Mensagem aos alunos sobre uma possível greve na UFPE

mai 16, 2012 by     49 Comentários    Postado em: Educação

greve na educação

Sei que todos estão apreensivos com a conversa sobre greve, então gostaria de esclarecer para vocês como funciona isso, já que tenho sido constantemente abordado sobre o mesmo assunto.

Nós temos um Sindicato Nacional (Andes), que sugeriu às associações locais (a nossa é a Adufepe), que entrassem em greve a partir do dia 17.

Algumas Ifes já aceitaram a sugestão e entrarão em greve neste dia, mas a UFPE só fará a sua assembléia na quinta (dia 17). Lá irá decidir se entra ou não em greve.

Para isso ocorrer, é preciso que pelo menos 217 professores estejam presentes na Assembléia, e que a maioria decida pela greve.

Há uma enorme insatisfação dos professores com o governo, por vários motivos, mas o principal deles é que desde 2008 fomos enrolados com a promessa de uma nova carreira, assim como os cargos semelhantes conseguiram, como por exemplo os pesquisadores do Ipea e do Min. de Ciência e Tecnologia.

Só para terem uma ideia da distorção, em 2003 um pesquisador com doutorado do Ipea ganhava R$ 300,00 a menos que um professor com doutorado na Universidade. Hoje ele ganha R$ 5 mil a mais que a gente. O mesmo acontece com o MCT (Falo com detalhes neste estudo).

No ano passado o Governo sinalizou que ia dar um aumento merreca de 4% em março deste ano e até o dia 31 de março ia acertar a nova carreira.

Março chegou e o aumento não veio, e a carreira também não.
Quando viu que a greve parecia inevitável, Dilma assinou uma Medida Provisória dando o aumento de 4% prometido ano passado, mas continuou enrolando e desmarcando reuniões sobre a carreira.

Então, dado este péssimo histórico, será inevitável uma greve com grande adesão, já que a insatisfação é muito grande.

Se na quinta-feira conseguirem o quórum, a greve vai sair imediatamente. Se não sair agora, será inevitável nas próximas semanas, já que não vejo o Governo muito disposto a resolver a carreira, depois de anos de embromação.

Como já disse uma vez, as grandes greves normalmente são provocadas pelo próprio Governo, quando deixa a corda estourar.

Infelizmente não poderei comparecer à assembléia na quinta pois estarei em Petrolina dando aulas no Doutorado Institucional da UFPE e da Univasf, mas vou acompanhar à distância.

Acho que esta explicação detalhada não deixa maiores dúvidas.

49 Comentários + Add Comentário

  • Se não existe mobilização não existira aumento! Sou a favor de quem passa anos para conseguir um doutorado, dps um seleção grande para ensinar na federal ganhar um salario justo… Totalmente a favor da GREVE!

  • Sou totalmente a favor da greve também. É o jeito mais eficiente de mudar as coisas. Vai ter gente insatisfeita com os atrasos no calendário? Com certeza, mas é um mal necessário e benéfico pro País como um todo.

  • Bullshit!

  • Infelizmente, a greve se faz justa. Acho, inclusive, que a UFPE deveria entrar em greve já no dia 17, seguindo a Andes, pois será difícil reunir 217 professores nesse dia.

  • Como disse um professor da UFPE: Greve não é o modo mais inteligente de se fazer esta reivindicação. O que importa ao governo é mídia, a greve sai na mídia no dia de início, depois é quase esquecida, mesmo que dure 3 meses.

    • Não existe outro meio. Trata-se de última opção. Se chegaram ao ponto de fzer greve, é porque nada mais poderiam fazer ;) .

  • Estimado Prof. Pierre,
    parabenizo-o e agradeço pelas informações muito realistas e lúcidas!
    Infelizmente, a greve é inevitável. Trata-se de uma questão de “consciência de classe”. E´um ato extremo, mas democrático e constitucional.

  • a greve é justa, apesar de me doer bastante por faltar só uma disciplina para me formar. Tenso. Mas que é justa, nem tem o que discutir, infelizmente. Num mundo perfeito não haveria necessidade dessas medidas, mas enquanto o governo só se mobilizar para aumentar os próprios salários, já viu né?

    • Nem me fale.. Estou me formando nesse período também!

