Clodovil apresenta o melhor projeto desde a Constituição de 1988

jul 9, 2008 by     23 Comentários    Postado em: Política

clodovil

Depois de protagonizar alguns momentos bisonhos, o deputado Clodovil Hernandes, um dos mais votados do país, apresentou o melhor projeto que a Câmara teve em muitos anos.

A proposta dele é reduzir de 512 para 250 o número de deputados. Segundo o deputado, a Casa funciona bem melhor com menos da metade dos deputados, se os que ficarem quiserem trabalhar.

Clodovil não está só nesta empreitada. Segundo o jornal O Globo, Ciro Gomes, Michel Temer, Miro Teixeira, Sarney Filho, Aldo Rebelo e outros (no total 279 parlamentares) subscreveram a proposta.

Clodovil disse que isso reduziria o custo da Casa, e ainda diminuiria o nível de corrupção do país.

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23 Comentários + Add Comentário

  • Longe de parecer viável, o projeto de Clodovil vai fazer com que só bilionários se elejam. Caindo para 250 parlamentares o coeficiente eleitoral para se atingir uma vaga vai dobrar. Em PE subirá de uns 140 mil para 280 mil votos, tornando a busca do voto mais cara, caríssima, insuportável para servidores, classe média, trabalhadores rurais, para o povo simples.
    Só terão chance os mais ricos e esses mandarão no Congresso, com aliás já fazem, aprovando as leis à sua imagem, semelhança e interesses.
    Afirmar que a redução de vagas diminui a corrupção é assumir que essa praga continuará, com custos menores.

    • Paulo Santiago,
      creio que seria muito bom repensar a história de só milionarios se elegerem. Eu iria mais longe até: deveria ser exigido dos candidatos diploma universitário com experiência comprovada. Afinal, os deputados são os legisladores do país, dentre outras coisas, e só deve se eleger quem tem capacitação para tal.
      E você, com a “busca do voto mais cara”, concorda que voto no brasil é comprado e, assim sendo, quem vende voto nada merece. e quem o compra, menos ainda.

    • É só criar regras para se candidatar, exemplo só pode ser candidatar pessoas que ganham até xis valor. Tem que reduzir a quantidade de deputados e senadores também, atualmente são 81 senadores, 3 por estado, pode muito bem só ter 1 senador por estado e que seja um senador independente sem partido.

  • Acho que a proposta é realmente o reflexo do elitista Clodovil.
    Reduzir os assentos na Câmara na verdade esconde um desejo de fechar a casa.
    O Paulo Rubem foi muito feliz no comentário, ele está certíssimo. Devemos sim, procurar ampliar o número de deputados com, quem sabe, alguns eleitos por setores sociais específicos, uma com mais mulheres, negros, índios, jovens, operários, professores…

    • Cláudio,
      desde quando reduzir gastos públicos e roubalheiras é elitismo? Por que, por exemplo, São Paulo precisa de 70 deputados?
      Chega de o povo sustentar tantos parasitas que nada fazem daquilo a que se propuseram.
      E, para ser sincero, a melhor opção seria mesmo fechar o congresso. Um penduricalho inútil nos cofres públicos.
      Aumentar o número de deputados… você fala a sério ou está brincando? Isto é piada do mais negro humor que já ouvi.

  • Em referência ao comentário anterior, penso que o problema do encarecimento da “busca do voto”, e o conseqüente esvaziamento da representatividade democrática que ele implica, deve ser aplacado com o estabelecimento de regras razoáveis de financiamento de campanha, e não com a manutenção da grande e dispendiosa quantidade de assentos no parlamento.

    Pode, na verdade, sinalizar: (i) uma contenção da hipertrofia do executivo federal; (ii) a valorização individual da função de deputado e da figura do partido político, uma vez que, de acordo com o entendimento da Justiça Eleitoral e do STF, “as candidaturas representam um monopólio dos partidos políticos” (Min. Celso de Mello); (iii) a possibilidade de a população incrementar o nível de fiscalização sobre o labor dos parlamentares; além da apontada redução de gastos públicos, cujo retorno é notadamente questionável.

