Pedir impeachment é direito de todo cidadão

ago 17, 2015 by     25 Comentários    Postado em: Política

Ontem novamente mais de meio milhão de pessoas foram às ruas para protestar contra o Governo. Desta vez o recado foi mais direto: queriam a saída de Dilma Rousseff.

Foi o terceiro grande protesto do ano. O primeiro, realizado em março, foi gigantesco e desidratou o Governo, transformando o PT em um cadáver político. Segundo o Datafolha, em São Paulo foram 135 mil pessoas. Já em Curitiba a PM estimou em 60 mil e em Ribeirão Preto 40 mil.

Mas se a popularidade (ou a falta de) de Dilma não é novidade, o que  começa a chamar a atenção é a absoluta falta de humildade e a tentativa de menosprezar e dar um caráter de golpe a um pedido de grande parte da população.

Vamos deixar claro: pedir a renúncia ou saída de um presidente é um direito que qualquer cidadão ou partido possui. Aliás, é um direito constitucional pedir. O argumento tosco utilizado por aqui está começando a ficar parecido com o da Venezuela.

Aliás, a desfaçatez é tão grande que se esquecem que pediram o Fora FHC.

Melhor ainda é lembrar que o atual Ministro da Defesa e um dos principais quadros do PT, Jacques Wagner, deu entrada em um pedido de impeachment de Itamar Franco na Câmara Federal.

Muito melhor do que ficar ironizando as pessoas que foram às ruas ou chamá-las de fascistas e golpistas seria reconhecer que o Governo é péssimo, que a corrupção instalada foi gigantesca e que esta crise econômica é resultado da gastança desenfreada em 2014 para ganhar as eleições. Seria mais digno reconhecer que o PT traiu frontalmente os que votaram em Dilma, que disse que ia fazer uma coisa e fez outra.

Neste momento em que muita gente vai às ruas, ao invés de ironizar (inclusive selecionando cartazes com dizeres idiotas apenas para descredenciar o protesto legítimo de muitos), o melhor seria baixar a cabeça com humildade e reconhecer que o Governo está no volume morto por sua própria incompetência.

Só para relembrar: pedir impeachment é direito de qualquer um. A forma como se faria esta saída é que diria se seria ou não constitucional ou um golpe.

Ou será que todo mundo é obrigado a ficar calado durante quatro anos, sem poder protestar, apenas porque votou?

Lá nos EUA Nixon teve que renunciar porque mentiu. Por aqui para se contar as mentiras ditas seria preciso escrever um livro, ou quem sabe uma enciclopédia.

Já em relação ao “crime” cometido por Itamar… um ministro seu teria mostrado a MP do Plano Real à análise de Fernando Henrique, que já era candidato.

Realmente um grande crime, passível de impeachment.

Ah, estes golpistas!!!

25 Comentários + Add Comentário

  • Concordo com o texto. Realmente pedir a saída da presidente não é golpe.

    O golpe e o que faz tal movimento ridículo são: a imprensa apoiando descaradamente se fingindo de isenta no primeiro caso, e o caráter doentio de grande parte das pessoas que participam no segundo caso.

    Explicando os pontos, a imprensa tá mais que óbvio jogando nos seus próprios interesses… uma possível Ley de Medios brasileira pode ser o fato motivador.

    O gaiatismo dos participantes, transformando o que poderia ser a mais bela expressão democrática em teatro burlesco, com malucos e psicóticos surgindo de todos os cantos. Em suma, ódio aflorado!

    Enfim, pode-se sim fazer milhares de protestos… mas as causas primas – maquiadas – que estão por trás deles é que me fazem vergonha!

    “Já ouviu falar em poupança e investimentos ? Por isso precisa pegar busão às 04h30, mané vermelho!!”
    Usuário Alexsandro, em 12/08/2015 no Post “A sensacional Agenda Brasil”

    • Rapaz, tudo que vc ta dizendo, o PT fazia também, não queira desvirtuar o que ta sendo dito. O PT fazia protestos como ? igual a uma uma procissão religiosa ?

  • Pierre, ainda bem que ainda existem caras como você para constatar o óbvio. Fiz um texto no meu face ontem à noite falando nesse mesmo sentido, embora um pouco mais detalhado. Segue:

    O fenômeno mais interessante de se observar e analisar nessas três manifestações que ocorreram esse ano pedindo a destituição da presidente da República foi a reação dos opositores das manifestações. Pela primeira vez em muito tempo, tivemos mobilizações populares fugindo ao padrão habitual de pedido de mais intervenção estatal na economia ou de demonização dos setores ditos conservadores da sociedade como o empresariado, as igrejas cristãs e as forças de segurança pública (exército e polícias). Assim, choveram críticas renitentes e insistentes nas redes sociais e setores da imprensa buscando descreditá-las.

