É preciso orientar o aluno no jubilamento da UFPE, para não cometer injustiças

out 17, 2011 by     58 Comentários    Postado em: Educação

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Na semana passada uma lista de jubilados da UFPE foi colocada na página da Instituição. A partir dali, um clima de terror se instalou em vários centros da Universidade. No primeiro momento apenas os estudantes das áreas de exatas e saúde foram colocados, mas o restante deve vir a seguir.

De acordo com a regra, o aluno será jubilado se:

  1. houver esgotado o prazo máximo estabelecido pela UFPE para a integralização curricular de um dos cursos, ou de uma de suas habilitações, em que o discente se encontre vinculado.
  2. obtiver 3 (três) reprovações, consecutivas ou não, no mesmo componente curricular;
  3. obtiver reprovação, por falta ou por nota, em todos os componentes curriculares de um semestre letivo;
  4. obtiver coeficiente de rendimento escolar inferior a 3 (três), por 2 (dois) semestres, consecutivos ou não, conforme disposto no art. 3o;

Na relação temos vários casos de estudantes profissionais, com reprovações em todas as cadeiras por vários semestres seguidos, e também casos isolados, como estudantes que por algum problema reprovaram todas as cadeiras em um semestre apenas. Ou ainda quando o aluno foi reprovado 3 vezes na mesma disciplina, em cadeiras com alto índice de reprovação.

A lista foi tirada do ar, ainda não se sabe porque (eu tenho o Boletim em PDF), mas em resumo o recado foi o seguinte: aos alunos que apareceram na lista, realizar a defesa em 10 dias junto à Câmara de Graduação.

E aí está o problema.

Tenho recebido dezenas de emails de estudantes de vários cursos, desesperados com a possibilidade de serem expulsos da Universidade, sem saber como fazer suas defesas. Eles têm procurado ajuda dos coordenadores, que estão sendo acusados de se omitir na ajuda.

Na verdade os coordenadores não têm a menor ideia de como proceder para ajudar na defesa. Não nos foi dada qualquer orientação em relação a isso. Não sei exatamente o que ajuda ou o que piora a defesa do aluno junto à Câmara, simplesmente porque o jubilamento é algo novo. Até agora tem sido uma relação direta entre a Reitoria e o estudante.

Pelo que entendo, a defesa neste caso não deve ser jurídica, porque a legislação é clara, e o aluno não teria chance. Então, ao meu ver, o ideal seria explicar os motivos pessoais que levaram o aluno a cair na famigerada lista, e esperar pela boa vontade de quem for relatar o caso. Como flexibilidade é algo que na UFPE ou é oito ou oitenta (normalmente aos amigos tudo, e aos inimigos a lei), os estudantes têm razão no desespero.

Já coloquei minha posição sobre o jubilamento, em artigo intitulado O Jubilamento e a Ditadura do Professorado, falando da necessidade de avaliação individual dos casos.

Imaginemos uma cadeira que possui alto índice de reprovação. A UFPE vai reprovar o aluno neste caso, mesmo sabendo que boa parte dos estudantes são reprovados? Vai deixar a vida acadêmica e profissional de alguém nas mãos de apenas uma pessoa?

Ou ainda um estudante que teve um sério problema familiar, e por isso acabou reprovando as cadeiras no semestre.

Lógico que estudantes profissionais, há anos sendo reprovado em tudo não devem ficar, cedendo espaço a quem realmente quer estudar, mas é preciso tomar cuidado com isso tudo, porque a expulsão de um aluno é algo muito sério.

Numa instituição burocratizada como a UFPE, é preciso ter sensibilidade. E sinceramente, não acredito que a idéia da Reitoria é de dar uma “limpa” na Universidade. O objetivo é realmente coibir abusos, e para isso terá apoio da comunidade. Mas é preciso orientar as pessoas, sem criar clima de terror na Universidade.

Em época de redes sociais, o mínimo de boa comunicação seria de bom tom.

58 Comentários + Add Comentário

  • Pierre, alunos com os períodos de 4 semestres de trancamento e 2 de matrícula-vínculo expirados também são passíveis de jubilamento?

    • Se reprovar tudo é sim

      • Pierre, eu recorri 4 dias após o prazo eu tenho chances de ser avaliada?

  • Eu sou TOTALMENTE a favor do jubilamento.

    Universidade não é lugar para esculhambação, bagunça, irresponsabilidade, negligência e descaso. Aliás, falando nisso, devia haver jubilamento para professor também, já que tem muito professor na UFPE que é mil vezes pior do que o aluno mais relapso.

    Se não quer, não gosta ou acha cansativo e trabalhoso estudar, o que é que está fazendo dentro de uma universidade federal?

