Luta contra Belo Monte começa a ganhar atenção da opinião pública

nov 17, 2011 by     86 Comentários    Postado em: Meio Ambiente

Já não era sem tempo. Finalmente a luta contra a construção de Belo Monte começa a ganhar ares de importância para parte da opinião pública.

Dessa vez um grupo de artistas da Globo resolveu entrar na briga e gravou um vídeo, participando do Movimento Gota d´água.

Com isso, pelo menos pela internet começa a ganhar a simpatia das pessoas contra a construção desse monstro que vai destruir parte da Reserva do Xingú.

Mais do que uma questão operacional, Belo Monte é um verdadeiro crime contra as populações locais indígenas e contra o meio-ambiente.

COmo bem disse um dos artistas, vamos olhar para trás daqui algumas décadas e ficaremos com vergonha do que fizemos, porque é irreversível.

E lógico que dentro desta debate não há nenhuma proposta alternativa para a destruição da área, que era sonho dos militares, mas que apenas agora um Governo se sentiu absolutista o suficiente para fazer.

Quando o assunto é geração de energia, simplesmente não existe discussão alternativa com a população. A desinformação é completa nestes casos.

A luta cresce em boa hora.

86 Comentários + Add Comentário

  • Zelotes governistas (martins e afins) aparecendo pra exaltar o “desenvolvimento” e acusar os globais de serem “serviçais do PIG” em 5, 4, 3, 2…

    • Não, Robson. Já disse alguém muito bem por aqui, que quando o tema é desfavorável essa turma desaparece.

      Esse pessoal só aparece quando o post fala bem do governo. Eu acho que se tocaram e cansaram de fazer o papel de palhaço.

      Esse papo de PIG, nem eles, que inventaram isso, aguentam mais.

      E essa história de “desenvolvimento”, até meu cachorro sabe que é conversa fiada.

      • Que post besta.

        Não é porque um “grupo de artistas da Globo” resolveu entrar na briga que a questão começa a ganhar a opinião pública.

        O vídeo dos artistas é pura peça de marketing.

        Na verdade, nem eu, nem Pierre, nem Robson, nem quase ninguém aqui tem a minima condição de discutir esse assunto tecnicamente.

        Então, vamos parar de falar bobagens.

        Agora, eu cada vez mais desconfio desse fundamentalismo ecobobo que é contra tudo. E pior, sem apresentar nenhuma alternativa.

        Robson: quantos milhões de hectares de Floresta Amazônica seria preciso desmatar para instalar turbinas eólicas e painéis solares em quantidade suficiente para gerar a mesma energia que Belo Monte?

        Pensem nisso.

        • Meu caro, sem querer ser mal educado ou polemizar, gostaria de saber qual a sua formação? O que sabe a respeito de meio ambiente, física ou qualquer coisa que possa ser relevante na avaliação de algo desta magnetude?
          Eu sou um evolucionista, capitalista em 100%. Não uso roupas de trapo e nem levanto bandeiras de ambientalistas que moram no mato e passam o dia colhendo insetos e usando erva. Sou uma pessoa 100% urbana. No entanto, bem informado que sou sei que este projeto é uma aberração para dar dinheiro a meia dúzia de empreiteiros.
          Existem projetos fenomenais no Brasil para novas matrizes energéticas. O problema é que elas não possibilitam extroquir o povo brasileiro. Elas não geram despesas acessórias.
          Este projeto vai contra o senso da razoabilidade. Algumas pessoas têm a impressão de que é algo menos simplesmente porque não está no quintal da sua casa. Se assim o fosse, certamente haveria uma revolução.
          Acho que você está parcialmente correto, do ponto de que é democrático discutir e discordr. No entanto, é prudente estudar o assunto para não falaciar com ignorância tema tão sensível e estratégico para o país.

        • Repetindo o que eu disse:

          “Na verdade, nem eu, nem Pierre, nem Robson, nem quase ninguém aqui tem a minima condição de discutir esse assunto tecnicamente. Então, vamos parar de falar bobagens”.

          Repetindo a pergunta:

          “Quantos milhões de hectares de Floresta Amazônica seria preciso desmatar para instalar turbinas eólicas e painéis solares em quantidade suficiente para gerar a mesma energia que Belo Monte?”

    • Marcelo Carneiro da Cunha
      De São Paulo

      Pois estimados leitores cá estamos, dependendo de onde estamos. Se estivermos em São Paulo, por exemplo, podemos aproveitar das maravilhas da Balada Literária, a criação do Marcelino Freire para mostrar que evento de literatura pode, sim, pode, ser muito legal, ter altíssima qualidade, e, ora vejam, ser grátis. Basta querer que todo mundo que queira entrar entre, não é mesmo?

      E entre um momento e outro da Balada cá estava eu, ciscando no Tuiti e pronto, fui atingido por um vídeo gravado por muitos atores globais baixando o cacete na hidrelétrica de Belo Monte, garantindo que ela é o mal sobre a Terra, o exu, o capeta, o diabo em sua versão mais úmida, e eu me pergunto, como eles sabem de tudo isso? E mais, por que o vídeo deles é igual a um americano, dirigido pelo Spielberg para fazer os americanos tirarem a bunda do sofazão e irem votar?

      Por que atores globais fizeram um vídeo contra? Eu não tenho nada contra atores globais, fora o sotaque e a mania de fazerem teatro comercial, mas não tenho nada a favor. Pra mim, são tão ignorantes em assuntos de represas no Pará como quase todo mundo com quem eu falei antes de escrever essa coluna, se bem que, admitamos, muito mais fotogênicos. Mas, mesmo sendo pra lá de mais bonitos e reconhecíveis do que eu ou o senhor aqui ao lado, eles falam tanta besteira quanto qualquer um, e isso me irrita. Energia eólica é mais limpa? Alguém já viu um parque eólico, que por demandar vento costuma ficar no litoral, onde também ficam as praias? Importante, necessário, talvez melhor, mas, limpo? Defina limpeza aí, seu global, porque eu talvez ache uma represa cheia de água no meio de uma floresta cheia de água algo mais natural do que cataventos altíssimos transformando por completo uma paisagem que antes era perfeita. Solar? Estimado espécime global, sua senhoria faz idéia da área necessária para produzir 100 megawatts de energia solar? Eu sei, e é um monte de área, que não vai servir para mais nada, montes de recursos, dinheiro pra caramba, e ainda temos os enormes custos de manutenção. Belo Monte são 11 mil megawatts, senhor ou senhora global. Faça as contas antes de vir ler texto dado por sei lá quem, e talvez eu realmente leve a sério o que dizem, o que o senhor ou senhora talvez mereçam, desde que trabalhem para isso.