    Várias são as alegações.

    A primeira é de que se tratou de um movimento golpista visando a volta dos militares ao poder e a implantação de uma ditadura, baseada tão somente em algumas poucas faixas de senhores e senhoras ou gente de meia-idade (cuja influência social é nula) claramente num gesto de desabafo e de negação da política. É uma negação à direita, alimentando uma redenção numa instituição baseada na ordem e na disciplina (Forças Armadas) – valores caros a essas pessoas – simetricamente oposta à negação pela esquerda, a qual prega a destruição de todas as instituições existentes (“burguesas”) para a consolidação de uma revolução.

    As Forças Armadas dos dias atuais são (infelizmente, visto a importância que tem a defesa nacional em qualquer nação civilizada) uma instituição de baixíssimos investimentos, infraestrutura atrasada e diminuto prestígio político (sequer conseguem emplacar um militar como ministro da Defesa). Se fosse para haver uma intervenção das Forças Armadas devido à crise política, essa já teria ocorrido – ou ao menos havido algum indício razoável de sua possibilidade – como aconteceu recentemente, por exemplo, no Egito, onde o militar Abdel Fattah Al-Sisi depôs o presidente Mohammed Morsi membro da Irmandade Muçulmana.

    Portanto, a probabilidade desses muxoxos intervencionistas negacionistas da política gerar algum resultado é zero.

    A segunda alegação é o fato de a presidente ter sido eleita e portanto não se pode pedir pela sua destituição. Ora, o grande sinal distintivo do sistema republicano de governo é a transitoriedade e a responsabilização dos agentes políticos pelos seus atos. Se um grupo de pessoas acha que a presidente cometeu infrações político-administrativas passíveis de cassação de mandato e sabendo que a Constituição do País assegura o direito de livre manifestação, conclui-se com uma obviedade gritante que esse grupo de pessoas têm o direito de se manifestar pedindo a abertura de um processo no qual se possa julgar (com ampla defesa como assegura a Constituição tanto na fase prévia de investigação, na Câmara dos Deputados, quanto na de efetivo julgamento, no Senado) a responsabilidade político-administrativa da presidente por aqueles atos (o chamado “impeachment”). E sequer estou considerando as possíveis infrações eleitorais, a serem julgadas pelo TSE, as quais tornariam nulas de pleno direito a candidatura da presidente e todos os votos que lhe advieram.

    Terceira, a seletividade dos protestos. Os opositores dos protestos fazem questão de lembrar que a presidente e seu partido não são os únicos possíveis corruptos do Brasil e que não foram eles que inventaram a corrupção. Essa última parte a teologia das grandes religiões e as filosofias mais requintadas (como a platônica) já haviam nos informado há muito tempo, constatando a natureza decaída do ser humano.

    Quanto à ênfase na presidente da República, é natural dado ao grande poder administrativo concentrado naquela figura em virtude do caráter centrípeto do nosso federalismo, no qual mais de 70% dos recursos, a regulamentação dos temas mais importantes da nação (os quais são regulados por lei federal) e a iniciativa de leis referentes sobre a administração pública federal e ao orçamento. Logo, as decisões e eventuais erros ou infrações político-administrativas da presidente tem uma repercussão bem maior sobre a sociedade do que a de qualquer outro agente político.

    Seu mandato, do mesmo modo, é o dotado de maior rigidez pela Constituição. Deputados e senadores podem ser cassados por simples ato homologatório da Mesa Diretora da respectiva Casa que casse os direitos políticos ou por maioria simples numa votação aberta, na qual dificilmente se irá contra a vontade da opinião pública de retirar aquele mandato. O presidente precisa ser condenado pelas duas casas e por um quórum qualificado de dois terços; e apenas por atos cometidos no exercício da função.

    Ressalte-se ainda que não se viu nenhum manifestante demonizando a atuação das instituições (Polícia Judiciária, Ministério Público, Poder Judiciário) por estar investigando outros políticos que não a presidente ou membros de seu partido. Cite-se como exemplo que ninguém xingou o MP por ter aberto inquérito contra Eduardo Cunha, o grande satanás da vez pras esquerdas.

