Estudante profissional jubilando vira Diretor do MEC

mar 26, 2012 by     33 Comentários    Postado em: Educação

reprovado

Hoje meu colega acreano Altino Machado divulgou uma informação simplesmente bizarra: um estudante profissional, militante do PT, está assumindo a Diretoria de Integração das Redes de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação.

O cidadão chama-se Irailton Lima de Sousa, é militante do PT e suplente de vereador na capital acreana.

Pois bem…Irailton está matriculado no curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Acre há exatos 21 anos.

Segundo a Coordenadora do Curso, o novo Diretor do MEC escapou duas vezes do jubilamento. Em 1998 fez um novo vestibular e em 2005 foi chamado novamente para se explicar sobre a demora para se formar. Foi dado um novo prazo, mas ele resolveu fazer a monografia sem concluir os créditos.

Ainda segundo a Coordenação do Curso, o novo Educocrata pleiteou uma colação de grau sem concluir os créditos.

Agora tenta obter a Declaração de Conclusão de Curso, mas a professora se nega a dar.

Agora aos fatos.

Este Governo está simplesmente brincando de aparelhamento do Estado.

Não estamos falando de um cargo comissionado no Ministério da Pesca, ou mesmo na Reforma Agrária, onde a educação formal talvez seja menos importante do que a prática (em alguns casos).

irailton
Irailton Lima de Sousa, de jubilando a Diretor do MEC

Estamos falando em colocar na Diretoria do Ministério da Educação um militante que passou 21 anos na Universidade e não conseguiu se formar.

21 anos!

Qual a moral que o Ministério da Educação tem para exigir que as Ifes jubilem seus alunos, de acordo com as regras do REUNI, se aceita aparelhar o Ministério desta forma pueril?

Vejamos a explicação dada pela Coordenadora do Curso em Ciências Sociais, professora Eurenice Oliveira de Lima. Foi publicado por Altino Machado, que também escreve o Blog da Amazônia.

Aliás, Altino fez uma entrevista com o futuro Diretor do MEC, o Jubilando Irailton Sousa.

“1 – O referido aluno iniciou o curso, pela primeira vez, em 1991. Temendo um processo de jubilamento, prestou novamente vestibular e reiniciou o curso em 1998. Considerando todo o período, ele está há 21 anos no curso Ciências Sociais. Em 2004, este aluno não estava sequer cadastrado no Sistema de Informação do Ensino (SIE).

2 – Conforme o Histórico Escolar do aluno, disponível no sistema da UFAC, a carga horária cumprida por ele ao longo desses 21 anos foi de 2.070 horas, sendo que a carga horária exigida para concessão de diploma como Bacharel em Ciências Sociais é de 2.295 horas.

3 – Este aluno deveria ter sido jubilado em 2005. No entanto, em 2007, a Coordenação do Curso autorizou ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico da UFAC (NURCA) o recadastramento para que ele tivesse a oportunidade de defender sua monografia, o que foi feito em 2008, sob a orientação do Prof. Dr. Ermício Sena.

4 – De acordo com o Projeto Curricular Pedagógico do Curso de Ciências Sociais, o prazo de integralização é de sete anos. No entanto, o aluno em questão defendeu sua monografia sem integralização de créditos, dez anos depois de sua matrícula em 1998.

5 – Além disso, à época da defesa de sua monografia, o aluno devia outros créditos e também o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Estabelece o Ministério da Educação e Cultura (MEC) que o ENADE faz parte do componente curricular, de maneira que o seu descumprimento não permite colar grau ou obter diplomação. Isto posto, a declaração de conclusão do curso, que o aluno pleiteia junto a esta Coordenação, não tem validade legal.

6 – Outrossim, uma vez defendida a monografia, o mencionado aluno ingressou com uma solicitação de colação de grau especial, por meio da Vice-Reitoria, na pessoa do Prof. Dr. Pascoal Muniz, procedimento este totalmente inadequado. Pois o caminho correto é que esta solicitação seja feita diretamente na Coordenação do Curso, instância responsável por dar sequência aos procedimentos cabíveis, que se pauta pela normas vigentes na Instituição e sempre orientou os alunos sobre seus direitos e deveres.

7 – Como se vê, esta é a síntese da trajetória acadêmica apresentada pelo discente. Cabe a pergunta: este aluno tem autoridade para tecer críticas à UFAC e a seu corpo docente, que estão apenas cumprindo a legislação educacional em vigor? Entendo que este não é o melhor caminho para quem pretende cuidar do futuro de milhões de jovens brasileiros que aguardam ansiosamente as oportunidades do PRONATEC, programa em que o aluno parece pleitear um cargo de direção.

