
Tudo isso com mensalidas a partir de R$ 250,00. Não é o máximo?
Essa ultrapassou todos os limites… As Faculdades Unidas de Pernambuco, a “gloriosa” Faupe, está com uma promoção imperdível. Você paga 1 curso e sai com 3 diplomas. Isso mesmo. Eu falei 1 curso = 3 diplomas. E o que é melhor: com “mensalidades a partir de R$ 250″. Não é incrível???
Se você duvida, veja acima a propaganda que está sendo distribuída em bares, portas de escolas e outros pontos de aglutinação de jovens no Recife. No verso, a faculdade detalha seu método revolucionário que “aproxima você do mercado de trabalho”.
“A grade de cada curso foi dividida de maneira que você recebe um diploma técnico a partir do 3º período. Ao final do 4º período tem direito a um segundo diploma, de graduação. Ao concluir o 8º período recebe um diploma de bacharel.”
Uau!!! Você pula de técnico para graduado em nível superior com apenas um semestre a mais. E eu na minha santa ignorância sempre pensei que graduação e bacharelado (ou licenciatura) fossem a mesma coisa e dessem direito a apenas um diploma.
Não resisti e liguei para o número do anúncio. Uma moça muito simpática me informou que posso fazer o “vestibular” qualquer dia, basta pagar uma taxa de 30 reais e agendar a prova para a data que melhor me convier. O tal teste de admissão avalia apenas português, redação, história e geografia. Matemática? Física? Nem pensar.
“Não se preocupe. O vestibular é só uma formalidade. Temos muitas vagas disponíveis”, disse-me a atendente quando falei que talvez eu não estivesse preparado para as provas.
Acho que vou optar pelo curso de Construção Civil, que está no anúncio. Em apenas três semestres ganho o diploma de técnico em Edificações e com mais seis mensalidades serei graduado em Construção de Edifícios – tudo reconhecido pelo MEC, segundo me informou a moça.
Vocês ainda vão morar num prédio construído por mim…



E quando o MEC resolve fazer alguma coisa, é culpado de ser contra o desenvolvimento da cidade a ou b, ou de estar motivado por desígnios de perseguição.
Por outro lado, esse glorioso ministério mantém alguns especialistas em avaliações de cursos fazendo mestrados ou doutorados em sabe-se lá o quê, fora do Brasil e com remunerações.
Ai ai… a cada dia que passa a educação desse país só piora!!! isso é ridículo…
Agora tem faculdade que em um semestre você já ganha um diploma de graduação!!!!
só no nordeste mesmo… bando de vagabundo… só no nesse país para acontecer uma coisa dessas…
ISSO É RIDÍCULO!!!!!!!!!!!!!!
“só no nordeste mesmo… bando de vagabundo…”
Não acredito que alguem que fique indignado com a banalização da educação tenha um pensamento preconceituoso desse!
Se diploma de tecnologo se consegue com 3 semestres é fruto da incompetencia dos nossos governantes, e por que não dizes de nós mesmos, que não sabemos escolhe-los.
Não existe uma política séria para a educação, que estruture a educação básica, fortalecendo os cursos médios e superiores com pessoas mais preparadas para absorver os conhecimento deles.
Uma política de acesso aos cursos técnicos (entenda-se aqui os custos extorsivos praticados pelo SESI, SESC e SEST ) valorizando e profissionalizando as classes sociais menos favorecidas.
Mas ver esse comentário preconceituoso realmente e uma vergonha.
Infelizmente não é só no nordeste onde existe problemas relacionado à educação. Onde se produz a maior quantidade de diplomas falsos no país? ?????????????
Por outro lado, onde está a melhor escola de ensino médio do Brasil? Todos sabemos que é no Piauí, justamente no estado mais pobre da nação – Institito Dom Barreto, localizado em Teresina/PI.
Portanto, uma atitude lamentável como essa da faculdade, em Recife, só pode ser vista como um comportamento padrão nordestino por alguém com o mesmo caráter de seus dirigentes.
Eu não sei o que dói mais em mim. Se é uma notícia dessa ou os escândalos de Sarney. O pior é que os escândalos da política só acontecem porque o maior escândalo do Brasil é a educação. Só que com esse, ninguem se choca! Eu estou realmente chocado! Sou professor, passo horas estudando, analisando, medindo e checando todas as informações que serão transmitidas e quando vejo um anúncio desses, que mais parece propaganda de banda de forró, eu fico estarrecido!