    Por fim, a quarta. É tão ridícula que sequer mereceria réplica. Mas vai lá. Disseram que os protestos não eram legítimos porque eram coisa de gente branca, de classe média/alta, que não aceita um governo de viés popular e protestavam justamente por essa suposta inclinação do governo. Como se houvesse tipos de pessoas que pudessem se manifestar e outros que devessem apenas se calar e procurar expiar suas culpas sociais sem reclamações.

    Talvez esse seja o grande cerne das críticas aos protestos. Não se admite a existência fora do manual estabelecido por meia dúzia de “sábios”. Mal sabem esses “sábios” que esse tipo de atitude só fará crescer a rejeição contra eles e as ideias que representam.

    • Muito bom, Lucas! Sem tirar, nem por.
      Particularmente, sou contra o impeachment, mas ratifico integralmente suas palavras.

  • Pierre, evidentemente pedir impeachment ou renúncia não é golpe. A maneira como ele seria feito e os motivos é que podem ser evidências de golpe ou não.

    A questão do “facistas” acho que diz muito pelo fato de muita gente durante os protestos estar tirando foto com PM, pedindo intervenção militar e apoiando figuras, digamos, controversas. São maioria? Claro que não. Mas são barulhentos e chamam atenção sim. Generalização, infelizmente, é algo comum. É só ver a maneira como o Pedro Jácome fala de pessoas de esquerda.

    Quando lá atrás parte do PT pediu impeachment de FHC, Lula foi contra e emitiu nota inclusive falando isso. Agora até um presidenciável vai para o protesto., o que é algo esquisito. O processo de impeachment tem que ser apoiado em fatos concretos e preferencialmente incontestáveis. Infelizmente, o ônus do presidencialismo que vigora no país é que, a não ser que exista um crime de responsabilidade, o povo tenha que durante a periodicidade prevista arcar com suas escolhas.

    Impopularidade não é motivo pra impeachment (para renúncia até poderia ser, mas dependeria da pessoa que está no poder). FHC chegou a ter 13% onde Dilma tem 9%, como ficaria a regra então? Impeachment só abaixo de 10%? E isso seria feito como? Voto? Pq de pesquisa todo mundo desconfia.

    Nardes, ex-pfl, dizendo que as pedaladas são causa pra impeachment e tendo aprovado lá atrás pedaladas semelhantes de FHC? Cunha, declaradamente oposição e desafeto de Dilma, abrindo o processo?

    Dilma cai ou não? Terá ares de golpe ou não? Isso só o futuro pode dizer.

    • Pra deixar claro: se me perguntarem minha avaliação do governo Dilma: ruim ou péssimo.

      Se me perguntarem se o protesto é válido: evidentemente que sim.

      Se me perguntarem se concordo com um eventual pedido de impeachment: até agora NÃO.

  • É claro que se manifestar é um direito, mas seria muita ingenuidade achar que esses protestos são simples manifestações de pessoas insatisfeitas. Se assim o fosse o descontentamento seria geral e o que se vê nesses protestos é um nítido viés de classe e preferência eleitoral. Por mais que este segundo mandato seja de continuidade, é um NOVO mandato. Quando da primeira passeata, não havia completado sequer 4 meses da posse e já havia gente pedindo impeachment.

    Isso deixa claro a intenção de promover um terceiro turno. Ganhar na marra o que não se ganhou nas urnas em outubro. Se isso não é golpismo, não sei mais o que pode ser. Não estou satisfeito com o Governo, mas impeachment não é solução. Criticar o Governo é uma coisa, pedir a cabeça de uma presidente com oito meses de mandato com o intuito claro de colocar o candidato derrotado no poder é outra, chamada golpe sim.

    Isso sem falar do que mais está por trás dessas manifestações. É claro que tem gente graúda financiando (só o bonecão do Lula custou 12 mil. Bandeirões, faixas, carros de som não brotam do chão. Tem gente pagando isso e não é a cotinha do MBL, né? Por favor…). Há gente usando a insatisfação das pessoas para transformá-las em massa de manobra, com participação fundamental da mídia. Resta saber quem e com que interesses. A quem interessa um governo desestabilizado, frágil, que aceita qualquer chantagem para sobreviver? A Agenda Brasil e os diversos setores que se beneficiarão dela são um bom indicativo.

