Tem um texto rolando pra todo lado na internet essa semana. Recebi mais de um email, e o vi em vários sites. Fala sobre o livro “Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura“, da jornalista e historiadora inglesa Frances Stonor Saunders. O livro está sendo lançado lançado no Brasil pela Editora Record.
Não li o livro (Pierre leu um pedaço e disse que pareceu se tratar de uma “baboseira bisonha”). Por isso não posso falar quase nada sobre o assunto, embora tenha curiosidade. De toda forma, não custa reproduzir o texto extraído do port.pravda.ru, logo abaixo.
“Frances Stonor Saunders: Quem pagou a Conta? A CIA na guerra fria da cultura”
Extraído no seguinte link:
http://port.pravda.ru/mundo/10-09-2009/27949-ciaguerra-0
Mal chegou às livrarias, o livro recém-lançado – Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura – já se transformou na ‘gazua’ que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.
A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem “pagava a conta” era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. “Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: “Consistente e fascinante” (The Washington Post). “Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA” (Spectator). “Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente” (The Times).
Dinheiro da CIA para FHC
“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”. Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69.
Fundação Ford
Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
Agente da CIA
Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.
Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma “personalidade internacional” e passou a dar “aulas” e fazer “conferências” em universidades norte-americanas e européias. Era “um homem da Fundação Ford”. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.
Milhões de dólares
1 – “A Fundação Farfield era uma fundação da CIA… As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos… permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas” (pág. 153).
2 – “O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça…” (pág. 152). “A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria” (pág. 443).
3 – “A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares… Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos… com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos” (pág. 147). FHC facinho
4 – “Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante” (pág. 123).
5 – “Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil” (pág. 119).
6 – “A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana” (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.




Se for verdade que a CIA financiou vida e obra de FHC, isso explica muita coisa.
Mas não seria novidade nenhuma. Afinal, todos sabemos que as superpotências sempre mandaram dinheiro para seus amigos mundo afora.
“Fulano recebe dinheiro de Moscou”, por exemplo, foi uma acusação bastante comum na história brasileira.
Andre Raboni disse – Não li o livro (Pierre leu um pedaço e disse que pareceu se tratar de uma “baboseira bisonha”). Por isso não posso falar quase nada sobre o assunto, embora tenha curiosidade.
Quem leu o livro, ( pelo menos um pedaco ) e quem deveria ter feito um comentario. Mas o comentario de que e uma baboseira bisonha ja e suficiente.
Responder a este comentário
Zanelli Gomes Alencar disse:
08/10/2009 às 21:50
Elio Gaspari esta ( ou estava ha pouco tempo) nos EUA estudando e foi financiado pela Fundacao Ford. Sera que Elio Gaspari tb e agente da CIA?
Estamos perdendo tempo e espaço com uma “baboseira bisonha”.
Mas se perdemos tempo com “baboseiras bisonhas” é sinal de que está faltando criatividade na hora de criar debates intencionalmente polêmicos .
Que tal voltarmos para o tema “Zelaya é um bom companheiro”?. Esse, apesar de exaurido, ainda ocupa um lugar secundário no noticiário.
Zanelli Gomes Alencar disse:
09/10/2009 às 21:24
O blog mais comentado do mundo neste momento e solenemente ignorado neste blog. Que pena.
Por falar em Yoani Sanchez, comprei ontem na Livraria Cultura e recomendo o seu livro DE CUBA COM CARINHO, que chegou quarta-feira passada a nesta cidade. A cubana, que tem o blog mais premiado do momento em todo o mundo nao veio ao Brasil para o lancamento do seu livro porque o democrata Raul Castro nao deixou. Ela ja teve negado 10 pedidos para sair do pais e receber premios pelo mundo afora. Tambem senti falta de um artigo do blog sobre a blogueira cubano , seu novo livro e a impossibilidade dela sair de Cuba livremente. Eita “ democracia arretada“. Ha ainda quem defenda essa tirania e outros que nao “ousam“ critica-la.
Leia o blog do Kotcho. Lá vc encontra a sua resposta. Ah, outra coisa, vá a Cuba! Vá lá! Vá lá, rapaz! Para de ler o Goebbels e a Óia!
