIVA, ESPECIALMENTE SE FOR AVALIADO QUE, APÓS A PRIVATIZAÇÃO, E EM CONSEQÜÊNCIA DO SUBSTANCIAL AUMENTO DOS PREÇOS DO MINÉRIO DE FERRO, A VALE FEZ SEU LUCRO ANUAL SUBIR DE CERCA DE 500 MILHÕES DE DÓLARES EM 1996 PARA APROXIMADAMENTE 12 BILHÕES DE DÓLARES EM 2006.

          O número de empregos gerados pela companhia também aumentou desde a privatização – em 1996, eram 13 mil e, em 2006, já superavam mais de 41 mil. Ademais, a União, além de ser beneficiária desses resultados através do BNDES, de fundos de previdência de suas estatais e de participação direta, ainda viu a arrecadação tributária com a empresa crescer substancialmente.
          DE FATO, EM 2005, A EMPRESA PAGOU 2 BILHÕES DE REAIS DE IMPOSTOS NO BRASIL,CERCA DE 800 MILHÕES DE DÓLARES AO CÂMBIO DA ÉPOCA, VALOR SUPERIOR EM DÓLARES AO PRÓPRIO LUCRO DA EMPRESA ANTES DA PRIVATIZAÇÃO.
          ASSIM, É DE DIFÍCIL SUSTENTAÇÃO ECONÔMICA O ARGUMENTO DE QUE HOUVE PERDAS PARA A UNIÃO. HOUVE GANHOS PATRIMONIAIS, DADO O EXTRAORDINÁRIO CRESCIMENTO DO VALOR DA EMPRESA; HOUVE GANHOS ARRECADATÓRIOS SIGNIFICATIVOS, ALÉM DE GANHOS ECONÔMICOS INDIRETOS COM A GERAÇÃO DE EMPREGOS E COM O CRESCIMENTO EXPRESSIVO DAS EXPORTAÇÕES. A RIGOR, A UNIÃO DESFEZ-SE DO CONTROLE DA EMPRESA, EM FAVOR DE UMA ESTRUTURA DE GOVERNANÇA MAIS ÁGIL E MODERNA, adaptando a empresa à forte concorrência internacional, mantendo expressiva participação tanto nos ganhos econômicos da empresa, como na sua própria administração.
          E TAL PROCESSO FOI, INEGAVELMENTE, BEM-SUCEDIDO. DIANTE DOS FATOS, CONSIDERAMOS QUE A PROPOSTA DE SUBMETER A REVERSÃO DE UM PROCESSO ECONÔMICO DESTA NATUREZA E DESTA MONTA É DESPROVIDO DE SENTIDO ECONÔMICO E PODE TRAZER SÉRIOS PREJUÍZOS À PRÓPRIA EMPRESA E A SEUS ACIONISTAS, ENTRE OS QUAIS SE INCLUI, COMO EXPOSTO, O PRÓPRIO INTERESSE DA UNIÃO.
          Pelas razões expostas, votamos pela rejeição do Projeto de Decreto Legislativo nº 374, de 2007.
          Sala da Comissão, em de de 2009.
          Deputado JOSÉ GUIMARÃES
          Relator

          OS – Vai Lyreta consultar o PARTIDO para saber como falar das privatizações agora.

  • FOLHA DE SÃO PAULO

    Mensalão: PT deve R$ 100 milhões para Marcos Valério.

    A dez dias do início do julgamento do mensalão, Marcos Valério e seus ex-sócios devem na Justiça pelo menos R$ 83 milhões que saíram dos bancos Rural e BMG para abastecer o PT e partidos aliados em 2003 e 2004. A Folha teve acesso aos processos no Tribunal de Justiça de Minas em que os bancos cobram o valor, mas, segundo avaliação de envolvidos no episódio, a dívida jamais será paga. O julgamento começa no dia 2 de agosto no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Apontado como operador do mensalão, Valério alega que pegou o dinheiro a pedido do PT e, para pagar aos bancos, cobra R$ 100 milhões do partido na Justiça. “Há uma responsabilidade de natureza civil do PT”, diz o advogado de Valério, Marcelo Leonardo. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, em 2003 e 2004 o Rural e o BMG fizeram empréstimos de R$ 64 milhões ao PT e às empresas de Valério.