    Por fim, tem gente saindo pra ruas pedindo a volta da Ditadura Militar? Sério isso não deve ser execrado?

    • Não vi o pedido de volta à ditadura mas uma intervenção militar e isso deve ocorrer pela descrença nas instituições como o Judiciário cujo STF parece ter sido aparelhado.

      O fato e que o aparelhamento também ocorreu nas forças armadas e a tropa parece querer distância disso tudo e…aumento do soldo. Os civis criaram o problema, os civis que o resolva.

      Quanto a pedir a cabeça da presidente, a questão não envolve ódio ou golpe: é de legalidade. Se existem pressupostos para tal, que se faça ou reivindique o cumprimento da lei. E pelo visto, motivos não faltam e se fôssemos um país sério, é provável que já tivesse ocorrido.

      No mais, existe um descompasso entre as ruas e os interesses dos políticos e não existe uma oposição coesa e com um candidato realmente forte. O repúdio ao pt e à presidente é óbvio mas a consequência disso não tem a dimensão que deveria.

      Deverá haver um acordão e o pt seguirá ferido mas no poder e nas próximas eleições tudo poderá ocorrer, inclusive a volta e consagração do Lula que ainda segue o favorito dos pernambucanos com 3 vezes mais votos do que o 2º lugar, conforme pesquisa da Maurício de Nassau.

      O povo, então, não deve esperar pelo exército e nem pelos políticos: vai ter que deixar de ser pacifico e forçar ou fazer uma revolução e isso, no Brasil, é quase impossível.

  • Bom texto, Pierre. Um certo alívio ao ler algo do tipo por aqui. Por mais que eu seja contra a destituição da atual presidente, encaro como legítimo, republicano e, sobretudo, constitucional, que os cidadãos possam ir às ruas clamar por seus anseios. Ora, o povo tem capacidade de convocar uma constituinte, estabelecendo um novo sistema jurídico, mas não pode destituir uma presidente eleita de forma legal? Esses energúmenos dispensam discussões. Vivemos, aparentemente, tempos bastante sombrios. Eu que achava que a direita tinha um conservadorismo mesquinho, me levo a crer que a esquerda tem um autoritarismo preocupante.

  • O grande perigo de um impeachment ou renúncia forçada, é Dilma sair, a oposição assumir e arrumar o país e em 2018 vamos ter que aguentar o picareta do Lula pagando de vítima e dizendo que a direita deu um golpe.

    Já que está tudo uma zona mesmo, é melhor deixar Dilma na presidência apanhando até 2018, até para que o povo sofra com os desmandos do PT e aprenda que esquerdista é tudo vigarista filho da puta. O povo precisa acordar e conhecer a verdadeira índole desses marginais de esquerda. Enquanto o povo não acordar, não vai mudar nesse país E só existe uma maneira de fazer o povo acordar: sofrendo na mãos dos petistas.

    Se Dilma sair agora, o PT vai se livrar de segurar a bomba que eles mesmos armaram e depois vão querer voltar com o país arrumado se fazendo de vítimas de um golpe da direita. Ou seja, vamos repetir o que aconteceu em 64 e que até hoje esses canalhas esquerdistas se fazem de vítima.

    A melhor estratégia para a direita agora é bater muito em Dilma, mas sem derrubá-la. Dilma tem que ficar e pagar pela merda que o PT fez.

    • É deste ódio que tô falando!!! KKKKKKKKK

      “Já ouviu falar em poupança e investimentos ? Por isso precisa pegar busão às 04h30, mané vermelho!!”
      Usuário Alexsandro, em 12/08/2015 no Post “A sensacional Agenda Brasil”

      • Bicho, tu parece um “looser”, um cara fracassado que quer culpar os outros pelo próprio destino. Seja paciente e trabalhe duro e com foco. A maioria do pessoal que você discrimina não nasceu em berço de ouro e nem os pais deles eram todos milionários exploradores do proletariado.

        Mude esse discurso vitimista que acusa os outros de ódio pois isso espelha é o ódio que há em você.

        Pense grande, insista, não desista.

        O sucesso é amigo de quem luta e não de quem vive se queixando.

        Abração!

        • O “abração” do final coroou o cinismo!

          “Já ouviu falar em poupança e investimentos ? Por isso precisa pegar busão às 04h30, mané vermelho!!”
          Usuário Alexsandro, em 12/08/2015 no Post “A sensacional Agenda Brasil”

      • Roberto, é que o mané vermelho ficou ressentido!! Mas já o aconselhei : Se filiar a um partido de esquerda e saquear os cofres públicos. Daí ele pode ter vida coxinha que adora criticar!

