Banorte volta à praça nas mãos do Gerador

mai 12, 2010 by     39 Comentários    Postado em: Finanças

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Banorte patrocinava os três clubes de Pernambuco nos anos 80

Pernambuco tem hoje três problemas para se afirmar como um forte pólo de desenvolvimento regional: infraestrutura precária, educação claudicante e a ausência completa do setor financeiro.

A infraestrutura é um problema fácil de resolver, pois com recursos se constrói estradas, abre-se novos corredores (como a Transnordestina) e leva-se água para onde é preciso. Pode-se não ter dinheiro, mas já se sabe o caminho.

O segundo problema é mais grave, pois o péssimo serviço educacional básico reflete diretamente na qualidade da mão de obra que vai disputar os empregos nas grandes plantas industriais que Suape hoje abriga. Apesar da boa qualidade das nossas universidades, em especial a UFPE, a baixa qualidade na educação básica compromete a empregabilidade das pessoas. E para você que estudou em uma boa escola privada, e acha que estava bem, basta se perguntar se a sua professora de inglês sabia falar fluentemente a língua que ensinava. Provavelmente não.

Por fim, o desafio central a ser perseguido deve ser a construção de um setor financeiro com base regional, que possa facilitar o crédito para pequenas e médias iniciativas que irão se agregar às grandes empresas que chegam a Pernambuco. Serão centenas (talvez milhares) de fornecedores que inevitavelmente precisarão de uma estrutura de decisão local.

Em resumo: precisam de um banco em que possam ser atendidos e ouvidos por quem manda.

Pernambuco já teve três bancos de porte médio: Bandepe, Banorte e Mercantil. Os três quebraram ou foram adquiridos, por motivos diversos, mas agora o momento é de repensar a atuação regional do setor financeiro.

Apesar do desaparecimento dessas instituições, algumas iniciativas isoladas ainda mantiveram um grupo de pessoas trabalhando na área, como os clubes de investimento, as representantes de corretoras, seguradoras ou ainda administradoras de recursos.

Há pouco mais de um ano surgiu o Banco Gerador, que veio com a proposta de trabalhar com empresas médias, mas que até agora só andava atuando, pelo que eu fiquei sabendo, com empréstimos consignados. E isso é muito pouco para o que precisamos. Apesar disso, tinha dado um passo importante, que foi a formação de um acordo com a Finacap e a Excelsior para atenderem´clientes com múltiplas demandas.

Ontem veio o anúncio de que o Banco Gerador teria comprado o direito a utilizar a marca “Banorte”, que por incrível que pareça, ainda é muito conhecida no mercado, e tem um forte apelo regional. E muito positivo. Afinal, quem não se lembra do “um amigo na praça”?

O mais curioso nisso tudo é que mesmo o banco sumindo, a imagem boa ficou. Imaginem por exemplo se a Oi/Telemar sumisse, e depois de 15 anos fechada alguém resolvesse abrir novamente com essa marca. Não iria vender um telefone sequer. Era fracasso certo.

Banorte amigo an rpaça

A identificação regional era tão forte que resolveu patrocinar os três grandes clubes locais na década de 80, justamente para nenhuma torcida ficar magoada. Pernambuco era o local do Banorte.

Além disso, o Banorte era responsável por tecnologia de ponta na informatização bancária, na época em que o caixa do banco abria uma pasta para olhar sua disponibilidade financeira para descontar um cheque. Naquele centro administrativo da Torre grande parte da massa cerebral que viria a formar o Porto Digital foi forjada. Com o sumiço do Banorte, muita gente boa se perdeu pelo mercado, indo parar em outros Estados. E isso é algo que é difícil recuperar.

Ainda não conversei com ninguém, mas acredito que isso seja o primeiro passo para a formação de um banco múltiplo em Pernambuco. Se algo semelhante acontecer, é mais importante do que a instalação de um estaleiro ou outras empresas grandes com incentivo fiscal, pois a prestação de serviços de alto valor agregado emprega muita gente, e normalmente com salários bem acima da média. Para o Recife isso é excelente, já que as melhores cabeças da área inevitavelmente vão parar em São Paulo e Rio de Janeiro (cujo setor financeiro ainda sobrevive). Se não tivermos empresas cujo processo decisório esteja aqui, ficaremos sempre como subsede de empresas paulistas, e isso é péssimo para o Estado.