    Vai pra uma pagou-passou e pega o diploma levando o curso na brincadeira e fingindo que estuda.

    A UFPE é mantida com recursos públicos (impostos) e não dá para bancar gente que não quer nada com os estudos.

    Parto da premissa que se o aluno está na universidade, deveria colocar como prioridade os estudos, já que é tão difícil entrar ali e tanta gente sonha em um dia poder estudar lá. Não acho certo o aluno se sentir dono da vaga. A vaga é pública, do Estado.

    Se a universidade não se impõe na vida do aluno, o aluno vai sempre relegá-la a última prioridade.

    • A questão Roberto é que aquele que vive reprovando por ser relapso e aquele vítima de professor que adora reprovar estão colocados no mesmo saco assim como aquele que descobre que tem doença grave ou sofre uma perda na família…. tem q se moderar isso ai

    • esse cara n eh de engenharia com certeza… Principalmente de eletrônica.

    • Cara, eu sou da urma de Engenharia Eltrônica 2007.2.

      Deveria me formar em 2012.1.

      entraram 40 alunos.

      Sabe qnts irão se formar em 2012.1????
      3 alunos.

      Então n fala do que tu n entende

    • Têm 890 alunos de exatas nessa lista,se você acha que todos eles estão nessa lista por “esculhambação, bagunça, irresponsabilidade, negligência e descaso.”Convido qualquer um a passar nas cadeiras da área II,de preferência aqueles que fizeram outra área não por vocação mas justamente por medo de matemática/física/química.

      • O CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 25 do Estatuto e art. 58, inciso II, do Regimento Geral da Universidade Federal de Pernambuco,

        CONSIDERANDO
        - a autonomia universitária, respeitados os arts. 3o e 12 da Lei 9.394/1996;
        - a existência, no âmbito da UFPE, de prazos máximos, expressos em semestres letivos, para a integralização dos seus cursos;
        - a necessidade de otimizar o funcionamento dos cursos, com o cumprimento normal de seus prazos pelos estudantes, evitando a retenção de vagas e o custo dela decorrente, em prejuízo do ingresso de novos alunos;
        - o PDI e PPI da UFPE e suas metas;
        - o empenho pedagógico para corrigir o baixo rendimento escolar dos estudantes, evitando a frustração da não conclusão ou da conclusão dos cursos após o prazo normal.

        Essa última parte do empenho pedagógico eu nunca ouvi falar nas áreas de exatas,em 2010.2 de todas as turmas de física 2, 80% foram reprovados e o professor saiu rindo pelo corredor por ter conseguido essa tão “bela” proeza pedagógica…..E não foi a primeira vez que isso aconteceu e nem vai ser a última com ou sem jubilamento.

  • Roberto é um mal amado da vida

    • Sou muito bem amado, graças a Deus.

      Só não posso achar bonito que a UFPE vire um chiqueiro à la Brasil.

      • A universidade está muito longe de ser um chiqueiro.

        A discussão não gira em torno disso. A questão é outra. Como não alimentar injustiças?

        Vou facilitar com um exemplo.
        Ex.:
        Física Geral 3 é uma cadeira da Área II com altíssimo índice de reprovação. Pessoas que são aprovadas por média, com boas notas, em Física I e Física II (pré-requisitos) podem facilmente ser reprovadas em Física III. A média da turma gira em torno de 2,0… 3,0. São alunos relapsos ? Será que não priorizam os estudos ?

        Será que um sujeito que reprova 3 vezes uma mesma cadeira onde a média da turma é 8,0… 9,0 deve ser tratado da mesma forma que outro aluno guerreiro reprovado 3 vezes em física III ?

        Injustiça número 1: O fator média da turma e o índice de reprovação da disciplina não são considerados em regras de jubilamento. Como se todas as cadeiras em todos os centros fossem iguais.

        Acho que esse é um dos pontos por onde gira a discussão. Espero que resolvam rapidamente isso porque as consequências já são visíveis e não são nada agradáveis.

        Surgiram muitos processos. Aparentemente tiraram a lista de possíveis jubilados da internet depois que muitos processaram a universidade por divulgação de nomes completos assim abertamente… Não sou estudante de direito mas um mínimo de noção permite ver quão mal pensado foi tudo isso.

        Arranharam um carro de professor mês passado, depois que o mesmo terminou de aplicar a prova (física III). A questão elaborada por ele ninguém conseguiu fazer pelo alto nível de dificuldade.

        Na revisão de prova outro professor teve a mãe xingada… como consequência o professor zerou a prova do aluno, juntou testemunhas, quase virou caso de polícia.

        Enfim, o clima está carregado. Não sei onde isso vai parar, mas espero que revisem o mais rápido possível essas leis antes que algo pior aconteça.

