Sacolas plásticas: mais atraso impossível

jun 25, 2012 by     45 Comentários    Postado em: Meio Ambiente

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Um dos mais sérios problemas ambientais está no excessivo uso de sacolas plásticas por parte das pessoas.

Pode parecer bobagem, mas apenas para termos uma ideia, no Brasil os estabelecimentos distribuem 14 bilhões de sacolas plásticas por ano. Parte disso é utilizado como saco de lixo, mas outra é a responsável por entupimentos de bueiros, canais e esgoto nas grandes cidades. Além da poluição de rios e das nossas praias.

Para termos outra ideia da dimensão do problema, cada família recebe em média uma sacola plástica por dia. Menos de 30% das sacolas seriam utilizadas como saco de lixo.

Alguns meses atrás fiz o teste e comprei 4 sacolas feitas de PET, que desde então utilizo para fazer feira.

Para minha surpresa, mesmo com isto ainda não precisei comprar sacos de lixo, porque o pouco que ainda consumo em padarias e nos mercados públicos (como o da Boa Vista), já são mais do que suficientes para meu uso. E com a vantagem de ser muito mais prático.

Em São Paulo os supermercados tomaram a iniciativa de banir a distribuição destas sacolas, mas como tudo no Brasil, enfrenta sérios problemas para colocar a restrição em funcionamento.

Apesar do forte apelo ambiental, a associação dos fabricantes de sacolas (Plastivida), a OAB e o Ministério Público se uniram para tentar, segundo eles, “defender o consumidor”.

Aqui no Brasil há uma forte mania de misturar interesses privados como se fossem interesses coletivos.

Só um analfabeto econômico acredita que os supermercados distribuem gratuitamente a sacola plástica. É obvio que vai embutido no custo dos produtos. Ao obrigar a distribuição “gratuita”, na prática está forçando o consumo de sacolas, o que é péssimo para o meio-ambiente.

No fundo o discurso é o mesmo dos EUA para não assinar acordos ambientais: é preciso manter os empregos dos setores, mesmo que estes sejam ambientalmente irresponsáveis.

Deveríamos fazer a pergunta olhando pelo outro lado: por que uma pessoa que utiliza suas próprias sacolas é obrigada a pagar por aqueles que não o fazem?

Fica a dúvida.

45 Comentários + Add Comentário

  • Pierre, esse papo da sacola plástica parece fazer sentido a princípio, mas veja bem. A grande maioria das pessoas reutiliza as sacolas plásticas para colocar o lixo doméstico. Isso já é quase uma tradição. Sem elas, as pessoas simplesmente passarão a comprar sacos plásticos só para colocar o lixo, que é o que ocorre nos países onde supermercados não dao sacolas plásticas, no fim das contas a poluição é a mesma, mas provavelmente os fabricantes de sacos plásticos lucrarão mais.
    E não tem como usar sacos de papel para jogar lixo de cozinha, por exemplo, o saco rasgaria facilmente.

    Uma solução seria obrigar que as sacolas fossem se plástico biodegradável, mas tentar acabar com elas é inviável, e possivelmente gerará outros problemas, pois hoje temos sacolas para as compras e para o lixo. Se acabarmos com elas no mercado, fazer as compras será algo bem menos prático, pois teremos que estar sempre munidos de sacolas próprias, e pior, sentiremos mais no bolso o custo dos sacos de lixo que teremos de comprar a parte e no varejo, ao contrário de hoje, que pagamos sem sentir, um valor de atacado que é o custo que o mercado tem com eles.

    Isso é mais uma tentativa do governo passar para nós uma responsabilidade dele. Se a coleta seletiva e a posterior reciclagem fossem eficientes, estes sacos plásticos poderiam ser separados do restante do lixo nos aterros, e condicionados em locais específicos, para posterior reciclagem.

    • Assino embaixo.

      Existem inclusive sacolas para lixo feitas com plástico biodegradável. Esqueci agora qual é o fabricante, mas a sacola é verde – diferente das tradicionais azuis e pretas. São meio difíceis de achar, e também são mais caras alguns centavos. Mas é um começo.