E espero que ela continue lá sem poder sair. Traidores de sua pátria (De Cuba com Carinho? Ué, será que ela também gostaria de transar com o James Bond???) já estamos cheios aqui. A título de curiosidade, Cuba não é uma democracia (e sabe Deus o que isto significa em qualquer parte do mundo): é um república comunista!
E você não sabe que a Yoani é financiada pelos EUA tb? Procure no google uma matéria que fizeram,, ela nunca divulga de onde vem o dinheiro que mantém o blog dela no ar. Está hospedade em um host nos EUA.
Por que este respeitável blog não aborda os cursos de práticas de guerrilha que a assaltante de bancos Dilma Roussef e o terrorista José Dirceu fizeram em Cuba? E por que não abordam que o Zé era agente da KGB? Ora, vamos abordar os dois ládos…
Obs: o termo lados saiu com acento. De forma errada. Desculpem-me.
O que tem a ver o desmascaramento desse entreguista travestido de social-democrata – só no nome do partido – com os problemas de Cuba?
Não me surpreenderia descobrir que sim. Os comentários de Gaspari tem estilo colonizado. CIA, Fundação Ford, Instituto FHC, Fundação Rockfeller, tudo a ver.
UAHAUHA… kd o bruno B!?!?!? kd os tucanos!:!??!?! uahuahuah
Eles sempre fizeram isso, abertamente.
Quanto a Fernando Henrique, explica-se que não houve passagem alguma, de um lado a outro do espectro. Sempre foi precisamente servidor de alguém.
Essa compra poderia bem explicar a situação de dois conhecidos pernambucanos.
Nada surpreende que essa turma que se dizia da esquerda, como FHC, tenha sido cooptada pelos EUA. O governo de FHC mostrou isso, literalmente.
Pera aí, com tantos elogios assim do livro, Pierri lança um: “baboseira bisonha”???!!!
Po Pierri, faz um textinho aí explicando o porquê disso! abraços..
Eu não ia contar, mas, diante desse texto, é preciso revelar:
Na intimidade, FHC é crossdresser!
Consegui fotos exclusivas que mostram tudo! Aceito propostas para vendê-las.
uahuahauhauahua… 1 real e um chocolate do metro… uhauahua
Mais uma caixa de Mentos?
um freegelis… uahauhau, de melão…uhauahua
A política mundial é isso mesmo. Não achem que acabou, que isso foi algo que aconteceu há muitos anos. Ainda temos, seja na esquerda ou na direita, algumas “celebridades” sendo financiadas, com capital externo, para espalharem Brasil a fora seus ideais políticos.
Vejam o caso nosso presidente, Vezenuela e outros países vizinhos, juntamente com o presidente deposto de Honduras.
Ou notem, a participação de políticos, inclusive pernambucanos, com o Presidente golpista, também, de Honduras. Alguém financia, para tirar proveito num resultado positivo de sua investida.
O que as diferencia do caso FHC/CIA? O objetivo foi alcançado.
O que nos resta fazer? Torcer para que todos sejam desmascarados, que possamos conhecer melhor nossos representantes e todos tenham a oportunidade de conhecer melhor a história política de nosso país, com suas partes boas e ruins.
Pierre, aguardamos seu argumentação, contemplando o motivo dessa sua classificação à obra.
O financiamento de FHC pela fundação Ford(diga-se CIA) está publicamente comprovado em muitas publicações, e jamais foi desmentido por ele. Mas o autor do comentário, que se arvpora em defensor daqueles que são cooptados por essas insitutições norte-americanas, poderia citar os nomes e as fontes concretas em que baseia sua afirmação de que pessoas de esquerda também são financiadas por entidades estrangeiras. Quanto a blogueira cubana, depois de pega de surpresa por jornalistas estrangeiros navegando na Internet com a maior liberdde do mundo em um hotel em Havana e depois da longa entrevista concedida por ela ao jornalista francês Salim Lamrani, cheia de contradições (típicas dos mentirosos contumazes, incluindo aí os tucanos) e de não ter tido como negar a ajuda de 20 milhões de dólares do governo norte-americano que os dissidentes em Cuba recebem para fazer suas campanhas diversionistas, essa mulherzinha tornou-se absolutamente indefensável. Apenas três países da ONU são contra o governo cubano e a favor do bloqueio. Precisa dizer mais?
