Um ano de orfandade

ago 3, 2015 by     114 Comentários    Postado em: Política


Por Mário Godoy Ramos
Para o Acerto de Contas

Eduardo Campos morreu e deixou vários órfãos, especialmente no partido do qual era presidente nacional. Sua liderança era mais marcante em Pernambuco, onde conseguiu eleger desconhecidos da política local, que na verdade sequer eram políticos, como o prefeito da cidade do Recife e o governador do Estado de Pernambuco.

Deixou órfãos na habilidade política de contornar problemas, de conversar com pessoas relacionadas ao governo, de receber as pessoas e deixou órfãos alguns órgãos com os quais detinha um cuidado especial, como é o caso da Secretaria da Fazenda de Pernambuco (SEFAZ). Eduardo Campos foi Secretário da Fazenda no governo do seu avô Miguel Arraes entre 1995 até 1998. Foi um período de grande valorização dos “fazendários” como são chamados os servidores da SEFAZ. Quando Governador, continuou com a política de valorização da fazenda de Pernambuco, política que deu certo. Aumentou salário dos auditores, reestruturou a carreira, criou um bom ambiente de trabalho, uma boa estrutura e assim Pernambuco decolava no cenário nacional.

Pernambuco não era tão dependente de do governo federal. Claro que algumas parcerias com o governo federal foram importantes para grandes investimentos em seu governo. Mas em várias outras questões, ordinárias, correntes, cotidianas,  Pernambuco andava com as próprias pernas, com seu próprio dinheiro, com ajuda dos fazendários de Pernambuco. Inteligente, Eduardo Campos sabia que para aumentar o efetivo da polícia militar, para dar aumento todo ano para policiais, para ser o 1º Estado do Brasil a pagar o piso nacional dos professores, a começar a implantar escolas integrais e escolas técnicas, era preciso ter dinheiro em caixa. E justo a Secretaria da Fazenda é o órgão responsável por arrecadar tributos, levantar receita própria, combater a sonegação e ainda, pra fechar com chave de ouro, monitorar as contas do erário.

Na questão de melhorar a SEFAZ, um concurso para auditor fiscal do Estado foi autorizado antes de sua licença para disputar o mandato presidencial. O último concurso tinha sido em 1992. Foi realizado esse concurso em 2014, ou seja, 22 anos depois. O concurso foi rapidamente homologado em dezembro de 2014 onde se esperava que logo seriam chamados os auditores fiscais para reoxigenar a casa com novas ideias, fôlego e experiência, e contribuir para o avanço, com autonomia, de Pernambuco. Porém, a verdade é que a valorização da SEFAZ foi interrompida em 13 de agosto de 2014.

Enquanto isso, as finanças do Estado atravessam situação de penúria. Atrasos de fornecedores, terceirizados e até dos próprios servidores estatutários, cujos salários eram pagos até o fim do mês corrente e passou para o dia 5 do mês seguinte. Os governantes órfãos deixados em seu lugar parecem rezar para que uma solução caia do céu e que empréstimos e mais empréstimos sejam a solução. Enquanto isso, governantes deixados em seu lugar prometem melhorias em saúde, segurança e educação sem pensar de onde sairá o dinheiro. Enquanto isso, a SEFAZ está órfã e os pernambucanos também, pois veem o Pacto pela Vida ruir, a promessa de dobrar os salários dos professores longe e os fornecedores sem esperanças. Com ajuda da SEFAZ, de uma SEFAZ forte, Pernambuco poderá sair dessa situação.

Desejamos que os governantes pensem mais no que Eduardo Campos fez e dê a devida continuidade, não só como ele gostaria, mas como é necessário para o bem de Pernambuco.

 

Mário de Godoy Ramos é advogado especialista em direito tributário, aprovado nos concursos para auditor fiscal do tesouro estadual e julgador administrativo tributário do tesouro estadual.

114 Comentários + Add Comentário

  • Eduardo pegou uma época fácil, a maré nacional e internacional estava extremamente favorável. O Brasil ainda estava na “lua-de-mel” com o governo Lula, o povo brasileiro ainda não sabia da gigantesca bomba que o PT estava armando contra o país.

    As coisas mudaram.

    Queria ver essa “competência” toda de Eduardo se ele assumisse o governo de PE nos dias de hoje com a maré extremamente desfavorável e o país praticamente falido economicamente.

  • Boa parte do “milagre” que Eduardo Campos fez em PE se deve aos intermináveis investimentos do governo federal da era Lula. Antes de ser governador de PE, Eduardo foi ministro da ciência e tecnologia em 2004 ainda no governo Lula quando os dois eram aliados. Essa aliança com Lula garantiu a Eduardo muita grana federal investida em Suape e na refinaria de Abreu e Lima sem contar outras benesses federais. Acho que se ele fosse governador hoje ele não teria tanta facilidade como teve há 10 anos. Foi mais uma questão de oportunismo do que talento.

    • É bem verdade que Eduardo pegou os “bons ventos” da economia mas não podemos menosprezar sua habilidade política na condução das dificuldades do Estado. Lembrem-se que passamos por crises também em 2008.

      • Ele indiscutivelmente tinha habilidade política para fazer acordos e conchavos. Só não sei se ele tinha tanta habilidade gerencial como dizem.

      • Com muito dinheiro disponível fica fácil se passar por bom gestor. O difícil é fazer uma gestão eficiente com recursos limitados em tempos de “vacas magras”.

  • Excelente texto. Não esperemos muito de um governo que não se preocupa com a eficiência arrecadatória, com o combate à sonegação fiscal e com a qualidade da administração das finanças do Estado. Os problemas que essa crise está trazendo para o Estado de Pernambuco só tendem a agravá-la. Precisamos de instituições fortes, a Secretaria de Fazenda há muito não tem seu sangue oxigenado.

  • Fazia tempo que eu não lia um texto de tão elevado grau intelectual. PC parece estar perdido. O que estão faZendo com a secretaria de faZenda é lamentável. Se quem arrecada está sucateada, com um quadro de pessoal totalmente deteriorado, como arrecadar recursos próprios ? Ou alguém tem interesse em não combater a sonegação fiscal ou falta muita habilidade gerencial. Prefiro acreditar na segunda.

  • Otimo texto!!! Conseguil em poucas palavras mostrar o cenrio em que se encontra o Estado de PE. Somente o fortalecimento efetivo da carreira fazendária será capaz de aumentar a arrrecadacao de recursos!!! Governador Paulo Câmara, dê a atenção merecida ao órgão fazendário deste Estado!!!

  • Texto muito esclarecedor quanto a questão arrecadatória do Estado. Claro que Eduardo Campos governou em outra epoca e que a economia como um todo estava numa crescente no país mas ele aproveitou a onda e atraves da Sefaz fez com que a arrecadação crescesce muito no Estado.
    O Momento agora é outro mas a Sefaz do Estado de Pernambuco assim como a dos outros Estado e a RFB sao meios de os governantes amenizarem a crise com o combate a sonegação e consequente aumento da arrecadação sem elevar a carga tributária.
    A União ja fez isso ao nomear mais de 250 excedentes aprovados no ultimo concurso pra AFRFB. O Estado do MS também acabou de nomear os aprovados e mais 25% das vagas com excedentes aprovados no ultimo concurso da Sefaz de lá. O Estado do PA esta sofre do menos que a média do país e não por oincidência nomeou 153 auditores aprovados no ultimo concurso de 2013.
    Não que isso resolveria todos os problemas mas, sem duvida, a nomeação e preenchimento dos mais de 380 cargos vagos na Sefaz/PE ajudaria a aumentar a arrecadação e o governo teria um maior orçamento pra implementar as politicas publicas como um todo.