    • Perfeito Carlos Felipe, a solução é reciclar (geração de empregos!) e educar (multar? punir?) o povo grosseiro que joga lixo ao léu…

      Não há uma sacola plástica que eu não reutilize…

      Pierre comprou o discurso bisonho dos ecochatos…

      • Os ecochatos estão em todos os lugares… impressionante!!

        Perfeito, Carlos.

      • Vou colar aqui um trechinho do texto do post:

        “Alguns meses atrás fiz o teste e comprei 4 sacolas feitas de PET, que desde então utilizo para fazer feira.

        Para minha surpresa, mesmo com isto ainda não precisei comprar sacos de lixo, porque o pouco que ainda consumo em padarias e nos mercados públicos (como o da Boa Vista), já são mais do que suficientes para meu uso. E com a vantagem de ser muito mais prático.”

    • Perfeita colocação, Carlos Felipe.

    • Exato!

    • Interessante é que os mesmos supermercados que ‘inflam’ essa campanha para o banimento de sacoldas plasticas para compras venda milhares de produtos embalados em….PLASTICOS!

  • Pierre, aproveita e faça a conta do quanto o seu sobrinho e os demais bebês que utilizam fraldas, pelo menos, até os dois anos de idade, utilizam e o quanto de residuo geram, bem como o impacto sobre o meio-ambiente.

    • Isso!

    • É outro problema sério que também precisa ser pensado, talvez com uso obrigatório também de materiais biodegradáveis. Talvez haja soluções melhores, não sei, mas certamente é um problema importante.

      No entanto, as sacolas plásticas são consumidas em um volume bem maior, portanto é um problema um tanto mais urgente. A boa notícia é que pro caso das sacolas já há solução: as biodegradáveis.

  • “Só um analfabeto econômico acredita que os supermercados distribuem gratuitamente a sacola plástica. É obvio que vai embutido no custo dos produtos.”

    Sim, perfeito.

    Agora o mais interessante é que mesmo depois deles pararem de distribuir as sacolas os preços continuaram os mesmos, eles não vão tirar o custo de dentro dos produtos.

    O Brasil tem disso, é sempre assim. Mais barato para empresa e f@da-se os clientes.

    • O Walmart dá desconto na compra quando o cliente não utiliza as sacolas plásticas. É um desconto muito pequeno, mas já é alguma coisa.

  • A algum tempo assim como o Pirre, tentei abolir as sacolas. Comprei um carrinho daqueles de puxar e umas sacolas retornáveis. Pra mim ficou ótimo, o carrinho é bem mais fácil de levar na rua, visto que não tenho carro. As sacolas retornáveis diminuíram meu consumo de sacolas plastias. O que precisamos nos lixos domésticos é muito pouco diante do que normalmente recebemos no comercio. Também tem o fato de que reutilizar essas sacolas em outra função como lixo, apenas atrasa o problema, não resolve quase nada. Acho que mesmo que todos comprarem seus próprios sacos de lixo de verdade, ainda assim, consumiríamos menos sacolas. Em fim, assim como Pierre, eu tentei.

  • Eu acho bastante louvável que as pessoas pensem em novos meios de carregar suas compras sem prejudicar o meio ambiente, seja com sacolas em PET, de tecido, ou de qualquer outro meio que seja menos agressivo ao mundo em que vivemos… mas ninguém me tira da cabeça que o fator primordial para essa luta das cadeias de supermercado em abolir as tradicionais sacolinhas é o Econômico. Esse é o ponto chave que eles estão levando em conta.. depois que fizeram as contas do quanto representavam as sacolas em seu custo final decidiram adotar esse discurso politicamente correto…

  • Esse é o mesmo papo do aquecimento global, canada de O3 e emissão de CO2: papo furado.

  • Pelo pouco que sei não foi apresentado nenhum estudo razoável sobre isto. Para os supermercados tirar a sacola é economia de custos, e as pesquisas mostraram que nada foi repassado para o consumidor e sendo portanto absorvido no lucro.

    Para o consumidor o custo claramente aumentou, não apenas porque ele tem de comprar as sacolas ou outras embalagens para fazer compras, mas também porque ele precisa substituir as sacolas plásticas onde elas eram reaproveitadas (sacos de lixo e embalagens improvisadas).