A despeito do desrespeito inicial de algumas pessoas com os fundadores do banco, acredito que aos poucos a imagem negativa de parte da sociedade irá diminuir caso a prestação de serviços seja boa, já que todo mundo gostaria de ter uma instituição financeira sólida, cujas decisões fossem tomadas aqui.

Pernambuco tem hoje apenas quatro empresas que conseguiram sair daqui com sucesso no resto do país: Baterias Moura, Rapidão Cometa, Queiroz Galvão e a Nordeste Segurança (que em São Paulo se chama Transbank).

E isso é muito pouco para um Estado que quer ser um pólo de edsenvolvimento regional.

39 Comentários + Add Comentário

  • O mais curioso nisso tudo é que mesmo o banco sumindo, a imagem boa ficou. Imaginem por exemplo se a Oi/Telemar sumisse, e depois de 15 anos fechada alguém resolvesse abrir novamente com essa marca. Era fracasso certo.

    huahauahuahauahuahauahauhua

    Pode ter certeza.

  • “Com o sumiço do Banorte, muita gente boa se perdeu pelo mercado, indo parar em outros Estados. E isso é algo que é difícil recuperar.”

    Pierre,

    A médio ou longo prazo essa “muita gente boa” existiu porque se investiu muito nessas pessoas. Você mesmo admitiu que “o péssimo serviço educacional básico reflete diretamente na qualidade da mão de obra que vai disputar os empregos” ou seja, a fórmula é uma só: educação, educação, educação e mais educação. Foi assim que o Banorte foi o celeiro da tecnologia de ponta na informática no estado e um exemplo para o país. A própria UFPE, apesar dos problemas, hoje está entre as 10 melhores IES do país. E qual o motivo? Muito investimento em educação, pesquisa e desenvolvimento de qualidade.

    Você que é da área sabe disso melhor do que ningúem.

    • Paulo
      Mas estamos de acordo nisso.
      Abraço

    • trabalhei no Banorte de 90 até o fechamento, na ag. central do RJ. lamento até hoje. Não era apenas um banco. era uma empresa. Após a saída, cresci profissionalmente e nos últimos dez anos em cargos executivos. Mas gostaria de ter tido uma carreira naquela empresa que aprendi a admirar.

      Maurício

  • Parabéns a todos!

  • Pierre,

    O Banco Gerador comemorou recentemente seu 1º ano de funcionamento, logo a informação de que surgiu há 2 anos está equivocada.

    Com relação as empresas pernambucanas com destaque nacional, faltou citar a Queiroz Galvão, que tem forte participação, inclusive, no exterior.

    • Paulo
      Quando disse há 2 anos porque me referia a informação de fundação do banco, e na verdade queria dizer que estava no seu segundo ano de existência. Vou consertar.
      Em relação a Queiroz Galvão, você tem razão.
      Obrigado

  • Todo carro exportado do Brasil já sai com uma bateria Moura nele.

  • Alguém pode confirmar-me se o banco GERADOR pertence, também, ao Dr. LAVAREDA?
    Aguardo resposta.
    Um forte abraço!!!
    NILSON TORRES.

  • Não existia as duas Torres!Mais existia a Mesbla!!!E ai como foi a audiencia????…

  • Um exemplo claro do despreparo de nossa mão-de-obra: os preços dos apartamentos em Piedade e região triplicaram… gente de fora vindo morar aqui. Na verdade, a gente só pega os empregos de baixa qualificação. Tem o ICMS e tudo mais, mas emprego, emprego bom mesmo, fica com a galera de fora. Mas no final das contas, essa gente também trás conhecimento, se ficarem aqui, obviamente.

    • Não é despreparo, é atraso mesmo que não se corrige da noite pro dia. Collot(Itamar) e FHC nunca olharam pro Brasil assim como nenhum antecessor antes deles. Não é em 8 anos que tudo vira uma maravilha.