    O objetivo, sustenta a denúncia dos procuradores, era misturar esse valor ao dinheiro público desviado de contratos das empresas de publicidade de Valério com o Banco do Brasil e a Câmara dos Deputados -e, com isso, camuflar a origem ilegal dos recursos do mensalão.

    O PT nega e afirma que o dinheiro que repassou a aliados e a integrantes do partido, para atender a despesas eleitorais, vieram exclusivamente dos empréstimos feitos no Rural e no BMG. E diz que pagou a sua parte em 2009, não reconhecendo, por consequência, a dívida cobrada hoje de Valério. Já a Procuradoria descreve o mensalão de outra forma: como um esquema de compra de apoio político no Congresso organizado pelo PT no início do governo Lula. E diz que os bancos liberaram o dinheiro em troca de receber benefícios do governo. Não teriam a intenção de cobrá-lo, o que só fizeram após o estouro do escândalo. O Banco Rural, segundo a Procuradoria, queria o apoio do governo na aquisição de parte do Banco Mercantil de Pernambuco. Já o BMG, diz a denúncia, teria sido beneficiado na operação de empréstimos consignados de servidores públicos.

    Os documentos mostram que as dívidas de Valério com os dois bancos estão longe de ser quitadas. Um dos empréstimos, de R$ 17,4 milhões, por exemplo, foi parar no arquivo da Justiça mineira no mês passado. Trata-se do empréstimo de do Rural à Graffiti, empresa do grupo de Valério. A dívida foi atualizada para os R$ 17,4 milhões em 2005, quando a cobrança começou, mas hoje pode ser muito maior. O banco alega que o caso será reativado quando localizar bens de Valério para penhorar.

    Em 2009, Valério assinou uma “confissão parcial de dívida” ao dar uma Pajero e uma Toyota Fielder para abater R$ 120 mil de outra das pendências, de R$ 38,4 milhões, referente a empréstimo do Rural à SMPB, principal empresa do grupo. Além disso, seu ex-sócio Ramon Hollerbach deu imóveis avaliados em R$ 420 mil. Os dados mostram que até agora apenas 1,5% desse empréstimo foi quitado. No processo, Valério e os ex-sócios chegaram a apresentar fazendas apontadas como fantasmas pela Justiça para tentar abater a dívida. Valério não pagou os empréstimos junto ao BMG que, segundo ele, também foram destinados ao PT

    • Obrigado pelos os elogios. Adoro safadezas.

      Como otário prefiro não discutir o que escreveu;.

    • Não sabia que empréstimos em banco fosse crime.
      Neste caso todos os partidos comenteram crime.
      Nenhum deixou de fazer empréstimos em banco.
      Só é crime quando é emprestimo para o PT. Claro…..

      Gostaria que citasse com provas quais foram os benéficios que os bancos receberam do governo.

      O que vejo é Dilma brigando com os bancos para baixar os juros, que beneficia a população, comércio e
      Indústria.

    • As demandas judiciais duram de 5 a 10 anos e alguns dos principais motivos são

      1- A falta de localização de bens para penhora;
      2- A não localização dos réus para citação;
      3- A falta de confirmação de dados cadastrais (CPF, nome completo etc.);
      4- Ineficiência do Info-jud, Rena-jud e Bacen-jud, facilmente driblados por fraudadores

      A Alpha – Busca de bens é empresa com expertise em busca de bens, em localizar réus para citação e busca de bens para suporte a litígios. Nossos serviços ajudam você e sua empresa a ter sucesso na penhora de bens de devedores e/ou citar o réu, aumentando efetivamente as chances de sucesso na ação judicial.

      Contate-nos: http://www.alphapesquisa.blogspot.com.br

  • A “primeira dama” vai ser estrela na campanha do Haddad.

    O PT começa a construir um mito e uma mentira sobre a esposa de Fernando Haddad. Ana Estela Haddad é apenas a esposa que largou a vida acadêmica em São Paulo, na USP, para seguir o marido na sua carreira em Brasília, sempre com um carguinho de confiança sob medida em outro ministério. Basta olhar o seu currículo e os seus cargos comissionados. Além disso, Ana Estela Haddad era especialista mesmo em usar jatinhos junto com o marido. Estava ao seu lado em 97 viagens em aviões da FAB, indo e vindo de Brasília para fazer campanha eleitoral em São Paulo. O ministro poderia, a esposa não. Mas isto é um mero detalhe na carreira fantástica de Ana Estela Haddad, que o PT apresentará como a “mentora intelectual do ProUni”, porque lia cartas para o ex-petista e ex-ministro Cristovam Buarque, no MEC, sua primeira “boquinha”, tendo ficado emocionada com a história de uma mãe que não podia pagar a faculdade da filha. Não é piada. É João Santana.