      Os bonitinhos dizem que Belo Monte vai criar um baita lago e afogar a floresta. Eu, feinho, fui estudar. O lago da represa vai ocupar uma área de 516 km2, me informa o Google. O mesmo Google me diz que o estado do Pará possui uma área de 1.247.689,515 km2. O que deve querer dizer que o lago a ser formado vai ocupar uma área equivalente a 1/2400 da área do estado do Pará, que por sua vez é um estado com 7 milhões de habitantes, com dois milhões deles morando em Belém e todos participando do Círio de Nazaré, pelo que vejo. Ou seja, uma represa vai alagar uma área de 1/2400, ou nada por cento, de um estado basicamente vazio e isso se torna um problema por que mesmo? Não dêem texto, provem. Do jeito que vocês falam, encenando, eu não tomo como sério o que é dito. A moça vem e diz “24 bilhões” e soa como o Dr. Evil falando “One billion dollars” com o dedinho na boca. Dona, diga aí qual é o PIB brasileiro em 2010, e quantos por cento do nosso PIB, a nossa riqueza nacional, a hidrelétrica vai custar, diluída por 50 anos? Vosmecê sabe? Ó aqui a minha boquinha enquanto ela diz, assim: D-U-V-I-D-O.

      Leitores, me irrita, e muito, essa tentativa de fazer a minha cabeça por processos tão rudimentares. Se querem, mandem coisa melhor e terão toda a minha atenção. Isso aí é manipulação tola, boba, mesmo que muito bem intencionada. Isso tem cara de ONG que consegue apoio de um publicitário bonzinho e muita gente bacana e vamos lá, salvar as baleias do Xingu. Pois me irrita pra caramba, pelo desrespeito para comigo, que vivo no mundo real, não dos comerciais sejam eles do governo ou de ONGs. Eu não sou uma baleia, acho.

      Eu vivo em uma sociedade industrial, que pode abrir mão de muitas coisas e do bom senso quase o tempo inteiro, mas não resiste a umas poucas horas sem energia. Vira gelo, sem gelo pro uísque. Vira fogo sem ar condicionado para resolver a vida na fornalha. Vira uma luta pelo pedaço de pão mais próximo, vira a impossibilidade de chegar até a nossa casa. Podemos ficar sem quase tudo, e eu poderia ficar muito bem sem axé, o Malafaia e a lasanha congelada, mas não podemos ficar sem energia. Podemos e devemos economizar energia. Podemos e devemos desenvolver energias renováveis, e o faremos. Podemos e devemos esquecer a maluquice de construir Angras 3, 4 o escambau, mas não o faremos. Angra 3 ou 4 são muito, muito piores do que qualquer Belo Monte e certamente piores do que Fukushima, especialmente se ficarem no Rio, que, digamos, não é o Japão.

      Mas para chegarmos até as novas energias, precisamos de energia da que se produz agora e o resto é, infelizmente, poesia. Não a qualquer custo, mas a custos que valha a pena pagar. E essa avaliação tem que ser muito, mas muito racional e justa do que eu vejo nos youtubes que vêm e vão.

      Se vamos escapar do fogo ou do gelo, é pela inteligência, como sempre foi e será. E desse debate, por tudo que eu vi, ela está longe, muito longe, muito mais longe do que o Pará, e muito menos inteligente do que precisa ser para ser.

      • Simplesmente genial.

        Respostas, por favor.

      • Podem não concordar com o tenorio, mas debate inteligente se faz assim, com argumentos.

        Confesso que até hoje não tenho opinião formada sobre o assunto, mas tô cansado de gente com suas verdades absolutas que não agregam nada na discussão.

        Lembrando que ocorreram diversas audiências públicas sobre a construção de BM. Onde estava esse povo fotogênico e politizado??

        Enquanto isso a CHEVRON fode o oceano carioca impunemente…

        • “Oceano carioca” ficou estranho, mas espero que entendam…! =D

        • Só lembrando, quem escreveu o texto foi o Marcelo Carneiro da Cunha
          De São Paulo. Eu vi no blog do Nassif.

          Está de parabéns…

  • coincidência ou não, curti e compartilhei ontem, no facebook, o video do movimento.

    Tentei assinar a petição, mas não sei se deu certo O.o.

    Temos que acabar com essa visão simplista de que só se resolve os problemas destruindo a natureza. Hidrelétrica não é a única alternativa, muito menos a melhor.

    como eles dizem no video: “não tem volta”.

    Abçs.

    • Autor: Felipe Rocha dos Reis
      É isso aí, todo mundo compartilhando, facebook e twiter bombando, todos preocupados com o meio ambiente. Mas espere, alguém aí se perguntou o quanto se fez em pesquisas para a construção desta usina? E pq o IBAMA e a FUNAI liberaram a construção? A região Norte do Brasil não precisa de progresso? Você ao menos sabe a quanto equivale 640 Km²? Pra que você tenha uma idéia, dá em torno de 25 alqueires. Tem muita fazenda bem maior por aí abusando do agrotóxico e explorando muita gente.
      Vamos então as propostas. Bem, e para adotar energia solar? Energia limpa ou relativamente limpa? Todos sabem que a noite não tem sol (Derp!), logo, a usina não produz nada a noite e para armazenar a energia gerada durante o dia, é necessário utilizar baterias, produzidas geralmente em chumbo e ácido sulfúrico, e tem uma vida útil. Para onde vão essas baterias, ácidos e outros resíduos quando a vida útil desses armazenadores acabarem? O que fazer com tanto lixo nas margens dos rios amazônicos?

      E para adotar a geração de energia através dos ventos? Bom né? Mas tem algum amazônico que possa me dizer se o vento lá é constante ou sazonal? E para a construção de parques eólicos, não seria necessário o desmatamento? O barulho gerado pelas hélices afastaria animais da região? Não teria impacto ambiental? E quanto de energia gera uma turbina e quantas seriam necessárias para suprir a necessidade da região norte e o seu desenvolvimento? O quanto é preciso desmatar?
      Por isso digo: Não é, e não será um monte de atores e atrizes da globo que nunca estudaram NADA de exatas, especialistas em DECORAR textos e interpretar personagens que vão me convencer. Infelizmente, precisamos gerar energia, transformando o que temos em eletricidade. É preciso sim, questionar, para que seja estudado a forma menos impactante de geração de eletricidade. As coisas não são tão simples assim.
      Pra finalizar, nem na criatividade filme é bom. Aliás, digno de uma acusação de plágio. Basta ver o video. Até a parte do sutiã é copiada. E, Letícia Sabatela, minha querida. Hidrelétrica no deserto? Tem água no deserto? Eu esperava mais de você!

