Chevron, hipocrisia e o gerenciamento “lobisonho” da crise do vazamento

nov 26, 2011 by     90 Comentários    Postado em: Meio Ambiente

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O Ministro Lobisonho

Neste momento não há vilão maior do que a empresa americana Chevron, responsável direta pelo vazamento de petróleo no Campo do Frade, em uma operação ainda muito mal explicada.

Na verdade trata-se de um acidente anunciado, principalmente depois do que aconteceu no Golfo do Mexico, já que tirar petróleo em um mar aberto não é algo isento de risco.

Logo após o vazamento, o Ministro Edison Lobão, mostrando a sapiência e o preparo ao cargo, nos brinda com a seguinte pérola: “O vazamento não se deu na direção da praia e sim em sentido contrário, portando não perturba ninguém.”

A ANP, aparelhada até o tutano pelo PCdoB, se furta da única missão a que se destina: fiscalizar o que acontece na exploração e no mercado de petróleo. E depois ainda ensaia uma multa e uma expulsão da Chevron do mercado.

E com essa mistura bizarra de gerenciamento lobisonho e comunista, ainda não se falou no principal, que é o fato da Petrobrás ser parceira da Chevron nesta operação. E neste momento todo mundo tenta tirar o corpo fora, como se o atual Governo não tivesse absolutamente nada com isso.

Vamos ligar alguns pontos:

  1. Dilma era Presidente do Conselho da Petrobrás quando autorizou a parceria com a Chevron
  2. Quem nomeou a turma da ANP foi o Governo atual e o anterior
  3. Quem colocou um inapto para o cargo de Ministro das Minas e Energia foi Dilma

E neste momento ninguém tem nada com isso?

Fala-se até em uma tentativa da empresa de chegar ao pré-sal, como se isso fosse algo natural. E aí a inevitável pergunta: onde estava a ANP que não fiscalizou, mesmo tendo R$ 3 bilhões de orçamento? Como a parceira Petrobrás não sabia da operação? Onde estava o Governo que deixava a empresa fazer o que bem entendesse?

É hipocrisia demais.

Ah!…e quem vai pagar 30% da multa ainda é a Petrobrás.

90 Comentários + Add Comentário

  • o velho papo, não atrapalhando a praia do ser humano, foda-se o resto do planeta

    • Esta foto merece o Pulitzer.

  • toda vez que uma merda explode é num órgão do PCdoB

    • Igor,

      Nos anos 80, em minha época estudante de universidade federal noutro Estado, os militantes do PC do B (sua juventude denominava-se “Viração”) eram aqueles que possuíam a pior formação teórica marxista em comparação com espectro de partidos e tendências que pululavam no movimento estudantil. Entre nós, eram motivo de piada.
      Defendiam, entre outras sandices, que somente havia socialismo na Albânia e que o “discurso secreto” de Khrushchov foi um golpe de estado.
      De resto, é bom por demais eloquente da acanhada visão de mundo do PC do B a circunstância de serem stalinistas.
      Agora, ficam com as migalhas que caem da mesa petista. Verdadeira linha auxiliar.
      Para justificar o adesismo a um governo que conta com partidos fisiológicos, mandaram editar a obra de Lênin, o “Esquerdismo, doença infantil do comunismo”, desvirtuando totalmente o contexto histórico do escrito, visando à empulhar os incautos militantes.

      • Parece até blog da Veja.
        Afinal de contas, o blog volta ao seu leito
        “normal”. Não se busca a verdade e sim desqualificar o outro. Vade retro!
        Saravá.

    • O PC do B foi fundado em 1922. E transcorrido tanto tempo, seus militantes e simpatizantes cabem confortavelmente num fusquinha. Isso é a prova de sua caduquez!
      Para tentar superar essa sua triste realidade, agora, corre atrás da filiação de celebridades, tais qual o “grande marxista-pagodeiro” Netinho de Paula. Rsrsrsrs…

      • O cara é tão ignorante que não sabe nem que em 1922 foi fundado o PCB, e não o PCdoB. Vai estudar criatura!

        • Lucas,

          Farei um hercúleo esforço para você compreender, visto que nesta interface não é possível desenhar.

          Veja o que vai escrito no site do PC do B:
          25/3/1922, nasce o Partido Comunista do Brasil. O congresso da fundação ocorre no Rio e em Niterói. Nove delegados (veja a foto) representam os grupos comunistas de Porto Alegre, Recife, S. Paulo, Cruzeiro (SP), Niterói e Rio. Santos e Juiz de Fora não conseguem comparecer. O Partido nasce com 73 militantes. Aprova as 21 condições de ingresso na Internacional Comunista, os seus Estatutos e uma Comissão Central Executiva. Inicia uma campanha de solidariedade aos trabalhadores soviéticos. Termina com todos cantando (baixinho, por razões de segurança) o hino do proletariado do mundo, A Internacional. Veja os fundadores do Partido e suas profissões.” (extraído de http://www.pcdob.org.br/interna.php?pagina=1920.htm).

          Quem é o ignorante? Quem deve estudar? Aliás, se você estudasse, não seria um míope ideológico esquerdopata!

        • Ahahahahaha, Lucas!

          Quis dar uma de sabichão, lascou-se bonitinho! Ahahahahahahaha…..

        • Os esquerdopatas estão irritadiços…

        • ANP, esta aparelhada, com cargos comissionados que acho de pessoas sem formacao tecnica, tendo em vista a demora para resposta de atitudes para preservar a natureza com a chevron, corremos o risco de nao haver copa e olimpiadas, se o pc do b permanacer na administracao destes ministerios e agencia!
          Quais as formacoes tecnicas dos membros do partido se nao fazer politica nas cabecas de estudantes e dominar a une!

        • “Veja o que vai escrito no site do PC do B…”

          No site do PCdoB?

          Mas essa é a fonte da mentira, ó estúpido!!!

          O partido fundado em 1922 foi o PCB.

          Para clarear sua mente ignara: o PCdoB surgiu de uma dissidência do PCB, na década de 1960.

          O resto recomendo que vc vá estudar um pouco de história política para ver se resolve esse seu fanatismo crônico.

          Desde da dissidência os alucinados do PCdoB se apropriaram da história do partidão.

          Hoje estão sentados na cadeira do Rei, e esses “comunistas” do PCdoB não passam de um bando de capitalistas infiltrados em esquemas de corrupção nos ministérios e na UNE.

          Se tem um problema no PCdoB – UJS é a preguiça de estudar. A solução que arrumaram foi estudar história a partir de panfletos dirigidos para o movimento secundário.

          Gilson: qualquer burrico é mais sábio do que esse ignorante panfletário.

        • Luquinha, o desvairado, (o diminutivo condiz com seu nenhum nível intelectual, visto que pensa e desfere ataques tal qual uma criancinha mimada)

          Vê-se, às escâncaras, que você ou é PCBão ou PPS irascível e sobremodo prepotente, embora suas palavras possuam o travo indisfarçável da indigência intelectual, que procura vencer uma discussão com ataques infantis.
          Não fosse isso, até se poderia cogitar que está aplicando o item 38 do texto de Arthur Schopenhauer, sobre “como vencer um debate sem ter razão”. Ocorre, contudo, que, em seu caso, argumentar com ataque pessoal, insultando grosseiramente não é decorrência de aplicação de método, mas inaptidão intelectual mesmo.
          A questão sobre o ano da fundação do PC do B é envolta em polêmica, não se resolve candidamente como sua parca inteligência supõe. O TSE já foi inclusive instado a se pronunciar sobre o tema.