O que vale é inserir o cidadão no mercado de trabalho, independete da qualidade, ou tu acha que o futuro desses graduados serão promissores, no máximo vão ser balconista de frigorifico.
Ei, Duda, não dá idéia não.
Se falar em empregos em frigoríficos, mesmo que de balconista, o Robson Fernando vai publicar um artigo condenando o assalariado pelo oficio que ele exerce, comercializando boi moido e aos pedaços.
huahauahuahua
Acontece, Duda, que isso abre caminho para nivelar tudo por baixo.
Você não saberá que prédio o Bahé construiu, porque o diploma dele não vai estar na portaria. Também não saberá onde se formou o médico que te atende no pronto-socorro.
É um desastre que começa com esse tipo de mentirinha.
Impressionante!
Bahé, quanto à sua oferta, após sua construção, more sozinho durante 20 anos. Cumprido esse estágio probatório, pode ter certeza que recomenderei aos menos chegados. Hehehehe!!!
antes que me esqueça, meus parabéns né?! As barbies foram ao RJ e deixaram a lanterna em Laranjeiras…
Começou a arrancada… Espere e verás.
O timbu acordou… pra fazer xixi, e voltou pra cama.
O TIMB ACORDOU E FEZ XIXI E O LEAO ANDA SONAMBULO E TODO CAGADO.
Num estado onde a educação é encarada de modo acanalhado, vide a reação governamental a legítima greve dos professores públicos, este tipo de coisa é “fichinha”. Vc sabia que na última quinta-feira, segundo o JCoisa, Danilo e Paulo Câmara encheram a carcaça de mé comemorando o fim da greve dos professores, ou melhor, a subjugação do PT estadual, a promiscuidade do judiciário local e o “basta” na insolência popular de querer valorizar educação pública?
PS: Por favor, não vá para a área da contrução cívil. Será que não tem o curso de gestor público por lá. Dá mais futuro!
Fui uma das professoras grevistas que hoje peno por não ter recebido meu salário desse mês e que não o receberei, visto que não poderei fazer a reposição das aulas do período da greve (coisa normal em outras greves) e esse artigo me dá uma ideia: poderei montar minha própria escola pra oferecer cursos em promoção. Assim não morrerei de fome, nem de decepção. Ou poderei começar a “angariar fundos” para “encher a carcaça de mé” no dia em que esse governo pseudo socialista e sua “gloriosa equipe” saírem de cena. Preciso de sócios para o capital inicial!!!!!! E depois, “quando estiver mais triste, mas triste de não ter jeito, quando de noite me der vontade de me matar… VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA” !!!!!!!!
Se for por falta de adeus, TCHAU!
Ronaldo!
Vaité…. Ô, Emílio, fica por lá, por favor!
Rapaz,
Eu confesso que achei a ideia interessante. Se o sujeito não consegue terminar o curso fica pelo menos com um diploma de técnico.
Claro que do jeito que foi implementado é apenas (outra) jogada de marketing pra vender diploma, oficializando o tal “balcão de diplomas”.
Mas se for implementada com seriedade, a ideia é boa. Hoje quem não consegue terminar um mestrado, por exemplo, sai com um diploma de especialista se terminou todos os créditos.
Lucas,
Fiz o ensino médio na antiga Escola Técnica Federal (hoje, Cefet). O tempo mínimo (para os que já tinham concluído 2º grau em outra escola) para a formação técnica era de dois anos + estágio obrigatório. Eu fiz o curso de 3 anos e meio + estágio. Isso com carga em matemática, física, química… Fora as disciplinas profissionalizantes.
Marco,
o CEFET ex-ETFPE mudou de nome novamente, e agora é IFPE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco).
http://www.ifpe.edu.br/
Caraca! por que aquilo lá muda tanto de nome?
Caraca mesmo!
Vareeeeeeeeei
Hoje o IFPE é formado por muitos professores ruins. Cito: Edilson Accioli, Gilvan Lindolfo etc
Vixe Acciloy ainda existe….aff….
A educação no Brasil está tomando um rumo que nos faz refletir se realmente existe o tal “ministério da Educação”.Conheço uma pessoa muito próxima que se “desinteressou” pelo estudo quando ainda adolescente.Bem, este estudante concluiu seu segundo grau(foi reprovado ao final do primeiro ano) em apenas dois meses(sic).Realizou uma famigerada prova de supletivo na Paraíba(sem ofensa aos irmãos Paraibanos) e atualmente cursa Administração em uma das muitas Faculdades particulares espalhadas por aí.Em breve teremos mais um Bacharel formado.Esse é o Brasil do futuro…
Como se 3 “diplomas” em 1 fossem garantir vaga no mercado de trabalho a alguém…
Bahé,
“Se” você passar, chama a gente para pagar a grade de cerveja, blz? Mas estude para conseguir uma boa nota e quem sabe uma bolsa de estudos. Se não der para uma bolsa, pelo menos uma pochete (kkkkkkkkkkkkkkk).