8 – Por fim, ressalto que a Coordenação do Curso de Bacharelado em Ciências Sociais está aberta e disponível a prestar quaisquer esclarecimentos sobre o caso, assim como as demais instâncias da UFAC, primando sempre pela transparência e rigor na administração pública.”

33 Comentários + Add Comentário

  • Pierre, sem querer defender o dito cujo, que eu não faço ideia de quem seja, que outras formações ou bagagem de experiência ele tem que possam habilitá-lo pra tal diretoria?

    É lógico que admitir no MEC alguém que usou de vários subterfúgios para burlar regras do sistema educacional vigente seria em teoria um absurdo, no entanto, me parece bastante precipitado colocar a pecha de “aparelhamento do estado”, sem antes saber o que mais o cara teria a oferecer. Por isso é tão importante em casos como esse escutar a opinião do acusado.

    Li a entrevista no blog que você citou, Pierre, e a versão tal Irailton é outra:

    “O que diz a Ufac?
    Diz que estou com pendências em disciplinas. Mas efetivamente não tenho essas pendências. Disse, por exemplo, que estou com pendência em Ciência Econômica I, mas fiz Ciência Econômica II. Você não pode fazer Ciência Econômica II sem ter feito Ciência Econômica I. O meu professor foi professor Raimundo Angelim, atualmente prefeito de Rio Branco. O mesmo aconteceu com Francês Instrumental e Análise Estatística. Existe o registro das minhas notas de Análise Estatística, mas consta como se eu não estivesse me matriculado. Como eu poderia ter feito uma disciplina sem ter me matriculado? Não existe isso. Erros da burocracia da Ufac estão me prejudicando. E a coordenação do curso jogou a responsabilidade para cima de mim, como se eu tivesse que dar conta daquilo que ela deveria cuidar e organizar. Eu me vejo prejudicado nessa situação. Dizem que constam os créditos da primeira matrícula, mas não consta o processo.”

    Sobre a experiência que o habilita pro tal cargo no MEC, ele diz:

    “Eu sou atualmente o coordenador do Fórum Nacional de Educação Profissional, com delegação para representar todos os estados da federação nas discussões com o Ministério da Educação sobre educação profissional. Nessa condição, portanto, tenho uma relação privilegiada com os gestores estaduais de educação profissional. Tenho onze anos de experiência com educação profissional. No Acre, estou à frente do Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional Dom Moacyr, uma autarquia que surgiu em 2005, a partir da antiga Gerência de Educação Profissional, que ocupei e que funcionava como parte integrante da Secretaria de Estado de Educação.”

    Enfim, nem conheço o cara e vejo uma possibilidade bem maior de ele estar mentindo do que o contrário. Mas o que está sendo feito nesse post, Pierre, com todorespeito, é que se costuma chamar de “assassinato de reputação”, e sem direito a defesa ou a versão do acusado, o que ao menos o outro blog que você linkou faz.

    • Gabriel
      Ele tem todo o direito de estudar se quiser.
      Mas dai o PT nomea-lo Diretor do MEC é um escárnio.
      Se quer arrumar um emprego para ele fazer política, não faltam opções.

      • A questão, Pierre, é que você não tem certeza se ele é realmente um “estudante profissional” ou foi realmente vítima da burocracia universitária.

        Você tampouco sabe se as instituições em que ele alega ter trabalhado são base suficiente para se assumir o dito cargo no Ministério, isso comparando-se com a média de experiência qualificada exigida nesse tipo de cargo ao longo dos anos.

        Enfim, por isso para o jornalismo são tão caras expressões como “acusado de”, “o suposto”, “teria feito”…

        Vale lembrar, que presunção de inocência é um dos pilares da democracia (mesmo quando não se trata exatamente de um crime) e que assassinatos de reputação costumam ser precedidos de boas intenções.

        • Alguém que passa 21 anos em uma universidade não se constitui em uma suposição, mas um fato.

        • Pelo amor divino, o cara é um pilantra protegidinho e vai trabalhar no MEC?????????

        • Gabriel:
          Deixo de lado a questão acusatória para não pecar acusando-o “injustamente”.
          Mas, para a assunção de cargos como esse, há obrigatoriedade de se apresentar a documentação de capacitação (no caso, nível universitário com doutorado) e uma entrevista de prova de capacitação com no Senado não iria nada mal.