DILMA e MERCADANTE 2010!
Lia…..que bom que eu fico sabendo sempre(e por todos os lados e regiões e atalhos e tempos e contratempos)que existem pessoas como voce!Pra mim,que já havia lido a materia,fiquei muito emocionado,porque a reaça anda danada….DILMA E MERCADANTE 2010
Peraí. Será que tem gente tentando fazer com que o Brasil vire uma colônia da Venezuela ou de Honduras???? Me poupe, né Hugo… \brincadeira tem hora.
Isso vai dar muito pano pra manga. Se começarem a investigar todos os políticos brasileiros…
Esse livro deve ter provas evidentes para fazer uma acusação dessas.
PROF. PIERRE, TAMBÉM ESPERO EXPLICAÇÕES SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DO LIVRO.
Andrei, não vi nenhum problema no teor da postagem. Não vá aqui ceder terreno à patrulha. Quem devia se envergonhar é a tucanalha.
Julinho,
Também vi problema nenhum na postagem.
Acho que vem a público uma coisa muito provável e já bastante suspeita: que a figura do intelectual uspiano moderno é uma farsa.
Claro que vão dizer que é teoria da conspiração, tentar abordar a coisa como humor, tentar ridicularizar. Mas, esse pessoal comprou muita gente mesmo.
Andrei, desde que o mundo é mundo que os poderosos compram boas cabeças e boas canetas para formular e escrever o que lhes convém. Não é nenhum absurdo “descobrir” que um intelectual reformista estava no bolso de alguem numa época em que o que estava em voga era justamente o pensamento de esquerda mais radical e revolucionário. De toda sorte ele prestou o seu serviço aos poderosos e pelo visto foi bem pago pra isso. O que me impressiona é a fidelidade dos mordomos. Dos que defendem a causa “a palo seco”. Chega a ser comovente.
Tens razão. Chega próximo a ser comovente a fidelidade dos mordomos, sincera.
A dos que se venderam é fidelidade ao comprador. Seriam piores se vendessem e não entregassem.
Leitor escreve carta a Maurício Rands
data 6 de outubro de 2009 23:26
Assunto: Visita ao golpista Micheletti
Caro Deputado Maurício Rands,
Inicialmente, cabe-me informar que, apesar da minha admiração pelo PT, não tenho como ser seu eleitor, pois sou de outro Estado da Federação.
O motivo da minha mensagem é para registrar a minha surpresa e indignação de ver um representante do PT, cuja história é marcada pela luta pela democracia, tendo entre seus membros diversos dos perseguidos durante a nossa ditatura militar, se dispor a visitar um presidente golpista, como é o caso de Roberto Micheletti, em Honduras.
A presença de representantes da oposição demo-tucana e da rêmora PPS não nos surpreende, afinal, atordoados com o sucesso do Governo Lula, são capazes de qualquer coisa para tentar melar o jogo democrático, como atrasar a votação do Orçamento 2006 por causa de uma ponte em Aracaju; acabar com a CPMF; votar em Severino Cavalcanti, seu conterâneo, para a presidência da Câmara (cantando o Hino Nacional ao final daquela eleição); assessorar-se de petrolíferas estrangeiras para atacar a Petrobrás no Congresso Nacional; e, até, torcer para que a crise chegasse aqui com força.
Deveria o nobre deputado ter adotado a mesma posição firme e coerente dos deputados Janete Pietá e Ivan Valente e se recusado a desempenhar tal papel ridículo.
Não cabe, em circustância alguma, usar os termos adotados pela grande mídia brasileira (que o jornalista Paulo Henrique Amorim chama de Partido da Imprensa Golpista), como presidente interino ou presidente de facto, pois o senhor Micheletti não é nada mais que um ditador golpista, que confirmou como político o motivo da remoção e expulsão do presidente legítimo Manuel Zelaya (disse ele ao argentino Clarín: “Deu uma guinada para a esquerda, colocou comunistas no governo e nos preocupou”).