É por estas e outras que sou atravessado com este monte de curso de gestão com duração de 2 anos oferecidos por aí.
No mais, só me resta dizer: “Ih, foi mal, a minha é Federal!!!”
3 diplomas que não valem meio!
Se a iniciativa fosse levada com seriedade e ética, possivelmente, seria uma forma de minimizar as desistência das faculdades particulares e o despreparo de muitos estudantes, ainda redendo a possibilidade de uma melhor colocação no mercado de trabalho. Agora do jeito que está sendo oferecido, regulamentado, fiscalizado pelo MEC… acho meio desesperador, que acaba por trazer para dentro das instituições pessoas aproveitadoras e despreparadas para a filosofia do negócio. O CREA não deveria fazer alguma coisa? E o MEC, não se pronunciará sobre o fato?
Ora, um país só cresce com educação. Deixem o MEC trabalhar e o povo se educar! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tem que rir para não chorar!
Dos três diplomas o de jornalismo tá nesse meio ?
Por esse aí não precisa pagar nada, Maurício. Melhor guardar seu dinheiro pra coisa mais importante.
Imaginem a seguinte situação:
Um estudante passa no vestibular da Federal (enem e segunda etapa) e depois de 4 ou 5 anos se forma em jornalismo. Outro aluno faz qualquer destes cursos 3 em 1. Suponha que os dois já formados vão procurar emprego em algum meio de comunicação (jornal, radio, tv etc) e que o aluno formado nestas faculdades 3 em 1 consiga a vaga na seleção para o emprego. Como não é necessário ter diploma da jornalismo pra ser jornalista, o cara que se formou nestes cursos 3 em vai poder dizer que conseguiu a vaga porque tinha 3 títulos, enquanto que o formado em jornalismo só tinha um título: o de jornalismo. Ou saja, venceu na seleção proque passou numa suposta “prova de títulos”! kkkkkkk
É o fim…..
Essa da prova de títulos foi boa, Antônio. Espero que o mercado possa diferenciar o supertitulado dos profissionais sérios.
Eu sei que voce ta meio que tirando onda.
Mas no curriculo de qualquer pessoa 1 > 3.
E o Santinha, hein? KKKKKKK!!
Alto lá! lave a boca antes de falar do glorioso! OK.
Formidável! o q o capitalismo naum faz hein? por favor, amigo, se for mesmo fazer o tal curso d engenharia nessa “gloriosa” Faupe, me avise quais os prédios q vc vai construir. Kem sabe a construtora tbm me venda 3 a preço d 1? hahahahah
sem comentários.
simplesmente genial!
Triste!
O pior é que as instituições privadas sérias acabam ficando com imagem ruim por conta dessas instituições caça-níqueis que vendem educação como quem faz promoção em supermercado: leve 3 pague 1.
Pelo amor de Santa Izildinha! Isso é que é “marquetingue” contraproducente! Vai ver o marketeiro se formou na Faupe ou na Maurício de Nassau!
É Amanda, gostaria que você citasse pelo menos três instituições privadas sérias em Pernambuco. É difícil!
Caro Bahé:
Já faz algum tempo que não escrevo por aqui, nem publico nada devido a carga de trabalho intensa que me envolvi, mas quando li essa matéria senti o chamado “frio na espinha”.
Ainda ontem, numa reunião, comentei que o Brasil estava se transformando em uma nação assistencialista (70 milhões assistidos pelo Bolsa Família, não são 7 milhões!!) e de pessoas que estão loucas para arranjar um emprego público (que trabalhe pouco e ganhe bem!!). Quero deixar claro que não sou contra funcionário público nem a bons pagamentos aqueles que merecem e se dedicaram a estudar para conseguir seus cargos, apenas acho que deveria ser criado um sistema de metas. Mas isso é outro assunto. A situação é muito pior. Meu comentário ontem nessa reunião foi fraco por tratar apenas desse básico. Faço minha “mea culpa” para com os participantes que lerem aqui.