    • Não sei porque os oposicionistas gostam tanto da palavra BOQUINHA.

      O leitor em vez de se preocupar com a eleição no Recife tem voltado as suas atenções para o pleito
      de São Paulo.

      Agora tenta atacar a esposa de Fernando Haddad.
      Entra no estilo Serra de fazer campanha.

      Por certo ao saber o que ele escreveu, Haddad não vá dormir de tanto preocupação e os milhares de votos que vai perder com esta denúncia inocua.

      Lembro que vai ter eleição em Recife e o candidato Humberto Costa está na frente em todas as pesquisas.

      • Eira TAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARA que esse cabra tem por Serra. Lyreta, Lyreta….. isso tá ficando estranho.

        Não tenho dúvidas que Haddad vai dormir bem. Nunca vi essa corja perder um minuto de sono, principalmente sabendo que tem gente otária como tu pra ficar defendendo suas safadezas.

        • Agradeço pelas as insinuações.

          Não sei qual foi a safadeza que defendi. Por certo por ser otário com diz.

          Será que a safadeza foi dizer que o governo Lula foi o melhor antes de Dilma.Pode ser.

  • Eu não entendo essa mania que funcionário público tem de sempre se dizer “humilhado”, “perseguido” e tal.

    Acho que só Freud explica, Porque o governo está garantindo aumentos consecutivos de 4%, 10%, 10% e 10% em quatro anos seguidos para os professores.

    Eu nunca acharia isso ruim. Quem mais aí, na iniciativa privada, tem emprego estável e está ganhando 35% de aumento até 2015, fora as progressões salariais por tempo de serviço?

    Reclamam que o aumento foi dividido em três anos. Mas esquecem que, em pouco tempo, boa parte dos professores das Ifes terá passado para o nível associado, que ganha bem mais (R$ 10 mil hj, R$ 13 mil a partir de 2015, pela proposta do governo).

    • Garoto Fábio, para que a pessoa “acorde” na classe de associado em 2015 é preciso que ele esteja, hoje , na metade do tempo da classe de adjunto 3. Logo, ele no mínimo entrou na universidade em 2007.

      • Por isso mesmo, garoto carlos, eu disse que “em pouco tempo, boa parte dos professores das Ifes terá passado para o nível associado”. Ou você negará que boa parte dos professores entrou antes de 2007?

        • Garoto Fábio, eles mereceram chegar onde chegaram, ficaram pelo menos 6 anos trabalhando com bolsa de “milão” por mês sem FGTS, INSS, etc enquanto seus coleguinhas na iniciativa privada igualmente competentes chegavam a tornar-se gerentes … quando chegarem a Associados, seus coleguinhas já serão diretores ganhando o dobro e muito mais valorizados. Não me venha com pieguismos, se ainda falasses de advogados que seguem carreira pública … mas professor no Brasil se fo** mesmo, trabalha por idealismo e ponto!

        • Tá cheio de “garoto” aqui, hein….

          Quem opta pela iniciativa privada pode ficar rico……ou desempregado. Muita gente prefere a estabilidade e a segurança do serviço público. Não tem nada de idealismo aí. É uma opção de vida como qualquer outra.

          Outra coisa: Pierre é extremamente injusto ao dizer que a classe não ganhou nada durante o governo Lula, “apenas reposições”. Vamos ao que ele mesmo colocou aqui: http://acertodecontas.blog.br/economia/professores-das-ifes-ganham-menos-do-que-no-governo-fhc/

          Em 2003, segundo ele, o salário estava em 88% do que era em 1998. Em 2010, fim do governo Lula, o salário estava em 102% do que era em 1998. Como dizer, então, que o governo Lula não trouxe ganhos para a categoria?

          E se em 2012 o salário estava em 91% do que era em 1998, é mais do que óbvio que os aumentos de 4%, 10%, 10%, e 10% levarão os vencimentos a um nível bem acima do que era no governo FFHC.

