
Não há como falar de inovação nos dias de hoje sem citar Steve Jobs, o fundador da Apple, e Bill Gates, da Microsoft. Os dois são os maiores exemplos de como idéias revolucionam a vida das pessoas e agregam valor a um país.
Nos últimos anos a Apple modificou a forma de ouvir música, através do MP3, lançou computadores com sistema operacional extremamente eficaz, e ainda se lança no mercado de tablets com seu Ipad. Isso sem falar no iPhone. Já Gates é dono do Windows, que dispensa comentários.
Exemplos como esse são os que tornam os Estados Unidos a potência econômica que é. Suas empresas são altamente inovadoras. Por mais bisonho que possa parecer o americano comum, a tentativa de empreender faz parte do DNA das pessoas. Isso transforma a economia de um país, que conta com um sistema educacional superior muito eficaz.
Um dia desses um colega de Universidade, que estuda justamente Inovação, me disse: Nós tivemos azar, porque nem Jobs nem Bill Gates nasceram no Brasil.
Eu respondi: meu amigo, se tivessem nascido no Brasil, Jobs seria auditor da Receita e Bill Gates seria promotor.
Muitos me questionam o fato de criticar o desnível proporcionado por algumas carreiras no Brasil, e por criticar o concurso público, porque sou um concursado.
Vejamos o comentário do leitor Rururu, no texto anterior:
rururu
Pierre faz tanta críticas aos concursos públicos e esquece que ele é um concursado.
Não se trata apenas sobre o concurso, mas sobre a preferência estatal por carreiras tipicamente de atividades-meio, em detrimento da prestação de serviços no final. No meu caso específico, o concurso de professor não é algo que remunera bem. Aqueles que estão na ponta da prestação de serviços normalmente ganha mal.
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