O que quero dizer é que o país deveria se voltar para a infra-estrutura “pesadamente” cada vez mais e aos poucos abandonar os programas assistenciais. Aliados aos investimentos em infra-estrutura devem vir os investimentos em educação. Foi através da educação que fomos ultrapassados pela Coréia do Sul, China e Índia (ver dados sobre formação de mestres e doutores). Matemática, Engenharia, Sistemas de Informação, tudo isso se deve a excelentes sistemas de ensino. Como podemos fazer as reformas “de varejo” sem isso? Nossa educação se tornou um caça-níquel!!.
Proponho um debate mais profundo sobre os caminhos dos investimentos em educação aqui no Blog. N
Vou continuar.
Não apenas construção de escolas, mas por que não tornar Pernambuco um oásis nesse mar de bagunça da educação nacional?
O que você acha disso? Há como se convocar um debate com os especialistas da área? Sugiro Mozart Neves Ramos.
Abraço Forte
Muito boa sugestão, Fortunato. Temos que debater educação, sim. Vamos organizar isso.
Um debate sobre educação é uma boa Bahé! Boa idéia!
Desde quando Mozart é especialista em educação?
Ele é um exemplo concreto do fracasso em educação!
Agora Mozart é especialista. Quando foi secretário de educação, aprofundou o poço no qual nos metemos!
Mozart??? Huahauahuahauaa
Calma lá! Fomos ultrapassados pela India em que? É necessário avaliar objetivos. Se o objetivo é ter uma nação que se destaca em algumas áreas, tais como engenharia e sistema de informação, enquanto a esmagadora maioria da população vive em condições lastimáveis, então pode falar isso aí. Mas se o objetivo é um crescimento democratizante, onde quem é lascado tb tem chance, então eu acho que esses programas ditos “assistencialistas” têm que ser implantados, melhorados e avaliados. Claro que o investimento em educação é extremamente importante, mas… cada macaco no seu galho. Nem tudo cabe ao governo federal (que é quem fomenta os programas ditos “assistencialistas”), tem que ser cobrada a participação dos Estados e municípios na divisão da cota.
…MOZART? HaHaHaHaHaHaHaHaHa!!!
“Caraca! por que aquilo lá muda tanto de nome?”
Espero que esse aquilo lá não tenha sido depreciativo.
Respondendo, porque aquilo lá, diferentemente da maior parte do sistema de ensino, está crescendo e sem baixar o nível.
De modo algum foi depreciativo, mas sim e tão somente, uma intrigante constatação!
Ainda reclamam do exame da OAB.
Lamentável, a mercantilização da educação.
“Tá tudo dominado”!!!!!!!
Vou montar um 4 em 1. Dois semestre de básicas para aquecer e mais um ano para cada diploma de especialização: dois semestres para SI, dois para MKT, dois para RH e mais dois para Produção.
Meu filho se essa SI for ministrada por Jairo Dornelas….hahah o aluno nem sairá do primeiro semestres.
E concordando com o amigo:
“Ih, foi mal, a minha é federal”…e na época que não tinha enem, nenem, …nada disso pra ajudar.
Acho que a próxima onda vai ser metalizar os diplomas: em um ano você ganha o diploma básico. Com mais seis meses, leva o diploma Outro. Mais seis, Platinum!
Beleza cara! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mais uma da que podemos chamar Fafefifofu ou, pior, de FALIU – Faculdade Lixão do Universotário.
Vou criar a FOFOCA, FAculdade de FOrmação de CAchaceiros, cuja sede será no Mercado da Madalena…
Deveria acrescentar a Universidade do Guaiamum de Aldeia! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
No centro do Recife tem 1º e 2º graus em 3 meses, e o que é pior, autorizado pelo MEC. O MEC está bagunçando o já bagunçado sistema “falido” educacional brasileiro. E essas beldades depois se matriculam na diversas faculdades 3 em 1 do mercado.
Pior que esse saldão da FAUPE são umas faixas de publicidade que prometem 1o. ou 2o. graus em 60 dias.
Não é gréia não.
Bahé:
Parece que a sugestão do Mozart não foi muito bem recebida por aqui. Quero deixar claro que não tenho nenhuma ligação com ele, nem o conheço pessoalmente. Apenas o vejo muito ligado a movimentos nacionais sobre educação. Acredito que todas as opiniões são válidas e devemos escutar para saber o que se passa em todos os campos de atuação.
Aqueles que estejam comprometidos com o ensino no Brasil, que conheçam da matéria, e que se não o forem, conheçam pessoas com capacidade de planejamento educacional por favor deem sua sugestão ao blog para o mesmo entrar em contato e possamos ter nosso debate. O futuro do Brasil depende dessas ações (parece clichê, mas é isso mesmo).