  • O resultado do “choque de gestão” de Dudu está aí. Só não vê quem não quer : Estado fodido, perdão, falido e obras inacabadas. Além da vergonha : “Cidade” da Copa!

  • O governo de Pernambuco, perante os outros estados, é visto como um modelo gerencial que apresenta bons resultados desde a época de Eduardo campos. Sou de Minas Gerais, e por aqui ele é uma figura respeitada. Espero que o seu sucessor tenha a mesma capacidade política e mais ainda a capacidade gerencial que Eduardo possuía. Acredito que a nomeação dos auditores na Secretaria da Fazenda é um grande investimento que Pernambuco tem a chance de realizar! Um investimento precioso em momento de crise econômica e ainda mais em momento de crise política. No momento devemos, ou melhor, temos a obrigação de olhar para o agora, olhar para o combate a sonegação e o aumento da arrecadação própria! Eu apoio a nomeação dos Auditores da SEFAZ-Pernambuco!

    • Meu caro, também apoio a nomeação dos Auditores Fiscais da Sefaz-PE. Pernambuco precisa andar com as próprias pernas.

  • Compreendo as dificuldades pelas quais a atual gestão enfrenta. Vários entes federados se encontram em semelhante situação. O problema que vejo nesse e em outros Estados é que eles se acostumaram a viver de recursos federais, investindo pouco na capacidade de gerar recursos próprios.

    Veja a situação da SEFAZ-PE. Desde 1.996 não é nomeado um único Auditor Fiscal. São praticamente 20 anos sem haver reoxigenação do quadro. A faixa etária média por lá já passa dos 60 anos. O quadro possui um déficit de 30% em sua composição e cerca de 50% das auditorias deixam de ser realizadas por falta de pessoal. Tem gente, com todo o respeito, que é Auditor, mas não sabe usar um pendrive. O resultado disso, somado (evidentemente) aos problemas econômicos atuais, não poderia ser outro cenário, senão o de deterioração fiscal em Pernambuco que, diga-se de passagem, já não era dos melhores nos anos da segunda gestão de Eduardo Campos. É só olhar para o crescimento pífio da arrecadação entre 2012 e 2014, que ficou em torno da inflação, apesar do alardeado crescimento econômico local nos últimos anos (e da Copa do Mundo, que teoricamente traria mais recursos para PE). 2015, então, já se prevê uma queda real de arrecadação.

    Honestamente, espero que o governador continue lutando para favorecer o crescimento da economia, mas que também olhe para dentro do seu próprio governo e encontre soluções sustentáveis para as contas públicas pernambucanas, e parte delas está lá mesmo, na Secretaria da Fazenda.

  • Não adianta cobrar mágicas do atual governador.

    O povo tem que entender que a situação econômica do país não é mais a mesma da época de Eduardo Campos e essa erosão da economia vai impactar negativamente a arrecadação e, por consequência, os órgãos fazendários.

    A piora na economia vai repercutir em todos os órgãos do poder público brasileiro.

    O estrago foi grande, agora a conta está chegando.

    • Fernando, não se trata de cobrar mágica, mas de se fazer o dever de casa. Veja que o governo de Paulo Câmara, a despeito de certos cortes que vem realizando em áreas essenciais, inclusive, continua acomodando políticos e respectivos amigos em diversos cargos públicos, repetindo erros de outras gestores.

      Ao mesmo tempo, ele tem a oportunidade de, por exemplo, investir no combate à sonegação fiscal, que já levou mais de R$ 128 bilhões que deveriam ter sido destinados aos cofres públicos brasileiros somente nos três primeiros meses de 2015, mas até o momento, não se vê qualquer medida importante nesse sentido. O Estado parece que só concede isenção em cima de isenção, doa terrenos e outros bens públicos, sem cobrar qualquer garantia em troca e sem reforçar a fiscalização que anda tão precária. Tem auditor acumulando posto fiscal, tem agência de rendas que só tem um Auditor (para fazer trabalho interno e externo ao mesmo tempo, o que é impossível, evidentemente), não há verba para colocar combustível nas viaturas (muitas ficam encostadas no centro da cidade, sem uso efetivo), não há diárias para os Auditores realizarem auditorias fora de sua sede (em locais onde não há Auditores lotados), e por aí vai.

    • Se Dudu e sua trupe tivessem investido corretamente, o estado não estaria falido!!

  • Excelente explanação da situação atual de Pernambuco. Espero que o Governador atente, enquanto ainda é tempo, para as medidas que podem amenizar significativamente essa crise.

  • Excelente texto. Diante do atual cenário econômico é necessário o fortalecimento de órgãos como a Sefaz de maneira a viabilizar uma adequada organização da atividade financeira do Estado e uma das principais formas de implementar isso é com a estruturação de um quadro completo de auditores devidamente capacitados para exercer tal atividade.

  • Concordo plenamente que PE perdeu muito sem a visão além do alcance e o empreendorismo de Eduardo Campos!!! A soluçao nao é dificil de ser vista, pois basta observar o seguinte: de onde vem a maior parte das receitas do estado? Da arrecadaçao de tributos. Quem é responsável por essa arrecadaçao? SEFAZ PE …então que se oxigene a SEFAZ!!! Simples assim…

  • Realmente se PC quer realmente fazer um governo bom precisa investir no quadro dos Auditores, não há como arrecadar sem os mesmos, é preciso valorizar a carreira, assim como Eduardo Campos fez.

  • Excelente texto. Acredito que nosso governador Paulo Câmara seja um grande investidor, e, para tanto, ele nomeará os aprovados no concurso da Sefaz-PE, para que o estado possa andar com forças próprias, sem depender tanto do Governo Federal. Mas ainda falta o mesmo demonstrar isso, pous em nenhum nojento ele sinalizou isso. Governador, olhe com carinho para sua Sefaz, invista nela e terás o retorno esperado.

    • Só uma correção: «pois, em nenhum momento…»

  • Crises sempre existiram, porém, são nas mesmas, que os bons gestores de visão plena e administrativa, sejam em orgãos públicos ou empresas privadas, que arregaçam mais ainda as mangas e através de novas idéias somado c/ um plano bem elaborado e c/ uma equipe disposta a vencer, as crises vão aos poucos sendo vencidas c/ resultados sastifatórios. Para este time, a palavra ” desânimo e pessimísmo ” não tem vez.

  • Com o atual cenário político-econômico os Estados menos desenvolvidos ficam sem muitas alternativas para honrar compromissos, pois dependem das transferências realizadas pelo Governo Federal, mas até este está com a economia travada e com a arrecadação em queda. Então, a Administração Tributária Estadual entra em cena como grande aliada no sentido de aumentar a arrecadação sem onerar mais ainda o contribuinte. Com ações contra a sonegação e contra a corrupção, a Fazenda Estadual arrecada mais e esse caixa pode ser utilizado para melhorias na educação, na saúde e na segurança, por exemplo. A ações da Fazenda devem incomodar o contribuinte, Fisco forte é aquele que “mostra a cara” e exige o cumprimento fiel da legislação. Esperamos isso do atual governo, que valorizem essa carreira tão importante e imprescindível para o desenvolvimento do Estado.