Espero, sinceramente, que V. Exa. reflita sobre o triste episódio, pois aceitar trocar gracinhas e tirar fotos (como disse a jornalista Heloísa Villela, em entrevista a Luiz Carlos Azenha) com o representante golpista de um pretenso governo que nenhuma nação ou organismo internacional reconheceu é um mancha que ficará na sua biografia, como uma espécie de sabotagem aos ideais democráticos que tanto prezamos.
Atenciosamente,
Murilo Costa
Salvador/BA
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/leitor-escreve-carta-a-mauricio-rands/
Segundoa a repórter Heloisa Villela foi o dia em que mais sentiu vergonha de alguns deputados brasileiros.” Nada me chocou mais do que esse encontro dos deputados brasileiros com o Micheletti. Nem o cerco policial e militar à embaixada brasileira”.
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/heloisa-os-deputados-e-michelleti/
Murilo, desse Senhor Rands não se deve esperar nada mais…. Pra quem tem uma assessoria jurídica que presta serviço ao sindicato dos jornalistas e ao mesmo tempo recebe doação de campanha do empresário JCPM…. Sei não… Mas a mim ele não engana….
Francisco, onde posso ver quem financiou meu candidato?
Então o Magro Maciel era uma especie de seguro ideologico?
Um bom texto seria também à respeito dos brasileiros que fizeram “graduação” de guerrilha em cuba, picolés de intelectuais na Sibéria ou repressão e massacre no leste europeu, como Praga. Mais textos alucinógenos de esquerdopatas…..
A direita brasileira está perdendo a capacidade de argumentar sem agredir….
Assim como os enviesados….
Todos somos enviesados, amigo. Mas há quem saiba discutir sem agredir.
como diria Hochimim aos americanos,aqui apenas respondo ao agressor:Leandro,não enche o saco!Vai roçar nas ostras pra perder êsse fogo que te consome….
Os golpes da direita brasileira são históricos e constantes. A tentativa de golpe, frustrada pelo suicídio de Vargas em 1954, acabou acontecendo em 1964. RASGARAM a Constituição brasileira, ao impedir a posse do Vice-presidente da República, João Goulart. RASGARAM nossa Carta Magna, novamente, com um golpe militar armado, com apoio logístico e financeiro dos EE.UU. MENTIROSOS, como os tucanos, não devolveram o poder aos civis em um ano, como PROMETERAM – golpista é golpista em qualquer lugar. Ao contrário, endureceram o regime com o AI-5. E querem, alguns mal informados de hoje, chamar de “terroristas” quem se propos reagir contra o golpe? Tenham paciência… Brincadeira tem hora.
Oras, mas o que caracteriza um país subdesenvolvido ? O fato de ter uma minoria que recebe beneficios de países desenvolvidos para permitirem a espoliação da nação. Nada mais natural, não sei porque esse espanto todo. Já disse e repito, “direita” e “esquerda”, no Brasil, são termos que servem para esses caras enganarem os supostamente instruídos. O “povão” vota pela promessa de emprego na prefeitura, o “doutor’ vota porque fulano é de direita ou de esquerda. E assim o Brasil vai seguindo!
Por que não houve esse “espanto todo” com a entrevista da Yoani Sanchez ? Por que vcs do blog não têm tempo para comentar certo temas que atingem certos grupos ? Ai escondem na clipagem! Sei que FHC é picareta, assim como Lula. Sei que Berlusconni é picareta, assim como Hugo Chavez. Mas ultimamente o blog tem sido tendencioso!
O blog mais comentado do mundo neste momento e solenemente ignorado neste blog. Que pena.
Por falar em Yoani Sanchez, comprei ontem na Livraria Cultura e recomendo o seu livro DE CUBA COM CARINHO, que chegou quarta-feira passada a nesta cidade. A cubana, que tem o blog mais premiado do momento em todo o mundo nao veio ao Brasil para o lancamento do seu livro porque o democrata Raul Castro nao deixou. Ela ja teve negado 10 pedidos para sair do pais e receber premios pelo mundo afora. Tambem senti falta de um artigo do blog sobre a blogueira cubano , seu novo livro e a impossibilidade dela sair de Cuba livremente. Eita “ democracia arretada“. Ha ainda quem defenda essa tirania e outros que nao “ousam“ critica-la.