A FIEPE faz um trabalho muito bonito chamado Programa Nossa Escola, uma parceria entre as empresas privadas e as escolas públicas localizadas perto da sede das empresas. Os empresários ajudam com projetos, com ações na área de gestão, com programas de estágio para os melhores alunos, mas não dão dinheiro. Sabemos que isso não é o bastante, que deve haver uma mudança na óptica dos investimentos, mas com um planejamento sério, com “verba carimbada”.
Não sei se o blog teria contato com essas pessoas, mas existe o Marcelo Nery, da FGV-RJ e o Eduardo Gianetti, do IBMEC, que já publicaram artigos sobre educação e são bons economistas. Como passei muito tempo fora de Recife, e não conheco as pessoas da área aqui, sugiro que Pierre e Bahé indiquem outros bons debatedores, que além de economistas sejam voltados a educação e que apresentem propostas sustentáveis.
Bahé: as eleições estão a porta. Vamos extrair tudo desses caras para podermos escolher bem nossos candidatos!!
Abração
Fortunato,
Acho que a reação de algumas pessoas ao nome de Mozart se deve ao fato do clima estar muito ruim entre professores e governo. E não é de hoje.
Acho que o debate deve sair do clima de partidarização (partido dos professores x partido do governo) e entrar num ambiente mais propositivo.
Não há qualquer problema em chamar Mozart, Efrem, Raul Henry, Danilo Cabral, Edla Soares, Silke Weber e tantos outros nomes… Todos eles acertaram e erraram como gestores. Da mesma forma que os professores muitas vezes erram no seu posicionamento de classe.
Trazer nomes de fora também seria muito legal para ampliar os horizontes da discussão. Eduardo Gianetti é um dos que eu e Pierre já estávamos discutindo. Ele é economista e também filósofo, ou seja, gostar de olhar para o futuro. Muito bom nome.
Vamos tentar progredir… Forte abraço!
rapaz… tb não gosto muito do mozart… prefiro o BAR… deviam chamar tb JPLS… afinal com tantas coisas que ele faz, ele tb é filosofo e economista competente… é so ver como ele é rico e pensa no futuro(no senado)
Mozart foi um dos piores administradores da UFPE, que fique bem registrado aqui. Lembro quando foi levado pela mão por Éfrem Maranhão nos corredores de Brasília para sua candidatura (escolha na lista) para reitor da UFPE. Mal assumiu e já estava entrincheirado a Lula… Virou a casaca novamente, vai na onda… Parece que não é mais Lula (!)… O resto vocês sabem… Se mete aqui e alí… Um estrondoso desastre!!!
Prezado Bahé, a reação a nomes como Mozart, Silker, Efrem, Henry ou Danilo não é por que alguns sejam analfabetos funcionais ou meros capachos dos governantes de plantão, pouco preocupados em efetivamente inovar e buscar soluções necessárias, fruto da conciliação reflexiva entre os atores envolvidos, para reverter a mediocridade da educação pública em PE, mas, sim e tão somente, porque ao assumirem o cargo se prestam apenas ao desfrute do cargo, de suas benesses, envaidecidos que ficam com a litúrgia do mesmo, e a reprodução de antigas estratégias de manipulação política da instituição. Ora, que podem trazer de propositivo, de fato, ao nosso contexto educacional?
Não precisamos de capatazes e sim, de pessoas antenadas com novos paradigmas e comprometidas com projetos coletivos e nao apenas pessoais.
Se o objetivo é, como na maioria dos casos, abrir as portas para concursos públicos de nível superior, vale muito bem. Afinal de contas quem precisa aprender sistemas de potência, semicondutores ou rigidez de estruturas para se tornar auditor?
Parabéns pelo post!!! Afinal, alguém tem que denunciar a total banalização do saber. Nunca antez visto neste país!!!. A proliferação da mediocridade sob o olhar cego e moco do Mec.
Rapaz…e ontem mesmo eu ouvi de uma colega que estuda na Universo: “oxi, hoje foi o primeiro dia de aula e meu professor não foi, vixe parece federal”….