  • Quem quiser ver como este governo trata a SEFAZ, é só conhecer o Posto Fiscal de Xexéu, na BR-101 Sul, próximo à divisa com Alagoas. Uma verdadeira pocilga.

  • Texto risível. Um concursado que não foi nomeado dizendo que sua nomeação é a solução para todos os males de Pernambuco. Não apresenta um único dado, seja sobre a arrecadação ou sobre a economia. Não faz leitura macroestrutural da gestão pública no país ou no Estado. Só lamenta não estar recebendo um dos melhores salários do serviço público.

    O texto abstrai, por exemplo, que a indústria encolheu 15% no governo de madame Dilma. Não discute que o Brasil perdeu mais de 130 mil empregos no primeiro quadrimestre. Nem sequer especula que a arrecadação está em queda em todas unidades da federação. Não diz que há 9 estados brasileiros – graças a Deus, Pernambuco não é um deles – com salários dos servidores atrasados. Ignora solenemente que a União concentra a maior parte da arrecadação, transformando os Estados em províncias. Que as isenções de IPI quebraram os municípios. Que a unificação do ICMS vai quebrar os Estados e que tirou das regiões menos desenvolvidas seu único instrumento de atração de novos investimentos. Que há uma crise política e institucional em andamento, que deve piorar muito antes de qualquer sinal de melhora. Que o governo federal está paralisado sem saber se sua comandanta come o peru do Natal.

    Faça-me o favor. Eduardo foi., sim, um grande gestor. Fez o que nenhum outro governador fez. Nem o petista Jaques Wagner da Bahia, que governou no mesmo período que Eduardo e era do mesmo partido dos presidentes, conseguiu chegar perto de Eduardo. Nem Aécio nem Alcir fizeram o que Eduardo fez. Ser bom gestor não é saber fazer com pouco, é saber aproveitar o máximo o que se tem.

    Paulo Câmara é um técnico competente que está sendo colocado à prova. Seu desafio é gigante.

    Sugiro ao rapazinho que assina esse lamentável texto que procure uma atividade produtiva e ajude Pernambuco a sair desse momento difícil, ao invés de estar preocupado com o próprio umbigo.

    • Caro, José, e você o que tem feito de produtivo para o nosso Estado?
      Talvez você ( ou vossa excelência) esteja equivocado ao falar que os entes federados estão com queda na arrecadação de suas receitas derivadas. Olhe para seu Estado e veja quantos municípios tiveram incrementos altíssimos em suas receitas próprias. Basta acessar o site do TCE-PE e verás que, em média, houve um crescimento na receita própria dos municípios de 20%. Mas talvez, você tenha um discurso meramente político. O ICMS é um tributo, como todos sabemos, de competência dos Estados, mas os municípios, em sua grande maioria, o tem como sua principal fonte de receita. E o que o Estado vem fazendo para reverter a situação? Absolutamente nada. Aliás, muito pelo contrário, vem, através de portarias, trazer a idade da pedra aos fazendários. O índice de crescimento do ICMS arrecadado não consegue ser maior do que a inflação.
      E eu te pergunto de novo: o que tens feito para melhorar a situação do Estado??

    • Caro José Arimateia, nomear auditores fiscais significa investir no combate à sonegação fiscal, que já levou mais de R$ 128 bilhões que deveriam ter sido destinados aos cofres públicos brasileiros somente nos três primeiros meses de 2015, mas até o momento, não se vê qualquer medida importante nesse sentido por parte do estado de Pernambuco. Tenho dados concretos que mostram que, a cada um real gasto com o salário de um auditor, temos um incremento de 6 reais na arredação. Saia desse seu discurso político, se possível, e perceba que investir no quadro de funcionários da SEFAZ não é despesa, mas sim investimentos, significa aumentar a arrecadação via combate à corrupção, e não por meio de aumento dos impostos, como muito vem sendo cogitado pelos diversos integrantes da nossa federação. Investir na SEFAZ significa investir no cidadão, pois teremos mais recursos para construção de hospitais, escolas, contratação e valorização dos nossos servidores públicos, policiais, professores, etc.

      • Onde você arrumou esse dado, meu jovem? Cite uma fonte confiável. Se Pernambuco tivesse 128 bilhões de impostos sonegados, nossa economia já teria superado a casa do trilhão… Vocês não tem sequer ideia do PIB do Estado.
        Hahahaha hahahahaha hahahahahaha hahahahahahaha.
        Não precisa mais estudar para ser fazendário?

        • É retardado? Ele falou em cofres públicos BRASILEIROS!!!

        • E Pernambuco é responsável por toda sonegação fiscal do país… Hahahaha
          Vão trabalhar!

        • É, parece que sim.

        • “Se Pernambuco tivesse 128 bilhões de impostos sonegados, nossa economia já teria superado a casa do trilhão…”
          “E Pernambuco é responsável por toda sonegação fiscal do país… Hahahaha”
          Parece que alguém andou faltando as aulas de interpretação de texto. Já deu pra sentir o nível de ignorância do garotão ai.. vai estudar amigo. Sem mais.

    • E você, o que faz para melhorar a situação do estado? (2)

      • Sou pequeno empresário, responsável pelos salários e encargos sociais de 18 país é mães de família todo mês. Pago todos meus impostos, do IPTU aos tributos federais. Uma carga tributária brutal para uma porcaria de serviço. Como diria Delfim Neto, moramos na Belindia – impostos de Bélgica e serviços públicos da Índia.

        Respondendo a vocês: Faço mais pelo meu Pernambuco sozinho do esses sequestradores do Estado das carreiras jurídicas públicas e dos tais fazendários.

        Vocês se envolvem de argumentos falaciosos para justificar seus salários nababescos às custas do contribuinte. São corporativos, improdutivos e pouco afeitos ao trabalho.

        Não me venham com o argumento ridículo de “tá com inveja” ou “faça um concurso”. Obrigado, mas não sou cafetão do contribuinte.

        Não, a solução para o Estado não é nomear mais mamadores. É desburocratizar a máquina pública, baratear, dar eficiência a ela, apoiar o empreendedorismo. Isso Eduardo Campos fez como não vi ninguém fazer. E Paulo Câmara faz muito bem em conter o crescimento dessa subespécie de sequestradores do Estado.

        Vão arrumar uma lavagem de roupa que é melhor.

        • Sou Auditor Fiscal, tenho três graduações, mais de uma década de experiência profissional e arrecado mais de R$ 10 milhões para os cofres públicos anualmente (além de ser contribuinte de diversos tributos), os quais são revertidos em políticas públicas.

          Esse seu discurso de empregar outras pessoas como sendo relevante para o país é relativo. Se você o faz às suas expensas, parabéns, mas você está parecendo ser um dos tantos mamadores de recursos públicos da iniciativa privada que vivem de recursos públicos. Afinal, na iniciativa privada (como no setor público) também existem muitos mamadores (assim como existe gente séria e trabalhadora). Deixe de ser infantil.

        • Você deve ser um daqueles empresários ineficientes (que contribuem para a baixa produtividade econômica brasileira) que vive de receber recursos do governo, tirar seu lucro daí e pagar os empregados. Dito de outra forma: você é uma espécie de intermediário que distribui bolsa-família. Ser produtivo, que é bom, não deve ser.