E a KGB onde fica nessa história? E o Foro de São Paulo? E as FARC?
Andre Raboni disse – Não li o livro (Pierre leu um pedaço e disse que pareceu se tratar de uma “baboseira bisonha”). Por isso não posso falar quase nada sobre o assunto, embora tenha curiosidade.
Quem leu o livro, ( pelo menos um pedaco ) e quem deveria ter feito um comentario. Mas o comentario de que e uma baboseira bisonha ja e suficiente.
Elio Gaspari esta ( ou estava ha pouco tempo) nos EUA estudando e foi financiado pela Fundacao Ford. Sera que Elio Gaspari tb e agente da CIA?
Queria saber se o blog vai fazer algum artigo sobre os ultimos acontecimentos do MST?tem um artigo por sinal no site https://www2.psdb.org.br/ sobre o assunto do MST,SE CASO vcs fizerem algum artigo do assunto claro.
se caso fizerem algum artigo podiam dá uma lidinha.
Como muita gente está perguntando porque não gostei do livro, achei melhor esclarecer.
Este livro já foi lançado há mais de 1 ano. É cheio de ilações pouco esclarecidas.
Até pode-se acreditar que a CIA ajudava a financiar instituições em outros países via Fundações, mas daí a interpretar que FHC estava a seu serviço, é outra história.
FHC pode não ser um comunista, mas naquela época os interesses dos americanos eram muito díspares do que ele defendia e estudava.
A Teoria da Dependência, à época defendida por FHC, era totalmente contrária aos interesses americanos, e nem de longe é o que fala este link acima. Apenas no fim da década de 70 é que FHC, em famoso artigo assinado com Serra, resolveu romper com a Teoria.
No final o livro ficou parecendo com um folhetim de esquerda. Uma pena, já que a pesquisa aparentemente foi bem feita.
Abraço a todos
Engraçado que acreditar naquilo que quer, e fácil a inversão de valores e mudança imediata da agua para o vinho, me diga qual seria o interesse de vender o pais inteiro para o poder multinacional ??? ver ler aprender, inversão de valores!!! agora só faltam defender que a ditadura e dizer que ela foi ótima. Não sou a favor do Estado controlar tudo, mas por favor deixar na mão de poucos é criar um Estado Privado.
Valeu Pierre.
Enfim, alguém LÚCIDO neste blog.
Não nos abandone às moscas!!
[...] http://acertodecontas.blog.br/livros/o-que-fhc-tem-a-ver-com-a-cia/http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2009/09/22/fernando-henrique-cardoso-ex-presidente-do-brasil-foi-colaborador-agente-da-cia-central-de-inteligencia-americana-usa-afirma-frances-stonor-saunders-londres-movimento-verdade-sao-paulo/http://correiodobrasil.com.br/fhc-fundacao-ford-e-dolares-da-cia/131810/ [...]
[...] http://acertodecontas.blog.br/livros/o-que-fhc-tem-a-ver-com-a-cia/ [...]
Interessante relembrar o porquê da recusa de Floretan Fernandes em receber ajuda financeira da fundação ford na mesma época. Foi por muitos tratados de radical, por ter esta postura de não aceitar ajuda de empresa que é ligada ao imperialismo estadunidense.
[...] · Ou será que Serra tinha amigos influentes no Governo super direitista radical de Richard Nixon, que o ajudaram, correndo o risco de serem acusados de encobrir um terrorista, punido como traidor dos EUA, justo na época em que estudantes que protestavam contra a guerra nos EUA eram espancados, presos e condenados? Afinal, qual foi a Receita do Serra? De que forma José Serra, o líder esquerdista radical, teria conseguido enganar ao mesmo tempo ditadura brasileira, a ditadura chilena, a CIA,a imigração americana e o Departamento de Educação dos EUA? Ah, é claro: como Serra teria enganado a poderosa Receita Federal dos EUA? Ou ele não declarou sua receita quando morava lá? Esse homem é um gênio! Além de ser muito modesto, pois nunca nos contou como teria conseguido essa façanha, que é digna de um James Bond e supera em muito a saga de José Dirceu, que foi para Cuba, fez plástica e morou incógnito no norte do Paraná… Como Serra teria sobrevivido? Onde teria morado? Como Serra teria tirado a carteira de motorista nos EUA? Quem teria pago seu aluguel, a calefação, suas refeições, suas roupas e viagens? Quem pagou para ele estudar? De onde vinham os recursos? Qual foi a receita que Serra usou, nesses anos de chumbo? Esse é o verdadeiro escândalo da receita que Serra fica devia explicar aos brasileiros: como conseguiu tudo isso? Graças a dois livros que a mídia pouco divulga, nós já sabemos qual foi a receita de FHC, seu velho amigo, sócio no CEBRAP e companheiro fundador do PSDB… Você quer conhecer mais sobre a Receita de FHC? Clique nesses links abaixo: http://acertodecontas.blog.br/livros/o-que-fhc-tem-a-ver-com-a-cia/ [...]