        • “Arranharam um carro de professor mês passado, depois que o mesmo terminou de aplicar a prova (física III). A questão elaborada por ele ninguém conseguiu fazer pelo alto nível de dificuldade.”

          Quer dizer que agora o professor tem que fazer o que com os bebês ingênuos e indefesos que entram na universidade?

          Daqui a pouco vai ter aluno marmanjo de 20 anos de idade querendo que o professor coloque a mamadeira pra esquentar e faça gugu-dadá nele.

          Meu amigo, engenharia sempre foi um curso sério e muito difícil e tem que continuar assim por que se não nesse Brasil anarquizado do futuro, não fica um prédio de pé. Já basta a zona que está hoje.

          O problema é que hoje em dia tem muito filhinho de papai aspirante a dono do mundo que não admite tirar uma nota baixa e ser contrariado, afinal como ele vai enganar a família fazendo de conta que está estudando na universidade? Tem que justificar a mesada, o carro e a mordomia que papai deu.

          Tem professor que está botando pra foder na UFPE?

          Eu acho é pouco. Tá certíssimo. E que os outros se inspirem nele.

          Depois reclamam quando a UFPE cai nos rankings de qualidade. Pra manter o nível de competitividade, tem que manter o nível de cobrança.

          O professor é cobrado pelo CNPQ e pela CAPES, portanto o aluno tem que ser cobrado também. Isso se chama profissionalismo e seriedade, coisas que estão sendo enterradas no Brasil desse governo esculhambado que está pouco se lixando para a educação.

          O problema é que vivemos num país onde a moda é ninguém ser contrariado. Tudo tem que PARECER bem.

          Daí vem essa palhaçada de aprovação automática pra não deixar o aluno chateado e o governo dizer que “nunca antes” o Brasil aprovou tanto.

  • Entao quer dizer que se voce perder um ente de sua familia nem tempo para se recuperar sera lhe oferecido? Isso é absurdo.

    Concordo com a ferramenta do jubilamento para tentar coibir aqueles que tratam a faculdade com negligencia, mas nao se pode englobar TODOS os alunos em uma mesma regra.
    Deve existir um regularmento serio, mas passivel de exceções.

  • Sou aluna de administração da UFPE, e comigo aconteceu de reprovar um semestre nas três disciplinas em que me matriculei, no entanto sei das minhas responsabilidades com relação a faculdade e estou me dedicando e correndo atrás do tempo que perdi por problemas pessoais .
    Realmente não vou me desesperar, apesar de me considerar uma “jubilável” devido o semestre passado, então enquanto isso vou cumprindo com minhas obrigações, aprendendo e passando por média.
    Mesmo sendo jubilável, acredito que seja importante o jubilamento para que não aconteça abusos, mas concordo que tem que haver um acompanhamento para que alguns casos os alunos resolvam da melhor forma.

  • JUBILAMENTO, EXCLUSÃO, DESLIGAMENTO SEJA COMO FOR CHAMADO É INSTITUTO ILEGAL DOS TEMPOS DA DITADURA MILITAR.

    O famigerado Instituto do Jubilamento ou seja lá como se chama de “expulsão do aluno da faculdade”, foi revogado pelo ( Artigo 92 da lei n.º 9.394/1996 ) que por sua vez revogou expressamente a também a ( lei n.º 5.540/1968 ).
    È fiel e cristalino o entendimento de que o ( Art.92 da lei n.º 9.394/1996 ) por ultimo retirou a validade da norma do sistema jurídico brasileiro a ( lei n.º.5.789/1972 ) e o ( Decreto – Lei n.º 464/1969 ), vejamos o texto legal:

    “lei n.º 9.394/1996

    Art. 92. Revogam-se as disposições das Leis nºs 4.024, de 20 de dezembro de 1961, e 5.540, de 28 de novembro de 1968, não alteradas pelas Leis nºs 9.131, de 24 de novembro de 1995 e 9.192, de 21 de dezembro de 1995 e, ainda, as Leis nºs 5.692, de 11 de agosto de 1971 e 7.044, de 18 de outubro de 1982, e as demais leis e decretos-lei que as modificaram e quaisquer outras disposições em contrário.”

    Quanto a ineficácia da ( RESOLUÇÃO 09/2009/CCEPE – CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da UFPE ), é claríssima, vez que resolução, portaria não é lei formal, carecendo de norma jurídica formal que autorize a eficácia da lei no tempo. Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa se não em virtude de lei ( Art.5º, II da Constituição Federal ), por isso mesmo que resoluções e portaria se expedidas para regulamentar a lei.
    Se quiserem enforcar o direito Brasileiro, e jogar a dignidade das pessoas na lata do lixo, a hora é agora!