    Para o meio ambiente o resultado é duvidoso. Se reduz a produção de sacolas mas se troca isso por sacos de lixo, sacolas, caixas e outras embalagens.A necessidade de transportar mercadoria e lixo não muda, e não parece a principio haver grande saldo positivo porque os materiais envolvidos em ambas as estratégias são os mesmos. E mesmo que haja algum, deve-se ponderar pelo prejuízo ao consumidor que arca com o custo, afinal como bem salientou um dos leitores se for para ir para a ponta do lápis deve-se voltar a velha fralda de pano.

    No fim, o MP está corretíssimo em intervir. A solução dos supermercados está mais para enganação com discurso ecológico que para ação de cidadania.

  • Há uns quatro anos resolvi usar o mínimo possível dessas sacolas. Comprei várias sacolas de pano e outras duas de lona. Hoje não consigo ir ao supermercado sem elas.

    É bem mais prático de carregar e mais rápido de embalar. Jogo tudo numa sacola só, sem precisar embalar e desembalar uma a uma.

    Só pego as sacolas plásticas quando faço pequenas compras (padaria, farmácia) e reutilizo como saco de lixo.

    Se fala muito em sustentabilidade, mas pouco se faz. Podemos adotar hábitos simples que diminuem muito o impacto poluidor que geramos no ambiente.

    Exemplos: juntar garrafas de vidro e papel para reciclagem. Outro é guardar pilhas e baterias velhas. Vou recolhendo tudo e uma vez por quinzena, deposito num posto de coleta para reciclagem perto de casa.

    São coisas simples e práticas que fazem a diferença. Não espere soluções milagrosas e mágicas dessas conferências de clima, que geram mais discurso, papelório e lixo do que resultados.

  • Pierre, faltou você comentar sobre uma solução que sequer precisaria mudar hábitos do consumidor: as sacolas biodegradáveis.

    Obviamente, hoje em dia ainda são mais caras, mas somente porque o consumo é baixo. A partir do memento em que as sacolas biodegradáveis forem a regra nas principais capitais do país, já vai vai haver um volume de produção suficiente pra os preços caiam pra alguns poucos centavos, tornando-se imperceptível pras famílias no preço final da feira.

    E ainda por cima, não haverá desculpa por parte da indústria dos sacos plásticos, pois elas terão a oportunidade de entrar nesse novo mercado. Assim como a indústria de televisões, por exemplo, abandonou as linhas de montagem de TVs de tubo e teve que investir em uma estrutura toda nova pras TVs de plasma/LCD/LED, a industria de sacolas deve sim se adaptar às novas exigências do seu mercado consumidor, se não quiser desaparecer por sua própria inaptidão.

    • Qual supermercado vai querer pagar mais pelo cliente? Isso nunca vai acontecer enquanto não houver multas ou governo em cima, com muitas notícias…

      O supermercado pode deixar de distribuir as sacolinhas normais e economizar
      Ou
      Distribuir sacolas biodegradáveis e aumentar o custo

      Não tem como… vai ser difícil ver isso acontecer.

      • Concordo, Saulo, mas eles tem que ser forçados é por força de lei mesmo.

        Se não houvesse lei que obrigasse a indústria automobilística a produzir carros cada vez menos poluentes (e com o custo maior pra eles), hoje em dia, com uma frota de carros 20 vezes maior que há 20 anos, toda cidade grande seria uma Cubatão dos anos 80.

        O que eu estou argumentando é que com o tempo e o aumento da produção, a diferença de preço entre a sacola de plástico comum e a biodegradável vai ser irrisório. Então essa desculpa também cai por terra.

    • A sacola biodegradável que as pessoas falam muito, polui mais que as atuais, pois o produto que a faz ficar degradável é muito mais tóxico que o plástico . O custo de uma sacola para o super mercado sai entorno de R$0.02 ( dois centavos ), eles querem vender a R$ 0.25 a vinte cinco centavos ou mais este é o único interesse, não tem nada de ecologia ou salvar o planeta. Isto é apenas negócio nada mais.