E eu logo respondi: êpa, peraê….federal não meu bem, eu fix minha graduação e não posso me queixar de professores faltosos de maneira que prejudicasse o curso, até porque faltar todos faltam, mas usar o nome da federal em tom de críticas sem nem saber como funciona, isso eu não aceito”…
Ah, falando sobre essas faCILIDADES que existem por aí, tem uma lá em Olinda a FACCOTUR na qual a turma de Mkt entrou na faculdade e foi logo pro segundo período porque essa nova turma não tinha aluno suficiente, então resolveram juntar com a classe ja existente, e no final do curso eles voltariam a fazer o primeiro período…e além desse absurdo, o diploma corre um sério risco de não valer nada!…….segundo comentário de um aluno de lá.
meu deus do céu… e eu que ja tava com medo dos engenheiros da fbv pois tenho alguns amigos, “um pouco menos estudiosos” que passaram com facilidade…
Bem lembrado “Posso comentar?!”. Algumas faculdades na região metropolitana do Recife têm a autorização de funcionamento mas não têm os cursos reconhecidos pelo MEC. Enganam descaradamente os alunos. Quem permite que isso aconteça?
Ignorância é não pensar em inovação!
Este ensino superior é claramente um caso de inovação. Não se pode deixar de citar que a maioria desses tipos de idéias sempre foram criticadas pela sociedade em geral, que não tem visão futura, em outras palavras são ignorantes pois não procuram se aprofundar antes de criticar.
O que nosso amigo blogger não sabe é que a diferença dos dois se concebeu no âmbito militar:
Os oficial graduado são os militares que cursaram o curso de graduação, que é um curso que tem equivalência a ensino superior.
Já os oficiais superiores são aqueles que após cumprir certo tempo de serviço podem complementar sua graduação com cursos de aperfeçoamente.
Este sistema de ensino superior já vem sendo utilizado a muito tempo na França, e acredito que no quesito de eficiência em educação a França esteja vários anos a frente do Brasil, então porque não se espelhar em quem tem mais experiência.
Podemos citar um bom exemplo para graduação seriada:
- Tomemos como base o curso de Engenharia da Computação
- 1º Diploma: Técnico em informatica
- 2º Diploma: Graduação (ou tecnólogo se preferirem a terminologia) em Programação
- 3º Diploma: Bacharel em Engenharia da Computação
Este ensino superior seriado é uma ótima idéia para ir inserindo os alunos no mercado de trabalho e irem galgando cargos dentro de uma empresa ou para irem adquirindo experiência profissional durante a faculdade.
Está idéia ajuda a acabar com que acontece com grande parte dos estudantes que saem da faculdade com um diploma na mão e não sabem o que fazer, principalmente estudantes de universidades federais que se acham os tampas e esqueceram de ver o que realmente acontece no mundo real, como vi acontecer com vários colegas da minha classe da UFPE.
Abraço a todos e espero que pensem mais antes de escrever qualquer bobagem.
Prezado Fernando,
Não sei de onde você tirou essa informação sobre o ensino superior na França, que por sinal foi inspiradora do modelo brasileiro.
Na França, existem (como no Brasil) as formações curtas na área de tecnologia. Isso equivale ao que é oferecido pelos nossos Cefet’s (ou Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – como explicou Anizio). Eles formam técnicos de nível superior para exercer funções na indústria e no setor de serviços.
Esses cursos técnicos de nível superior lá se chamam Brevet de Technicien Supérieur (ofertados por Liceus) ou Diplôme Universitaire de Technologie (ofertados por Instituts Universitaires de Technologie, ligados às universidades). Mas não equivalem a parte de um curso universitário.
Os diplomas universitários são concedidos para as formações longas realizada por universidades ou grandes écoles. Lá eles têm uma espécie Enem (chamado de Baccalauréat). Depois disso, você cursa a Licence (equivalente a um ciclo básico) por três anos.
Depois vem o ciclo profissional, o Master Général, em dois anos.
A pós-graduação pode ser feita em Master Recherche (Mestrado de Pesquisa) ou Master Professionnel (Mestado Profissional). Depois o Doctorat.
E vai tentar tirar uma graduação em Construção de Edifícios lá numa Grande École… São seleções equivalentes ao ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) daqui.
Acho que você é que deveria repensar sua opinião antes de comparar o ensino caça-níquel brasileiro com a formação superior pública na França.
Forte abraço.
Esta informação sobre a França veio de meu pai que após ler juntamente comigo a matéria comentou que durante seus anos de vida na Europa, principalmente na Alemanha, cursando mestrado e especializações na área de engenharia metalúrgica, foi a uma universidade católica da França para apresentar uma de suas pesquisa, obtenção de aço puro. Nesta visita descobriu que iniciava, naquela época, uma nova maneira de conferir grau aos estudantes.
abraço
Ah, e sobre a formação militar você novamente tenta igualar coisas diferentes. Os graduados militares não fazem metade do curso universitário, como propõe a Faupe. Eles fazem uma graduação plena… Depois, alguns deles fazem uma pós-graduação (equivalente a uma especialização) para se tornarem oficiais superiores.