      Agora entre perder o momento pq falta mão de obra qualificada ou investir pesado pensando no futuro… eu fico com a segunda opção.

  • O post foi direto ao ponto.
    Ao ver essa panacéia dos estaleiros em pernambuco, achei que estávamos padecendo de uma síndrome perigosa.
    É claro que esses investimentos são importantes. Mas a verdade é que esses estaleiros são extremamente dependentes de uma contingência econômica que não vai durar para sempre. Ela pode durar uma ou duas dezenas de anos, mas depois se vai. E, aí, a grande questão se torna: o que foi feito com os efeitos indiretos desse investimento (se eles houver)? Os benefícios indiretos têm de superar os malefícios ambientais. Que normalmente chegam para ficar.

    Morei um ano na fronteira da alemanha com a dinamarca, numa cidade chamada Flensburg, no estado alemão de Schleswig-Holstein. Esse foi um estado industrial pujante na década de 1970 e um pouco na década de 1980. A principal indústria local era, exatamente, a industria naval (Schiffbau). Depois de 30 anos, esse é um dos estados com maior índice de desemprego dos velhos estados federais alemães (a chamada ex-alemanha ocidental). A decadência da indústria naval, forçada pelo encarecimento relativo da mão de obra local e a concorrência do sudeste asiático levou a que a maior parte da indústria se transferisse para a malásia, deixando atrás de si apenas um rastro de destruição ambiental e desemprego. Algo parecido aconteceu no norte da Espanha.

    Esses investimentos em Pernambuco são essenciais. Um estado pobre como o nosso não pode se dar ao luxo de perder inversões dessa monta, que podem ser revertidos, do ponto de vista arrecadatório, para a melhoria do nosso capital social e da infra-estrutura.

    A questão central, por trás dos riscos dos estaleiros, parece ser, na verdade, semelhante àquela do pré-sal: trata-se de um bilhete de loteria premiado que pode ser gasto com cerveja, festas e noitadas ou pode se tornar um investimento no futuro, para garantir uma aposentadoria tranquila (o futuro das próximas gerações), nos tirando da condição de ter uma renda per capita das piores do país e um dos últimos IDHs da federação.

    Economicamente, um setor financeiro com capacidade de investimento em pequenas e médias empresas é central em qualquer economia do mundo. Assim como uma população qualificada, que se torna criativa, inclusive em tempos de crise.

    Voltando ao exemplo alemão, poderíamos comparar o que aconteceu em Schleswig-Holstein com o que aconteceu na Baviera. Esse estado que, hoje, é um dos mais ricos da alemanha recebeu, até a década de 1980, a compensação tributária “solidária” dos estados mais ricos (um mecanismo de redução de diferenças econômicas na federação). Tratava-se de um Estado agrário, com pouca tecnologia e um nível educacional que deixava a desejar frente a outros estados, como Baden-Würtemberg, Hessen ou NRW.

    Quando se fala, hoje, na Baviera, pensa-se logo na BMW ou em grandes empresas farmacêuticas. Mas a verdade é que a Baviera se sustenta, basicamente, numa malha absurda de empresas médias e grandes, com grande eficiência. empresas de logísticas, empresas farmacêuticas médias, indústrias de insumos industriais e empresas de médio porte que gravitam em torno das grandes multinacionais alemães (Siemens, Basf, VW etc). Muitas delas se prestam basicamente serviços a outras empresas por meio de uma mão de obra de altíssima qualificação. São empresas de tecnologia cujo principal ativo não está em um galpão com capital mobilizado, senão nos cerébros de pessoas que usam o capital imobilizado das empresas grandes.

    O nível de qualificação da mão de obra tem uma diferença bem grande entre nós. Como disse Pierre, isso é uma verdade até nas escolas privadas. A comparação com a Baviera é só uma pequena parábola, claro. Mas ela nos pode ensinar alguma coisa.

    É possível, em uma ou duas décadas de governos e políticas responsáveis, reverter uma situação de pobreza econômica.