          Vejamos aqui a opinião conceituada do pesquisador Jean Rodrigues Sales, Doutor em História Social do Trabalho pelo IFCH–UNICAMP:

          “Quando falarmos aqui em PCB, estamos nos referindo ao partido que surgiu em 1922 e existiu até o início da década de noventa. Não vamos entrar aqui nas discussões a respeito de seu X Congresso – realizado em janeiro de 1992 -, quando foi decidida a sua “transformação”, passando ele a se chamar Partido Popular Socialista (PPS). Após o Congresso, um grupo de militantes, que não aceitou esta “transformação”, manteve-se organizado sob o nome antigo – PCB. Dessa forma, existem hoje pelo menos três grupos que reivindicam a sua origem na longínqua fundação de 1922: O PC do B, o PCB e o PPS.”

          Será você do alto de sua autoridade nenhuma a vaticinar a data de fundação do PC do B? Somente uma pessoa sem discernimento poderia cair em sua pueril esparrela. Vá plantar batatas!

        • Desce desse pedestal academicista, pedante e panfletário, Pedro!
          Vc muda a fonte, arrota arrogância nesse linguajar de velho afetado, mas o panfleto continua o mesmo.

          Eu pergunto a mesma coisa a vc:

          “Será você do alto de sua autoridade nenhuma a vaticinar a data de fundação do PC do B?”

          ============

          PS: QUALQUER IMBECIL QUE LER COM UM POUCO DE ATENÇÃO PERCEBE QUE PEDRO NUNES E GILSON OLIVEIRA SÃO A MESMA PESSOA.

          O PEDANTISMO DE UM É O MESMO PEDANTISMO DO OUTRO, QUE PRECISA FORJAR UM “ECO” PARA PARECER RESPEITÁVEL!

          DAÍ A BIPOLARIDADE.
          KKKKKKKKKKKKK

          VAMOS FAZER UMA APOSTA: PEÇAMOS O IP DOS DOIS COMENTADORES AOS BLOGUEIROS E VEJAMOS SE NÃO SÃO O MESMO…

          EU APOSTO UMA GRADE DE CERVEJA!

        • Luquinha, o adivinho tosco!

          A sua estupidez impede-o de verificar que foi você – com sua indigência intelectual – pretender dar a última palavra sobre qual partido pode ter a fundação considerada como ocorrida em 1922.
          É difícil desenhar nesta interface, mas veja o que bostejou: “O cara é tão ignorante que não sabe nem que em 1922 foi fundado o PCB”, fazendo tábula rasa da histórica polêmica.
          Você que se arvorou o “donozinho” da verdade.
          Quer saber o meu IP? Bom, você bem mostra que é um esquerdopata que não respeita a inviolabilidade de dados.
          Eu, sou Gilson Oliveira? Você delira!
          Não aceito o repto infantil, pueril e típico de menino criado à base de Todyynho por avó!
          Não bebo cerveja, senão Whisky Johnnie Walker Blue Label! Rsrsrs..
          Tolo e imaturo o tom de desafio de que se vale.
          Reitero: Vá plantar batatas!

        • Luquinha, a criança do duelozinho,

          Não acho justo desapontar um imberbe, pois ele pode carregar vida a fora um tremendo trauma psicológico. Aí, vai o número do meu IP 192.168.1.1.
          Espero que fique felizão.

        • Luquinha, o homem dos grandes desafios (ahahaha,,,),

          Ah… Esqueci-me… o IP acima é o do meu roteador wireless. Serve? Aguardo retorno…KKKKKKKKKKKK

        • Pedro, deixa de ser tosco. O IP que informasse é um IP privativo, ou seja, não é um endereço IP da internet.

          Infinitas pessoas podem ter esse mesmo número IP em sua rede local.

        • Internet,

          Tu és um rústico! Dê uma olhada em meu último comentário e concluirás que estava “tirando onda”. Observes que afirmo que o IP é do meu roteador e depois “dou gargalhadas” (KKKKKKKK…)
          Putz, até ironia é preciso desenhar para tu entenderes!

        • É um pulha. Quer dizer. São dois em um só.

          Fake peidante.

  • De toda forma, a Chevron-Texaco (sim, a Chevron é a Texaco) mostrou sua incompetência e ma-fé no processo.
    Aliás, o primeiro veículo a divulgar o fato e a furar toda a imprensa foi o Tijolaço do Brizola Neto. Quem o acompanha está informado desde a primeira hora.

  • A oposição não pede uma CPI da Chevron, por quê? para saber se a multinacional norte-americana tentou sugar petróleo pré-sal que não lhe pertencia. Isso é o que acha a PF e tem argumentos fortes para isso. Por exemplo, as sondas de 7 km…É justamente aí que mora o Pré-sal….

    Outra coisa, as imagens submarinas que a empresa fornecera às autoridades para mostrar o fechamento do poço estariam incompletas e teriam sido editadas para iludir as mesmas autoridades é gravíssimo.

    Não caberia uma CPI?

    • Não acho que esse seja o papel de uma cpi, e sim dos órgãos de controle, como a ANP.

      • Dinho, essa é a velha estratégia de desviar o foco. Não percebeste ????? Argumentação de esquerdopata sempre é assim!!!

        • Desviar o foco? Sempre essa visão míope dos tucanalhas! Só rindo.

          Agora com a Petroleiras que foi contra novas regras para pré-sal;
          Que segundo telegrama do WikiLeaks, Serra prometeu alterar regras caso vencesse;
          Nada de CPI, né? Na imprensa o silêncio é quase total. Porque será?

          Se fosse e Petrobras teria pedido CPI, com certeza!

        • Alexsandro,

          Essa tática de os esquerdistas desvirtuarem os fatos, desviarem o foco etc. foi muito bem retratada por George Orwell no Livro 1984. Veja a artimanha esquerdopata não se assemelha em tudo ao que o mencionado autor designa de duplipensar:

          “Saber e não saber, ter consciência de completa veracidade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas, defender simultaneamente duas opiniões opostas, sabendo-as contraditórias e ainda assim acreditando em ambas; usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade em nome da moralidade, crer na impossibilidade da Democracia e que o Partido era o guardião da Democracia; esquecer tudo quanto fosse necessário esquecer, trazê-lo à memória prontamente no momento preciso, e depois torná-lo a esquecer; e acima de tudo, aplicar o próprio processo ao processo. Essa era a sutileza derradeira: induzir conscientemente a inconsciência, e então, tornar-se inconsciente do ato de hipnose que se acabava de realizar. Até para compreender a palavra ‘duplipensar’ era necessário usar o duplipensar.” (ORWELL, George. 1984. 29.ª ed. São Paulo : IBEP Nacional, 2003, p.25-26)
          Sintetizando o autor escreve “Duplipensar é a capacidade de guardar simultaneamente na cabeça duas crenças contraditórias, e aceitá-las ambas”. (Op. Cit. p.157)

        • Pedro Nunes,

          Por favor, seja honesto. O cara que publicou o Burmese Days , um romance antiimperialista, não cabe no seu contexto.
          O autor de A Revolução dos Bicho (O seu texto se enquadra bem aos tucanos!) era crítico do stalinismo e todas as ideologias totalitárias. Não interessa se era de Direita ou de Esquerda!