      • continuo contra.

        • Mesmo sem argumento, tem gente contra.
          Não é o meu caso.

        • de onde vc tirou a ideia de que é sem argumentos??

          Só pq não os escrevi neste meu post anterior???

          Coitado.

      • Sr. Tenório, com todo respeito. Estude melhor o assunto para falar com propriedade. Já está confirmado em estudos feitos pelos especialistas, esta obra é inviável sócio, econômico, ambiental e antropológico. Crime contra as leis brasileiras e contra a Constituição do Brasil. Se informe, mas, tome cuidado com o tipo de informação, pois elas podem te enganar. Aí está um ótimo documento para começar a entender do assunto. http://www.internationalrivers.org/files/Belo%20Monte%20pareceres%20IBAMA_online%20(3).pdf Abraços sustentáveis e um futuro saudável para você e seus filhos e netos, se tiver.

        • Melhor postar aqui os “ESTUDOS DO ESPE
          CIALISTAS”, e aí poderemos entender
          as razões contrarias. Sugiro que leia as
          considerações do MIn. Minas e Enrg.
          que estão na internete.

        • Te posso garantir que não estou sendo enganada por qualquer tipo de opinião. Eu busco as informações antes, e informações embasadas. E com certeza, me mostre a opinião desses tais especialistas que irei ler com um olhar critico, e embasada sobre aquilo que sei sobre geração elétrica, que te posso garantir quer sei muito mais, mas muito mais mesmos que esses artistas que falam textos decorados, e que nem procuram saber se o que estão falando tem algum embasamento cientifico, sócio, econômico, ambiental e antropológico.

          E mais uma coisa, sugiro que você assista uma seria muito boa, The power Planet: nós seres viventes humanos ou não, não temos domínio nenhum sobre o planeta, se um dia a Terra não “quiser” mais que vivamos, não poderemos fazer nada.

          E defendo sim, a preservação do ambiente, tá! E desejo um futuro maravilhoso pros meus filhos e netos. Não confunda as coisas.

          Te aconcelho uma coisa… Leia mais… e sempre com olhar crítico, não acredite te primeira, não…

        • Por César N.
          Este outro vídeo que está já está circulando é uma forma de réplica ao apelo dos artistas da globo sobre a Usina de Belo Monte…

          Expõe uma nova forma de contextualizar a polêmica..

          http://www.youtube.com/watch?v=406Yb2hPlmI

  • Não cheguei a abrir o site, mas há algum estudo que mostre qual seria a infra-estrutura necessária de outras fontes limpas (Solar, eólica) com os custos de instalação/operação?

    Porque se for criticar por criticar sem mostrar alternativas fica mais fácil p/ governo alegar que “precisamos de e não tem outra alternativa”.

    Aliás, acho que o nordeste inteiro tá perdendo uma bela de uma oportunidade de investir pesado em eólica e em especial solar (sol dos diabos) ao invés da cachimbenta “ecosustentável” termoelétrica de suape. :)

    • A energia eólica está em franca expansão.

  • Interessante este provocador confronto de idéias extraído do blog do Flávio Muller :http://www.flaviomuller.com.br/blogger/.

    Belo Monte: contra ou a favor?
    Escrito em: 14/02/2011 – (Política)

    O tema está na pauta há mais de 30 anos, desde os governos militares., sempre discutido com muita paixão, e até com certa violência. Recentemente, voltou às páginas por conta da decisão do governo de conceder uma licença para instalação de um canteiro de obras. O Globo convidou especialistas no assunto para discutir o assunto. Eles responderam a duas perguntas: Você é contra ou a favor de Belo Monte? Por quê ? O grupo ficou dividido. Veja abaixo.

    Rogério Cesar Cerqueira Leite, Unicamp.
    SOU A FAVOR porque se o Brasil for impedido de aproveitar o seu potencial hidrelétrico, será forçado a recorrer ao combustível fóssil. O que provocará, no longo prazo, a desertificação da Amazônia. Do jeito que está planejada Belo Monte, usina de fio d’água, não há no Brasil melhor opção do ponto de vista sustentabilidade, que combine condições ecológicas e financeiras.

    Denise Hamú, WWF- Brasil.
    NÃO SOMOS CONTRA Belo Monte de si. Defendemos a idéia de uma planejamento que considere a Amazônia como um todo e não rio por rio. Acreditamos que o país deveria partir de uma perspectiva mais ampla no planejamento da matriz elétrica. Que levasse em conta o funcionamento dos sistemas ecológicos e a dinâmica social e cultural em torno das bacias hidrográficas.

    José Eli da Veiga, economista.
    SOU CONTRA porque senão democratizar o planejamento energético, tornando-o transparente, não poderá ser racional o aproveitamento das partes mais aptas do potencial hidrelétrico da Amazônia.

    Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe.
    SOU A FAVOR porque as restrições ambientais não são grandes. Um reservatório de 500 Km2 é quase do mesmo tamanho do leito do rio expandido. O nosso nível de consumo ainda é cerca de um décimo do americano. Vamos precisar de energia. Não podemos esquecer que o nosso sistema é interligado e que a geração de Belo Monte será importante para abastecer o país.

    Ricardo Baitelo, coordenador do Greenpeace.
    SOU CONTRA porque os impactos sociais e ambientais são enormes. Belo Monte provoca uma pressão grande sobre a floresta. Economicamente ela não é viável. Temos que investir em eficiência energética. Precisamos de mais usinas eólicas, de biomassa e solar. Além de aumentar a potência das hidrelétricas já existentes.

    José Goldemberg, professor da USP.
    SOU CONTRA porque, na realidade, Belo Monte não é necessária. Sucessivos governos têm a idéia fixa e atrasada de que o consumo de energia tem que crescer junto com o PIB, o que não é verdade. Podemos suprir a demanda com eficiência energética e com energias renováveis. Com isso teremos tempo para planejar hidrelétricas de médio porte na própria Amazônia.

    Suzana Kahn, vice presidente do IPCC.
    SOU A FAVOR porque não existe uma fonte de energia isenta de impactos. Até a energia eólica tem problemas. Claro que temos muito a fazer na área de eficiência, mas isso não será suficiente. Precisamos resolver o que queremos para o nosso futuro. Sem hidrelétricas temos que usar mais combustíveis fósseis ou nucleares.

