Congresso desmoralizado nem mexe com Bovespa

out 5, 2007 by     Sem Comentários    Postado em: Finanças

bovespaintra

Realmente a classe política está tão desmoralizada que decisões importantes como ontem nem conseguem mais mexer com a Bovespa.

Antes era comum que resultados que não interessassem aos Governos, ou que desestabilizassem a classe política, eram fortes influenciadores de venda ou compra de ativos. Com isso a Bolsa de Valores de São Paulo era altamente sensível.

Na verdade a Teoria Financeira parte do princípio de que todas as forças atuam no preço dos ativos. As decisões políticas influenciam a economia como um todo, que influencia os resultados das empresas, que por sua vez, reflete no preço das ações no mercado de capitais.

No Brasil isso nem acontece mais. Teoricamente a bolsa deveria cair um pouco, já que o Governo teria mais dificuldade no controle da base aliada para aprovação da CPMF, por exemplo. Se ao mesmo tempo isso dá mais lucro para as empresas, também piora a situação do Governo e de seus títulos.

A mesma coisa aconteceu no Caso Renan. O mercado financeiro não estava nem aí se o presidente do Congresso iria cair.

Pois bem, alheio à politicalha de Brasilia, a Bovespa vai subindo, porque as bolsas internacionais sobem.

Pelo jeito a importância dos parlamentares na vida nacional é a mesma do budismo no Brasil: perto de zero.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).