        • Ed Oliveira,

          Você me dá a distinção de uma crítica. Embora lisonjeado, vejo-me na contingência de contraditá-la, visto o seu conteúdo de erro.
          Quem foi que disse o contrário acerca da obra 1984 de Orwell? Aqui, você andou por conta própria, sem qualquer respaldo no que vai escrito no meu comentário acima.
          Conforme você mesmo reconhece, a crítica de Orwell dirige-se TAMBÉM ao totalitarismo de esquerda. Possui, portanto, pertinência a transcrição da definição de duplipensar., visto sua aplicabilidade a ditaduras de esquerda.
          Ser contra os esquerdopatas não significa necessariamente ser a favor de totalitarismo de direita. O que está sub examine é a patifaria da esquerda! Logo, para me valer de suas palavras, “o cara cabe no contexto”.
          Olha, aí, no seu comentário, você utilizando, como um bom esquerdista de visão toldada, o ardil de duplipensar.
          Num aspecto você possui integral razão: o Livro “A revolução dos bichos” é bem mais persuasivo na desnudação da retórica maldita da esquerda.
          Até já se utilizou um ensino que na mencionada obra consta. Quando o “impoluto” e companheiro Sarney estava sob o fogo cruzado das denúncias de irregularidades no Senado, Lulla saiu-se com esta: “Sarney não pode ser tratado como uma pessoa comum”, o que se constitui na máxima orwelliana: “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros”. (ORWELL, George. A Revolução dos Bichos. São Paulo : Companhia das Letras, 2007. p 135).
          De resto, reafirme-se: toda ditadura é em si mesma execrável, quer de direita, quer de esquerda. Apesar disso, as ditaduras dos “camaradas do proletariado” mataram muito mais pessoas que qualquer outra. Tomem-se estes exemplos de genocidas: Lênin, Stálin (só com a coletivização forçada, houve a morte de milhões de pessoas), Trotsky (que à frente do Exército Vermelho, exterminou um sem número de pessoas do exército Branco e supostos colaboradores), Slobodan Milosevic, Nicolae Ceauşescu, Kim Il-sung, Marechal Tito, Mao Tsé-Tung, Pol Pot (que com o seu Khmer vermelho exterminou algo em torno de 1,7 milhões de pessoas), Che Guevara, Fidel Castro, entre outros.
          É contra esse estado de coisas que me oponho!

        • Ed, o problema aqui do Brasil é que, quando convém, reduzimos um debate sério ao clichê: Direita versus Esquerda.

          Precisamos romper com isso.

          Sobre o caso concreto, a PF não é mais competente que a ANP. Um delegado da PF não entende porra nenhuma de extração de petróleo. Já a ANP tem em seu quadro, teoricamente, profissionais da área: Geólogos, Físicos, Engenheiros e etc.

          Em todos os países sérios, um caso como este é investigado e julgado por organismos formados por profissionais da respectiva área. E não existe essas multas midiáticas.

          Sobre o debate literário, alto nível. Sou fã dos livros citados, mas ressalto um autor não citado: Aldous Huxley. Leitura obrigatória.

        • Carlos,

          A ANP é autarquia especial, atuando como órgão regulador da indústria do petróleo, gás natural, seus derivados e biocombustíveis, não possuindo competência de polícia judiciária. Preceitua o art. 225, § 3.º, da Constituição Federal – CF que as condutas e atividades lesivas ao meio ambiente atraem a aplicação de sanções penal e administrativa a pessoas físicas ou jurídicas.
          Em sendo assim, a hipótese em comento impõe a atuação da Polícia Federal, em face do disposto no art. 144, incisos I e IV, da CF (exercício de sua competência de polícia judicária).
          O Código de Processo Penal, em seu Título VII, Capítulo II, prevê a possibilidade de exame de copo delito e de perícias em geral. Aqui, sim, podem ser utilizados os conhecimentos dos técnicos da ANP (todavia, não apenas deles, pois não são os únicos especialistas em atividade petrolífera e respectiva prospecção), mas nunca substituir a autuação da PF, visto que a competência para a realização do inquérito policial é da PF por força de mandamento constitucional (art. 144, incisos ! e IV, da CF), conforme já enfatizado.
          De se observar que, nos termos do art. 225, § 3.º, da CF, sanções penais e administrativas são independentes. A ANP está juridicamente habilitada a impor coação de ordem administrativa (entre outras, p.ex., a penalidade pecuniária)..
          A atuação da PF e da ANP, portanto, não são mutuamente excludentes.

        • Pedro Nunes,

          No seu texto, percebo a sutileza, em inclinar George Orwell `a Direita. Não tenho a profundidade do seu conhecimento. Sei do meu limite. Mas não cometa esse erro, por favor.
          
          Orwell foi um libertário. A “Revolução dos Bichos”, em suas metáforas, revela uma aversão a toda espécie de autoritarismo, ou não? Sim, seja ele familiar , comunitário, estatal, CAPITALISTA ou COMUNISTA.

          Intelectuais como Orwell não podem ser compreendidos através do raciocínio dualista ou amparado em “Esquerdismo” ou “Direitismo”. Nada de “ismos”! Orwell expressa o tipo de intelectual que dificilmente se enquadra em rótulos. Ele pertence ao rol dos que privilegiam a liberdade da crítica, a independência em relação aos grupos e panelinhas. Indivíduos como Orwell são dissidentes solitários – mas também solidários – prontos a criticar a própria dissidência e a aceitar os riscos inerentes à essa atitude.

          Outra coisa, em sua relação de genocidas, o senhor não cita as belas obras americanas pelo mundo de outrora e no presente, por quê? Estes mataram (e continuam!) milhares e milhares de pessoas.
          Não consegue enxergar por que esses atos estão por trás de uma cortina falsa, apregoada por eles mesmos, chamado-a de democracia.

          Obrigado.

        • O vocabulário deste tal de Alexsandro não muda é o mesmo. Sacro, sacrosanto, esquerdopata e outras baboseiras. Mas sempre a mesma.

        • Pedro, quando usei o termo “competência” fiz menção à conhecimento, não a letra de Lei, legalismo, formalidades e etc.

          Reitero que o corpo técnico da ANP é mais competente (mais conhecedor do assunto) do que qualquer outro organismo policial brasileiro. É isso.

          Nesse debate, não me limito às leis brasileiras, pois acidentes como esse acontecem em todos os países do mundo. A diferença que aqui no Brasil dar-se um tratamento policial enquanto nos países desenvolvidos dar-se um técnico-cientifico.

          Portanto, mais importante do que apontar culpados, é estudar, entender e descobrir a causa para que acidentes não aconteçam novamente.

          Para enfatizar, veja o caso do acidente aéreo do voo da Air France, até hoje os organismos técnicos franceses ESTUDAM e investigam o ocorrido. Reafirmo: é mais importante evitar novos acidentes do que apontar culpados.

        • Correção: fiz menção ao conhecimento.

        • Ah, esqueci de comentar.

          Ed, seu último comentário sobre George Orwell foi perfeito. Realmente, ele não se posicionava à direita, mas era um crítico feroz das atrocidades e ineficiência do comunismo.

          Uma boa aplicação da Revolução do Bicho é a atuação do PT local (JPLS, JC e etc), eles pregavam que “trabalhador vota em trabalhador”, mas quando assumiram o poder se aliaram a classe empresarial e ferraram os trabalhadores, sobretudo, os mais desprotegidos socialmente (kombeiros, ambulantes e tec), aprofundando o nível de marginalização desdes.

          É isso, o petistas pregaram “luta de classes” para se elegerem, mas, na prática, fizeram mudança de classe social (para eles). É uma vassalagem.

        • Correção: Revolução dos Bichos.
          Estou cansado. Tive um dia de muito trabalho.

        • maravilha Pedro, existem resumos caso alguem nao queira ler, o 1984, voce citou o maior exemplo de controle do estado sobre tudo, aqui no Brasil, estamos ficando assim em se tratando de receita federal e secretaria da fazenda!