        • Elton, esse Zé é um recalcado! Aposto que ele gostaria de ser intelectualmente capaz de ser auditor como você. Parabéns por combater a sonegação e garantir que os recursos públicos ingressem nos cofres públicos. Lá é o lugar deles!

        • Hahahahahahahaha

          Não tenho nenhum contrato público, meus queridos. Claro que você pode ter 3 graduações. Não trabalham. Têm tempo até para treinar pras olimpíadas.

        • Esse Zezin tem tempo de sobra, para quem é empresário, hein!? Mais de 9h da manhã e o cara aqui fazendo picuinhas. Você deve estar em final de férias escolares, assim como eu. Vai arrumar um emprego, rapazinho!

        • Senhor José,
          Parabéns pelo seu empreendedorismo, fico feliz por você e pelo seu papel social. Só que o papel social não é exclusivo seu. Creia que algumas pessoas também fazem a diferença. Essas pessoas continuarão assim no serviço público, pois é uma questão de profissionalismo e índole. Ou se tem ou não se tem, não se perde na nomeação.

          Não emiti minha opinião visando ganhar um prêmio Nobel da paz. Se você se candidatar, apoio sua causa. É confortante que existam pessoas boas neste mundo.

          Sobre o mérito, respeito sua opinião, divergente da minha, especialmente na hora de caracterizar seres humanos trabalhadores.

    • Olá senhor José,
      Tenho atividade produtiva tanto economicamente quanto socialmente. Não vou detalhar porque isso aqui não é um big brother nem pretendo ser melhor que você. Fique com esse título.

      Respeito sua opinião e seria interessante que o senhor respeitasse sem ofender o autor. De fato, esse não é um texto puramente técnico. Há uma questão de política pública, sobre a qual cada pessoa pode ter uma visão do que se deve priorizar e quais caminhos devemos seguir para atingir esse objetivo.

  • Deveria é diminuir os salários desses auditores. A população já não aguenta mais tanto imposto. A curva de laffer está aí.

    • Pois é, caro(a) Gil, nada foi escrito no texto sobre aumento de carga tributária. Pelo contrário, o combate à sonegação fiscal permite a equalização do peso tributário sobre os diversos setores produtivos. Pois, com a diminuição do número de “caronas”, não há necessidade de alíquotas tão elevadas. É uma questão básica de matemática (pra não dizer de direito tributário): quanto maior a base de cálculo, mantendo-se a mesma arrecadação, menor a alíquota. Se o objetivo é aumentar a arrecadação sem aumento de alíquota, como se pretende, basta investir em fiscalização (pois trará o aumento na base de cálculo).

    • Fundamente o seu argumento.

  • Ótimo texto! Grande visão.

    Em um cenário de crise como esse, o governo tem que buscar o máximo possível levantar receitas próprias. Chega de esperar sempre pelo governo federal. Pernambuco, assim como todos os Estados da federação, tem um índice de sonegação altíssimo que precisa ser combatido. Não devemos esquecer que quanto maior a arrecadação, maior serão os investimentos e o retorno para sociedade.

    Não tenho dúvidas que logo esse texto vai chegar ao governador e, se realmente ele for técnico em suas decisões como muitos enfatizam, vai investir forte na SEFAZ e em seu corpo funcional!

    Em tempo, parabéns aos organizadores do Blog pelo alto nível dos textos e discussões!

  • As pessoas sonegam, pois se pagarem tudo o negócio fecha. A iniciativa privada não suporta mais a carga para sustentar serviço público ineficiente e inchado. Ah depois que entrarem nem 4 horas de expediente por dia darão.

    • As pessoas sonegam por diversos motivos, e todas elas cometem crime legalmente tipificado de sonegação tributária. Não é bonito sonegar, enquanto outros pagam os tributos em dia, os quais serão revertidos em benefício de todos. Veja que o sonegador se aproveita duplamente da situação: i) ele tem menos despesas que o honesto contribuinte, gerando concorrência desleal; e ii) ele recebe os mesmos benefícios, pois o governo não trabalha somente para os que pagam tributos.

      A carga tributária acaba sendo maior sobre os contribuintes honestos, entre outras razões, porque há muita sonegação. Se todos pagassem corretamente, seria mais fácil se pleitear uma redução de carga (ou, pelos menos, seria possível se evitar um aumento, como parece que acontecerá em breve). Se parte desses recursos é desviado ou mau empregado, cabe a nós cobrarmos melhorias. Não dá para condenar o sistema inteiro. O que você sugeriria? Que tudo fosse privatizado no Brasil? Você acha que seria viável? Veja que estamos falando de um país pobre, com baixo grau de desenvolvimento, baixo nível educacional, de proporções geográficas continentais e com mais de 200 milhões de habitantes. Gerir o Brasil não é a mesma coisa que gerir a Finlândia, meu caro!

  • É impressão minha ou o texto se serve de uma suposta análise do Governo Eduardo Campos apenas para reivindicar a nomeação dos auditores ainda não nomeados?

    • E se esse for o propósito, qual é o problema? Onde está a inconsistência?

    • É impressão sua que é uma suposta análise, pois a análise política foi feita, mas não é impressão que tem esse objetivo também, deixado bem claro na identificação do autor e durante o texto quando fala no concurso, citando lapso temporal e homologação.

      Contudo, não é uma causa que uma categoria ganha só. É preciso que isso fique claro. Como aumentar o salário dos professores, contratar mais policiais e mais médicos? Com recursos, através da arrecadação proveniente do trabalho dos servidores da SEFAZ.

    • Isso mesmo, Cristina. O texto é risível. É o bloco dos mamadores chorando pra mamar mais.

      • Esse Zezinho é uma onda! Ô hômi pra chorar!

      • Zezin, confessa que tu não és empresário. Deves ser um estudante revoltado que faz uso de recursos públicos para concluir os estudos. Zezin, cresça, rapaz!

      • Prezado,

        Procurar abrir um debate saudável sobre como enfrentar situações desafiadoras é uma atitude sempre bem-vinda. Os pontos de vista de cada um devem nos levar à reflexão, ao debate construtivo e a ações concretas.

        O momento que alguns Estados enfrentam hoje é o resultado de uma soma de fatores, micro e macroenômicos. Pode-se enfatizar ainda que a falta de planejamento de uma melhor Administração Tributária e a adoção de uma premissa de que o país e os entes federativos seguiriam uma tendência positiva por muito tempo, entre outros fatores evidentemente, apenas reforçam as perspectivas econômicas, O que fazer nessa situação para manter bom nível de investimento, garantir saúde, educação e segurança? Uma das propostas que pude perceber aqui é cada ente federativo trabalhar melhor sua arrecadação, sem aumentar a carga tributária, apenas cumprindo seu papel constitucional.

        Portanto, percebo, dessa boa reflexão advinda do artigo em questão, que se busca aqui uma solução sustentável (pode haver várias outras, instigo o debate), não apenas de curto prazo, para o Estado do Pernambuco superar esse momento e ficar preparado para os diversos ciclos econômicos a que estamos sujeitos.

        A pergunta então é: como gerar caixa suficiente para atender todas às demandas do Estado, tanto de custeio como de investimento, com menos dependência de repasses, sem elevar carga tributária? Otimização de despesas e aumento de fluxo de caixa são respostas coerentes. Fórmula básica! Como conseguir isso?

        Pode nascer desse fórum alguma ideia que leve o Governo do Estado a tomar algumas atitudes proativas e benéficas a seu povo. Então instigo, prezado José e demais colegas, a construírem essas ideias!