Eu sabia que o fedorento era fedorento, mas não sabia que chegava a tanto!Agora se entende porque mandou esquecer o que escreveu, porque nem ele acreditava no que escrevia, porque foi o que foi e porque o Brasil acabou na sua mão como acabou!Mas nem tudo está nas mão dos abutres e a potrefação do que fizeram foi também a salvação do nosso Brasil com a vitória do mestre Lula e dos brasileiros!
MELHOR A CIA DO QUE A “DEMOCRACIA CUBANA E CHAVISTA”
Auri fica frio que o Lula te pega….
A MAIS AUTÊNTICA TIRANIA – TRAVESTIDA DE DEMOCRACIA, CONCATENOU O LÍDER DAS LIGAS CAMPONESAS JÁ EM 1962
FRANCISCO JULIÃO:
” É UMA DEMOCRACIA QUE ENGORDA OS TUBARÕES E ESFOMEIA O POVO; ISENTA DE IMPOSTO OS LATIFUNDIÁRIOS, E NEGA A TERRA AOS CAMPONESES; PERMITE UMA COMPANHIA TER LUCROS DE 9000%, MAS APONTA METRALHADORA NO PEITO DO TRABALHADOR QUE FAZ GREVE PARA MELHORAR SEU SALÁRIO; UMA DEMOCRACIA QUE PERMITE AOS INVESTIMENTOS ESTRAGEIROS MONOPOLIZAR OS RECURSOS DO PAÍS E AUTORIZA A EXPORTAÇÃO DE LUCROS; UMA DEMOCRACIA QUE FABRICA MARECHAIS E GENERAIS DE CINCO ESTRELAS, MAS NÃO GARANTE ESTABILIDADE AO SARGENTO DENEGANDO O DIREITO DE VOTO AO SOLDADO E AO MARINHEIRO.”
pg. 112 “O GOLPE DE 64 E A DITADURA MILITAR” Julio José Chiaveneto.
http://en.wikipedia.org/wiki/Education_Index
NOSSA DEMOCRACIA E O NOSSO IDH EDUCACIONAL SÃO TÃO EXEMPLARES, QUE NÃO PERMITEM QUE OS OCUPANTES DA MAIS ALTA CORTE DA JUSTIÇA CUMPRAM A LEI !!!! http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/08/28/alo-alo-eros-grau-uruguai-pune-ditador-leia-de-novo-o-comparato/
Não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados.” Ruy Barbosa
Porque Pierre Lucena Diz que é uma baboseira. Os indícios são muitos fortes e refletem o posicionamento do FHC e Serra, com projetos nítidamente de submissão aos interesses americanos e internacionais. O liveo e suas informações merecem atenção e aprofundamento.
Teoria da Dependência e o Brasil de FHC
Sendo a história de nosso país muito rica, no entanto, também muito controversa, em virtude de sua diversidade cultural, sua herança de níveis sociais dos mais variados e vertentes muito diversas de pensamento político, optamos por contextualizar sua atualidade, cujas determinantes nos proporciona conhecer os formatos das empresas nacionais, privadas e estatais. Este estudo visa compreender a ambiguidade no que tange a aceitação pela sociedade tanto da administração privada quanto à pública destas empresas, dotadas de convívio mútuo de complementariedade da economia do país, mas criticados ou aplaudidos conforme a necessidade argumentativa do momento.