          Absolutismos atraves dos impostos, o Brasil tem um grande setor que trabalha com auditores bem pagos(20000 reais), para puder pressionar toda a populacao de qualquer renda via cpf!

        • Prezado Ed Oliveira,
          Agradeço a cordialidade dos textos que me dirige. Grato também pelo elevado nível da discussão.
          Novamente, você toma seus desejos por realidade, a sua visão de mundo tudo deseja confinar em limites estreitos: é contra as teratologias da esquerda? Então, você conclui: trata-se de elemento da direita!
          Em nenhum momento, tentei categorizar ideologicamente Orwell como de direita. Quem possui esse vezo de fazer falsos julgamentos ou generalizações aberrantes acerca da ideologia de quem critica o esquerdismo são – veja que coisa curiosa – os próprios esquerdistas.
          Quem desfecha ácidas críticas sobre o “socialismo real” é o próprio Orwell, não apenas eu. O Livro “A revolução dos Bichos” é induvidosamente reconhecido como sátira à política stalinista, que teria traído os princípios da revolução russa de 1917.
          Orwell autoproclamava-se “socialista democrático” (embora a expressão a mim se afigure uma “contradictio in terminis”), definia-se com um entusiasta do Partido Trabalhista Britânico. Aliou-se ao POUM (Partido Operário de Unificação Marxista) contra Francisco Franco e seus aliados, Mussolini e Hitler, na Guerra Civil Espanhola.
          Em face do exposto, Ed Oliveira, como posso categorizar Orwell como sendo de direita? É justo por essa inclinação ideológica dele – afora a fecundidade e acidez de sua crítica – que é procedente trazer Orwell para contraditar a esquerda. Se elas partissem de um direitista, poder-se-ia argüir parcialidade. Portanto, o exame racional orwelliano da esquerda é sempre excelente base argumentativa contra os “camaradas do proletariado”, visto ser produzida por um integrante de suas “fileiras”.
          De resto, a sua comparação do morticínio patrocinado pelos genocidas “socialistas” com as guerras encetadas pelos americanos traz subjacente uma espécie de absolvição ou justificativa desses atos facinorosos da esquerda. Ambos são abjetos, entretanto o que estava em pauta era a desnudação do esquerdismo, não o antiamericanismo. Eis a razão em virtude da qual em meu texto apenas há menção aos “camaradas companheiros” afeitos ao massacre de seu próprio povo. Das massas populares que diziam tutelar e promover a redenção dos “grilhões capitalistas.”

        • Carlos,

          È de clareza meridiana que lhe escapou que também tratei exclusivamente de “conhecimento”, senão vejamos.
          No caso vertente, de atividade lesiva ao meio ambiente, há conseqüência dúplice: a sanção penal e a administrativa. Quem é que possui conhecimento para presidir um inquérito policial (que é uma peça, sobremodo, técnica) a PF ou a ANP? Quem detém o conhecimento para a persecução penal? O inquérito policial é procedimento que busca reunir elementos comprobatórios da autoria e materialidade de uma infração penal, no curso do qual podem ser adotadas diversas providências tendentes à elucidação do delito: busca e apreensão, apreensão de objetos do crime, ouvida do(s) investigado(s), determinação de exames periciais etc. Aqui, no tema dos exames periciais, podem ser utilizados os conhecimentos dos técnicos da ANP e de outros especialistas na matéria.
          Portanto, ressalta improcedente a sua tentativa de circunscrever o caso à esfera de “conhecimento” ou capacidade técnica da ANP. Há implicada uma questão de ordem penal, para cuja solução a ANP não possui – para me utilizar novamente de uma palavra em que você se aferra – conhecimento.
          Além disso, deve-se ressaltar que – mesmo que não seja de sua simpatia – no inquérito policial é impostergável o recurso à “letra de Lei, legalismo, formalidades” e que coisas que tais, em decorrência de impositivo constitucional.
          Quer-me parecer que você não deu a devida atenção à circunstância de que há, em tese, na espécie dois tipos de ilícitos entrelaçados. Portanto, ANP e PF, “cada um no seu quadrado”, mas com cooperação mútua.
          Você afirma que o mais importante é estudar e entender o que aconteceu. Infelizmente, seu pensamento não se sobrepõe às normas jurídicas, estas obrigam a atuação da autoridade policial. Afirma ainda que o estudo e o entendimento servirão para que igual situação não ocorra de futuro, mas se esquece que a pena possui caráter preventivo (geral e especial) e retributivo (e, na minha humilde opinião, como devir, a ressoacialização). Preventivo porque visa a inibir a prática de crimes. Observa-se, pois, que o seu desejo de ver não mais acontecer acidentes dessa natureza vai ao encontro da atuação da PF, no sentido de responsabilizar penalmente os culpados.
          Entre as malfeitorias imputadas à CHEVRON, conforme noticia a mídia, está a omissão da precariedade dos equipamentos considerados necessários para a contenção do acidente e entrega às autoridades da ANP fotos e vídeos editados. Pronto! O sancionamento penal pode muito contribuir para que nenhuma outra empresa adote essas práticas.
          Relativamente ao acidente com a aeronave da Air France, veja esta notícia: “De Caiena, o material –que foi selado, já que a investigação está sob sigilo judicial– será enviado de avião até a sede do BEA, na França.
          Ainda segundo o birô, representantes brasileiros do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), além de franceses do BEA e um oficial da Polícia Judiciária da França, acompanham a operação a bordo do La Capricieuse. (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/913294-franca-resgata-turbina-e-computador-de-bordo-do-447-veja-fotos.shtml). Está-se a ver que uma autoridade policial participa das operações.
          Ah, você parece esquecer que a PF possui um quadro de peritos, inclusive nas áreas de Engenharia e Geologia.

        • Pedro, releia o que escrevi. Acho que você não entendeu nada.

          Lá na França o BEA investiga e a polícia acompanha. Frise-se, de forma sucinta, que a polícia não se mete onde não conhece. Eles acompanham para cumprir seu papel legal, mas o relatório final que guiará, inclusive a polícia, é feita por quem entende do assunto.

          É isso, o Brasil é Brasil. França é França. Sou mais o último. E mais nosso país é uma avacalhação. Faz vergonha de ver as medidas e ações, sem resultados, das nossas otoridades.

          Sem mais.

        • Pois é, Carlos, e depois da papagaiada toda, ainda aparece alguma “otoridade” querendo demitir meio mundo achando que isso vai resolver alguma coisa.

          Aqui no Brasil é assim: além de as “otoridades” não resolverem nada, se metem onde não deviam para tumultuar mais ainda a coisa.

          É como diz um amigo meu: “Se duvidar, no Brasil, se morrer um bicho no zoológico, quem faz a autópsia é um juiz.”

          Infelizmente, herdamos de Portugal dos tempos inquisitoriais, essa praga chamada bacharelismo e seu irmão de sangue, o “inqueritismo”.

          Se acabássemos com pelo menos metade da “monstruosidade burocrática” que existe no Brasil, seríamos um país mais moderno em vários aspectos, já que muita coisa, inclusive a desenvoltura da economia depende de uma justiça célere, eficiente e transparente.

          É preciso reduzir drasticamente a influência, muitas vezes despropositada, do Estado na vida do país, das pessoas, da sociedade e das organizações. Claro que isso soa neo-liberal, mas é parte indiscutível da receita para um país mais descomplicado, menos travado, mais moderno e, sobretudo, mais barato.

          Alguns trâmites na justiça hoje em dia são verdadeiras aulas de história medieval. Fazem você se teletransportar para algum julgamento da Inquisição, onde era comum o acusado falecer de velhice antes mesmo de ser formalmente processado pelo “tribunal” do Santo Ofício, dada a morosidade do processo.