    • É verdade, concordo.

      É por isso que, em nome da democracia e contra a ditadura, temos que propor a criação uma aposentadoria para os alunos da UFPE.

  • Tem que jubilar mesmo, exceções feitas aos casos comprováveis de perda de ente querido.

    Reprovações seguidas em cadeira de professor carrasco não são desculpa! Depois da primeira rodada o sujeito já sabe o que o espera, não tem por que não se preparar. Nunca vi alguém passar três semestres em uma cadeira e não ser vagabundo, mesmo nas famigeradas Física 3 e Cálculo 3!

    E ainda tem os bebezinhos que entram na universidade achando que estão no 4o ano do ensino médio. Não é assim não! Não tem professorzinho que imprime apostila e dá tudo na boquinha! Tem que ir atrás, pesquisar e estudar (uau!). Agora vão dar uma olhada nas bibliotecas da Federal e vejam quantos estão preocupados com isso.

    Qualquer um que tenha se formado na UFPE pode atestar a veracidade do que afirmo.

    • O problema é a velha mentalidade que o povo tem dos serviços estatais no Brasil.

      O cara que passa na federal parece com o cara que passa em concurso público: ambos acham que tiraram o bilhete premiado de férias vitalícias.

      Até por que o cara que está hoje se arrastando pela federal provavelmente daqui a uns anos será um servidor público sem muitas perspectivas, acomodado e que só pensa em greve, reclamar de tudo e querer ganhar tanto quanto os que se deram bem na iniciativa privada com trabalho de verdade e abnegação.

      Então esses alunos já tem que ir se acostumando ao modo “marcha lenta” de encarar a vida desde a faculdade.

    • Antigamente, o cara reprovava em Cálculo 3, levava um baita sermão do professor na sala na frente de todos, ia pra casa pensando no futuro dele no curso, ouvia outro sermão em casa, tomava vergonha, estudava, estudava, estudava, aprendia, passava e se formava. Havia humildade, respeito e auto-crítica, o que é bom. Vide o ensinamento milenar dos sábios samurais japoneses sobre a importância da disciplina para o aprendizado e o amadurecimento.

      Hoje em dia, o cara reprova 3 vezes, quer bater no professor, sai chorando e dando piti da faculdade, chega em casa e bate no pai e na mãe pra descontar a raiva e quer que o pai processe o professor. Além disso, não aprende nada e acha que a vida é injusta. Aí alguma “mente brilhante” do governo brasileiro (que deve ter sido um inútil vagabundo reprovado no passado que quer se vingar da engenharia) vem com a idéia de acabar com a cadeira de cálculo 3 por que os alunos estão ficando “constrangidos” e “traumatizados”. O cara posa de democrático e os pais ainda acham a idéia digna de Isaac Newton.

      Resultado: um engenheiro não sabe o que é um pavimento, médico nunca ouviu falar de bisturi, e advogado não faz a menor idéia do que seja um Habeas Corpus ou um mandado de segurança.

      Agora, pergunta quanto é que tá a cerveja na night do DJ Pereba pra ver se eles sabem.

    • Não sei qual engenharia vcs fizeram, mas pra acharem cálculo III e física III matérias muito complicadas, eu sei qual vcs NÃO fizeram. Nessas matérias bobas, tb não sei se o cara, estudando, reprova 3 vezes. Agora, eu já vi muita gente penando em outras disciplinas, mesmo tendo estudado bastante. E vi muitos reprovarem 3 vezes ou mais, seguidas, nessas disciplinas.

  • Acredito que o jubilamento é um fator motivador (negativo) para os alunos. Não é ditadura, é uma questão de dar oportunidade a quem quer estudar. Existem diversos casos para se analisar. Conheço muitos que não deveria terminar nem o ensino fundamental. Outros trabalham e reprovam algumas cadeiras. Sou a favor do jubilamento, mas que esse seja analisado por pessoas neutras e que, SE POSSÍVEL, aplicado a que merece!!

  • Ainda bem q me formei na ufpe pq se ainda tivesse lá tremeria na base…
    Imagine so uma cadeira como a de Sistema da Informação de Jairo de ADMINISTRAÇÃO e tantos outros professores que sentem um prazer diabólico em reprovar a grande maioria dos alunos, o aluno só por ser reprovado diversas vezes é expulso da facu…
    Então as outras cadeira q vc passa em professores com um critério de avaliação mais justo não valeram nada n é…
    Todo curso fica na mão de professores ditadores q tudo podem e tudo fazem…
    Imaginem vcs q um professor ia me reprovando por ‘engano’, seria cômico se não fosse trágico…
    Isso mesmo por engano…
    Assim sou contra o jubilamento da maneira q tá isso teria q ser discutido e debatido com todos e não imposto guela abaixo…

  • Concordo com o Dr. Juscelino, pois se existe lei que regula o ingresso na faculdade deveria também ter uma lei para regular a expulsão por indisciplina, exclusão e desligamento por aproveitamento do estudante. Se não existe lei não pode haver desligamento do estudante.