        • É estudante profissional sim. conheci vários durante a minha vida. Lamentável que algumas pessoas achem que êle é a vítima. Vítima somos nós, que pagamos os impostos que são utilizados em uma universidade publica para um imbecil desse jaez, fazer proselitismo político. Espero que o ministro mercadante e a Presidenta se apiedem de nós e corrigem essa bobagem.

    • Seria realmente bom, o “Acerto de Contas” ouvir o acusado e trazer a sua versão. Tenho sentido falta de algo sobre o senador Demóstenes Torres, parece que o “Acerto” ficou desantenado.

  • Bizarro, mas são as regras do jogo: ele tem contatos importantes, logo, tudo estará a seu favor. É a “ética do mercado”, mutatis mutandis..

  • O negócio é ser militante do PT, pra ganhar uns 10 mil inicial e cargo de gerência para cima,pq estudar pra ganhar R$ 3 mil tá muito concorrido e o mercado de trabalho privado é muito exigente…Esse PT e muita hipocrisia, 25 mil comissionados só na esferea federal!

  • 21 anos. Quanto já custou a sociedade o curso desse sujeito ??? Quem viveu até agora de sugar a sociedade certamente viverá o resto de sua vida “profissional” sugando. Tá no DNA!!!

    • Sou a favor do jubilamento, porque acho que a universidade pública deve cobrar também certa produtividade dos alunos.

      Mas ainda assim, eu me pergunto: que custo financeiro é gerado para o estado por um aluno que simplesmente tranca a sua matrícula todos os períodos ou algo do tipo?

  • De estudante profissional para político profissional. Trabalho que é bom, nada!!

  • Esse tipo de figura também é presente na UFPE, principalmente nos cursos do CFCH, onde a exigência do vestibular é bem menor. Estão ali pendurados nos cursos de filosofia, ciências sociais, história e pedagogia. Antes que venha me acusar de preconceituoso sou bacharel e licenciado em geografia, portanto cria daquela casa.

  • RSRSRS EU não acredito que estou lendo argumentos favoráveis a esse senhor,estamos falando em capacidade administrativa dentre outras,dizer que a universidade é dispensável nesse cargo é patético.Tenho vergonha desse país.Pra esse cargo deveria ser um PHD

  • Num país onde os maiores absurdos se passam por normal, eu não sei mas nem o que achar anormal.

    Estupro passa em horário nobre em cadeia nacional, ninguém acha estranho.

    Presidiário aluga espaço dentro da cadeia, ninguém acha estranho.

    Sarney preside o Congresso Nacional, ninguém acha estranho.

    O cidadão passa 5 meses por ano trabalhando para pagar imposto, ninguém acha estranho.

    O Secretário dos Transportes é pego bêbado na blitz do bafômetro, ninguém acha estranho.

    De 10 licitações no país, 9 são fraudadas, ninguém acha estranho.

    Aluno fuma crack, faz sexo dentro de sala, filma tudo com o uniforme do colégio e coloca na internet, ninguém acha estranho.

    Polícia corrupta envolvida com pirataria, ninguém acha estranho.

    Traficante determina toque de recolher em favela, ninguém acha estranho.

    Gente morre nos corredores do SUS por puro descaso, ninguém acha estranho.

    Bandido controla tráfico de dentro de presídio de segurança máxima, ninguém acha estranho.

    Bandido usa celular dentro de presídio, ninguém acha estranho.

    O Brasil ter a maior taxa real de juros do mundo, ninguém acha estranho.

    Um país que vai sediar copa do mundo e não tem a mínima estrutura de transporte e os flanelinhas mandam nas ruas e ameaçam violentamente os motoristas, ninguém acha estranho.

    Um país onde policial, bombeiro e professor passam fome e jogador de futebol gasta R$ 50 mil numa noite, ninguém acha estranho.

    Um país onde criminalidade e bandidagem são premiadas com impunidade, onde se pega 30 anos de cadeia, mas cumpre-se 2 anos de fato, ninguém acha estranho.

    Um país que perde, por ano, R$ 82 bilhões somente com corrupção nas três esferas de poder, ninguém acha estranho.

    Um país onde vigora o jeitinho, onde furar fila, falsificar atestado e enganar o INSS são o ápice da esperteza, ninguém acha estranho.

    Um país onde presidente de Assembléia Legislativa ri da cara do povo, ninguém acha estranho.

    Um país que, segundo a Unicef, tem 250 mil crianças prostituídas, já estaria alcançando a Tailândia como o principal destino mundial do turismo sexual e já foi até tema do programa “Our World: Brazil’s Child Prostitutes” (“Nosso Mundo: As Crianças Prostitutas do Brasil”) da BBC, ninguém acha estranho.