        • Carlos,

          Li e reli os seus textos que ensejaram as minhas contraditas, do primeiro, extraio esta afirmação sua: ”Em todos os países sérios, um caso como este é investigado e julgado por organismos formados por profissionais da respectiva área. E não existe essas multas midiáticas.”
          Você fala em profissionais da área, mas se esquece da autoridade policial. Fala de multas midiáticas, mas não guarda lembrança de que quem as aplicam são “os organismos formados por profissionais da área” (no Brasil, a ANP, por exemplo).
          Depois, sustenta que “a diferença que aqui no Brasil dar-se um tratamento policial enquanto nos países desenvolvidos dar-se um técnico-cientifico.” e arremata citado o exemplo do acidente da Air France, falado em organismos técnicos.
          Pois bem, quando trouxe à baila a notícia de que uma autoridade policial participa das operações relativas ao acidente do Air France, você, sem possuir argumentos para contraditar, diz que não entendi seus textos e recomenda que os releia. Trata-se aqui de desbotada retórica, as suas palavras que encima este texto provam cabalmente os desacertos em que incidiu. Ou será que terá a sem-cerimônia de negar o que escreveu ou tentará distorcer seu texto?
          Estão aí suas afirmativas! De maneira equivocada, você pretendia excluir a PF.
          Qual a fonte em que se apóia para afirmar que “Lá na França o BEA investiga e a polícia acompanha. Frise-se, de forma sucinta”?
          Você é useiro e vezeiro em fazer afirmação sem declinar a fonte. Noutro trecho, consignou: “Em todos os países sérios, um caso como este é investigado e julgado por organismos formados por profissionais da respectiva área.”
          Você pesquisou a legislação de “todos os países sérios” ou foi apenas um “chute” tal qual o que asseverou sobre a atuação da BEA no acidente do Air France?
          De resto, entendi o seu “sem mais” ao final do último comentário. Traduz-se assim: sem mais argumentação empulhadora.

        • “Vou responder lá embaixo, pois vi que estamos diante de uma mentalidade ligada ao bacharelismo, como bem disse Tenório.”

  • 1)Certamente, uma merda dessa é multifatorial. Querer jogar toda a culpa pra empresa mostra o mau caratismo da raça podre que forma nosso medíocre governo.

    2) Tudo que se faz tem risco. Agora, que todos os atores assumam a responsabilidade e não fiquem nessa safadeza de jogar a culpa pra um único bode expiatório.

    3) A pérola do Lobão equivale a pérola do Lula, que disse que se a terra fosse quadrada a poluição dos países desenvolvidos não chegaria no Brasil, ou seja, sem comentários. Mostra o quão preparada é a raça que nos governa. Da presidANTA a seus ministros!!!

    4) Aparelhamento nada mais é do que botar incompetentes nas instituições. Nada que não esperássemos!!!

    5) Não, o governo não tem nada a ver com isso. Isso é coisa das elites com as empresas que tanto nos oprime. Apoiemos nosso sacro governo de nossa presidANTA que certamente seremos a potência da galáxia.

    6) Lembremos o governo da presidANTA é continuidade do governo Sacro. Querem fazer essa dissociação por que ?? Para preservar a onipresença, onisciência (exceto no caso mensalão, claro!!!), onipotência do Sacro ?????

    7) Os parágrafos 8, 9 e 10 são consequência dos primeiros!!!

    • Tão dizendo que esse vazamento foi o PIG que fez.

      Um espião do PIG mergulhou secretamente nos mares com um laser ultra-secreto e furou o casco do navio pra vazar petróleo.

      Esse vazamento provocado pelo PIG é mais uma estratégia dos alienígenas conspiradores pra acabar com o maior governo do universo, o de Dilma.

      Um extraterrestre de Orion, membro do PIG, já assumiu a autoria do vazamento e confessou também que fez isso por que estava com inveja do progresso que o maior país das galáxias está alcançando.

    • Os pontos (1), (2) e (4) estão corretíssimos.
      Não é apertando no botão que consertamos um país como o nosso.

      Nos últimos anos houve avanços, mas vejam o parlamento que elegemos. Lobão está incluído. Só corruptos vitalícios.

      O próprio AC recomendou candidatos péssimos. Todos nós somos culpados. Uns mais que outros, lógico. E mais, os barnabés da ANP só sabem terceirizar a culpa…

  • Nossa que texto chifrin…

  • O texto do Alexsandro, do Logo acima, sinaliza o desespero dos reacionários na velha trincheira da direita…

    • Dude, are you for real?

      • Oziel,

        Acho que sim.

    • Reacionário????? Não, meu chapa. O problema é que o governo come nossos impostos e nos mantêm com saúde,educação, saneamento e segurança medíocres. E quem está no poder ??? Que eu saiba não é D.Pedro I!!!

      • Que novidade eim Alexsandro? Uau!

    • Alexandro não é de direita, ele é raivoso e pessimista, e por isto vota nulo.

  • O fato é que quem tem o DEVER de FISCALIZAR não o faz.
    As agencias reguladoras, nos ultimos 10 anos, viraram sinecuras dos “companheiros” derrotados.
    A ANP é do ex-deputado Haroldo Lima, do PC do B.
    Precisa dizer mais?
    Precisa sim.
    O Ministério do setor é “controlado” por Sarney, na pessoa do indefectível Edson Lobão.

    E a manda-chuva de tudo isso?
    Bem, no momento a “durona” e “intransigente” Dilma está mais preocupada em manter o ministério que herdou, ao menos até a metade do mandato.
    Tarefa dificil, mas ela está tentando.
    Estou torcendo por ela.

    E o próximo da lista?
    Na mira Mário Negromonte, o chorão.

    Pra não dizer que não falei das flores e o mentor de tudo, o dom corleone petista?
    Bem, esse aí merece uma trégua.
    Apesar de sido o presidente mais omisso e conivente com corrupção, no momento Luis Inácio briga com o destino.
    Espero que ganhe a primeira batalha.
    Seu amigão Chavez vem perdendo todas.
    #Força Lula

  • acredito que quem acompanha o blog do Brizola Neto vai ter informações bem mais detalhadas do que apenas com esse texto, desde e o começo ele deu todos os detalhes de quem tem responsabilidade em quê nessa historia toda incluindo o papel da imprensa no episódio, pois parece que a equipe do blog dele é mais competente que todas as redações dos nossos jornais juntos.

  • Desculpem-me, mas agora eu falo com raiva: o Brasil e’ uma merda! Quem acredita nesta merda como um pais de futuro esta tentando enganar outros. Fujam dai logo!

    • A Chevron é de que país mesmo?
      E quem que fez merda?

      • E quem disse que eu moro nos EUA, seu anormal? Nao gosto deles do mesmo jeito que voce. O Governo tinha que fazer seu papel fiscalizando estas empresas. Fica por ai, com sua retorica atrasada!

    • Pois é. O governo também fez merda no episódio e agora quer justificar com o melodrama de imperialismo ianque.
      Ainda bem que o campeonato Brasileiro está em sua fase decisiva!!

  • A irresponsabilidade do governo está escancarada: multa barata e desatualizada. O que mais me incomodou foi o tratamento diferenciado que a mídia deu a esse acontecimento. Procure as primeiras notícias entre diferentes jornais, verá a postura vergonhosa de acobertamento por alguns! O tom da notícia e seguidas reportagens são terrivelmente parciais! Coitado daquele que só se utiliza de um canal de informação de notícias: seja revista, televisão, canal eletrônico.