    Fernando Almeida, consultor ambiental.
    SOU CONTRA porque não sei qual será a vazão ou o custo final da obra. Como profissional, acho que não foram considerados os impactos na biodiversidade. Como gestor de agência ambiental eu jamais daria uma Licença de Instalação sem que as exigências tivessem sido atendidas. Isso é ilegal.

    Carlos Minc, secretário de Meio Ambiente.
    SOU A FAVOR porque o Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a ter metas de gases de efeito estufa e precisamos cumpri-las. A construção de hidrelétricas de fio d’água e usinas plataformas fazem parte desse processo. Mas é preciso que sejam atendidas as 40 condicionantes.

    Extraído de O Globo.

  • Ai eu adorei esse vídeo!

    É um amontoado de baboseiras, sem nenhum embasamento técnico, repetindo os mesmo chavões politicamente corretos e cuja contribuição para o debate é absolutamente NULA!

    Incrível como no debate ambiental os argumentos técnicos estão desaparecendo cada vez mais, o “ambientalismo” a cada dia vai se configurando como a religião do século XXI, e nessa sua “evolução” está se tornando tão patético e sem argumentos quanto. E é aí que está o problema…

    Afinal, o ambientalismo hoje nada mais faz do que explorar sentimentalmente a ignorância da “massa”, por meio de organizações e pessoas que se arvoram como detentoras de conhecimentos e informações privilegiadas(tudo do google), e que se acham no dever de divulgar a população(da forma que achar mais conveniente) aquilo que antes “nunca fora discutido e que agora nós temos a chance de mudar”, e aí de você se discordar deles, se torna imediatamente um ignorante, um manipulado pela mídia, quase um adorador do bezerro de ouro, não há espaço para discutir e argumentar, a única verdade é a deles.

    É uma “receita” que dá certo a milênios, aprenderam direitinho.

  • Petista dizendo que é golpe da Globo em 3, 2, 1…

  • Globais = interesse Marinhos = interesse americano! As coisas vão ficando mais claras…

  • Ser manipulado pela Globo é tenso… Fico imaginando a quantidade de pessoas que sairam compartilhando pq o ator preferido de sua novela falou mal.. kkkk

    É sempre aquela coisa, fazer com que as pessoas que querem a construção da usina sejam vistas como maléficas, capitalistas e contra a natureza, além de, é claro, indiferentes para com os índios… Só para ter uma ideia, saca a quantidade de informação “relevante” que tem nesse site do Gota D’Água:

    “A atriz americana Daryl Hannah criticou a construção da usina de Belo Monte no Xingu, no Pará. Durante palestra no festival de música SWU, que acontece em Paulínia.”

    Bem, afora ela, os atores da globo também criticaram né! Então vamos assinar pessoal!!!

    “Sem saber que estava sendo gravado, Curt Trennepohl admitiu a possibilidade de uma guerra com os índios brasileiros em função das obras na região do Alto Xingu.”

    Vão matar os pobres índios com essa construção!! Vamo assinar para salvar os índios pessoal!!

    As pessoas que porventuram vivam nesses terrenos são realocadas e indenizadas, não assassinadas, como querem induzir.

    Para ampliação do viaduto Capitão Tenudo, muitas pessoas foram retiradas contra sua vontade. Infelizmente, são necessários alguns ônus para um bonûs maior. Além de que, como já disse, essas pessoas são indenizadas. O que não pode acontecer – porém sempre acontece – é um monte de ONGs, políticos, músicos e artistas, quererem se promover como defensores do bem comum contra as pessoas maléficas que não gostam da natureza e dos índios.

    O que falei, e reitero, é que muitas, mas muitas pessoas mesmo, assinaram tal projeto, apenas porque viram esse vídeo, sem nenhum conhecimento ou estudo aprofundado sobre a causa.

    Por fim, não, nem de longe eu sou petista.

    • Sioux onde estão? Navajos? Cheyennes? Cherokkes? General Custer deu cabo deles todos. Não havia ainda os “ecoprofetas hollydianos”.

      Dei-me alternativas de economizar energia e fontes limpas e não se fará Belo Monte.

      ““A atriz americana Daryl Hannah criticou a construção da usina de Belo Monte no Xingu, no Pará. Durante palestra no festival de música SWU, que acontece em Paulínia.””

      “vamos assinar pessoal!!!
      “Sem saber que estava sendo gravado, Curt Trennepohl admitiu a possibilidade de uma guerra com os índios brasileiros em função das obras na região do Alto Xingu.”
      Vão matar os pobres índios com essa construção!! Vamo assinar para salvar os índios pessoal!!

      • Quando eu falai para assinarem, eu estava sendo irônico.. hehe

  • E contra o agronegócio, nesse momento, o maior e mais violento inimigo da floresta amazônica, ninguém fala nada?

  • E diante do vazamento de petroleo do poço da Chevron, ninguém fala nada?

  • Artistas da Globo protestando? Tem que ter autorização da emissora. E se a Globo tá contra, eu estou imediatamente a favor! Aí tem coisa…

  • Aliás, esses artistas devem estar se cagando de medo de que Nem abra o bico pra polícia, revelando o nome e de sua “clientela”…

  • Senhores,

    Aqui em PE, também vamos destruir, vejam:

    Publicado no Jornal do Commercio, em 2 de novembro de 2011

    BARRAGEM VAI DESTRUIR 230 HECTARES DE MATA ATLÂNTICA.

    A construção da BARRAGEM DE SERRO AZUL, a maior das cinco previstas para a contenção de enchentes em Pernambuco, implicará o corte de 230 hectares de mata atlântica em Palmares e Catende, na Zona da Mata Sul, e Bonito, no Agreste…

    O Relatório de Impacto Ambiental (Rima) do empreendimento, com custo estimado em R$ 341,1 milhões e início das obras previsto para janeiro, prevê que a cobertura vegetal, a fauna terrestre e os bichos e plantas aquáticos serão os mais afetados…

    • Talvez seja melhor a Mata Sul ficar debaixo d´água a cada inverno, né?

    • Se é pra escolher entre salvar a mata e impedir que pessoas fiquem desabrigadas na enchente, eu prefiro a segunda opção.

      • Não é melhor que o povo pare de “brincar” e “crescer” que nem ninho de preá?

        Porque já somos 7 bilhões no total mundial; quando uma catástrofe ambiental varre as casas de milhares de pobres, as “popriedades” de alguns ricos também são arrastadas (quando eles também não estão dentro).