    Mas tudo isso é algo que depende do que vai ser feito com os investimentos que estão sendo feitos agora.

  • Pierre,
    acho que você está se fazendo de desentendido quanto aos fundadores do Banco. Você sabe quem são, de onde vem o capital? Talvez seja por isso que as pessoas desconfiem deste grupo!

  • Se Lavareda e os donos da Nordeste Segurança de Valores são os proprietários desse banco, imaginem só quem é o manda-chuva verdadeiro? Alguém tem uma ideia, por mais vaga que seja? Uma dica: a figura teria gabinete no Senado Federal.

    • martins, me diga logo quem é essa figura, que agora eu tô cirioso demais pra saber …

      • Todo mundo sabe quem é o senador “melhor amigo” de Lavareda e da NSV….. mas tem verdades que não podem ser escritas.

        • Oxente, escreva aí homem! Agora se for mentira e tu não puder provar, como em geral é o caso com gente da tua laia, aí é melhor ficar caladinho mesmo. PeTralha safado!

  • Pierre, até concordo que o ensino básico em PE é uma desgraça, em todos os sentidos e, não apenas dentro da sala de aula. Porém, dizer que o ensino superior em PE é de qualidade indiscutível?????
    Menos… Menos…. Menos….
    Aqui, há umas “ilhas” de qualidade envoltas num mar de mediocridade geral. Só se salvam alguns cursos e mesmo assim com senões em algumas disciplinas.

    • Reci
      Onde foi que eu disse que era de qualidade indiscutível?

      • Desculpe, vc está certo. usastes a expressão “boa qualidade” (sic). O que não desmerece o que afirmei!

  • Pierre, e esse banco acontecendo, sobreviveria às ofertas dos megabancos?

    • Sergio
      Acredito que a idéia é ser um banco regional. Há espaço para isso.
      Abraço

  • Existem sim diversas outras empresas que atuam fora de Pernambuco com bastante sucesso…umas aparecem mais, outras menos para os que estão por fora do mercado pernambucano…uma dela é a ASA.

    Limitar a 4 empresas é menosprezar os empresários pernambucanos, inclusive algumas delas estão com dívidas altíssimas junto ao Poder Público.

  • Acredito que boa parte dos pernambucanos veriam com orgulho, o restabelecimento da marca “Banorte” e até do seu bordão mais conhecido “Um amigo na Praça” e se o grupo do Banco Gerador fizer esse resgate, sem dúvida terá muito a ganhar em imagem e prestígio.

  • “Pernambuco tem hoje apenas três empresas que conseguiram sair daqui com sucesso no resto do país: Baterias Moura, Rapidão Cometa, Queiroz Galvão e a Nordeste Segurança (que em São Paulo se chama Transbank).”

    Após a correção faltou um detalhe, não seriam 4 empresas?

    Abraços,
    @MarcelloJr

  • Nossa que boa notícia!! Tenho orgulho de sido funcionário do BANORTE “Um amigo na Praça” Sou de Campos dos Goytacazes/RJ, mesmo fora da sua região o Banorte era um sucesso! Quem sabe ele volta com força total novamente? Torço para que isso aconteça! Hoje tenho 48 anos, sou da época do diretor Dr. Delvox. Tempos bons!! Tomara Deus que volte esse “Amigo da Praça”.
    Com grande carinho recebi essa notícia!

  • em 1985 o banorte tinha uma fundação que se chamava Baptista da Silva Participações e Projetos S.A. , e essa fundação tinha 51,98 % do capital do banorte, e lançou no mercado Ações; quem comprou essas Ações vai perder.