        Abraço a todos!

        • É isso aí, Não Risível. Deveria discutir, mas sem perder a compostura.

  • Isso Cristina. A sociedade não suporta mais este leviatã.

  • De fato, o governo de Pernambuco, assim como alguns outros estados, querem que a solução caia do céu. Esquecem de de que precisam de uma administração fazendária bem estruturada. Combater a sonegação e a corrupção. E, claro, pessoal suficiente para uma fiscalização eficiente e efetiva.

  • O pessoal arruma qualquer pretexto jurídico que justifique as infindáveis mamatas do serviço público

    E não é difícil encontrar respaldo jurídico num país que possui trilhões de leis, códigos, súmulas, estatuto disso, estatuto daquilo etc etc.

    Eu acho que dá até pra provar a teoria geocêntrica ou a tese do criacionismo usando leis do ordenamento jurídico brasileiro.

    • Estuda, rapaz. Você também pode contribuir com o futuro do seu país.

  • O judiciário acabou de pleitear um aumento megalomaníaco em plena crise econômica.

    Agora só falta os fazendários alegarem que estão passando fome e pedirem 300% de “reajuste”.

    • Amorim, que aumento megalomaníaco é esse? Os em média 58% dizem respeito aos 10 anos (10 anos!!! ) que o governo federal passou sem cumprir a constituição federal e conceder o reajuste inflacionário anual. Os caras estão com os salários congelados há uma década, enquanto o salário mínimo aumentou acima da inflação nesse período. Bom, mas nem é objeto da presente postagem discutir sobre o judiciário.

      Sobre os fazendários, é lógico que mão estão passando fome nem pedirão reajuste de 300%. Você já viu alguma categoria pedir tamanho “reajuste”? No máximo, devem pleitear a reposição da inflação, pedido justo (mas talvez inviável no presente contexto).

      • Hummm servidores do TJ fazendo mimimi…

        Coxinha é tão coxinha que reclama do seu alegando que o do outro (salário mínimo) subiu mais que a inflação! Meu chapa, vá relaxar os parafusos no OutBack vá…

  • O negócio é largar tudo e entrar para o serviço público. O país pode estar à beira da falência, mas servidor público não sabe o que é crise, pelo contrário, até ganham aumento na crise, sem contar a baixa carga horária. É o verdadeiro paraíso.

  • A turma tá falando do José Arimatéia, mas ele tá é certo!

    O texto quer catapultar uma nomeação! Nem sei qual é a carga horária de um Auditor Fiscal, penso que 12/72 ou algo mais light do que isso.

    Salário então? Deve passar dos R$ 20.000,00.

    Entendo pq certos caboclos se desesperam para entrar nessa vida sofrida e difícil…

    • Na prática, o salário deve passar dos 30 mil, esse salário de 20 mil é o inicial do edital, mas não deve ficar muito tempo nisso não, deve subir rápido com tantos adicionais e verbas indenizatórias que permitem até ultrapassar o teto do STF.

    • E uma potencial nomeação dessas pessoas é algo bastante merecido. Afinal, conheço muitas pessoas que dedicaram 5, 7 e até 10 anos para passarem num certame desse e ainda vão atuar numa área extremamente importante para o Estado e para o país. Imagine que são 5-10 anos estudando, renunciando família, viagens, vida social, etc. Acho que devemos valorizar o trabalho e esforço das pessoas, o mérito delas, afinal vivemos, pelo menos na teoria, uma Administração que valorize o mérito e não apenas a chegada ao serviço público pela via dos relacionamentos políticos.

      • Se algum ser humano dedicou 10 anos da vida, do jeito que você descreveu, renunciando a tudo… é pq tinha um papai bom pra dar pro neném mamar.

        Ninguém aqui está questionando a importância do fazendário, apenas o texto bem oportuno.

        • 10 anos de dedicação e renúncia não quer dizer necessariamente que a pessoa ficou sem trabalhar, mas adiou alguns sonhos, como ser pai, mãe ou outro projeto qualquer. Só quis destacar o esforço dispensado para consecução de um objetivo. Mas esse não o cerne do debate.

          Abraços!

        • Em que mundo você vive? Eu estudei 7 anos para essa prova, sempre trabalhando, desde 2007! Estudava à noite, nas madrugadas, nos finais de semana, SEMPRE trabalhando 8 horas por dia. Até mudei de Estado, por conta do trabalho, mas continuei estudando. Não tire conclusões precipitadas, meu caro!

        • O cara passar 10 anos estudando (decorando) para fazer uma prova? Isso só existe no Brasil mesmo. É triste, muito triste: o camarada estudar 7 ou 10 para fazer um trabalho de coletor de impostos. Nos países centrais, se estuda para produzir algo de útil. Aqui se estuda muito para virar um fardo improdutivo para a sociedade.

        • Sim Edson Carvalho, tanto esforço buscando qual objetivo? Ser auditor é um trabalho atraente? Lógico que não… o que se inova ou produz como auditor? Ou vai vir com o papinho que é para o bem da sociedade que você buscou o concurso? Se você se matou de estudar, parabéns!

          Brasileiro tem que parar com essa mania de só se esforçar pra parar de trabalhar!

        • Boa tarde, amigo Demetrius

          Pra que a sociedade não entre em colapso, existem leis. E essas leis são e foram criadas e alteradas por pessoas escolhidas democraticamente para tal. Entre essas leis, existem algumas muito importantes que se referem a tributos.

          Tributos são, em linguagem simples, recursos levantados das pessoas que vivem em sociedade para que se possam oferecer serviços públicos específicos e ou não a todos, bem como para que se concretizem diversas políticas públicas criadas também por pessoas escolhidas democraticamente pela população.

          Para aplicação dessas leis (tributárias), existem diversos dispositivos, procedimentos, declarações, alíquotas e etc. Acontece que algumas pessoas, por desconhecimento, e outras por má fé, não cumprem com suas obrigações, causando uma injustiça significativa que onera o cofre público, que nada mais é do que o “cofre” de todas as pessoas que contribuem e pagam seus impostos corretamente.

          É aí onde entra a figura do AUDITOR FISCAL, na aplicação da lei, no combate a sonegação e na garantia da justiça tributária PARA TODOS.

          Por ser uma função de extrema responsabilidade e por trabalhar com montantes vultuosos de recursos, o AUDITOR percebe uma remuneração mais alta se comparado aos cargos de menor poder de decisão do Poder Público. Remuneração essa que inclusive é paga pelo próprio incremento da arrecadação proporcionado pelo AUDITOR. Ou seja, o AUDITOR se paga e ainda arrecada MAIS para os cofres públicos. E esse dinheiro não vem do bolso de quem paga em dia as suas obrigações. Vem, em regra, do que foi sonegado!

          Essa é a discussão que entendi ter sido levantada: “Fiscalização eficiente, mais justiça, menos sonegação e MAIS ARRECADAÇÃO para a SOCIEDADE”.

          Por outro lado, discutir o enxugamento da máquina pública, diminuição da folha de pagamento do estado, corte de cargos comissionados, a desburocratização das leis, procedimentos e processos, etc… Isso tudo é uma outra discussão, também muito rica, mas que não envolve a função ESSENCIAL que o AUDITOR desenvolve no intuito de atender o interesse público, que é indisponível.

    • Esses salários (que mais parecem prêmios de loteria) são absolutamente escandalosos e imorais levando em conta a situação socioeconômica do país atualmente.