  • O direito de greve não se discute, é legitimo! Contudo, seria interessante que antes de deflaga-la ocorressem diversas paralisações de um turno, 01 0u 02 horas diárias, ou seja, diversas atividades no campus esclarecendo a comunidade acadêmica sobre a situação para que houvesse o conhecido acumulo de forças e consequentemente uma decisão massiva da classe. Penso que assim a greve ficaria mobilizada permanentemente, boa sorte!

  • A greve é justa. Pois, como poderemos construir um país desenvolvido sem Educação e Tecnologia?
    Como poderemos ter Universidades de nível internacional sem planos de carreira para os nossos professores? Este país é extremamente rico, mas todos os dias, está sendo sangrado pela corrupção. Temos que dar um basta nessa falta de caráter. A luta continua por um Brasil melhor, sem desigualdades sociais tão acentuadas.

  • Pierre, obrigado pelo esclarecimento. Eu só tenho dúvidas agora sobre qual o posicionamento dos professores substitutos. Ouvi dizer que eles não tem direito a aderir à greve. Alguém sabe me dizer se isso é verdade? Obrigado!

  • Como professor: temos direitos

    Como cidadão: a situação precisa ser resolvida

    Como aluno: putz !!

  • se a UFPE entrar mesmo em greve todos os centros serão fechados?

  • Os professores tem, sim, todo o direito de fazer uma greve. Em seu lugar, tambem o faria.
    Mas nos, estudantes, nao precisamos ficar parados! Greves so ganha espaco na midia no primeiro dia, e a unica coisa com que o governo se preocupa e’ a midia! Se nos, estudantes da UFPE tivermos a coragem e a disposicao de fazer protestos diarios, em horario de pico, numa avenida movimentada, exigindo o aumento(mais que justo) pedido pelos professores, acredito que essa greve se resolveria rapidamente (dentro de semanas)!
    O governo so se preocupa com voto, e gente chegando em casa depois de uma hora de transito todo dia representa uma forte queda na popularidade!

  • Prezados,

    Os professores da Univasf já entraram em greve (http://www.carlosbritto.com/professores-da-univasf-deflagram-greve-por-tempo-indeterminado/).

    Não sei nem se a aula prevista para ser ministrada pelo Professor Pierre se realizará.

    De qualquer forma, fica a questão: se os professores universitários reclamam de nova carreira desde 2008, o que dizer dos servidores do Poder Judiciário Federal, que apesar de terem o seu último PCS implementado em 2006 (com reposição pulverizada ao longo de 2 anos – Lei n.º 11.416/2006), continuam a espera de uma posição do governo, o qual, contrariando a Constituição Federal (como bem afirma parecer da Procuradoria Geral da República – http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_constitucional/parecer-da-pgr-defende-inclusao-de-reajuste-do-judiciario-em-orcamento-de-2013), deixou de incluir no orçamento a proposta de reajuste do Poder Judiciário e do MPU)?

  • Esse é o nosso País com um Congresso Nacional, Assembléias Legislativas e Câmara de Vereadores lotadas de políticos que na maioria não fazem nada, a não ser de tratar seus interesses pessoais e de desviar verbas públicas, além disso, ainda, ganham muito bem e aprovam seus aumentos como lhes provem. Paralelamente, o governo federal cercado de vários escândalos de corrupção em que vários ministros caíram. Então, pergunto quais desses ministros foram presos e devolveram os recursos desviados? Cadê a justiça deste país que não faz nada e ainda tenta retardar julgamentos para serem prescritos, como é o caso do mensalão. Recursos para Copa de 2014, recursos para licitações fraudulentas, recursos para as diversas bolsas, para quem não trabalha, mas garantem votos, não faltam, entretanto para educação, saúde, dentre outros, esses mesmos recursos faltam. Então meus caros professores penso que as reivindicações de vocês são justas e que recursos existem, mas as diversas bolsas dão mais votos, logo os problemas de vocês podem ficar para mais tarde, a liberação do “vultuoso” percentual de 4% foi apenas um “cala boca” . Só para lembrar este ano é de eleição e li nos jornais desta semana que foi aprovada uma nova bolsa que coincidência !!!!!!!!!!! Que país é esse que a Presidente da República perde tempo fazendo uma lei para oficializar ser chamada de ” PRESIDENTA” por vaidade, indo de encontro com nossa gramática.

  • Como professor (da UFRPE), acho as reivindicações muito justas. No entanto, não acho que este seja o momento de iniciar uma greve.

    Se me deixarem, pretendo terminar o semestre, para minimizar os prejuízos para os alunos.