    De qualquer maneira, admito que estou pasmo com o projeto; que, em virtude do descrédito e da apatia política reinantes, deverá, paradoxalmente, ter grande apelo popular.

    Apoiado!

  • Realmente longe de ser viável,

    além do mais a Câmara dos Deputados, no Estado Democratico de Direito em que vivemos, representa o povo em geral, é chamada de Câmara Baixa. Com poucos parlamentares já temos o Senado Federal que é a Câmara Alta e representa os Estados da Federação.

    Diminuir o número de parlamentares na Câmara Baixa é diminuir a representação popular no Congresso Nacional.

    Talvez o Clodovil como esta dentro do sistema de trabalho da Câmara dos Deputados viu como é a situação lastimante e teve essa idéia (ou a idéia surgiu, como é do tipo dele, para aparecer mesmo).

    Mas O PROBLEMA dos trabalhos não andarem, NÃO ESTA NA QUANTIDADE E SIM NA QUALIDADE de Deputados Federais que o povo brasileiro anda elegendo.

    O problema da qualidade de nossos parlamentares esta tão gritante que hoje vemos o tipo de discussão legislativa que se tem, como por exemplo temos a chamada Lei da Homofobia em discussão que além de totalmente viciada de erros e inconstitucional, criminaliza você ter opinião (criminaliza o cidadão de ter opinião, pois não considero ser preconceito uma opinião já formada. Ter opinião, no caso, é ser contra o comportamento, ter preconceito é ser contra o individuo).

    Nossa sorte é que lá no Congresso Nacional ainda se contam os homens que trabalham e pensam em prol de nossa nação.

  • Caro Paulo Rubem,

    Acho que o voto distrital misto tornaria a campanha mais barata porque o deputado não precisaria fazer campanhas em várias regiões dispersas para se eleger. Além disso, o fato de ser misto possibilita os candidatos do voto de opinião disputarem em boas condições.

    Iss0, associado a algumas regras que privilegiem ações baratas de campanhas, como a internet (não é, TSE?!), ajudaria muito.

    Abs

  • Pois é Bahé, uma reforma política que abarcasse esses pontos elencados e tantos outros e urgente, de fato.

    Mas essa proposta isolada, na forma como colocada pelo, pásmem, Dep. federal Clodovil, vai ter os efeitos citados por Paulo Rubem. Aqui em PE só vão entrar Inocêncios, Armandos Monteiros, Coelhos de petrolina etc…

  • Se o voto fosse distrital ainda se entenderia tantos congressistas, visto que o Brasil é bastante heterogêneo também em termos espaciais. Mas hoje temos mais congressistas que os norte-americanos mesmo com 120 milhões de habitantes a menos. De fato parece exagero, mesmo considerando que reduzindo teria-se o problema do financiamento.

  • Eu acho que a quantidade deve ser mantida, esse Clodovil é um doido!

    Foi uma lavada a quantidade de voto que ele recebeu, ai pensa nessas coisas porque acha que não vai atingir ele.

    Posou pra foto e tudo para parecer que tava pensando nesse projeto de lei. Fazendo careta de pensador… kkkkkk

  • Bahé,

    Faça uma enquete relâmpago para alguém nominar os 28 representantes pernambucanos no Congresso Nacional.
    Garante que de pronto ninguém sabe.
    Agora, faça o mesmo para seleção brasileira de futebol convocada recentemente.
    Sejamos razoáveis, é muita “representatividade” dispendiosa, desnecessária e improdutiva.
    O voto distrital, por região, meso-região ou o que valha, abrangendo toda população, inclusive sem a obrigatoriedade do voto, teríamos resultados melhores…Saberíamos inclusive, mas facilmente, a quem cobrar propostas que atendam os anseios do povo.
    Dou meus parabéns ao Clodovil pela oportuna iniciativa.
    Que se estenda a idéia para as demais “casas do povo”!