      Médicos do serviço público também dedicam anos de estudos e nem por isso ganham esses absurdos das áreas jurídicas e ficais.

      Existe um evidente desequilíbrio nessa situação.

    • Envy detected!

    • Minha gente, vamos trabalhar! É muita gente desocupada em horário comercial!!!

      • Hahahahahahaha.
        É mesmo. E o povo pagando…

  • Serviço público virou paraíso de marajá, tanto pelas remunerações nababescas quanto pela exígua carga horária.

    Se nem um país rico como a Alemanha pode arcar com tamanha farra, imagine um país pobre como o Brasil.

  • O pequeno empresário José Arimatea tem vocação para ser pequeno mesmo.

    Compara os benefícios fornecidos pelos países europeus mas esquece que lá o empresariado cumpre com TODAS as suas obrigações fiscais e trabalhistas. Parece mais um daqueles empresários arcaicos que se acham grandes protetores dos seus funcionários quando na verdade sua empresa não resistiria a uma fiscalização. Será que o Sr. toparia uma auditoria fiscal, financeira e trabalhista em sua pequena empresa ou se esconde atrás desse discurso de “benfeitor” dos funcionários para sujeitá-los às suas condições? O país tem muito a evoluir até que nos livremos destes pequenos empresários “benfeitores”.

    O governo deve aperfeiçoar o aparelhamento de sua instituições SIM como forma de manter a isonomia na concorrência, defender a sociedade contra empresas sonegadores e garantir o cumprimento de TODOS requisitos estabelecidos em lei.

    Depois disso o rapazinho, pequeno “protetor” dos funcionários, talvez possa cobrar melhores serviços fornecidos pelo Estado…

    • Não brother, é o contrário na frase final.

      Você é que tem vocação para servidozinho público. Se você insinua que o Arimatéia não cumpre as obrigações fiscais e trabalhistas é justamente porque os serviços fornecidos pelo estado são pífios em fiscalizá-los.

      Ou seja, além de salários faraônicos e cargas horárias microscópicas, não seria nada mal que nem trabalho tivesse né?

      • Demétrius, você notou que o cara me ameaçou? Hahahahahahah. Deve ser assim que eles fazem no dia a dia.

        Meu querido Johnny, pode trazer até seus cães farejadores. Mas traga também o saquinho pra recolher a caca deles… Hahahahahaha.

        14 anos de empresa, nunca levei uma multa e nunca tive um processo trabalhista. Sou pequeno mas sou limpinho.

        Vai trabalhar, Johnny. Eu que pago o teu salário.

  • Pra completar a imoralidade, só falta agora os servidores abrirem licitação para compra de Lamborghinis e Ferraris para a frota de veículos oficiais.

  • Nossa!!!! A SEFAZ vai mudar o mundo!!!! Nunca pensei que a SEFAZ fosse tão importante para a geração de receita no estado. Estou abismada,petrificada!!!
    Acho mesmo é que a SEFAZ “se fez” no governo Campos….e vá saber o quê…..

    • A SEFAZ imprime dinheiro é? ahahahhahahah

  • O senhor José Arimateia deu uma verdadeira lição nos mamadores improdutivos. Desde da época do Cristo, os coletores de impostos eram uma verdadeira praga!! Odiado pelo povo trabalhador. Simplesmente tinha (e ainda tem) a tarefa triste e desonrosa de subtrair de quem trabalha e produz para alimentar a parcela da sociedade que não produz.

    Nós precisamos de Estado Mínimo. É melhor o dinheiro no bolso de quem trabalha e produz do que na mão dos barnabés incompetentes e improdutivos que nunca administraram uma carrocinha de pipoca.

    Por outro lado, imaginem um homem adulto, pai de família, com várias graduações é porque não trabalha. Só pode!! Ou então passar 7 ou 10 anos estudando para uma prova de assuntos já conhecidos. Isso é uma piada. Em qualquer lugar do mundo, alguém se dedica vários anos para fazer algo inovador enquanto no Brasil o cara passa anos estudando para fazer uma prova de assuntos estáticos e já conhecidos. Isso é o cúmulo do sub-desenvolvimento.

    As coisas aqui no Brasil estão muito erradas. Essa ética de querer viver de forma nababesca às custas de quem trabalha é medieval. Nós precisamos acabar com isso.

    “As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver à custa do Estado.”
    Marco Túlio Cícero (55 A.c.)

    • Carlos, você matou a pau. É exatamente isso. Temos toda uma geração perdida dedicando todos seus esforços para passar num concurso público. E por quê? Porque sabe que no momento seguinte à posse vai poder amarrar o burro na sombra. Essa é a diferença básica entre o espírito cartorialista, de quanto mais burocracia melhor para aparelhar e sequestrar o Estado, para o espírito empreendedor dos países que vivem nos dando lição de desenvolvimento.

      O cara dedicar 10 a 15 anos da sua vida e não construir absolutamente nada de novo? Deve ser extremamente brochante.

  • No Brasil quem enche a tampa de dinheiro é quem fiscaliza, nunca quem produz.

    Vejam os altos salários pagos aos Analistas de Tribunais de Contas, Auditores, Promotores Públicos e demais profissões.

    Os caras nunca colocam a mão na massa, vivem da desgraça alheia, adoram apontar tudo que tá errado mas nunca dão a solução de como é fazer o certo e ainda vivem inchados que nem cururus levando banho de sal…

    É bom demais: Acordar de manhã, se espreguiçar, tomar aquele café, jogar um monte de papel pra cima, agarrar um e dizer “vamos ver quem vou ferrar hoje!”…

    Assim é a vida de quem fiscaliza; mas de quem transforma, de quem produz riqueza é pau no fiofó e trabalho de manhã, tarde e a noite… sem escala!

    Tá na hora dos sabichões que adoram multar e dizer que tá tudo errado, abrirem uma empresa, tocar uma obra, dar expediente numa indústria e aí sim, ganhar muito dinheiro com algo produtivo!

  • Governos vivem de impostos gerados de $$$$$$$ do comércio, industrias, prestadoras de serviços,etc, carga tributária brasileira é altíssima, que somado as corrupções dos desvios das verbas públicas, não tem empresário que se sinta sastifeito com estas fraudes,por isto mesmo, é a causa do meio empresarial ( não todos) mas, uma grande maioria praticar sonegação fiscal, e o estado por si só, não tem a quantidade ideal no seu quadro de auditores para uma fiscalização eficázpara fiscalizar os números existente de empresas, e a tendência é sempre arrecadar menos do que se planeja e espera. A solução seria mesmo é fazer uma reforma tributária, que seja benefécia entre o Governo x empresariado, e os Governos darem mais ênfases e atenção em como melhorar e ampliar o quadro de auditores existente, agora, quando isto vier a acontecer, é que ninguém sabe, acredito que, quando houver bons e competentes gestores em cargos públicos (atualmente é uma pequena minoria) aí sim, venha a se tornar uma realidade. No momento, o que temos visto de notícias na mídia, é : desvios de verbas, corrupções aumentando, gente sendo presa e depois liberada, um aos outros se acusando e se defendendo ,processos e mais processos, e etc, etc, e o povo tá cansado de ler isto, o povo quer mesmo é solução, Afff ! O jeito é esperar !