    • Karlos,

      A mídia deu tratamento de diferenciado para proteger alguém ou um grupo…

      • A questão foi tratada com muita diferença. Pesquisa as primeiras reportagens nos sites dos jornais do SBT, Record, Globo, etc. Verá como os jornais trataram a multa (alguns como se fosse alta e outros a acusaram de baixa).

  • O problema de todo o sistema de exploração de petróleo e gás é que se associam o alto risco da operação e a ânsia por crescimento destrambelhado. E a Petrobrás entra na onda do mercado. Logo a Petrobrás, já que não tem como fundamento os lucros exorbitantes, poderia planejar melhor. Conversem com quem lá trabalha, daqui à pouco o próximo acidente vai sair de lá.

  • ANP, Anatel, Anac, todas essas agências criadas no governo FHC já deveriam ter sido extintas e suas atividades avocadas pelos ministérios correspondentes, pois se foram criadas para ajudar o governo a fiscalizar melhor, não cumpriram – e não cumprem – seu ofício.

    Seria melhor, ao menos, para os cofres públicos; pois reduziria-se os custos com estrutura e cargos comissionados que sugam milhões do erário.

    Não é questão de radicalizar, e sim de racionalizar. É como qualquer empresa que, se não dá lucro, tem que fechar as portas.

    • E você acha que os mamadores querem isso?
      O governo é o primeiro a zelar por eles.

    • Daniel, o governo nunca arrecadou para servir a população.

    • Elas estavam dando certo até serem aparelhadas adivinha por quem.

      • Exatamente em qual momento elas estavam “dando certo” ?

        Acho que perdi essa parte.

  • Cadê o post sobre o acesso do Sport?

    • Do que você está falando ?

  • Este blog está muito lento em acompanhar os acontecimentos.

    O bicho tá pegando no reduto tucano e nada de notícias por aqui?

    Ah…sim…, claro. Desculpe…Aqui é só notícia contra o PT e a Dilma.

    • Pra ver notícias do “reduto tucano” por que não vais conferir os blogs do próprio reduto? (leia-se SP).
      Este blog é pernambucano, reduto dos petralhas e demais comunistas de eleição.

  • VALE A REFLEXÃO…

    A cultura da corrupção é contagiosa
    A conclusão de um estudo de Samuel Bendahan, do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, é preocupante: se somos honestos na maior parte do tempo, isso pode se dever apenas à falta de oportunidade para enganar. Ou seja, a oportunidade leva à corrupção. A pesquisa de Bendahan, relatada por Laura Spinney na revista New Scientist, mostrou que ao se iniciar um jogo para testar os participantes, apenas 4% deles justificava o roubo. Na quinta rodada, 20% dos participantes já roubavam. Na décima, eram 45%.

    No mesmo artigo, é relatada a pesquisa de Joris Lammers, da Universidade de Tilburg, na Holanda e de Adam Galinsky, da Universidade do Noroeste de Chicago. Eles concluíram que as pessoas com poder tendem a enganar mais. Mas são mais duras do que os que não têm poder ao condenarem atos imorais. Os que têm mais poder são mais hipócritas, considerando seus atos corruptos menos condenáveis do que os praticados por outras pessoas.

    Para Lammers, o poder cria uma miopia moral, pois além de dar mais oportunidade aos que tendem à corrupção, também influencia a forma de pensar. “Todo poder tende a ser corrupto”, disse o historiador britânico Lord Acton, lembrado por Spinney em seu artigo. Lammers compara os efeitos provocados pelo poder aos do álcool: “Reduz o alcance da visão e também leva a uma conduta que pode se chamar de hiperautoconfiança ou hiperfirmeza”.

    A pesquisadora Danila Serra, da Universidade Estadual da Flórida, diz que onde há uma cultura de corrupção, ela é quase contagiosa. Serra e Abigail Barr, da Universidade de Oxford, fizeram um estudo com estudantes de 34 países com diferentes índices de corrupção, de acordo com a Transparência Internacional. O resultado foi que os estudantes de países em que a corrupção é maior têm mais tendência a se envolver com ela.

    Serra e Barr concluíram que a propensão em praticar atos de corrupção é fortemente cultural e reflete as normais sociais do país em que se vive. Por isso uma pessoa originalmente honesta não está imune à corrupção. Recorrendo ao estudo de Bendahan, pode-se dizer que desde que tenha oportunidades, o presumivelmente honesto pode se tornar um corrupto. Como diz Spinney, “qualquer um pode ser corrupto diante da mais mínima oferta”.

    Oportunidades não têm faltado no Brasil, como se vê. E não é porque o governo federal tem hegemonia do PT, como querem fazer crer seus opositores e a direita radical. A mesma corrupção que existe no governo federal de hoje existiu em governos passados, do PMDB e do PSDB, e existe em governos estaduais e prefeituras de todos os partidos. Pode até ser maior agora, mas não se pode julgar a intensidade pela maior visibilidade que se tem hoje: os mesmos órgãos de imprensa que agora dão ênfase à corrupção no governo federal omitiram ou minimizaram fatos graves de governos anteriores e alguns ainda omitem de alguns governos estaduais.

    O problema, sob qualquer ponto de vista, é querer esconder a corrupção ou justificá-la com falsos argumentos políticos, entre eles a luta entre situação e oposição e a “governabilidade”. Se tudo é colocado numa vala comum, por um lado ou por outro, perde-se a noção do que é e do que não é realmente corrupção, de quem é culpado e quem é inocente. Nem todos os acusados são culpados, mas não são todos inocentes.

    Para o psicólogo Robert Kurzban, da Universidade da Pensilvânia, a razão pela qual as pessoas resolvem não cometer atos corruptos é porque podem ser chamadas à responsabilidade. Podem ser punidas com a rejeição social, do ostracismo à prisão. Por isso Kurzban entende que medidas dissuasivas e repressivas são as melhores maneiras de reduzir os níveis de corrupção.

    Benjamin Olken, do Instituto Tecnológico de Massachusetts, acha que a desaprovação social pode reduzir a corrupção. Ele esteve na Indonésia e mediu o impacto de medidas anticorrupção em um projeto de construção de rodovias. Concluiu que o método mais eficiente foi aumentar o número de auditorias. “Apenas mandar uma carta informando que a agência de auditoria do Estado iria acompanhar o projeto reduziu os gastos em um terço”, diz Olken.

    O problema é que, no Brasil, corrompidos e corruptores devem estar avaliando que o crime compensa. No início, perdem cargos, são expostos, os filhos sofrem na escola, bens são bloqueados e até podem ficar presos por alguns dias. Depois, para a maioria, tudo volta ao normal. As investigações não prosperam, a justiça é lenta e conivente, voltam a circular nos salões e, mesmo com os bloqueios, sempre têm um bom dinheiro guardado e a salvo. E até voltam a ganhar eleições e funções públicas.

    Politizar a luta contra a corrupção, de qualquer dos lados – dos acusadores e dos acusados – só contribui para perpetuar esse quadro e consolidar, na sociedade, a percepção de que nossa cultura é essa mesmo. É por isso que um governo sério não pode ser conivente com figuras como Carlos Lupi e Mário Negromonte e ter Romero Jucá como líder no Congresso. Só como exemplo, pois há outros, muitos outros.

    Hélio Doyle – Brasil 247

    • Meu caro, sabemos que a corrupção existe antes da ascensão da corja petista ao poder. As questões são:

      1) O PT passou todo seu tempo de oposição dizendo que faria diferente, mas quando entrou :

      2)Fez a mesma merda e usa de argumentos fajutos, tais como : a) “A população está comprando e melhorou de vida” ; b)” Ah,todo mundo rouba mesmo” ; c)”Ah, não foi o PT que inventou a corrupção”.