Houve uma tentativa de determinação da conjuntura econômica brasileira a partir de uma equivocada vinculação à ideia de dependência dos países subdesenvolvidos por periféricos ao capitalismo central, conhecida como Teoria da Dependência.
Outra vertente do pensamento econômico demonstra no subdesenvolvimento a mesma dependência aos países desenvolvidos, não como etapa do desenvolvimento ou vinculação específica, mas por periférico àqueles, como um processo estrutural a ser desmontado a partir da intervenção estatal, o Capitalismo de Estado, sendo Celso Furtado um dos seus grandes defensores.
Os citamos por simples demonstração de pensamentos diferentes, tão somente exemplificação, para verificarmos o apoio restrito a administração privada de um lado e vinculação do Estado aos rumos empresariais de outro, como forma de relacionar a simbiose de opostos que culminaram nesta aceitação ampla de ambos formatos pela sociedade brasileira. As relações entre o Governo e as empresas multinacionais no Brasil, bem como as demais empresas, são moldadas nestas bases históricas formadoras de nosso povo e formadas por este, gerando o entendimento das respostas do mercado instigadas por impulsos governamentais engendrados pelo Estado. As ações do BNDES são indicadoras verificáveis desta relação, cujo primeiro presidente foi exatamente Celso Furtado.
Faz-se necessário ainda para um bom entendimento a definição de Governança, cujo resultado determina o tipo de encaminhamento dado por um ou outro grupo no gerenciamento das ações governamentais: conforme o Banco Mundial, “exercício de poder político no gerenciamento dos assuntos do país”. (Banco Mundial, apud Guedes)
Seguindo esta linha a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômicos) lançou as bases de uma Governança que o Brasil é signatário e cujos fatores são as Diretrizes Para Empresas Multinacionais, baseadas em:
1) Princípios voluntários e padrões para uma conduta empresarial responsável e consistente com as leis adotadas;
Os governos cooperam um com o outro e com outros atores para fortalecer o quadro legal e político internacional no qual são empreendidos negócios.
2) Evolução das Linhas Diretrizes;
3) Evolução na estrutura das empresas multinacionais que se reflete nas operações realizadas em países em desenvolvimento, nos quais o investimento estrangeiro direto cresceu rápido.
4) As atividades das empresas multinacionais, através do comércio e investimento internacionais, fortaleceram e intensificaram os laços que ligam as economias dos países da OCDE entre si e com o resto do mundo.
5) A natureza, extensão e velocidade das mudanças econômicas constituíram um novo desafio econômico para as empresas e as partes interessadas.
6) Muitas empresas multinacionais comprovaram que o respeito de padrões elevados de conduta empresarial podia acelerar o crescimento.
7) Muitas empresas responderam a estas preocupações do público desenvolvendo programas internos, sistemas de orientação e gerenciamento que constituem a base de seu compromisso para com a cidadania empresarial, as boas práticas e a boa conduta da empresa e dos empregados.
9) A contribuição da OCDE para a elaboração de quadro político internacional, por exemplo a adoção da Convenção de Combate ao Suborno dos Funcionários Públicos Estrangeiros durante as Transações Comerciais Internacionais, bem como a adoção dos Princípios de Governança Corporativa da OCDE, as Linhas Diretrizes da OCDE para Proteção do Consumidor no Contexto do Comércio Eletrônico, e o trabalho em andamento sobre as Linhas Diretrizes da OCDE relativas ao Custo de Transferência para Empresas Multinacionais e Administrações Fiscais.
10) A meta comum dos governos aderentes de encorajar as contribuições positivas para que as empresas multinacionais possam trazer para o progresso econômico, ambiental e social, e minimizar as dificuldades que possam decorrer das várias atividades destas empresas. Ao trabalharem em direção desse objetivo, os governos encontram-se em parceria com numerosas empresas, sindicatos e outras organizações não governamentais, que trabalham com métodos próprios em direção do mesmo objetivo. (OCDE)
No Brasil temos a preocupação de manter o sistema misto de Capitalismo de Estado com Capitalismo Privado, um mantendo o equilíbrio com o outro, permitindo toda a economia fluir de forma a compensar momentos de necessidades de deixar solta a rédea do controle estatal, incluindo-se aí a liberdade mesmo de empresas estatais, com momentos de instigar estas mesmas empresas estatais a tomar atitudes de liderança da economia em determinada direção.