  • Concordo com Paulo Rubem e também acho que a sugestão de Bahé e pertinente, porém já que criaram o regime de cotas na educação pública, porque não atribuir o mesmo ao processo eleitoral.???!!!

  • Vejo com extremo exagero que a diminuição na quantidade de deputados diminuiria a representatividade na camara.
    Mesmo se assim o fosse, voto distrital e financiamento da campanha eleitoral publica resolveria esse “problema”.
    O custo/benefício da camara ta longe de ser satisfatorio. Imagino que a metade dos deputados podem fazer o mesmo “trabalho” que se faz hoje. Sem contar com a maior facilidade de fiscalização.
    Me espanta na verdade (por puro preconceito, admito) é essa otima iniciativa vir de Clodovil.

    “esta na hora de você rever seus conceitos” ehehehe

  • Seria interessante também que fosse apresentada proposta similar no senado (com minúscula mesmo)! Ao invés dos atuais oitenta e um, reduzir tal número para vinte e sete, com um representante por estado e mais um pelo Distrito Federal. Seria menos corrupção, menos empregos com salários polpudos para apaniguados e familiares de suas excelências. Consequentemente sobraria algum dinheiro para ser aplicado em saúde, educação, segurança pública e outras áreas que dão origem às nossas mazelas!!!

  • A proposta do Dep. Clodovil foi rejeitada pela Mesa da Câmara: Faltou quorum privilegiado das assinaturas. Para apresentar uma PEC são necessários 270 assinaturas, a dele só tinha 250! Nem foi apreciada. Agora ele deve buscar as 20 que faltam e tentar reduzir de 513 para 250 parlamentares.

  • A proposta com certeza é interessante desde de que o Brasil tambem mude alguns principios Politicos pois se tratando de um lugar onde a maioria so visa o interesse proprio poderiamos muito bem manter as cadeiras e diminuir os altos salarios onde uma vez pelo tanto que eles trabalhão não corresponde pelos serviços que eles prestam a população, acredito se esses Senhores recebem um salario um normal para a qualidade dos brasileiro quem sabe teriamos pessoas mais interessada em trabalhar ao inves de lesar o brasileiro.

  • Há que correr a lista para tornar este projeto viável!!

    Cadê a lista gente?

    http://www.youtube.com/watch?v=fU8W79GmgSc = Custo de cada parlamentar brasileiro!!!!!!!

    http://www.abi.org.br/colunistas.asp?id=434 + http://deputadoclodovil.blogspot.com/2008/08/clodovil-insiste-na-reduo-do-nmero-de.html

    Urge depurar as falácias literárias, sobretudo históricas e empregar livros com a verdadeira semântica factual destas disciplinas como : América Latina, Males de Origem – Manoel Bomfim; O cânone Imperial, O cânone colonial, O cânone republicano – todos de Flávio R. Kothe; Genocídio americano – Julio José Chiavenatto; A águia e a galinha – Genésio Darci Boff; 1808 – Laurentino Gomes; Mauá, o empresário do império – Jorge Caldeira; Dom Pedro I e a Marquesa de Santos – Alberto Rangel; A República – Platão; Contrato Social – Jean |Jacques Rousseau; e obras realmente literárias e iluministas de Fiódor Dostoiévski, Franz Kafka, Vitor Hugo, Charles Dickens, William Shakespeare, Gotthold Ephraim Lessing, Immanuel Kant, René Descartes entre tantos outros de autêntica importância, inexoravelmente fundamentais à brasilidade almejada.