  • Bom, se você acha que quem ganha muito dinheiro é quem fiscaliza, faça como muitos que passaram no concurso que tinham seu trabalho seja na iniciativa privada ou no serviço publico. Estude um bocado que um dia você também pode passar em um concurso!!! Estou vendo que muitos queriam ser fiscais e não conseguiram. Um serviço essencial para o estado, como juiz, promotor, fiscal, tem que ser bem remunerado mesmo, passar por um processo seletivo dificílimo não é pra qualquer um não, e esta aberto para quem quiser concorrer, é só ter coragem e estudar!!! Acredito que o que os aprovados querem é fazer um serviço essencial para o estado em um momento de crise, combatendo as sonegações e desempenhando seu papel na luta para um estado melhor e serem reconhecidos pelo esforço do trabalho desempenhado para o bem da população, porque na verdade a população só tem benefícios no combate a sonegação, pois quem sonega mesmo não é povo humilde e sim grandes empresários ou empresários frustrados que não deram certo!!

    • Discurso bonito, mas é a famosa profissão que na condição ideal de funcionamento encolhe e é desvalorizada.

      Sei que não vivemos num mundo ideal, então fiscal é um mal necessário. É que nem presídio, o bom é não ter ou ter o mínimo possível, devido a redução da criminalidade. Mas quem tem um pensamento burro, acha que a solução é sempre construir mais penitenciárias e prender mais gente para reduzir a violência, quando na verdade deveríamos combater a origem do problema.

      Porém, existe uma coisa chamada tecnologia… talvez se a massa tão esforçada dos concurseiros ultra-master-plus voltassem sua inteligência para construir modelos de arrecadação que inibissem a sonegação e etc… o número de auditores fiscais pudesse ser bem menor, mas não, parece que quanto mais burocracia e papelada mais esse nicho respira e florece.

    • Como disse antes, obrigado, mas não sou cafetão do contribuinte. Nós somos os patrões de vocês. Mas vocês se acham mais importantes que a sociedade civil. Vocês concurseiros são a pior subespécie da raça humana.

  • Hipocrisia,
    José Arimatéa pensa pequeno mesmo. Acha q todos q se opõem a sua visão de arrogante protetor de seus funcionário é da iniciativa pública.

    Para sua informação, manter-se em dias com suas obrigações trabalhistas não é mais que sua obrigação. Bote o dedo na consciência pequeno José e assuma q se não teve problemas nestes anis de empresário não foi porque VC foi um santo. Duvido SIM que se o Estado estivesse corretamente aparelhado vc estaria nessa pose de bom moço.

    Pobres dos seus funcionários que têm q engolir essa SUS ladainha calados, sujeitando-se às suas condições para não perderem seus empregos !!”

    • Veja a visão de um cidadão que acha que o aparelhamento é melhor do que produzir… e ainda por cima, esculhamba aquele que tá gerando riqueza e emprego. Olhe que eu sou a favor de um estado forte, porém sem enfraquecer o mercado. Os dois fortes é o ideal.

      Está aí meus concidadãos… se esta pessoa é um auditor, pintou fielmente o modus operandi de seus pares! Apertar para desenvolver!

      Pior que isso só a CTTU, que em dia que alaga e o trânsito tá fudido, solta os azulzinhos nas ruas para tacar multa no povo!

    • Jonny, meu velho, esse seu sobrenome tem uma sonoridade bem sugestiva… Hahahaha. Mesmo sendo, provavelmente, uma máscara, a escolha dele é reveladora do seu pensamento. Pra vocês, a sociedade é vil, os empresários são vilões. Precisam dos heróis concurseiros para ditar suas regras.
      Hahahahahaha
      Sociologia de botequim.
      Há gente honesta e desonesta na iniciativa privada e no serviço público. A diferença é que a concentração parece ser maior no ramo de vocês.
      Hahahahahahaha
      Quanta torpeza, meu Deus.

  • Os órgãos fiscais constituem um poderoso instrumento na mão de um governo tirânico como o que o PT pretende ser. Com uma máquina arrecadatória forte, o Estado pode oprimir progressivamente a população, principalmente os mais fracos que já vivem sem qualquer tipo de proteção contra abusos e surtos de arbitrariedade desses aspirantes a Deus.

  • A situação econômica atual do estado é herança maldita de EC…o texto foi infeliz, muito infeliz…Sempre gostei desse blog, agora vou pensar 2x em ler algo daqui…

  • Os salários destes cargos da área fiscal podem chegar a valores astronômicos já que em alguns deles, além do salário, há gratificações por resultado e outros inúmeros bônus. É a mamata elevada ao quadrado.

  • Interessante esses daí serem improdutivos por anos a fio para virarem Barnabé. Por isso esse país é essa merda. Aí depois vem com o Papinho que quer ajudar a sociedade. Que ajudar mesmo empreenda, pois estado só faz sufocar os produtivos.

    • Não sei a quem interessa ver as instituições desvalorizadas. Criticam salários, que consideram alto, mas desconsideram o retorno e responsabilidade que está por trás desses cargos. Conheço vários juízes, procuradores e auditores e vejo o peso da responsabilidade que cada um tem, dentro de suas áreas. Bom, vejo aqui um debate claro entre aprovados em concursos e pretensos microempresários. É óbvio que um empresário não gosta de um auditor, pois este é o principal obstáculo às suas manobras fiscais e maquiagens contábeis, com a finalidade de subestimar receitas. É claro que não veremos consenso aqui. Como esperar elogios de ratos a gatos?

      • Hahahaha
        Pra você, todo empresário é criminoso. E vocês, mamadores, os salvadores da Pátria. Tacanho.

      • José, espero q a raça de empresários brasileiros de sua laia entrem em extinção algum dia.
        Vocês são verdadeiros senhores feudais, acham que podem tudo, mais que as leis.
        Não lhes interessa o adequado aparelhamento do Estado para continuarem suborbando politicos, sonegando impostos e subjugando seus funcioná rios sob o manto de “pai benfeitor”. Nós, trabalhadores da iniciativa privada ainda veremos o Estado adequadamente aparelhado com Auditores Fiscais e Auditores do Trabalho e Policiais Federais para que vocês cumpram suas obrigações e parem com esse discurso HIPÓCRITA.

  • Profissões mais rentáveis no Brasil:

    1- político (de preferência, petista);

    2- jogador de futebol;

    3- cantor sertanejo;

    4- dono de igreja;

    5- funcionário público.

  • É lamentável ver toda uma geração de jovens desperdiçando uma década ou mais em concursos públicos.

    Infelizmente, dada a decadente situação econômica em que o Brasil se encontra, concurso público se tornou a melhor opção para milhões de pessoas que enxergam no Estado uma oportunidade profissional.

    Isso mostra como estamos atrasados em relação a nações mais estruturadas, maduras e desenvolvidas.

  • Com a qualidade moral dos funcionários que nós vemos aqui e em outros momentos, estou convicto que precisamos caminhar para o Estado Mínimo.

    Quanto aos funcionários públicos que devem servir à sociedade e não se servirem do dinheiro que o setor produtivo gera. Penso que eles devem, necessariamente, ser TRANSITÓRIOS. Isso mesmo, nada do cara passar a vida inteira mamando no dinheiro da coletividade.

    O que vemos, na prática, é o Brasil que não produz sufocando e perseguindo o Brasil que produz. Mas isso tudo é resquício da mentalidade escravocrata onde os feitores fiscalizavam (os auditores) enquanto a mão de obra escrava trabalhava.