    Uma coisa é atrasar o início de um semestre. Outra é interromper um semestre e retornar meses depois, pois, neste caso, há uma quebra da continuidade do trabalho, que faz com que o aluno retenha menos.

    • Ótimo comentário.

    • concordo plenamente professor…
      A greve é justíssima, mas deveria ser feita no começo do segundo semestre.

    • Isso. Espere até agosto. Em agosto vão dizer: “Para que fazer greve se o orçamento do governo federal
      para 2013 já foi finalizado? Em maio de 2013 você fala o mesmo que está dizendo hoje: “Vou esperar o semestre terminar”. E assim vai… E a vida continua. Parabéns Professor.

  • POR FAVOR PROFESSORES, TENHAM RESPEITO PELOS ALUNOS!! Falta 1 mês e meio para terminar o semestre!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!Depois de acabado o semestre façam a greve q é JUSTA E NECESSÁRIA!!Só 1 mês e meio!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!!1 mês e meio!!!

  • Infelizmente essa greve irá prejudicar os alunos, como eu, porem, estou a favor dela.
    Os professores tem o direito e devem lutar por ele, é uma vergonha como o governo trata esses profissionais. São os professores que ajudam a nos sermos o que pretendemos ser, sem eles uma instituição de ensino não existe. Sem eles como o mundo teria se desenvolvido?

  • Muito obrigado pelas informações prof. Pierre Lucena.

    Tenho uma dúvida, me pareçe que a greve já esta confirmada, veja só a própria divulgação da ADUFEPE:
    “http://www.adufepe.com.br/noticias/15052012_professores_federais_entram_em_greve_a_partir_de_quinta_1705.html”

    Essa informação é verdadeira? alguem sabe me dizer?

    Obrigado a todos pelo ótimo serviço desse blog.

  • Em 2010 vivíamos num Brasil perfeito. Agora, foram enrolados e querem fazer greve ????
    Sempre achei que a remuneração da educação é medíocre. Mas a maioria dos professores da UFPE não fazem apologia esquerdopata ??? Vocês tem um governo de esquerda!!!!! Vocês poderiam ter feito essa greve em 2010 e fudido um governo corrupto que se vende como salvador do universo e vendia um país perfeito na ocasião. Mas, entre prejudicar o governo “esquerdista” e os alunos, vocês preferem fuder os alunos. Então, essa greve eu não apoio. Apoio greve só de tia de escolinha. Essa sim,recebe uma merreca, não tem condições de trabalho, nem como reivindicar porra nenhuma. E na fase mais importante na formação de uma base no indivíduo. Depois não sabemos porque o cursos superiores estão cheios de analfas funcionais!!!

    • Boa.. Me pergunto se nao houve um “acordão” com os chefões dos sindicatos em 2010.

      Pior: deixaram pra 2012, um ano que tem tudo pra ser MUITO ruim economicamente. E o governo tem a desculpa perfeita.

      Muito bem!

  • Pessoal, estamos vivendo uma conjuntura pra lá de adversa. Há muito tempo que a educação não é prioridade para os nossos governantes. Não há a menor condição de sustentar uma situação de abandono e desrespeito com os profissionais da educação. Sou aluna da UFPE. Sei dos prejuizos que nós alunos e alunas teremos por consequência da greve. No entanto, considero de fundamental importância que possamos contribuir enquanto alunos/as com essa causa. Que é justa e sobretudo é um caminho para o enfrentamento e para o debate com as forças políticas do nosso país. Considero que o momento é agora. A pressão tem que dar agora. E todos os que fazem partem da comunidade acadêmica deve se juntar.

  • A Greve é justa e necessária. Temos que lutar pelos nossos direitos. Os nossos direitos são frutos de muitas lutas e conquistas permanenentes. A defasagem de material, de salário, de condições de trabalho, da pressão pela produção está conduzido a atividade docente para um abismo. Se não atuarmos diante desse absurdo, a situação vai cada vez mais tornar-se insurpotável. Agradeço pela atenção!

  • Penso que também poderíamos apresentar como ponto de pauta nessas reivindicações a luta pela Estatuinte na UFPE.

  • Reprovação no ensino médio bate recorde em 2011:

    http://www1.folha.uol.com.br/saber/1091415-reprovacao-no-ensino-medio-bate-recorde-em-2011.shtml

    A taxa de reprovação dos alunos no ensino médio no Brasil bateu recorde no ano passado, atingindo média de 13,1%.