  • Em seu livro Dom Pedro I e a Marquesa de Santos, Alberto Rangel pondera, na contracapa: “a negligência dos brasileiros pelo seu passado, por suas tradições, é singular; uma verdade acerba: o medo do comprometimento, a fobia da documentação. Se isso não superarmos, acabaremos como principiamos: espectros de uma raça enredados na selva………”

    É concorde ser a sociedade que elabora e implanta as instituições sociais e que, por essa razão o Estado não está acima da mesma. – todavia, segundo Marilena Chauí, http://www.une.org.br/home3/educacao/m_4912.html “no Brasil, as leis são armas para preservar privilégios, jamais tendo definido DIREITOS POSSIVEIS PARA TODOS; a sociedade bloqueia a opinião de classes diferenciadas, com os meios de comunicação monopolizando a informação; o consenso É CONFUNDIDO com unanimidade e a discordância, com ignorância Em sua visão, os direitos, na prática, são concessões e outorgas que dependem da vontade do governante; há uma contumaz recusa em trabalhar os conflitos, porque eles negam a idéia mítica da boa sociedade pacifica e ordeira. Em vez de figurarem um pólo público de poder e regulação dos conflitos, AS LEIS aparecem como inúteis e inócuas, feitas para serem transgredidas e não transformadas. Uma situação violenta é transformada num traço positivo quando a transgressão é elogiada como um “jeitinho brasileiro”;
    “O paternalismo branco”, aponta Chauí, “refletido na forma do clientelismo e do favoritismo, é considerado “natural”, às vezes até exaltados como características positivas do caráter nacional; as pessoas não são vistas como sujeitos autônomos e iguais, como cidadãos portadores de direitos; os indivíduos são divididos entre mandantes e obedientes, e todas as relações tomam a forma de tutela, de dependência e de favor; a luta popular pelos direitos e por novos direitos tem sido a história da democracia – algo que estaria longe de ser concretizado no Brasil porque segundo a filósofa há uma verticalização social, hierárquica e oligárquica, polarizada entre a carência absoluta e o privilégio absoluto com enormes bloqueios e resistências à instituição dos direitos econômicos, sociais e culturais, motivo pelo qual os meios de comunicação de massa e os setores oligárquicos nos fazem crer que a sociedade brasileira é ordeira acolhedora, pacífica, e que a violência é um momento acidental, um surto, uma epidemia, um acidente, algo temporário que, se bem tratado, desaparece, e que pode ser combatido por meio da repressão policial. Mas, na verdade, a violência é o modo de ser da sociedade brasileira”, acredita.