    Portanto, esse é o dilema no Brasil, a parte mais atrasada e retrograda da sociedade quer apenas fiscalizar. Enquanto, a parte produtiva e criativa se propõe a produzir, gerar riquezas/empregos e construir um país melhor. Em suma, nós estamos vivendo uma reedição da revolução gloriosa (quatro séculos atrasada): Burguesia Capitalista versus pseudo nobres encastelados. Pior, os que se acham nobres, não tem nobreza caráter e nem tampouco nobreza intelectual.

    Finalmente, é muito feio um homem viver às custas do trabalho produtivo de outro. Com esse argumento tosco de que passou 10 anos estudando para fazer uma prova.

    • Parece então que existe espaço apenas para ser empresário em todo país e o mercado se autofiscaliza, não precisando de funções essenciais ao bom funcionamento do sistema. Congratulo e parabenizo as pessoas que empreendem e alcançam seu espaço no setor privado, tiro meu chapéu e vcs são necessários mesmo. Agora um servidor público não pode também empreender na iniciativa pública? A atividade fazendária não é necessária ao Estado? Bem, aí as discussões tomam um rumo diferente do que aqui foi proposto.

      Creio que esse espaço não foi criado para digladiações e sim construção de propostas que podem melhorar a situação atual do Estado de Pernambuco. Portanto, onde estão as propostas/ideias? Vamos ajudar o Estado a encontrar soluções que garantam o nível de investimento e às demandas sociais. Até agora temos:

      1) Investir na administração tributária
      2) Ampliar tecnologia (origem dos recursos???)
      3) ????
      4) ????
      .
      .
      .

  • Os auditores fiscais e fazendários em geral se acham figuras iluminadas por serem os arrecadadores do Estado. Mas se colocarmos numa escala de importância, acredito que médicos e policiais deveriam ganhar o dobro do que esses auditores ganham.

    É só lembrar o caos que tomou conta do Recife na greve da polícia militar em 2014 em que se fez necessária a atuação das Forças Armadas. Em menos de 24 horas depois de deflagrada a greve a cidade já tinha sido dominada por arrastões, saques, pilhagem do comércio, assassinatos, depredações, vandalismo, explosões de caixas eletrônicos, assaltos, escolas e universidades cancelaram aulas, transporte público foi prejudicado… o cenário era de guerra civil. Sem contar que o comércio deixou de ganhar milhões de reais nos dias da greve em função do temor da população de sair às ruas (o que também prejudicou a economia e a arrecadação).

    Não sou médico nem policial, mas reconheço que na ausência desses dois serviços absolutamente essenciais à manutenção da ordem pública, o Brasil volta à idade da pedra em menos de 1 semana.

    Pra quem não lembra do caos:

    http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/05/16/interna_vidaurbana,504315/greve-da-policia-militar-deixa-rastro-de-vandalismo-roubos-e-mortes-em-pernambuco.shtml

  • Eu queria e desejo que todos empresários desse país parem de pagar os impostos, aí quero ver o Estado se sustentar, aí quero ver a arrogância desses funcionários receberem seus salários. Acordem, empresário é quem gera riqueza, estou vendo muitos fecharem suas empresas e viverem de renda bem longe do Brasil.

    Chega de criminalizar empresário, sem eles vocês não tem salário e nem muito menos o Estado. Veja como o governo federal está preocupado com a postergação de pagamento de impostos que as grandes empresas desse pais está fazendo.

    Acordem que vocês da sefaz não gera riqueza nenhuma, vocês apenas mamam e vem com o papinho que estão fazendo um bem para sociedade.

    • Concordo.

      A população devia parar de declarar imposto. Queria ver como esses fazendários iriam sobreviver.

      Existe a desobediência civil, a população devia fazer a desobediência tributária, CHEGA DE PAGAR IMPOSTO.

      • Nobre Gil, e já está acontecendo nesse país. Veja o desespero que o governo federal está tendo com a postergação de pagamentos de impostos que as grandes empresas do país está realizando. Na realidade trouxa é quem paga imposto para sustentar uma máquina enorme e ineficiente.

        Vocês acham que os chinas que dominam o Recife vai bancar os salários de vocês é? kkkkkk

    • Quem gera riqueza é o trabalhador, o empresário apenas administra.

  • José, espero q a raça de empresários brasileiros de sua laia entrem em extinção algum dia.
    Vocês são verdadeiros senhores feudais, acham que podem tudo, mais que as leis.
    Não lhes interessa o adequado aparelhamento do Estado para continuarem subornando politicos, sonegando impostos e subjugando seus funcioná rios sob o manto de “pai benfeitor”.
    Nós, trabalhadores da iniciativa privada ainda veremos o Estado adequadamente aparelhado com Auditores Fiscais e Auditores do Trabalho e Policiais Federais para que vocês cumpram suas obrigações e parem com esse discurso HIPÓCRITA.

    • Jonny, não sei onde vc ta vendo problema no José Arimatéia, caso ele esteja falando a verdade. Já percebeu a quantidade de empresários informais nesse país ? Se o Arimatéia, que é o ‘certinho’, tu queres exterminar com teu poder de funcionário público, o que vc faria com uma empresária que vende almoço a 10 reais, trabalha todo dia, não paga imposto nenhum, não tem nenhum empregado, e todos que trabalham com ela são os familiares ? E vc acha que essa empresária é assim porque quer, ou porque o mercado a obriga a ser assim ? E nesse contexto, quem paga teu salário ? o formal ou o informal ?

  • Os argumentos do texto foram muito bem abordados. Gostaria de parabenizar os novos aprovados no concurso da sefaz que diferentemente de alguns fiscais tributarios foram aprovados de fato e de direito como auditores, ao inves de receberem uma maozinha do estado! Imaginem se em um Tribunal os auxiliares ou tecnicos judiciarios pudessem receber essa maozinha tambem!? Pessem nisso tambem existem outras profissoes tao importantes como a dos auditores que estao bem aquem da realidade da fazenda. O sefaz no Rio manteve a mesma estrutura ate hoje aprovados em nivel medio recebem como nivel medio e aprovados como nivel superior recebem como nivel superior. Logico que esses questionamentos nao dizem respeito a todos os auditores da sefaz pe que desde epocas passadas padsaram em exames de nivel superior cuja as exigencias para ingresso na carreira sao maiores. Valorizar a sefaz pe e preciso!

  • Quem não apoia uma SEFAZ forte é conivente com a corrupção e sonegação fiscal.

    Sem mais!

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MARCO BAHÉJornalista
É formado em Jornalismo e pós-graduado em História Contemporânea e História do Nordeste do Brasil. Foi repórter da Gazeta Mercantil para os estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também atuou como repórter do Jornal do Commercio, editor da Folha de Pernambuco e repórter especial do Diario de Pernambuco. É correspondente da revista Época no Nordeste desde 2003. Tamb´m atua com publicidade e marketing eleitoral desde 2004.
PIERRE LUCENADoutor em Finanças
É doutor em Finanças pela PUC-Rio e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor adjunto de Finanças da UFPE e foi secretário-adjunto de Educação de Pernambuco. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior sobre o mercado financeiro, e participa como revisor de várias revistas acadêmicas na área. É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Finanças. Foi comentarista de Economia do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (TV Jornal e Rádio CBN). Atualmente é coordenador do curso de administração da UFPE, e Coordenador do Núcleo de Estudos em Finanças e Investimentos do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPE (NEFI).