    Um país onde o cara que é exemplo de empreendedorismo fez fortuna com petróleo, doou milhões para campanhas presidenciais e o pai foi ministro das minas e energia, ninguém acha estranho.

    Um país que recebe e trata bem terroristas acusados de homicídios e assaltos a bancos, ninguém acha estranho.

    Um país que sustenta 513 deputados, 81 senadores, quase 60 mil vereadores, centenas de milhares de cargos comissionados e um mundaréu inacabavél de servidores, o que consome da sociedade a “bagatela” de R$ 18 bilhões, ninguém acha estranho.

    Um país que para por causa de bunda na TV, carnaval e futebol, ninguém acha estranho.

    Um país onde é rotina guarda levar toco, ninguém acha estranho.

    Um país que tem órgãos de controle e fiscalização só de fachada, ninguém acha estranho.

    Um país onde barnabés recebem auxílios imorais, ninguém acha estranho.

    Um país onde as fronteiras são mais furadas do que peneira e pelas quais passam drogas e os armamentos mais potentes e as autoridades fazem de conta que não sabem, ninguém acha estranho.

    Um país onde o ensino da matemática apresenta um dos mais baixos níveis e que fica atrás da Jordânia e de Trinidad e Tobago na maior avaliação de educação do mundo, ninguém acha estranho.

    Um país onde bandidos explodem caixas eletrônicos em bancos e fogem impunemente, ninguém acha estranho.

    Um país onde se compra um carro e se paga três, ninguém acha estranho.

    Um país em cujo território está situada a maior floresta tropical do mundo, mas quem manda nela são forasteiros, ninguém acha estranho.

    Um país onde concurso público vive sendo fraudado, mas não se fala no assunto e tudo termina como se o sistema fosse altamente meritocrático, ninguém acha estranho.

    Um país onde peixadas políticas mandam e desmandam dentro de órgãos públicos, ninguém acha estranho.

    Um país onde o bandido fica com as chaves da cela, ninguém acha estranho.

    Um país onde é normal ter arrastão dentro de shopping, ninguém acha estranho.

    Um país onde um fundador de igreja fica milionário abusando da ignorância do povo, ninguém acha estranho.

    Um país onde ter um celular com câmera é mais importante do que investir na formação, aprendizado e educação, ninguém acha estranho.

    Um país que tem várias cracolândias espalhadas pelas cidades, ninguém acha estranho.

    Um país onde o povo acha bonito fazer gato de TV a cabo, roubar fio elétrico, árvore de praça e tampa de bueiro, pichar muro e destruir telefone público, ninguém acha estranho.

    Um país onde filho de bilionário atropela e mata um coitado descamisado, compra meio mundo de autoridade, ninguém acha estranho.

    Um país onde marajá do governo ganha R$ 25 mil, acha pouco e quer fazer greve, ninguém acha estranho.

    Um país onde professor em regime de dedicação exclusiva não pisa na Universidade, ninguém acha estranho.

    Um país onde quem é honesto é ridicularizado, ninguém acha estranho.

    E AÍ?

    EU QUERO QUE ALGUÉM ME DIGA O QUE É CONSIDERADO ANORMAL NESSE CHIQUEIRO.

  • Não deixem o Prof. Jairo Dornelas ler este artigo senão o coração do Mestre não aguenta.

    • Eu queria poder “curtir” esse seu comentário! kkkkk

  • Sugestão: entre com denúncia no Ministério Público Federal alegando que a ;ei exige curso superior completo para ocupação de cargos comissionados. Vamos ver o que diz e faz o MP.

    • Minha querida, se formos entrar com ação no MP exigindo que tudo seja feito conforme a lei nesse país, viveremos 200 vidas e não conseguiremos denunciar um milésimo das falcatruas que rolam pelo Brasil afora. Nem o MP vai conseguir dar conta de tudo, nem que se contrate um milhão de servidores.

      Minha sugestão: é melhor fingir que vivemos no país das maravilhas e continuar fazendo esse jogo de manter as aparências fazendo de conta que tudo está caminhando maravilhosamente bem em terra brasilis.

      Consertar esse país é uma tarefa meio difícil.

  • Esse aí é parasita profissional.

  • Não entendo o motivo de tanta surpresa.
    Afinal de contas, qual é o critério adotados nos ultimos 10 anos, para ser detentor de um cargo público seja ele de caráter tecnico ou não?
    A resposta clara e limpida é a carteirinha de militante petista. Basta isso no curriculum para cacifar o “gestor”.
    A propósito, perguntar não ofende, Prof. Pierre, dá para dizer qual o ORÇAMENTO dessa “Diretoria de Integração das Redes de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação”.
    Se movimentar uma verba muito alta ou até mesmo mediana, tá justificada a indicação.