Eu não tentei igualar. Somente quis mostrar de onde foi retirada a terminologia.
Isso parece concorrência com aquele doutorado em Buenos Aires que é vendido aqui, com cartazes afixados em várias faculdades, com direito a Tamiflu, Tango e Bife de Chouriço.
Devemos deixar bem claro que nem toda faculdade ou universidade particular está “nesse nível”, afinal toda regra tem sua exceção. Não estou aqui defendendo a faculdade A ou B ou incitando a briga Particular x Pública. Conheço muito aluno que se formou em pública e particular que sinceramente nem parecem ter cursado qualquer coisa.
Existe uma coisa chamada “competência” que nem todo mundo tem e isso não se deve a formação em curso da faculdade X ou Y. Se deve a personalidade, ao perfil do profissional e a sua experiência e a uma outra série de fatores.
Infelizmente as empresas hoje analisam muito a questão de “títulos” afinal tudo hoje é visto como um “número”, e temos muita gente querendo trabalhar, então é o tudo que o mercado queria, se o profissional não tá satisfeito tem outro batendo a porta querendo a vaga. Mas isso não ocorre em empresas que tem seriedade.
Concordo com o comentário do “Fortunato Russo”, onde diz que os nossos governantes deveriam investir mais em infra-estrutura e aos poucos ir abandonando o assistêncialismo, acabar com essa história das “massas de manobra”. Mas se os nossos governantes que fazem parte de um conselho de ética não tem nada de éticos, será mesmo que eles querem que todos sejam estudiosos e competentes? Isso só vai mudar no dia em que a população aprender analisar com seriedade as propostas e a história e as ações dos nossos políticos.
A sim, antes que esqueça, sobre “O Santinha” (que tá no agonizando no inferno criado pelos próprios diretores), acho que encontrei um tricolor que tá super feliz ehehhehehehe
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1089031-7822-LATA+VELHA+O+NOVO+CHEVETTE+DO+SEU+PAULO,00.html
Passei por ele ontem no pina, ficou a maior “balaca” o chevete! “Showzão” (exceto pelo simbolo do santa
)
Saudações Rubro Negras.
É por isso que tem tanto profissional incopetente no mercado de trabalho, isto é um absurdo, esta instituição deveria fechar suas portas!!!
Parabéns Marco Bahé por esse alerta!!
Lúcia
Sou estudante de Ciências Contábeis na UFPE, e acho muito engraçado alguém vir aqui falar dos estudantes da federal como os que se “acham os tampas”. Temos uma estrutura que incentiva a pesquisa científica, professores super qualificados, dentre outros detalhes que tomariam muito meu tempo em comentar, mas para resumir, eu sou ESTUDANTE e não consumidor. Portanto preciso estudar e não pagar em dia para poder passar. Alguém que defende uma faculdade onde o vestibular não passa de uma “formalidade” não devia nem ter a ousadia falar alguma coisa. Só falta uma coisa (tomara que nenhum dono de faculdade leia isto para não se tornar realidade), vestibular pelo telefone: “Quem promulgou a Lei Áurea?? Principe Charles – Tecle 1 Princesa Diana – Tecle 2 Princesa Isabel – Tecle …”
José C. Lima
zekalima@gmail.com
Eita…adorei…..criativa vc garota…
Ops….digo: garoto*
Pois é, a que ponto chegamos! “O vestibular é só uma formalidade”, foi o melhor!! O negócio banalizou de verdade. Capaz de você já ter sido matriculado e ainda não tá sabendo…daqui a um tempo chega o diploma na tua casa.
E pensa bem: já que tiraram nosso diploma, seria uma boa oportunidade de sairmos com três! hahahahahaha
Rapaz…tem faculdade que é capaz de fazer o seguinte: sabe aquela “galera” que fica entregando papéis sobre as faculdades por aí…pronto, se você pegar o papel e der uma olhadinha mais atenta…..dançou playboy ….o carinha já te entrega o horário das aulas e o boleto bancário..hehehe……
Nossaaaa! É o Supletivo do Ensino Superior, hahahahahahaha!
Que esculhambação!!
A falta de plenajamento da educação pelo Governo gera esta aberração da FAUPE. Não devemos nos esquecer que, o Governo aprovou curso de Tecnológo para 2 anos. Neste caso, a pessoa sai com diploma de graduação. Para atingir metas, estão criando o mestrado profissional…..e depois o doutarado profissional….? Para formar um bando de mestres e doutores analfabetos?