        • Garoto Fábio, qual foi a parte de “igualmente competentes” que você não entendeu? Ficar desempregado hoje em dia, no Brasil, tem de ser nó cego mesmo. E se tornar-se professor não tem nada nde idealista e iguala-se a qualquer outra opção de vida, porque tão pouca gente em número, mas vultosa em excelência procura a carreira acadêmica? Pondere …

        • Eu disse que tornar-se professor de universidade federal não tem nada de idealismo, garoto Magnus.

          Até porque é bem melhor do que ser professor de universidade particular.

        • Desculpe garoto Fábio, mas fora a PUC (que é Universidade e paga melhor que federais) não há Universidades particulares no Brasil … isso é coisa de gringo … aqui só há caça-níquel pega-trouxa!

        • Claro que existe, garoto. A UNIVERSIDADE Católica de Pernambuco é o quê?

        • Desculpe garoto Fábio, mas dentre as brasileiras, esta nem apareceu no ranking: http://www.timeshighereducation.co.uk/world-university-rankings/2011-2012/top-400.html ;-)

        • Uma coisa é ser uma universidade. Outra coisa é estar nesse ranking.

        • Sim Fábio, formar-se numa Universidade ou universidade … faz, com certeza, toda a diferença!

  • Dilma e o Ministério do Planejamento alegam dificuldade de reajuste dos professores devido a crise europeia que realmente tá começando a deixar ‘rastro’ por aqui.. Porém vendo essas distorções dos salários de alguns servidores federais.. Fico pensando na choradeira dos juizes e promotores por aumento de subsidios..
    Depois dessa Lei de Acesso a Informação que foi sancionada um tempo desse parece que as alegações das associações de Magistrados e do Ministério Público de que os subsidios estão defasados, e que vivem na “pindaíba”, no cheque especial, com débito no cartão e etc.. é balela da classe que se considera a TOP de todas!!..Com a LAI que dá acesso ao cidadão e aos órgãos de controle de monitorar os vencimentos de juizes e promotores, esse argumento tá indo por água abaixo. Pois estes têm os maiores salários do serviço público, além de que são cheio de indenizações e beneficios que dão uma encorpada no salário tornando o subsidio apenas um complemento do restante. Na verdade são um bando de HIPÓCRITAS, ganânciosos e egocêntricos, que acham que no serviço público ainda há espaço para marajá!!
    A sociedade de hoje tem que ficar de OLHO e cobrar mesmo.. porque a máquina pública não pode quebrar por conta de uma minoria, cujo se julga excessão no serviço público e quer ter renda muito elevada a nossa custa!? E o restante dos trabalhadores e da peble do serviço público vai ficar sem aumento por conta do aumento exorbitante de vossas excelências?? Pelo que ganham dá pra ficar ai pelo menos uns 2 ou 3 anos sem aumento!!

  • está circulando amplamente informação entre professores,servidores técnico-administrativos e alunos uma ação lamentável de um professor da UFPE que tentou entregar ao reitor da mesma instituição as estratégias da classe que foram definidas em assembleia.

    • Marginal tem em todo canto, até como professor da UFPE

  • Jefferson vai provar que Mensalão foi ordem de Lula.

    Defesa do ex-deputado, delator do mensalão, dirá no STF que ex-presidente ordenou o esquema.

    A defesa do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), um dos 38 réus do mensalão, vai centrar fogo no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em sua sustentação oral no julgamento, previsto para começar no próximo dia 2, no Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado de Jefferson, Luiz Francisco Corrêa Barbosa, dirá que Lula não só sabia da existência de todo o esquema como “ordenou” a sua execução: – (Lula) Não só sabia (do mensalão) como ordenou toda essa lambança – revelou Barbosa ontem ao GLOBO. – Não é possível acusar os empregados e deixar o patrão de fora.

    A tese da defesa, no entanto, contraria as declarações do próprio Jefferson, em 2005, durante seu depoimento na Comissão de Ética da Câmara. À época, antes de ter seu mandato cassado, o presidente nacional do PTB contou que foi ele quem avisou Lula sobre a existência do mensalão: – Eu contei e as lágrimas desceram dos olhos dele. O presidente Lula é inocente nisso – afirmou Jefferson, na ocasião.