  • A solução e propor uma lei pelos fins de cargos comissionados e de confiança, só por concurso. Se o Brasil fosse um país sério não exigiria concurso nesses casos, mas como a bagunça é tão grande, só resta acabar com esses cargos!

  • Petição pública pelo fim dos comissionados:

    http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=POLITICA

  • Danosse!
    E hj em dia pra ser um “auxiliar administrativo” e ganhar R$ 700,00 as empresas exigem curso superior.
    O negócio é ser amigo do rei, da rainha, do bispo, etc.
    Senão vc será um vassalo pro resto da vida.

  • Melhor olha a frase do dia do ROMÁRIO:

    “Esse Brasil é um circo e os palhaços vocês sabem bem quem são.”

  • Esse País n tem jeito

  • Deveria acabar com os cargos comissionados, todos deveriam ser concursados, e acabar com esta situação de aparelhar a maquina pública, para que se recolha o dízimo e/ou até o trízimo aos partidos!

  • O Blog não comentou a desistência do Sr Irailton. Declinou da proposta em função da repercussão negativa na rede e na imprensa, embora não haja (segundo o próprio) exigência de titulação para a assunção do cargo.
    Não pretendo defender o Sr Irailton, mas preciso confessar um certo desconforto com as opiniões aqui expressadas unica e exclusivamente por me sentir confuso diante das circunstâncias.

    Exponho:

    O Cargo:
    Diretor de Integração das redes de Educação profissional.

    O Ex-Futuro nomeado:
    Irailton Lima de Sousa

    As qualificações:
    => Diretor-presidente do Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional Dom Moacyr do Acre
    => Coordenador nacional do Forum de Educação profissional
    => 11 anos de experiencia na área de Educação profissional como
    => Gestor de políticas de Educação profissional no Estado do Acre.

    Se não é esta uma pessoa qualificada para o exercício do cargo eu me pergunto quem seria???
    Algum de VSas que desferiram as críticas postadas aqui??
    Bem ou mal muitos podem concluir o curso de graduação muitas vezes com desempenho medíocre

    Algum dos Srs se pôs a pensar que as realizações do Sr Irailton podem ter sido muito mais importantes para a sociedade do que o fato de sua matrícula quase “perpétua”.

    O Blog Acerto de Contas não publica nem menciona o comentário de um professor daquela universidade que esclarece que as disciplinas que impedem a conclusão do curso são Educação física e uma prova que não reprova. só consta (ENADE).

    Há uma série de deslizes na conduta de discente do Sr. Irailton. Resta-nos observar se sua conduta à frente de iniciativas ligadas à Educação profissional (que é o que importa) é tão desprezível quanto fazem parecer os comentários, daqueles que ao invés de se informar, emitem opiniões vazias e embarcam no bonde sem saber o destino e o que é talvez pior, a origem.

    Talvez a escolha do Sr. Irailton tenha sido equivocada, embora até agora nenhum argumento tenha me convencido. Espero que o Blog Acerto de Contas, como fiscal de boas condutas que tem sido, fique vigilante para que a próxima indicação seja tão preparada quanto a anterior, e não se furte a desferir os ataques que parecerem necessários ao próximo ocupante da cadeira inclusive conclamando outros blogs parceiros a colaborar na campanha contrária à proposta.

    Leo Carneiro

  • Dos corruPTos não se pode esperar nada além de maracutáias, por isso temos o país de ordinários que vemos todos os dias estampados nos jornais e telejornais, é o mesmo que manter em uma comissão de educação da Câmara um palhaço TIRIRICA rindo todo o dia dos que estudam, se formam, fazem mestrado, doutorado, etc. Cambada de ordinários.

  • Mas ele está certíssimo! Se ele se formar, jamais será eleito presidente da re(les)pública.

  • sabe alguien de algun erdconino en almeria que sea espavilao y me pueda infoormar bien?bfme gustaria ciclarme eso si lo primero la informacion ma daao una taquicardia una vez y me rraya un poco balla q me de un infarto ..no se alomejor el q entienda se reira deciendo . q dice el pillao este jajaj bueno si alguien me dice algo de wai etno se man dixo q ahi unas pastillas q las benden en la farmacia sin recete pa los tesriculos pa q no se atrofien ono se q la verdad q no stoi muy seguro de acerlo q me acosejais?

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Informação com Humor

MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).