  • cx de papelão pra mim. o resto é padaria e pequenas compras.

  • Pierre, de boas intenções o inferno está cheio. O Procon e o Ministério Público apoiaram esta iniciativa no início, mas entraram de gaiatos nessa. Eles mudaram de idéia quando viram que a única intenção dos mercados (principalmente os grandes, pois a maioria dos pequenos manteve a distribuição das sacolas) era cortar custos.

  • Eu tenho sacolas PET e sempre que posso eu utilizo, pois detesto ter que jogar no lixo sacolas que tiveram um custo ambiental e financeiro para serem produzidas. Mas eu concordo com a distribuição das sacolinhas, porque ninguém leva sacolas PET para todo lugar.

    Um exemplo: muitas vezes você está na rua, e se por qualquer motivo você precisa comprar algo, como você vai carregar quando pegar o onibus? Na mão? Na cabeça? Dentro de alguma caixa de papelão (que os mercados dão graças a Deus toda vez que alguém leva aquele lixo)?

    E quando as sacolas PET que você carrega não são o suficiente? É necessário algo para carregar o excedente. Uma vez fiquei muito bravo com este tipo de proibição quando minhas compras se espalharam pela rua porque tive de sobrecarregar a sacola que eu levava (porque eu não tinha nenhuma outra alternativa para carregar os excedentes) e ela arrebentou a alça. Quem pagou pelo pote de azeitonas que quebraram na rua? Eu, lógico!

    Não é forçando a população que se cria consciência ecológica.

    • Exato!

    • Perfeito!

    • Complementando … se uma pessoa vai ao shopping comprar um presente, roupa, sapato, o artigo que for, vai carregar na mão, sem embalagem ?

  • Podem ser chamados de ecochatos por qualquer um, mas ninguém (além dos próprios ecochatos) faz o que eles pregam.

    Quem não gosta dos “ecochatos” são, geralmente, aqueles que costumam fazer coisa errada e ser repreendido por alguém que é um “ecochato”.

    Em cidades européias, a sacola plástica tradicional é PAGA pelo consumidor. Além disso, os supermercados tem a obrigação de distribuir sacos biodegradáveis para o lixo exclusivamente PLÁSTICO. O lixo orgânico é colocado sem saco, sem nada, diretamente no cesto coletor de lixo orgânico. O vidro tem coletores específicos para cada cor. E assim por diante. A implementação de uma política séria de coleta de resíduos sólidos custa DINHEIRO (conscientização, compra dos coletores, carros de coleta adaptados…) e é mais barato jogar no ATERRO SANITÁRIO, ou outros nomes que costumam dar para isto.

    Garrafas de bebidas em vasilhames retornáveis (custa manter a coleta e reposição das garrafas, mais barato vender a PET) são comuns lá também, não restritos apenas à cerveja e refrigerante. Quando se compra um vasilhame, o supermercado emite um boleto extra com o valor referente ao vasilhame que você irá receber de volta caso devolva o vasilhame: é como um aluguel pela garrafa.

    Esta cidade que falo é Freiburg im Breisgau (ALE)… estive lá por 2 vezes, por mais de 1 mês e é perfeitamente possível viver e se adaptar à realidade deles. Por que não importar isso para cá?
    Ahhh… o modelo americano é mais moderno e barato (e ambientalmente custoso).
    (http://www.youtube.com/watch?v=RkcMJhUkfX0)

    Podem me chamer de ecochato, mas os ecochatos fazem a diferença de alguma forma. Só para saber, você coloca a sua bateria no coletor ou joga no lixo tradicional? Não faltam coletaros…. bancos, farmácias, dentro do Centro de Informática, tem coletores.

    A preguiça de fazer a coisa certa gera custos muito maiores…. se dilui com o tempo e acaba sendo financeiramente mais impactante.

    Uso o ônibus por ter medo de andar na cidade de bicicleta… quando de carro, pego carona. As pessoas são preguiçosas ao ponto de justificarem ter “carro” por facilidade de acesso (apenas). Isso é verdade, mas são esses mesmos carros que fazem o trânsito ficar parado a maior parte do tempo na cidade.