  • Acho que seria mais justo o jubilamento ser definido pela média geral do aluno e não com três reprovações em uma mesma cadeira. Faço engenharia e minha média geral é superior a 7, pode não ser alta, porém não considero uma nota de aluno dito vagabundo. Passo praticamente o dia inteiro na Federal de segunda a sexta, tenho várias cadeiras para estudar e vários relatórios todas as semanas. Praticamente não sobra tempo para fazer outra coisa a não ser estudar (e olha que eu não trabalho, só estudo). Estou pagando Física 3 pela segunda vez, tenho dificuldades com a cadeira, gostaria de estudar mais sim, porém não posso me dedicar exclusivamente a ela, pois tenho várias cadeiras que julgo mais importante ( principalmente do profissional), tentarei me dedicar mais em detrimento de outras, porém caso reprove, irei para a terceira vez e não sei como estará minha cabeça para fazer uma prova valendo a permanência na universidade. Pode parecer choro, mas será justo um aluno passar em todas as cadeiras e por conta de uma dificuldade extra em uma ser jubilado?

    • Você deve ser brincalhão ! Se tem dificuldade nessa matéria, dê ênfase a ela ! se tem muitas coisa para fazer, matricule-se em menos cadeiras. Pessoas como você reprovam não por serem burras ou vagabundas, mas sim porque não sabem definir prioridades, nem tem uma estratágia para superar dificuldades.

  • veremos se o objetivo eh dar uma “limpa” ou nao ano que vem, se eu conseguir me matricular

  • pierre, vc recomenda algum bom advogado para tratar desse caso se precisar ir pra justiça?

    no mais, eh bom notar que essa lista foi divulgada no meio do periodo, durante a troca de reitor e toda a corte…

    • embat
      Não estou sabendod e ninguém que tenha ido à Justiça ainda. Corre um boato de que uma liminar já teria sido derrubada pela UFPE

  • Concordo com o jubilamento, mas não exatamente da maneira como ele está sendo feito.
    Tem problemas dos dois lados: professores e alunos.
    Tem professores que se sentem como deuses em sala de aula, e sem o mínimo de didática. Tem grande domínio da matéria, mas não sabem passar aos alunos. Acho que a disciplina pode ser difícil o que for, mas se o professor souber ensinar e orientar bem o aluno, com certeza ele aprenderá melhor (não falo aqui em mastigar e dar o assunto na boquinha do aluno). Quando vejo disciplinas com altíssimas taxas de reprovação sempre me parece algo estranho: Será que a grande maioria da turma não aprendeu o suficiente, ou será que houve alguma falha no ensino? Será os dois?
    Por outro lado temos os alunos. Quem nunca soube de casos de alunos que empurram o curso com a barriga enquanto se dedicam integralmente a sua profissão. Ou aqueles que se matriculam em um ou outra disciplina só pra poder fazer a Carteira de Estudante. Tem uns que já viraram lenda no curso de tanto tempo que passam sem se formar. Esses tipos de casos eu acho um absurdo, tem que chamar a atenção e se não tiver jeito tem que jubilar mesmo. Passou no vestibular, fez a matrícula na universidade, agora tem dedicar mesmo, pois nossos impostos pagam pelo o estudo. E a sociedade terá sua retribuição de alguma maneira quando o aluno formado ingressar no mercado de trabalho.

  • Na UFRPE (a “rural”, que não é mais tão rural assim), o processo de jubilamento passa por um processo mais longo (burocrático), porém mais sensato.

    Entre outras instâncias, o processo passa pelo colegiado do curso, que recebe a defesa de um aluno jubilável e, se julgar conveniente, pode conceder-lhe nova chance (possivelmente, condicinada a alguma meta).

  • Por que será que eles tiraram o site do ar e colocaram muito tempo depois num local bem mais “escondido”?

    Óbvio! Até eles mesmo sabem que as coisas foram feitas na base do vamos colocar em prática e depois ver o que é que dá.

    Imprudência total! Não dá pra tratar alunos como números.

    Parabéns pela iniciativa, Professor Pierre. Ainda existem pessoas sensatas na UFPE e tomara que esse pessoal que se acha SemiDeus seja criterioso na hora de analisar os recursos. Se é que se pode analisar a vida de um aluno através de papeis e que nem sequer instruíram da forma adequada de como devia ser feito…

    Sem dúvidas:

    “Em época de redes sociais, o mínimo de boa comunicação seria de bom tom.”