        Além disso, voltando ao quintal pernambucano, quem mandou construir cidades no meio da várzea de rios e passar a jogar até carcaça de geladeira e sofá no leito ASSOREADO?

        • Controle populacional é algo que sempre defendi e vou continuar defendendo.

          Em Cingapura houve uma campanha para que os casais tivessem não mais do que um filho, com aconselhamento privativo e gratuito fornecido pelo governo. O mote da campanha era “famílias pequenas têm mais para comer”.

          Olhe só pra eles agora.

          Concordo também que o cidadão que perde tudo na enchente frequentemente é o mesmo que joga lixo no rio.

          Porém, o que estamos discutindo aqui é a magnitude dos impactos ambientais advindos da construção de Belo Monte, e você pegou o gancho pra falar dessa nova barragem.

  • Boa Sorte Presidente Lula.

    • Comentei no Post errado…hehehehehe

      Quanto a Belo Monte
      Rapaz Belo Monte é um absurdo de proporções homéricas. Como já falei, não será um tipo de fonte energética que irá resolver a situação. Além de ser um atentado contra um ambiente frágil, de extrema importância e que cada vez mais está sendo agredido. O melhor é procurar investir em várias fontes. Energia eólica e solar são importantes, mas elas não resolvem. Agora uma interação ampla entre as hidrelétricas já existentes, as termoéletricas, as usinas eólicas e solar aliadas as Usinas Nuclerares de Angra I e II, mais alguma que possa ser construida no sertão nordestino, isso sim poderia ser mais eficiente.

      • O Brasil está procurando investir em várias fontes.

        Está investindo em hidrelétricas.

        Está expandindo as eólicas.

        Infelizmente, surgem ainda termelétricas.

        E há, segundo consta, planos para usinas nucleares.

  • Leitor relata “clima de terror” no Pará

    Comentário do post “Brasilianas.org sobre a Usina de Belo Monte”

    Nassif,

    Tenho maior respeito e admiração por você, mas seu comentário também se baseia em desinformação para fundamentar determinado ponto de vista. Há muitas questões em jogo. Vamos a algumas delas:

    1) O governo pretende construir dezenas de hidrelétricas na Amazônia nos próximos anos. Para isso a legislação ambiental vem sendo sistematicamente desconstruída. A questão é que ninguém – realmente ninguém – sabe ao certo quais serão os impactos cumulativos dessa quantidade enorme de barragens nos ecossistemas da região, bem como de seus impactos dentro e fora do país. Além disso, há estudos sérios demonstrando que as usinas produzem grande quantidade de gás metano, cujos impactos são ainda mais nefastos do que o gás carbônico na atmosfera. Portanto, o debate não pode se restringir ao caráter técnico se é as turbinas gerarão energia a partir da formação de grandes lagos ou por lâmina d’água;

    p>2) O debate sobre a construção de Belo Monte e de outras usinas deve estar incorporada à reflexão sobre o nosso modelo energético. É possível o mesmo ser considerado sustentável quando o que o orienta é a perspectiva “ofertista” de mais e mais energia, sem qualquer preocupação com a eficiência energética, por exemplo? Como podemos estar satisfeitos com um sistema que perde cerca de 15% da energia produzida somente na sua distribuição? Isso é um verdadeiro absurdo! Como poucos estão interessados em debater essas questões fica mais fácil defender a proliferação de usinas na Amazônia;
    3) Toda essa energia produzida é para abastecer os grandes centros econômicos do país. Aqui ficarão os impactos socioambientais negativos enquanto que a geração de riquezas se dará em outros cantos do Brasil e do planeta. Aliás, essa tem sido a história da Amazônia: uma eterna periferia. Ou como certa vez disse o grande Raul Seixas, o “jardim do quintal”. Nem o ICMS cobrado fica na nossa região. A energia produzida também servirá para abastecer as atividades produtivas intensivas no consumo de energia que nem Europa, Estados unidos e Japão querem nos seus territórios. Atividades estas que geram poucos empregos e receitas para o país, que provocam enormes danos ambientais, não promovem distribuição de renda, mas que possuem forte vinculação com o mercado internacional.

    4) Aqui mesmo no blog há uma matéria postada cujo título é O capitalismo como religião. Nela há uma passagem muito interessante: “Na ordem imposta pelos monges e clérigos do mercado, não há lugar para a democracia”. Nem passa pela minha cabeça realizar qualquer vinculação entre o seu ponto de vista com tal afirmação. Resgatei a mesma para embasar uma reflexão que acho necessária: o atual modelo de desenvolvimento, fundado na exploração intensiva de recursos naturais, depende da fragilização da democracia e de suas instituições.

    Nassif, talvez você não saiba mas aqui no Pará o clima de terror se instalou com toda a força:

    - Os assassinatos seletivos de lideranças que se opõem aos grandes projetos e a todos os seus impactos negativos foram retomados com toda força;

    - A grande mídia tem promovido campanhas difamatórias contra os movimentos sociais e seus integrantes (pergunte aos movimentos de mulheres de Altamira como elas são chamadas pelas rádios locais);

    - As forças de repressão, como a Guarda Nacional, têm sido usadas para intimidar as organizações da sociedade civil;

    - A criminalização dos movimentos sociais tem sido uma das armas da intimidação oficial;

    - O Consórcio vencedor de Belo Monte tem usado recursos financeiros para dividir as comunidades indígenas;

    - A FUNAI tem servido como ponta de lança na intimidação de comunidades indígenas (veja o que aconteceu recentemente com Megaron).

    Bem, vou ficar por aqui. Infelizmente o Brasil não sabe o que realmente acontece por aqui. As vezes acho que nem se interessa…
    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/leitor-relata-clima-de-terror-no-para#more

  • Sou A FAVOR da construção.

    Belo monte tratá desenvolvimento para a região.

  • Também sou a favor… O Brasil precisa estar sempre expandindo sua matriz energética e as hidrelétricas é uma das formas que não contribuem pro aquecimento global.

    Também vai levar desenvolvimento a uma região pobre. Temos que combater é o desmatamento de milhares de hectares na Amazônia para se criar gado e plantar soja para exportação.

    • lutar contra um desmatamento e defender outro é um pouco contraditório. Ahh, claro, tem algumas pessoas que defendem que os fins justificam os meios O.o.

      • É possível construir parques eólicos e solares na Amazônia sem desmatar, Carlos Carrilho?

        E quanto é a produção de energia por hectare desmatado de cada tipo de energia?

        Te digo: eólica e solar perdem FEIO da hidrelétrica na comparação.