Em sendo Fernando Henrique Cardoso um dos desenvolvedores da Teoria da Dependência, nos é permitido imaginar a influência desta teoria na administração do país durante seus 8 anos de governo. Nunca o Brasil foi mais decididamente dependente das economias desenvolvidas, numa clara aceitação de status determinado e imutável.
Grandes mudanças ocorreram a partir de 2002, final da era FHC, e nos tornamos nação detentora de identidade própria, independência e determinadora da própria situação, domando o futuro de forma a incentivar os cidadãos no mesmo caminho, orgulhosos de pertencer a esta sociedade.
Caminhamos hoje num desenvolvimento vigoroso e sem volta, pois percebemos nossa capacidade. E isto se espelha na relação madura entre Estado e Empresas multinacionais. Assim como as economias desenvolvidas, o Brasil percebeu a vantagem de aliar governança e administração privada. “Estados passaram a considerar as corporações não como rivais, mas como aliados bem-vindos na busca de vantagens competitivas em um mercado internacional precário” (Clark apud Guedes)
A Revista Exame à venda esta semana traz na capa o título de reportagem, aliás, opinião, visto que sentimos falta de publicações destituídas de tendência na atualidade, “Empresas Fortes, País Forte – Aqui vai um recado para o próximo presidente do Brasil: É o setor privado, não o governo, o motor da prosperidade”. Há pessoas ainda que se mantêm em conflito com uma ou outra das “facções” apresentadas acima, invés de analisar fatos e focar realidades. Como na revista citada, a paixão futebolística forma torcidas que iludem os sentidos e atrasam as reais possibilidades. Para compensar essa falha dos meios de comunicação, somos obrigados a acompanhar noticiários internacionais e fazer ponderações para chegar mais próximos aos fatos.
Transferir a percepção de Clark para o mercado brasileiro nos torna mais aptos a compreender a relação entre corporações internacionais e nosso governo. Governantes focados no desenvolvimento de seu povo podem, por exemplo, exigir que a empregabilidade de seus cidadãos seja ponto de análise no fornecimento de produtos e serviços contratados pelo Estado. Uma decisão do Presidente Lula em seu primeiro ano de mandato foi exigir que a frota mercante e plataformas de petróleo fossem nacionalizadas. Paulo Hadad, presidente do estaleiro Atlântico sul, deu em reportagem a seguinte declaração: “O presidente Lula, quando incentivou o plano da reestruturação da marinha mercante do Brasil, demonstrou todo interesse em desenvolver o país e não resolver simplesmente um problema de frota. É um programa muito mais amplo do que construir navios: inclui geração de empregos, de novas indústrias, enfim, uma economia mais forte.” (Revista Intermarket)
A nova forma de relacionamento empresa/governo trouxe uma análise nova que sugeriu o Modelo de Diplomacia Triangular, em que Governos interagem entre si, mas também com empresas, denominadas ETN’s – empresas transnacionais – que por sua vez interagem também entre elas. (Stopford e Strange apud Guedes).
Enquanto os governos controlam mão-de-obra e territórios geográficos, as ETN’s controlam tecnologia e capital, em cooperação mútua desenvolvimentista e lucrativa para ambas instituições. Uma aliança cujo resultado é o fortalecimento e inserção no ambiente negocial internacional, o chamado mercado globalizado cheio de desafios próprios da diversidade e divergência cultural.
A preocupação da sociedade com sustentabilidade do ambiente obrigou as empresas e Estados à responsabilidade com o desenvolvimento sustentável, procurando garantir coerência entre os objetivos sociais, econômicos e ambientais, reforçando sua capacitação.
Desta forma determinamos que o recado dado pela revista acima citado é destituído de base real, e que governos e iniciativas privadas devem andar de mãos dadas com objetivos comuns, cujo resultado será a maior lucratividade, mas principalmente o desenvolvimento integral da sociedade, econômico, cultural e intelectual, geradores de melhor ambiente e de maior mercado, numa roda viva de nova lucratividade e crescimento sem-fim.