  • eu sou estudante do curso de fisica da universidade federal do piaui. Estou desesperado por que reprovei 3x, minha familia anda passando por dificultades que ñ gosto de comentar, essas mi livara a reprovar, mais estou com medo de perde meu curso. VOCÊ PODERIA MI AJUDAR ? EXPLICANDO O QUE EU DEVO FAZER.

    • Não sei como você chegou à universidade. Nem Português básico você sabe.

  • A arma do estudante é o reingresso.

    • Como se dá esse processo de reingresso na UFPE?

  • As vagas foram ampliadas. A estrutura melhorou ?
    Estudei na área II tive muitos professores que estavam dando sua primeira aula; professores que ainda estavam ocupados com o mestrado…

    No CTG as disciplinas são mais difíceis, porém há maior organização e experiência dos professores.
    Na area II, a solução é não ir às aulas e ir à biblioteca pedir pra ” Resnick / Halliday” e ” James Stewart” te ensinarem alguma coisa.

    Cabe ao aluno buscar conhecimento por conta própria.
    Cabe aos “professores” não cobrar presença para que os alunos ganhem mais tempo.

    • Quem estuda na area II nao tem futuro! pois os professores se acham os donos da verdade, olhando so a sua materia esquecendo que os alunos tem outras disciplinas p/estudar, alem dos afazeres extra classe, pois n~da pra confiar na conversa fiada deles d que o semestre vai ser bom e no final a maoiria dançar em linear ( desnecessaria p maoiria dos cursos), calculo e fisica, fora os que deixam ja na 2a prova pois sabem que nao tem chance de chegar nem na final com uma nota razoavel!

  • É justo uma estudante, mãe, cujo filho teve um problema sério e por conta disso ela acabou reprovando em todas as disciplinas por falta em um único período, ser jubilada? Explicitando ainda que as médias dela são altas.

  • Pierre, é justo uma estudante, mãe, cujo filho teve um problema sério e por conta disso ela acabou reprovando em todas as disciplinas por falta em um único período, ser jubilada? Explicitando ainda que as médias dela são altas.

  • Hoje, ao entrar no Sig@, lá estava que minha matrícula seria passível de recusa no próximo período por causa do coeficiente de rendimento inferior a 3, sendo que só tenho 2 notas parciais até agora. Como é isso?

  • Eu sou a favor do jubilamento, mas não nas circunstâncias que foram propostas. Do jeito que está, mais parece terrorismo! Esta resolução não foi bem discutida e elaborada e agora eles jogaram a responsabilidade para as coordenações dos cursos SEM antes orientarem os coordenadores! Fui ontem no departamento de arquitetura e a secretaria estava UM CAOS! O telefone não parava de tocar com alunos querendo saber por que estava aparecendo a nota de jubilamento no sig@, as secretárias pra lá e pra cá tentando acalmar os alunos… Conversei com a coordenadora e ela falou que não tem a menor chance de ajudar os alunos pois ela não sabe como! Perguntas como “posso recorrer juridicamente?” ou “o que preciso fazer agora?” “Tenho que ir pro DCA?” “A que departamento devo recorrer?” não foram devidamente esclarecidas e aí caso ela dê uma informação errada e o aluno se prejudicar com isso, quem vai ter que responder pelo erro é ela! Passa a ser uma decisão jurídica!

    Não quero nem entrar na discussão da limpa dos alunos “vagabundos”, porque existe uma graaaaaaande diferença entre um aluno que mantém a matrícula na faculdade de direito há 10 anos sem cursar nada pra ter estacionamento de graça e o aluno que por ter reprovado uma disciplina por 3 períodos mas vai bem nas outras, estão no mesmo saco, por exemplo.

  • Algumas engenharias estão com mais da metade de seus alunos em situação de jubilamento. É intenção da UFPE fechar os cursos do CTG para a graduação? Será que expulsar mais de 500 alunos, a maioria esmagadora devido a problemas com o básico da Área II, incluindo aí alunos que se dedicam ao curso mas por n problemas, seja familiares, econômicos, falta de base do ensino médio, etc., é a solução? Será que não diminuiríamos a taxa de retenção e fracasso com políticas de ajuda ao estudante, como programas de nivelamento para aqueles que entram com uma base fraca e assistência estudantil e psicológica? A UFPE decidiu pelo caminho mais fácil, fazendo o aluno bode expiatório para tudo de ruim que há no sistema. É muito mais fácil chutar o estudante como se fosse cachorro vira-lata do que oferecer assistência para que ele se forme logo.