E o mestrado profissional na UFPE chega a custar R$ 1200,00. Por que tão caro?
O Ministério público deveria pedir a prisão desses vigaristas do ensino. Só que eles teriam direito a prisão especial, uma vez que teriam varios diplomas reconhecidos pelo MEC.
uahuahuhauhauha, boa, é mesmo
:D:D.
Vestibular de Faculdade particular que não é mera formalidade só o da Unicap, cá entre nós.
Náutico!!!!! 1×0 só pra começar.
O time dos penaltis
:D:D
Sou estudante da FAUPE e graças a Deus estou saindo de lá muito em breve. É lamentável o nível que a faculdade chegou desde que o atual diretor assumiu a faculdade devido ao falecimento do seu pai, diretor anterior. A FAUPE possuía uma excelente credibilidade, sendo uma das melhores faculdades de arquitetura de Pernambuco, credibilidade esta que, graças ao atual diretor, está sendo dissolvida em seus novos diplomas progressivos! Os professores (grande maioria) e alunos (todos que ingressaram na FAUPE até 2008) sentem-se tão indignados quanto todos vocês, podem ter certeza.
Como a pessoa acima citou, a FAUPE já foi considerada, num passado não muito distante, uma das melhores faculdades de Arquitetura de Pernambuco…. isso era quando sua sigla significava “Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco” e o seu diretor era o senhor Armando Souto Maior, que era advogado, historiador e professor aposentado da UFPE, criador da FAUPE.
É muito triste para uma ex-aluna, como eu, ler um artigo deste, pois entrar na FAUPE não era fácil e sair formada era menos ainda.
Não é de hoje que recebo notícias bizzarras sobre a nova administração e acho uma pena que tanta gente sofra consequências pela ganância ou irresponsabilidade do novo administrador.
Se continuar assim, vamos ter vergonha de ter o nome da FAUPE em nossos currículos.
Tem muitos profissionais bons no mercado que estudaram lá e que não merecem ter sua competência questionada por causa de atitudes irresponsáveis desse indivíduo.
A verdade é que educação virou ponto comercial dos bons para quem desejar enriquecer com o dinheiro das pessoas alienadas e despreocupadas com a qualidade da educação.
E o que falar dos que fazem milhoes $$$ com os cursinhos para concursos hein….vixe…virou profissão hein.
e já tem facul com transporte escolar por R$ 195,00!!! que vergonha!!!
- você quer prova tradicional ou eletrônica? quer fazer ou quer que alguem responda pra você?
esta semana ouvi falar num convenio da universidade de santa catarina que tem curso de graduação pela internet, isto é, o aluno faz seu horario conforme sua disponibilidade (só me veio a cabeça que as aulas são gravadas e clique aqui pra iniciar sua aula de hoje!). em quatro anos o aluno será um professor de matemática ou outra coisa lá.
e tem pais que matriculam filhos de 16 e 17 anos de idade nessas faculdades. no meu tempo (e olhe que não faz tanto tempo assim – 7 anos), agente tinha que estudar pra poder ingressar numa federal ou numa upe…
Por isso que prefiro a minha UFPE. E essa história do enem, “nenem” pra ajudar… Sinceramente é mais que bem-vindo. Torço e rezo para que ele substitua completamente o atual vestibular. Pelo que andei lendo, é uma prova que preza pelo raciocínio e interpretação de textos – algo incrivelmente difícil para os nossos concluintes de ensino mérdio que frequentam xópis-boabichas, cinemas-multiprex, academias, caldeirões, edelson-cabeleireiros, game-stations, recifes-antigos e outros tantos lugares onde eles acham que podem obter melhor formação acadêmica do que na escola.
Acredito que, apesar de estarrecedora, é uma boa proposta. Se for levado à sério e possuir professores realmente qualifaicados para tal empritada, creio dará certo,sim. Tmo a mim mesmo como exemplo: estudei em diversas faculdades federais e estaduais e, por não possuir tempo e outros percalsos da vida, não conseguí concluir nenhum cursos. Através desta metodologia, talvez consiga concluir um destes oferecidos pela FAUPE. Afinal, todos sabemos que na faculdade aprendemos apenas teoria e um pouco (muito pouco mesmo) de prática. O diferencial está na prática que teremos após o curso (em alguns casos, durante ele) e, mesmo que tenhamos um ensino de qualidade, se o aluno não buscar individualmente as informações, será um péssimo formando,e, um péssimo profissional. Vale a pena tentar!