  • Um amigo surfista lá do RJ disse que o vazamento já chegou nas praias de Niterói. Colocou foto no Facebook e tudo.

    Se a Petrobras fosse responsável por esse vazamento, com certeza já tinha CPI, exonerações, escândalo na mídia e tudo o mais!

    Imprensa de m***a!

    • Com relação a CPI, concordo. Falei logo acima.

  • Pedro, se você acha que esse cultura do inquérito e processo judicial vai resolver alguma coisa. Esqueça. Somos um país medíocre e avacalhado justamente por causa dessa lógica. Sobre isso, leia o excelente comentário do Tenório.

    Você escreve muito e não diz nada. Nada efetivo. É o retrato do Estado brasileiro. Gasta-se muito com a máquina estatal, sem resultados algum.

    Sobre a indagação se conheço outros países. Você me vem perguntar se conheço suas legislações?? Que papo de barnabé burocrata é esse? Cara, já morei a trabalho e/ou estudo em países desenvolvidos. Vi, com meus olhos, um Estado que funciona de verdade.

    Portanto, quando comparamos nosso país com outros desenvolvidos é de passar vergonha. Frise-se, vergonha para as pessoas que fazem do Brasil o último reduto do bacharelismo no mundo. Não para mim.

    Por fim, a prova cabal que tenho razão é que os países com alto nível de desenvolvimento importam do Brasil capital humano de qualidade como físicos, matemáticos, engenheiros, geólogos, médicos, biólogos e etc. Por quê?

    Não quero dizer que os profissionais ligados ao bacharelismo não sejam importantes, são sim. Mas, qualquer sociedade pautada no bacharelismo se tornará altamente ineficiente. É o nosso caso. Uma pena.

    Sem mais.

    • Carlos,

      Infelizmente, nesta interface, você não tem como provar se morou ou não no exterior. Ter eventualmente morado no exterior lhe investe na condição de demiurgo que tudo sabe? Morar no exterior transforma alguém em dono da verdade?

      Você não consegue sair dos lugares-comuns e clichês.. Bacharelismo é expressão conceitualmente popularizada por Sérgio Buarque de Holanda no Livro “Raízes do Brasil”, cuja primeira edição data de 1936 (!) (v.pág. 135 e ss. 26.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras), embora com um sentido algo diverso do você emprega. Está vendo? Você posando de modernoso e está velho e empoeirado em mais de 70 anos. Fala de peito aberto de algo que é quase um truísmo!

      Você demonstra a sua arrogância, prepotência e autoritarismo ao tentar pautar o que os outros devem falar. Além disso, faz generalizações e induções a mancheias.

      Ainda que não seja o caso vertente, mesmo na ciência, a moderna epistemologia afirma a inviabilidade de comprovação definitiva das hipóteses científicas. Com a palavra Souto Maior Borges:

      “Os testes de experimentação crucial, vertidos sobre as respectivas bases empíricas, podem provisoriamente corroborar, nunca porém demonstrar em definitivo, é dizer em caráter intemporal, a verdade de uma teoria. [..]
      Não há hipóteses científicas insusceptíveis de erro. Elas são como redes lançadas ao mar. Podem recolher um conteúdo-de-verdade, mas também o erro.” (SOUTO MAIOR, José. Ciência Feliz. Recife : Fundação de Cultura do Recife, 1994. p.10 e 20);

      Vale dizer: você com o seu achismo e “subjetivismo observador” de países estrangeiros intenta o que a própria ciência não se permite.

      Aproveite esta outra lição clássica sobre as deficiências do raciocínio indutivo:

      “É comum dizer-se “indutiva” uma inferência, caso ela conduza de enunciados singulares (…), tais como descrições dos resultados de observações ou experimentos, para enunciados universais, tais como hipóteses ou teorias.
      Ora, está longe de ser óbvio de um ponto de vista lógico, haver justificativa no inferir enunciados universais de enunciados singulares, independentemente de quão numerosos sejam estes; com efeito, qualquer conclusão colhida desse modo sempre pode revelar-se falsa; independentemente de quantos cisnes brancos possamos observar, isso não justifica a conclusão de que todos os cisnes são brancos” (Popper, Karl. Lógica da pesquisa científica. São Paulo: EDUSP, 1985, p. 2-/28).

      Está vendo, amigo, por mais extenso seja o conjunto de suas subjetivas e assistemáticas observações das práticas no exterior, isso não implica necessariamente a validade de afirmações universais explicativas da realidade!

      Carlos, “sem mais” para mim também. Já deu, nem bacharelismo você possui (no caso da CHEVRON nem sabia que houve crime ambiental).

      • Quanta ignorância.
        Escreve um quilo, mas não consegue dizer um grama.

        • Carlito, o “internacionalizado”, detentor dos mistérios do céu, da terra, do ar e do mar,

          Você nem escreve em quantidade nem em qualidade.

          Realmente, teoria da ciência para você é o mesmo que cálculo diferencial e integral para um bebê recém-nascido: não diz “um grama” (Rsrsrs…)

          Mais uma para sua ajudar na sua parca formação intelectual:

          “Nunca odiamos aos que desprezamos. Odiamos aos que nos parecem iguais ou superiores a nós.”(Nietzsche)

          “540 – Objetivos grandes demais. – Quem publicamente se propõe grandes metas e depois percebe, privadamente, que é fraco demais para elas, em geral, também não possui força bastante para renegar em público aqueles objetivos e inevitavelmente se torna um hipócrita.”

          (NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Humano, demasiado humano. São Paulo : Companhia das Letras, 2005. p. 244 e 246)

      • Pedro, não pude deixar de acompanhar a discussão de vocês três (Carlos, Tenório e você).

        Foi, de longe, a mais instigante e interessante discussão desse rol de comentários.

        Se eu pude entender a análise dessa sua última postagem, você está querendo que alguém prove cabalmente por todos os meios possíveis, que no Brasil de hoje não existe bacharelismo ou, se existe, ele não é nocivo ao país.

        Não lhe basta a observação mais acurada da realidade?

        Isso me parece tão absurdo como alguém pedir para provar cientificamente que a criminalidade pode afetar a vida psico-social de um delinquente. Como se a constatação da realidade fática já não fosse suficiente para o extrato de evidências e associações óbvias.

        Você citou Karl Popper. Lembro-me de ter lido Popper (essa passagem dos cisnes, em especial) nas saudosas aulas de sociologia na UFPE.

        Enfim, não pretendo armar aqui um postulado que eventualmente emane da necessidade de aplicação dos formalismos do método científico para expor a provação peremptória de algo que é prosaicamente dedutível do cotidiano.

        Eu acho que não precisamos fazer uma acrobacia epistemológica ou apelar para uma metafísica ontológica para esclarecer o que todos já conhecem, do mendigo ao presidente da República.

        • Muito boa a abordagem, Eduardo, mas aguente o saco porque daqui a pouco, o barnabé Pedro vai vomitar uma tonelada de besteiras e alguns citações copy/past by google para se sentir intelectual.

          Típico de quem é vazio, escreve muito para suprir um vazio existencial em si mesmo. E abusa do copy/cole.