    É o maior índice já registrado desde 1999, primeiro ano em que os dados estão disponíveis no site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do Ministério da Educação.

    O índice aponta o percentual de estudantes que, no fim do ano letivo, não obtém nota suficiente para passar de ano. O cálculo foi feito pelo Censo Escolar, pesquisas do Inep que colhe dados de todas as escolas brasileiras.

    Considerando somente as escolas públicas, o índice sobe para 14,1%. Nas privadas, foi de 6,1%.

    O Estado com maior índice de reprovação total é o Rio Grande do Sul, com 20,7%. Mas a pior rede foi a de escolas públicas municipais do Pará, onde o índice chegou a 62,5%.

    A menor taxa total é a do Amazonas, com 6%. E em alguns locais, o índice chegou a 0%: nas escolas federais rurais do Pará, na rede municipal do Rio Grande do Norte e de Rondônia, e nas escolas privadas rurais do Ceará e Mato Grosso.

    Apesar do aumento na taxa de reprovação, o índice de abandono no ensino médio continua caindo. Em 2007, 13,2% dos estudantes do ensino médio desistiram de estudar, índice que caiu para 9,6% no ano passado.

    • Guilherme, a situação seria muito pior se não houvesse uma puta pressão pela aprovação dos alunos. Isso tanto no setor público, quanto no privado. Falo isso por ser professor.

      No caso do setor privado a ordem é reduzir ao máximo a reprovação para manter o aluno na instituição de ensino. Um aluno reprovado provavelmente vai procurar refazer a série em outro lugar.

      No setor público, as autoridades querem mostrar seus números maravilhosos. Tudo empulhação. Quando a escola e/ou o professor da rede pública “exageram” na reprovação, são imediatamente convocados pelas GREs para dar um jeito na situação. Todos sabem que jeito é esse. A avaliação da aprendizagem no ensino público é ridícula, já que nenhum professor, ganhando a miséria que recebe, quer ter ainda problemas com burrocratas escrotos da SEDUC que querem aproveitar a situação para “mostrar serviço”. Resumo: o aluno nota “10″ da rede pública é extremamente fraco, e não tem ideia disso.

      Resultado, queda geral do nível de ensino, e alunos que sabem que, independente de esforço ou não, a aprovação será garantida.

      Na verdade, se tivéssemos avaliações justas, tanto no ensino público, quanto no privado, esses indicadores de reprovação seriam muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito maiores.

      PS – E o Departamento de Educação da UFPE o que está debatendo? Marxismo, Paulo Freire e a próxima greve.

      • Pois é, Daniel. Não sei qual é a sua geração, mas na minha (faixa dos 50 anos de idade) a coisa era (muito) mais séria. Não tinha esse esculhambação de aprovação automática. Era pau na escola e cacete em casa. Existiam os dois lados da formação.

        E pensar que tinha diretor de escola na época que dizia que a escola tinha que cobrar ainda mais dos alunos já que na época estávamos no auge da Guerra Fria e o Brasil tinha que se igualar à qualidade dos EUA para ser uma grande nação, então toda qualidade ainda era vista como pouca, existia de certa forma aquela obsessão de alguns dirigentes da educação para que a qualidade se igualasse aos padrões de exigência norte-americanos.

        Hoje, o aluno é “aprovado” na escola e os pais enganados acreditando que o filho está aprendendo tudo. Quando chega o vestibular, os pais ficam espantados quando percebem que o filho não sabe sequer escrever uma redação simples ou interpretar um texto ridículo. Matemática então nem se fala, é um desastre total.

        Depois, ainda aparecem uns sonhadores pra dizer que o Brasil será a maior potência tecnológica e científica do planeta em 10 anos. Aí eu sempre pergunto a esse pessoal de que país vamos sequestrar os cientistas e a tecnologia, já que, pelo menos em sequestro somos uma grande potência.

  • Educação? No Brasil?

    Pra que?

    O que o governo quer é que os projetos de traficantes e de prostitutas que estão nas escolas cresçam analfabetos e continuem dando votos ao governo petralha.

    Os bandidos mirins de hoje serão os eleitores de amanhã. Quanto mais ignorância e marginalidade, melhor. Mais BBB, futebol, prostituição, carnaval…

    No mais, o governo mantém os altos salários dos barnabés e marajás do serviço público e investindo cada vez mais em tecnologias que aperfeiçoem o processo arrecadatório do Estado, que é a única coisa que interessa ao governo para sustentar a roubalheira e a parasitagem dos mamadores públicos.