      • Não sei valores exatos, mas tenho certeza que a área desmatada de Belo Monte é ínfima relacionada ao que se desmata para agropecuária.

        A Amazônia deve ser preservada, mas também não pode ser totalmente intocada.

        • Pode e deve ser totalmente intocada.

        • Então vamos retirar todo mundo que mora lá.

  • Eu sou contra Belo Monte, por um motivo óbvio: Uma usina nuclear é, hoje, uma energia limpa ambientalmente e segura que existe.
    As fontes de energia eólica e solar, não conseguem, mesmo no Brasil, produzir o mesmo que uma usina nuclear. No caso da eólica, temos mais ou menos 30% do dia aproveitado para geração de energia. E tanto a eólica e solar necessitam de “parques” tão grandes ou maiores que uma usina nuclear. Se quisermos que a eólica e solar se igualem em nível de produção à uma usina nuclear média, teremos então áreas imensuráveis só para esse fim.
    Sim, tivemos acidentes nucleares, 3 grandes acidentes. Não devemos levar em conta o de goiana, pois não foi causado por resíduo de uma usina nuclear.
    Entretanto, a segurança dessa fonte de energia é incomparável com as demais, nenhuma fonte tem tanta tecnologia incluída para segurança da sociedade. Angra e Chernobyl foram casos de modelos antigos, os dois casos mais “midiáticos”, não podem ser levados em comparação com o que temos hoje. Chernobyl era uma gambiarra de usina e Angra foi construída e gerida em moldes, já para época, ultrapassados.
    O acidente no Japão, ai sim deve ser levado em conta. Ocorreu por um acidente ambiental, se esse acidente ocorresse numa usina hidroelétrica como as Brasileiras, o grau de destruição seria imensurável e nenhuma segurança já criada pelo homem seria (e foi) capaz de impedir uma catástrofe. E o Brasil desfruta, Deus sabe o que faz, de condições de segurança ambiental e geológica diferentes do Japão.
    Não falo nem das termoelétricas, dinossauros que ainda persistem em existir.
    A grande questão das usinas nucleares é a destinação dos resíduos, que são mínimos, mas que podem contaminar países. Todavia, já existem meios eficazes de se destinar o lixo nuclear e milhares de estudos são feitos diariamente sobre esse assunto, basta apenas, se organizar e gerir corretamente, algo que esse país necessita não só nessa questão.
    Enfim, essa é minha opinião, podem bater à vontade.

    • Propõe uma usina nuclear na Amazônica pra tu ver o rebu que vai dar!!!!

      • pq na amazônia???? esqueçam que a amazônia existe po. Constrói lá no maranhão nas terras dos sarney e pronto.

  • Esse blog se debandou pro lado do pig, essa beldades deveriam estar denunciando a Chevron, mas como esta empresa paga propina para o pig claro que não vão denunciar.
    Inimigos do Brasil isso sim

  • Cara, pelo seu raciocínio o mundo tem que parar, nenhuma hidrelétrica teria sido construida no mundo

    • O Brasil é o país com maior parque hidrelétrico fluvial do mundo, e cuja energia está entre as mais baratas para se PRODUZIR, embora haja o impacto dos alagamentos.

      Piores são as outras alternativas, os combustíveis fósseis pela poluição e especulação de preços, a eólica, combustíveis renováveis, hidrelétrica marítima e solar juntas pelo reduzido volume público de fianciamentos à pesquisa fruto de lobby pesado da indústria de combustíveis fósseis.

  • Vídeo bobo danado. “Vão produzir por apenas 3 meses”: e por acaso a importância de uma usina é avaliada pelo tempo de funcionamento ou pela quantidade de energia produzida? Não sei nem se procede essa informação, mas supondo que seja verdadeira, qual o problema nisso, se nesses 3 meses a UHE produzir uma quantidade monstruosa de energia?

    • Acho que se leva 10 a 20 anos para construir, é razoável que dure pelo menos 60 anos, não?

  • Vocês estão se prendendo a uma única visão da coisa, e ela nem é muito técnica, é quase puro marketing para o povão. Essa perspectiva diferente pode ser bem mais elucidativa:
    http://www.facebook.com/notes/andr%C3%A9-rossetti/belo-monte/249086038482816

  • Amei o vídeo Pierre Lucena! Esse e vários outros dados, sobre a usina Belo Monte, já rolavam há muito tempo na internet e em outros meios, porém sem notoriedade. É inadmissível que no Brasil do século 21 se faça necessário a participação de atores, conhecidos pela grande massa, para chamar a atenção da população para uma causa.

    Ah! Já saiu outro vídeo sobre a campanha ” A gota d’água – usina Belo Monte”.

    http://www.youtube.com/watch?v=9KSFwBhYGhU

    Infelizmente, ele retrata muito bem a opinião da maioria das pessoas que comentaram nesta matéria. (A ARTE IMITA A VIDA!)

  • “Argumentos toscos

    Os problemas, no vídeo, são amazônicos. Em primeiro lugar, não fica claro se aquilo é um manifesto espontâneo dos artistas ou uma peça de propaganda, tal a encenação dos atores. Em segundo lugar, os argumentos são frágeis. Quando Eriberto Leão grita pela energia eólica, ninguém lhe pergunta se ele sabe quais são os custos e o impacto ambiental das gigantescas torres de concreto. E quando Bruno Mazzeo fala em colocar os peixes da Amazônia num aquário, ironiza uma situação que, sim, é levada em conta pelas equipes de engenharia que tocam as obras. Tanto no Rio Madeira quanto em Belo Monte, há compensações ambientais significativas.

    O mais grave, no entanto, diz respeito ao protesto sobre o custo da obra. “Trinta bilhõooooooooooes”, enfatizam os atores. “O meu, o seu, o nosso dinheiro”, reforça Maitê Proença.

    Mas, peraí. Maitê Proença não é aquela que entrou na Justiça para garantir o direito a uma pensão vitalícia do governo paulista de R$ 13 mil? Sim, ela mesma. Como o pai, ex-promotor, e a mãe, morreram, ela teria direito ao benefício eterno se não se casasse. Mas durante anos Maitê viveu com o lobista Paulo Marinho, sem que jamais tenha se casado no papel, apenas para preservar o benefício. E agora ela aparece preocupada com “o meu, o seu, o nosso dinheiro”.

    Em vez de tirar o sutiã, Maitê, devolve a pensão!

    De fato, o vídeo dos atores globais foi a gota d´água”.