    No mesmo depoimento, ao se referir ao ex-chefe da Casa Civil José Dirceu (PT), outro réu no processo e apontado na denúncia como “chefe da quadrilha”, Jefferson voltou a defender Lula: – Zé Dirceu, se você não sair rápido daí (do governo), você vai fazer réu um homem inocente, que é o presidente Lula. Rápido, sai rápido, Zé, para você não fazer mal a um homem bom, correto, que eu tenho orgulho de ter apertado a mão. Ontem, porém, Barbosa desconversou sobre a mudança de tom: – Não respondo pelas palavras do Roberto. Sou o advogado dele.

    No julgamento, a defesa de Jefferson também atacará a Procuradoria Geral da República (PGR) para desqualificar a denúncia. Delator do mensalão, o ex-deputado está sendo acusado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Jefferson teria recebido R$ 4 milhões do chamado valerioduto. Ele nega qualquer irregularidade. Segundo a PGR, o esquema era operado por Marcos Valério e abastecia parlamentares aliados para votarem a favor de projetos do governo Lula, entre 2003 e 2004. – Não houve crime. Vou mostrar que o processo é açodado, incompleto – disse Barbosa.

    Para Fernando Leal, professor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV), a intenção de levar o nome de Lula ao julgamento pode ser uma tentativa de enfraquecer os argumentos da acusação, uma vez que o STF não poderia deixar de condenar os réus e excluir o suposto executor do esquema, no caso, Lula. Leal disse que a iniciativa teria pouco efeito: – As alegações do advogado de Roberto Jefferson, do ponto de vista jurídico, não tendem a prosperar na ação penal. A prerrogativa de incluir novos réus no processo é exclusiva do Ministério Público, que já optou expressamente por não fazê-lo. Procurado pelo GLOBO, Lula não quis comentar o caso.

    Jefferson chegou a arrolar Lula como testemunha da ação. Em outros momentos, ele também quis tornar o ex-presidente réu do mensalão, pedido negado pelo ministro Joaquim Barbosa, relator do processo, em 2010. O caso começou a tramitar no STF em 12 de novembro de 2007. Reeleito semana passada presidente do PTB, o ex-deputado, de 59 anos, será operado no próximo sábado, no Hospital Samaritano, em Botafogo, para a retirada de um tumor no pâncreas. O diagnóstico foi feito em fase inicial da doença. Ele deverá ser internado quinta-feira. – O tumor no pâncreas é de natureza indeterminada. Não existe um diagnóstico ainda. Só vamos saber depois da cirurgia, que é complexa, mas com grandes chances de recuperação – explicou o médico de Jefferson, José Ribamar Sabóia de Azevedo. (O Globo)

    • QUEM CONFIA EM ROBERTO JERFFESON?

      A cada dia diz uma coisa diferente.

  • Marcos Valério avisa que poderia “dedurar” Lula, mas não vai.

    Ao negar que tenha ameaçado Lula e dizer que não é “dedo duro”, o operador financeiro do Mensalão manda novo recado: poderia dedurar, mas não vai.

    Acusado de operar o esquema do mensalão, o empresário Marcos Valério negou ontem em Belo Horizonte que pretenda fazer revelações sobre o caso, cujo julgamento está marcado para começar no dia 2. “Eu sou igual ao Delúbio, nunca endureci o dedo para ninguém e não vai ser agora, às vésperas do julgamento”, disse Valério ao site “Terra” quando se encaminhava para almoçar em um restaurante da zona sul da cidade. Valério faz menção ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares. Depois de ser expulso do partido, Delúbio foi reintegrado em 2011. Nos bastidores, setores da legenda apontam seu silêncio em todo esse tempo como um dos principais motivos para a reabilitação.

    De óculos escuros, calça jeans e blazer, Valério disse ser “ficção científica” o rumor de que estaria ameaçando relatar um encontro secreto que teria mantido com o ex-presidente Lula antes do estouro do escândalo. “Eu não tenho nenhum confidente em Brasília, principalmente lá, onde não vou há anos. (…) Eu nunca fiz ameaça a ninguém”, disse ele, que estava acompanhado do advogado e sócio Rogério Tolentino, também réu no processo do mensalão.

    De acordo com reportagem da revista “Veja” desta semana, as ameaças de Valério levaram o PT a destacar o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh para missão de tentar manter Valério sob controle. À “Veja” Okamotto confirmou os encontros, mas negou que eles tivessem a ver com chantagem. Disse apenas que eles conversaram sobre generalidades políticas e que as reuniões se deram porque Valério queria saber “como está a política, [já que estaria] preocupado com algumas coisas”.