    O escritor, professor e ex-deputado federal Agassiz Almeida monta em A República das Elites um poderoso painel onde, ao percorrer os mais de cinco séculos de história do Brasil, examina detalhadamente a controversa relação mantida entre as elites e os intelectuais. Segundo ele, as expressões artísticas e culturais presentes em nosso país sempre trabalharam – com raras exceções – a favor dos endinheirados.
    Para o autor, as elites negam a relevância e o talento do povo brasileiro. Ao repetir e disseminar bordões do tipo “o brasileiro é preguiçoso” e “só a polícia pode acabar com a marginalidade”, os formadores de opinião fixaram uma idéia que não poderia estar mais distante dos fatos. A República das Elites mostra que os corruptos são os próprios poderosos, que compram dispendiosas mansões no exterior com o dinheiro roubado dos cofres públicos de um país em que uma enorme fatia da população é composta por miseráveis. Tal ideologia elitista remonta aos tempos da colonização portuguesa, quando a aristocracia assumiu o monopólio de extração do pau-brasil. No século XVI, grande parte das terras brasileiras já estava nas mãos de alguns poucos senhores de engenhos e barões do café que adoravam se vestir com tecidos importados.
    Fundamentando-se em pensadores como Marx e Marcuse, Agassiz explica que essa ideologia é cultivada por políticos e artistas – justamente aqueles que deveriam lutar contra ela. Na sua visão, a participação da intelectualidade nos movimentos revolucionários ocorridos no Brasil foi de pouquíssima relevância. O autor ressalta que, ao contrário do que aconteceu em outros países, a literatura brasileira nunca manifestou qualquer repúdio aos donos de terra escravocratas e aos militares torturadores. Pelo contrário: em obras de autores renomados, entre eles Mário de Andrade e Monteiro Lobato, foi o povo que se viu ridicularizado nas figuras de “heróis sem nenhum caráter” (Macunaíma) e “piolhos-da-terra” (Jeca Tatu). Em suas próprias palavras, Agassiz Almeida enxerga a arte como o “ponto de partida para encontrar o homem no seu calejado ramerrão, e não como embalo para deleite e sensibilidade de uma pequena minoria”.
    Agassiz (que combateu as ditaduras de Oliveira Salazar, em Portugal, e Augusto Pinochet, no Chile) lembra ainda que, no Brasil, avenidas e monumentos são sempre batizados em homenagem a monarcas e generais, enquanto os heróis que realmente batalharam pelo país – em ocasiões como a expulsão dos holandeses, a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana e a Coluna Prestes – foram praticamente excluídos da história oficial. Os nomes que hoje ganham destaque nos livros didáticos como grandes figuras do nosso passado são aqueles que sempre exploraram o povo e fizeram com que o Brasil se tornasse a nação com maior desigualdade social em todo o globo.
    Ainda assim,“se a injustiça,” segundo Henry David Thoreau, “é parte do inevitável atrito no funcionamento da máquina governamental, que seja assim: talvez ela acabe suavizando-se com o desgaste – certamente a máquina ficará desajustada.. A verdade de um jurista não é a VERDADE, mas a consistência, ou uma conveniência consistente. A verdade está sempre em harmonia consigo mesma, e a sua importância principal não é a de revelar a justiça que porventura possa conviver com o mal. A forma pela qual os governos dos Estados onde existe escravidão, (como se a remuneração oferecida ao magistério brasileiro tivesse melhor dignidade,) decidem regulamentá-la é matéria da sua própria deliberação, pela qual são responsáveis perante os seus cidadãos, perante as leis gerais da propriedade, da humanidade e da justiça, e perante Deus. Por isso, exorta Thoreau, faça da sua vida um contra-atrito que pare a máquina. O que precisa fazer é cuidar para que de modo algum participe das misérias que, condena.(?)”

    Destarte, a completa falta, por exacerbado desconhecimento, de alteridade no enlaçamento social, expressa na multissecular DESIGUALDADE SOCIAL BRASILEIRA aferida pelo “COEFICIENTE DE GINI” http://es.wikipedia.org/wiki/Coeficiente_Gini (na página em português as informações estão dispostas convenientemente, ardilosamente…. de maneira a não permitir imediata visualização por número de classificação) indica insofismavelmente que o país ocupa a 111ª P I O R P O S I Ç Ã O E M D E S I G U A L D A D E SOCIAL entre 122 países, e que há muito o que se fazer, a começar por uma vontade PATRIÓTICA e não política, de se empreender correções.

  • Quanta merda se fala de uns míseros deputados que nem o serviço deles que é legislar o fazem a contento, deixam tudo pro executivo, através de MPs! É ai? Se eles não reagem, tirá-los de lá não é golpe contra a democracia e limpeza. Doa a quem doer.

  • …Enquanto os porcos engordam na pocilga, as ovelhas definham para engordá-los!…Até quando?…REAGE BRASIL!!!

  • Mais uma eleiçao e vamos novamente colocar pessoas erradas como sempre o Clodovil tinha razao muita gente lá pra encher o bucho d grana ou será grama alguns entram para encher os bolso só para ñ trabalhar sol a sol igual um brasileiro normal fazer oque nunca vai mudar o comercio eleitoral brasileiro parabens Brasil !!!!

  • é uma ótima proposta mas pode ser melhorada reduzindo também os senadores, ministros, vereadores prefeitos dentre outros imagine só, minas tem 853 prefeitos 853 vice-prefeitos e por ai vai, pra que tantos políticos????? precisamos é aproveitar o momento e colocar em pratica essa ideia.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).