  • Prezados,

    Para mim, esses “artistas” não passam de um bando de maconheiros desocupados que querem aparecer. Independente, de quem é o partido no Governo, esse tem que funcionar, ou seja toma as decisões, principalmente, a respeito dos grandes projetos de âmbito nacional, e os executa.
    O Brasil tem que parar com essa cultura de suspender ou não dar início a execução de obra pública porque um artista ou um padre, feito aquele palhaço lá da Bahia, tá achando ruim.
    O Poder Público tem mais é que identificar quais são as carências em termos de obras e serviços públicos, e tocar o pau na hora de executar.
    Até porque, é muito bom para esses almofadinhas se preocupar com o que acontece no Amazonas ou no Pará, dentro de casa no Rio de Janeiro. Quero ver o que é que eles vão fazer na hora que faltar luz nos apartamentos deles. O país precisa crescer, e para isso precisa de energia. Esse pessoal acha que energia vem de onde, do espaço sideral é? kkkkkkkkkkkkk
    E outra, engraçado que a maioria desses artistas são cariocas, sem querer ser preconceituso, e o carioca em si tem a mania de olha apenas para o seu próprio umbigo, feito na questão do Pré-Sal (tem imbecil no Rio que pensa que a Petrobrás é uma empresa estadual, e não uma sociedade de conomia mista Federal, onde a maior parte da grana vem da União), então não venham se meter em questão que são de cunho nacional, e cujos impactos sócio-ambientais ocorrerão na região Norte, que para eles não passa de um reduto de paraíbas.
    Saudações a todos

    • e o pior é que eles pedem a opnião de “vocês da região Norte, os principais afetados”, como se todo mundo da região Norte vivesse no meio da floresta e fosse ser afetado pela construção da hidrelétrica. Ser ambientalista fumando maconha do apartamentozinho no leblon é muito fácil.

  • Leia meu post e saiba porque os eco-xiitas são uma merda e merecem ser recriminados.

    Eco-xiita fala mal da Usina Belo-Monte, mas recomenda energia solar e eólica.

    Saiba, meu caro amigo que está lendo esse post, a energia solar também é poluente, ao contrário do que muita gente pensa.

    As usinas solares utilizam baterias de chumbo (parecidas com as baterias de automóveis) no subsolo, ocasionando assim a contaminação do solo.

    Uma pergunta: qual usina de energia solar no mundo consegue produzir mais de 100 MW???
    resposta: nenhuma.

    conclusão: a energia solar é cara, tem pouco potencial de geração e ainda contamina o solo.

    A energia eólica é a menos ruim, mas saiba que ela também causa danos ambientais, por conta da matança desenfreada de pássaros e aves.

    Sem falar que possui pouco potencial de geração, pois nenhum parque de energia eólica consegue produzir mais que 300 MW.

    Já foi provado também que quanto mais concentrados e próximos são os cataventos, menor é o aproveitamento da força do ar, impedindo assim um local de grande geração.

    A Belo-Monte vai produzir mais de 4 mil MW por ano (em média) e será terceira maior hidroelétrica do mundo.
    Sua capacidade máxima de produção vai ser de incríveis 11 mil MW.

    Energia renovável, limpa (pois não emite gases) e barata.

    Essa piranhas da Rede Globo acham que tão abalando defendendo essa ideia contra a Belo-Monte, mas na verdade estão fazendo a vontade dos países desenvolvidos (principalmente europeus), que querem manter o Brasil como país dependente da América do Norte da Europa pro resto da vida.

    Se o projeto da Belo-Monte fosse abandonado, sabe o que poderia ocorrer???
    Um novo apagão, como aconteceu no governo FHC.

    E teríamos que recorrer às pressas pela combustão de carvão e queima da biomassa (da cana de açúcar) pra produzir energia, ocasionando uma poluição e um dano ambiental MUITO maior.

    E quem fala em “diminuir o uso” ou “racionar o uso” só pode ser muito alienado mesmo.
    Racionar o uso da energia morando na Alemanha, que é um país rico, é muito fácil.

    Será que pessoal sabe que o sertão nordestino e a região amazônica até hoje sofre com a vazão fraca de energia e até hoje vive na base dos candieiros???

    Não se raciona ou economiza uma coisa que não se tem acesso!!!

    Eu digo sim ao desenvolvimento e digo sim a soberania nacional!!!

    • pois é Diogo, vamos começar um movimento a favor de Belo Monte! Os gringos tão dando risadas, se fosse em nos EUA e na Europa Belo Monte já estaria pronta, mas eles através de ong’s ambientais, de partidos de oposição e dessa imprensa vendida continuam exercendo influência e impedindo o desenvolvimento do país. Pierre é um grande engolidor de corda dessa “causa” ambiental, parece um adolescente que não entende que isso ai é metade da história, a outra metade tem a ver com gente muito poderosa por trás disso. Estes artistas nunca pisaram na Amazônia e aparecem ai falando bobagem, mas o que será da netinha da Dilma?

    • Perfeito esse comentário do Diogo. Assino embaixo.

  • O Brasil TEM que aproveitar seu enorme potencial hidrelétrico sim para a geração de energia. As críticas dos “ecochatos” são infundadas, sem nenhum embasamento.

    Energia eólica e afins ainda são meios em fase de experimentação e inconstantes, não podendo ser debitado a eles a responsabilidade de geração energética.

    • Ecochato???? se todos que são contra belo monte fossem ecologistas “chatos” não precisaríamos de ecologistas “chatos”.

      ¬¬.

  • O Brasil cresce, a demanda de Energia aumenta, mas o movimento contra Belo Monte cresce tb. Os europeus e americanos estão agindo dentro da mídia brasileira para disseminar idéias contra o desenvolvimento de hidrelétricas no país, e vcs estão engolindo mais essa. Vamos engolir corda dos artistas da globo, q jogaram uma salada de informações sem base técnica nenhuma, com muito apelo emocional. Sou a favor de Belo Monte!

  • Quando interessa, a palavra das ONGs é muito respeitada neste blog. Quando não interessa, é tudo corrupta.

    Cuidado com as ONGs Acerto, elas podem deixar vocês em maus lençóis. Onde estavam as ONGs verdes e esses artistas ambientalistas que não se pronunciaram sobre o vazamento da Chevron? Aliás, nem mesmo o Acerto se pronunciou; acho que foi um vazamento bobinho, sem grandes problemas.

    Tomara mesmo que um dia falte energia para o mundo, assim esses artistas perdem o emprego e a Globo sai do ar.

    • Perfeito.