  • Participei com dedicação e entusiasmo desse celeiro de inteligências de Tecnologia da Informação que foi o Banorte.
    Muito do que hoje se aceita como fato consumado em TI ocorreu, seminalmente, nos corações, mentes e corredores frios da Informática do Banorte, no Edf. Antonio Barbosa, no prédio da Rua do Fogo, e bem depois nas antigas instalações do Cotonifício da Torre.
    O querido amigo César Marinho detém imagens e registros dessa saudosa era de realizações, quando não se tinha medo de realizar, e de fato se realizava a tecnologia de ponta na informática bancária – a despeito da ditadura, da reserva de mercado, da pobreza da região, e de tantos outros empecilhos, galhardamente ignorados por uma equipe brilhantre que acreditava no que fazia, disso tinha orgulho, fez história e criou uma geração de ‘dinossauros’, pioneiros do que há de melhor em TI nos dias de hoje.
    Um abraço a toda essa valorosa equipe, de cuja participação minha memória guarda precioso legado.

    Moysés (Brasília, DF)

  • Trabalhei no Banorte Rio de Janeiro de 07/1974 a 01/1986, tenho saudades daquele tempo, estou procurando o meu compadre o Antonio Roberto Baiano, quem tiver noticias favor me avisar.

    Forte abraço a todos.

  • Prezados Pernambucanos,

    Tive o prazer em trabalhar no centro administrativo Banorte na Torre e saliento que jamais conheci ou ouvir falar de uma instituição financeira com caracteristicas semelhantes. Tudo era quase perfeito. Tudo que conquistei e aprendi em minha vida profissional devo ao Banorte. Eternas saudades e abraço aos “velhos” amigos.

  • PRECISO DE UM ESCLARECIMENTO:TENHO UMA POUPANÇA NO ANTIGO BANORTE DA BAHIA,HÁ MUITOS ANOS FOI DEPOSITADO UMA QUANTIA EM MEU NOME,COMO MINHA FAMILIA SE MUDOU PARA O INTERIOR ESSE DINHEIRO FICOU ESQUECIDO POR LÁ.SÓ AGORA TOMEI CONHECIMENTO DISSO PRECISO SABER ONDE FOI PARA ESSE DINHEIRO.ISSO JÁ FAZ UNS 28 ANOS

  • Como e bom ver o nome BANORTE novamente. Trabalhei 16 anos aqui em Anapolis Go. desde o dia da inauguraçao ate o fechamento da agencia aqui antes de ser liquidado.fechou aqui em 1994 se nao me engano. Ate hoje me perguntam pelo Banorte deixou uma linda imagem aqui.Depois disso trabalhei em outro Banco mas ate hoje sonho que estou trabalhando no BANORTE. fui gerente aqui por diveros anos e ate hoje me chamam de Tiao do Banorte.Abraços ao Sergio Gama que enviou mensagem em março o conheci pessoalmente. QUE SAUDADES TENHO

  • Trabalhei no BANORTE CREDITO IMOBILIALIARIO em joão Pessoa/pb, 1982 ateh seu fechamento, fiz varios amigos que trabalharam comigo, ateh hoje mantemos contato. (Banorte um Amigo na Praça, melhor em atendimento e mais rentavel do país). bons tempos aquele!!

  • PRECISO DE UM ESCLARECIMENTO: TENHO UMA POUPANÇA NO ANTIGO BANORTE DA BAHIA, EM ALAGOINHAS. HÁ MUITOS ANOS FOI DEPOSITADO UMA CERTA QUANTIA EM MEU NOME. SÓ QUE A REFERIDA AGÊNCIA FOI FECHADA. GOSTARIA DE SABER ONDE FOI PARAR ESSE DINHEIRO. JÁ FAZ 30 ANOS.

  • Mantive conta corrente em agencia do Banorte (ag Faria Lima) em São Paulo. Em dezembro de 1985 o gerente da agencia me ‘vendeu’ ações preferenciais nominativas da BAPTISTA DA SILVA PARTICIPAÇÕES E PROJETOS LTDA, certificado numero 000001805 e quantidade de 150.000 ações.
    Valem alguma coisa hoje? obrigado pela informação.

  • FUI FUNCIONÁRIO DO BANCO BANORTE AG ANAPOLIS GO E NOS COMPRAMOS AÇÕES DA BAPTISTA DA SILVA PARTICIPAÇÕES E PROJETOS S/A, GOSTARIA DE SABER SE ALGUM VALOR NO MERCADO DE AÇÕES.

    GRATO.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).