    À Folha, Okamotto falou que o que tinha a dizer sobre o assunto está na revista e, após afirmar não se dar bem com jornalistas, se recusou a continuar a conversa. Na defesa que entregou ao STF em 2011, Marcos Valério questionou a ausência de Lula entre os réus do processo afirmando que se a acusação do Ministério Público fosse verdadeira o principal beneficiário do esquema deveria ser listado nela. Valério é apontado pela Procuradoria-Geral da República como chefe do núcleo operacional que desviou recursos públicos para a compra, pelo PT, de apoio político ao governo Lula nos anos de 2003 e 2004.(Folha de São Paulo)

    • Mentira. Não foi Marco Valerio quem questionou a presenpça de Lula, mas o advogado
      do honesto e ético Roberto Jerffesson. Alias já foi desmentido pelo ex-deputado.

      Fica dificil se ter dialago com pessoas que se pautam pela Veja.

      Por certo o leitor deve ter feito uma assinatura da revista que devido a perda de credibilidade, está fazendo
      uma promoção pague um ano e receba dois.

  • VITIMA DA VEJA E FOLHA, ERENICE É INOCENTADA.

    Erenice Guerra foi inocentada pela justiça.

    A tentativa da oposição afim de ajudar Serra foi desmascarada.

    Será que a Veja e a Folha vão dá para ele o mesmo espaço que colocaram afim de a atacar e prejudicar a
    eleição de Dilma.

    Esta é mais uma tentariva da mídia em destruir reputações. Até quando Brasil vai conviver com este tipo
    de comportamento da nossa imprensa.

    Imagino como estaria o nosso pais, caso tivessemos uma imprensa informativa e não parcial.

    Como seria bom que todos se recebessemos informações via mídia do que realmente acontece, sem o uso
    do poder da imprensa que hoje é usado de forma desonesta e partidária.

  • A palavra “Serra” foi postada 14 vezes aqui, 12 foram do ALFiel. Que tesão você sente no careca, hein?

    http://www.youtube.com/watch?v=L-7_J_Oh8sY
    ALFiel, comenta desse vídeo aí.

    • O OTÁRIO DO ALF AINDA ESTÁ EM 2010 – ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE !!!!! SÓ FALA NO SERRA, OU ENTÃO ELE ACHA QUE NÓS VAMOS VOTAR PARA PREFEITO EM SÃO PAULO KKKKKKK

    • Cara, eu já tinha visto esse vídeo. Enquanto Cabral chama o menino pobre e morador da periferia, que só pede uma área de esporte e lazer, de OTÁRIO e SACANA, o MULLA fica rindo cara. Isso é asqueroso, é nojento.

  • O outro porque da discriminação. Muito há se falado sobre o histórico de precariedade da situação dos professores. Essa precariedade é real em muitos países e os salários não acompanham os valores típicos de mercado para as competências equivalentes em outras profissões, principalmente quando se compara a área pública com a área privada. Este é um direito do qual não podemos abrir mão na educação, porque o direito à educação é um dos direitos fundamentais do homem, a ser garantido pelo estado e não pelo setor privado.
    Apesar dessa primeira observação, o fato conseguinte e verificável é que: são desenvolvidos os países que respeitam aos educadores, inclusive no aspecto remuneratório. Não existe exceção. Considerado respeitoso, um salário capaz de dotar-lhe da qualidade de vida que vá determinar a tranquilidade de poder inclusive educar seus filhos de modo a serem, talvez no futuro, professores. Isso seria ético por parte do empregador, do estado e da sociedade, porque se estaria criando condições de renovabilidade na base funcional dos professores. Mas não é o que se verifica, se considerado o elenco de condições inclusive psicológicas, e também de saúde e moradia necessárias a reprodução da nossa base funcional no futuro próximo, ou seja, daqui a vinte anos, dos quais os cinco atuais já virão marcados pelo decesso salarial, não seja a capacidade de luta e resistência da categoria. O governo precisa saber o porque dessa mega mobilização de professores: é que nós educadores não vamos mais tolerar a continuidade do projeto de desqualificação funcional, confirmado por um plano onde os doutores estão mal remunerados e os professores iniciantes convivem com a miséria. Os fatos apontados acima ocorrem no limite do tempo para que prejuízos maiores não aconteçam, às nossas crianças, às nossas famílias, mas principalmente ao povo brasileiro e ao Brasil, porque ocorrem na sequência de várias décadas de desprezo com a educação e de injustiças com os educadores. O FUTURO NÃO SERÁ CONSTRUÍDO COM INJUSTIÇAS.