      • E esse vazamento, segundo a PF, pode ter sido na tentativa em atingir o Pre-sál…Agora viraram piratas saqueadores…

    • o acerto de contas sabe do vazamento causado pela chevron? até no jornal nacional saiu, depois de mta pressão da mídia paralela, eles tiveram q mostrar, juntamente com os diretores da chevron é claro, depois colocaram na internet, mas não colocaram tudo, devem ter tomado uma chamada lá de cima mandando cortar alguns partes da reportagem antes de postarem na globo.com.

  • A propósito: o que é a opinião pública para você Pierre?

  • De qualquer jeito, estamos avançando muito na éolica:

    Produção de energia eólica vai aumentar sete vezes até 2014

    http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/producao-de-energia-eolica-vai-aumentar-sete-vezes-ate-2014

  • Agora, os artistas, vão apoiar a divisão do Estado do Pará.

    • Mais 2 governadores, 6 deputados estaduais e 2 deputados federais pra gente sustentar, e tem gente preocupada com a usina de Belo Monte!

  • O que é que esses artistas entendem de geração de energia eletrica? R. Nada. Contudo, em termos de representação artística, são realmente excelentes, não resta dúvida.
    Na verdade, se no Brasil existisse um movimento ambiental sério ( e isso não existe nesse país), estaríamos discutindo a expansão da fronteira agrícola e pecuarista deste país, essa sim, que destrói muito mais que qualquer usinazinha.
    O problema todo é que para APARECER de verdade, esses movimentos precisam de um ponto forte de marketing, e uma hidrelétrica oferece essa condição.
    Como eu disse antes, as pessoas não têm seriedade e compromisso com a verdade, pois falam de assuntos que desconhecem, de forma extremamente superficial, e na verdade entram em um oba-oba pseudo-”bonzinho” e carnavalesco. Lamentável…

    • Lamentável é sim a sua opinião, estude e se informe. http://www.internationalrivers.org/files/Belo%20Monte%20pareceres%20IBAMA_online%20(3).pdf

      • ´Pois é ! Pelo visto, 99% destes “especialistas” são economistas, cientistas políticos, sociólogos etc. E se algum entende de energia, faz a análise do ponto de vista social.
        Com estes “especialistas”, não se vai
        muito longe.
        Melhor ler estudos tecnicos sobre
        o assunto.

  • Para os que consideram a usina hidrelétrica coisa de capitalistas malvados, cito Lênin.

    “Enquanto vivermos num país de pequena exploração camponesa, haverá na Rússia uma base econômica mais sólida para o capitalismo do que para o comunismo. E preciso não o esquecer. Todo aquele que observe com atenção a vida do campo, comparando-a com a da cidade, sabe que não arrancamos as raízes do capitalismo, nem eliminamos o fundamento, a base do inimigo interno. Este último apóia-se na pequena exploração e a forma de o esmagar é apenas uma: reconstruir a economia do país, incluindo a agricultura, sobre uma nova base técnica, sobre a base técnica da grande produção moderna. E essa base é a eletricidade. O comunismo é o poder soviético mais a eletrificação de todo o país. Se assim não for, continuaremos a ser um país de pequena economia camponesa e é preciso que tenhamos clara consciência disso. Somos mais fracos do que o capitalismo, não só à escala mundial, mas também dentro do país. Toda a gente o sabe. Tendo isso em conta, organizaremos as coisas de forma a que a base econômica passe da pequena economia camponesa para a grande indústria. Só quando o nosso país estiver eletrificado e quando a indústria, a agricultura e os transportes se apoiarem sobre a base técnica da grande indústria moderna, só então teremos triunfado por completo. ” (Lênin, Obras, t, XXVI, pp. 46-47, discurso pronunciado no VII Congresso dos Sovietes de toda a Rússia, “Sobre a atividade do Conselho de Comissários do Povo.”).

    Fonte: http://www.marxists.org/portugues/stalin/1928/10/19.htm

  • é complicado e sério o assunto. pra quem vive aqui no norte e depende de recursos tecnológicos (internet, energia, etc) sabe como é dificil conviver com as constantes quedas de energia e a lentidão das conexões 3g (tudo isso regrado a altos preços). claro e óbvio pra quem vive na região afetada, vai protestar. tem que defender o lado deles. mais no fundo ninguém tá em defesa do meio ambiente, há sempre o interesse por trás disso tudo.
    é muito fácil um bando de gente que não passa por estas dificuldades assumir uma posição apenas baseado em meias informações. os artistas que tanto defendem uma posição no video divulgado, têm à disposição uma energia de qualidade, uma conexão decente e o desenvolvimento à sua volta. afirmam que belo monte só produzirá energia em parte do ano por falta de chuvas. mais e porque as hidroelétricas do nordeste produzem o ano todo?
    com certeza no passado, também ocorreram movimentos contrários a estas construções no nordeste, será que isso não é medo do desenvolvimento nestas regiões? são paulo é o principal interessado no desaparelhamento da região norte (mais especificamente o polo industrial de manaus).
    o movimento ambientalista no brasil se resume a ong’s protestando, artistas criando ong’s pra aparecer, e só. nada de concreto é feito, nada.
    enquanto isso a bancada ruralista está lá, em brasília deturpando o código florestal. porque não fazem um vídeo contra isso?

  • Assitam a resposta, vale a pena, pelo menos seria melhor se informar antes de dar “palpites”
    http://www.tempestadeemcopodagua.com/index.aspx

    • EU DESCORDO DESSES PILHOS DA PUTA, SE É PARA FALAR PALAVRAO ENTAO VAO TOMA NO CU, EU QUERIA SER UM GIGANTE E PEGAR TODO O GOVERNO E JOGAR DENTRO DE VIDRO LIQUIDO PARA APRENDEREM QUE VIDRO NAO SE DECOMPOE E VAO FICAR LA PARA SEMPRE E NUNCA MAIS SAIR; HAHA. EU VOU APOIAR OS ÍNDIOS E QUERO CONTRIBUIR PARA SALVAR A FLORESTA AMAZONICA, CONCORDO COM TODOS AQUELES QUE QUEREM SALVAR A FLORESTA E IMPEDIR QUE BELO MONTE SEJA CONSTRUIDO, IDAÍ QUE EU, E TODOS FIQUEM SEM ELETRECIDADE, COMO VOCÊS ACHAM QUE OS ÍNDIOS VIVEM, HÃ?…

  • OLHA SO O QUE OS ESTADOS UNIDOS FAZEM COM SUAS FLORESTAS! http://www.youtube.com/watch?v=KEPLa-T9g4U

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).