    Educação nesse país vale menos que esgoto. Professores valem menos que lixo.

  • Com Tiririca na Comissão de Educação, não dá pra levar esse país a sério. Realmente, colocaram o palhaço no lugar certo.

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/03/deu-para-entender-legal-diz-tiririca-em-estreia-na-comissao-de-educacao.html

  • Pierre,

    E as propostas de plano de carreira? Isso merecia um post bem detalhado…

  • ENEM + COTAS + “NÓIS PESCA” + KIT GAY + APROVAÇÃO AUTOMÁTICA + SALÁRIO MERDA DOS PROFESSORES + TOTAL FALTA DE MORAL DOS PROFESSORES EM SALA + POLITICAGEM NA EDUCAÇÃO + MANIPULAÇÃO TOTAL DOS NÚMEROS DA EDUCAÇÃO + SUCATEAMENTO DAS ESCOLAS + DROGAS =

    FIM DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.

    • Mais um pra falar palhaçadas contra o Escola Sem Homofobia e misturar preconceito com críticas válidas ao governo…

  • Êêêê PT

    • Gabriel,

      Nunca teve greve no governo PSDB/PFL, né? Era bom demais aquele tempo..

  • Ótima sugestão esta apresentada de incluir a questão da ESTATUINTE da UFPE nesse momento, até porque o nosso Estatuto ainda é originado do período da Ditadura.

    Sugiro visitarem o blog:http://forumestatuinteja.blogspot.com.br/

  • Totalmente CONTRA A GREVE!!!

    Não se deve buscar algo em detrimento de outras pessoas, no caso os alunos. E o argumento salarial a partir da análise comparativa com os salários do IPEA é bastante fraco e sem sentido… Os salários dos servidores devem ser comparados com os salários do mercado privado!!!

  • Será que os professores da Faculdade de Direito vão aderir a greve? acho impossível

    • Vários deles já confirmaram adesão.

  • no meio de uma semana de provas na area 2?
    Sera que vai ter prova ainda amanhã?

  • Greve na federal é uma zona maior que a própria federal. Como em tudo que há lá, o professor é quem decide se vai ter aula ou não e o alunado fica sem saber quais dias ir ou não para a aula.

    Já tenho informes do curso de nutrição, que professor Z vai dar aula normalmente, mas em relação aos outros, como saber????

    Tem gente que sofre pra pagar passagem e vai ter que ficar feito idiota indo pra uma aula que não vai ter.

    Deveria haver uniformidade.

  • Tudo muito legítimo, mas um grande numero de estudante, principalmente os que trabalham, e não são burgueses, que fazem verdadeiras ginásticas pessoais e tais para poderem estudar, por vocação, principalmente em curso de horário único, em um esquema de greve, bem no popular, só se “FERRAM”. Pensem o que é planejar férias, trocas de horários, abrir mão de ganhos($), sacrifícios familiares(aos casados e com filhos) e de repente…Garanto que estes não estão nem ai ao “oba-oba” de férias antecipadas. Até porque estes trabalham em dobro ou triplo nas férias programadas para poderem se “dar ao luxo” de estudar. E por falar em desigualdades históricas e sociais, à estes, estas “discussões legitimas” é coisa de Burguês para Burguês, apenas de níveis diferentes. Digo estas coisas sem “ranço” de classe social, pois se não tivesse origem “pequeno burguesa”(boas escolas particulares) com certeza não teria passado no vestibular da UFPE 20 anos após sair do secundário e sem preparo especifico. Não creio que os resultados PRÁTICOS, é só consultar as greves anteriores, compensem os transtornos gerados a todos e PRINCIPALMENTE os já fragilizados histórica e socialmente. E sem essa que é com ações deste tipo que se combate a longo prazo as injustiças “eternas”, que esta conversa igualmente cheira a mofo. Que tal PENSAR em outras maneiras de se lutar por direitos, sem que com isso se atinja justamente os mais carentes no cabo de força social, ou vocês são ingénuos o suficiente para achar que se MUDA realidade desta maneira!?

    • Acabei de telefonar para a coordenação da Area 2. A semana de provas ocorrerá normalmente.

      (…)

      Cláudio, vc disse tudo!

  • http://achatcialisgenerique.net/ – commander cialis france generique cialis

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Informação com Humor

MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).