    Pernambuco e o Brasil estão precisando de mais engenheiros, e a nossa universidade está inviabilizando a formação desses profissionais com esta prática. Alguns vão me dizer, “Ah, saem estes, entrão outros”. O problema é que os “outros” que vão ocupar as vagas dos jubilados vão vir do mesmo ensino básico e enfrentar o mesmo sistema. Vão reprovar também, vão correr o risco de estourar o prazo máximo (na engenharia, isto é mais fácil do que vocês pensam) e vão ser jubilados como os outros foram antes deles, seguindo um círculo vicioso. E no final a universidade vai torrar uma grana preta para sustentar formações incompletas. Ou então terá que fechar os cursos de vez.

    O jubilamento, como vem sendo aplicado, é um desserviço a UFPE, ao futuro da engenharia e a sociedade que precisa desses profissionais.

    • De fato a ufpe (o ccen diga-se de passagem) com a conivencia dos coords do ctg, estao expulsando de forma unilateral os alunos de exatas, os quais sao prejudicados por boas peças do tipo: airton castro, liliana russo,marcus vinicius wanderley (todos ensinam – desensinam calculo) reprovando o pessoal por decimos, as vezes ate direto por nao quererem dar sequer meio pto para o aluno chegar na final! eles acham q temos todo tpo do mundo pra ficar remoendo o mesmo assto todo semestre e no final dançar de novo! isso se n~desestimularem tanto o aluno p/que o mesmo desista ja na 2a prova, pois ja sabe q nao tem chance d passar com essas peças raras!

  • Caso o aluno seja jubilado, poderá ingressar novamente, por meio de vestibular comum, fazer uso das cadeiras já pagas ao longo do curso e somente pagar aquelas que deve?

  • Acho q cada caso e um caso a priori teriam q avaliar os alunos fantasmas e aqueles q estão com o tempo de integralização do curso expirado e aos poucos ir cobrando de todos.
    essa faculdade ta virando nojeira tem alunos q nem deveria estar com o aviso de recusa de matricula e estão.
    acho q deveriam rever esses conceitos e começar a aplicar aos poucos e com mais responsabilidade.
    existem alunos com necessidade de trabalhar e enfrentam cursos como engenharias,estatistica,fisica,quimica entre outros em que a dificuldade é imensa.

  • O jubilamento so afeta de fato o pessoal de exatas, pois nas outras areas o percentual de reprovaçao é pequeno se comparado com a area II, por exemplo, assim a ufpe n~pode colocar todos no mesmo saco, pois n~só ela, mas todo o pais sabe da ma´fama que o CCEN tem em reprovar o pessoal! nem adianta dizer q estao faltando vagas, ja que ate vest no meio do ano tem pra completar as eng, ja q o pessoal nao quer dar murro em ponta de faca e acaba indo pra POLI, que direciona o aluno ‘as materias q ele vai usar de fato e n~encher linguiça com materias como quimica 2, alg linear e comp eletronica, coisas q os eng , salvo aqueles dos cursos específicos vao usar na vida profissional.

  • o pessoal de exatas n~tem outra chance de nota a nao ser a prova p/passar, e quase sempre o resultado é uma derrota! mesmo o assto sendo o mesmo toda prova inventam questoes pra atrapalhar e sempre sao as q mais valem, assim mta gte nem vai pra aula preferindo estudar em casa ou com o pessoal na biblioteca. Se tivessemos igualdade com os outros centros a situação poderia ser um pouco pior, pois melhorar n~vai! Bastaria termos direito ao menos um trabalho por unidade de 0 a 10 e mais testes decentes em sala de aula, pois os que eram/sao aplicados sao as vezes mais dificeis q as questoes das provas!

  • Se o aluno reprovou 3 cadeiras em 1 periodo ele pode ser jubilado..no total tem 6..passou em 3 e reprovou 3 ..ele pode ser jubilado..?!

  • Como disse o presidente do STF Ayres Brito uma vez, “tem servidor publico que confunde o seu local de trabalho com a copa, sala ou o quarto de casa”.
    Muitos encaram aquilo como uma sesmaria, ou uma grande fazenda com leis próprias onde deve-se apenas atender ao seus interesses, simples assim. Encaram como se fossem uma propriedade privada…., propriedade privada daqueles que ali “residem”, nesse caso, trabalham.
    Nao existe na pratica, nenhuma forma de combater e punir abusos cometidos por professores, que além de perseguir e prejudicar, nao se contentam somente com isso, precisam humilhar tbm, alias relatos desses abusos nao sao novidades.