    Vejamos o exemplo: se você ficar parado em qualquer esquina da RMR e verificar quantas pessoas estão dentro dos carros que passam, a maior frequencia são de carros com apenas 1 ou 2 pessoas. INCRÍVEL.
    O tempo que você passa no engarrafamento eu passo no ônibus, no mesmo engarrafamento e lendo um livro, meus emails no celular ou escutando músicas.

    Uma conclusão bem simples: o que faz nosso país ser da forma que é está diretamente relacionada à politicagem (i.e. vontade pololítica) e ao custo. O partido da petralhada está ajudando a perpetuar o que já estava “cagado” pelos tucanos. NÃO MUDA NADA! Só a conversa mole.

    Podem aparecer uns que dirão: “ahhh…. fulano que mora numa palafita, no capibaribe, não vai querer fazer isso, reciclar, colocar”

    Aí eu digo: “Engano seu!” Uma garrafa de 1L de coca-cola (plástica retornável) custava cerca de 0,21 euros, o que é mais ou menos o preço de um quilo de alumínio das latas. É mais fácil catar garrafas ou juntar garrafas? Dezenas de pessoas estavam pelas ruas durante a noite CATANDO GARRAFAS de cerveja e vinho para trocar por DINHEIRO.

    Pessoal, sem hipocrisia, mas tudo pode ser reaproveitado e gerar renda. A diferença é que tudo tem o seu STATUS e deve existir e perpetuar na sociedade a cultura do LISO.

    Eu reciclo, eu sou LISO.
    Eu ando de ônibus, eu sou LISO.
    Eu uso garrafa reciclável, eu sou LISO,
    Eu não quero ter carro, é porque eu sou LISO (tu sabes disso?!!)
    E por aí vai.

    Fica a dica.

    Ecochato é chato, mas existe motivo.

    Sem mais.

    Isso é apenas um exemplo, entre muitos.

    • Excelente!

  • É mais fácil deixar o problema do lixo para quem vem depois do que tratar do caminho do lixo que produzimos agora né?

    Cadê sua responsabilidade? Está tirando das suas costas e colocando nas dos seus filhos.

    Pelo visto, a minha geração (na época ganhava o slogan de “geração da mudança”) foi apenas uma jogada de marketing para alienar mais pessoas, pois não ensinaram todos da minha época a fazer o certo.

    Fazer oq…. :/

  • Estive em Belo Horizonte este fim de semana e lá, descobri que é proibido por lei o uso de sacolas plásticas. Bom exemplo a ser seguido do poder político (público) ditando as regras e limites ao poder econômico (particular).

  • Muita conversa fiada, bullshit, ecochatisse…

    Quase tudo que se compra num mercado vem embalado em plástico…

    Todo mundo deveria levar um recipiente pra comprar farinha, feijão, arroz, açúcar, etc…

    A palavra chave é reciclagem…

    Pqp…

  • Não sei se já foi dito por aqui, mas tenho que informar que as sacolas plásticas SÃO 100% RECICLÁVEIS.

    Logo, o uso indevido é que é o problema, incluindo utilizá-las como saco de lixo. Porém, concordo que não existe ainda uma solução mais adequada para o problema do armazenamento do lixo.

    Procura-se tratar o problema ambiental com vários vilões. A bola da vez são as sacolas. Já culparam até as pobres vaquinhas, cujas bufas viraram manchetes internacionais, coitadas…

    Investir em pesquisa sustentável e educar as pessoas são as únicas soluções. Mas enquanto não se faz isso, vão arrumando outros culpados.

    • Concordo. E as sacolas biodegradáveis também não são a solução para tudo. Elas liberam poluição para se degradar ao ar livre e devem ser processadas em usinas de compostagem. De nada adianta usar sacolas biodegradáveis sem mudar a forma como a gente destina o lixo aqui no Brasil.

  • Isso também serve para a utilização de copos plásticos.

  • E como vou recolher o lixo? As sacolas tradicionais serão de papelão? Que papo mais furado.

    O que tem que ser feito é educar a população. Coisa que o Brasil não faz.

  • eu tenho certeza q n devem ser proibidas as sacolas

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).