  • Imagine que você vá a um restaurante com 100 amigos. Destituir Dilma agora é a mesma coisa que deixar aquela pessoa que comeu à vontade no restaurante sair sem pagar e deixar a conta para os outros pagarem. Isso é típico de comunistas: come à vontade, mas na hora de pagar a conta chama os outros pra pagar. E se os outros não pagarem, os comunistas vão dar chilique e dizer que são vítimas de pessoas egoístas.

    Seria injusto colocar um país falido pelo PT nas costas da oposição. Quem fez a merda, que limpe.

  • Esses petistas ESCROTOS viviam pedindo o “Fora FHC” e agora vem criticar o povo que pede o “Fora Dilma”.

    Petista é tudo lixo mesmo, esses safados não tem moral pra pedir nada, a única coisa que deviam fazer é devolver os BILHÕES que roubaram do povo.

    O maior GOLPISTA deste país é o próprio PT.

  • “446.878 brasileiros foram às urnas para mostrar apoio ao candidato do Partido Renovador Trabalhista do Brasil (PRTB), José Levy Fidelix da Cruz”
    Meio milhão , para mim, é um numero nada representativo para o Brasil, “O galo da madrugada em 2013, seguindo a tendência dos anos anteriores, o número de foliões aumentou e o bloco reuniu cerca de 2,3 milhões de pessoas no centro do Recife.”
    http://blogs.estadao.com.br/carnaval-2013/galo-da-madrugada-sai-no-recife-com-25-milhoes/

    • Se toda vez que se perder uma eleição,seja no estado,município ou federal,se em todo momento que a população,através de pesquisas,estiver contra o governante,esse for forçado a sair,então vamos acabar com o regime democrático de direito e instalar o regime tribal.Não me consta que um presidente americano fosse afastado do poder,com exceção de Nixon (por fato outro)

  • Belo post.

  • Estava observando cada depoimentos,concordo com vcs.Mais nesse exato momento estou totalmente envergonhado com este governo.Dilma esta a 4anos e8 meses e não vi tanto o dólar se valoriza tanto,o desemprego a cada dia aumenta e pessoas ficam desesperada.sou pernambucano não confio neste governo e nem o de Lula se vier a eleger.Não voltarei nele,nunca voltei.A economia do nosso país esta cada vez pior,lojas aqui em recife fechando por motivos da crise.O povo vão as ruas pedir por um direito que é legal pela constituição.O Brasil o ano passado precisamente não teve crescimento no pib então o governo tem um gasto público acima do crescimento do país.

  • A Constituição Venezuelana tem um mecanismo salvo engano chamado de revogatório do mandato em que através de plebiscito se pode destituir o presidente. Fala se muito da Venezuela inclusive de maneira equivocada seria melhor conhecer um pouco mais a realidade política para não ficar atribuindo a citação de golpistas aquele povo.

  • Parabéns pelo texto, Pierre.
    Disse tudo em poucas palavras.
    Até contra Itamar Franco o PT conseguiu pedir impeachment… impressionante…
    E ainda se atrevem a falar em “tolerância”… Quanto cinismo…

  • Eu acho que Dilma tem mais é que ficar.

    O povo se comporta feito mulher de malandro, apanha na cara e quer levar mais surra, então deixa o povão apanhar do PT.

    Vamos ver se, depois de muito apanhar, essa mundiça toma vergonha na cara e aprende a votar direito.

    Enquanto não aprender a votar direito, esse povo vagabundo vai continuar levando porrada de esquerdista.

    • kkkkkkkkkkkkkkkkk …. pior que é mesmo! kkkkkkkkkkkkkk

  • Eleição nesse país virou PALHAÇADA pra fingir que vivemos numa democracia. Tinha que fazer uma auditoria séria nas urnas, nas eleições e na relação do governo com a Smartmatic (empresa que realizou as eleições). Existem suspeitas de fraudes pra tudo quando é lado. O próprio TSE, assim como o STF, virou um escritório de advocacia do PT, com ex-advogados do PT nomeados como ministros desses órgãos.

    Essa suposta “democracia” brasileira é uma grande PIADA, um faz de conta pra fazer o povo acreditar que vive numa democracia. O povo brasileiro NUNCA foi tão enganado como hoje em dia nesse governo pão e circo do PT.

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).