    O outro porque do preconceito atinge sem dúvida a nossa imagem pública e temos de reconhecer isso ao nos fazermos atores de um dos processos mais desgastantes da atividade humana, o aprendizado. O aprendizado vem à criança e ao jovem como o equivalente ao trabalho e o trabalho quando executado sem os instrumentos adequados, será extenuante. Principalmente não havendo os elementos motivacionais adequados.
    Então vemos um quadro onde a pré-escola é desenvolvida com poucos recursos e sem muita técnica por um corpo docente motivado apenas pela emoção, porque salário não há. Isto com a recursos possíveis que a boa vontade e a experiência lhes suprem.
    Naturalmente este quadro se propaga por toda a educação brasileira, alimentando um sentimento crescente de revolta no estudante e portanto na população. Que não tem como diferenciar as responsabilidades pelo atual estado de coisas entre o estado, a escola e o professor.
    Aí o elemento mais visível é o professor.
    Daí procedem os sintomas de hostilidade ao professorado, lembrando sempre que fenômenos equivalentes ocorrem em todos níveis da escolarização e vão se reforçando ao longo do percurso formativo do aluno se propagando à sociedade.
    Este quadro faz prosperar o imaginário popular de que o bom professor é um profissional que trabalha de graça, por sacerdócio, isso se apóia tambem na história dos mestres do passado, do filósofo com seus discípulos do profeta com seus seguidores. Tais ingredientes não podem deixar de se refletir na relação aluno-professor, bidirecionalmente.
    O que nos torna perplexo é ver a mídia e mesmo muitos professores, envolvidos com as atuais campanhas de amigo da escola e as vezes com muito boa vontade, mas com pouco conhecimento de causa, investirem na desprofissionalização da atividade, imaginando uma escola caritativa, onde as ofertas de trabalho comunitário, vão suprir as deficiências de recursos e de mão de obra qualificada. E o governo embarcando nessa história, o que é, sem dúvida, bastante cômodo e orçamentário.
    Sempre que se falar em protagonismo comunitário na escola, tem que se falar também prá compensar e prá ser fiel aos fatos, nos baixos salários dos professores, na falta de infraestrutura e recursos pedagógicos na escola, isto por falta de crença na instituição escolar como instrumento transformador da sociedade e por falta de planejamento no governo e pelo estabelecimento de falsas prioridades no país. O protagonismo social na escola não pode ser entendido como nada a mais do que a presença de pais e da sociedade alí, o que é muito bom, para acompanhar, relatar, propor e fiscalizar.
    A execução de trabalhos comunitários na escola só pode ter o significado da presença social dentro da mesma. Não se pode aceitar a responsabilização da comunidade por fazer a escola funcionar, nem substituir a sua institucionalidade. Isto no sentido de fazer a correta responsabilização de governantes e mandatários por todos os danos causados no futuro, por está contemporaneidade gritante.

  • [...] de julho – ainda sem ter feito reunião alguma de negociação efetiva, Governo apresenta proposta para a imprensa. (veja [...]

  • seus textos sao muito elucidativos. Capacitando o leitor comum a ter acesso a uma informaçao clara e objetiva.
    A questao salarial parece ser o cerne da questao. Mas ela é somente um referencial
    dos problemas que envolvem a dignidade do oficio de educador neste país. A formaçao nas universidades
    nos últimos 10 anos ganhou um quadro docente mais qualificado e sobrecarregado com várias atividades
    inerentes a essa nova condiçao. As análises aqui postadas estao sendo muito boas para levar ao debate o que
    está acontecendo realmente.

  • Há muitos professores descompromissados com os alunos no Departamento de Eletrônica e Sistemas ( DES ) da UFPE lá no CTG . Por favor , denunciem aos orgãos competentes e que façam uma investigação minuciosa. Estão brincando com a educação dos alunos da Nata da Engenharia no CTG que saem formados assustados com Deus e o mundo .

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).