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Aplicativo do Tesouro Direto é desativado: o que muda para o investidor

O aplicativo oficial do Tesouro Direto foi desativado em 17 de agosto de 2026. Saiba como acessar a carteira e o que muda para os investidores.

O aplicativo oficial do Tesouro Direto foi desativado nesta segunda-feira (17). A mudança afeta o canal usado para consultar a carteira, mas não altera títulos, valores investidos ou rentabilidade. Quem já investe deve acessar o Portal do Investidor, no site do Tesouro Direto, ou o aplicativo do banco ou da corretora responsável pelas operações.

Cédulas de real sobre uma superfície, em imagem de contexto para investimentos do Tesouro Direto

O Tesouro Direto havia comunicado a desativação em 30 de julho, com início previsto para 17 de agosto. A justificativa foi a construção de uma nova experiência para os investidores, ainda sem data anunciada. O comunicado oficial pode ser consultado nesta página do Tesouro Direto.

O que muda para o investidor hoje

A troca é de plataforma. O aplicativo deixa de ser uma opção de acesso, mas a posição do investidor continua registrada normalmente. Não há indicação de resgate automático, venda dos títulos, transferência de custódia ou abertura de uma nova conta por causa da desativação.

ItemO que acontece
Títulos já compradosPermanecem na carteira do investidor.
Valores e rentabilidadeContinuam preservados, segundo o Tesouro.
Consulta e operaçõesPassam pelo Portal do Investidor ou pelo banco/corretora.
Novo aplicativoFoi anunciado como uma etapa futura, sem data informada.

Como acessar a carteira do Tesouro Direto

Há dois caminhos informados pelo programa:

  • Portal do Investidor: use o site oficial do Tesouro Direto para acompanhar posições e informações da carteira.
  • Banco ou corretora: entre no aplicativo da instituição usada para comprar e vender os títulos públicos. O nome do menu pode variar conforme a instituição.

Se o investidor usava exclusivamente o app oficial, a providência prática é testar o acesso pelo navegador e confirmar se consegue visualizar a custódia antes de precisar fazer uma operação. Também é prudente entrar pelo endereço digitado ou salvo do site oficial, e não por links recebidos em mensagens, para reduzir o risco de golpes durante a transição.

O que não foi informado — e por que isso importa

O Tesouro não divulgou a data de lançamento da nova experiência. Portanto, não é possível afirmar quando o aplicativo voltará nem quais funções serão oferecidas. Até lá, a referência é o Portal do Investidor e o agente de custódia.

A desativação também não veio acompanhada, no comunicado, de mudança em taxa, imposto, prazo ou forma de remuneração dos títulos. Esses custos e regras continuam ligados ao produto comprado e às condições vigentes, não ao aplicativo usado para consultar a posição.

Para quem está decidindo onde manter o dinheiro de curto prazo, a mudança de acesso não transforma um título em reserva adequada por si só. Liquidez, oscilação de preço na venda antecipada e custos devem ser comparados com alternativas — como no guia sobre Tesouro Reserva e CDB com liquidez diária.

Dúvidas rápidas

O dinheiro investido no Tesouro Direto foi afetado?

Não. O Tesouro informou que títulos, valores investidos, rentabilidade e demais informações permanecem preservados. A desativação atinge o aplicativo, não os investimentos.

Como acompanhar a carteira depois do fim do aplicativo?

O investidor deve usar o Portal do Investidor, no site oficial do Tesouro Direto, ou o aplicativo do banco ou da corretora que usa para comprar e vender títulos.

É preciso transferir ou vender os títulos por causa da mudança?

Não. O comunicado não exige transferência, venda ou qualquer procedimento nos investimentos já existentes. A orientação é trocar o canal de acesso para consultar a carteira e operar.

Quando será lançado o novo aplicativo?

O Tesouro Direto disse que uma nova experiência será apresentada no futuro, mas não informou uma data para o lançamento.

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carlosacertodecontas