        • Prezado Eduardo,

          Agradeço sua cordial mensagem.
          Sua impressão quanto à minha intenção de que se prove cabalmente a existência do bacharelismo está incorreta (repare que afirmo que este é um truísmo. Como poderia, então, estar exigindo sua demonstração cabal? Truísmo não requer prova, visto ser verdade evidente em si mesmo!).
          Não julgo útil o retorno à controvérsia, mas minha argumentação teve por eixos a questão do inquérito policial e uma suposta autoridade de “morador-observador” de países estrangeiros com suas verdades absolutas.
          Tampouco advoguei a excelência do inquérito policial, apenas demonstrei que, em razão das normas jurídicas em vigor, ele é uma exigência no caso da CHEVRON, haja vista a ocorrência de crime ambiental. Foi esse, desde o começo, o meu intento, a fim de contraditar a crítica de Carlos quanto à intervenção da PF na hipótese.
          Estimaria acentuar, de maneira bastante simplificada, com base na lição do Professor da USP, Tércio Sampaio Ferraz Jr., que a experiência jurídica é multidimensional, comportando três planos principais de análise: a) a validadee vigência das normas (que é o objeto da Dogmática Jurídica ou “Ciência do Direito”); b) da eficácia, efetivação e maneira de cumprimento das normas jurídicas (objeto de estudo da Sociologia Jurídica) e c) o que é o direito? Qual o direito justo? Qual a ultima ratio do direito? (objeto da Filosofia do Direito).
          Por estar discorrendo sobre a validade ou vigência das normas, servi-me, como não poderia deixar de ser, da Dogmática Jurídica, analisando as normas legais aplicáveis ao caso.
          É claro que se fosse o caso de um enfoque com vistas à uma abordagem própria da Sociologia Jurídica ou da Filosofia do Direito, não se poderia, em sã consciência, defender o sistema jurídico brasileiro. Pesquisas dão conta que apenas uma diminuta parcela de crimes são elucidados por meio do inquérito policial e apenas uma fração desses inquéritos redunda em condenação penal (afora a ausência de ressocialização, que seria um dos objetivos da pena, mas que inexiste).
          De resto, se você discorda de algo no texto, “brigue” com Souto Maior Borges e Karl Popper. Eu apenas os citei e sou um humilde estudante de suas obras (Popper possui uma brochura intitulada a “miséria do historicismo”, que é uma provocação ao “Miséria da Filosofia” de Karl Marx, livro em que este se opõe violentamente à obra “Filosofia da Miséria” de Pierre-Joseph Proudhon. É muito bom! Se puder, leia-o. Parece que está esgotado. Comprei o meu exemplar no sebo, foi editado pela Cultrix).
          Tranquilo também entre os estudiosos as deficiências do senso-comum, como meio explicativo da realidade, dada a sua visão rasa. Improcedente, portanto, em parte, seu argumento sobre dedução acerca do cotidiano, sem recurso ao método apropriado (repare que dedução é muito diferente de indução, que foi o conceito tratado nas citações que fiz).
          Eduardo, era o que tinha a expor, foi com grata satisfação que li seu comentário muito bem articulado. É bom ter pessoas como você por aqui.

          Cordial abraço,

        • Carlito,

          Citação by Google, com a indicação bibliográfica completa? Você está variando!
          Li todas as obras citadas, por isso indico até as páginas onde se podem encontrar as orações transcritas.
          Rapaz, faço um desafio: pesquise aí no Google as citações de Souto Borges e Karl Popper idênticas às minhas.
          Inclusive, esse Livro Ciência Feliz é edição limitada, editada pela Fundação de Cultura do Recife. É fácil, portanto, de identificar se incidi ou não em embuste.
          Carlito, com essa sua tentativa de desqualificação, você se mostra todo inteiro.
          Ao longo de todos os seus comentários, faz afirmações que não pode provar ou não tem como citar a fonte. É um falastrão que – como um típico provinciano – inventa que já morou no exterior, apenas para emprestar autoridade às suas falácias.
          Qual foi a única citação que fez nesses sem números de comentários pobres: morei no exterior! Virou PhD? Não precisa responder, o conteúdo dos seus escritos falam por si! Kkkkk…
          O cara desconhece regra de citação bibliográfica. É, amigo, seu negócio é mesmo “morar” no exterior. Discussão teórica não dá para você, não. É muito fraquinho.
          É a indigência de argumentos, o despreparo e o desespero que o fazem assacar inverdades.

        • Prolixo e vazio. Como todo bacharel, só sabe decorar.

          Sucinto e simples, assim como a ciência é.
          Eu digo ciência, não baboseiras e embuste pseudo intelectual.

        • Carlito, o mago das invencionices,

          Só sei decorar? E você sabe o quê? Ah, já sei: falar da moradia fictícia no exterior. E que, por isso, conhece a legislação de todos os países civilizados acerca da atuação dos órgãos estatais nas situações de dano ao meio ambiente, no desenvolvimento dos inquéritos e investigações. Blablablá. Tudo conversa fiada!
          Ler seus textos e as críticas infantis que me desfere é daquelas coisas que nos fazem sentir vergonha alheia.
          Seus comentários relativamente a meus textos são risíveis, nem sequer merecem qualquer espécie de consideração. Infantis e tolos.
          Repare que você está mostrando a faceta mais estúpida que um ser humano pode envergar!
          Carlitinho, o fictício andarilho internacional, produza um texto ainda que decorado! Não pode, contudo, valer-se do seu argumento uno e decisivo: “morei no exterior”!
          Carlitinho, passarei a ignorá-lo, é muita boçalidade para uma pessoa só. Como você aguenta viver nessa indigência intelectual? Ah, está claro: “morando no exterior”.
          Em sua homenagem: “É PRECISO ADMINISTRAR O DESPREZO COM EXTREMA PARCIMÔNIA, POIS O NÚMERO DE NECESSITADOS É MUITO GRANDE.”(François Chateaubriand, extraído de http://www.citador.pt/).
          Pode postar o que quiser, terá o meu mais profundo desprezo e desconhecimento. Nada escreverei, sequer lerei suas sandices, essa será para você a pior das respostas.
          Larga do meu pé, rapaz, eu gosto é de mulher!
          Até nunca mais…. Vá plantar batatas!
          Agora, para os seus bostejamentos, terá isto de presente: ZZZZZZZZZZZZZZZZZZ……

        • Vazo vazio é o que faz mais barulho.

        • Carlito,

          Não aguentei: Vazo escrito com “Z”? Para designar um “recipiente côncavo, de vários formatos, próprio para conter líquidos ou sólidos”, utiliza-se o vocábulo V-A-S-O!
          Vazo é a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo vazar (“fazer ou deixar sair o conteúdo de”).
          Perdoável o “engano”, embora parindo de um grande “intelectual”, pois você “morou” muito tempo no exterior e anda sem traquejo com a língua pátria. Não seria melhor escrever seus comentários em alemão? KKKKKKKK…..

  • Esta babaca deste ministro é que deveria ser colocado num barco à deriva com a maré o levando no sentido oposto à praia. Afinal, não ia incomodar ninguém, não é mesmo?

  • Amigo Zé Bedeu, esclareça, por gentileza, com utilização desse nick: desejava autoproclamar-se “Zebedeu” (sm Indivíduo insignificante, joão-ninguém) ou, segundo o Dicionário Informal, “zébedeu”, que é um individuo que não entende direito o que se comenta para ele sobre um determinado assunto; de difícil compreensão;burro. Também se define como um individuo sem futuro ou sem ação; abestalhado, palerma. Ou ainda, pode se definir como um individuo ruim de trato ou de negócios, “um zero a esquerda”?

    Nem precisava recorrer a tal denominação, o conteúdo do comentário já qualifica claramente a estreiteza de pensamento do autor.
    Deve ser um “militantezinho”. É de se esperar um comentário desse nível, pois padecem cronicamente de base argumentativa.
    Vade retro, Satana! Ops… Belzebu… Eita… Zébedeu ou Zebedeu!
    Sou esportista e mantenho desde cedo vida saudável, de modo que para perder em destreza física para alguém é difícil.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).