    Me espanta depois de tanto tempo isso ainda acontecer sem nenhuma providencia de um orgao superior, como o MEC.
    A universidade tem autonomia, mas tem autonomia até o governo dizer o contrario.
    Quero mesmo ver com implantacao de cotas, no caso 50% o impacto que vai causar se esses ph-deuses continuarem avontade para fazer o que bem entende em seus palacios.
    Quero ver esses alunos todos sendo jubilados e os numeros de evasao crescerem assustadoramente ao mesmo patamar de vagas disponiveis por cota.
    Evidente que o governo uma hora vai sair da inercia e tomar providencia com relacao a essa anarquia, pois é preciso haver ordem.

    Bons profissionais com etica, respeito, descencia, honestidade, bom senso entre outras qualidade existem, mas o contrario tbm é verdadeiro e está em todas as esferas seja em empresas, escolas, poder judiciario, etc.
    Seria por acaso no ensino, seja ele fundamental, médio e superior a excecao?
    Seria nesse caso esse meio constituido de verdadeiros paladinos da etica, da moral, do bom senso, da responsabilidade e de tudo que há de melhor e louvavel e que merece ser a referencia do certo a ser seguido e copiado?
    Concerteza estao muito, muito longe disso. Ao meu ver pra ficar ruim, ainda precisa melhorar muito.

  • Trabalho à noite, geralmente duas noites seguidas para folgar a terceira, as vezes assisto aula cambaleando de sono, estou na terceira vez na disciplina de física 3, deixei para coloca-la o mais tarde possível, agora só me restam quatro, eu disse quatro disciplinas para que eu possa realizar meu sonho de ser engenheiro civil, estudei em uma escola pública do sertão da Paraíba em que professor de física no terceiro ano só apareceu no fim do segundo bimestre, agora eu pergunto: A culpa é minha ou do sistema? Haveria injustiça maior do que reprovar um aluno trabalhador(trabalho porque preciso) faltando quatro disciplinas para o fim do curso? O que eu vou dizer ao meu pai mecânico, que o seu filho incompetente não conseguiu porque o sistema funciona assim?

  • A minha dúvida é a seguinte: Em uma turma com alto índice de reprovações (nunca ocorrido antes), aproximando-se cerca de 80% a 90%, podem esses alunos de alguma forma serem contemplados com a cadeira gratuita ou com abatimento no valor? Em que se basear (fundamentação) para garantir esse direito aos prejudicados?

  • Alguém pode me dizer como fazer este tal de requerimento para não ser jubilado?
    Obrigada

  • Eu não acho justo o jubilamento por repetir 3 vezes a mesma disciplina. tem umas q tem alto índice de reprovação e uns professores carrascos mesmo. e no jubilamento por tempo se o aluno conseguir se justificar ele deveria ter seu prazo dilatado. não sou da UFPE , minha universidade tinha o mandamento das 3 repetições mas não tem mais, mas eu estou com problemas pq posso perder minha vaga por excesso de tempo. Mas eu vou acionar até advogado se puder , mas não quero perder a vaga.

    As pessoas tem problemas durante o seu curso. eu tive uma época brava de alcoolismo , os 5 primeiros períodos fui tranquilo, depois caí fundo por causa do alcoolismo e por isso perdi muitas matérias. agora eu me arrependo de tudo mas não posso fazer nada pelo passado. mas os membros do colegiado deveriam entender que alcoolismo é uma DOENÇA segundo a OMS e que é passível de tratamento , mas não deveriam expulsar sumariamente um aluno que tem suas justificativas provadas para permanecer no curso

  • Alguém sabe quais as chances de um aluno que foi jubilado, devido a reprovação por falta em todas as disciplinas de um semestre? Tenho problema de depressão. Possuo um atestado confirmando isso, peguei com meu psiquiatra mês passado… Nele, está escrito: Cid. 43.0 (reação aguda ao estresse) e 32.2 (episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos). Passei por várias coisas nesse semestre e o fato de saber que estou para ser jubilada, que minha matrícula será negada e precisarei recorrer à minha permanência na faculdade com certa imprecisão está me deixando ainda pior. Obrigada.

  • Gostaria de uma informação: Meu filho estava cursando em uma determinada Instituição,o 1º período de Engenharia Civil, mas antes de terminar o período , aconteceu um acidente automobilistico com ele deixando-o impossibilitado de frequentar a faculdade durante 1 ano, e ele entrou com atestado médico .No retorno foi dado a ele a oportunidade de fazer as provas para fechar o período. Mas infelizmente ele não estava preparado, devido não ter assistido as aulas, e quando requereu o histórico para mudar de Instituição, mais próxima de seu município alegaram que não poderiam enviar, pois ele havia sido reprovado em todas as disciplinas. Gostaria de saber se isso é legal? Se meu filho poderá recorrer?

  • paguei uma cadeira esse semestre por motivos pessoais e reprovei eu vou ser jubilada por isso?

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).